Quando minha mãe morreu depois de um acidente trágico, meu pai se sentiu muito sozinho. Eu era uma garotinha de uns 18 anos, e sabia perfeitamente o tipo de solidão sexual que meu pai estava passando. Ele era um homem bem atraente, uma pessoa muito boa, que sempre tinha cuidado de mim, e eu gostava muito dele. Eu discutia meus problemas com minhas amigas, muitas das quais eram mais velhas e muito mais atraentes que eu, e sempre podia contar com o apoio incondicional delas para tudo.
Muitas delas já tinham namorado e falavam de uma coisa chamada sexo, algo que para mim ainda parecia distante. Muitas delas se gabavam de já terem tido sua primeira relação.
Por muito tempo fiquei vendo meu pai andando de um lado para o outro pela casa, sem fazer nada de útil, muito deprimido, como já era costume, não podia continuar assim e tinha que fazer alguma coisa. Uma noite, convidei minhas amigas para dormir na minha casa, para que me aconselhassem em segredo sobre o que elas achavam que eu devia fazer. Elas foram chegando aos poucos, mostrei a casa e jantamos. Subimos para o meu quarto e começamos a falar de garotos. Muitas das que foram naquela noite à minha casa, no total éramos 4 garotas. Enquanto conversávamos, uma das garotas mais velhas me pediu para ir à cozinha pegar um pouco de água. Como boa anfitriã, cumpri o pedido, e minha surpresa foi ao voltar, quando vi que ela tinha nas mãos um dos meus sutiãs e o agitava, mostrando para todas.
Eu fiquei muito envergonhada com o que aconteceu, mas ela disse para eu não me preocupar, que ela também usava e, de fato, levantou seu camisão, deixando ver uma calcinha tão pequena que eu achava que não existia no tamanho dela. E continuou levantando seu camisão, até deixar à mostra um sutiã preto, muito parecido com o meu, mas este tinha bordados. A festa continuou até bem tarde da madrugada.
Eu não tinha conseguido pegar no sono, pois não parava de pensar no corpo lindo que minha amiga tinha me mostrado. Será que o meu seria assim? Mas, Acho que devo ter feito algum gemido ou coisa assim, porque uma das minhas amigas me perguntou se eu não conseguia dormir. Eu disse que não e então, as duas saímos do quarto e paramos para tomar ar fresco. Enquanto percorríamos o corredor da casa, ela me lembrou da terrível depressão do meu pai e me pediu que a levasse ao quarto dele, para ver a forma como ele dormia e quão mal estava tudo realmente. Paramos na porta e a abrimos um pouco, o suficiente para enxergar quase todo o quarto. Minha amiga me empurrou para o lado e se preparou para olhar, fez uma expressão de surpresa; tentei fazer com que ela me deixasse ver, mas ela se recusou totalmente a fazer isso e continuou olhando. Eu não entendia porque ela estava olhando por tanto tempo, e então, notei como suas mãos percorriam sua bunda, e passavam para seus peitos. Não entendi nada, até que ela me disse: Olha, já sei qual é o problema do seu pai. E me deixou ver.
Essa imagem guardei na minha memória por muito tempo, meu pai, parado em frente à sua cama, com uma das minhas calcinhas na mão, segurando um pedaço de carne que tinha entre suas pernas. Ele puxava com força e no início senti uma sensação estranha no estômago, mas pouco depois, notei como meus peitos endureciam um pouco e meus mamilos ficavam duros. Eu me sentia estranha, pois nunca tinha sentido algo assim; me assustei muito e saí correndo imediatamente, deixando minha amiga com o espetáculo. Naquela noite, não se falou mais sobre isso e todas acordamos ao mesmo tempo de manhã. Me sentia ainda um pouco estranha pelo que tinha visto, mas superei muito rápido, tanto que de manhã parecia não me importar.
Minhas amigas foram embora poucas horas depois e eu fiquei sozinha. Abri a torneira e me despi lentamente, tocando minha bunda cuidadosamente, me analisando, percorrendo cada centímetro, o mesmo fiz com meus peitos. Me vi no espelho e comparei meu corpo com o da minha amiga. Os peitos dela eram menores que os meus, mas muito mais bonitos, e ela tinha uma silhueta muito gostosa. Comecei a me lembrar segundo a segundo do que tinha acontecido na noite anterior, lembrei como ela tinha me mostrado o sutiã, lembrei da calcinha dela, tão minúscula. Fechei os olhos e comecei a imaginar, como se quase pudesse tocar, mas uma sensação estranha me tirou do transe, a mesma sensação que tive na noite anterior.
Fui tomar banho imediatamente e comecei a esfregar todo o meu corpo. Passei para a minha buceta, lavei com força e depois de esfregar notei um cheiro estranho que vinha de lá. Não consegui explicar aquilo, nunca tinha acontecido comigo; mas continuei com meu banho quente. Naquela noite olhei para o meu pai, triste como sempre, muito deprimido. E como sempre que o observava discretamente, ele tinha a mão dentro da calça. Não aguentava vê-lo assim, não queria vê-lo assim, e como último recurso, procurei minhas amigas mais velhas. Primeiro falei com a que tinha visto meu pai, ela se chamava Andrea. Contei como me sentia e disse que queria ajudar meu pai. Ela me disse que sim, que me ajudaria com prazer, mas que precisava conversar primeiro com a Laura (a outra amiga). E depois que conversaram bem em segredo, as duas me pediram para ir na casa da Andrea à tarde, para me explicarem como eu poderia tirar a tristeza do meu pai.
O dia passou normalmente e à tarde, bati na porta da minha amiga. As duas abriram e me olharam sorridentes, me fizeram entrar e me sentaram num sofá. As duas ficaram na minha frente e começaram a me explicar que o que faltava pro meu pai era uma mulher que o fizesse feliz. Eu pensava que ele precisava de alguém que o fizesse rir, mas minhas amigas me corrigiram na hora. Me disseram que os homens precisam muito de uma coisa chamada sexo, e que eu devia ver um jeito do meu pai receber isso. Tentaram me explicar com palavras, mas eu não entendia nada, e continuaram tentando me explicar até que se cansaram, então, decidiram começar com o segundo plano. Ligaram pra alguém, que chegaria uma hora mais tarde. Enquanto isso, Andrea e Laura me levaram para um quarto. De uma gaveta, tiraram roupas íntimas bem diferentes das minhas. Eu usava calcinhas que cobriam meu bumbum inteiro, com a parte da frente bem larga, e quase todas eram brancas, como meus sutiãs. Mas, em compensação, a roupa delas era muito mais ousada, tinha cores vibrantes, um vermelho bem atrevido, preto, de um tecido muito bonito, mas o que mais me surpreendia era o tamanho minúsculo que tinham, não entendia como conseguiam usar aquilo. Perguntei por que eram tão pequenininhas, e elas responderam que era justamente para dar aos homens o que eles queriam, e me pediram para esperar mais alguns minutos. Alguém bateu na porta e Laura e eu nos escondemos no armário do quarto da Andrea, enquanto ela abria a porta.
A pessoa que devia chegar era o namorado da Andrea, segundo me explicou Laura, e que ela ia me explicar o que era sexo. Andrea e o namorado entraram no quarto e ele a jogou violentamente na cama, enquanto desabotoava a calça e a deixava cair, depois tirou a camisa e baixou a cueca. Me surpreendi ao ver um pedaço de carne entre as pernas dele, parecido com o que eu tinha visto no meu pai naquela noite. Minha amiga me explicou que aquilo era o que dava prazer às mulheres quando faziam sexo, e que com estímulo feminino suficiente, o pênis soltaria um líquido branco muito gostoso. Eu não entendi nada, como de costume, mas minha amiga foi me explicando passo a passo o ato sexual da Andrea.
Ela estava nua sobre a cama, e o namorado a beijava freneticamente por todo o corpo e, conforme fazia isso, notei como aquele pedaço de carne aumentava de tamanho e ficava duro. Pouco depois, ele a pegou e a colocou de braços sobre a cama, de joelhos, igual a um cachorrinho, e de uma só vez, vi como o pênis desaparecia dentro da minha amiga, como se a buceta dela estivesse com muita fome e precisasse comer. Os dois se mexiam de um jeito muito engraçado, começaram a suar e gritavam de uma de uma forma que eu nunca tinha ouvido antes. Os dois se beijavam enquanto minha amiga chupava o pau do namorado dela.
Voltei a olhar para minha amiga alguns segundos e vi que ela tinha a mão dentro da calcinha e a movia em círculos, como se estivesse se esfregando. Perguntei o que ela estava fazendo, mas ela não respondeu e fixou a atenção na penetração da minha amiga. Ambos continuavam na mesma posição em que tinham começado, e eu não tinha perdido nenhum detalhe de como minha amiga se movia — tentava aprender tudo que pudesse sobre aqueles movimentos tão estranhos. De repente, vi o namorado da Andrea começar a se mexer muito rápido e com muita força, como se quisesse machucá-la. Ela gemeu de um jeito muito estranho, pensei que estivesse doendo, e de repente, os dois pararam quietos e se jogaram na cama.
Laura, que ainda estava com a mão na calcinha, não se aguentou e saiu do armário. Se despiu numa velocidade impressionante e, num sentada só, caiu sobre o pau do namorado da minha amiga, que ainda estava duro. Começou a subir e descer freneticamente, com muita força, enquanto o namorado agarrava os peitos dela e puxava. Laura de repente desceu do namorado e me pediu para ir até lá. Deitou-me ao lado do pauzão do meu amigo e disse para eu me aproximar. Começou a puxar o pau com uma mão e com a outra colocou minha boca na frente dele. Depois de alguns minutos fazendo isso, saiu um jato de porra, que respingou no meu rosto. Tentei me afastar, mas minha amiga segurou minha cabeça lá e gritou para eu engolir tudo. Aquela porra estava morna e tinha um gosto estranho, mas gostei muito.
E assim terminou aquele momento; o namorado foi embora poucos minutos depois, e Andrea caiu no sono, assim como Laura. Enquanto esperava elas descansarem, fui fuçar as gavetas da Andrea — ela realmente tinha uma quantidade enorme de calcinhas, muito variadas e lindas. Cheirei-as e passei pelo meu corpo, aproveitando cada momento, sentindo ainda o gosto da porra branca do namorado da minha amiga.
Laura e Andrea finalmente acordaram e se me... Elas ficaram me encarando fixamente. Olhando minha cara de inocente, diante de um ato tão luxurioso. Deram uma leve risada antes de se levantarem da cama e me fazerem sentar. Me disseram que o que eu tinha acabado de presenciar era simplesmente sexo, pura e simplesmente, e que era disso que meu pai precisava para se sentir melhor. Disseram que agora elas seriam minhas instrutoras e me preparariam para alegrá-lo. A partir daquele dia, quanto mais cedo eu quisesse ver meu pai feliz, mais rápido teria que aprender a ser uma verdadeira gostosa.
Foi assim que meus conhecimentos foram se ampliando, desde palavras até posições, agora eu sabia muito bem do que se tratava tudo, sabia muito bem o que era aquela porra branca que eu tinha engolido. E assim fui me tornando uma especialista no assunto. Minhas amigas me ajudaram bastante. Uma das coisas que fazíamos era que uma delas se vestia de homem, e então, fingíamos que ela ia me comer. Eu tinha aprendido a andar de forma sensual, a seduzir um homem e a me mexer excelentemente na cama sob os conselhos da minha amiga Laura. Vou descrever um pouco essas lições de penetração.
Minha amiga Laura se vestia como homem e agia como tal, enquanto eu me aproximava dela, fazia movimentos sensuais, me mexia como uma gostosa, deixava meus peitos à mostra, meus decotes e então, começava a seduzi-la, com palavras e ações. Ela parecia muito calma, mas a Andrea ia me dizendo se estava bom ou não. Então, depois de um tempo, Laura se levantava e me pegava nos braços, me olhava e me beijava no pescoço, nas bochechas e na boca (minha primeira experiência lésbica), mas Laura fazia parecer tão real, tão intenso, que eu realmente cheguei a acreditar que estava transando com um homem de verdade.
E então, Laura me despia, me deixava totalmente nua, com a buceta e os peitos expostos. Me virava de costas para ela, para que ela não perdesse a concentração ao ver meus peitos quando se despisse. E então, me pegava como um homem pega sua mulher, me apalpava as bundas, ela apertava meus peitos lindos e então juntava seus quadris com os meus, como se estivesse me penetrando com seu membro. Eu curtia ao máximo esses momentos, ela começava a se mexer como homem, enquanto eu recebia com minha buceta seu suposto "pau".
Eu gemia de prazer e excitação que essa ideia me dava, mas ela simplesmente me tratava como um homem trata uma mulher. Tentamos várias posições e fingimos qualquer situação possível, até que um dia, enquanto eu estava deitada na cama, completamente pelada, Andrea e Laura me disseram que hoje seria o dia mais real, porque dessa vez iam me penetrar com alguma coisa. Eu aceitei com gosto, pois era a primeira vez que teria algo dentro de mim e levei um baita susto ao ver que Andrea carregava um enorme pau de plástico, de duas cabeças, um consolo pequeno, comprido, mas bem fino.
Laura disse que não queria me desvirginar com aquilo, e por isso, ela absorveria com sua buceta quase todo o pedaço de plástico, e eu só receberia uma parte. Aceitei com um pouco de insegurança e então, Laura montou em mim como costumava fazer e bem devagar foi me enfiando o consolo aos poucos, bem atenta à minha sensação naquele momento. Senti um pouco de dor no começo, já que meus lábios vaginais nunca tinham se aberto além do natural, mas com ela me comendo assim, me senti tão mulher, me senti muito madura, e Laura continuou empurrando o pau até bater no meu hímen e parou ali um instante, deixando minha buceta se acostumar com o tamanho. Gostei demais, e aparentemente Andrea e Laura também, pois me prometeram que no dia seguinte, iriam às compras comigo, para escolher o que eu deveria usar para a ocasião.
Como nenhuma das duas conhecia os gostos do meu pai, decidiram comprar uma grande variedade de roupas, desde as mais ousadas até as elegantes e bem formais. Me pediram para revirar as gavetas do meu pai, no computador, nos arquivos dele, em tudo que fosse dele e que encontrasse o que que tipo de roupa ele gostava que uma mulher usasse. Encontrei muitas coisas, muitas fotos de mulheres nuas, sendo fodidas por vários homens ao mesmo tempo, o que me excitou muito. Mas o que mais me chamou a atenção foi uma foto de uma mulher muito linda, vestida com um casaco muito elegante, saia longa, salto alto e bem maquiada. Achei que esse era o tipo de coisa que meu pai gostaria que eu usasse, então guardei aquela mulher linda na memória e contei para minhas amigas.
O dia finalmente chegou, e elas ficaram me ensaiando o dia todo sobre o que fazer, o que não fazer, etc. Me disseram para usar uma calcinha fio-dental preta, de lycra, era uma delícia só de tocar, um sutiã um pouco menor que o meu tamanho, assim meus peitos ficariam saltando, o sutiã combinava com a calcinha. Coloquei uns saltos altos, um vestido vermelho lindo, com decotes bem grandes tanto nos peitos quanto nas pernas e me maquiei até ficar realmente linda. Qualquer um diria pela minha aparência que eu era uma garota de uns 21 ou 20 anos, mas eu só tinha 18, e ia foder meu pai. Minhas amigas me desejaram boa sorte e pediram para eu lembrar de tudo para contar depois. E assim tudo começou.
Meu pai chegou na hora de sempre, ouvi a porta fechar e o ouvi subindo as escadas, cada momento que passava eu ficava mais tensa sobre o que fazer. E finalmente, a hora, o momento da verdade chegou, quando meu pai abriu a porta do quarto e encontrou sua única filha, sentada na cama dele, vestida elegantemente, com as pernas abertas, pronta para entregar sua virgindade. A reação do meu pai foi assustadora, ele quis sair correndo do quarto, mas algo o deteve, ele se virou para mim e começou a me perguntar o que eu estava pretendendo, me perguntou o que eu tinha feito esse tempo todo, mas eu não respondi, me aproximei dele, sensual, olhando nos olhos dele com luxúria, querendo possuí-lo. XOX1
Mas ele me pegou pelos braços e me afastou, me disse que nunca na vida teria relações com a própria filha. Eu reclamei disso e disse que era isso que eu precisava para me sentir bem. Mas ele continuou se recusando e eu não vi nenhum ponto fraco para atacar, então, vendo todos os meus esforços e dores em vão, comecei a chorar. Meu pai se aproximou e me abraçou suavemente, me pedindo perdão, mas dizendo que não podia fazer aquilo. Eu só gritava: me come, me come, me faz sua esposa, me faz sua mulher. Mas ele se manteve firme.
Sentei na cama e chorei sem parar, com ele me consolando ao meu lado, dizendo que sentia muito, dizendo que não devíamos, então, comecei a ver um leve volume debaixo da calça dele, um sinal de esperança para mim, e sem hesitar mais, coloquei minha mão sobre ele, tentei um pouco, senti, esfreguei por cima da calça, e lentamente abaixei o zíper. Tirei a calça do meu pai até os joelhos, enquanto ele me olhava como querendo ver até onde eu realmente poderia ir, então, me ajoelhei diante dele, peguei seu membro com as mãos e comecei a masturbá-lo de cima para baixo, fazendo seu tamanho aumentar.
Para ser sincera, me preocupei um pouco ao ver o tamanho do pau do meu pai, era algo enorme, tanto na grossura quanto no comprimento, comecei a duvidar como ia enfiar aquilo, mas não era o mais importante no momento, o importante, era cuidar do pedaço que tinha nas mãos, lambi um pouco, chupei, passei todos os meus dedos por ele, meu pai me perguntou se era isso que eu realmente queria. Eu disse que sim e ele me pediu para me despir na frente dele.
Comecei a dançar como uma prostituta, tão sensual, que eu mesma comecei a ficar molhada, enquanto via ele masturbando seu pau suavemente. Tirei o vestido lentamente, deslizando-o devagar para baixo e quando estava no chão, joguei. Continuei com meu sutiã. Meu pai ficou feliz em ver meus peitos enormes pularem do confinamento, pois pude notar como sua ereção aumentou ainda mais. Deslizei minha calcinha muito lentamente para baixo, mostrando o máximo que Podia sentir o cheiro do meu pai nas minhas calcinhas, tirei-as com os saltos e joguei na cara dele. Ele as cheirou por alguns momentos e começou a tirar a camisa, ficando completamente nu.
Nós nos olhamos, ambos totalmente nus, hesitando se deveríamos continuar, mas sem dizer uma palavra, nos aproximamos lentamente, nos provocando mutuamente. Então, ele me pegou nos braços, me girou e beijou minha boca com ternura, enfiando a língua fundo. Ele aproximou minha cabeça da dele por alguns instantes e disse:
- Vou te tratar como sua mãe, filha.
- Sim, papi, o que você quiser, faça o que quiser comigo.
E então, ele me baixou, me olhou dos pés à cabeça, dando atenção especial aos meus peitos. Eu pulei nele e os coloquei bem na frente do rosto dele. Eu disse: - Toma, papi, toma, são seus, brinque com eles, faça o que quiser. E ele fez, começou a morder meus mamilos, lambeu meus peitos, os apertou, se afogou neles, não os deixou em paz nem por um segundo, explorou cada parte, me pediu para sentar na cama.
- Agora é sua vez, meu amor, me lambe.
E eu fiz, chupei sua glande, lambei, sugar com força, arrancando dele alguns gemidos suaves de prazer. Mordi bem de leve, provocando ainda mais, passei minha língua por toda a pele dele, massageei bem e o cheiro dele me hipnotizou, não consegui me afastar daquele membro lindo, e pelo contrário, aumentei as lambidas, lambei tudo, deixei babado até escorrer.
- Agora lambe minhas bolas, meu amor, lambe elas.
Fiquei impressionada com o tamanho das bolas enormes dele, certamente teriam muito sêmen que eu poderia aproveitar ao máximo. Coloquei os testículos dele na boca, aproveitei ao máximo, o cheiro forte deles me excitava ainda mais. Continuei lambendo o pau do meu pai, tentando enfiar tudo na boca, tentando sugar tudo de uma vez, mas justo quando eu estava prestes a dar a chupada final, meu pai me deitou na cama e apontou o pau para meus peitos. Puxei seu membro precioso algumas vezes e um jato enorme de porra cobriu meus mamilos e meus seios inteiros, enchi tudo de esperma, espalhei pelo corpo todo, lambi e cheirei.
Ia pegar um papel pra limpar, mas meu pai mandou deixar como estava, que assim ia pegar mais movimento. Antes de continuar, ele pegou um dos vestidos mais ousados da minha mãe, um preto bem curto, com decote bem aberto; com certeza meu pai e minha mãe tinham transado muito com aquele vestido. Ele mandou eu me esfregar no vestido, pra sujar com a porra que tava nos meus peitos.
Obedeci sem pensar, e quando vesti, meu pai veio pra cima de mim com uns beijos lindos, me encheu toda, senti que ia explotar e foi mesmo, tive um orgasmo que encheu os lençóis dos meus fluidos. Fiquei fraca por uns instantes. Meu pai me carregou, com o pau enorme dele duro, me levou pra escrivaninha e sentou na cadeira. Me segurando nos braços, me deixou cair de lado na vagina, pra ele poder ver meu perfil enquanto me fodia.
Ao cair, meu hímen se despedaçou totalmente, a rola enorme do meu pai fez em pedaços, e eu soltei um grito de puro terror, já que a maior coisa que minha buceta tinha visto era aquele vibrador pequeno da Laura. As lágrimas escorreram dos meus olhos, mas eu não parava de pular no meu pai, que me enfiava gostoso, me fazendo gemer que nem louca, me fazendo gozar como ninguém. Meu pai também parecia curtir pra caralho, porque gritava igual a mim.
Enquanto estávamos nessa sobe e desce, ele enfiava os dedos na minha boca e eu ensalivava, eu curtia. Continuamos assim por uns minutos, quando ele perguntou se eu era virgem mesmo. Disse que sim, e aí ele parou de me comer.
— Lembra que você é minha esposa, sua puta, lembra bem.
E imediatamente me desculpei, desculpa meu amor, falei, me perdoa. Ele não continuou me comendo, mas me jogou na cama.
— Agora, como castigo, vou te dar pelo cu. Eu não tinha a menor ideia de como aquilo era, nem mesmo Andrea e Laura sabiam, e eu fiquei apavorada. Tentei dizer que não queria mais meu pai, mas ele já estava cego pelo desejo que sentia pela minha mãe, me segurou firme pelos quadris, com tanta força que soltei um grito.
— Já que você foi uma putinha, vou te dar do jeito que merece.
E sem hesitar nem um segundo, me agarrou ainda mais forte pelos meus quadris largos e enfiou toda a sua rola de uma vez no meu cu, sem lubrificação. Naquele instante, a dor foi tão forte que desabei na cama, comecei a chorar histéricamente, tentando me soltar, cravar minhas unhas no meu pai, mas ele não parava. Eu não aguentava mais a dor, porque ele estava me metendo com força.
— Você tem igualzinho à sua mamãe, linda — ele dizia enquanto me fodia cada vez mais violentamente — Igual de gostoso, bem apertadinho, mas muito gostoso.
Eu já não sabia como escapar e, embora a dor tenha sido intensa, aos poucos foi passando, aos poucos deu lugar a um pouco de prazer e, justo quando começava a ficar bom, meu pai gozou dentro do meu cu. Senti a porra deliciosa e quentinha dele escorrer por dentro de mim, sentia o esperma dele dentro de mim, enquanto nós dois nos sacudíamos num orgasmo violento. Gritei como uma louca de dor e desespero, mas também pelo prazer que ele tinha me dado. Era a coisa mais deliciosa que eu já tinha experimentado, nem minhas amigas tinham passado por algo tão intenso, disso eu tinha certeza.
Meu pai tirou o pau enorme de dentro de mim e se limpou com o vestido que eu ainda estava usando, me olhou fixamente, direto nos olhos, eu já estava exausta, não aguentava mais, mas ele disse que ainda tinha um pouquinho sobrando pra mim. Eu disse pra ele fazer o que quisesse, eu já não queria mais, então, ele começou a me penetrar pela buceta de novo, ainda sangrando por causa do rompimento do meu hímen.
Ele meteu bem devagar, e mesmo sem eu me mexer, sentia um prazer imenso, sentia o pau dele roçando nas paredes da minha... buceta, tocando todas elas e alcançando meu clitóris, me fazendo passar por um prazer enorme que não podia demonstrar devido ao meu cansaço. Poucos minutos depois, ele saiu de mim e me disse para tomar meu "leitinho" de boa noite, então abri a boca e ele se masturbou, até que todo o seu sêmen morno foi depositado na minha boca, me enchendo até a boca. Tentei engolir tudo, mas muito escorreu sobre os lençóis.
Meu pai me olhou com ternura e tirou o vestido da minha mãe. Com ele limpou tudo que havíamos sujado no quarto dele. E me carregou no colo até meu quarto. Ao me deitar, ele colocou o rosto sobre meus seios, os lambeu mais uma vez, os ensalivou todos e me deu boa noite, saindo do meu quarto, me deixando com a buceta e o ânus doloridos.
Naquela noite dormi imediatamente, preparada para contar à Laura e à Andrea a experiência prazerosa que havia vivido naquele dia.
Muitas delas já tinham namorado e falavam de uma coisa chamada sexo, algo que para mim ainda parecia distante. Muitas delas se gabavam de já terem tido sua primeira relação.
Por muito tempo fiquei vendo meu pai andando de um lado para o outro pela casa, sem fazer nada de útil, muito deprimido, como já era costume, não podia continuar assim e tinha que fazer alguma coisa. Uma noite, convidei minhas amigas para dormir na minha casa, para que me aconselhassem em segredo sobre o que elas achavam que eu devia fazer. Elas foram chegando aos poucos, mostrei a casa e jantamos. Subimos para o meu quarto e começamos a falar de garotos. Muitas das que foram naquela noite à minha casa, no total éramos 4 garotas. Enquanto conversávamos, uma das garotas mais velhas me pediu para ir à cozinha pegar um pouco de água. Como boa anfitriã, cumpri o pedido, e minha surpresa foi ao voltar, quando vi que ela tinha nas mãos um dos meus sutiãs e o agitava, mostrando para todas.
Eu fiquei muito envergonhada com o que aconteceu, mas ela disse para eu não me preocupar, que ela também usava e, de fato, levantou seu camisão, deixando ver uma calcinha tão pequena que eu achava que não existia no tamanho dela. E continuou levantando seu camisão, até deixar à mostra um sutiã preto, muito parecido com o meu, mas este tinha bordados. A festa continuou até bem tarde da madrugada.
Eu não tinha conseguido pegar no sono, pois não parava de pensar no corpo lindo que minha amiga tinha me mostrado. Será que o meu seria assim? Mas, Acho que devo ter feito algum gemido ou coisa assim, porque uma das minhas amigas me perguntou se eu não conseguia dormir. Eu disse que não e então, as duas saímos do quarto e paramos para tomar ar fresco. Enquanto percorríamos o corredor da casa, ela me lembrou da terrível depressão do meu pai e me pediu que a levasse ao quarto dele, para ver a forma como ele dormia e quão mal estava tudo realmente. Paramos na porta e a abrimos um pouco, o suficiente para enxergar quase todo o quarto. Minha amiga me empurrou para o lado e se preparou para olhar, fez uma expressão de surpresa; tentei fazer com que ela me deixasse ver, mas ela se recusou totalmente a fazer isso e continuou olhando. Eu não entendia porque ela estava olhando por tanto tempo, e então, notei como suas mãos percorriam sua bunda, e passavam para seus peitos. Não entendi nada, até que ela me disse: Olha, já sei qual é o problema do seu pai. E me deixou ver.
Essa imagem guardei na minha memória por muito tempo, meu pai, parado em frente à sua cama, com uma das minhas calcinhas na mão, segurando um pedaço de carne que tinha entre suas pernas. Ele puxava com força e no início senti uma sensação estranha no estômago, mas pouco depois, notei como meus peitos endureciam um pouco e meus mamilos ficavam duros. Eu me sentia estranha, pois nunca tinha sentido algo assim; me assustei muito e saí correndo imediatamente, deixando minha amiga com o espetáculo. Naquela noite, não se falou mais sobre isso e todas acordamos ao mesmo tempo de manhã. Me sentia ainda um pouco estranha pelo que tinha visto, mas superei muito rápido, tanto que de manhã parecia não me importar.
Minhas amigas foram embora poucas horas depois e eu fiquei sozinha. Abri a torneira e me despi lentamente, tocando minha bunda cuidadosamente, me analisando, percorrendo cada centímetro, o mesmo fiz com meus peitos. Me vi no espelho e comparei meu corpo com o da minha amiga. Os peitos dela eram menores que os meus, mas muito mais bonitos, e ela tinha uma silhueta muito gostosa. Comecei a me lembrar segundo a segundo do que tinha acontecido na noite anterior, lembrei como ela tinha me mostrado o sutiã, lembrei da calcinha dela, tão minúscula. Fechei os olhos e comecei a imaginar, como se quase pudesse tocar, mas uma sensação estranha me tirou do transe, a mesma sensação que tive na noite anterior.
Fui tomar banho imediatamente e comecei a esfregar todo o meu corpo. Passei para a minha buceta, lavei com força e depois de esfregar notei um cheiro estranho que vinha de lá. Não consegui explicar aquilo, nunca tinha acontecido comigo; mas continuei com meu banho quente. Naquela noite olhei para o meu pai, triste como sempre, muito deprimido. E como sempre que o observava discretamente, ele tinha a mão dentro da calça. Não aguentava vê-lo assim, não queria vê-lo assim, e como último recurso, procurei minhas amigas mais velhas. Primeiro falei com a que tinha visto meu pai, ela se chamava Andrea. Contei como me sentia e disse que queria ajudar meu pai. Ela me disse que sim, que me ajudaria com prazer, mas que precisava conversar primeiro com a Laura (a outra amiga). E depois que conversaram bem em segredo, as duas me pediram para ir na casa da Andrea à tarde, para me explicarem como eu poderia tirar a tristeza do meu pai.
O dia passou normalmente e à tarde, bati na porta da minha amiga. As duas abriram e me olharam sorridentes, me fizeram entrar e me sentaram num sofá. As duas ficaram na minha frente e começaram a me explicar que o que faltava pro meu pai era uma mulher que o fizesse feliz. Eu pensava que ele precisava de alguém que o fizesse rir, mas minhas amigas me corrigiram na hora. Me disseram que os homens precisam muito de uma coisa chamada sexo, e que eu devia ver um jeito do meu pai receber isso. Tentaram me explicar com palavras, mas eu não entendia nada, e continuaram tentando me explicar até que se cansaram, então, decidiram começar com o segundo plano. Ligaram pra alguém, que chegaria uma hora mais tarde. Enquanto isso, Andrea e Laura me levaram para um quarto. De uma gaveta, tiraram roupas íntimas bem diferentes das minhas. Eu usava calcinhas que cobriam meu bumbum inteiro, com a parte da frente bem larga, e quase todas eram brancas, como meus sutiãs. Mas, em compensação, a roupa delas era muito mais ousada, tinha cores vibrantes, um vermelho bem atrevido, preto, de um tecido muito bonito, mas o que mais me surpreendia era o tamanho minúsculo que tinham, não entendia como conseguiam usar aquilo. Perguntei por que eram tão pequenininhas, e elas responderam que era justamente para dar aos homens o que eles queriam, e me pediram para esperar mais alguns minutos. Alguém bateu na porta e Laura e eu nos escondemos no armário do quarto da Andrea, enquanto ela abria a porta.
A pessoa que devia chegar era o namorado da Andrea, segundo me explicou Laura, e que ela ia me explicar o que era sexo. Andrea e o namorado entraram no quarto e ele a jogou violentamente na cama, enquanto desabotoava a calça e a deixava cair, depois tirou a camisa e baixou a cueca. Me surpreendi ao ver um pedaço de carne entre as pernas dele, parecido com o que eu tinha visto no meu pai naquela noite. Minha amiga me explicou que aquilo era o que dava prazer às mulheres quando faziam sexo, e que com estímulo feminino suficiente, o pênis soltaria um líquido branco muito gostoso. Eu não entendi nada, como de costume, mas minha amiga foi me explicando passo a passo o ato sexual da Andrea.
Ela estava nua sobre a cama, e o namorado a beijava freneticamente por todo o corpo e, conforme fazia isso, notei como aquele pedaço de carne aumentava de tamanho e ficava duro. Pouco depois, ele a pegou e a colocou de braços sobre a cama, de joelhos, igual a um cachorrinho, e de uma só vez, vi como o pênis desaparecia dentro da minha amiga, como se a buceta dela estivesse com muita fome e precisasse comer. Os dois se mexiam de um jeito muito engraçado, começaram a suar e gritavam de uma de uma forma que eu nunca tinha ouvido antes. Os dois se beijavam enquanto minha amiga chupava o pau do namorado dela.
Voltei a olhar para minha amiga alguns segundos e vi que ela tinha a mão dentro da calcinha e a movia em círculos, como se estivesse se esfregando. Perguntei o que ela estava fazendo, mas ela não respondeu e fixou a atenção na penetração da minha amiga. Ambos continuavam na mesma posição em que tinham começado, e eu não tinha perdido nenhum detalhe de como minha amiga se movia — tentava aprender tudo que pudesse sobre aqueles movimentos tão estranhos. De repente, vi o namorado da Andrea começar a se mexer muito rápido e com muita força, como se quisesse machucá-la. Ela gemeu de um jeito muito estranho, pensei que estivesse doendo, e de repente, os dois pararam quietos e se jogaram na cama.
Laura, que ainda estava com a mão na calcinha, não se aguentou e saiu do armário. Se despiu numa velocidade impressionante e, num sentada só, caiu sobre o pau do namorado da minha amiga, que ainda estava duro. Começou a subir e descer freneticamente, com muita força, enquanto o namorado agarrava os peitos dela e puxava. Laura de repente desceu do namorado e me pediu para ir até lá. Deitou-me ao lado do pauzão do meu amigo e disse para eu me aproximar. Começou a puxar o pau com uma mão e com a outra colocou minha boca na frente dele. Depois de alguns minutos fazendo isso, saiu um jato de porra, que respingou no meu rosto. Tentei me afastar, mas minha amiga segurou minha cabeça lá e gritou para eu engolir tudo. Aquela porra estava morna e tinha um gosto estranho, mas gostei muito.
E assim terminou aquele momento; o namorado foi embora poucos minutos depois, e Andrea caiu no sono, assim como Laura. Enquanto esperava elas descansarem, fui fuçar as gavetas da Andrea — ela realmente tinha uma quantidade enorme de calcinhas, muito variadas e lindas. Cheirei-as e passei pelo meu corpo, aproveitando cada momento, sentindo ainda o gosto da porra branca do namorado da minha amiga.
Laura e Andrea finalmente acordaram e se me... Elas ficaram me encarando fixamente. Olhando minha cara de inocente, diante de um ato tão luxurioso. Deram uma leve risada antes de se levantarem da cama e me fazerem sentar. Me disseram que o que eu tinha acabado de presenciar era simplesmente sexo, pura e simplesmente, e que era disso que meu pai precisava para se sentir melhor. Disseram que agora elas seriam minhas instrutoras e me preparariam para alegrá-lo. A partir daquele dia, quanto mais cedo eu quisesse ver meu pai feliz, mais rápido teria que aprender a ser uma verdadeira gostosa.
Foi assim que meus conhecimentos foram se ampliando, desde palavras até posições, agora eu sabia muito bem do que se tratava tudo, sabia muito bem o que era aquela porra branca que eu tinha engolido. E assim fui me tornando uma especialista no assunto. Minhas amigas me ajudaram bastante. Uma das coisas que fazíamos era que uma delas se vestia de homem, e então, fingíamos que ela ia me comer. Eu tinha aprendido a andar de forma sensual, a seduzir um homem e a me mexer excelentemente na cama sob os conselhos da minha amiga Laura. Vou descrever um pouco essas lições de penetração.
Minha amiga Laura se vestia como homem e agia como tal, enquanto eu me aproximava dela, fazia movimentos sensuais, me mexia como uma gostosa, deixava meus peitos à mostra, meus decotes e então, começava a seduzi-la, com palavras e ações. Ela parecia muito calma, mas a Andrea ia me dizendo se estava bom ou não. Então, depois de um tempo, Laura se levantava e me pegava nos braços, me olhava e me beijava no pescoço, nas bochechas e na boca (minha primeira experiência lésbica), mas Laura fazia parecer tão real, tão intenso, que eu realmente cheguei a acreditar que estava transando com um homem de verdade.
E então, Laura me despia, me deixava totalmente nua, com a buceta e os peitos expostos. Me virava de costas para ela, para que ela não perdesse a concentração ao ver meus peitos quando se despisse. E então, me pegava como um homem pega sua mulher, me apalpava as bundas, ela apertava meus peitos lindos e então juntava seus quadris com os meus, como se estivesse me penetrando com seu membro. Eu curtia ao máximo esses momentos, ela começava a se mexer como homem, enquanto eu recebia com minha buceta seu suposto "pau".
Eu gemia de prazer e excitação que essa ideia me dava, mas ela simplesmente me tratava como um homem trata uma mulher. Tentamos várias posições e fingimos qualquer situação possível, até que um dia, enquanto eu estava deitada na cama, completamente pelada, Andrea e Laura me disseram que hoje seria o dia mais real, porque dessa vez iam me penetrar com alguma coisa. Eu aceitei com gosto, pois era a primeira vez que teria algo dentro de mim e levei um baita susto ao ver que Andrea carregava um enorme pau de plástico, de duas cabeças, um consolo pequeno, comprido, mas bem fino.
Laura disse que não queria me desvirginar com aquilo, e por isso, ela absorveria com sua buceta quase todo o pedaço de plástico, e eu só receberia uma parte. Aceitei com um pouco de insegurança e então, Laura montou em mim como costumava fazer e bem devagar foi me enfiando o consolo aos poucos, bem atenta à minha sensação naquele momento. Senti um pouco de dor no começo, já que meus lábios vaginais nunca tinham se aberto além do natural, mas com ela me comendo assim, me senti tão mulher, me senti muito madura, e Laura continuou empurrando o pau até bater no meu hímen e parou ali um instante, deixando minha buceta se acostumar com o tamanho. Gostei demais, e aparentemente Andrea e Laura também, pois me prometeram que no dia seguinte, iriam às compras comigo, para escolher o que eu deveria usar para a ocasião.
Como nenhuma das duas conhecia os gostos do meu pai, decidiram comprar uma grande variedade de roupas, desde as mais ousadas até as elegantes e bem formais. Me pediram para revirar as gavetas do meu pai, no computador, nos arquivos dele, em tudo que fosse dele e que encontrasse o que que tipo de roupa ele gostava que uma mulher usasse. Encontrei muitas coisas, muitas fotos de mulheres nuas, sendo fodidas por vários homens ao mesmo tempo, o que me excitou muito. Mas o que mais me chamou a atenção foi uma foto de uma mulher muito linda, vestida com um casaco muito elegante, saia longa, salto alto e bem maquiada. Achei que esse era o tipo de coisa que meu pai gostaria que eu usasse, então guardei aquela mulher linda na memória e contei para minhas amigas.
O dia finalmente chegou, e elas ficaram me ensaiando o dia todo sobre o que fazer, o que não fazer, etc. Me disseram para usar uma calcinha fio-dental preta, de lycra, era uma delícia só de tocar, um sutiã um pouco menor que o meu tamanho, assim meus peitos ficariam saltando, o sutiã combinava com a calcinha. Coloquei uns saltos altos, um vestido vermelho lindo, com decotes bem grandes tanto nos peitos quanto nas pernas e me maquiei até ficar realmente linda. Qualquer um diria pela minha aparência que eu era uma garota de uns 21 ou 20 anos, mas eu só tinha 18, e ia foder meu pai. Minhas amigas me desejaram boa sorte e pediram para eu lembrar de tudo para contar depois. E assim tudo começou.
Meu pai chegou na hora de sempre, ouvi a porta fechar e o ouvi subindo as escadas, cada momento que passava eu ficava mais tensa sobre o que fazer. E finalmente, a hora, o momento da verdade chegou, quando meu pai abriu a porta do quarto e encontrou sua única filha, sentada na cama dele, vestida elegantemente, com as pernas abertas, pronta para entregar sua virgindade. A reação do meu pai foi assustadora, ele quis sair correndo do quarto, mas algo o deteve, ele se virou para mim e começou a me perguntar o que eu estava pretendendo, me perguntou o que eu tinha feito esse tempo todo, mas eu não respondi, me aproximei dele, sensual, olhando nos olhos dele com luxúria, querendo possuí-lo. XOX1
Mas ele me pegou pelos braços e me afastou, me disse que nunca na vida teria relações com a própria filha. Eu reclamei disso e disse que era isso que eu precisava para me sentir bem. Mas ele continuou se recusando e eu não vi nenhum ponto fraco para atacar, então, vendo todos os meus esforços e dores em vão, comecei a chorar. Meu pai se aproximou e me abraçou suavemente, me pedindo perdão, mas dizendo que não podia fazer aquilo. Eu só gritava: me come, me come, me faz sua esposa, me faz sua mulher. Mas ele se manteve firme.
Sentei na cama e chorei sem parar, com ele me consolando ao meu lado, dizendo que sentia muito, dizendo que não devíamos, então, comecei a ver um leve volume debaixo da calça dele, um sinal de esperança para mim, e sem hesitar mais, coloquei minha mão sobre ele, tentei um pouco, senti, esfreguei por cima da calça, e lentamente abaixei o zíper. Tirei a calça do meu pai até os joelhos, enquanto ele me olhava como querendo ver até onde eu realmente poderia ir, então, me ajoelhei diante dele, peguei seu membro com as mãos e comecei a masturbá-lo de cima para baixo, fazendo seu tamanho aumentar.
Para ser sincera, me preocupei um pouco ao ver o tamanho do pau do meu pai, era algo enorme, tanto na grossura quanto no comprimento, comecei a duvidar como ia enfiar aquilo, mas não era o mais importante no momento, o importante, era cuidar do pedaço que tinha nas mãos, lambi um pouco, chupei, passei todos os meus dedos por ele, meu pai me perguntou se era isso que eu realmente queria. Eu disse que sim e ele me pediu para me despir na frente dele.
Comecei a dançar como uma prostituta, tão sensual, que eu mesma comecei a ficar molhada, enquanto via ele masturbando seu pau suavemente. Tirei o vestido lentamente, deslizando-o devagar para baixo e quando estava no chão, joguei. Continuei com meu sutiã. Meu pai ficou feliz em ver meus peitos enormes pularem do confinamento, pois pude notar como sua ereção aumentou ainda mais. Deslizei minha calcinha muito lentamente para baixo, mostrando o máximo que Podia sentir o cheiro do meu pai nas minhas calcinhas, tirei-as com os saltos e joguei na cara dele. Ele as cheirou por alguns momentos e começou a tirar a camisa, ficando completamente nu.
Nós nos olhamos, ambos totalmente nus, hesitando se deveríamos continuar, mas sem dizer uma palavra, nos aproximamos lentamente, nos provocando mutuamente. Então, ele me pegou nos braços, me girou e beijou minha boca com ternura, enfiando a língua fundo. Ele aproximou minha cabeça da dele por alguns instantes e disse:
- Vou te tratar como sua mãe, filha.
- Sim, papi, o que você quiser, faça o que quiser comigo.
E então, ele me baixou, me olhou dos pés à cabeça, dando atenção especial aos meus peitos. Eu pulei nele e os coloquei bem na frente do rosto dele. Eu disse: - Toma, papi, toma, são seus, brinque com eles, faça o que quiser. E ele fez, começou a morder meus mamilos, lambeu meus peitos, os apertou, se afogou neles, não os deixou em paz nem por um segundo, explorou cada parte, me pediu para sentar na cama.
- Agora é sua vez, meu amor, me lambe.
E eu fiz, chupei sua glande, lambei, sugar com força, arrancando dele alguns gemidos suaves de prazer. Mordi bem de leve, provocando ainda mais, passei minha língua por toda a pele dele, massageei bem e o cheiro dele me hipnotizou, não consegui me afastar daquele membro lindo, e pelo contrário, aumentei as lambidas, lambei tudo, deixei babado até escorrer.
- Agora lambe minhas bolas, meu amor, lambe elas.
Fiquei impressionada com o tamanho das bolas enormes dele, certamente teriam muito sêmen que eu poderia aproveitar ao máximo. Coloquei os testículos dele na boca, aproveitei ao máximo, o cheiro forte deles me excitava ainda mais. Continuei lambendo o pau do meu pai, tentando enfiar tudo na boca, tentando sugar tudo de uma vez, mas justo quando eu estava prestes a dar a chupada final, meu pai me deitou na cama e apontou o pau para meus peitos. Puxei seu membro precioso algumas vezes e um jato enorme de porra cobriu meus mamilos e meus seios inteiros, enchi tudo de esperma, espalhei pelo corpo todo, lambi e cheirei.
Ia pegar um papel pra limpar, mas meu pai mandou deixar como estava, que assim ia pegar mais movimento. Antes de continuar, ele pegou um dos vestidos mais ousados da minha mãe, um preto bem curto, com decote bem aberto; com certeza meu pai e minha mãe tinham transado muito com aquele vestido. Ele mandou eu me esfregar no vestido, pra sujar com a porra que tava nos meus peitos.
Obedeci sem pensar, e quando vesti, meu pai veio pra cima de mim com uns beijos lindos, me encheu toda, senti que ia explotar e foi mesmo, tive um orgasmo que encheu os lençóis dos meus fluidos. Fiquei fraca por uns instantes. Meu pai me carregou, com o pau enorme dele duro, me levou pra escrivaninha e sentou na cadeira. Me segurando nos braços, me deixou cair de lado na vagina, pra ele poder ver meu perfil enquanto me fodia.
Ao cair, meu hímen se despedaçou totalmente, a rola enorme do meu pai fez em pedaços, e eu soltei um grito de puro terror, já que a maior coisa que minha buceta tinha visto era aquele vibrador pequeno da Laura. As lágrimas escorreram dos meus olhos, mas eu não parava de pular no meu pai, que me enfiava gostoso, me fazendo gemer que nem louca, me fazendo gozar como ninguém. Meu pai também parecia curtir pra caralho, porque gritava igual a mim.
Enquanto estávamos nessa sobe e desce, ele enfiava os dedos na minha boca e eu ensalivava, eu curtia. Continuamos assim por uns minutos, quando ele perguntou se eu era virgem mesmo. Disse que sim, e aí ele parou de me comer.
— Lembra que você é minha esposa, sua puta, lembra bem.
E imediatamente me desculpei, desculpa meu amor, falei, me perdoa. Ele não continuou me comendo, mas me jogou na cama.
— Agora, como castigo, vou te dar pelo cu. Eu não tinha a menor ideia de como aquilo era, nem mesmo Andrea e Laura sabiam, e eu fiquei apavorada. Tentei dizer que não queria mais meu pai, mas ele já estava cego pelo desejo que sentia pela minha mãe, me segurou firme pelos quadris, com tanta força que soltei um grito.
— Já que você foi uma putinha, vou te dar do jeito que merece.
E sem hesitar nem um segundo, me agarrou ainda mais forte pelos meus quadris largos e enfiou toda a sua rola de uma vez no meu cu, sem lubrificação. Naquele instante, a dor foi tão forte que desabei na cama, comecei a chorar histéricamente, tentando me soltar, cravar minhas unhas no meu pai, mas ele não parava. Eu não aguentava mais a dor, porque ele estava me metendo com força.
— Você tem igualzinho à sua mamãe, linda — ele dizia enquanto me fodia cada vez mais violentamente — Igual de gostoso, bem apertadinho, mas muito gostoso.
Eu já não sabia como escapar e, embora a dor tenha sido intensa, aos poucos foi passando, aos poucos deu lugar a um pouco de prazer e, justo quando começava a ficar bom, meu pai gozou dentro do meu cu. Senti a porra deliciosa e quentinha dele escorrer por dentro de mim, sentia o esperma dele dentro de mim, enquanto nós dois nos sacudíamos num orgasmo violento. Gritei como uma louca de dor e desespero, mas também pelo prazer que ele tinha me dado. Era a coisa mais deliciosa que eu já tinha experimentado, nem minhas amigas tinham passado por algo tão intenso, disso eu tinha certeza.
Meu pai tirou o pau enorme de dentro de mim e se limpou com o vestido que eu ainda estava usando, me olhou fixamente, direto nos olhos, eu já estava exausta, não aguentava mais, mas ele disse que ainda tinha um pouquinho sobrando pra mim. Eu disse pra ele fazer o que quisesse, eu já não queria mais, então, ele começou a me penetrar pela buceta de novo, ainda sangrando por causa do rompimento do meu hímen.
Ele meteu bem devagar, e mesmo sem eu me mexer, sentia um prazer imenso, sentia o pau dele roçando nas paredes da minha... buceta, tocando todas elas e alcançando meu clitóris, me fazendo passar por um prazer enorme que não podia demonstrar devido ao meu cansaço. Poucos minutos depois, ele saiu de mim e me disse para tomar meu "leitinho" de boa noite, então abri a boca e ele se masturbou, até que todo o seu sêmen morno foi depositado na minha boca, me enchendo até a boca. Tentei engolir tudo, mas muito escorreu sobre os lençóis.
Meu pai me olhou com ternura e tirou o vestido da minha mãe. Com ele limpou tudo que havíamos sujado no quarto dele. E me carregou no colo até meu quarto. Ao me deitar, ele colocou o rosto sobre meus seios, os lambeu mais uma vez, os ensalivou todos e me deu boa noite, saindo do meu quarto, me deixando com a buceta e o ânus doloridos.
Naquela noite dormi imediatamente, preparada para contar à Laura e à Andrea a experiência prazerosa que havia vivido naquele dia.
2 comentários - Deixei meu pai se sentir homem de novo