Vocês vão desculpar o tamanho do relato, espero que tenham paciência... elita
Eram aproximadamente 3 da manhã, eu estava caminhando rapidamente pela rua e o único acompanhante que tinha era o som dos meus saltos batendo no asfalto. Comecei a sentir frio e arrependimento de ter saído da festa; fiquei esperando minhas amigas por cerca de uma hora e meia até receber uma mensagem dizendo que não poderiam chegar por causa de um imprevisto. Farta de esperar, de beber e dançar sozinha, e com uma leve dor de cabeça, saí do lugar onde estava e caminhei em direção à avenida central na esperança de encontrar um táxi livre naquela hora.
Ainda faltavam algumas quadras para chegar à avenida e comecei a me sentir francamente nervosa; um vestidinho curto e salto alto não são exatamente a melhor escolha para caminhar de madrugada pelas ruas. Cheguei finalmente ao meu destino e esperei na esquina. Estava bastante frio e nenhum meio de transporte passava. Esperei cerca de 20 minutos e passou uma caminhonete preta, com três homens dentro. Eles pararam e, sem descer do veículo, o motorista me perguntou:
- Te damos uma carona, amor? - e me dedicou o mais sedutor dos seus sorrisos.
_Como é?_
- Sobe, gata? Lá em cima você explica quanto cobra - disse novamente o motorista.
- Não sou...
- Sobe logo, putinha! - disse animadamente um jovem gordo que se espremia no banco de trás.
- Desculpa, mas não sou prostituta, vim de uma festa e...
Sem me deixar terminar a frase, a caminhonete arrancou e me deixou ali parada, um pouco perturbada com a situação, embora também bastante pensativa...
Fiquei esperando mais alguns minutos e comecei a considerar seriamente voltar para a festa quando um táxi se aproximou e rapidamente fiz sinal para ele parar.
- Quanto cobra por um serviço? - perguntou secamente.
- Eu não... - Não acreditei.
- Não é garota de programa? - perguntou franzindo a testa.
- Não, Acabei de sair de uma festa e esperava encontrar transporte, só isso – falei indignada.
– Bom, desculpe, mas uma garota como você e vestida assim, sinceramente, você não deveria se ofender e sim entender que eu me confundi.
– Ahh – foi tudo que consegui dizer enquanto sentia meu vestido mais curto que nunca e percebia meus mamilos duros por causa do frio.
– E pra onde você vai, amiga? Talvez eu possa te dar uma carona.
– Vou pro sul da cidade – respondi desconfiada.
– Ah, então sinto muito, amiga. É uma pena não poder te levar. Com esse vestidinho que você tá usando, com certeza me daria um espetáculo gostoso pelo retrovisor – disse com sarcasmo, me deixando sem palavras de novo – mas se quiser, posso fazer uma exceção e te levar até a porta da sua casa por um bom boquete.
– O quê? – falei ao mesmo tempo que senti meu estômago se encher inexplicavelmente de excitação e o álcool esquentando meu sangue.
– Um boquete e te levo – repetiu.
– Desculpe, mas acho que não vai rolar – respondi, sorrindo pra ele.
– Tá bom, então sobe aqui e me mostra esses peitos, e com isso eu te levo… topa?
– Até minha casa? – perguntei, sentindo um calor leve no estômago e percebendo que estava começando a ficar excitada.
– Isso mesmo, a menos que você queira passar em outro lugar antes… – disse enquanto colocava uma mão debaixo da minha saia e acariciava minha coxa. Foi aí que reagi e dei um passo pra trás.
– Desculpe, mas não, não quero.
Acho que foi o tom levemente histérico que fez o taxista perceber que eu falava sério, então ele só me olhou com desdém e disse “tá bom, então, putinha”, enquanto arrancava com o carro.
Fiquei parada ali por alguns segundos, que pareceram horas, pensando no que tinha acontecido e como quase me ofereci pra um estranho. A ideia me parecia francamente excitante, mas também muito perigosa. Depois de alguns instantes, decidi voltar pra festa e comecei a andar. Estava a apenas algumas quadras de chegar quando um taxi passou pela rua, parou perto de mim e um senhor mais velho… Ele espiou o rosto pela janela, tinha um bigode preto salpicado de cabelos brancos, um rosto moreno e francamente feio; parecia alto e um pouco gordo.
— Precisa de transporte, moça?
Imediatamente senti uma emoção que me invadiu, talvez pelo álcool, junto com o que acabara de acontecer.
— Vou para o sul — disse, contradizendo meu bom senso e sorrindo para ele.
— Levo você, moça, tarifa normal — ele falou.
Me limitei a sorrir e a entrar no táxi. Notei como ele olhou minhas pernas enquanto eu entrava no carro, o que me alegrou e me deixou ainda mais excitada.
— E o que uma mulher tão linda está fazendo a essa hora da noite?
— Vim de uma festa, é muito difícil encontrar transporte nesse horário — disse enquanto cruzava as pernas. Pensei que só brincaria no caminho, seria flertante e chegaria a me masturbar imaginando outros finais para meu flerte.
— E sozinha?
— Combinei de encontrar minhas amigas, mas elas não apareceram, me deixaram sozinha… haha.
— Bom, eu estava pensando mais em companhia masculina — o taxista se apressou em dizer.
— Na festa não conheci ninguém interessante — falei, sorrindo para ele. — E quanto vai me cobrar? — acrescentei para mudar de assunto, enquanto procurava distraidamente minha carteira na bolsa.
— O que quiser me dar está bom — ele disse, e eu entendi perfeitamente o jogo que estava me propondo.
— É que acabei de perceber que perdi minha carteira — disse, enquanto descruzava as pernas e as cruzava novamente, do outro lado, sabendo que estava entrando em um terreno perigoso.
— E então? — ele apenas disse. Embora me incomodasse um pouco sua passividade, decidi conduzir o assunto. Sentia meu coração batendo com muita força e uma sensação de vazio no estômago. Não podia acreditar no que eu mesma estava fazendo, mas mesmo assim falei:
— Um boquete parece um bom pagamento? — disse, ao mesmo tempo que pensava: "Que diabos você está fazendo?"
— Bom pagamento — ele apenas assentiu. — Mas tenho que parar, porque se alguma patrulha nos vir, vai ser ruim para nós dois. Por aqui tem um depósito onde guardamos as… Frotando, meto o táxi, você me paga e depois te levo, tá bom?"
- "De acordo" - disse, mais excitada do que prudente.
Sentia meu corpo ter espasmos, tremia como só acontece quando a gente experimenta coisas pela primeira vez. Estava assustada e, ao mesmo tempo, extremamente excitada com a situação que eu mesma tinha criado.
Não demoramos para chegar ao pátio dos táxis; era um terreno sem construção nenhuma, nem chão tinha, só um pouco de terra molhada que formava uma lama pegajosa. Havia vários táxis estacionados, e foi entre dois deles que o taxista parou. A cada segundo ficava mais nervosa, mas também bem excitada, quando a voz dele interrompeu meus pensamentos.
- "Então primeiro eu cobro e depois te levo, tá bom?"
- "Sim..." - disse, ao mesmo tempo em que começava a me mover do banco de trás para o da frente, mas antes que conseguisse meu objetivo, o taxista falou:
- "Melhor lá fora, pra não sujar, além do mais eu gosto de ficar em pé."
Sorri pra ele, saí e rodei o táxi, me encontrando com o taxista na altura do capô do carro. Ele simplesmente me olhou, sorriu e tirou o pau pelo zíper da calça. Era de um bom tamanho, não muito grande nem muito grosso, tinha uma cor morena escura.
Comecei a masturbá-lo com as minhas mãos enquanto ele apalpava minha bunda por cima do vestido, mais amassando do que acariciando. Eu sentia o membro dele duro e seco entre minhas mãos, então molhei a ponta dos dedos com saliva e comecei a esfregar a cabeça do pau dele, enquanto ele começava a apalpar meus peitos com uma mão, mantendo a outra na minha bunda. A cada instante ele ficava mais ousado, então logo introduziu os dedos por baixo do meu fio dental. Senti os dedos dele deslizando por causa da minha lubrificação; ele tinha as mãos duras e ásperas. Deixei que ele me dedasse por um ou dois minutos, até que, com um empurrãozinho e um sorriso provocante, falei:
- "Dedar não era parte do trato, então melhor começarmos com o que combinamos.
Me agachei com as pernas abertas para dar a ele um espetáculo visual também, desci até ficar na altura do seu pau. Tinha um cheiro amargo, mas não desagradável. Soltei o cinto dele, depois o botão da calça e comecei a fazer meu trabalho.
Enfiei o membro inteiro dele na minha boca até sentir que chegava no fundo da garganta, subi e desci várias vezes, e enfiei de novo até o fundo da garganta e segurei por alguns segundos. Enquanto tinha o pau dele dentro, coloquei a língua por baixo para roçar nos ovos dele. Isso deixou ele louco, então repeti o jogo várias vezes enquanto me masturbava com uma das mãos. Eu estava excitadíssima, muito mais molhada do que quando me masturbo sozinha, e cada toque dos meus dedos no meu clitóris fazia minhas pernas tremerem. Comecei a gemer e a enfiar meus dedos cada vez mais dentro. A situação era tão excitante que se naquele momento o taxista quisesse me penetrar, eu teria cedido... e ele fez...
Ele me levantou com muita facilidade e força, o que fez o pau dele escapar da minha boca. Naquele momento, olhei nos olhos dele e percebi que ele era realmente muito feio. Ele pareceu ler meus pensamentos e disse:
— Mesmo que você não goste de mim, eu sei que você quer isso. Então, para não atrapalhar sua vista...
Ele tirou uma camiseta suja do bolso e amarrou nos meus olhos de um jeito que os cobriu completamente. Em seguida, simplesmente me inclinou contra o capô do carro dele, de forma que minha boca quase beijou o carro...
Senti o frio do metal atravessar a roupa e chegar até minha pele. Meus mamilos estavam cada vez mais duros, um pouco por causa do frio e muito mais pela forma como o taxista enfiava as mãos ásperas em mim. Ele ficou me dedando por uns momentos que pareceram horas deliciosas. Depois, senti a boca dele se posicionar na altura da minha bunda e começar a me chupar. O bigode dele me arranhava enquanto a língua percorria minha buceta, minha... clitóris e ânus à vontade. Eu não parava de gemer e meu corpo não parava de tremer, mesmo assim murmurei bem baixinho, quase inaudível: -Nada de penetração- Ao que ele respondeu com duas deliciosas palmadas na bunda, senti minha pele esquentar com os impactos e soltei um leve puxido. Já estava quase resignada a ser penetrada quando uma voz interrompeu a situação… -Opa, opa, então você conseguiu convencê-la, é? Devia ter insistido mais- Reconheci imediatamente, era a voz do primeiro taxista que tinha me confundido com uma garota de programa. -pois não é prostituta, mas com certeza é uma putinha - disse animado – Eu não convenci ela de nada - resmungou o taxista de bigode – foi ideia dela -hahaha, que coisas acontecem, como você é sortudo, velho- Eu estava mais nerviosa que nunca, só conseguia ouvir o que acontecia, numa posição super vulnerável, curvada sobre o capô do carro, com a saia levantada, a calcinha fio-dental jogada pro lado e o pau de um homem maduro prestes a entrar em mim. Sentia meu corpo tremer da cabeça aos pés e sem dúvida os dois homens perceberam. -Acho melhor eu ir embora- murmurei Imediatamente senti a mão enorme do taxista pressionando minhas costas contra o carro -Temos um acordo, pretendo te levar até sua casa hoje à noite, pequena- -haha, velho, me pergunto o que sua esposa acharia desse acordo, haha- disse a outra voz de forma amigável – Não se preocupa, menina, eu não vou te fazer nada, se me contentava em ver seus peitos e te levar, melhor ainda se posso ver você sendo comida e sem dar nada em troca, só vou ser espectador- -Como quiser- resmungou de mau humor o taxista maduro e imediatamente senti ele colocar a boca de novo no meu ânus e tentar introduzir a língua. A situação tinha dado uma virada inesperada mas enquanto o outro homem ficasse de fora tudo bem, e inclusive o fato de estar sendo observada sem poder ver me causava um grande tesão. Senti o taxista se levantar e colocar a cabeça do pau inchado na entrada da minha buceta, deixei ele ali por uns instantes e pude sentir como pulsava. Ele foi empurrando devagar enquanto eu sentia seu membro me abrindo lentamente, com uma das mãos ele começou a descer o zíper do meu vestido, o que deixou minhas costas quase nuas. Seu pau já tinha quase metade do tamanho dentro de mim quando, com um único empuxo, ele enfiou o resto, senti uma dorzinha deliciosa. Assim ele começou a me comer com coragem, eu a princípio tentei gemer o mínimo possível, mas não consegui resistir por muito tempo e depois de alguns minutos estava gemendo escandalosamente, concentrada nas mãos enormes do meu taxista e em como ele me agarrava pela bunda, puxando-me assim contra seu membro.
- Shhh, garota, você vai acordar todo mundo - brincou nosso voyeur.
Sua voz me lembrou que, de um jeito ou de outro, isso era o mais perto que eu tinha estado de ficar com dois homens ao mesmo tempo. Esse pensamento me excitou e comecei a mover meus quadris para ser eu quem provocava a penetração, enquanto com uma das mãos acariciava meu clitóris. Assim passaram-se minutos e o primeiro orgasmo chegou, arquei as costas tanto que pensei que ia estalar; senti-me molhando como nunca antes, mas também senti meu homem se afastar, me deixando cansada e melada, encostada no metal.
- Não quero gozar ainda - ele disse - quero continuar te comendo, por isso me afastei, pequena - explicou.
Imediatamente senti ele colocar de novo a cabeça do pau na minha vagina, empurrou e senti uma dor, senti ele me abrindo de novo, dessa vez doeu um pouco, mas não me importei, queria mais e meus quadris mostravam isso, movia minha bunda e meu taxista me fodia com suavidade, mas intensamente.
- Posso? - disse a voz do espectador, ao que eu simplesmente não neguei permissão, ao mesmo tempo que senti uma mão enorme nas minhas costas e como ela começou a acariciá-las, até de vez em quando descer até minha bunda. Enquanto isso, a penetração ficava cada vez mais violenta, mas cada vez mais... satisfatória, numa dessas enfiadas senti o enorme pau que me penetrava chegando até o fundo de mim, uma dor deliciosa percorreu meu corpo e aquele membro enorme continuou me comendo descaradamente.
O homem que estava esfregando minhas costas me levantou levemente, puxou meu vestido pelos ombros de modo que só restava tecido em volta do abdômen e deixou meus seios expostos pela primeira vez na noite. Acariciou-os rapidamente e apertou meus mamilos com dedos ásperos; pensei que iria massageá-los, mas ao contrário, seu peso se apoiou nas minhas costas, me pressionando contra o metal, que em contato com a pele dos meus seios nus causou uma sensação gelada, fazendo-me soltar um pequeno grito. Ao mesmo tempo, o pau que me bombava por trás a cada instante parecia mais profundo, e quem me fodia não economizava nas palmadas que dava na minha bunda - sentia a pele das nádegas ficando quente. Ele dava algumas palmadas e depois acariciava minha bunda, como se tentasse reparar o dano à minha pele. Eu me entregava sem reservas e não demorou para ter outro orgasmo, quase ao mesmo tempo que uma nova rodada de palmadas. Minha cara pressionada contra o metal estava fria, e a pequena poça de saliva que deixei no capô do carro piorava ainda mais o frio.
Senti dedos enormes começando a brincar com minha língua, o que aumentou a saliva que escorria, enquanto mãos menores acariciavam carinhosamente as nádegas que segundos antes haviam sido castigadas.
Foi nesse instante que percebi: os dois taxistas tinham trocado de posição quando tive meu primeiro orgasmo, por isso senti dor na segunda penetração - simplesmente era um pau maior que estava me comendo desta vez. Nenhuma reclamação saiu da minha boca, apenas gemidos que eram quase gritos. Minhas mãos procuraram às cegas o pau do primeiro taxista que me tinha fodido, encontraram-no sem dificuldade - ele nem sequer se preocupara em colocar a roupa de volta. Calças, comecei a masturbá-lo com minhas mãos tão bem quanto podia na posição em que estava.
- Vai, se quiser que eu também participe! - disse o que estava me penetrando, fingindo que eu ainda acreditasse que era o pau dele que eu tinha na mão, mas dessa vez ficou claro como água, já que notei de onde vinha a voz. Não me importei nem um pouco, então enfiei o pau que estava na minha mão na boca e comecei a chupá-lo pela segunda vez na noite. Agora sentia claramente o pau enorme do homem mais jovem, sentia como ele me roçava por dentro enquanto me enfiava com cada vez mais força.
- Vamos mudar de posição - disse o homem de bigode.
Senti o pau enorme escorregando para fora e depois ouvi passos, seguidos pela sensação de ser penetrada na boca e na vagina novamente, só que dessa vez era minha boca que estava totalmente cheia. O pau chegava facilmente na minha garganta e ainda sobrava um bom pedaço. Chupei com esmero enquanto era penetrada com fúria e voltava a sentir as deliciosas palmadas que aquelas mãos enormes me davam. Estava curtindo pra caralho quando senti as mãozarras apertando minhas nádegas com uma força tremenda, e logo em seguida senti sendo preenchida por dentro com seus fluidos. Ele devia estar há bastante tempo sem fazer, porque a porra quente me inundou a ponto de escorrer. Mas meu homem ainda não estava satisfeito. Senti ele me agarrar e, com grande facilidade, me virar, me colocando de costas de modo que meus seios gelados pelo metal ficaram livres e virados para o céu. Em seguida, ele me penetrou com força enquanto o outro homem voltava a encher minha boca e dessa vez se divertia com meus mamilos. As investidas não demoraram a fazer eu arquear as costas pela terceira vez na noite. Não podia acreditar, estava tendo a melhor experiência sexual da minha vida com dois taxistas, dois homens totalmente desconhecidos. Mais do que gemer, eu gritava, e sempre que minha boca ficava livre, pedia com insistência por mais. Eles mudaram de posição de novo, só que dessa vez a enorme glande do homem jovem se posicionou na entrada do meu cu.
—Não!—
Consegui dizer antes que uma empurrada forte fizesse a cabeça escorregar direto para dentro de mim. Todos os meus fluidos e a umidade, misturados com a excitação que sentia, foram o lubrificante perfeito. A cabeça enorme deslizou com dificuldade, mas constantemente dentro do meu ânus. Logo antes de penetrar completamente, achei que ia me romper. Sentia a pressão da minha carne esticada ao máximo. Tentei gritar, mas um pau duro entrou na minha boca quase até a garganta e me impediu. Alguns segundos depois, eu tinha um pau enorme me bombando pelo cu enquanto chupava outro como uma desesperada. Comecei a masturbá-lo e a chupar alternadamente até sentir um jato grosso e morno inundando meu rosto e meus seios. A flanela que cobria meu rosto impediu que a porra caísse direto nos meus olhos. Continuei chupando até que o pau que tinha entre minhas mãos perdesse a ereção.
—Mete ela você pela frente— disse o taxista jovem.
Senti que ele me levantou pelas coxas sem nem parar de me penetrar pelo cu. Fiquei de tal modo que minhas costas colaram no peito dele. Outras mãos se juntaram e meus braços envolveram o pescoço do taxista mais velho enquanto ele me penetrava também pela frente com o pau dele. Assim fiquei, feita um sanduíche entre dois homens que estavam de pé. Eles se sincronizaram perfeitamente. Sentia um pau entrando pelo meu ânus, me abrindo deliciosamente, e quando esse saía, o outro entrava pela minha buceta. A sensação foi uma mistura de dor e prazer tão intensa que não demorei a me esguichar e ter o orgasmo mais incrível que me lembro. Gemia como uma louca e pedia mais. Enquanto o taxista jovem continuava me penetrando pelo cu e beijava meu pescoço, eu beijava os lábios do taxista de bigode. Fazia isso com tanta intensidade que não tinha percebido que tal bigode já não existia mais. A ideia me assustou, mas na posição em que estava não não podia fazer muita coisa, eles continuaram me bombando com força até que senti como ambos os paus encheram minhas entranhas de líquido quente. Os dois homens me colocaram com cuidado no chão e, enquanto me abaixava, senti um deles se masturbando e me pegando pelas orelhas para gozar na minha cara. Naquele momento, tirei a camiseta e vi um cara gordo de aparência suja se masturbando no meu rosto, não me importei e lambi os testículos dele, depois do que ele gozou na minha boca.
Olhei ao redor e vi 5 homens, os dois taxistas que eu já conhecia e outros três homens gordos, todos eles facilmente passando dos 40 anos. Alguns riram e outros me chamaram de "vadia" e agradeceram pelo que havia acontecido.
Todos foram para seus respectivos táxis e eu, depois de arrumar minhas roupas e limpar o sêmen o melhor que pude, entrei no táxi do homem de bigode. Depois de algumas horas, estava em casa relembrando o que havia acontecido enquanto me masturbava.
Eram aproximadamente 3 da manhã, eu estava caminhando rapidamente pela rua e o único acompanhante que tinha era o som dos meus saltos batendo no asfalto. Comecei a sentir frio e arrependimento de ter saído da festa; fiquei esperando minhas amigas por cerca de uma hora e meia até receber uma mensagem dizendo que não poderiam chegar por causa de um imprevisto. Farta de esperar, de beber e dançar sozinha, e com uma leve dor de cabeça, saí do lugar onde estava e caminhei em direção à avenida central na esperança de encontrar um táxi livre naquela hora.
Ainda faltavam algumas quadras para chegar à avenida e comecei a me sentir francamente nervosa; um vestidinho curto e salto alto não são exatamente a melhor escolha para caminhar de madrugada pelas ruas. Cheguei finalmente ao meu destino e esperei na esquina. Estava bastante frio e nenhum meio de transporte passava. Esperei cerca de 20 minutos e passou uma caminhonete preta, com três homens dentro. Eles pararam e, sem descer do veículo, o motorista me perguntou:
- Te damos uma carona, amor? - e me dedicou o mais sedutor dos seus sorrisos.
_Como é?_
- Sobe, gata? Lá em cima você explica quanto cobra - disse novamente o motorista.
- Não sou...
- Sobe logo, putinha! - disse animadamente um jovem gordo que se espremia no banco de trás.
- Desculpa, mas não sou prostituta, vim de uma festa e...
Sem me deixar terminar a frase, a caminhonete arrancou e me deixou ali parada, um pouco perturbada com a situação, embora também bastante pensativa...
Fiquei esperando mais alguns minutos e comecei a considerar seriamente voltar para a festa quando um táxi se aproximou e rapidamente fiz sinal para ele parar.
- Quanto cobra por um serviço? - perguntou secamente.
- Eu não... - Não acreditei.
- Não é garota de programa? - perguntou franzindo a testa.
- Não, Acabei de sair de uma festa e esperava encontrar transporte, só isso – falei indignada.
– Bom, desculpe, mas uma garota como você e vestida assim, sinceramente, você não deveria se ofender e sim entender que eu me confundi.
– Ahh – foi tudo que consegui dizer enquanto sentia meu vestido mais curto que nunca e percebia meus mamilos duros por causa do frio.
– E pra onde você vai, amiga? Talvez eu possa te dar uma carona.
– Vou pro sul da cidade – respondi desconfiada.
– Ah, então sinto muito, amiga. É uma pena não poder te levar. Com esse vestidinho que você tá usando, com certeza me daria um espetáculo gostoso pelo retrovisor – disse com sarcasmo, me deixando sem palavras de novo – mas se quiser, posso fazer uma exceção e te levar até a porta da sua casa por um bom boquete.
– O quê? – falei ao mesmo tempo que senti meu estômago se encher inexplicavelmente de excitação e o álcool esquentando meu sangue.
– Um boquete e te levo – repetiu.
– Desculpe, mas acho que não vai rolar – respondi, sorrindo pra ele.
– Tá bom, então sobe aqui e me mostra esses peitos, e com isso eu te levo… topa?
– Até minha casa? – perguntei, sentindo um calor leve no estômago e percebendo que estava começando a ficar excitada.
– Isso mesmo, a menos que você queira passar em outro lugar antes… – disse enquanto colocava uma mão debaixo da minha saia e acariciava minha coxa. Foi aí que reagi e dei um passo pra trás.
– Desculpe, mas não, não quero.
Acho que foi o tom levemente histérico que fez o taxista perceber que eu falava sério, então ele só me olhou com desdém e disse “tá bom, então, putinha”, enquanto arrancava com o carro.
Fiquei parada ali por alguns segundos, que pareceram horas, pensando no que tinha acontecido e como quase me ofereci pra um estranho. A ideia me parecia francamente excitante, mas também muito perigosa. Depois de alguns instantes, decidi voltar pra festa e comecei a andar. Estava a apenas algumas quadras de chegar quando um taxi passou pela rua, parou perto de mim e um senhor mais velho… Ele espiou o rosto pela janela, tinha um bigode preto salpicado de cabelos brancos, um rosto moreno e francamente feio; parecia alto e um pouco gordo.
— Precisa de transporte, moça?
Imediatamente senti uma emoção que me invadiu, talvez pelo álcool, junto com o que acabara de acontecer.
— Vou para o sul — disse, contradizendo meu bom senso e sorrindo para ele.
— Levo você, moça, tarifa normal — ele falou.
Me limitei a sorrir e a entrar no táxi. Notei como ele olhou minhas pernas enquanto eu entrava no carro, o que me alegrou e me deixou ainda mais excitada.
— E o que uma mulher tão linda está fazendo a essa hora da noite?
— Vim de uma festa, é muito difícil encontrar transporte nesse horário — disse enquanto cruzava as pernas. Pensei que só brincaria no caminho, seria flertante e chegaria a me masturbar imaginando outros finais para meu flerte.
— E sozinha?
— Combinei de encontrar minhas amigas, mas elas não apareceram, me deixaram sozinha… haha.
— Bom, eu estava pensando mais em companhia masculina — o taxista se apressou em dizer.
— Na festa não conheci ninguém interessante — falei, sorrindo para ele. — E quanto vai me cobrar? — acrescentei para mudar de assunto, enquanto procurava distraidamente minha carteira na bolsa.
— O que quiser me dar está bom — ele disse, e eu entendi perfeitamente o jogo que estava me propondo.
— É que acabei de perceber que perdi minha carteira — disse, enquanto descruzava as pernas e as cruzava novamente, do outro lado, sabendo que estava entrando em um terreno perigoso.
— E então? — ele apenas disse. Embora me incomodasse um pouco sua passividade, decidi conduzir o assunto. Sentia meu coração batendo com muita força e uma sensação de vazio no estômago. Não podia acreditar no que eu mesma estava fazendo, mas mesmo assim falei:
— Um boquete parece um bom pagamento? — disse, ao mesmo tempo que pensava: "Que diabos você está fazendo?"
— Bom pagamento — ele apenas assentiu. — Mas tenho que parar, porque se alguma patrulha nos vir, vai ser ruim para nós dois. Por aqui tem um depósito onde guardamos as… Frotando, meto o táxi, você me paga e depois te levo, tá bom?"
- "De acordo" - disse, mais excitada do que prudente.
Sentia meu corpo ter espasmos, tremia como só acontece quando a gente experimenta coisas pela primeira vez. Estava assustada e, ao mesmo tempo, extremamente excitada com a situação que eu mesma tinha criado.
Não demoramos para chegar ao pátio dos táxis; era um terreno sem construção nenhuma, nem chão tinha, só um pouco de terra molhada que formava uma lama pegajosa. Havia vários táxis estacionados, e foi entre dois deles que o taxista parou. A cada segundo ficava mais nervosa, mas também bem excitada, quando a voz dele interrompeu meus pensamentos.
- "Então primeiro eu cobro e depois te levo, tá bom?"
- "Sim..." - disse, ao mesmo tempo em que começava a me mover do banco de trás para o da frente, mas antes que conseguisse meu objetivo, o taxista falou:
- "Melhor lá fora, pra não sujar, além do mais eu gosto de ficar em pé."
Sorri pra ele, saí e rodei o táxi, me encontrando com o taxista na altura do capô do carro. Ele simplesmente me olhou, sorriu e tirou o pau pelo zíper da calça. Era de um bom tamanho, não muito grande nem muito grosso, tinha uma cor morena escura.
Comecei a masturbá-lo com as minhas mãos enquanto ele apalpava minha bunda por cima do vestido, mais amassando do que acariciando. Eu sentia o membro dele duro e seco entre minhas mãos, então molhei a ponta dos dedos com saliva e comecei a esfregar a cabeça do pau dele, enquanto ele começava a apalpar meus peitos com uma mão, mantendo a outra na minha bunda. A cada instante ele ficava mais ousado, então logo introduziu os dedos por baixo do meu fio dental. Senti os dedos dele deslizando por causa da minha lubrificação; ele tinha as mãos duras e ásperas. Deixei que ele me dedasse por um ou dois minutos, até que, com um empurrãozinho e um sorriso provocante, falei:
- "Dedar não era parte do trato, então melhor começarmos com o que combinamos.
Me agachei com as pernas abertas para dar a ele um espetáculo visual também, desci até ficar na altura do seu pau. Tinha um cheiro amargo, mas não desagradável. Soltei o cinto dele, depois o botão da calça e comecei a fazer meu trabalho.
Enfiei o membro inteiro dele na minha boca até sentir que chegava no fundo da garganta, subi e desci várias vezes, e enfiei de novo até o fundo da garganta e segurei por alguns segundos. Enquanto tinha o pau dele dentro, coloquei a língua por baixo para roçar nos ovos dele. Isso deixou ele louco, então repeti o jogo várias vezes enquanto me masturbava com uma das mãos. Eu estava excitadíssima, muito mais molhada do que quando me masturbo sozinha, e cada toque dos meus dedos no meu clitóris fazia minhas pernas tremerem. Comecei a gemer e a enfiar meus dedos cada vez mais dentro. A situação era tão excitante que se naquele momento o taxista quisesse me penetrar, eu teria cedido... e ele fez...
Ele me levantou com muita facilidade e força, o que fez o pau dele escapar da minha boca. Naquele momento, olhei nos olhos dele e percebi que ele era realmente muito feio. Ele pareceu ler meus pensamentos e disse:
— Mesmo que você não goste de mim, eu sei que você quer isso. Então, para não atrapalhar sua vista...
Ele tirou uma camiseta suja do bolso e amarrou nos meus olhos de um jeito que os cobriu completamente. Em seguida, simplesmente me inclinou contra o capô do carro dele, de forma que minha boca quase beijou o carro...
Senti o frio do metal atravessar a roupa e chegar até minha pele. Meus mamilos estavam cada vez mais duros, um pouco por causa do frio e muito mais pela forma como o taxista enfiava as mãos ásperas em mim. Ele ficou me dedando por uns momentos que pareceram horas deliciosas. Depois, senti a boca dele se posicionar na altura da minha bunda e começar a me chupar. O bigode dele me arranhava enquanto a língua percorria minha buceta, minha... clitóris e ânus à vontade. Eu não parava de gemer e meu corpo não parava de tremer, mesmo assim murmurei bem baixinho, quase inaudível: -Nada de penetração- Ao que ele respondeu com duas deliciosas palmadas na bunda, senti minha pele esquentar com os impactos e soltei um leve puxido. Já estava quase resignada a ser penetrada quando uma voz interrompeu a situação… -Opa, opa, então você conseguiu convencê-la, é? Devia ter insistido mais- Reconheci imediatamente, era a voz do primeiro taxista que tinha me confundido com uma garota de programa. -pois não é prostituta, mas com certeza é uma putinha - disse animado – Eu não convenci ela de nada - resmungou o taxista de bigode – foi ideia dela -hahaha, que coisas acontecem, como você é sortudo, velho- Eu estava mais nerviosa que nunca, só conseguia ouvir o que acontecia, numa posição super vulnerável, curvada sobre o capô do carro, com a saia levantada, a calcinha fio-dental jogada pro lado e o pau de um homem maduro prestes a entrar em mim. Sentia meu corpo tremer da cabeça aos pés e sem dúvida os dois homens perceberam. -Acho melhor eu ir embora- murmurei Imediatamente senti a mão enorme do taxista pressionando minhas costas contra o carro -Temos um acordo, pretendo te levar até sua casa hoje à noite, pequena- -haha, velho, me pergunto o que sua esposa acharia desse acordo, haha- disse a outra voz de forma amigável – Não se preocupa, menina, eu não vou te fazer nada, se me contentava em ver seus peitos e te levar, melhor ainda se posso ver você sendo comida e sem dar nada em troca, só vou ser espectador- -Como quiser- resmungou de mau humor o taxista maduro e imediatamente senti ele colocar a boca de novo no meu ânus e tentar introduzir a língua. A situação tinha dado uma virada inesperada mas enquanto o outro homem ficasse de fora tudo bem, e inclusive o fato de estar sendo observada sem poder ver me causava um grande tesão. Senti o taxista se levantar e colocar a cabeça do pau inchado na entrada da minha buceta, deixei ele ali por uns instantes e pude sentir como pulsava. Ele foi empurrando devagar enquanto eu sentia seu membro me abrindo lentamente, com uma das mãos ele começou a descer o zíper do meu vestido, o que deixou minhas costas quase nuas. Seu pau já tinha quase metade do tamanho dentro de mim quando, com um único empuxo, ele enfiou o resto, senti uma dorzinha deliciosa. Assim ele começou a me comer com coragem, eu a princípio tentei gemer o mínimo possível, mas não consegui resistir por muito tempo e depois de alguns minutos estava gemendo escandalosamente, concentrada nas mãos enormes do meu taxista e em como ele me agarrava pela bunda, puxando-me assim contra seu membro.
- Shhh, garota, você vai acordar todo mundo - brincou nosso voyeur.
Sua voz me lembrou que, de um jeito ou de outro, isso era o mais perto que eu tinha estado de ficar com dois homens ao mesmo tempo. Esse pensamento me excitou e comecei a mover meus quadris para ser eu quem provocava a penetração, enquanto com uma das mãos acariciava meu clitóris. Assim passaram-se minutos e o primeiro orgasmo chegou, arquei as costas tanto que pensei que ia estalar; senti-me molhando como nunca antes, mas também senti meu homem se afastar, me deixando cansada e melada, encostada no metal.
- Não quero gozar ainda - ele disse - quero continuar te comendo, por isso me afastei, pequena - explicou.
Imediatamente senti ele colocar de novo a cabeça do pau na minha vagina, empurrou e senti uma dor, senti ele me abrindo de novo, dessa vez doeu um pouco, mas não me importei, queria mais e meus quadris mostravam isso, movia minha bunda e meu taxista me fodia com suavidade, mas intensamente.
- Posso? - disse a voz do espectador, ao que eu simplesmente não neguei permissão, ao mesmo tempo que senti uma mão enorme nas minhas costas e como ela começou a acariciá-las, até de vez em quando descer até minha bunda. Enquanto isso, a penetração ficava cada vez mais violenta, mas cada vez mais... satisfatória, numa dessas enfiadas senti o enorme pau que me penetrava chegando até o fundo de mim, uma dor deliciosa percorreu meu corpo e aquele membro enorme continuou me comendo descaradamente.
O homem que estava esfregando minhas costas me levantou levemente, puxou meu vestido pelos ombros de modo que só restava tecido em volta do abdômen e deixou meus seios expostos pela primeira vez na noite. Acariciou-os rapidamente e apertou meus mamilos com dedos ásperos; pensei que iria massageá-los, mas ao contrário, seu peso se apoiou nas minhas costas, me pressionando contra o metal, que em contato com a pele dos meus seios nus causou uma sensação gelada, fazendo-me soltar um pequeno grito. Ao mesmo tempo, o pau que me bombava por trás a cada instante parecia mais profundo, e quem me fodia não economizava nas palmadas que dava na minha bunda - sentia a pele das nádegas ficando quente. Ele dava algumas palmadas e depois acariciava minha bunda, como se tentasse reparar o dano à minha pele. Eu me entregava sem reservas e não demorou para ter outro orgasmo, quase ao mesmo tempo que uma nova rodada de palmadas. Minha cara pressionada contra o metal estava fria, e a pequena poça de saliva que deixei no capô do carro piorava ainda mais o frio.
Senti dedos enormes começando a brincar com minha língua, o que aumentou a saliva que escorria, enquanto mãos menores acariciavam carinhosamente as nádegas que segundos antes haviam sido castigadas.
Foi nesse instante que percebi: os dois taxistas tinham trocado de posição quando tive meu primeiro orgasmo, por isso senti dor na segunda penetração - simplesmente era um pau maior que estava me comendo desta vez. Nenhuma reclamação saiu da minha boca, apenas gemidos que eram quase gritos. Minhas mãos procuraram às cegas o pau do primeiro taxista que me tinha fodido, encontraram-no sem dificuldade - ele nem sequer se preocupara em colocar a roupa de volta. Calças, comecei a masturbá-lo com minhas mãos tão bem quanto podia na posição em que estava.
- Vai, se quiser que eu também participe! - disse o que estava me penetrando, fingindo que eu ainda acreditasse que era o pau dele que eu tinha na mão, mas dessa vez ficou claro como água, já que notei de onde vinha a voz. Não me importei nem um pouco, então enfiei o pau que estava na minha mão na boca e comecei a chupá-lo pela segunda vez na noite. Agora sentia claramente o pau enorme do homem mais jovem, sentia como ele me roçava por dentro enquanto me enfiava com cada vez mais força.
- Vamos mudar de posição - disse o homem de bigode.
Senti o pau enorme escorregando para fora e depois ouvi passos, seguidos pela sensação de ser penetrada na boca e na vagina novamente, só que dessa vez era minha boca que estava totalmente cheia. O pau chegava facilmente na minha garganta e ainda sobrava um bom pedaço. Chupei com esmero enquanto era penetrada com fúria e voltava a sentir as deliciosas palmadas que aquelas mãos enormes me davam. Estava curtindo pra caralho quando senti as mãozarras apertando minhas nádegas com uma força tremenda, e logo em seguida senti sendo preenchida por dentro com seus fluidos. Ele devia estar há bastante tempo sem fazer, porque a porra quente me inundou a ponto de escorrer. Mas meu homem ainda não estava satisfeito. Senti ele me agarrar e, com grande facilidade, me virar, me colocando de costas de modo que meus seios gelados pelo metal ficaram livres e virados para o céu. Em seguida, ele me penetrou com força enquanto o outro homem voltava a encher minha boca e dessa vez se divertia com meus mamilos. As investidas não demoraram a fazer eu arquear as costas pela terceira vez na noite. Não podia acreditar, estava tendo a melhor experiência sexual da minha vida com dois taxistas, dois homens totalmente desconhecidos. Mais do que gemer, eu gritava, e sempre que minha boca ficava livre, pedia com insistência por mais. Eles mudaram de posição de novo, só que dessa vez a enorme glande do homem jovem se posicionou na entrada do meu cu.
—Não!—
Consegui dizer antes que uma empurrada forte fizesse a cabeça escorregar direto para dentro de mim. Todos os meus fluidos e a umidade, misturados com a excitação que sentia, foram o lubrificante perfeito. A cabeça enorme deslizou com dificuldade, mas constantemente dentro do meu ânus. Logo antes de penetrar completamente, achei que ia me romper. Sentia a pressão da minha carne esticada ao máximo. Tentei gritar, mas um pau duro entrou na minha boca quase até a garganta e me impediu. Alguns segundos depois, eu tinha um pau enorme me bombando pelo cu enquanto chupava outro como uma desesperada. Comecei a masturbá-lo e a chupar alternadamente até sentir um jato grosso e morno inundando meu rosto e meus seios. A flanela que cobria meu rosto impediu que a porra caísse direto nos meus olhos. Continuei chupando até que o pau que tinha entre minhas mãos perdesse a ereção.
—Mete ela você pela frente— disse o taxista jovem.
Senti que ele me levantou pelas coxas sem nem parar de me penetrar pelo cu. Fiquei de tal modo que minhas costas colaram no peito dele. Outras mãos se juntaram e meus braços envolveram o pescoço do taxista mais velho enquanto ele me penetrava também pela frente com o pau dele. Assim fiquei, feita um sanduíche entre dois homens que estavam de pé. Eles se sincronizaram perfeitamente. Sentia um pau entrando pelo meu ânus, me abrindo deliciosamente, e quando esse saía, o outro entrava pela minha buceta. A sensação foi uma mistura de dor e prazer tão intensa que não demorei a me esguichar e ter o orgasmo mais incrível que me lembro. Gemia como uma louca e pedia mais. Enquanto o taxista jovem continuava me penetrando pelo cu e beijava meu pescoço, eu beijava os lábios do taxista de bigode. Fazia isso com tanta intensidade que não tinha percebido que tal bigode já não existia mais. A ideia me assustou, mas na posição em que estava não não podia fazer muita coisa, eles continuaram me bombando com força até que senti como ambos os paus encheram minhas entranhas de líquido quente. Os dois homens me colocaram com cuidado no chão e, enquanto me abaixava, senti um deles se masturbando e me pegando pelas orelhas para gozar na minha cara. Naquele momento, tirei a camiseta e vi um cara gordo de aparência suja se masturbando no meu rosto, não me importei e lambi os testículos dele, depois do que ele gozou na minha boca.
Olhei ao redor e vi 5 homens, os dois taxistas que eu já conhecia e outros três homens gordos, todos eles facilmente passando dos 40 anos. Alguns riram e outros me chamaram de "vadia" e agradeceram pelo que havia acontecido.
Todos foram para seus respectivos táxis e eu, depois de arrumar minhas roupas e limpar o sêmen o melhor que pude, entrei no táxi do homem de bigode. Depois de algumas horas, estava em casa relembrando o que havia acontecido enquanto me masturbava.
23 comentários - Relato: O Taxista
Esperando un post de fotitos 😁
Me pusiste al palo hermosa!
Gracias por compartir
Me encantó tu relato bonita 😉 estaría super si pusieras una foto de tu atuendo de esa noche para alegrarnos la mente jeje
Saludos y gracias por compartir tu historia
gracias !!
me hubiera encantado estay alli para darte toda la leche que me sacaste con tu historia ❤️
nunca tuve una pasajera como tu,
realmente muy bien relatado, me imagine todo
lo que dijiste saludos, a reco a favo y te dejo puntines.