Agora vou contar uma história linda entre eu e minha prima.
Quero dizer que ela é uma mulher de 32 anos, na época era casada e mãe de dois filhos lindos. Ela se chama Julieta, é loira, tem 1,70m, peitos pequenos, mas uma bunda magistral, linda, fora de série, do tamanho ideal e redondinha, sem dúvida o ponto forte dela e o que mais me atrai é o rostinho angelical, ela é linda demais e não aparenta ter 32 anos de jeito nenhum. Eu hoje tenho 20 anos.
Só tinha a sorte de vê-la poucas vezes por ano, mesmo morando na mesma cidade. Mas lembro que toda vez que a gente se via, a relação era ótima, ela sempre falava que era estranho eu não ter namorada, porque eu era um garoto muito bonito, mas obviamente sempre levei como elogio. Mas é claro, eu a via como uma mulher e, se surgisse uma oportunidade, não ia deixar passar.
Eu não acreditava que ela tinha ficado com um cara de uns 50 anos, tinha uma boa relação com ele, mas tinha uma puta inveja dele ser o sortudo que pegava minha prima gostosa. Só de pensar que eles tinham dois filhos, eu imaginava como eles foram feitos, via minha prima numa noite de paixão e ficava louco.
Uma tarde, ouvi minha mãe falando no telefone, dizendo pra outra pessoa que era uma pena, porque eles tinham uma família linda e tal, mas que ele merecia aquilo.
Curioso e me fazendo de desentendido, perguntei pra minha mãe o que tinha acontecido, e ela disse que minha prima tinha se separado. Eu exclamei:
— Nossa, que merda, e por quê? (quando na verdade eu tava felizão por dentro)
Minha mãe respondeu:
— Parece que ele tava com outra.
E a conversa acabou ali.
Eu não acreditava que aquele cara tinha traído minha prima, parecia loucura, e inconscientemente senti que eu podia ter uma chance, mas era ilógico pensar nisso.
Passaram uns 6 meses até eu vê-la de novo, na festa. de ano novo. Na tarde do dia 31, a gente se reuniu todo na chácara dos meus tios, era um sítio bem grande, tinha um quiosque enorme onde a gente ia comer e, mais afastada, ficava a piscina.
Minha família e eu fomos os primeiros a chegar. Eu ainda não tinha sacado que a gente ia passar a tarde na piscina e depois, à noite, jantar até esperar o ano novo. Quase uma hora depois, ela chegou, no carro dela, com os dois filhos. Quando ela desceu do carro, vi que ela tava de havaianas, uma regata rosa que deixava ver o biquíni preto por baixo e um short jeans de matar. Além de tirar os filhos do carro, ela tirou também uma bolsa onde com certeza tava a roupa que ela ia usar à noite.
A única coisa que eu esperava naquela tarde era ver minha prima de biquíni e poder ver pela primeira vez aquela bunda redonda e gostosa quase pelada.
Mais pra tarde, meus irmãos, primos e primas estavam na piscina, mas a única que não tava era a Julieta, porque ela tava conversando com minha avó, provavelmente sobre a separação dela.
Ela tava a uns 30 metros da piscina e, num momento, consegui ver que ela tinha parado de falar com minha avó e começou a andar na direção da piscina. Quando chegou, ela parou do lado de uma cadeira de plástico que tava ali, tirou a regata e, como eu disse, tava de biquíni preto, mas os peitos dela eram bem pequenos. O momento mais esperado chegou na hora: ela desabotoou o short, puxou pra baixo e tirou. Também era preto e era meio pequeno. Ela tinha umas pernas perfeitas, nem um pingo de celulite ou estria, mesmo sendo mãe. Minha dúvida era como eu ia conseguir ver aquela bunda dos sonhos, mas tive uma sorte do caralho porque minha avó chamou ela de novo e ela, sem pensar, virou de costas e começou a andar de volta. Consegui enxergar aquela bunda gostosa que balançava naturalmente de um lado pro outro, isso me deixou excitado pra caralho, ainda mais porque ela tava de calcinha/fio dental preta minúscula, e eu arriscaria dizer que era uma tanga. Simplesmente tinha um corpo perfeito.
Mais tarde, depois de sair da piscina, me deu na telha entrar em casa pra revirar a bolsa dela. Aproveitei um momento em que a família toda tava fora pra entrar e dar uma olhada. Entrei, me certifiquei de que não tinha ninguém por perto e fui direto na bolsa dela.
Foi impactante, lá estava a roupa que ela usaria à noite. Encontrei uma blusa preta transparente, um sutiã preto, uns saltos altos, uma legging dourada bem fininha que com certeza ia marcar bem a raba dela e uma microbombacha branca. Ao ver aquilo e imaginá-la com aquela roupa, fiquei de pau duro na hora.
E foi assim, já chegando a noite, ela tava com aqueles saltos altos e aquela legging dourada impressionante que destacava bem chamativa a bunda dela. Eu não perdia oportunidade de roçar nem que fosse na pele dela.
As horas passaram depois do jantar, celebramos o ano novo e lembro que beijei e abracei minha prima pra desejar um bom ano. Já eram umas 2 da manhã e minha prima tinha praticamente sumido, não tinha visto ela mais. Até que por acaso vi ao longe algo que andava ou se mexia e pensei que fossem os bichos da fazenda, mas era minha prima. Ela tinha caminhado muitos metros pra dentro do campo, onde era quase impossível vê-la. Assim que a avistei, disfarçadamente comecei a andar pra onde ela tava enquanto o resto da família se divertia com música e uns drinks.
Ao me aproximar, respirei fundo e falei:
- Juli, o que cê tá fazendo aqui?
E ela se assustou um pouco e disse:
- Primo, não sabia que cê tava aqui!
Vi que ela tava meio triste, acho que por causa da separação, e falei:
- Cê tá se sentindo bem, Juli?
E ela, meio triste, disse:
- É, tô aqui, fazendo o que posso.
Eu, tentando consolar, falei:
- Vamos, prima, tem muito homem no mundo.
Ela, pensativa, disse:
- Isso é verdade, mas sabe que não consegui nem tive vontade de ficar com outro homem?
Eu não podia acreditar que ela tava há seis meses sem ficar com um. Cara, falei rápido:
— Isso é estranho, Juli, é um desperdício, você é uma mulher gostosa.
Com isso, ela sorriu, me deu um abraço caloroso e disse:
— Valeu, primo, você subiu um pouco minha autoestima.
E me deu um beijo doce na bochecha, mas não se afastou muito de mim. Eu criei coragem, me aproximei ainda mais e beijei ela suavemente na boca, segurando sua cintura, e depois separei nossos lábios. Naquele instante, ela me olhou fixo nos olhos e, sem dizer nada, me agarrou pelo pescoço e começou a me beijar de novo, enfiou a língua inteira na minha boca. Eu, com isso, tentei descer as mãos para tocar aquela bunda preciosa, mas assim que meus dedos mal tocaram onde começava a legging, ela afastou minha mão.
Depois do beijo, ela disse:
— Vamos, volta, primo, isso tá errado.
Voltamos e eu não conseguia acreditar no que tinha acontecido, me sentindo frustrado por não ter conseguido tocar a rabeta dela. Já eram umas 5 da manhã, quase todo mundo estava bêbado, dançando e cantando, menos minha prima e eu. Num certo momento, vejo ela levar os dois filhos da sala onde a gente comia pra casa, pra colocá-los pra dormir. Eu esperei alguns minutos e fui pra casa. Lá dentro, cruzei com ela e falei:
— Prima, quer ir caminhar comigo pelo campo?
E ela aceitou super de boa.
Caminhamos uns 500 metros, onde com certeza ninguém nos veria, e chegamos a uma lagoa onde não dava mais pra seguir. Paramos ali e continuamos conversando, eu consolando ela. E ela, num momento, não sei se insinuando ou não, disse:
— Como a lua tá enorme, que noite romântica!
E aí nos olhamos fixo, sorrimos e começamos a nos beijar de novo. Ela colocou os braços por cima dos meus ombros e começou a fazer carinho na minha cabeça.
Eu, de novo, segurei a cintura dela e, minutos depois, tentei tocar a bunda dela. Quando consegui alcançar o começo da calça dela, ela disse em tom de brincadeira:
— O que é que você tanto quer tocar aí atrás? — e sorriu.
E eu falei a verdade:
— Sempre foi meu sonho pelo menos tocar por Só um instante, sua bunda gostosa
Ela deu uma risadinha baixa e continuou me beijando.
Eu peguei aquela risada como um sim, desci as mãos e, surpreendentemente, minha prima não fez nada. Eu estava ali beijando minha prima e tocando com as duas mãos aquela bunda linda dela por cima da legging. Era macia, redonda, quase indescritível, e na hora meu pau ficou durasso.
Em certo momento, ela enfiou as mãos pelo colarinho da minha camiseta e começou a passar a mão nas minhas costas. Eu fui além e coloquei as mãos por dentro da legging dela, e ela não se mexeu. Eu tinha conseguido tocar a bunda da minha prima na pele, sem roupa no meio. Sem dúvida, eu estava tocando o céu, a sensação de sentir aquela bunda pele a pele foi indescritível.
De repente, minha prima parou de me beijar e, sem tirar os olhos dos meus, desabotoou minha calça jeans e começou a passar a mão nas minhas bolas bem devagar, e depois continuou no meu pau. Eu não aguentava mais de tesão, e em um minuto já tava quase gozando. Bem na hora antes de estourar, tirei a mão dela do meu pau e virei ela de costas.
Ela já de costas, beijei o pescoço dela e puxei a legging e a calcinha dela de uma vez só, deixando tudo na altura dos joelhos.
E bem antes de entrar, ela perguntou:
— Tem certeza que ninguém vai nos ver, né?
E eu respondi:
— Não, prima, estamos longe de tudo.
E era verdade, estávamos totalmente sozinhos no meio do campo, só a lua era a única espectadora.
Foi fácil encontrar a buceta perfeita dela, sem um único pelo, já que ela estava de salto alto e ficava na minha altura.
No momento em que coloquei meu pau dentro dela, não acreditava que estava comendo aquela bunda tão desejada. Sentia ela batendo nas minhas pernas, e isso me matava de tesão. Os dois de pé, sem nos apoiar em nada nem com ajuda de nenhum objeto, o barulho do meu quadril contra aqueles lindos glúteos era bem nítido. Devo admitir que depois de só dois minutos eu não aguentava mais e precisava gozar, e falei:
— Juli, desculpa, mas não... Posso mais, vou gozar
e ela entendeu e me disse entre gemidos
— Sim, primo, vem quando sentir
e ela não terminou de falar isso que comecei a bombar mais e mais forte, provocando uns gritos enormes dela, e ela esticou os braços pra trás, agarrando minha cara, procurando minha boca. Bem no momento em que eu ia gozar, a gente tava se beijando mais ou menos como dava.
E poucos segundos depois eu falei
— Ah, Juli, acabei, acabei
e ela disse
— Siiim, vai fundo
E naquela hora descarreguei todo meu esperma até a última gota dentro dela, dando um grito de prazer, e ela deixou escapar um
— mmm, siiiim!
Quando acabei, tirei meu pau e tentei respirar, tava ofegante e minhas pernas tremiam, e vi que minha prima arrumou a calcinha dela e subiu a legging, e eu falei
— Espera, já vai? Você não gozou, Juli!
e ela me disse
— Já me deu demais hoje, depois a gente arruma um tempo mais à vontade pra terminar os dois!
E assim ela deixou no ar que isso era só o começo de algo lindo...
Quero dizer que ela é uma mulher de 32 anos, na época era casada e mãe de dois filhos lindos. Ela se chama Julieta, é loira, tem 1,70m, peitos pequenos, mas uma bunda magistral, linda, fora de série, do tamanho ideal e redondinha, sem dúvida o ponto forte dela e o que mais me atrai é o rostinho angelical, ela é linda demais e não aparenta ter 32 anos de jeito nenhum. Eu hoje tenho 20 anos.
Só tinha a sorte de vê-la poucas vezes por ano, mesmo morando na mesma cidade. Mas lembro que toda vez que a gente se via, a relação era ótima, ela sempre falava que era estranho eu não ter namorada, porque eu era um garoto muito bonito, mas obviamente sempre levei como elogio. Mas é claro, eu a via como uma mulher e, se surgisse uma oportunidade, não ia deixar passar.
Eu não acreditava que ela tinha ficado com um cara de uns 50 anos, tinha uma boa relação com ele, mas tinha uma puta inveja dele ser o sortudo que pegava minha prima gostosa. Só de pensar que eles tinham dois filhos, eu imaginava como eles foram feitos, via minha prima numa noite de paixão e ficava louco.
Uma tarde, ouvi minha mãe falando no telefone, dizendo pra outra pessoa que era uma pena, porque eles tinham uma família linda e tal, mas que ele merecia aquilo.
Curioso e me fazendo de desentendido, perguntei pra minha mãe o que tinha acontecido, e ela disse que minha prima tinha se separado. Eu exclamei:
— Nossa, que merda, e por quê? (quando na verdade eu tava felizão por dentro)
Minha mãe respondeu:
— Parece que ele tava com outra.
E a conversa acabou ali.
Eu não acreditava que aquele cara tinha traído minha prima, parecia loucura, e inconscientemente senti que eu podia ter uma chance, mas era ilógico pensar nisso.
Passaram uns 6 meses até eu vê-la de novo, na festa. de ano novo. Na tarde do dia 31, a gente se reuniu todo na chácara dos meus tios, era um sítio bem grande, tinha um quiosque enorme onde a gente ia comer e, mais afastada, ficava a piscina.
Minha família e eu fomos os primeiros a chegar. Eu ainda não tinha sacado que a gente ia passar a tarde na piscina e depois, à noite, jantar até esperar o ano novo. Quase uma hora depois, ela chegou, no carro dela, com os dois filhos. Quando ela desceu do carro, vi que ela tava de havaianas, uma regata rosa que deixava ver o biquíni preto por baixo e um short jeans de matar. Além de tirar os filhos do carro, ela tirou também uma bolsa onde com certeza tava a roupa que ela ia usar à noite.
A única coisa que eu esperava naquela tarde era ver minha prima de biquíni e poder ver pela primeira vez aquela bunda redonda e gostosa quase pelada.
Mais pra tarde, meus irmãos, primos e primas estavam na piscina, mas a única que não tava era a Julieta, porque ela tava conversando com minha avó, provavelmente sobre a separação dela.
Ela tava a uns 30 metros da piscina e, num momento, consegui ver que ela tinha parado de falar com minha avó e começou a andar na direção da piscina. Quando chegou, ela parou do lado de uma cadeira de plástico que tava ali, tirou a regata e, como eu disse, tava de biquíni preto, mas os peitos dela eram bem pequenos. O momento mais esperado chegou na hora: ela desabotoou o short, puxou pra baixo e tirou. Também era preto e era meio pequeno. Ela tinha umas pernas perfeitas, nem um pingo de celulite ou estria, mesmo sendo mãe. Minha dúvida era como eu ia conseguir ver aquela bunda dos sonhos, mas tive uma sorte do caralho porque minha avó chamou ela de novo e ela, sem pensar, virou de costas e começou a andar de volta. Consegui enxergar aquela bunda gostosa que balançava naturalmente de um lado pro outro, isso me deixou excitado pra caralho, ainda mais porque ela tava de calcinha/fio dental preta minúscula, e eu arriscaria dizer que era uma tanga. Simplesmente tinha um corpo perfeito.
Mais tarde, depois de sair da piscina, me deu na telha entrar em casa pra revirar a bolsa dela. Aproveitei um momento em que a família toda tava fora pra entrar e dar uma olhada. Entrei, me certifiquei de que não tinha ninguém por perto e fui direto na bolsa dela.
Foi impactante, lá estava a roupa que ela usaria à noite. Encontrei uma blusa preta transparente, um sutiã preto, uns saltos altos, uma legging dourada bem fininha que com certeza ia marcar bem a raba dela e uma microbombacha branca. Ao ver aquilo e imaginá-la com aquela roupa, fiquei de pau duro na hora.
E foi assim, já chegando a noite, ela tava com aqueles saltos altos e aquela legging dourada impressionante que destacava bem chamativa a bunda dela. Eu não perdia oportunidade de roçar nem que fosse na pele dela.
As horas passaram depois do jantar, celebramos o ano novo e lembro que beijei e abracei minha prima pra desejar um bom ano. Já eram umas 2 da manhã e minha prima tinha praticamente sumido, não tinha visto ela mais. Até que por acaso vi ao longe algo que andava ou se mexia e pensei que fossem os bichos da fazenda, mas era minha prima. Ela tinha caminhado muitos metros pra dentro do campo, onde era quase impossível vê-la. Assim que a avistei, disfarçadamente comecei a andar pra onde ela tava enquanto o resto da família se divertia com música e uns drinks.
Ao me aproximar, respirei fundo e falei:
- Juli, o que cê tá fazendo aqui?
E ela se assustou um pouco e disse:
- Primo, não sabia que cê tava aqui!
Vi que ela tava meio triste, acho que por causa da separação, e falei:
- Cê tá se sentindo bem, Juli?
E ela, meio triste, disse:
- É, tô aqui, fazendo o que posso.
Eu, tentando consolar, falei:
- Vamos, prima, tem muito homem no mundo.
Ela, pensativa, disse:
- Isso é verdade, mas sabe que não consegui nem tive vontade de ficar com outro homem?
Eu não podia acreditar que ela tava há seis meses sem ficar com um. Cara, falei rápido:
— Isso é estranho, Juli, é um desperdício, você é uma mulher gostosa.
Com isso, ela sorriu, me deu um abraço caloroso e disse:
— Valeu, primo, você subiu um pouco minha autoestima.
E me deu um beijo doce na bochecha, mas não se afastou muito de mim. Eu criei coragem, me aproximei ainda mais e beijei ela suavemente na boca, segurando sua cintura, e depois separei nossos lábios. Naquele instante, ela me olhou fixo nos olhos e, sem dizer nada, me agarrou pelo pescoço e começou a me beijar de novo, enfiou a língua inteira na minha boca. Eu, com isso, tentei descer as mãos para tocar aquela bunda preciosa, mas assim que meus dedos mal tocaram onde começava a legging, ela afastou minha mão.
Depois do beijo, ela disse:
— Vamos, volta, primo, isso tá errado.
Voltamos e eu não conseguia acreditar no que tinha acontecido, me sentindo frustrado por não ter conseguido tocar a rabeta dela. Já eram umas 5 da manhã, quase todo mundo estava bêbado, dançando e cantando, menos minha prima e eu. Num certo momento, vejo ela levar os dois filhos da sala onde a gente comia pra casa, pra colocá-los pra dormir. Eu esperei alguns minutos e fui pra casa. Lá dentro, cruzei com ela e falei:
— Prima, quer ir caminhar comigo pelo campo?
E ela aceitou super de boa.
Caminhamos uns 500 metros, onde com certeza ninguém nos veria, e chegamos a uma lagoa onde não dava mais pra seguir. Paramos ali e continuamos conversando, eu consolando ela. E ela, num momento, não sei se insinuando ou não, disse:
— Como a lua tá enorme, que noite romântica!
E aí nos olhamos fixo, sorrimos e começamos a nos beijar de novo. Ela colocou os braços por cima dos meus ombros e começou a fazer carinho na minha cabeça.
Eu, de novo, segurei a cintura dela e, minutos depois, tentei tocar a bunda dela. Quando consegui alcançar o começo da calça dela, ela disse em tom de brincadeira:
— O que é que você tanto quer tocar aí atrás? — e sorriu.
E eu falei a verdade:
— Sempre foi meu sonho pelo menos tocar por Só um instante, sua bunda gostosa
Ela deu uma risadinha baixa e continuou me beijando.
Eu peguei aquela risada como um sim, desci as mãos e, surpreendentemente, minha prima não fez nada. Eu estava ali beijando minha prima e tocando com as duas mãos aquela bunda linda dela por cima da legging. Era macia, redonda, quase indescritível, e na hora meu pau ficou durasso.
Em certo momento, ela enfiou as mãos pelo colarinho da minha camiseta e começou a passar a mão nas minhas costas. Eu fui além e coloquei as mãos por dentro da legging dela, e ela não se mexeu. Eu tinha conseguido tocar a bunda da minha prima na pele, sem roupa no meio. Sem dúvida, eu estava tocando o céu, a sensação de sentir aquela bunda pele a pele foi indescritível.
De repente, minha prima parou de me beijar e, sem tirar os olhos dos meus, desabotoou minha calça jeans e começou a passar a mão nas minhas bolas bem devagar, e depois continuou no meu pau. Eu não aguentava mais de tesão, e em um minuto já tava quase gozando. Bem na hora antes de estourar, tirei a mão dela do meu pau e virei ela de costas.
Ela já de costas, beijei o pescoço dela e puxei a legging e a calcinha dela de uma vez só, deixando tudo na altura dos joelhos.
E bem antes de entrar, ela perguntou:
— Tem certeza que ninguém vai nos ver, né?
E eu respondi:
— Não, prima, estamos longe de tudo.
E era verdade, estávamos totalmente sozinhos no meio do campo, só a lua era a única espectadora.
Foi fácil encontrar a buceta perfeita dela, sem um único pelo, já que ela estava de salto alto e ficava na minha altura.
No momento em que coloquei meu pau dentro dela, não acreditava que estava comendo aquela bunda tão desejada. Sentia ela batendo nas minhas pernas, e isso me matava de tesão. Os dois de pé, sem nos apoiar em nada nem com ajuda de nenhum objeto, o barulho do meu quadril contra aqueles lindos glúteos era bem nítido. Devo admitir que depois de só dois minutos eu não aguentava mais e precisava gozar, e falei:
— Juli, desculpa, mas não... Posso mais, vou gozar
e ela entendeu e me disse entre gemidos
— Sim, primo, vem quando sentir
e ela não terminou de falar isso que comecei a bombar mais e mais forte, provocando uns gritos enormes dela, e ela esticou os braços pra trás, agarrando minha cara, procurando minha boca. Bem no momento em que eu ia gozar, a gente tava se beijando mais ou menos como dava.
E poucos segundos depois eu falei
— Ah, Juli, acabei, acabei
e ela disse
— Siiim, vai fundo
E naquela hora descarreguei todo meu esperma até a última gota dentro dela, dando um grito de prazer, e ela deixou escapar um
— mmm, siiiim!
Quando acabei, tirei meu pau e tentei respirar, tava ofegante e minhas pernas tremiam, e vi que minha prima arrumou a calcinha dela e subiu a legging, e eu falei
— Espera, já vai? Você não gozou, Juli!
e ela me disse
— Já me deu demais hoje, depois a gente arruma um tempo mais à vontade pra terminar os dois!
E assim ela deixou no ar que isso era só o começo de algo lindo...
11 comentários - Minha prima se separou.
Buenisimo