Continuo agradecendo pelos comentários e a essa comunidade tão foda...
Desculpa ter dividido em duas partes, mas com tanto diálogo, tanto detalhe, me empolguei e ficou muito longo pra ler, e vocês iam acabar enjando.
Depois do encontro que a gente teve com o Pato, tudo seguiu normal, ou pelo menos parecia. Ela continuava deixando bilhetinhos, ursinhos, roupas, a gente tinha nossos encontros rápidos, eu continuava com a mina, mas comecei a notar algo diferente nela: mais cheinha, peitos maiores, mais bunda. Foi aí que, no terceiro ou quarto mês com ela, perguntei:
Eu: — Cê tem algum problema na glândula? (Foi quando o balde de água fria caiu na minha cabeça.)
Mina: — Não!! Tô grávida!! Pô! A gente tá grávido! Igualzinho a mamãe.
Eu: — Sua mãe?! Seu velho me mata!!!
Mina: — Como assim?
Eu: — Bom, vou te falar a verdade. Sua mãe parece que nunca te contou, mas eu sou primo do seu pai!!!
Mina: — Não me fode!!
Eu: — É sério.
Mina: — Cê tem razão, meu pai te mata.
Eu: — Sua mãe também?
Mina: — Sim. Vou te contar uma parada, mas não fala nada.
Eu: — Tô calado, fala.
Mina: — Papai e mamãe se encontram escondidos da atual esposa dele.
Eu: — Que filho da puta!! Sua mãe é a amante?
Mina: — É, algo assim.
A conversa parou por aí. Ela pediu pra eu levar ela pra casa, que não tava se sentindo bem, e me pediu desculpa, mas que não ia poder me ver à noite. Deixei ela em casa e vim embora. Aí mandei uma mensagem pro Pato e falei: — Vem hoje à noite que vou preparar uma comida gostosa pra você. (A verdade é que deu uma vontade louca de arrebentar a bunda do Pato, e eu sabia que ela tava morrendo de vontade, não ia negar.) Mas deu ruim. Daí a pouco ela respondeu: — Não posso, não tenho com quem deixar o menino. Tchau!! Eu já tinha dado um gelo na ex do meu primo fazia um tempão. A grande pergunta é: o que eu faço agora? Sábado à noite sozinho, que merda!! (Meus filhos não estavam comigo naquele fim de semana, foram acampar.) Parece que aquele dia tava cheio de surpresas. Recebo uma mensagem: — Oi! Cê tá aí? A noite sozinha? Não podia acreditar, minha ex-mulher apareceu em cena (fazia quase um ano que a gente tinha se separado, tínhamos um relacionamento ok, mas não bom).
Eu: — O que você quer? —
Ela: — Vem pra casa, a gente come alguma coisa e conversa sobre os meninos? —
Eu: — Mas aconteceu algo com eles? —
Ela: — Não!!! Vem e a gente conversa —
Eu: — Sei não —
Ela: — Uh!! Agora você se faz de difícil —
Eu: — Não!! Melhor você vir pro meu apê. Eu cozinho, bora!!, foda-se, meu endereço... te espero umas 21h. Tchau —
Ela: — Beleza, combinado assim, um beijinho —
Realmente não tava muito convencido desse encontro, mas não tinha outros planos e pensei: vou tirar proveito dessa situação. Chegou a hora, tocam a campainha (eu tinha preparado algo leve, mas sabia que se quisesse algo da minha ex, era na base do álcool, duas garrafinhas de vinho doce fariam o trabalho). Pergunto: — Quem é? — Sou eu, Cin! Subiu, abro a porta e pra minha surpresa (descrevo minha ex: 1,50m, cabelo loiro platinado na época, peitão, cintura com uns pneuzinhos e um rabo de 70cm, minha obsessão) ela veio toda putona, regata branca, cinto meio solto, legging preta brilhosa que marcava bem a bunda e umas botinhas de salto agulha que me deixaram bem excitado ao vê-la. Ela entrou e começamos a conversar.
Cinthia: — Como você tá, Ricky? Tanto tempo? Aproveitando a solteirice? —
Eu: — Sim!! Um pouco, na verdade sem ninguém enchendo o saco —
Cinthia: — Que malvado que você é! —
Eu: — E sem você me revirando tudo e me perseguindo por aí, bem —
Cinthia: — Bom, vai me cobrar agora? —
Eu: — Não!!! Por que a gente não come e passa uma noite maravilhosa? —
Cinthia: — Vim em paz, não vamos brigar, bora!! —
Eu: — OK.
O jantar foi o mais agradável possível, relembrando os bons tempos e tomando os vinhos bem gelados, esperando que fizessem o efeito. Lá pela metade da noite, com uma tontura interessante, passamos pro sofá e continuamos conversando até que puxei o assunto: — Lembra quando a gente namorava? Que jeito de transar!!! — Ela me contesta¡¡sim!! que tempos bons aqueles e de recém-casados também, depois vieram os filhos e foi tudo pra merda, ¡¡mas podemos reviver aqueles bons velhos tempos!! eu retruquei, ela não fica atrás ¿e o que você quer fazer comigo?, ¡de tudo! eu digo, me aproximo dela, beijo ela, ela responde e a gente começa a se beijar muito apaixonadamente enquanto eu meto a mão ¡¡que mãos brincalhonas você tem!! ela diz e eu continuo sem me importar com nada (na verdade, queria me vingar da filha da puta e sabia que esse era um jeito) ¡¡para, para!! ¿você não acha que vim pra isso? ela disse, ¡não, nem a pau! eu falei, não deixei ela pensar e botei ela pelada rapidinho e pra minha surpresa a filha da puta tava de fio dental, aquele rabo tinha engolido ele de vez, falei pra ela. -ainda bem que você não vinha pra isso-. ela me disse (fiquei bem surpreso porque ela não era desse vocabulário). -vim pra você me dar uma boa fodida, idiota, não sabe como eu preciso-. -epa!!!, que que houve-. eu falo, ela não me deixou reagir e a gente trocou os papéis, ela foi quem tomou a iniciativa e começou a baixar minha calça, minha cueca, até tirar tudo, se agarrando no meu pau que tava durinho e começou a fazer um boquete sutil que rapidamente deixou ele duro, ela chupava como se fosse o último do mundo (eu, nisso tudo, tava realmente surpreso, já que ela não era muito intensa nas relações sexuais, sempre era eu quem tomava a iniciativa e tinha vontade) enquanto chupava, cuspia, devorava, mordiscava e batia uma pra mim, ¿que que houve, Cin? -é que todo esse tempo sem você me fez perceber que a cama que a gente tinha era fabulosa, mesmo eu sendo bem burra na hora do vamos ver, hoje quero te mostrar o quanto mudei, quero que veja a puta que posso ser pra você-. ela disse (eu não saía do meu espanto) e perguntei ¿do que você é capaz? ela com cara de gata disse -de tudo que você quiser, vim gozar sem preconceitos-.
Minha cabeça tava a mil, mas a irracionalidade venceu e eu fui em frente. Ela tirou minha camiseta, tirou o fio dental e ficamos os dois pelados, me jogou no sofá, se ajoelhou no chão entre minhas pernas e, sem dizer nada, colocou meu pau entre aquele par de peitões enormes e começou a me bater uma enquanto perguntava: "você gosta, Sweetie? Quer que eu chupe e engula a porra?" — "sim, meu amor" — respondi, esquecendo quem era. Ela continuou por um tempo até que eu disse: — "vem, vira e deita em cima de mim", começando um gostoso e interessante 69. Ela estava toda depiladinha e perfumada, eu comecei a chupar a buceta dela enquanto dedava o cuzinho, depois troquei: metia a língua naquele cu e os dedos enfiava na buceta. Aí comecei a ouvir os primeiros gemidos: "ai, Sweetie, como eu gosto!!", "essa língua no meu cu tá me esquentando demais!!", "vou chupar seu pau até tirar toda a porra, não paro!!" "Cin, o que que há?" perguntei. "Cala a boca, idiota, e continua!!" ela respondeu. Eu não acreditava no que tava acontecendo, continuamos naquela posição (a morbidez da situação comeu minha cabeça) e depois de um tempo eu disse: — "Cin, não aguento mais, vou gozar." Ela respondeu: — "vai, quero engolir toda a porra que esse pau lindo soltar." Enquanto sentia os peitos dela me batendo uma suavemente e enfiando tudo na boca, eu não demorei e comecei a perfurar a buceta primeiro com um, depois com dois e por último com três dedos. Isso fez ela soltar gritos furiosos: "assim, papai, me mata, tira toda a tesão que acumulei com você!!!", "me faz gozar, filha da puta, me faz gozar!!" De tanta excitação, meu pau tava se torcendo todo e me fazia ver estrelas, mas ao mesmo tempo me esquentava, fazendo eu jorrar porra aos borbotões, enquanto ela engolia e espalhava por aqueles peitos que sempre me enlouqueceram, ficando os dois exaustos e espalhados no sofá... "Quanta porra você guardou?" ela disse. Eu, sem Menosprezando o elogio, respondi:
—Não te imaginava tão puta, engolindo todo meu leite.
Ela rebateu:
—Faço isso e muito mais, pode ter certeza que você vai se surpreender pra caralho.
Cin: —Que horas são?
Eu: —00:35.
Cin: —Não!! Meu namorado me mata, ele tinha que passar em casa pra me buscar pra sair.
Olhei pra ela com cara de que aqui você não sai e falei: —Loka, nada de namorado, você vai ficar e a gente termina o que começou (enquanto trancava a porta).
Cin: —Mas meu namorado...
Eu: —Que se foda, você tá aqui e vai ser minha puta a noite toda.
Cin: —Que feio que você se acha.
Eu: —Pode ter certeza que depois dessa noite, você não vai conseguir voltar pro seu "namorado".
Cin: —Depois desse convite, quem é que recusa ficar?
Eu: —A questão é: você aguenta? A não ser que não tenha fôlego e queira ir embora? Aí pode ir tranquila.
Cin: —Você vai se arrepender, moleque, do que tá falando. Vou deixar seu pau fumegando, sabia?!
Eu: —Então vou me arriscar.
Depois desse papo, a gente tomou banho, pegou algo pra beber e se preparou pro que restava da noite...
Continua...
Desculpa ter dividido em duas partes, mas com tanto diálogo, tanto detalhe, me empolguei e ficou muito longo pra ler, e vocês iam acabar enjando.
Depois do encontro que a gente teve com o Pato, tudo seguiu normal, ou pelo menos parecia. Ela continuava deixando bilhetinhos, ursinhos, roupas, a gente tinha nossos encontros rápidos, eu continuava com a mina, mas comecei a notar algo diferente nela: mais cheinha, peitos maiores, mais bunda. Foi aí que, no terceiro ou quarto mês com ela, perguntei:
Eu: — Cê tem algum problema na glândula? (Foi quando o balde de água fria caiu na minha cabeça.)
Mina: — Não!! Tô grávida!! Pô! A gente tá grávido! Igualzinho a mamãe.
Eu: — Sua mãe?! Seu velho me mata!!!
Mina: — Como assim?
Eu: — Bom, vou te falar a verdade. Sua mãe parece que nunca te contou, mas eu sou primo do seu pai!!!
Mina: — Não me fode!!
Eu: — É sério.
Mina: — Cê tem razão, meu pai te mata.
Eu: — Sua mãe também?
Mina: — Sim. Vou te contar uma parada, mas não fala nada.
Eu: — Tô calado, fala.
Mina: — Papai e mamãe se encontram escondidos da atual esposa dele.
Eu: — Que filho da puta!! Sua mãe é a amante?
Mina: — É, algo assim.
A conversa parou por aí. Ela pediu pra eu levar ela pra casa, que não tava se sentindo bem, e me pediu desculpa, mas que não ia poder me ver à noite. Deixei ela em casa e vim embora. Aí mandei uma mensagem pro Pato e falei: — Vem hoje à noite que vou preparar uma comida gostosa pra você. (A verdade é que deu uma vontade louca de arrebentar a bunda do Pato, e eu sabia que ela tava morrendo de vontade, não ia negar.) Mas deu ruim. Daí a pouco ela respondeu: — Não posso, não tenho com quem deixar o menino. Tchau!! Eu já tinha dado um gelo na ex do meu primo fazia um tempão. A grande pergunta é: o que eu faço agora? Sábado à noite sozinho, que merda!! (Meus filhos não estavam comigo naquele fim de semana, foram acampar.) Parece que aquele dia tava cheio de surpresas. Recebo uma mensagem: — Oi! Cê tá aí? A noite sozinha? Não podia acreditar, minha ex-mulher apareceu em cena (fazia quase um ano que a gente tinha se separado, tínhamos um relacionamento ok, mas não bom).
Eu: — O que você quer? —
Ela: — Vem pra casa, a gente come alguma coisa e conversa sobre os meninos? —
Eu: — Mas aconteceu algo com eles? —
Ela: — Não!!! Vem e a gente conversa —
Eu: — Sei não —
Ela: — Uh!! Agora você se faz de difícil —
Eu: — Não!! Melhor você vir pro meu apê. Eu cozinho, bora!!, foda-se, meu endereço... te espero umas 21h. Tchau —
Ela: — Beleza, combinado assim, um beijinho —
Realmente não tava muito convencido desse encontro, mas não tinha outros planos e pensei: vou tirar proveito dessa situação. Chegou a hora, tocam a campainha (eu tinha preparado algo leve, mas sabia que se quisesse algo da minha ex, era na base do álcool, duas garrafinhas de vinho doce fariam o trabalho). Pergunto: — Quem é? — Sou eu, Cin! Subiu, abro a porta e pra minha surpresa (descrevo minha ex: 1,50m, cabelo loiro platinado na época, peitão, cintura com uns pneuzinhos e um rabo de 70cm, minha obsessão) ela veio toda putona, regata branca, cinto meio solto, legging preta brilhosa que marcava bem a bunda e umas botinhas de salto agulha que me deixaram bem excitado ao vê-la. Ela entrou e começamos a conversar.
Cinthia: — Como você tá, Ricky? Tanto tempo? Aproveitando a solteirice? —
Eu: — Sim!! Um pouco, na verdade sem ninguém enchendo o saco —
Cinthia: — Que malvado que você é! —
Eu: — E sem você me revirando tudo e me perseguindo por aí, bem —
Cinthia: — Bom, vai me cobrar agora? —
Eu: — Não!!! Por que a gente não come e passa uma noite maravilhosa? —
Cinthia: — Vim em paz, não vamos brigar, bora!! —
Eu: — OK.
O jantar foi o mais agradável possível, relembrando os bons tempos e tomando os vinhos bem gelados, esperando que fizessem o efeito. Lá pela metade da noite, com uma tontura interessante, passamos pro sofá e continuamos conversando até que puxei o assunto: — Lembra quando a gente namorava? Que jeito de transar!!! — Ela me contesta¡¡sim!! que tempos bons aqueles e de recém-casados também, depois vieram os filhos e foi tudo pra merda, ¡¡mas podemos reviver aqueles bons velhos tempos!! eu retruquei, ela não fica atrás ¿e o que você quer fazer comigo?, ¡de tudo! eu digo, me aproximo dela, beijo ela, ela responde e a gente começa a se beijar muito apaixonadamente enquanto eu meto a mão ¡¡que mãos brincalhonas você tem!! ela diz e eu continuo sem me importar com nada (na verdade, queria me vingar da filha da puta e sabia que esse era um jeito) ¡¡para, para!! ¿você não acha que vim pra isso? ela disse, ¡não, nem a pau! eu falei, não deixei ela pensar e botei ela pelada rapidinho e pra minha surpresa a filha da puta tava de fio dental, aquele rabo tinha engolido ele de vez, falei pra ela. -ainda bem que você não vinha pra isso-. ela me disse (fiquei bem surpreso porque ela não era desse vocabulário). -vim pra você me dar uma boa fodida, idiota, não sabe como eu preciso-. -epa!!!, que que houve-. eu falo, ela não me deixou reagir e a gente trocou os papéis, ela foi quem tomou a iniciativa e começou a baixar minha calça, minha cueca, até tirar tudo, se agarrando no meu pau que tava durinho e começou a fazer um boquete sutil que rapidamente deixou ele duro, ela chupava como se fosse o último do mundo (eu, nisso tudo, tava realmente surpreso, já que ela não era muito intensa nas relações sexuais, sempre era eu quem tomava a iniciativa e tinha vontade) enquanto chupava, cuspia, devorava, mordiscava e batia uma pra mim, ¿que que houve, Cin? -é que todo esse tempo sem você me fez perceber que a cama que a gente tinha era fabulosa, mesmo eu sendo bem burra na hora do vamos ver, hoje quero te mostrar o quanto mudei, quero que veja a puta que posso ser pra você-. ela disse (eu não saía do meu espanto) e perguntei ¿do que você é capaz? ela com cara de gata disse -de tudo que você quiser, vim gozar sem preconceitos-.
Minha cabeça tava a mil, mas a irracionalidade venceu e eu fui em frente. Ela tirou minha camiseta, tirou o fio dental e ficamos os dois pelados, me jogou no sofá, se ajoelhou no chão entre minhas pernas e, sem dizer nada, colocou meu pau entre aquele par de peitões enormes e começou a me bater uma enquanto perguntava: "você gosta, Sweetie? Quer que eu chupe e engula a porra?" — "sim, meu amor" — respondi, esquecendo quem era. Ela continuou por um tempo até que eu disse: — "vem, vira e deita em cima de mim", começando um gostoso e interessante 69. Ela estava toda depiladinha e perfumada, eu comecei a chupar a buceta dela enquanto dedava o cuzinho, depois troquei: metia a língua naquele cu e os dedos enfiava na buceta. Aí comecei a ouvir os primeiros gemidos: "ai, Sweetie, como eu gosto!!", "essa língua no meu cu tá me esquentando demais!!", "vou chupar seu pau até tirar toda a porra, não paro!!" "Cin, o que que há?" perguntei. "Cala a boca, idiota, e continua!!" ela respondeu. Eu não acreditava no que tava acontecendo, continuamos naquela posição (a morbidez da situação comeu minha cabeça) e depois de um tempo eu disse: — "Cin, não aguento mais, vou gozar." Ela respondeu: — "vai, quero engolir toda a porra que esse pau lindo soltar." Enquanto sentia os peitos dela me batendo uma suavemente e enfiando tudo na boca, eu não demorei e comecei a perfurar a buceta primeiro com um, depois com dois e por último com três dedos. Isso fez ela soltar gritos furiosos: "assim, papai, me mata, tira toda a tesão que acumulei com você!!!", "me faz gozar, filha da puta, me faz gozar!!" De tanta excitação, meu pau tava se torcendo todo e me fazia ver estrelas, mas ao mesmo tempo me esquentava, fazendo eu jorrar porra aos borbotões, enquanto ela engolia e espalhava por aqueles peitos que sempre me enlouqueceram, ficando os dois exaustos e espalhados no sofá... "Quanta porra você guardou?" ela disse. Eu, sem Menosprezando o elogio, respondi:
—Não te imaginava tão puta, engolindo todo meu leite.
Ela rebateu:
—Faço isso e muito mais, pode ter certeza que você vai se surpreender pra caralho.
Cin: —Que horas são?
Eu: —00:35.
Cin: —Não!! Meu namorado me mata, ele tinha que passar em casa pra me buscar pra sair.
Olhei pra ela com cara de que aqui você não sai e falei: —Loka, nada de namorado, você vai ficar e a gente termina o que começou (enquanto trancava a porta).
Cin: —Mas meu namorado...
Eu: —Que se foda, você tá aqui e vai ser minha puta a noite toda.
Cin: —Que feio que você se acha.
Eu: —Pode ter certeza que depois dessa noite, você não vai conseguir voltar pro seu "namorado".
Cin: —Depois desse convite, quem é que recusa ficar?
Eu: —A questão é: você aguenta? A não ser que não tenha fôlego e queira ir embora? Aí pode ir tranquila.
Cin: —Você vai se arrepender, moleque, do que tá falando. Vou deixar seu pau fumegando, sabia?!
Eu: —Então vou me arriscar.
Depois desse papo, a gente tomou banho, pegou algo pra beber e se preparou pro que restava da noite...
Continua...
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