Minha cunhada e sua amiga colombiana, parte 2

Por fim chegou o dia. Toda a semana fantasiando com esse dia, e agora que chegou estou nervoso. Sinto-me como um toureiro antes de entrar para matar.

Não é igual que em outras ocasiões, onde apenas precisava me deixar levar pela paixão. É ter uma data e as expectativas criadas me põem nos nervos.

Havíamos marcado as 4 da tarde, eram as 3 e já havia banhado três vezes. Saindo do banheiro após essa terceira banho, encontro-me de repente com Dafne, ela está no meio do corredor, completamente nua, olha fixamente para meu pênis ainda molhado da banho, vejo claramente como seus mamilos rosados ficam duros como pedras.

-Acabo de barbear o púbis, posso aplicar a creme?

Nesse momento reparo no tubo de creme hidratante que sustenta na sua mão esquerda.

Se aproxima resoluta e me estende a creme.

A fuck you sem desviar meu olhar dos seus penetrantes olhos castanhos, agacho-me abrindo o tubo e aplico uma fina camada de creme sobre e nos bordos do seu vão.

Em seguida, ouço um gemido sordo, levanto a vista e me encontro com Dafne completamente excitada, a cabeça ligeiramente inclinada para trás, os olhos entornados, lábios entreabertos e ambas as mãos pincelando seus mamilos. A estas alturas meu cock está alcançando uma inflamação importante.

Sendo consciente de que ao chegar a um ponto não há retorno, incorporo-me e entregando-lhe o tubo digo:

-Não, menina, não é bom descorchar a garrafa antes do tempo.

Como resposta, baixa a vista fixando-a em meu membro já completamente ereto.

-Creo que seu cock não opine o mesmo. Responde enquanto agarra fortemente meu pênis.

Com autoridade me separo dela, soltando sua mão.

-Não, menina, sua amiga chegará em um momento. Vou-me vestir e preparar algo para beber. Me virei e entro na habitação para me vestir. A ouço dirigindo-se resoluta para sua habitação, não sei se se molestou, mas creo ter acertado em minha decisão. Vou ter uma tarde movimentada e precisare... todas minhas energias, mas a ereção não baixa.

Me visto apressadamente, vai ser a hora e quero preparar tudo. Vou para o salão e acendo a cadeia musical. Na cozinha, preparei uns mojitos e deixei-os na mesa de salão. Nesse momento, entra minha sobrinha, espetacular com um vestido de encaixe branco, pelas curvas, de tirantes. Não usa sutiã e seus mamilos continuam eretos. Pergunto-me se levará calcinha debaixo. Suponho que logo verei, e isso me põe cardiaco.

Quando vou dirigir-lhe um piropo, soa o timbre da porta:-pom,pom,pom, meu coração quer sair-me do peito.

-Abre tu.Le digo a Dafne, enquanto me acomodo no sofá.

-Hola Carla, estás linda!!

-Estás também, jejeje.

Escuto seus beijos enquanto se abraçam, seus passos anunciam o início de uma experiência única.

Ante mim aparece Carla, nossas olhares se encontram, meu coração para de golpe. Está exuberante, o cabelo negro ondulado solto recortando seu belo rosto latino. Seus lábios carnudos rosados formam um sorriso sensual. Seu pescoço apetecível e nu, moreno, sobre os ombros também nus, sobre os quais se apoiam os tirantes de uma camiseta de lycra, que aprisiona seus enormes peitos, abaixo dos quais se marcam perfeitamente os mamilos.

Veste um short vaquero, tão curto que permite ver suas bem torneadas coxas. Sigo com minha olhar suas intermináveis pernas, mais intermináveis se possível ao apoiar-se sobre uns saltos impossíveis.

Estou muito excitado. Duas deusas para mim.

-Quer uma cerveja? Pergunto educadamente.

-Obrigada, mas preferiria que te levantasses e me follaras. Me responde com um sorriso de suficiência que me deixa estupefato.

Sem acrescentar mais nada me levanto, a agarro da sua estreita cintura e beijo apassionadamente. Sinto seus lábios carnudos rodear os meus, sua língua invade minha boca. Saboreio sua saliva, sabe a menta fresca. É um beijo profundo e longo, enquanto Dafne nos observa sem participar.

Meus beijos vão... bajando, por seu pescoço tão apetecível. Ouço seu primeiro suspiro. Uma mão vai ao seu peito esquerdo, explorando-o acima da camiseta.Lo sinto muito duro apesar do seu tamanho, noto a sua tepidez percorrer minha mão. Seu mamilo reage às minhas carícias, recompensando-me com sua ereção. Deus!!, tem um mamilo enorme, não posso suportar mais tempo sem contemplá-los e sem comer-los. Levanto sua camiseta, libertando esses peitos com o que tanto eu havia fantasiado. São preciosos, enormes, minhas mãos são incapazes de abraçá-los. Seus mamilos escuros, com aurélias também escuras e do tamanho de uma moeda de 10 centavos. Meu pênis quer explodir a bragueta do meu calção ante tanta excitação.

Por o canto do olho vejo minha sobrinha sentar-se no sofá, como espectadora de um espetáculo. Eu continuo descendo meus beijos. Minhas mãos torpes lutam com os botões do seu calção, noto sua mirada desde cima, anhelante, desejando que termine minha luta particular.

Por fim consigo baixar o short dele, descobrindo uma thong vermelha de encaixe. Não posso resistir-me a virá-la, contemplando seu traseiro, duro, lisso. Com minha mão esquerda retirei o elástico da thong do seu perfeito cu. O contemplo e introduzo minha outra mão entre seus muslos. Noto seu sexo ardia debaixo da tela, e noto algo mais, sua umidade, -está quente, penso orgulhoso. Não posso resistir-me a enterrar meu rosto em seu cu, procurando seu ânus com minha língua, enquanto sigo massageando seu coito.

Seus suspiros me indicam que estou bem.

Quando me separo de seu traseiro lanço uma olhada para minha sobrinha, me deixa alucinado o que vejo. Sentada no sofá com as pernas abertas e o vestido levantado até a cintura, fricciona freneticamente seu clitoris com a mão direita, enquanto a esquerda se introduz repetidamente em sua vagina. É uma masturbação selvagem, seus gemidos se confundem com os de sua amiga. E não, não usava calcinha.

Retiro do único tirão o thong da Carla, girando seu sexo para minha cara. Seus lábios são negros como o couro, tem um clitoris imenso, brilhante e inchado pela excitação. Um triângulo de vello parece indicar-me o caminho a seguir. Agarro com meus dentes esse incrível clitoris, provocando um berreiro de dor-prazer por parte de Carla. Chupo como a fruta mais doce. Minha língua procura a entrada da sua vagina, está molhada.

-Para, para. Ela diz jadeante.-Quero o seu cock, quero-o em minha boca.

Me levanto rapidamente, quedando frente a ela, miro sua cara, suas faces coloradas pela paixão, sua testa perlada de suor. Beijo-a enquanto suas mãos baixam meus calções. Noto outras mãos tocando meus coxos. Sei que Dafne decidiu se juntar à festa. Enquanto beijo Carla, noto uma língua úmida percorrer meu membro, para ato seguir introduzi-lo nessa tibia cavidade.

Carla solta meus lábios, se agacha e miro como se disputam o meu cock, suas línguas se unem para me dar prazer. Só ver-las às duas compartilhando o meu cock me põe a mil, Carla com seus enormes peitos balançando ao compasso de suas mamadas, Dafne com sua mão entre as suas pernas masturbando-se furiosamente.

Agarro Carla pelos ombros, obrigando-a a soltar sua presa. A tiro para o chão enquanto, com os meus pés, desprendo-me do calção. Preciso fodê-la duro, vejo-a tão entregue. Agarro-a pelas cadeiras preparando-a para penetrá-la. Nesse instante noto a mirada lastimera de Dafne.

- Não te preocupes, cariño, agora é sua vez, ela já está pronta. Ponha-se sobre ela para que coma o coelhinho.

Uma sonrisa golosa ilumina seu rosto, coloca seu pussy na cara de Carla, quedando frente a mim, de joelhos, com as mãos abrindo os lábios vaginais e Carla começa glotonamente a lamber o seu clitoris.

Enquanto eu dirijo meu pênis para a entrada do coito da amiga dela, introduzo um pouco a ponta do glande, quedando-me um tempo sentindo sua calos recorrer meu membro, para ato seguir embestilá-la de golpe até o fundo. Arrancando-lhe um grito de prazer, enquanto continua dando prazer a mim. hijastra. Su vagina arde entorno a mi cock, su corrida no se hace esperar. Retiro mi cock rapidamente, agachándome entre sus piernas para beber de esa fuente. Es un orgasmo salvaje, la noto arquearse bajo Dafne, esta también gime, así que aprovecho para levantarme y meter mi pene en su boca. Lo chupacon desesperación. Me voy a correr, lo sé: -Me corro cariño. Rapidamente Carla sale de entre las piernas de mi hijastra, y con su mano izquierda arranca de laboca de Dafne mi cock palpitante, lo que provoca una pequeña disputa.-Tranquilas hay para las dos. Sus lenguas recorren mi tronco al unísono, introduciéndose alternativamente en sus bocas. La corrida es abundante. Me corro primero en la boca de mi hijastra, para después dejar que Carla termine de limpiarla. Que placer es increíble. -Y yo qué, yo también quiero que me folles. Me dice Dafne indignada. No te preocupes, tendrás tu ración, le digo mientras me agacho para besarla. Mientras ella no deja de masajear mi pene semierecto. Carla se sitúa detrás mía y noto su lengua jugueteando con mi ano:-que Promiscuous es esta chica, pienso mientras mis dedos pellizcan los pezones de Dafne. Se tumba boca arriba en el suelo. No necesito saber más, mi boca busca su sexo, lo lamo con avidez, está muy mojado, empapado, sé que se a corrido ya antes. Mordisqueo y absorvo su clítoris, provocando un gemido profundo. Le doy la vuelta, quedándome un momento contemplando esas caderas anchas que tiene, es culo que tanto me gusta. Mi cock ya dura de nuevo se dirige a la entrada de su pussy. Se que está muy excitada por lo que la penetro de golpe, hasta el fondo, su orgasmo es inmediato, noto sus flujos golpear en oleadas mi pene. Me quedo inmóvil, profundamente unido a ella, sintiendo como se corre. Mientras Carla a dejado mi trasero y besa a Dafne mientras soba sus pechos. Empiezo a penetrar a mi hijastra salvajemente, golpeando mis testíbooties contra su clítoris. Carla se a colocado con las piernas abiertas no oelo, convidando Dafne a comer meu pussy. Não a faz esperar, arrancando suspiros de prazer. Minhas envestidas são profundas e cada vez mais rápidas. Enquanto a penetra, meu dedo anular se introduz em seu ânus, o seu berro de dor me confirma sua virgindade. Meu cock vai explodir, mas antes me separo e me deito de costas, elas ficam olhando, esperando.

-Vem, é a vez delas, foder-me.

Dafne se senta rapidamente sobre minhas nádegas. Mete-se até o fundo e começa a montar-me. Carla coloca seu bumbum em minha cara, eu começo a lamê-lo, desde seu clitóris até seu ânus, introduzindo meu dedo anular primeiro. Vendo o cu tragão que ela tem, termino introduzindo três dedos.

Nesse momento Dafne se corrói violentamente, encharcando toda minha entreperna.

-É a minha vez, diz Carla.

Dafne desce de meu cock jadeando ainda e vem me beijar, enquanto acaricia meu peito. Carla dirige meu pênis, eu deixei que ela faça. Noto como se introduz dentro dela, mas está muito apertada, dói-me. Antes que eu perceba o que ela está fazendo, ela se deixa cair com força, provocando um dor intenso. Ela acaba de enfiar meu cock em seu cu. Vejo-a gozar enquanto se move sobre mim. Uma mão frotava seu clitóris violentamente, enquanto a outra apertava seus seios, jogando com seus pezones.

Do dólor passo para um prazer intenso quando seu ânus se dilata, vou correr-me. Seus gritos se elevam acima da música que ainda está tocando, seu orgasmo encharca meu ventre, é alucinante, chega a salpicar meu peito. Dafne se agacha para lamber seus fluidos, continuando em seu pussy aberto e chorreando para subir aos seus peitos. Meu cock exploda ante tal espetáculo. É uma corrida intensa, mesmo dolorosa. Eu me vazio em suas entranhas.

Nós ficamos um tempo assim, imóveis. Carla desce de meu membro dolorido e se recosta em meu peito, eu a rodeo com meu braço esquerdo. Dafne faz o mesmo do outro lado. As beijo na testa.

-Temos que repetir, digo carinhosamente. Elas me olham e me besam. mesmo tempo. Espero lhes tenha gostado. Obrigado pelas avaliações e pelos comentários.

1 comentários - Minha cunhada e sua amiga colombiana, parte 2

ciecs
que relato más caliente... espero que para la próxima Dafne entregue el culito.