Olá, meu nome é Mr e sou casado com a Mônica há 6 anos, embora a gente tenha começado a namorar desde os 16. Sempre fomos muito cúmplices e parceiros, e nossa experiência sexual fomos construindo juntos, além de algum "rolo" com outra pessoa antes de nos conhecermos. Na real, ela era virgem e eu um novato, e aos poucos fomos descobrindo o sexo.
Eu sempre fui muito ciumento, se outros caras olhavam pra ela, eu ficava puto da vida e até chegava a brigar com o sem-noção que ficava de olho nela. Ela me aturava até que um belo dia, depois de muitos anos, tivemos uma crise e nos separamos. Foi um momento muito difícil, cuja principal característica pra mim foi uma liberdade total, muita farra e promiscuidade, mas toda vez que eu a via ou ficava sabendo de alguém que estava saindo com ela, despertava em mim a necessidade de saber tudo sobre ela, e os ciúmes me invadiam, seguidos de uma tristeza profunda.
O tempo passou e a vida nos juntou de novo, mas dessa vez pra sempre. Nós casamos e começamos a dar os primeiros passos como um casal. Eu sempre tive curiosidade sobre as histórias dela de quando era solteira, mas ela, diante das minhas perguntas, respondia com evasivas e, quando eu a encurralava, dizia que tinha saído com alguns caras, mas que não tinha rolado nada. Eu não acreditava totalmente e, quando a gente falava sobre o assunto, no começo os ciúmes me dominavam, mas, com o tempo, essa sensação começou a se misturar com uma certa excitação, até virar só isso: um tesão incontrolável.
E eu perguntava, quando a gente se deitava à noite ou quando estávamos sentados no parque debaixo de uma árvore, se ela realmente não tinha tido nenhuma aventura durante nossa separação. Ela, cansada da minha insistência, irritada, soltou de uma vez: — Quer saber de verdade?! Tá bom, tive sim, e foi com aquele cara que me levava pra casa depois da faculdade.
Não acreditei, depois de tanto insistir, finalmente ela estava me contando a verdade. Ela disse sem rodeios: — Fiz uma punheta pra ele. No carro, ele me masturbou.
Eu olhava fixo pra ela, segurando a respiração, e ela me olhava esperando o que eu ia fazer.
— Continua. — pedi ansioso. Na hora, a cara dela mudou e, fazendo uma pausa e aproveitando que estávamos sentados de frente um pro outro no mesmo banco sem encosto, ela olhou pra minha virilha, vendo a ereção no meu short.
Ela levantou o olhar e a cara já não era mais a mesma, do enjoo irritado passou pra uma expressão de espanto misturado com deboche.
— Te excita, né? Não te incomoda o que eu tô contando? Te dá tesão saber que eu masturbei outro cara? Me responde!
— Sim.
— Sim, o quê?!
— Sim, me excita um pouco.
— Ah... então vou te contar.
E ela contou que masturbou ele com a mão até ele gozar, sujando a mão dela, um pouco da camiseta e até o rosto dele. Disfarçadamente, ela começou a acariciar meu volume por cima do short enquanto dizia: — Você é um tarado, te excita saber que eu bato punheta pra outro cara. Cuck!
Naquele dia, quando voltamos pra casa, a gente transou pra caralho, mas depois disso ela nunca mais me contou nada e, quando eu tocava no assunto, a Mônica me evitava como antes.
Eu insistia uma vez e outra no assunto, mas sem resultado. Uma tarde, depois de uma boa trepada e enquanto estávamos os dois pelados na cama, perguntei de novo se ela já tinha transado com mais alguém além de mim.
Ela, irritada, pulou da cama como uma mola, dizendo como eu podia ser tão tarado, que tava cheia dos meus comentários e que não entendia o que tava rolando comigo. Falei que me dava um tesão danado ela contar isso, que não tinha nada de errado.
Aí ela se irritou ainda mais: — Você é um degenerado! Tá me pedindo pra contar o que eu posso ter feito só pra te excitar, cê me imagina com outro! Não te incomoda?! Cuck!
— Calma aí. — falei. — Não tem nada de errado em fantasiar.
— Você não quer fantasia, você me pergunta o que eu fiz. Não te dá raiva, ciúme? Sabe de uma coisa, vou te trair e depois te conto como foi, quer?
— Ah, você sempre exagerando. Não é a mesma coisa. Uma coisa leva à outra. Mas, com essa sua cara de santinha, duvido que você consiga pegar outro.
— Santinha?! Você me chamou de santinha?!
A tava puta da vida, cansada da minha insistência. Levantou da cama e foi tomar banho pra se arrumar pra um jantar com os colegas, já que era o dia da profissão dela. Eu fiquei largado na cama vendo TV. Ela saiu do banho e começou a se vestir.
A sempre foi bem recatada com roupa, mas dessa vez vestiu uma coisa que eu nem sabia que ela tinha ou, pelo menos, não lembrava. Tava uma gostosa do caralho com aquele vestido super curto que colava no corpo, era daqueles listrados de cinza escuro e bege que parecia uma blusa comprida, o decote era redondo e largo, deixando um ou os dois ombros de fora, e a saia marcava bem o contorno da raba e mal cobria a redondeza da bunda dela. Pra completar o look, colocou um cinto preto pra marcar ainda mais a cintura. Nos pés, umas botas de salto daquelas enrugadas combinando, por baixo do vestido uma fio dental que é só um fio na parte do cu e... sem sutiã! Dava pra ver perfeitamente as tetas lindas dela e os bicos insinuados.
— Vai sair assim vestida? — perguntei meio surpreso e claramente puto.
— Sim. Por quê? Você não fala que sou uma santinha?
— Mas tão aparecendo os bicos dos seus peitos e quase quase a bunda!
— Mas você não me chama de santinha?! Então, agora vai ver o quanto sou santinha. Além disso... você não gosta que eu conte o que faço com outros? Então...
— Não é a mesma coisa...
— Ah, não, claro. Eu vou te curar!
E me dando um beijo na testa, foi embora.
Eu não dei muita importância pro que ela disse, embora não tenha gostado do jeito que ela se vestiu. Definitivamente, achei que tinha passado do ponto e até fiquei meio bravo, mas já não dava pra voltar atrás.
Dormi sossegado até que a luz acendeu e senti a Mônica sentar na cama, me pegar pelo ombro me sacudindo de leve e falar no meu ouvido: — Quer ouvir uma história minha?
Acordei na hora. De repente, sem conseguir respirar, abri os olhos e me virei pra olhar pra ela. Lá estava ela e me deu um beijo profundo e bem molhado, onde senti um gosto parecido com o que sinto quando ela me beija durante ou depois de me fazer um boquete. No rosto dela, dava pra ver um sorrisinho de satisfação, e na hora ela falou:
— Oi, corno. Te acordei?
Eu olhei pra ela sem entender, tentando processar a informação que tinha recebido: ela me chamou de corno, tem hálito de sexo na boca, a expressão dela é de superioridade. Não acredito! Até que eu falei:
— Qual é o teu problema...? — O que você fez?!
— O que você acha que eu fiz?
— Você tá com um hálito de pica do caralho. — Você chupou a pica de alguém?
— Não só isso, também engoli uma boa porção de porra.
— O quê?! — Sua puta de merda..!
Não terminei de falar isso, ela pulou da cama e, parando do meu lado, disse bem enérgica:
— Calma aí, não me chama disso não. No fundo, você ficava de pau duro imaginando eu dando pra outro. Ou não? Então, conseguiu.
Na hora, olhei pras pernas dela e vi um risco estranho de algo transparente descendo pelas coxas. Eu não queria acreditar, mas aquilo não podia ser outra coisa senão esperma. Mas, pra ser aquilo, ela teria que ter transado com... Quem?
Fiquei puto, minha cabeça tava explodindo de ciúme, meu coração acelerou e todos os músculos ficaram tensos.
— O que você fez?!
Ela se virou e, enquanto tirava o vestido e as botas, disse:
— De novo essa pergunta?! O que você acha, seu corno de merda?
E sentou de novo na beira da cama, só de calcinha fio dental preta.
Eu olhei pras coxas dela, todas meladas. Ela seguiu meu olhar, passou um dedo na coxa suja e mostrou pra mim, dizendo:
— Esse foi o Daniel.
— Puta!
Falei, com as lágrimas quase caindo.
— Eu sou uma puta, sim, mas porque você quis assim. Ou você não ficou de pau duro quando eu te contei aquela aventura minha?
E, dizendo isso, ela enfiou a mão por baixo dos lençóis até chegar no meu pau duro e segurou ele.
— Ah, eu sou uma puta, mas você... Você é um corno que fica excitado vendo sua mulher bem comida e escorrendo sêmen de outro.
Então a Mônica começou a me masturbar enquanto se aproximava do meu rosto e dizia de forma bem lasciva:
– Quer que eu conte?
A primeira coisa que notei foi o hálito dela de sexo, ou melhor, de pau e porra. A mistura de sentimentos era bem contraditória, mas minha excitação foi maior e eu falei:
– Por que você tem cheiro de sêmen na boca?
– Porque chupei o taxista que me trouxe pra pagar a corrida. Viu, economizei uma grana pra comprar umas roupinhas novas, já que decidi mudar de estilo, sabe, mais sexy... como você gosta.
Eu continuava paralisado, sem saber o que fazer diante dos fatos consumados, a Mônica confessando sem pudor a infidelidade dela, eu com o pau duro e o coração partido, embora, mais que o amor, era o orgulho que estava ferido. Ela tinha me traído da forma mais promíscua e, parecia que, isso me excitava.
Ela não parava de me masturbar enquanto insistia:
– Conto ou não?
Nisso, ela me dá um beijo profundo e molhado, onde eu pude sentir aquele gosto de boca recém-comida e fiquei ainda mais excitado.
– Conta, puta, conta como você chupou o taxista.
– Bom, acontece que pedi um táxi depois da festa e, quando ia sentada, vi como o motorista me olhava pelo espelho, então comecei a abrir as pernas disfarçadamente e ele pôde ver minhas coxas molhadas com a porra que me jogaram dentro e disse com certa malícia:
– Com licença, senhorita: Precisa de uns lencinhos? Vejo que a senhora está meio... suja.
– Senhora! E não, obrigada.
Aquele homem não tirava os olhos de mim. Quando chegamos em casa, ele parou o carro e eu pedi pra ele me esperar que ia pegar o dinheiro, ao que ele respondeu que não podia esperar, que eu pagasse na hora e do jeito que desse.
Entendi na hora a indireta dele e saí do carro e, abrindo a porta do motorista, me ajoelhei e desabotoei a calça daquele homem pra começar a masturbá-lo. Olhei nos olhos dele como uma puta no cio e ele me olhou com prazer. Cuspi na glande dele e acelerei a punheta.
— Espera um pouco, assim você não vai me pagar... Chupa, puta!
Obedeci e comecei a chupar. Tinha um gosto forte, mas não liguei. O bom é que ele durou pouco.
— Ah, como você chupa bem! Vou gozar! Ahhhh!
Engoli todo o sêmen e continuei chupando até deixar o pau dele mais limpo do que estava. Me levantei e fui em direção à entrada de casa, deixando o taxista e o carro dele para trás enquanto ele gritava:
— Como você chupa bem! Quando quiser, a gente repete, gostosa!
Naquele momento, Mônica me deu outro beijão com gosto de outro macho e acelerou a punheta foda que estava fazendo em mim e, sem conseguir me segurar, gozei na mão dela, espalhando jatos de porra pra todo lado.
Fiquei destruído na cama e, ao meu lado, estava minha esposa, me olhando esperançosa com um ar de satisfação. Quando voltei a mim, recuperei o fôlego e perguntei sobre as coxas dela, todas meladas.
— Ah, isso?!
Ela disse enquanto se levantava e apontava com o dedo os vestígios de sêmen que escorriam pela parte interna das pernas, vindo de dentro dela.
— Sim, isso.
Falei, olhando nos olhos dela. Ela, sem dizer nada, tirou a tanga e notei que, junto com a peça, saíam restos acumulados de esperma. Ela montou em cima de mim, no meu pau já duro de novo, e se enfiou nele, dizendo:
— Cláudio... foi ele... ahhh!
Ela disse enquanto meu pau entrava fundo nela.
— A gente estava sentado na mesma mesa, começamos a beber e, quando percebi, estávamos falando bem colados. Ele começou a dizer que gostava de mim e que queria ter uma aventura comigo. Quando viu que eu não estava colocando objeção, chegou mais perto e, no meu ouvido, insinuou como ia me foder. Eu sentia o calor da respiração dele na minha orelha, isso me excitou muito e, naquele momento, soube que ia dar pra ele.
Eu ouvia atentamente o relato da minha esposa enquanto ela subia e descia no meu pau, e os fluidos dela e do amante molhavam minhas bolas.
— Então — ela continuou — dizendo ela— eu parei e fui pro banheiro, quando entrei a porta abriu e era ele, que me pegou por trás, me abraçou e começou a me beijar enquanto passava as mãos por todo o meu corpo. Aí estendi a mão e comecei a acariciar o pau dele por cima da calça, depois me virei e a gente se fundiu num beijo profundo. Daí me abaixei, desabotoei a calça dele e o membro saltou pra fora, não era muito grande… o seu, meu amor, é maior.
Eu escutava ela enquanto subia e descia devagar.
Sem hesitar, comecei a chupar ele. Quando tava bem molhado, me levantei e, apoiando as mãos na pia, ofereci minha bunda pra ele, que levantou minha saia e, puxando a tanga, me penetrou sem hesitar.
Com a história dela e a fodida que eu tava levando, tava quase explodindo. Enquanto ela continuou dizendo:
— Ele me bombou com frenesi e, entre espasmos, gozou dentro de mim antes que pudesse… ele se retirou de mim e eu me virei, olhando nos olhos dele. Ele ensaiou uma desculpa sem graça e eu, sem dizer nada, saí de lá decidida a voltar pra casa pra te mostrar teus chifres novos, além de que eu tava muito tesuda porque não tinha gozado ainda e, pra ser sincera, você é um amante muito melhor, querido.
Quando ela terminou de falar, a gente explodiu num orgasmo profundo. Ela se deitou em cima de mim, ainda com meu pau dentro dela, e a gente se abraçou enquanto se fundia num beijo profundo.
Eu tava surpreso com o que a Mônica tinha feito naquela noite, por ter coragem de agir daquele jeito, que era o que eu, de certa forma, tava empurrando ela a fazer. E sem disfarçar minha surpresa, olhei pra ela e falei:
— Mas que promíscua você é!
E ela disse: — Mas que corno manso você é!
A gente se olhou e caiu na risada e, entre brincadeiras e cócegas, a gente transou de novo.
Aguardo seus comentários. Abraços.
Eu sempre fui muito ciumento, se outros caras olhavam pra ela, eu ficava puto da vida e até chegava a brigar com o sem-noção que ficava de olho nela. Ela me aturava até que um belo dia, depois de muitos anos, tivemos uma crise e nos separamos. Foi um momento muito difícil, cuja principal característica pra mim foi uma liberdade total, muita farra e promiscuidade, mas toda vez que eu a via ou ficava sabendo de alguém que estava saindo com ela, despertava em mim a necessidade de saber tudo sobre ela, e os ciúmes me invadiam, seguidos de uma tristeza profunda.
O tempo passou e a vida nos juntou de novo, mas dessa vez pra sempre. Nós casamos e começamos a dar os primeiros passos como um casal. Eu sempre tive curiosidade sobre as histórias dela de quando era solteira, mas ela, diante das minhas perguntas, respondia com evasivas e, quando eu a encurralava, dizia que tinha saído com alguns caras, mas que não tinha rolado nada. Eu não acreditava totalmente e, quando a gente falava sobre o assunto, no começo os ciúmes me dominavam, mas, com o tempo, essa sensação começou a se misturar com uma certa excitação, até virar só isso: um tesão incontrolável.
E eu perguntava, quando a gente se deitava à noite ou quando estávamos sentados no parque debaixo de uma árvore, se ela realmente não tinha tido nenhuma aventura durante nossa separação. Ela, cansada da minha insistência, irritada, soltou de uma vez: — Quer saber de verdade?! Tá bom, tive sim, e foi com aquele cara que me levava pra casa depois da faculdade.
Não acreditei, depois de tanto insistir, finalmente ela estava me contando a verdade. Ela disse sem rodeios: — Fiz uma punheta pra ele. No carro, ele me masturbou.
Eu olhava fixo pra ela, segurando a respiração, e ela me olhava esperando o que eu ia fazer.
— Continua. — pedi ansioso. Na hora, a cara dela mudou e, fazendo uma pausa e aproveitando que estávamos sentados de frente um pro outro no mesmo banco sem encosto, ela olhou pra minha virilha, vendo a ereção no meu short.
Ela levantou o olhar e a cara já não era mais a mesma, do enjoo irritado passou pra uma expressão de espanto misturado com deboche.
— Te excita, né? Não te incomoda o que eu tô contando? Te dá tesão saber que eu masturbei outro cara? Me responde!
— Sim.
— Sim, o quê?!
— Sim, me excita um pouco.
— Ah... então vou te contar.
E ela contou que masturbou ele com a mão até ele gozar, sujando a mão dela, um pouco da camiseta e até o rosto dele. Disfarçadamente, ela começou a acariciar meu volume por cima do short enquanto dizia: — Você é um tarado, te excita saber que eu bato punheta pra outro cara. Cuck!
Naquele dia, quando voltamos pra casa, a gente transou pra caralho, mas depois disso ela nunca mais me contou nada e, quando eu tocava no assunto, a Mônica me evitava como antes.
Eu insistia uma vez e outra no assunto, mas sem resultado. Uma tarde, depois de uma boa trepada e enquanto estávamos os dois pelados na cama, perguntei de novo se ela já tinha transado com mais alguém além de mim.
Ela, irritada, pulou da cama como uma mola, dizendo como eu podia ser tão tarado, que tava cheia dos meus comentários e que não entendia o que tava rolando comigo. Falei que me dava um tesão danado ela contar isso, que não tinha nada de errado.
Aí ela se irritou ainda mais: — Você é um degenerado! Tá me pedindo pra contar o que eu posso ter feito só pra te excitar, cê me imagina com outro! Não te incomoda?! Cuck!
— Calma aí. — falei. — Não tem nada de errado em fantasiar.
— Você não quer fantasia, você me pergunta o que eu fiz. Não te dá raiva, ciúme? Sabe de uma coisa, vou te trair e depois te conto como foi, quer?
— Ah, você sempre exagerando. Não é a mesma coisa. Uma coisa leva à outra. Mas, com essa sua cara de santinha, duvido que você consiga pegar outro.
— Santinha?! Você me chamou de santinha?!
A tava puta da vida, cansada da minha insistência. Levantou da cama e foi tomar banho pra se arrumar pra um jantar com os colegas, já que era o dia da profissão dela. Eu fiquei largado na cama vendo TV. Ela saiu do banho e começou a se vestir.
A sempre foi bem recatada com roupa, mas dessa vez vestiu uma coisa que eu nem sabia que ela tinha ou, pelo menos, não lembrava. Tava uma gostosa do caralho com aquele vestido super curto que colava no corpo, era daqueles listrados de cinza escuro e bege que parecia uma blusa comprida, o decote era redondo e largo, deixando um ou os dois ombros de fora, e a saia marcava bem o contorno da raba e mal cobria a redondeza da bunda dela. Pra completar o look, colocou um cinto preto pra marcar ainda mais a cintura. Nos pés, umas botas de salto daquelas enrugadas combinando, por baixo do vestido uma fio dental que é só um fio na parte do cu e... sem sutiã! Dava pra ver perfeitamente as tetas lindas dela e os bicos insinuados.
— Vai sair assim vestida? — perguntei meio surpreso e claramente puto.
— Sim. Por quê? Você não fala que sou uma santinha?
— Mas tão aparecendo os bicos dos seus peitos e quase quase a bunda!
— Mas você não me chama de santinha?! Então, agora vai ver o quanto sou santinha. Além disso... você não gosta que eu conte o que faço com outros? Então...
— Não é a mesma coisa...
— Ah, não, claro. Eu vou te curar!
E me dando um beijo na testa, foi embora.
Eu não dei muita importância pro que ela disse, embora não tenha gostado do jeito que ela se vestiu. Definitivamente, achei que tinha passado do ponto e até fiquei meio bravo, mas já não dava pra voltar atrás.
Dormi sossegado até que a luz acendeu e senti a Mônica sentar na cama, me pegar pelo ombro me sacudindo de leve e falar no meu ouvido: — Quer ouvir uma história minha?
Acordei na hora. De repente, sem conseguir respirar, abri os olhos e me virei pra olhar pra ela. Lá estava ela e me deu um beijo profundo e bem molhado, onde senti um gosto parecido com o que sinto quando ela me beija durante ou depois de me fazer um boquete. No rosto dela, dava pra ver um sorrisinho de satisfação, e na hora ela falou:
— Oi, corno. Te acordei?
Eu olhei pra ela sem entender, tentando processar a informação que tinha recebido: ela me chamou de corno, tem hálito de sexo na boca, a expressão dela é de superioridade. Não acredito! Até que eu falei:
— Qual é o teu problema...? — O que você fez?!
— O que você acha que eu fiz?
— Você tá com um hálito de pica do caralho. — Você chupou a pica de alguém?
— Não só isso, também engoli uma boa porção de porra.
— O quê?! — Sua puta de merda..!
Não terminei de falar isso, ela pulou da cama e, parando do meu lado, disse bem enérgica:
— Calma aí, não me chama disso não. No fundo, você ficava de pau duro imaginando eu dando pra outro. Ou não? Então, conseguiu.
Na hora, olhei pras pernas dela e vi um risco estranho de algo transparente descendo pelas coxas. Eu não queria acreditar, mas aquilo não podia ser outra coisa senão esperma. Mas, pra ser aquilo, ela teria que ter transado com... Quem?
Fiquei puto, minha cabeça tava explodindo de ciúme, meu coração acelerou e todos os músculos ficaram tensos.
— O que você fez?!
Ela se virou e, enquanto tirava o vestido e as botas, disse:
— De novo essa pergunta?! O que você acha, seu corno de merda?
E sentou de novo na beira da cama, só de calcinha fio dental preta.
Eu olhei pras coxas dela, todas meladas. Ela seguiu meu olhar, passou um dedo na coxa suja e mostrou pra mim, dizendo:
— Esse foi o Daniel.
— Puta!
Falei, com as lágrimas quase caindo.
— Eu sou uma puta, sim, mas porque você quis assim. Ou você não ficou de pau duro quando eu te contei aquela aventura minha?
E, dizendo isso, ela enfiou a mão por baixo dos lençóis até chegar no meu pau duro e segurou ele.
— Ah, eu sou uma puta, mas você... Você é um corno que fica excitado vendo sua mulher bem comida e escorrendo sêmen de outro.
Então a Mônica começou a me masturbar enquanto se aproximava do meu rosto e dizia de forma bem lasciva:
– Quer que eu conte?
A primeira coisa que notei foi o hálito dela de sexo, ou melhor, de pau e porra. A mistura de sentimentos era bem contraditória, mas minha excitação foi maior e eu falei:
– Por que você tem cheiro de sêmen na boca?
– Porque chupei o taxista que me trouxe pra pagar a corrida. Viu, economizei uma grana pra comprar umas roupinhas novas, já que decidi mudar de estilo, sabe, mais sexy... como você gosta.
Eu continuava paralisado, sem saber o que fazer diante dos fatos consumados, a Mônica confessando sem pudor a infidelidade dela, eu com o pau duro e o coração partido, embora, mais que o amor, era o orgulho que estava ferido. Ela tinha me traído da forma mais promíscua e, parecia que, isso me excitava.
Ela não parava de me masturbar enquanto insistia:
– Conto ou não?
Nisso, ela me dá um beijo profundo e molhado, onde eu pude sentir aquele gosto de boca recém-comida e fiquei ainda mais excitado.
– Conta, puta, conta como você chupou o taxista.
– Bom, acontece que pedi um táxi depois da festa e, quando ia sentada, vi como o motorista me olhava pelo espelho, então comecei a abrir as pernas disfarçadamente e ele pôde ver minhas coxas molhadas com a porra que me jogaram dentro e disse com certa malícia:
– Com licença, senhorita: Precisa de uns lencinhos? Vejo que a senhora está meio... suja.
– Senhora! E não, obrigada.
Aquele homem não tirava os olhos de mim. Quando chegamos em casa, ele parou o carro e eu pedi pra ele me esperar que ia pegar o dinheiro, ao que ele respondeu que não podia esperar, que eu pagasse na hora e do jeito que desse.
Entendi na hora a indireta dele e saí do carro e, abrindo a porta do motorista, me ajoelhei e desabotoei a calça daquele homem pra começar a masturbá-lo. Olhei nos olhos dele como uma puta no cio e ele me olhou com prazer. Cuspi na glande dele e acelerei a punheta.
— Espera um pouco, assim você não vai me pagar... Chupa, puta!
Obedeci e comecei a chupar. Tinha um gosto forte, mas não liguei. O bom é que ele durou pouco.
— Ah, como você chupa bem! Vou gozar! Ahhhh!
Engoli todo o sêmen e continuei chupando até deixar o pau dele mais limpo do que estava. Me levantei e fui em direção à entrada de casa, deixando o taxista e o carro dele para trás enquanto ele gritava:
— Como você chupa bem! Quando quiser, a gente repete, gostosa!
Naquele momento, Mônica me deu outro beijão com gosto de outro macho e acelerou a punheta foda que estava fazendo em mim e, sem conseguir me segurar, gozei na mão dela, espalhando jatos de porra pra todo lado.
Fiquei destruído na cama e, ao meu lado, estava minha esposa, me olhando esperançosa com um ar de satisfação. Quando voltei a mim, recuperei o fôlego e perguntei sobre as coxas dela, todas meladas.
— Ah, isso?!
Ela disse enquanto se levantava e apontava com o dedo os vestígios de sêmen que escorriam pela parte interna das pernas, vindo de dentro dela.
— Sim, isso.
Falei, olhando nos olhos dela. Ela, sem dizer nada, tirou a tanga e notei que, junto com a peça, saíam restos acumulados de esperma. Ela montou em cima de mim, no meu pau já duro de novo, e se enfiou nele, dizendo:
— Cláudio... foi ele... ahhh!
Ela disse enquanto meu pau entrava fundo nela.
— A gente estava sentado na mesma mesa, começamos a beber e, quando percebi, estávamos falando bem colados. Ele começou a dizer que gostava de mim e que queria ter uma aventura comigo. Quando viu que eu não estava colocando objeção, chegou mais perto e, no meu ouvido, insinuou como ia me foder. Eu sentia o calor da respiração dele na minha orelha, isso me excitou muito e, naquele momento, soube que ia dar pra ele.
Eu ouvia atentamente o relato da minha esposa enquanto ela subia e descia no meu pau, e os fluidos dela e do amante molhavam minhas bolas.
— Então — ela continuou — dizendo ela— eu parei e fui pro banheiro, quando entrei a porta abriu e era ele, que me pegou por trás, me abraçou e começou a me beijar enquanto passava as mãos por todo o meu corpo. Aí estendi a mão e comecei a acariciar o pau dele por cima da calça, depois me virei e a gente se fundiu num beijo profundo. Daí me abaixei, desabotoei a calça dele e o membro saltou pra fora, não era muito grande… o seu, meu amor, é maior.
Eu escutava ela enquanto subia e descia devagar.
Sem hesitar, comecei a chupar ele. Quando tava bem molhado, me levantei e, apoiando as mãos na pia, ofereci minha bunda pra ele, que levantou minha saia e, puxando a tanga, me penetrou sem hesitar.
Com a história dela e a fodida que eu tava levando, tava quase explodindo. Enquanto ela continuou dizendo:
— Ele me bombou com frenesi e, entre espasmos, gozou dentro de mim antes que pudesse… ele se retirou de mim e eu me virei, olhando nos olhos dele. Ele ensaiou uma desculpa sem graça e eu, sem dizer nada, saí de lá decidida a voltar pra casa pra te mostrar teus chifres novos, além de que eu tava muito tesuda porque não tinha gozado ainda e, pra ser sincera, você é um amante muito melhor, querido.
Quando ela terminou de falar, a gente explodiu num orgasmo profundo. Ela se deitou em cima de mim, ainda com meu pau dentro dela, e a gente se abraçou enquanto se fundia num beijo profundo.
Eu tava surpreso com o que a Mônica tinha feito naquela noite, por ter coragem de agir daquele jeito, que era o que eu, de certa forma, tava empurrando ela a fazer. E sem disfarçar minha surpresa, olhei pra ela e falei:
— Mas que promíscua você é!
E ela disse: — Mas que corno manso você é!
A gente se olhou e caiu na risada e, entre brincadeiras e cócegas, a gente transou de novo.
Aguardo seus comentários. Abraços.
13 comentários - A lição que minha esposa me deu