viaje hacia el intercambio

Fala, galera! Hoje trago pra vocês esse post maravilhoso que faz parte de uma série de contos que vou publicar. Espero que curtam e se divirtam!
O verão não veio com meias medidas, chegou com toda a temperatura, que somada à umidade, provoca aquele ardor.
A estrada tá fervendo, o trânsito é fluido, mas parece que vamos ter uma tempestade de verão a poucos quilômetros, as nuvens pretas já tão anunciando.
Viajamos com a Lorena, minha cunhada, rumo ao litoral, onde nos esperam pra passar uma quinzena: o marido dela, Carlos, e minha mulherzinha, Silvana. Ele viajou antes pra deixar a casinha pronta, e ela foi direto num voo pra aproveitar o fim de semana.
A Lorena tá obstinada em achar no rádio do carro a música preferida dela, que por sorte também é do meu agrado. Quando encontra, canta e rebola com muito gingado, e as pernas lindas dela aparecem por baixo da saia curtinha, deixando a paisagem da viagem bem mais gostosa. Os peitos dela são um pouco maiores que os da Silvana, que é mais magra e esbelta, mas que potra que eu tenho como cunhada.
Uau, desabou o dilúvio, que chuva do caralho… Então vamos reduzir a velocidade, redobrar o cuidado… embora às vezes a cortina d'água não deixe ver nada.
Já percorremos quase metade dos 1200 quilômetros que nos separam do balneário, e assim vamos demorar mais do que o previsto… mas o que é isso… Poxa, parece que as marchas não tão entrando direito, então vou parar no próximo posto de gasolina ou povoado.
Já, já… sim, eu sei que hoje é feriado… Mas alguém pode consertar essa maldita caixa de câmbio? Nãoooo. Pois é, NÃO, só amanhã tem chance.
Agora não chove, mas o calor úmido não dá nem pra pensar direito, enquanto procuramos abrigo em algum hotel ou pousada… Nesse povoado, não vamos conseguir nada além de aceitar o quarto no motel da estrada.
A noite caiu sobre nós… E enquanto a Lorena foi tomar um banho sorrindo, eu me joguei na única cama disponível da cidade pra esticar as pernas.
A Lorena bateu várias vezes na porta do banheiro, que parece ter regras próprias e não quer permanecer fechada… mas parece que cedeu à insistência da bela dama.
O barulho do chuveiro aumenta, porque finalmente a porta cede, se abre de novo… E como é revestida de espelho do lado de dentro, me presenteia com um momento precioso, me deixando ver a escultural Lorena curtindo uma ensaboada sessão de massagem autoaplicada com muita maestria.

Não sou de pedra, não. Logo sinto os resultados do espetáculo, porque aquele corpaço tão harmonioso, aqueles peitos, aquela bunda, aquelas pernas, me provocaram outro tipo de calor e tesão.

Quando ela terminou, disfarcei fingindo que tava dormindo… Mas pude vê-la sair enrolada numa toalha branca…

– É sua vez, Leo… A água tá divina.

Divina é você, eu teria respondido, mas me levantei com dificuldade, pra não entregar minha ereção, que tinha deixado o pau duro, e que eu tava espiando ela.

– É minha vez, sim… E você pode escolher de que lado da cama vai dormir.

Entrei no banheiro me certificando de fechar a porta espelhada, mas mal tava debaixo do chuveiro, a teimosa cedeu aos instintos dela, se abrindo devagar.

Ainda tava com o pau bem duro, então me virei pra parede, olhando de canto pra ver se ela tava me espiando… e sim… tava me espiando, sem dúvida tava me espiando.

Pensei em gritar algo, mas me segurei, só que no que não me segurei foi em me virar, ensaboando o pau como se quisesse que ela sentisse vergonha de estar olhando o que não devia. Fui rápido no chuveiro, saindo enrolado na única toalha que sobrou.

Sentei na cama, enquanto ela ficava mudando de canal na TV velha daquele quartinho simples.

Sequei meus pés e procurei minha cueca…

– Me diz, falou Lorena… Você me espiou no chuveiro?

– Hããã, que isso, como você pode falar uma coisa dessas?

– É que primeiro vi que você tava de pau duro e depois percebi que da cama o espelho te deixou me ver pelada tomando banho.

– E você como sabe que eu tava de pau duro?

– Porque eu também te Estive espiando... Ou será que não tenho direito?
- Não se incomoda, dei uma olhadinha... Mas não me arrependo... E também não vou pedir desculpas... Pronto... Vou descansar, então não coloca a TV muito alta.
- Você é o pior, ela disse... Virando para o outro lado.

Eu me virei, mas agora estava super excitado... O aroma do perfume que a Lorena tinha passado fazia sua parte, puxando meus pensamentos para o corpo maravilhoso dela.

Não tinham passado nem cinco minutos, quando ela desligou a TV, deixando o quarto quase na penumbra. Penumbra que não diminuiu meu estado de desejo, ainda mais quando senti o corpo dela roçando no meu.

Deveria ter colocado um pijama, pensei, mas o calor é realmente intenso.

- Sabe, acho que você gostou do que viu, porque ficou durinho.
- Ora, você sabe bem que tinha que ter gostado, já que você está como uma frutinha bem no ponto.
- Eu também gostei de ver sua coisa durinha, parece yummy.

Ela me desarmou completamente, nublou as imagens dos meus pensamentos, despedaçou meu raciocínio, e fiquei petrificado.

Foi o contato com o corpo dela, o abraço, a mão dela percorrendo do meu peito para baixo, até pegar na minha rola ereta, que me fez perceber que ali ia rolar algo mais do que uma noite de espera.

Não havia palavras, não eram mais necessárias... As ações começaram a marcar os instantes passo a passo.

Eu me virei de barriga para cima, roçando os peitos dela, que toquei com um leve movimento de cabeça, para começar a chupar aqueles bicos gostosos. As tetas dela me pareceram imensas comparadas com as da irmã, e as curvas mais exuberantes, os quadris mais insinuantes, a barriga mais quente.

Eu a espalhei na cama e desci lentamente beijando o corpo dela... Aproveitando que ela abria as pernas devagar, fui direto pra gruta dela sem muita enrolação, logo chupando os lábios da buceta e encontrando aquele botãozinho poderoso que, pelo visto, era o ponto fraco dela... Tão poderoso e fraco era o clitóris dela, que arranquei em poucas lambidas gemidos de prazer que foram crescendo até fazê-la explodir num orgasmo cheio de vibrações e tremores.
Lorena não era de ficar passiva, nada disso, porque de repente resolveu retribuir as gentilezas se abaixando pra me chupar com muito fervor.
Me conhecendo, não deixei ela me liquidar tão rápido, então parei, pensei por um instante, mas decidi que ia meter nela ali mesmo, sem mais enrolação.
Deitei ela de novo e montei… sendo ela quem mais se esforçou pra aquela ação ter um final bom e uma penetração profunda.
Bombeei fundo e ela me abraçou com pernas e braços pra não perder os prazeres. Levei ela a outro orgasmo contínuo depois daquele oral… Mas tive que parar pra não gozar no que considerei o começo das ações.
Deitei de barriga pra cima e ela não demorou pra montar em mim com agilidade, enfiando meu pau na sua buceta aberta e ardente… e me deu um prazer poder abraçá-la por completo, curtindo seu corpo gostoso… Seus dentes brancos, que sorriam reclamando a cada queda no vazio, onde a caverna dela se enchia da minha carne quente… Seu cabelo dançando uma dança sexual, suas pernas atléticas, flexionando no puro tesão pra rebolar sem pausa na putaria de trepar montada.
Logo me perdi nos beijos dela, e nas mordidas que antecederam a loucura de outro orgasmo, aparentemente ainda mais intenso, que dessa vez não consegui evitar de responder, gozando bem dentro dela sem chance de tirar ela de cima. Era uma leoa.
Apesar do calor, foi fantástico tê-la lá em cima… e curti pra caralho.
Ficamos um tempo abraçados, e logo sentimos a necessidade de voltar a nos pegar, então coloquei ela de quatro, metendo por trás, vendo que ela levantava a bundinha e abria as pernas pra não perder um milímetro de penetração… Era muito puta minha cunhada, muito puta.
Enfiei os dedos no cu dela e senti ela balbuciar que gostava de tudo…
— Vou partir essa sua bunda linda, Lorenita…
— Sim, cunhado, me dá todos os prazeres juntos, todos…
Eu estava dominando ela. numa grande fodida, metendo nela à vontade, mudando de ângulo, abrindo ela bem... quando o celular dela tocou.
Ela se esticou pra pegar, mas eu não tirei tudo.
- Alô, querido... Sim... como você tá... sim, tivemos um imprevisto, mas amanhã a gente vai... sim, sim... se o Leo dirige muito bem, é seguro, sabe o que faz, além de ter experiência... é um prazer viajar com ele... sim... sim
Enquanto falava, ela se contorcia e metia no meu pau, virando a cabeça e me olhando com cara de tesão... porque parecia que ela adorava falar com o marido enquanto eu a empalava. Confesso que eu também senti um tesão especial.
Esse tesão foi o que me fez tirar a pica e buscar a bunda dela... que parecia dócil e bem domada... já que com a ajuda dela logo enfiei até o saco.
- A gente se vê logo, queridinho, disse ela... e dando um beijo sonoro no marido pelo celular, desligou o aparelho, na hora que levantou os quadris, me deixando à mercê daquela bunda linda.
Clamo aos deuses, arfo, xingo, imploro e grito, mas não tiro ela, pelo contrário, o entusiasmo dela não parava e quando eu levei uma mão pra apertar e mexer no clitóris dela, aquela caldeira fervente explodiu de novo, deixando entender em voz baixa que queria que eu enchesse a bunda dela de porra... e explodi sem mais cerimônias, dando o melhor de mim naquela ação, sabendo que ia ficar exausto.
Já tinha passado umas horas daquele banho, então fui tomar outro.
Pra outra ação, também foi ela quando voltei, e lambeu meu pau até deixar bem duro e me ensinou como uma mulher fode um homem.
Minha cunhada Lorena é uma leoa muito especial.
---- quando terminamos a viagem... veio o melhor.Continua...

Espero que tenham gostado, se curtiram, deixem uns pontinhos e comentem pra melhorar cada dia. Desde já, muito obrigado e até mais.

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