No primeiro fim de semana de setembro, fomos de novo pra Anchorena SW. Chegamos como sempre, lá pela meia-noite. Pagamos, subimos, entregamos os casacos no guarda-roupa, subimos as escadas, um andar acima e já estávamos no ambiente que a gente curte. A Luján tava de legging preta, uma camiseta que batia na cinturinha dela e salto alto.
Primeiro fomos pra pista, pouca gente, verdade. Ficamos uns minutos, vendo o que podia interessar. Daí fomos pra um dos reservados de casal. Só tinha dois. Mal entramos, os dois casais olharam pra gente. Eram da nossa faixa etária. A ação já tinha começado entre eles, então a gente chegou perto e ficou olhando as duas mulheres chupando a rola dos caras. O gemido dos dois era foda. A gente ficou preocupada com a pouca gente, mas falamos entre nós que era cedo. Alguns casais começaram a entrar no reservado, mas só olhavam e saíam, então resolvemos dar umas voltas pela balada pra ver o que achávamos. Nenhum conhecido até então, nada especial também.
Deve ter passado menos de uma hora e já dava pra ver que o número de gente tinha crescido. Me chamou a atenção a quantidade de caras que tinha, tanto homens quanto mulheres. Fomos no bar, pedimos duas bebidas e fomos pro lugar que a Luji gosta. Tem um descanso numa escadinha onde dá pra ver tudo que rola no reservado em detalhes. Não só isso, também é o lugar onde a maioria dos caras que vão sozinhos se concentra. Ali, a Luján recebe todo tipo de apalpada. Os sinais são claros: se ela não recusa os toques, é sinal que pode rolar qualquer coisa, desde uma conversa até uma proposta, e também a simples apalpada no corpo dela. É isso que ela adora.
Na área do bar, montaram um show: primeiro um travesti com o humor dele (espetacular) e depois uma dança erótica de um casal, com nudez e sexo ao vivo. A gente dançou, e confesso que já tava de pau duro, e com muita vontade de entrar num dos reservados e começar a foder, e deixar nossas fantasias voarem. Entramos primeiro no setor onde sabemos que a ação é segura. O ambiente é meio pequeno, mas os gemidos, os amassos, o roçar dos corpos, é o máximo pra elevar qualquer tesão. Chupei a pussy da minha mulher como pude, encontramos só a ponta de um dos sofás, abaixei e tirei a legging dela, abri suas pernas e desesperadamente comecei a chupá-la. Meus dedos buscaram o buraco da bunda dela e minha língua se enfiou até não poder mais na pussy dela. Ela beliscava os próprios mamilos e gemia como uma louca. Do nosso lado era um descontrole, corpos se misturando, o roçar era constante, Luji era tocada pelos homens do lado, eu tocava a bunda de uma mulher que chupava a rola do parceiro dela. Era uma putaria total. Saímos como pudemos de lá e quando chegamos no reservado, o espetáculo que vimos era espetacular: parecia aquelas orgias de pornô. Todos os casais fazendo suas coisas, trios, gangbang, olheiros na parte de cima do reservado. De tudo!!! Então começamos a olhar os primeiros que encontramos: um cara sentado e, em cima dele, uma gostosa montada na rola dele. Do lado desse cara, uma gostosa que tocava e beijava como podia a gostosa que estava sendo comida, caras tocando a bunda e os peitos da gostosa que tocava a gostosa anterior. Do nosso lado, uma mulher, jovem, era apertada por três caras, dedos na buceta, no cu, essa gostosa se beijando com outra... e tudo assim. Depois que esquentamos, começamos nós. Luján começou a massagear os peitos de uma gostosa, e ao mesmo tempo ela também era tocada, já tinha uma mão dentro da legging dela, eu enfiei os dedos na pussy molhada dela, outro cara tocava os peitos dela. Nisso, chega um casal jovem, não davam mais de vinte anos. A mina estava hipnotizada pelo espetáculo e se aproximou da minha mulher. Peguei a cabeça de Luji e aproximei dela. As línguas delas se enroscaram e saíam, a gostosa levantou a camiseta e Apareceram uns peitos lindos, bicos duros, pareciam dois botões prestes a estourar. Minha esposa chupava eles com paixão. O cara só observava e curtia como a parceira dele era cercada e apalpada por vários. Um sujeito se aproxima e fica atrás da Luján. Devia ter mais de cinquenta anos, pelo que calculei. A Luján estava tão distraída com a mina que nem prestou muita atenção. Então me aproximei dela como pude e falei no ouvido que tinha alguém que poderia interessar ela. Ela se virou e aceitou que o cara enfiasse a mão naquela bunda linda. Peguei a mão direita dela e guiei até a pica do velho, que já tinha tirado ela pra fora e se masturbava. Ela agarrou a pica dele e continuou a masturbação. Num momento, ela se abaixa e começa a fazer o que faz muito bem: chupar aquela pica. A pica do cara não era grande, mas era grossa, verdade que ela teve que se esforçar pra cabeça do veterano entrar na boquinha dela. O cara parecia estar no céu, bufava e gemia de prazer. A Luji adora chupar paus, e chupar paus diferentes deixa ela mais tesuda, e ela é capaz de perder totalmente a razão. Quando o cara estava quase gozando, ela se levanta e vira de costas, e é aí que o veterano coloca a pica na fenda da bunda dela e continua a masturbação. Quando ele está prestes a gozar, coloca um papel higiênico na cabeça da rola e começa a gritar que nem um louco, tinha gozado. A Luji, como agradecendo, pega a cabeça já murcha e dá uns massagens suaves. Saímos do bar umas quatro e meia, pegamos os casacos, e as quatro quadras que separam a gente do hotel parecem intermináveis. Nem preciso dizer como gozamos na cama naquela noite, e ao acordar. Quando tiver outra das nossas aventuras, vou postar.
Primeiro fomos pra pista, pouca gente, verdade. Ficamos uns minutos, vendo o que podia interessar. Daí fomos pra um dos reservados de casal. Só tinha dois. Mal entramos, os dois casais olharam pra gente. Eram da nossa faixa etária. A ação já tinha começado entre eles, então a gente chegou perto e ficou olhando as duas mulheres chupando a rola dos caras. O gemido dos dois era foda. A gente ficou preocupada com a pouca gente, mas falamos entre nós que era cedo. Alguns casais começaram a entrar no reservado, mas só olhavam e saíam, então resolvemos dar umas voltas pela balada pra ver o que achávamos. Nenhum conhecido até então, nada especial também.
Deve ter passado menos de uma hora e já dava pra ver que o número de gente tinha crescido. Me chamou a atenção a quantidade de caras que tinha, tanto homens quanto mulheres. Fomos no bar, pedimos duas bebidas e fomos pro lugar que a Luji gosta. Tem um descanso numa escadinha onde dá pra ver tudo que rola no reservado em detalhes. Não só isso, também é o lugar onde a maioria dos caras que vão sozinhos se concentra. Ali, a Luján recebe todo tipo de apalpada. Os sinais são claros: se ela não recusa os toques, é sinal que pode rolar qualquer coisa, desde uma conversa até uma proposta, e também a simples apalpada no corpo dela. É isso que ela adora.
Na área do bar, montaram um show: primeiro um travesti com o humor dele (espetacular) e depois uma dança erótica de um casal, com nudez e sexo ao vivo. A gente dançou, e confesso que já tava de pau duro, e com muita vontade de entrar num dos reservados e começar a foder, e deixar nossas fantasias voarem. Entramos primeiro no setor onde sabemos que a ação é segura. O ambiente é meio pequeno, mas os gemidos, os amassos, o roçar dos corpos, é o máximo pra elevar qualquer tesão. Chupei a pussy da minha mulher como pude, encontramos só a ponta de um dos sofás, abaixei e tirei a legging dela, abri suas pernas e desesperadamente comecei a chupá-la. Meus dedos buscaram o buraco da bunda dela e minha língua se enfiou até não poder mais na pussy dela. Ela beliscava os próprios mamilos e gemia como uma louca. Do nosso lado era um descontrole, corpos se misturando, o roçar era constante, Luji era tocada pelos homens do lado, eu tocava a bunda de uma mulher que chupava a rola do parceiro dela. Era uma putaria total. Saímos como pudemos de lá e quando chegamos no reservado, o espetáculo que vimos era espetacular: parecia aquelas orgias de pornô. Todos os casais fazendo suas coisas, trios, gangbang, olheiros na parte de cima do reservado. De tudo!!! Então começamos a olhar os primeiros que encontramos: um cara sentado e, em cima dele, uma gostosa montada na rola dele. Do lado desse cara, uma gostosa que tocava e beijava como podia a gostosa que estava sendo comida, caras tocando a bunda e os peitos da gostosa que tocava a gostosa anterior. Do nosso lado, uma mulher, jovem, era apertada por três caras, dedos na buceta, no cu, essa gostosa se beijando com outra... e tudo assim. Depois que esquentamos, começamos nós. Luján começou a massagear os peitos de uma gostosa, e ao mesmo tempo ela também era tocada, já tinha uma mão dentro da legging dela, eu enfiei os dedos na pussy molhada dela, outro cara tocava os peitos dela. Nisso, chega um casal jovem, não davam mais de vinte anos. A mina estava hipnotizada pelo espetáculo e se aproximou da minha mulher. Peguei a cabeça de Luji e aproximei dela. As línguas delas se enroscaram e saíam, a gostosa levantou a camiseta e Apareceram uns peitos lindos, bicos duros, pareciam dois botões prestes a estourar. Minha esposa chupava eles com paixão. O cara só observava e curtia como a parceira dele era cercada e apalpada por vários. Um sujeito se aproxima e fica atrás da Luján. Devia ter mais de cinquenta anos, pelo que calculei. A Luján estava tão distraída com a mina que nem prestou muita atenção. Então me aproximei dela como pude e falei no ouvido que tinha alguém que poderia interessar ela. Ela se virou e aceitou que o cara enfiasse a mão naquela bunda linda. Peguei a mão direita dela e guiei até a pica do velho, que já tinha tirado ela pra fora e se masturbava. Ela agarrou a pica dele e continuou a masturbação. Num momento, ela se abaixa e começa a fazer o que faz muito bem: chupar aquela pica. A pica do cara não era grande, mas era grossa, verdade que ela teve que se esforçar pra cabeça do veterano entrar na boquinha dela. O cara parecia estar no céu, bufava e gemia de prazer. A Luji adora chupar paus, e chupar paus diferentes deixa ela mais tesuda, e ela é capaz de perder totalmente a razão. Quando o cara estava quase gozando, ela se levanta e vira de costas, e é aí que o veterano coloca a pica na fenda da bunda dela e continua a masturbação. Quando ele está prestes a gozar, coloca um papel higiênico na cabeça da rola e começa a gritar que nem um louco, tinha gozado. A Luji, como agradecendo, pega a cabeça já murcha e dá uns massagens suaves. Saímos do bar umas quatro e meia, pegamos os casacos, e as quatro quadras que separam a gente do hotel parecem intermináveis. Nem preciso dizer como gozamos na cama naquela noite, e ao acordar. Quando tiver outra das nossas aventuras, vou postar.
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