Vou contar essa história que aconteceu comigo há apenas 3 meses. Se tô contando é pra me aliviar um pouco do impacto que foi.
Moro numa cidade do sul dos Estados Unidos com meus pais e minha irmã Martita. Eu tenho 19 anos e ela 18. Meu pai viaja direto pra fora da cidade por causa do trabalho, e minha mãe trabalha meio período como corretora de imóveis. Ela acabou de fazer 50 anos, é loira, de olhos azuis e tem um corpão graças à academia. O corpo dela é no estilo da Jennifer López, embora dois dos meus amigos mais próximos vivam me zoando, os sem-vergonha, dizendo que ela parece uma famosa atriz pornô MILF. (E tenho que admitir que sim, ela é muito parecida no rosto e no corpo.)
No bairro tem uns negos folgados, são 5 caras sem emprego nem futuro, entre 20 e 24 anos, liderados por um cuzão de sangue pesado chamado Max, que viviam enchendo o saco da minha irmãzinha. Muitas vezes quis reclamar, mas minha mãe me proibia, dizia pra não arrumar confusão.
Uma tarde minha irmã chegou em casa muito assustada. Eu tinha acabado de tomar banho e tava me vestindo no andar de cima, quando ouvi a Martita dizer: "Esses vagabundos, não aguento mais."
"Ignora esses idiotas", respondeu minha mãe, que tinha acabado de chegar do trabalho e parecia ter tido um dia ruim, não tava com humor.
"Mas é que eles tão cada vez mais grossos e sem-vergonha", respondeu minha irmã.
"Já chega, tá na hora de botar um limite nesses caras. Vem comigo", disse minha mãe num tom irritado, e saíram de casa. No começo não dei muita importância, mas depois me toquei e pensei: é melhor eu ir com elas, não vá que esses imbecis comecem a encher o saco.
Eles moram numa casa no fim do beco, por onde a gente tem que passar, por isso as grosserias deles com minha irmã são inevitáveis. Quando saí, já não alcancei ver minha mãe e a Martita, e fui pra casa desses caras. A entrada principal fica no fim do beco, mas antes tem um portão que dá pra porta dos fundos deles, e quando passei... por aí decidi entrar por trás, são uns 10 metros de quintal e depois tem uma janelona sem vidro e com cortina de um lado só. Me aproximei na surdina, dali dá pra ver a sala da casa perfeitamente. Ouvi vozes e me escondi na cortina. Mamãe e a Martita já deviam estar lá uns 3 minutos, e eu escutei mamãe dizer:
"Espero que vocês entendam o que eu falei. Não vou tolerar mais nenhum desrespeito. Entenderam?" Mamãe usou uma voz firme e a cara dela mostrava a raiva, assim como a postura corporal que impunha respeito, tanto que aqueles imbecis estavam todos encolhidos.
"Não é pra tanto, senhora" disse um dos vagabundos.
"Qual não é pra tanto, qual nada! Essa menina é pra ser respeitada!" Mamãe continuava falando com autoridade enquanto os cuzões olhavam pra ela com caras de susto.
Fiquei orgulhoso da minha mãe!
Ao ver como ela estava colocando no lugar aquela cambada de filhos da puta, ela parecia imponente. Até fiz força pra segurar o riso de ver as caras de bunda que os pivetes faziam. Mas aí o Max, o líder, um preto de uns 24 anos, se levantou e disse com deboche, o idiota:
"Já, senhora, se acalme. Parece que seu marido não tá dando manutenção e por isso a senhora tá assim."
Ha, ha, ha, riram os outros, provocando a raiva da minha mãe, que respondeu:
"Como você ousa falar essas merdas?"
"É o que parece, mas não se preocupe. Se quiser, a gente dá o tratamento aqui mesmo."
Isso fez mamãe se enfurecer, e ela respondeu:
"CALA A BOCA, SEU PRETO FILHO DA PUTA!"
Palavras que até me surpreenderam, porque mamãe raramente usa esse tipo de linguagem e eu nunca tinha ouvido ela fazer um comentário racista. Sem dúvida, a coitada tinha tido um dia muito ruim no escritório.
Mas essas palavras detonaram a fúria dos vagabundos, tanto que até irradiavam pelos olhos.
"Max se levantou e puxou o cabelo de mamãe, dizendo:
"Isso eu não vou deixar passar, sua puta maldita. Essa ofensa você vai pagar!!"
Rapidamente pensei em intervir, mas fiquei paralisado.
"Solta, infeliz!" — minha mãe não se intimidou e se soltou do Max, mas ele a pegou de novo pelo cabelo e a ajoelhou. Minha mãe se levantou de novo, mas o desgraçado a ajoelhou outra vez, agora com mais força pelos cabelos, e começou a baixar a calcinha que ela usava, deixando o pau dele à mostra e o aproximou da boca da minha mãe, dizendo: "Agora você vai ver como eu calo essa sua boca maldita, puta metida!!"
"Solta, seu cabrãoaaa!"
Minha mãe não terminou de falar porque ele enfiou o pau na boca dela, mas ela lutava para impedir. Os gritos da Martita já faziam a cena ainda mais dramática, e Max disse pros comparsas: "Calem essa puta pra mim!" Os caras foram até a Martita, dois colocaram as mãos na boca dela enquanto os outros a seguravam. Enquanto isso, minha mãe tentava se soltar do Max, mas ele, com mais força, puxava o cabelo dela e enfiava o pau na boca dela. O pau do filho da puta era tão grande que desfigurava o rosto da minha pobre mãe, inchando as bochechas dela.
Tentei reagir e mal consegui me mexer, procurando alguma coisa — uma pá, um taco, sei lá — pra enfrentar aqueles filhos da puta, mas não achei nada. Quando voltei pra dentro de novo, fiquei paralisado, sem conseguir me mover. Não entendo o que aconteceu comigo. Naquela altura, já eram dois filhos da puta enfiando o pau na boca da minha mãe ao mesmo tempo, inchando as duas bochechas dela.
Mas algo estranho estava acontecendo! Minha mãe já não resistia tanto, e até acho que olhava pros paus com desejo. Nessa hora, os outros vagabundos já tinham amarrado a Martita numa cadeira, que estava desmaiada de susto. Max chamou eles e disse:
"Venham todos pro banquete, essa puta vai mamar em todo mundo!"
Nem demoraram nem foram preguiçosos: chegaram e cercaram minha mãe, que continuava ajoelhada num colchão velho no chão, no centro da sala, e começaram a esfregar os paus na cara toda dela. Minha mãe, naquela altura, já olhava pra eles com avidez, o que confirmei ao ver como ela devorava eles. Paixão frenética. Max puxou ela pelos cabelos e colocou ela de pé, depois a inclinou assim em pé e levantou a saia dela e abaixou a calcinha, enfiando a cara dele entre as nádegas da minha mãe. Parecia que ele entrava numa câmera fotográfica antiga, com grande desespero ele amassava as nádegas da mamãe e passava a língua pela racha delas, enquanto a mamãe chupava os paus dos amigos do Max.
"Parece que essa puta tá começando a gozar"
disse Max, nisso a mamãe abandonou por um momento a gula dela, levantou a cara e reparou que ali estava a Martita amarrada e desmaiada e perguntou:
O que aconteceu com a minha filha?
"Nada, é só um desmaio, mas eu sei como ela vai se recuperar"
disse o filho da puta do Max e foi até ela e aproximou a enorme verga venosa dele da boca dela "isso vai fazer ela voltar a si"
"Não, não façam nada com ela, ela é muito pequena" disse minha mãe.
"Mas se a mãe já é uma puta, com certeza ela também é, além disso ela também vai ter o que merece por ser metida" respondeu Max
e continuou esfregando o pau na Martita, até que ela começou a reagir, colocando a língua pra fora e ao sentir algo na boca abriu os olhos, e ao ver o pau enorme do Max se assustou e gritou,
"Calma, neném, seja boazinha e não vai acontecer nada" disse Max pra ela, Martita começou a chupar o pau dele desajeitadamente e Max convidou um dos amigos dele, "vem, Sam, vamos ver como fica a carinha dessa puta com dois paus dentro"
Enfiaram as duas barras enormes de carne e igual à mamãe, inflaram as bochechas dela com as vergas deles, depois o cuzão disse pros companheiros "venham, caras, dar pau pra essa menina"
eles obedeceram e em pouco tempo minha pobrezinha irmãzinha já estava rodeada por todos os paus e igual à minha mãe, esfregaram eles na cara toda dela, até o filho da puta do Max pegava ela pelas maria-chiquinhas e obrigava ela a engolir inteira aquela anaconda descomunal, fazia com tanta brutalidade que quase fez ela vomitar, fazendo as lágrimas da minha irmã aparecessem, mas assim como minha mãe, depois de um tempo a Martita sozinha já procurava as pirocas por conta própria, revezava os turnos pra mamar cock com uma alegria danada, enquanto a mãe observava a cena com uma mistura de surpresa e safadeza.
O QUE TINHA ACONTECIDO? Minha mãe e minha irmã tinham virado umas putas devoradoras de pica!
Depois o Max voltou com a minha mãe e levou ela pra um sofá onde começou a chupar os peitos dela como um bebê faminto, minha mãe tava com um sorriso de satisfação e eu só observava a cena humilhado sem poder fazer nada, logo o Max sentou e chamou a mãe:
"Vem cá, senhora, vem e monta no meu cock pra você ver o que é bom"
Minha mãe obedeceu, se levantou no sofá e devagar foi descendo até ficar bem enfiada na pica daquele preto de merda, ficou de costas pra mim e eu pude ver como aquela porra de pau enorme sumia entre as bundas dela, quase desmaiei mas continuei de pé.
Ali estavam as bundonas da mamãe quicando no dickão daquele filho da puta. Depois ele levou a mãe pro sofá que tava do lado, colocou ela de quatro com os cotovelos apoiados no braço do móvel e começou a comer ela, a mãe sem dúvida tava adorando.
"Vai, filho da puta, mete todo o cock, fode como a puta que eu sou"
Assim ficou uns três minutos pra depois aproximar a cara do rabo da minha mãe e com as mãos separou as nádegas dela e começou a dar linguadas no cu pra depois enfiar um dedo, depois de alguns segundos meteu dois dedos, um suor frio começou a escorrer pelo meu rosto, eu pressenti que era o prelúdio do que viria:
ESSE FILHO DA PUTA IA DAR NO CU DA MINHA SANTA MÃE!!!
O Max pegou o cock enorme dele e apontou pro bum da mamãe, que ao sentir o roçar virou na hora e perguntou "O que você vai fazer?" "Ué, o que eu vou fazer? Vou meter no teu cu"
O rosto da minha mãe mudou de prazer pra preocupação. "Não, por favor, é novo" "O quê, seu marido nunca te deu no cu? Cu?
—Não — respondeu a mamãe. — Pois é, que cara é esse, como é possível que tendo essa bucetuda em casa nunca tenha usado ela—
—Uma vez ele me pediu, mas minha educação não permite—
—Pois pra mim sua educação não vale porra nenhuma e vou meter no seu cu, sua puta— Mamãe baixou a cabeça e mordeu a mão com cara de preocupação de verdade. Max separou de novo as nádegas da mamãe, deixando o cu dela à mercê dele. Ainda assim, num último esforço pra dissuadi-lo, ela virou pra olhar ele e, iludida, com olhos suplicantes e mordendo os lábios, disse:
—Não, por favor, seu pau é grande demais, não, não vai entrar—
PELOS MEUS OVOS QUE VAI ENTRAR!!
E na mesma hora, com uma estocada certeira e mortal, enfiou a pica toda no cu dela de uma vez só até os ovos. Mamãe levantou a cara rapidamente e abriu uns olhões enormes, de um jeito tão desorbitado que até parecia cômico (se eu tivesse visto essa cena num filme pornô, obviamente com outra mulher que não fosse minha mãe, teria me cagado de rir e aplaudido).
Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii filho da puuuuuuuuuta que pariu, você arrebentou meu cuuuuuu!!
Essas palavras rasgaram minha alma, tudo ao contrário do filho da puta do Max. Pra ele, eram um troféu e o motivavam a atacar com mais fúria e velocidade o cu indefeso da minha pobrezinha mãe.
—Ha, ha, ha, olha só, arrebentei seu cu mesmo, tava bem fechadinho— disse com grande satisfação o filho da puta e continuou aniquilando o cu da mamãe.
Que enrabada que esse filho da puta tava dando na mamãe!
Não tinha dúvida que a mamãe tava pagando bem caro pela ousadia dela, e o filho da puta do Max tava se esbaldando com a lição que tava dando pra minha mãe, dava pra ver no sorrisão de orelha a orelha com a cara de tarado desgraçado.
Eu via em primeiro plano como o pauzão daquele gorilão entrava e saía inteiro do cu da minha mãe, só os ovoões paravam a penetração, que por sinal fazia um barulhão ao bater nas nádegas da mamãe. uma sensação que não consigo descrever, uma das piores coisas que podem existir na vida, sem dúvida. Aquela imagem da mamãe com a bunda pra cima e o canhão daquele filho da puta enfiando no cu dela, junto com o som dos ovos dele batendo nas nádegas da minha progenitora, eram como facadas pra mim. Facadas que se intensificaram quando, em poucos segundos, ouvi minha mãe dizer o seguinte:
— "Vai, seu cuzão! Arrebenta meu cu, mais forte! Caralho, isso é delicioso, no começo dói, mas depois é a melhor coisa, do que eu estava perdendo!"
Não tinha dúvida, a mamãe tinha feito a viagem sem volta.
Ela tinha virado uma puta soberana!
Enquanto isso, os outros cinco vagabundos lambiam o corpo todo da minha irmã e passavam a pica na cara dela, quando de repente um deles virou e viu o que o Max estava fazendo com a mamãe. Fez cara de surpresa e disse:
— "Ei, porra, Max, você tá comendo a coroa? Não seja guloso e invejoso, eu também quero um pouco!" — ao que Max respondeu — "Tá bom, rapazes, venham e façam fila pra dar no cu dessa puta." Ele colocou a mamãe de quatro no chão com a bunda pra cima e foi até a Martita, enquanto os outros cinco vinham fazer fila pra arrebentar a rabeta da mamãe.
Max se aproximou da Martita e começou a beijá-la e amassar a bundinha dela. Juntos, era evidente o contraste entre os corpos: Max era um mastodonte de 1,80m de altura e minha irmãzinha mal chegava a 1,50m, com o corpo muito magro, quase sem peitos, só se destacava a redondeza da bunda dela. Depois, ele a levantou no ar e se preparou para enfiar a pica nela. Minha irmã só apertou os dentes e aguentou a foda com coragem, o rosto dela começou a ficar vermelho, acho que ela também começou a gostar. Depois, ele a colocou de quatro e comeu ela assim por um bom tempo.
Nessa mesma posição de quatro, ele abriu as nalguitas da Martita e enfiou a língua no cu dela, para depois dizer:
— "Bom, vamos para sua próxima lição."
— "Qual é essa?"
— "Vou meter no seu cu."
— "Mas você... O cock é grande demais"
"Ah, que porra é essa, se entra, entra"
Então ele preparou o canhão dele e, diferente da minha mãe, pra Martita ele deixou ir devagar primeiro a cabeça do pau. Martita só apertou os dentes. Vendo que minha irmã aguentou, o filho da puta enfiou até a metade. Martita só deu um pequeno suspiro. Aí, envalentado, o cuzão do Max acabou enfiando tudo. Minha irmã deu uns gritinhos:
"ai, ai, ai, ai, ai, meu cu pequenininho, meu cu pequenininho"
Só durou três minutos metendo no cu da minha irmã. Quando soltou um grito e tremeu, o cuzão tinha gozado dentro da minha irmãzinha. Ele se separou e eu pude ver como da bunda da Martita brotava a porra borbulhante.
O filho da puta se levantou e foi pro sofá, sentou e disse:
"Ei, senhora, vem limpar a bagunça que sua filha fez. E vocês, seus cuzões, agora façam fila pra arrebentar o cu da menininha."
Minha mãe avançou até ele com uma cara de luxúria desenfreada, de quatro, e começou a limpar o pau dele com lambidas enquanto os amigos cuzões do Max correram pra onde tava a Martita, igual criança quando ganha saquinho de doce em festa. Minha pobre irmãzinha tava no chão com a bunda pra cima e um por um foram passando pra encher o cu dela. Ela aguentou valente a metralhada que os cuzões davam nela, e no terceiro turno falou algo que me surpreendeu:
"Me fodam duro, acho que eu gosto mais pelo cu do que pela buceta"
Aí um deles disse:
"Deve ser impressão minha, mas acho que a dona tinha o cu mais fechadinho que a menina."
Max respondeu: "Não, cara, o que acontece é que com a dona você foi o primeiro depois de mim, e com a menina você foi o último a foder ela."
Ha, ha, ha, todos caíram na risada. Aí Max levantou do sofá e disse: "Bom, é hora da dipi (D.P.)." "O que é isso?", perguntou minha irmã.
"A dupla penetração", respondeu Max.
"Isso parece interessante", disse minha mãe com cara de excitação.
Em poucos minutos, eu tinha... Diante de mim, os rabos da minha mãe e da minha irmã sendo duplamente penetrados por aqueles filhos da puta. Foi muito impactante ver como eles enfiavam a pica toda na minha mãe e na Martita. Mas naquela tarde, o destino me guardava uma surpresa a mais: vendo aquela cena, comecei a ter uma ereção.
O que estava acontecendo?
Eu não a desejava nem estava excitado, pelo contrário, estava indignado e com raiva, mas mesmo assim tive uma ereção. Embora tenha durado pouco, não deixava de ser uma ereção. Que porra estava acontecendo comigo? Eu estava reparando nisso quando saí daquele transe ao ouvir a voz do Max dizer:
"Bom, chegou a hora do grande final." E colocaram minha mãe e minha irmã de joelhos na colchonete do chão e começaram a bater punheta. Os desgraçados iam gozar na cara delas.
E foi assim: eles se descarregaram nas caras da minha mãe e da minha irmã. Cena que eu vi como se fosse o filme Matrix, percebia em câmera lenta como os grandes jatos daqueles filhos da puta se estouravam nos rostos delas. Quando terminaram, mãe e Martita estavam com a cara totalmente coberta de porra e estavam rindo pra caralho.
Não podia acreditar!
No final, tinham aproveitado a putaria violenta. Nisso, o Max falou:
"Bom, par de vadias, espero que tenham aprendido a lição. Podem ir ao banheiro se limpar essa porra toda. O banheiro é no fundo, à direita."
Nisso, elas se levantaram totalmente tateando porque a porra não deixava elas enxergarem. Mal tinham avançado alguns passos e tropeçaram numa mesinha de centro, caindo as duas de cara no chão e com a bunda pra cima, o que provocou gargalhadas enormes daqueles filhos da puta.
"Ha, ha, ha, ha, olha só essas branquelas. O que têm de putas, têm de burras, ha, ha, ha." E a mãe e a Martita se juntaram às risadas, com a mãe dizendo em tom festivo:
"Essa menina não presta atenção."
"Mas mãe, se eu não vejo nada, me deixaram toda besuntada como se fosse bolo de aniversário", disse a Martita alegremente. Ha, ha, ha, ha, todos riram com o comentário da minha irmã.
Essas palavras... Fiquei indignado, minha mãe e minha irmãzinha eram umas putas de verdade.
Não demoraram muito pra voltar, já vestidas e com o rosto limpo.
"Bom, galera, até logo", disse a mamãe.
"A senhora já sabe, quando quiser, estamos às suas ordens", falou o Max.
"Pois acho que não vai ter outra vez, porque eu e minha filha somos mulheres decentes", e na sequência saíram pela entrada da frente.
Reagi e soube que era hora de ir embora, mas ainda deu pra ouvir aquele cuzão do Max dizer:
"Esqueci de avisar pra aquelas duas putas que elas não vão conseguir cagar por uma semana, HA, HA, HA, HA", e a cambada de filhos da puta explodiu numa última gargalhada.
(de novo aquela risadinha de merda que ainda fura meus ouvidos)
Me dirigi pra cerca e esperei a mamãe e a Martita passarem, aí vi o jeito claro delas andarem, com as pernas bem abertas.
GULP! (engoli seco) Acho que aquele cuzão do Max não tava brincando quando disse que elas não iam conseguir cagar por uma semana.
O caminho pra casa foi um turbilhão de pensamentos, além da raiva e impotência de ter visto tudo que aconteceu e não sei se me faltou culhão ou o que rolou que não consegui impedir, ficava me perguntando: será que minha mãe e minha irmã eram umas putas de marca maior ou só foram vítimas da situação?
Depois, tentando justificar o comportamento delas, lembrei do que tinha lido numa revista: "7 em cada 10 mulheres fantasiam em ser possuídas à força por vários negros, e só 1 em cada 1 milhão realiza a fantasia."
Pô, sem dúvida eu podia me gabar de ter uma mãe e uma irmã que eram uma em um milhão, mas o que a porra da revista não dizia era uma estatística que mencionasse quantos caras como eu tinham visto arrebentarem o cu da mãe e da irmã ao mesmo tempo sem fazer nada.
Moro numa cidade do sul dos Estados Unidos com meus pais e minha irmã Martita. Eu tenho 19 anos e ela 18. Meu pai viaja direto pra fora da cidade por causa do trabalho, e minha mãe trabalha meio período como corretora de imóveis. Ela acabou de fazer 50 anos, é loira, de olhos azuis e tem um corpão graças à academia. O corpo dela é no estilo da Jennifer López, embora dois dos meus amigos mais próximos vivam me zoando, os sem-vergonha, dizendo que ela parece uma famosa atriz pornô MILF. (E tenho que admitir que sim, ela é muito parecida no rosto e no corpo.)
No bairro tem uns negos folgados, são 5 caras sem emprego nem futuro, entre 20 e 24 anos, liderados por um cuzão de sangue pesado chamado Max, que viviam enchendo o saco da minha irmãzinha. Muitas vezes quis reclamar, mas minha mãe me proibia, dizia pra não arrumar confusão.
Uma tarde minha irmã chegou em casa muito assustada. Eu tinha acabado de tomar banho e tava me vestindo no andar de cima, quando ouvi a Martita dizer: "Esses vagabundos, não aguento mais."
"Ignora esses idiotas", respondeu minha mãe, que tinha acabado de chegar do trabalho e parecia ter tido um dia ruim, não tava com humor.
"Mas é que eles tão cada vez mais grossos e sem-vergonha", respondeu minha irmã.
"Já chega, tá na hora de botar um limite nesses caras. Vem comigo", disse minha mãe num tom irritado, e saíram de casa. No começo não dei muita importância, mas depois me toquei e pensei: é melhor eu ir com elas, não vá que esses imbecis comecem a encher o saco.
Eles moram numa casa no fim do beco, por onde a gente tem que passar, por isso as grosserias deles com minha irmã são inevitáveis. Quando saí, já não alcancei ver minha mãe e a Martita, e fui pra casa desses caras. A entrada principal fica no fim do beco, mas antes tem um portão que dá pra porta dos fundos deles, e quando passei... por aí decidi entrar por trás, são uns 10 metros de quintal e depois tem uma janelona sem vidro e com cortina de um lado só. Me aproximei na surdina, dali dá pra ver a sala da casa perfeitamente. Ouvi vozes e me escondi na cortina. Mamãe e a Martita já deviam estar lá uns 3 minutos, e eu escutei mamãe dizer:
"Espero que vocês entendam o que eu falei. Não vou tolerar mais nenhum desrespeito. Entenderam?" Mamãe usou uma voz firme e a cara dela mostrava a raiva, assim como a postura corporal que impunha respeito, tanto que aqueles imbecis estavam todos encolhidos.
"Não é pra tanto, senhora" disse um dos vagabundos.
"Qual não é pra tanto, qual nada! Essa menina é pra ser respeitada!" Mamãe continuava falando com autoridade enquanto os cuzões olhavam pra ela com caras de susto.
Fiquei orgulhoso da minha mãe!
Ao ver como ela estava colocando no lugar aquela cambada de filhos da puta, ela parecia imponente. Até fiz força pra segurar o riso de ver as caras de bunda que os pivetes faziam. Mas aí o Max, o líder, um preto de uns 24 anos, se levantou e disse com deboche, o idiota:
"Já, senhora, se acalme. Parece que seu marido não tá dando manutenção e por isso a senhora tá assim."
Ha, ha, ha, riram os outros, provocando a raiva da minha mãe, que respondeu:
"Como você ousa falar essas merdas?"
"É o que parece, mas não se preocupe. Se quiser, a gente dá o tratamento aqui mesmo."
Isso fez mamãe se enfurecer, e ela respondeu:
"CALA A BOCA, SEU PRETO FILHO DA PUTA!"
Palavras que até me surpreenderam, porque mamãe raramente usa esse tipo de linguagem e eu nunca tinha ouvido ela fazer um comentário racista. Sem dúvida, a coitada tinha tido um dia muito ruim no escritório.
Mas essas palavras detonaram a fúria dos vagabundos, tanto que até irradiavam pelos olhos.
"Max se levantou e puxou o cabelo de mamãe, dizendo:
"Isso eu não vou deixar passar, sua puta maldita. Essa ofensa você vai pagar!!"
Rapidamente pensei em intervir, mas fiquei paralisado.
"Solta, infeliz!" — minha mãe não se intimidou e se soltou do Max, mas ele a pegou de novo pelo cabelo e a ajoelhou. Minha mãe se levantou de novo, mas o desgraçado a ajoelhou outra vez, agora com mais força pelos cabelos, e começou a baixar a calcinha que ela usava, deixando o pau dele à mostra e o aproximou da boca da minha mãe, dizendo: "Agora você vai ver como eu calo essa sua boca maldita, puta metida!!"
"Solta, seu cabrãoaaa!"
Minha mãe não terminou de falar porque ele enfiou o pau na boca dela, mas ela lutava para impedir. Os gritos da Martita já faziam a cena ainda mais dramática, e Max disse pros comparsas: "Calem essa puta pra mim!" Os caras foram até a Martita, dois colocaram as mãos na boca dela enquanto os outros a seguravam. Enquanto isso, minha mãe tentava se soltar do Max, mas ele, com mais força, puxava o cabelo dela e enfiava o pau na boca dela. O pau do filho da puta era tão grande que desfigurava o rosto da minha pobre mãe, inchando as bochechas dela.
Tentei reagir e mal consegui me mexer, procurando alguma coisa — uma pá, um taco, sei lá — pra enfrentar aqueles filhos da puta, mas não achei nada. Quando voltei pra dentro de novo, fiquei paralisado, sem conseguir me mover. Não entendo o que aconteceu comigo. Naquela altura, já eram dois filhos da puta enfiando o pau na boca da minha mãe ao mesmo tempo, inchando as duas bochechas dela.
Mas algo estranho estava acontecendo! Minha mãe já não resistia tanto, e até acho que olhava pros paus com desejo. Nessa hora, os outros vagabundos já tinham amarrado a Martita numa cadeira, que estava desmaiada de susto. Max chamou eles e disse:
"Venham todos pro banquete, essa puta vai mamar em todo mundo!"
Nem demoraram nem foram preguiçosos: chegaram e cercaram minha mãe, que continuava ajoelhada num colchão velho no chão, no centro da sala, e começaram a esfregar os paus na cara toda dela. Minha mãe, naquela altura, já olhava pra eles com avidez, o que confirmei ao ver como ela devorava eles. Paixão frenética. Max puxou ela pelos cabelos e colocou ela de pé, depois a inclinou assim em pé e levantou a saia dela e abaixou a calcinha, enfiando a cara dele entre as nádegas da minha mãe. Parecia que ele entrava numa câmera fotográfica antiga, com grande desespero ele amassava as nádegas da mamãe e passava a língua pela racha delas, enquanto a mamãe chupava os paus dos amigos do Max.
"Parece que essa puta tá começando a gozar"
disse Max, nisso a mamãe abandonou por um momento a gula dela, levantou a cara e reparou que ali estava a Martita amarrada e desmaiada e perguntou:
O que aconteceu com a minha filha?
"Nada, é só um desmaio, mas eu sei como ela vai se recuperar"
disse o filho da puta do Max e foi até ela e aproximou a enorme verga venosa dele da boca dela "isso vai fazer ela voltar a si"
"Não, não façam nada com ela, ela é muito pequena" disse minha mãe.
"Mas se a mãe já é uma puta, com certeza ela também é, além disso ela também vai ter o que merece por ser metida" respondeu Max
e continuou esfregando o pau na Martita, até que ela começou a reagir, colocando a língua pra fora e ao sentir algo na boca abriu os olhos, e ao ver o pau enorme do Max se assustou e gritou,
"Calma, neném, seja boazinha e não vai acontecer nada" disse Max pra ela, Martita começou a chupar o pau dele desajeitadamente e Max convidou um dos amigos dele, "vem, Sam, vamos ver como fica a carinha dessa puta com dois paus dentro"
Enfiaram as duas barras enormes de carne e igual à mamãe, inflaram as bochechas dela com as vergas deles, depois o cuzão disse pros companheiros "venham, caras, dar pau pra essa menina"
eles obedeceram e em pouco tempo minha pobrezinha irmãzinha já estava rodeada por todos os paus e igual à minha mãe, esfregaram eles na cara toda dela, até o filho da puta do Max pegava ela pelas maria-chiquinhas e obrigava ela a engolir inteira aquela anaconda descomunal, fazia com tanta brutalidade que quase fez ela vomitar, fazendo as lágrimas da minha irmã aparecessem, mas assim como minha mãe, depois de um tempo a Martita sozinha já procurava as pirocas por conta própria, revezava os turnos pra mamar cock com uma alegria danada, enquanto a mãe observava a cena com uma mistura de surpresa e safadeza.
O QUE TINHA ACONTECIDO? Minha mãe e minha irmã tinham virado umas putas devoradoras de pica!
Depois o Max voltou com a minha mãe e levou ela pra um sofá onde começou a chupar os peitos dela como um bebê faminto, minha mãe tava com um sorriso de satisfação e eu só observava a cena humilhado sem poder fazer nada, logo o Max sentou e chamou a mãe:
"Vem cá, senhora, vem e monta no meu cock pra você ver o que é bom"
Minha mãe obedeceu, se levantou no sofá e devagar foi descendo até ficar bem enfiada na pica daquele preto de merda, ficou de costas pra mim e eu pude ver como aquela porra de pau enorme sumia entre as bundas dela, quase desmaiei mas continuei de pé.
Ali estavam as bundonas da mamãe quicando no dickão daquele filho da puta. Depois ele levou a mãe pro sofá que tava do lado, colocou ela de quatro com os cotovelos apoiados no braço do móvel e começou a comer ela, a mãe sem dúvida tava adorando.
"Vai, filho da puta, mete todo o cock, fode como a puta que eu sou"
Assim ficou uns três minutos pra depois aproximar a cara do rabo da minha mãe e com as mãos separou as nádegas dela e começou a dar linguadas no cu pra depois enfiar um dedo, depois de alguns segundos meteu dois dedos, um suor frio começou a escorrer pelo meu rosto, eu pressenti que era o prelúdio do que viria:
ESSE FILHO DA PUTA IA DAR NO CU DA MINHA SANTA MÃE!!!
O Max pegou o cock enorme dele e apontou pro bum da mamãe, que ao sentir o roçar virou na hora e perguntou "O que você vai fazer?" "Ué, o que eu vou fazer? Vou meter no teu cu"
O rosto da minha mãe mudou de prazer pra preocupação. "Não, por favor, é novo" "O quê, seu marido nunca te deu no cu? Cu?
—Não — respondeu a mamãe. — Pois é, que cara é esse, como é possível que tendo essa bucetuda em casa nunca tenha usado ela—
—Uma vez ele me pediu, mas minha educação não permite—
—Pois pra mim sua educação não vale porra nenhuma e vou meter no seu cu, sua puta— Mamãe baixou a cabeça e mordeu a mão com cara de preocupação de verdade. Max separou de novo as nádegas da mamãe, deixando o cu dela à mercê dele. Ainda assim, num último esforço pra dissuadi-lo, ela virou pra olhar ele e, iludida, com olhos suplicantes e mordendo os lábios, disse:
—Não, por favor, seu pau é grande demais, não, não vai entrar—
PELOS MEUS OVOS QUE VAI ENTRAR!!
E na mesma hora, com uma estocada certeira e mortal, enfiou a pica toda no cu dela de uma vez só até os ovos. Mamãe levantou a cara rapidamente e abriu uns olhões enormes, de um jeito tão desorbitado que até parecia cômico (se eu tivesse visto essa cena num filme pornô, obviamente com outra mulher que não fosse minha mãe, teria me cagado de rir e aplaudido).
Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii filho da puuuuuuuuuta que pariu, você arrebentou meu cuuuuuu!!
Essas palavras rasgaram minha alma, tudo ao contrário do filho da puta do Max. Pra ele, eram um troféu e o motivavam a atacar com mais fúria e velocidade o cu indefeso da minha pobrezinha mãe.
—Ha, ha, ha, olha só, arrebentei seu cu mesmo, tava bem fechadinho— disse com grande satisfação o filho da puta e continuou aniquilando o cu da mamãe.
Que enrabada que esse filho da puta tava dando na mamãe!
Não tinha dúvida que a mamãe tava pagando bem caro pela ousadia dela, e o filho da puta do Max tava se esbaldando com a lição que tava dando pra minha mãe, dava pra ver no sorrisão de orelha a orelha com a cara de tarado desgraçado.
Eu via em primeiro plano como o pauzão daquele gorilão entrava e saía inteiro do cu da minha mãe, só os ovoões paravam a penetração, que por sinal fazia um barulhão ao bater nas nádegas da mamãe. uma sensação que não consigo descrever, uma das piores coisas que podem existir na vida, sem dúvida. Aquela imagem da mamãe com a bunda pra cima e o canhão daquele filho da puta enfiando no cu dela, junto com o som dos ovos dele batendo nas nádegas da minha progenitora, eram como facadas pra mim. Facadas que se intensificaram quando, em poucos segundos, ouvi minha mãe dizer o seguinte:
— "Vai, seu cuzão! Arrebenta meu cu, mais forte! Caralho, isso é delicioso, no começo dói, mas depois é a melhor coisa, do que eu estava perdendo!"
Não tinha dúvida, a mamãe tinha feito a viagem sem volta.
Ela tinha virado uma puta soberana!
Enquanto isso, os outros cinco vagabundos lambiam o corpo todo da minha irmã e passavam a pica na cara dela, quando de repente um deles virou e viu o que o Max estava fazendo com a mamãe. Fez cara de surpresa e disse:
— "Ei, porra, Max, você tá comendo a coroa? Não seja guloso e invejoso, eu também quero um pouco!" — ao que Max respondeu — "Tá bom, rapazes, venham e façam fila pra dar no cu dessa puta." Ele colocou a mamãe de quatro no chão com a bunda pra cima e foi até a Martita, enquanto os outros cinco vinham fazer fila pra arrebentar a rabeta da mamãe.
Max se aproximou da Martita e começou a beijá-la e amassar a bundinha dela. Juntos, era evidente o contraste entre os corpos: Max era um mastodonte de 1,80m de altura e minha irmãzinha mal chegava a 1,50m, com o corpo muito magro, quase sem peitos, só se destacava a redondeza da bunda dela. Depois, ele a levantou no ar e se preparou para enfiar a pica nela. Minha irmã só apertou os dentes e aguentou a foda com coragem, o rosto dela começou a ficar vermelho, acho que ela também começou a gostar. Depois, ele a colocou de quatro e comeu ela assim por um bom tempo.
Nessa mesma posição de quatro, ele abriu as nalguitas da Martita e enfiou a língua no cu dela, para depois dizer:
— "Bom, vamos para sua próxima lição."
— "Qual é essa?"
— "Vou meter no seu cu."
— "Mas você... O cock é grande demais"
"Ah, que porra é essa, se entra, entra"
Então ele preparou o canhão dele e, diferente da minha mãe, pra Martita ele deixou ir devagar primeiro a cabeça do pau. Martita só apertou os dentes. Vendo que minha irmã aguentou, o filho da puta enfiou até a metade. Martita só deu um pequeno suspiro. Aí, envalentado, o cuzão do Max acabou enfiando tudo. Minha irmã deu uns gritinhos:
"ai, ai, ai, ai, ai, meu cu pequenininho, meu cu pequenininho"
Só durou três minutos metendo no cu da minha irmã. Quando soltou um grito e tremeu, o cuzão tinha gozado dentro da minha irmãzinha. Ele se separou e eu pude ver como da bunda da Martita brotava a porra borbulhante.
O filho da puta se levantou e foi pro sofá, sentou e disse:
"Ei, senhora, vem limpar a bagunça que sua filha fez. E vocês, seus cuzões, agora façam fila pra arrebentar o cu da menininha."
Minha mãe avançou até ele com uma cara de luxúria desenfreada, de quatro, e começou a limpar o pau dele com lambidas enquanto os amigos cuzões do Max correram pra onde tava a Martita, igual criança quando ganha saquinho de doce em festa. Minha pobre irmãzinha tava no chão com a bunda pra cima e um por um foram passando pra encher o cu dela. Ela aguentou valente a metralhada que os cuzões davam nela, e no terceiro turno falou algo que me surpreendeu:
"Me fodam duro, acho que eu gosto mais pelo cu do que pela buceta"
Aí um deles disse:
"Deve ser impressão minha, mas acho que a dona tinha o cu mais fechadinho que a menina."
Max respondeu: "Não, cara, o que acontece é que com a dona você foi o primeiro depois de mim, e com a menina você foi o último a foder ela."
Ha, ha, ha, todos caíram na risada. Aí Max levantou do sofá e disse: "Bom, é hora da dipi (D.P.)." "O que é isso?", perguntou minha irmã.
"A dupla penetração", respondeu Max.
"Isso parece interessante", disse minha mãe com cara de excitação.
Em poucos minutos, eu tinha... Diante de mim, os rabos da minha mãe e da minha irmã sendo duplamente penetrados por aqueles filhos da puta. Foi muito impactante ver como eles enfiavam a pica toda na minha mãe e na Martita. Mas naquela tarde, o destino me guardava uma surpresa a mais: vendo aquela cena, comecei a ter uma ereção.
O que estava acontecendo?
Eu não a desejava nem estava excitado, pelo contrário, estava indignado e com raiva, mas mesmo assim tive uma ereção. Embora tenha durado pouco, não deixava de ser uma ereção. Que porra estava acontecendo comigo? Eu estava reparando nisso quando saí daquele transe ao ouvir a voz do Max dizer:
"Bom, chegou a hora do grande final." E colocaram minha mãe e minha irmã de joelhos na colchonete do chão e começaram a bater punheta. Os desgraçados iam gozar na cara delas.
E foi assim: eles se descarregaram nas caras da minha mãe e da minha irmã. Cena que eu vi como se fosse o filme Matrix, percebia em câmera lenta como os grandes jatos daqueles filhos da puta se estouravam nos rostos delas. Quando terminaram, mãe e Martita estavam com a cara totalmente coberta de porra e estavam rindo pra caralho.
Não podia acreditar!
No final, tinham aproveitado a putaria violenta. Nisso, o Max falou:
"Bom, par de vadias, espero que tenham aprendido a lição. Podem ir ao banheiro se limpar essa porra toda. O banheiro é no fundo, à direita."
Nisso, elas se levantaram totalmente tateando porque a porra não deixava elas enxergarem. Mal tinham avançado alguns passos e tropeçaram numa mesinha de centro, caindo as duas de cara no chão e com a bunda pra cima, o que provocou gargalhadas enormes daqueles filhos da puta.
"Ha, ha, ha, ha, olha só essas branquelas. O que têm de putas, têm de burras, ha, ha, ha." E a mãe e a Martita se juntaram às risadas, com a mãe dizendo em tom festivo:
"Essa menina não presta atenção."
"Mas mãe, se eu não vejo nada, me deixaram toda besuntada como se fosse bolo de aniversário", disse a Martita alegremente. Ha, ha, ha, ha, todos riram com o comentário da minha irmã.
Essas palavras... Fiquei indignado, minha mãe e minha irmãzinha eram umas putas de verdade.
Não demoraram muito pra voltar, já vestidas e com o rosto limpo.
"Bom, galera, até logo", disse a mamãe.
"A senhora já sabe, quando quiser, estamos às suas ordens", falou o Max.
"Pois acho que não vai ter outra vez, porque eu e minha filha somos mulheres decentes", e na sequência saíram pela entrada da frente.
Reagi e soube que era hora de ir embora, mas ainda deu pra ouvir aquele cuzão do Max dizer:
"Esqueci de avisar pra aquelas duas putas que elas não vão conseguir cagar por uma semana, HA, HA, HA, HA", e a cambada de filhos da puta explodiu numa última gargalhada.
(de novo aquela risadinha de merda que ainda fura meus ouvidos)
Me dirigi pra cerca e esperei a mamãe e a Martita passarem, aí vi o jeito claro delas andarem, com as pernas bem abertas.
GULP! (engoli seco) Acho que aquele cuzão do Max não tava brincando quando disse que elas não iam conseguir cagar por uma semana.
O caminho pra casa foi um turbilhão de pensamentos, além da raiva e impotência de ter visto tudo que aconteceu e não sei se me faltou culhão ou o que rolou que não consegui impedir, ficava me perguntando: será que minha mãe e minha irmã eram umas putas de marca maior ou só foram vítimas da situação?
Depois, tentando justificar o comportamento delas, lembrei do que tinha lido numa revista: "7 em cada 10 mulheres fantasiam em ser possuídas à força por vários negros, e só 1 em cada 1 milhão realiza a fantasia."
Pô, sem dúvida eu podia me gabar de ter uma mãe e uma irmã que eram uma em um milhão, mas o que a porra da revista não dizia era uma estatística que mencionasse quantos caras como eu tinham visto arrebentarem o cu da mãe e da irmã ao mesmo tempo sem fazer nada.
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8 comentários - Vi minha mãe e irmã tomarem no cu