Bom, antes de tudo quero dizer que já li várias histórias difíceis de acreditar. Somos uma família normal. Não vou colocar os nomes reais por razões óbvias. Eu tenho 20 anos, não sou muito alto, 1,75m, também não sou atlético, sou só magro. Minha mãe, Mônica, tem uns 1,70m, é magra, tem peitos de tamanho médio, pele branca, traços bonitos e tem umas bundonas enormes de verdade. Desde sempre, elas são o motivo de todas as minhas punhetas. Bom, não só minhas, mas de quase todo mundo que vê, incluindo meus primos e amigos que não tiram os olhos daquela raba. Anexei as fotos tiradas em casa, óbvio sem ela perceber. Vocês vão ver que não estou exagerando. E se eu me tornei um tarado, é porque é impossível isso não te excitar.
Sempre inventei mil planos pra seduzir ela e, sinceramente, nunca funcionava nada. Até pensei em dopar ela pra poder tocar aquele rabão divino, mas a opção era difícil porque meu pai passava muito tempo em casa — ele tem uma mercearia e é na própria casa. Lembro que minha obsessão foi crescendo com o tempo e eu aproveitava cada momento pra dar uns amassos nela em casa. Abraçava ela por trás enquanto ela lavava louça, essas coisas, e encostava meu pau na bunda dela, fazendo perguntas absurdas enquanto segurava ela, só pra ficar mais tempo assim. Notei que ela não se incomodava quando eu abraçava ela daquele jeito, e fazia isso quase todo dia. Isso foi escalando cada vez mais. Lembro que um dia acordei super excitado e queria dar um amasso nela sem que meu pau fosse obstruído pela cueca ou pela calça. Lembrei que coloquei uma bermuda e pensei rápido em como faria. Fingi que ia tomar banho, abaixei o zíper da bermuda, tirei o pau pra fora e, com o comprimento da toalha que estava no meu pescoço, cobria aquela área perfeitamente. Então fui pra cozinha e falei: "Vou tomar banho cedo, mãe", enquanto abraçava ela por trás. Só afastei a toalha de leve e passei meu pau direto na bunda dela. Pra ser sincero, tava super nervoso — se ela me descobrisse, ia dar um problemão. Mas tava super excitado e fiquei ali uns 30 segundos. Ela, num tom normal de conversa, disse: "E isso agora? Por que vai tomar banho cedo, doido?" Enquanto ela perguntava, eu continuei esfregando todo o meu pau de leve na bunda dela e falei: "É que vou sair com meus amigos daqui a pouco e quero estar pronto." Ela disse: "Ah, menino, como você enche o saco, não vou conseguir lavar a louça." Naquele momento, minhas bolas e meu pau pelados continuavam batendo na bunda dela. Lembro que uma ereção foi inevitável por causa do contato direto. Ela pareceu sentir minha cabeça no meio da bunda dela e se mexeu um pouco. Nessa hora, reagi rápido de nervoso, soltei ela e falei: "Bom, não pega água, por favor." Ela ficou meio sem graça. Não entendi nada e fui direto pro chuveiro super excitado e me masturbei. Como isso se repetia, cada vez era mais comum as esfregadas nas bundonas dela. Comecei a achar que ela percebia. Um dia cheguei da escola e ela tava dormindo no sofá da sala, lembro que tava deitada de lado mostrando aquele rabão. A verdade é que chamei ela várias vezes pra ver se tava dormindo fundo mesmo, e como não respondeu, fiquei muito excitado. Era a primeira vez em anos que tinha chance de tocar nela. Lembro que me inclinei um pouco e comecei a beijar aquela bunda enorme várias vezes, bem devagar, passava a língua na fenda da calça jeans dela. Tava super excitado e com muito medo, meu pai podia aparecer e aí seria um problemão. Lembro que coloquei minha mão naquela bundona, meu Deus, minhas mãos abertas não eram grandes o suficiente. Acariciei e beijei por minutos, foi um festim, e nesse momento ela acordou!! Lembro que me deu um tapa e falou "que cê tá fazendo, idiota?". Levantou e foi pro quarto dela. Fiquei muito nervoso, pensei no pior, que ela ia me dedurar pro meu pai e tudo mais. Mas pra minha surpresa, ela não falou nada pro meu pai, ficou até conversando comigo como se nada tivesse acontecido. Lembro que essa situação me deu coragem pra ser mais descarado, e a oportunidade tava perto de aparecer. Era fim de ano e meus pais sempre vão juntos, um ano com cada família. Esse ano era a vez da família da minha mãe, mas meu pai insistia em ir com os pais dele porque tavam com a saúde frágil e ele dizia que talvez fosse o último Ano Novo com eles. Bom, no fim minha mãe entendeu e falou que ele podia ir com a família dele, mas ela iria pro compromisso da família dela e levaria eu e meu irmão. Meu pai disse que levaria meu irmão mais novo e ela ficaria comigo, o que me deixou bem excitado porque era uma oportunidade perfeita, já que meus avós moram em Toluca e a gente teria que dormir lá. Bom, o dia chegou. e o carro originalmente pela distância eu e minha mãe levaríamos, mas nos meus planos era levá-la de transporte pra dar uns amassos gostosos no metrô, então falei pro meu pai que não tinha confiança pra dirigir na estrada, algo absurdo de verdade, o que ele entendeu, então iríamos de ônibus. Ele queria nos deixar, mas eu inventei mil desculpas e levei minha mãe do jeito que queria no metrô na hora do pico. Lembro que estava superlotado e, com a desculpa de proteger a bunda gostosa dela e evitar que outros encostassem, me coloquei atrás dela. Quando as portas do metrô abriram, dei a primeira encoxada fingindo que era pra empurrar. Já dentro do vagão, a posição não mudou muito e, com a lotação, fui dando uns amassos deliciosos. Meu pau ficou bem no meio das nádegas dela. Minha meia ereção não demorou e, claro, ela sentiu. Lembro que fiquei nervoso e, pra disfarçar, comecei a puxar assunto: — A tia Paty vai, né? Ela: — Claro, filho, é família também. Falei: — Ah, é que pensei que talvez não fosse por causa da distância. Aliás, onde vamos dormir? Se a tia também for, ela vai ficar pra dormir e não vai ter muito espaço. Ela: — Pois é, não sei bem. Vou ligar pra sua avó agora e perguntar na rodoviária. Enquanto dizia isso, eu me aproveitava e estava nas nuvens. Sentir meu pau assim pareceu incomodá-la, e ela se mexeu um pouco pro lado, mas eu, descaradamente, me encaixei atrás dela de novo e continuei roçando gostoso. A verdade é que, assim que surgiu espaço, ela se afastou de mim. Parecia ainda incomodada, mas não dizia nada.
Chegamos na rodoviária e pegamos o ônibus, nada de mais, tudo normal. Depois fui pra casa da minha avó, em umas horas a festa começou e todos os meus tios e tias estavam lá. Minha mãe trocou aquela calça jeans e vestiu uma calça social bem justa que fazia aquele rabo parecer descomunal, umas bundonas de verdade. E minhas tias brincavam, dizendo que ela tinha levado a parte que cabia a todas de bunda, kkkk. Uma blusa discreta, como minha mãe gosta, fechada com botões. Eu observei como todos os meus primos e até meus tios ficavam olhando pra bunda dela toda hora, e isso me deixava mais excitado. Eu estava com meus primos durante a festa e, pra falar a verdade, minha mãe estava bebendo muito. Minha avó até falou pra ela diminuir o álcool, o que irritou minha mãe, e ela disse: — Já não sou mais uma menina, mãe, sei das minhas responsabilidades, mas vejo minhas irmãs uma vez por ano. Lembro que umas três da manhã minha mãe fez papel de bêbada e apagou no sofá, literalmente morta. Um dos meus tios, o João, disse pra gente subir ela pra dormir, e minha avó falou: — Deitem a Moni na minha cama, ela vai dormir comigo. Aí eu pensei: "Fodeu". Meu tio subiu comigo, a gente deitou ela. Pedi pro meu tio pegar a bolsa da minha mãe, e ele desceu pra buscar. Lembro que não perdi nem um segundo: assim que ouvi o barulho das escadas, me ajoelhei e comecei a beijar a bunda dela sem vergonha nenhuma. Lambia e beijava com um tesão do caralho, não importando que ela estivesse de calça, já tava satisfeito com aquilo, era o mais longe que tinha chegado. Isso durou menos de um minuto, porque meu tio já tava subindo as escadas de volta. Só me levantei, e ele falou: — Vamos deixar ela dormir, filho, ela tá perdida. Eu queria ficar, sabia que era minha única chance, mas meus primos subiram e a gente desceu tudo pra sala de novo. Depois de um tempo, todo mundo começou a ir embora, e minha tia Paty também ia ficar. Ela, meu primo e o marido dela pegaram o quarto de visitas. E, resignado, eu... Me acomodei no sofá, mas minha avó falou: "Como é que é, amor? Sobe na cama, é de casal, só a gente se aperta um pouco pra sua mãe ficar de boa, sem problema." Isso foi foda pra caralho, fiquei na cama com a mamãe apagada de bêbada. Lembro que não pensei duas vezes, subi e coloquei a mamãe no meio pra ela não cair. Enquanto fazia isso, vi aquela bunda descomunal que ela tem naquela calça social marrom. Minha avó apagou a luz. Lembro de realizar minhas fantasias — não seria difícil por causa do estado da mamãe, mas minha avó estava ali. Não tive coragem de tocar nela porque minha avó dormiu de lado, olhando pra minha mãe. Depois de uns 40 minutos, minha avó virou pro outro lado. Claro que eu tava acordado, era a única chance que eu teria na vida. Lembro que esperei até minha avó roncar pra ter certeza. Quando ela roncou, me enfiei debaixo da mesma coberta que a mamãe. Ela tava de lado, de costas. Comecei a tocar as bundonas dela devagar, elas estavam super quentes. Apertei elas, tava fazendo o que queria. Lembro que tava só de roupa, abaixei o zíper e tirei meu pau pra fora, durasso. Minha respiração tava super acelerada e minhas mãos tremiam, mas ela tava inconsciente, não teria problema dessa vez. Disfarcei um pouco, abracei ela por trás com meu pau duro querendo furar a calça dela. Com a mão direita, desabotoei só os dois primeiros botões da blusa e acariciei os bicos dos peitos dela em círculos. Brinquei um pouco com os peitos dela, queria lamber eles, mas era arriscado demais, podia acordar minha avó. Lembro que desabotoei a calça dela e enfiei só um dedo na pussy gostosa dela. Chupei o dedo e enfiei de novo, até meter dois dedos bem devagar. Me preparei pra abaixar a calça dela. Pra ser sincero, demorei uns 20 minutos, aos poucos, com medo da minha avó acordar. Até que consegui. Ela tava de calcinha fio dental, uma linda, que com aquela bunda enorme sumia toda. Eu tava mais que excitado, pensei que nunca teria uma chance igual. Lembro que abaixei minha calça só até as coxas. igual que os dela dela, comecei a raspar meus ovos e meu pau naquelas nádegas enormes totalmente à mostra (de verdade, sem calça, são mais descomunais). Lembro que tinha um camisinha do INSS na carteira e, morrendo de medo e nervoso, coloquei uma. Abracei ela de novo por trás e, com minhas mãos, abri um pouco aquelas bundonas enormes pra introduzir meu pau. Ajeitei bem no meio — foi a coisa mais gostosa da minha vida. Meu pau deslizou no meio daquelas nádegas que, só pelo peso, apertavam deliciosamente. Senti que ia gozar, mas segurei. Tava onde toda minha vida tinha querido estar. Comecei a me masturbar com o aperto da bunda dela, me movia devagar e constante, uma delícia. Não penetrei ela com meu pau na buceta, era complicado, mas eu tinha meus dedos dentro daquela ppk — devo dizer que era bem grande e carnuda. Meu pau dentro das nádegas dela, uma e outra e outra vez, entrei e saí. Isso é uma mulher. A bunda dela quicava linda nos meus ovos. Queria explodir, não aguentei mais e, graças à camisinha, consegui gozar com meu pau no meio daquelas bundonas. Explodi dentro e, com a excitação, dei um empurrão até o fundo — acho que entrei um pouquinho no cu dela. Me descarreguei com confiança. Depois disso, deitei uns minutos, mas continuava curtindo ela. Sabia que isso nunca mais ia se repetir. Descansei 20 minutos e meu pau ficou duro de novo, e parti pra carga. Dessa vez, queria penetrar um pouco o cu, já que ela tava realmente nocauteada. Lembro que fiquei com meu pau entre as nádegas dela a noite toda. Na segunda tentativa, claramente senti quando acertei o cu dela. Fiquei uns 3 minutos lá dentro e gozei — tive que usar a mesma camisinha. Aproveitei ao máximo. Ainda de manhã, umas 4:30, minha avó tava perdida, e eu tirei a rola sem camisinha, super ereta, e meti de novo entre aquelas bundonas por uns 30 minutos. Dessa vez, fui um pouco bruto na força das estocadas, uma atrás da outra até o fundo. Definitivamente, tava no começo do cu dela — dava pra sentir a ponta do meu pau sendo sufocada. gostosa que apertava, queria gozar de novo mas isso já não era possível porque não tinha proteção. aconteceu a ponto de mamãe murmurar "o que vocês estão fazendo?" entre os sonhos dela e o que eu sentia. lembro que entrei em pânico e, com as mãos tremendo, fechei a calça dela de novo. minha mãe só levantou meio-dia e minha avó umas 9h. minha mãe nunca descobriu, estava super de ressaca no dia seguinte e não tocou no assunto da bebedeira nem em casa, de vergonha. e claro, espero ter uma chance de novo algum dia, enquanto isso vou continuar encostando meu pau nela. as fotos são totalmente reais, eu mesmo tirei e tenho muito mais.

Sempre inventei mil planos pra seduzir ela e, sinceramente, nunca funcionava nada. Até pensei em dopar ela pra poder tocar aquele rabão divino, mas a opção era difícil porque meu pai passava muito tempo em casa — ele tem uma mercearia e é na própria casa. Lembro que minha obsessão foi crescendo com o tempo e eu aproveitava cada momento pra dar uns amassos nela em casa. Abraçava ela por trás enquanto ela lavava louça, essas coisas, e encostava meu pau na bunda dela, fazendo perguntas absurdas enquanto segurava ela, só pra ficar mais tempo assim. Notei que ela não se incomodava quando eu abraçava ela daquele jeito, e fazia isso quase todo dia. Isso foi escalando cada vez mais. Lembro que um dia acordei super excitado e queria dar um amasso nela sem que meu pau fosse obstruído pela cueca ou pela calça. Lembrei que coloquei uma bermuda e pensei rápido em como faria. Fingi que ia tomar banho, abaixei o zíper da bermuda, tirei o pau pra fora e, com o comprimento da toalha que estava no meu pescoço, cobria aquela área perfeitamente. Então fui pra cozinha e falei: "Vou tomar banho cedo, mãe", enquanto abraçava ela por trás. Só afastei a toalha de leve e passei meu pau direto na bunda dela. Pra ser sincero, tava super nervoso — se ela me descobrisse, ia dar um problemão. Mas tava super excitado e fiquei ali uns 30 segundos. Ela, num tom normal de conversa, disse: "E isso agora? Por que vai tomar banho cedo, doido?" Enquanto ela perguntava, eu continuei esfregando todo o meu pau de leve na bunda dela e falei: "É que vou sair com meus amigos daqui a pouco e quero estar pronto." Ela disse: "Ah, menino, como você enche o saco, não vou conseguir lavar a louça." Naquele momento, minhas bolas e meu pau pelados continuavam batendo na bunda dela. Lembro que uma ereção foi inevitável por causa do contato direto. Ela pareceu sentir minha cabeça no meio da bunda dela e se mexeu um pouco. Nessa hora, reagi rápido de nervoso, soltei ela e falei: "Bom, não pega água, por favor." Ela ficou meio sem graça. Não entendi nada e fui direto pro chuveiro super excitado e me masturbei. Como isso se repetia, cada vez era mais comum as esfregadas nas bundonas dela. Comecei a achar que ela percebia. Um dia cheguei da escola e ela tava dormindo no sofá da sala, lembro que tava deitada de lado mostrando aquele rabão. A verdade é que chamei ela várias vezes pra ver se tava dormindo fundo mesmo, e como não respondeu, fiquei muito excitado. Era a primeira vez em anos que tinha chance de tocar nela. Lembro que me inclinei um pouco e comecei a beijar aquela bunda enorme várias vezes, bem devagar, passava a língua na fenda da calça jeans dela. Tava super excitado e com muito medo, meu pai podia aparecer e aí seria um problemão. Lembro que coloquei minha mão naquela bundona, meu Deus, minhas mãos abertas não eram grandes o suficiente. Acariciei e beijei por minutos, foi um festim, e nesse momento ela acordou!! Lembro que me deu um tapa e falou "que cê tá fazendo, idiota?". Levantou e foi pro quarto dela. Fiquei muito nervoso, pensei no pior, que ela ia me dedurar pro meu pai e tudo mais. Mas pra minha surpresa, ela não falou nada pro meu pai, ficou até conversando comigo como se nada tivesse acontecido. Lembro que essa situação me deu coragem pra ser mais descarado, e a oportunidade tava perto de aparecer. Era fim de ano e meus pais sempre vão juntos, um ano com cada família. Esse ano era a vez da família da minha mãe, mas meu pai insistia em ir com os pais dele porque tavam com a saúde frágil e ele dizia que talvez fosse o último Ano Novo com eles. Bom, no fim minha mãe entendeu e falou que ele podia ir com a família dele, mas ela iria pro compromisso da família dela e levaria eu e meu irmão. Meu pai disse que levaria meu irmão mais novo e ela ficaria comigo, o que me deixou bem excitado porque era uma oportunidade perfeita, já que meus avós moram em Toluca e a gente teria que dormir lá. Bom, o dia chegou. e o carro originalmente pela distância eu e minha mãe levaríamos, mas nos meus planos era levá-la de transporte pra dar uns amassos gostosos no metrô, então falei pro meu pai que não tinha confiança pra dirigir na estrada, algo absurdo de verdade, o que ele entendeu, então iríamos de ônibus. Ele queria nos deixar, mas eu inventei mil desculpas e levei minha mãe do jeito que queria no metrô na hora do pico. Lembro que estava superlotado e, com a desculpa de proteger a bunda gostosa dela e evitar que outros encostassem, me coloquei atrás dela. Quando as portas do metrô abriram, dei a primeira encoxada fingindo que era pra empurrar. Já dentro do vagão, a posição não mudou muito e, com a lotação, fui dando uns amassos deliciosos. Meu pau ficou bem no meio das nádegas dela. Minha meia ereção não demorou e, claro, ela sentiu. Lembro que fiquei nervoso e, pra disfarçar, comecei a puxar assunto: — A tia Paty vai, né? Ela: — Claro, filho, é família também. Falei: — Ah, é que pensei que talvez não fosse por causa da distância. Aliás, onde vamos dormir? Se a tia também for, ela vai ficar pra dormir e não vai ter muito espaço. Ela: — Pois é, não sei bem. Vou ligar pra sua avó agora e perguntar na rodoviária. Enquanto dizia isso, eu me aproveitava e estava nas nuvens. Sentir meu pau assim pareceu incomodá-la, e ela se mexeu um pouco pro lado, mas eu, descaradamente, me encaixei atrás dela de novo e continuei roçando gostoso. A verdade é que, assim que surgiu espaço, ela se afastou de mim. Parecia ainda incomodada, mas não dizia nada.
Chegamos na rodoviária e pegamos o ônibus, nada de mais, tudo normal. Depois fui pra casa da minha avó, em umas horas a festa começou e todos os meus tios e tias estavam lá. Minha mãe trocou aquela calça jeans e vestiu uma calça social bem justa que fazia aquele rabo parecer descomunal, umas bundonas de verdade. E minhas tias brincavam, dizendo que ela tinha levado a parte que cabia a todas de bunda, kkkk. Uma blusa discreta, como minha mãe gosta, fechada com botões. Eu observei como todos os meus primos e até meus tios ficavam olhando pra bunda dela toda hora, e isso me deixava mais excitado. Eu estava com meus primos durante a festa e, pra falar a verdade, minha mãe estava bebendo muito. Minha avó até falou pra ela diminuir o álcool, o que irritou minha mãe, e ela disse: — Já não sou mais uma menina, mãe, sei das minhas responsabilidades, mas vejo minhas irmãs uma vez por ano. Lembro que umas três da manhã minha mãe fez papel de bêbada e apagou no sofá, literalmente morta. Um dos meus tios, o João, disse pra gente subir ela pra dormir, e minha avó falou: — Deitem a Moni na minha cama, ela vai dormir comigo. Aí eu pensei: "Fodeu". Meu tio subiu comigo, a gente deitou ela. Pedi pro meu tio pegar a bolsa da minha mãe, e ele desceu pra buscar. Lembro que não perdi nem um segundo: assim que ouvi o barulho das escadas, me ajoelhei e comecei a beijar a bunda dela sem vergonha nenhuma. Lambia e beijava com um tesão do caralho, não importando que ela estivesse de calça, já tava satisfeito com aquilo, era o mais longe que tinha chegado. Isso durou menos de um minuto, porque meu tio já tava subindo as escadas de volta. Só me levantei, e ele falou: — Vamos deixar ela dormir, filho, ela tá perdida. Eu queria ficar, sabia que era minha única chance, mas meus primos subiram e a gente desceu tudo pra sala de novo. Depois de um tempo, todo mundo começou a ir embora, e minha tia Paty também ia ficar. Ela, meu primo e o marido dela pegaram o quarto de visitas. E, resignado, eu... Me acomodei no sofá, mas minha avó falou: "Como é que é, amor? Sobe na cama, é de casal, só a gente se aperta um pouco pra sua mãe ficar de boa, sem problema." Isso foi foda pra caralho, fiquei na cama com a mamãe apagada de bêbada. Lembro que não pensei duas vezes, subi e coloquei a mamãe no meio pra ela não cair. Enquanto fazia isso, vi aquela bunda descomunal que ela tem naquela calça social marrom. Minha avó apagou a luz. Lembro de realizar minhas fantasias — não seria difícil por causa do estado da mamãe, mas minha avó estava ali. Não tive coragem de tocar nela porque minha avó dormiu de lado, olhando pra minha mãe. Depois de uns 40 minutos, minha avó virou pro outro lado. Claro que eu tava acordado, era a única chance que eu teria na vida. Lembro que esperei até minha avó roncar pra ter certeza. Quando ela roncou, me enfiei debaixo da mesma coberta que a mamãe. Ela tava de lado, de costas. Comecei a tocar as bundonas dela devagar, elas estavam super quentes. Apertei elas, tava fazendo o que queria. Lembro que tava só de roupa, abaixei o zíper e tirei meu pau pra fora, durasso. Minha respiração tava super acelerada e minhas mãos tremiam, mas ela tava inconsciente, não teria problema dessa vez. Disfarcei um pouco, abracei ela por trás com meu pau duro querendo furar a calça dela. Com a mão direita, desabotoei só os dois primeiros botões da blusa e acariciei os bicos dos peitos dela em círculos. Brinquei um pouco com os peitos dela, queria lamber eles, mas era arriscado demais, podia acordar minha avó. Lembro que desabotoei a calça dela e enfiei só um dedo na pussy gostosa dela. Chupei o dedo e enfiei de novo, até meter dois dedos bem devagar. Me preparei pra abaixar a calça dela. Pra ser sincero, demorei uns 20 minutos, aos poucos, com medo da minha avó acordar. Até que consegui. Ela tava de calcinha fio dental, uma linda, que com aquela bunda enorme sumia toda. Eu tava mais que excitado, pensei que nunca teria uma chance igual. Lembro que abaixei minha calça só até as coxas. igual que os dela dela, comecei a raspar meus ovos e meu pau naquelas nádegas enormes totalmente à mostra (de verdade, sem calça, são mais descomunais). Lembro que tinha um camisinha do INSS na carteira e, morrendo de medo e nervoso, coloquei uma. Abracei ela de novo por trás e, com minhas mãos, abri um pouco aquelas bundonas enormes pra introduzir meu pau. Ajeitei bem no meio — foi a coisa mais gostosa da minha vida. Meu pau deslizou no meio daquelas nádegas que, só pelo peso, apertavam deliciosamente. Senti que ia gozar, mas segurei. Tava onde toda minha vida tinha querido estar. Comecei a me masturbar com o aperto da bunda dela, me movia devagar e constante, uma delícia. Não penetrei ela com meu pau na buceta, era complicado, mas eu tinha meus dedos dentro daquela ppk — devo dizer que era bem grande e carnuda. Meu pau dentro das nádegas dela, uma e outra e outra vez, entrei e saí. Isso é uma mulher. A bunda dela quicava linda nos meus ovos. Queria explodir, não aguentei mais e, graças à camisinha, consegui gozar com meu pau no meio daquelas bundonas. Explodi dentro e, com a excitação, dei um empurrão até o fundo — acho que entrei um pouquinho no cu dela. Me descarreguei com confiança. Depois disso, deitei uns minutos, mas continuava curtindo ela. Sabia que isso nunca mais ia se repetir. Descansei 20 minutos e meu pau ficou duro de novo, e parti pra carga. Dessa vez, queria penetrar um pouco o cu, já que ela tava realmente nocauteada. Lembro que fiquei com meu pau entre as nádegas dela a noite toda. Na segunda tentativa, claramente senti quando acertei o cu dela. Fiquei uns 3 minutos lá dentro e gozei — tive que usar a mesma camisinha. Aproveitei ao máximo. Ainda de manhã, umas 4:30, minha avó tava perdida, e eu tirei a rola sem camisinha, super ereta, e meti de novo entre aquelas bundonas por uns 30 minutos. Dessa vez, fui um pouco bruto na força das estocadas, uma atrás da outra até o fundo. Definitivamente, tava no começo do cu dela — dava pra sentir a ponta do meu pau sendo sufocada. gostosa que apertava, queria gozar de novo mas isso já não era possível porque não tinha proteção. aconteceu a ponto de mamãe murmurar "o que vocês estão fazendo?" entre os sonhos dela e o que eu sentia. lembro que entrei em pânico e, com as mãos tremendo, fechei a calça dela de novo. minha mãe só levantou meio-dia e minha avó umas 9h. minha mãe nunca descobriu, estava super de ressaca no dia seguinte e não tocou no assunto da bebedeira nem em casa, de vergonha. e claro, espero ter uma chance de novo algum dia, enquanto isso vou continuar encostando meu pau nela. as fotos são totalmente reais, eu mesmo tirei e tenho muito mais.
29 comentários - Fotos das nalgas da minha mãe
chido post me encanto man