Relatos: Inteligencia mas Popularidad igual a Sexo

-Oi, valeu por me ajudar, agora entendi melhor a física - disse um amigo da turma.
-Quando quiser, e lembre de aprender essas duas fórmulas muito bem e estude as leis de Newton - respondi num tom de "de nada".

É assim que sou. Ajudo as pessoas em matérias ou em assuntos que alguém não entenda; sou o cara mais inteligente da escola, consigo saber mais a fundo do que o professor ensina, e em algumas ocasiões posso prever o que as pessoas vão me dizer ou fazer. Não sou um mutante ou alguém saído de um laboratório de inteligência, só nasci com uma mente foda, mas uma coisa é certa: vou entrar na faculdade logo e ainda não transei com nenhuma garota, nem sequer me chuparam ou tocaram no meu pau. Por quê? Nem precisa perguntar, não sou muito atraente. Meus óculos me fazem parecer um cara esquisito, não sou nem magro nem gordo, mas todos os caras daqui são meio atléticos. Eu seria o oposto do que uma garota quer no físico de alguém, já que elas não notam meus sentimentos: sou gentil, sincero, solidário, até amoroso e muito atencioso. Mas, enfim, essa é a minha vida.

-E aí, bro, valeu por me emprestar seu caderno de matemática, te devo uma - disse um dos meus amigos de infância.
-Sem problema, mas se liga, ainda faltam 4 dias pra semana de provas acabar.
-Eu sei, eu sei, mas olha, com você como meu professor não tem erro - ele disse rindo e me deu um tapa amigável no ombro. - E aí, que tal a gente testar aquele videogame novo depois da aula?
-Não dá... tenho que estudar - queria jogar aquele videogame novo, mas primeiro o dever.
-Ah, qualé! Você é o mais esperto da turma, não acredito... - de repente, algo distraiu ele, e acho que sei o que foi - gostosa à vista, às 6 horas.

A "gostosa" que ele mencionou era a garota mais linda e sensual da escola, a Melani. Pele branca, cabelo loiro, olhos azuis, peitos grandes e firmes, pernas... em poucas palavras, uma deusa em carne e osso. Ela era, como de costume, a mais popular e, óbvio, a mais desejada. Faço parte do time de líderes de torcida, capitã do grupo, festeira... bom, vocês sabem, o normal, embora o mais estranho não só pra mim, mas pra toda a escola, é que ela não tem namorado. Não é da minha conta, mas acho esquisito uma garota com um corpo tão gostoso não ter um cara, inclusive ela já rejeitou os caras mais bonitos da escola.

—Nossa, mano, o que eu não daria pra enfiar meu pau no cuzinho dela e deixar ela cheia de porra — disse ele, babando litros sem parar de olhar pra garota.

—Hehe... você e todos os caras dessa escola, formariam uma fila, você nem chegaria a fazer isso — eu ri um pouco dele.

—Hahaha e você? Não minta, você também já pensou em comer ela, além disso imagina, você perdendo a virgindade com ela... mano, você não seria mais o mesmo, seria o escolhido, tocado por Deus.

—Não vou mentir, admito, mas tem que ver a expectativa e depois a realidade... essa garota é outro nível, até meio inalcançável.

—Tá bom, tá bom, não precisa ficar filosofando também — dei uma risadinha da piada dele — mas é melhor fantasiar um pouco.

Pouco depois tocou o sinal, hora de continuar com os estudos, de qualquer forma faltam três matérias e acaba o dia de aula por hoje.

Era isso. As aulas terminaram, hora de descansar. Enquanto caminhava pro meu armário pra pegar meus livros, ouvi uma voz doce de mulher me chamando, olhei pros dois lados, mas não encontrei, até que alguém tocou meu ombro, virei devagar e era a Melanie. Não esperava por isso, pra ser sincero.

—Mmmm, oi, como você está? — ela perguntou, mas a voz era tímida, porém doce, eu adorei.

—Muito bem, obrigado, espero que você também esteja — respondi sendo gentil, mas não nervoso, nunca fui.

—Muito obrigada, ammm, olha? Você poderia me ajudar numa coisa? — ela perguntou.

—Bom, sim, o que você precisa? — perguntei.

—É que eu preciso de ajuda com uma matéria, química; é a matéria que tenho dificuldade, e vão aplicar a prova no último dia da semana de exames e bom... queria que você fosse meu tutor nos dias que faltam pra minha exame. -Bem, hmm, eu posso, mas também preciso estudar e... -Por favor, eu não quero reprovar em química de novo e você pode me ajudar, sério, eu te imploro - disse ela, me interrompendo enquanto tocava minhas mãos. Naquele momento, três coisas aconteceram. Primeira: ela estava segurando minhas mãos... eu já esperava por isso, sim, mas ao senti-las, eram macias como se eu estivesse tocando uma nuvem de verdade; segunda: todo mundo ficou olhando para ela e para mim, era estranho mesmo, tipo, ninguém nunca viu alguém conversando?; e terceira: não sei o que foi, mas juro que a voz dela, sabe, angelical, me atraiu, então aceitei. Ela escreveu seu endereço num pedaço de papel. Nos últimos 2 dias, tenho ido na casa dela, estudávamos 5 horas, eu sei, era cansativo e mais ainda para ela, principalmente quando eu deixava exercícios, claro que não tão difíceis; mas ela aprendia rápido, até a conheci um pouco melhor, mas não tanto; mas não vou mentir, toda vez que olho pra ela, seu corpo, seus peitos, seu rostinho lindo... não sei, cresce uma coisa que sinto que pode acontecer, mas não sei o quê. É o último dia de ensinar química pra ela, bem, o mais importante para o exame dela. Cheguei na casa dela, uma casa muito grande, bonita, com um jardim enorme. A mãe dela me recebeu e me convidou pra entrar, eles iam viajar, notei pelas malas prontas e duas passagens de avião para Londres, são gente de negócios. -Melani, desce, seu amigo já está aqui - gritou a mãe dela. -Já vou, me dá um minuto - ela respondeu lá de cima, no quarto. -Obrigada por ajudar minha filha com os estudos, ela precisava muito - disse agradecendo. -Imagina, eu gosto de ajudar. -Bom, a gente tem que ir, se quiser pode sentar na sala, filha, a gente já vai e não deixa seu amigo esperando. Não ouvi a resposta da Melani nem dos pais esperando por ela, já que ao se despedirem, eles já estavam lá fora. Aceitei a oferta de sentar, mas a alegria durou pouco, vi a Melani descer, ela estava com o uniforme de líder de torcida vermelho e branco, estranho, ela não usava quando estávamos na escola, só usa quando treina e está apoiando o time, além disso, esse era outro, a saia era mais curta, e mostrava os seios, e o outro era igualmente sexy mas mais coberto.

- Oi, - ela me cumprimentou com um beijo na bochecha, era a primeira vez que sentia um beijo dela.
- Oi, já é seu último dia de estudo, e o melhor é que esse assunto é fácil e você vai aprender rápido.
- Que bom, e sim, aprendi melhor do que com o professor de química.
- Bom, vamos, para terminarmos rápido e você poder fazer o que quiser depois - eu disse enquanto me dirigia à sala de jantar, já que foi lá que estudamos.
- Amm, espera - ela me parou - vamos para o meu quarto, será mais confortável e ainda mais por ser o último dia.
- Como você quiser. Subimos para o seu quarto, nunca tinha entrado nos poucos dias que estive aqui, ao entrar notei o rosa claro e branco do seu quarto, pelúcias por todo lado, pôsteres de famosos, e muitas coisas, graças a isso podia deduzir outras coisas que poderia saber sobre ela, mas não estava para isso, estava para ajudá-la a estudar.

Quase duas horas depois...

- Pronto. Já terminamos o assunto, é tudo.
- Sério, wow, você tinha razão, e sim, eu entendi, você é o melhor. - ela disse me abraçando.
- Hehe, bom, ok, ok, e bem, eu tenho que ir.
- S... sério que você tem que ir? - ela disse com a voz trêmula.
- Pois é, não há mais nada, com o que estudamos, os exercícios e tal, eu garanto que você vai tirar uma boa nota, além disso eu te disse que isso não duraria muito - peguei minhas coisas e me preparei para sair.
- Ma... mas por que você não fica as horas que faltam? - ela ainda me dizia com sua voz trêmula e fofa.
- Acho que não, não teria por que, você ficaria entediada, eu não saberia do que falar com você, então é melhor você aproveitar, você tem tempo livre hoje.
- Tem certeza? - ela perguntou, mas com um tom mais triste, que até me deu ternura.
- Certeza, nos vemos amanhã - eu já estava quase saindo do quarto dela até que ela me chamou.
- Um... momento, antes de você ir, quero te pedir um último favor - ela disse algo alarmante e ao mesmo tempo calmo.

Eu sabia que era algo relacionado com os dois, que era dizer que não a ajudei a estudar ou algo assim, mas eu perguntei qual era a preferência dela.

- Pro... promete que não vai ficar bravo com isso? — disse ela, fechando os olhos e colocando os dedos nos lábios.

Eu não estava entendendo muito bem o que ela dizia, ia pedir que se explicasse, mas não pude, porque ela se atirou sobre mim e seus lábios colidiram com os meus. Foi um choque enorme, ela está me abraçando e não solta, estou correspondendo aos beijos, estou ficando sem ar, preciso respirar, mas esses lábios, sabe, suculentos, Deus, não quero parar de prová-los, mas estou sem ar, preciso respirar.

- Por que você fez isso? — perguntei enquanto afastava Melani aos poucos.

- Vo... você disse que não ficaria bravo — a voz dela começou a falhar, parecia que ia chorar.

- Não estou, juro, mas por que me beijou?

- É... bem... não... não posso te dizer, é complicado.

- Acho que não, você me beijou e deve ser por alguma coisa, apostou que me beijaria? — perguntei enquanto limpava os vestígios de batom que estavam nos meus lábios, mesmo sem querer.

- N... não.

- Então?

- Disse que você não entenderia — ela estava prestes a chorar, não estava pressionando, mas ela tinha que me dar uma resposta.

- Não, não chore. Olha, não vou ficar bravo se foi um plano com seus amigos ou algo assim, ou me iludir com você, sei lá, se está arrependida... — dizia o que podia para fazê-la se sentir melhor, mas seus olhos começavam a embaçar de lágrimas, eu devia calar a boca e melhor ir embora.

- É melhor eu ir... tudo bem se não quer me dizer o que...

- É que eu te amo!!!!

Certo, isso jamais poderia ter acontecido nem nos meus sonhos, ela me dizendo "eu te amo", eu poderia rir, mas era sério, dava para ver nos olhos azuis dela. Deixei minha mochila cair e queria que ela tirasse o que tinha dentro e me dissesse por quê.

Ela me contou que sentia atração por mim desde os anos em que entramos juntos na escola, ela não era de procurar caras gostosos, com corpo atraente, com dinheiro e essas coisas, notava mais as emoções e nunca encontrou, já que eu era muito inteligente e ela achava que eu não repararia nela, também me disse que quis me falar que gostava de mim, mas a popularidade dela veio por ser líder de torcida, e se ela me contasse, todo mundo zoaria ela, e eu entendia, ela é muito sensível quando se trata de sentimentos, é frágil como uma rosa.

- Por favor, não fica bravo, não pensa mal de mim...
- Não entende errado agora - ela disse enquanto levantava levemente o rosto para nos olhar e parar de chorar. Reconheço que foi muito bonito e corajoso da parte dela me dizer isso.

Ela ainda chorava, por quê? Eu devia saber, a menos que minha presença estivesse incomodando ela.

Me agachei para ficar na altura dela sentada na cama.

- Vou embora, acho que você continua assim por minha causa, descansa melhor já que... - ela não me deixou terminar e me empurrou na cama dela. Em seguida, ela estava em cima de mim ainda me beijando, mas dessa vez o beijo não foi como o primeiro, era mais carente e ardente. Segui o mesmo beijando ela, não queria pensar, só sei que os lábios que beijava eram maravilhosos, então ela pega minha mão e coloca em uma de suas tetas.

- Melani... o que você está tentando fazer - mas ela me cala
- Shhh... eu te amo e vou te mostrar que sim, quero que minha primeira vez seja com você - então ela descobre os seios.

Eu sabia que não era certo, não era uma forma inocente de demonstrar amor a alguém, mas algo me inquietava também, eu queria fazer, queria foder com ela agora.

De novo nossos lábios se uniram enquanto ela acariciava seus seios grandes e eu tocava sua bunda, sentia e massageava. Depois era eu quem estava em cima dela, mas agora comecei a beijar suas tetas, brancas, grandes e de biquinhos rosados, enquanto chupava, ouvia os gemidos da Melani, caralho isso é real, estou chupando e fazendo gemer com minhas lambidas a garota que é considerada uma deusa, em mim cresce o calor, o desejo cada vez que provo a pele dela.

Agora ela está em cima de mim, mas agora ela desce para minha cintura e começa a desabotoar minha calça...

- Ei espera, você não devia... - falei, mas ela me calou do mesmo jeito.
- Relaxa, já vi em vídeos, sei como fazer - disse, mas sua minha voz mudou, mas continuou suave e angelical, só que mais quente e sexy.
- Tem certeza? Você também não é obrigada - falei com segurança e gentileza.
- Quero que saiba que isso faz parte do meu amor, quero me entregar a você e mostrar que faço isso por amor.

Sei que há mais de uma maneira de expressar amor por alguém, mas isso... sinto que há alguém que se apoderou do meu corpo e está seguindo o ritmo do desejo, é algo que nunca experimentei e não quer se controlar, mas eu luto, sei que se não controlar vou me tornar um selvagem.

Ela começou a me masturbar lentamente enquanto dava pequenas lambidas, como se meu pau fosse um picolé de um sabor que ela adorasse, ficando cada vez mais gostoso ao saborear, até colocá-lo na boca. Isso é algo fora do comum, nunca tinha recebido um boquete, mas ela está fazendo isso, é algo delicioso, úmido e macio ao mesmo tempo, seus lábios derretem meu pau, toquei seu cabelo branco para que continuasse, gosto do que sinto... não aguento mais, vou gozar.

- Melani... acho que vou gozar - minha voz falhava
- Vai, meu amor, quero provar sua essência, goza.

Fiz, jorrei em sua boca macia. Meu coração quase saiu do peito, sinto meu corpo relaxar.

Agora devo retribuir o favor que ela me fez... Agora estava novamente em cima dela, mas na altura dos quadris, levantei sua saia, embora nem parecesse necessário, era curta, tirei meus óculos, estavam atrapalhando. Vi sua calcinha e estava meio molhada, ela estava excitada como eu. Desci sua calcinha lentamente até tirá-la e jogá-la em um canto do quarto. Ajeitei-a em uma posição confortável, mais para ela, e comecei a beijar sua buceta rosada, era suculenta, parecia que seu sabor corporal era uma combinação de morango e maçã, eu adorava sua buceta, lambia, beijava, chupava e sugava seu grande tesouro, por sua parte ela gemia, mas de um jeito bem diferente, seus gemidos eram ainda mais claros e lindos, acariciava meu cabelo,

- É lindo o que você está fazendo comigo, meu amor, me sinto no céu, não para por favor, continue.

Eu te amo, meu amor, isso é real, minha mente já age com minha inteligência, em troca eu a encho de desejo, nunca tinha feito isso, até já vi pornô, mas parecia que eu agia como um expert no assunto. Mas não me importava, o que eu sentia é algo indescritível, mas eu gostava, ela gostava.

Depois de um tempinho, ela me disse que algo queria sair e parecia que ela tinha urinado, mas não parecia, era mais o sêmen feminino. Ela estava ofegante, eu ouvia sua respiração, ela se sentou e me trouxe de volta aos seus lábios, não nos importamos com o gosto dela no meu pau e o meu na sua buceta, só sentíamos a mesma coisa.

Ela parou de me beijar e sussurrou no meu ouvido: "estou pronta", seguido de um abraço delicado. Eu sabia o que ela queria dizer com "pronta", era a hora de perder nossa virgindade.

Ela tirou seu uniforme de líder de torcida e eu, igualmente, tirei minha roupa. Ficamos ambos nus, nunca tinha ficado nu na frente de alguém, mas não sentia vergonha nem ela também, ela não cobria os seios nem a buceta. Agora era minha vez de beijá-la, beijei-a suavemente como ela enquanto passava minhas mãos pela sua cabeça e nuca, enquanto eu acariciava sua bochecha e suas coxas, enquanto a deitava, delicadamente. Paramos de nos beijar e nos olhamos, seus olhos começaram a brilhar, pareciam estrelas fabulosas, que quase dava para pedir um desejo. Ela tocou meu peito e me disse: "vai", era a hora, levantei um pouco suas pernas e as abri levemente, meu pau estava em posição, esfreguei por alguns segundos até começar a entrar. Ela também disse que era virgem e não sei se meu pau é grande ou pequeno para ela, mas tinha que fazer com cuidado, pouco a pouco, via o rosto da Melani, ela apertava os olhos como se sentisse dor, até que entrei completamente, mas ela deu um pequeno grito de dor e vi soltar algumas lágrimas.

- Melani, estou te machucando, acho que não devia - disse preocupado quando a vi.
- Não... estou bem, só não se mexe um momento.

Fiz o que ela pediu, a... Deixei respirar o tempo que precisava, que foram alguns segundos.

- Pronto, já estou bem, pode se mexer. - disse, mas ainda com voz chorosa. Também não quero machucá-la, mas ela me pede para fazer, devo fazer.

Minhas cadeiras se movem lentamente, vejo seu rosto ainda com os olhos fechados, mas sua expressão de dor já não estava. Escutava-a gemer suavemente. Eu, por outro lado, ainda estava sem acreditar. Agora eu achava que estava num lugar mais lindo que o próprio céu. Eu estava com ela, com meu pau na sua buceta. É algo apertado, mas é óbvio, por isso sabia que tinha que meter devagar. E de fato, ao chegar no fundo, sentia que já estava conectado com seu corpo, algo que nem em sonhos alguém gostaria de ter.

- Agora somos um, amor. Isso mostra que te amo. Talvez você diga que há outras maneiras, sim, eu sei, também acho. Mas isso é especial. Te dei minha virgindade, é algo que jurei dar ao homem que estaria comigo com um grande amor.

Parecia que antes ela tinha entrado na minha cabeça, mas o fato de ela me dizer "te amo" parece que também estou amando-a. Talvez porque pensem que é porque estou comendo ela. Não, é algo que o coração diz, e não minha cabeça nem minha consciência.

- Continua mais! - dizia com voz quente.

Eu aumentei mais minha velocidade, ao escutar sua voz, ver seu corpo nu de pele branca. Mas há algo de que estava consciente: minha força e meus músculos, os sentia maiores, e meu desejo de fazer mais forte. Parece que quer soltar um ser que quer machucá-la, porque jamais sabia dos meus impulsos selvagens. Mas devo controlar. É primeira vez dos dois, e deve ser lindo e prazeroso.

Tirei meu pau lentamente e virei seu lindo corpo de bruços. Beijei seu pescoço e suas costas enquanto acariciava suas nádegas, redondas, firmes, enfim... perfeitas. Comecei a colocá-la de joelhos e de novo voltei a meter. Não foi brusco, mas estive a ponto de meter bruscamente. Demônios, tenho medo de machucá-la se meu corpo ficar selvagem. Comecei a comê-la de novo, mas Mais e mais, ela gemia tanto que não percebia sua dor, não conseguia ver seu rosto mas sabia que estava doendo com as leves investidas, precisava fazer algo, comecei a massagear sua bunda linda, mas minha velocidade aumentava levemente, vi meu pau e via sangue saindo. NÃO!!! estou machucando ela, sei que as mulheres sangram quando perdem a virgindade, mas não é muito, porém quando perdem a virgindade de forma selvagem sangram mais, devia parar mas meu corpo já não respondia direito, mas graças a Deus me veio uma ideia, com as mãos comecei a massagear seus peitos enquanto levantava seu corpo, pouco a pouco diminuía minha velocidade, e mudava para fazer círculos, ter suas costas no meu peito, me dispus a beijar seu pescoço ainda massageando seus peitos, já tinha passado sua dor, sabia disso agora ela gemia com prazer, levo sua mão para trás até minha nuca como querendo não desgrudar o beijo no seu pescoço e a outra em uma das minhas mãos que massageava suas tetas, meu corpo estava quente, e ao mesmo tempo sentia o corpo dela esquentando cada vez mais.

Coloquei a mão que ela não estava tocando em sua buceta, ouvi seu gemido mais forte e sua mão que estava na minha nuca a colocou na minha mão esfregando e dedando sua buceta, ao fazer isso, comecei a passar minha língua em sua orelha, parecia que sabia como agir em cada caso até que ouvi novamente "te amo". Devia dizer também? Devia dizer que a amo, pensei rapidamente até que me atrevi, já não importava se era um sonho real: "Também te amo" ela virou sua cabeça o máximo que pôde para ver meus olhos, vi um sorriso perfeito enquanto fechava os olhos e me beijava, só durou alguns segundos até que separamos nossos lábios.

- Amor, quero agora em cima de você - essa voz tão sedutora me prende.
- Te machuquei, desculpa - acho que machuquei ela por isso quer assim, para não comer ela como comi há pouco.
- Não, não é isso, só quero que agora sinta meus quadris se mexendo.

Fiquei feliz, espero que não tenha mentido para mim, mas é verdade agora quero sentir como ela se move. Me deitei e ela se Ela subia em mim e ainda me beijava, esses lábios pareciam uma droga que pouco a pouco ia me tornando viciado no seu sabor. Com a mão, ela puxava meu pau e se movia para conseguir enfiá-lo dentro dela. Já sentia sua buceta e ela se sentava na minha pica, sentia mais pressão, e via seu rosto de Melani gozando, mas ainda com meio-dor, até que ele estava todo dentro dela. Ela começou a mover os quadris em círculos, e aquilo foi delicioso. Agora ela estava fazendo o trabalho, e era mais desejável tê-la assim. A cada movimento, ela arqueava mais o quadril, e eu queria tocá-la mais. Coloquei minhas mãos na sua bunda, seguindo o movimento do seu quadril, até que ela estava me dando sentadas. Sentir o pouco peso dela encaixando a pélvis com a minha... Coloquei minhas mãos nos seus seios, massageando-os, e ela baixou o corpo até chegar de novo para me beijar, mas não parei de beijá-la, até que ela subiu o corpo até meu rosto topar com seus peitos. Me preparei para chupá-los enquanto seus gemidos me deixavam louco. Não queria que esse sonho acabasse, se é que era um sonho. Me senti como se tivesse ganhado um espaço no universo. Eu a tinha agora, amando-a, aproveitando-a, mas meu pau já não aguentava mais.

— Melani, tô quase gozar. Para e deixa eu tirar de dentro de você — eu disse.

— Não. Não quero que você tire. Quero que seu sêmen esteja no meu corpo, quero que seu amor esteja em mim.

— O quê? Você não vai ficar grávida, não posso fazer isso — quando ela disse isso, tentei empurrá-la de mim, estava prestes a explodir, mas ela me impediu, segurando meus braços e colocando mais peso.

— Não importa, será o produto do nosso amor. Deixa seu sêmen encher meu corpo.

Eu queria impedir, ainda não era hora de ter um filho, mas ela agora aumentou a velocidade. Sentia cada vez mais gostoso, meu corpo queria aquilo. O rosto dela transbordava de prazer até que aconteceu. Gozei dentro dela. Em vez de ficar bravo e tirá-la, deixei tudo o que precisava expulsar ficar nela, e meu corpo ficou falando. Ela teve seu orgasmo, um que derreteria o ouvido humano de tanto prazer. O que se escutava, ela se levantou mas estava exausta, aos poucos foi se erguendo e vi que no momento de tirar meu pau saiu um pequeno jato de porra, dela e minha. Mal conseguiu se levantar até conseguir se recostar no meu pecho, ambos respirávamos calma e agitadamente, tudo era agora descanso mas ainda o excitante que tinha sido.

Não lembro a que hora dormi, só que de repente quase que de golpe me levantei e sentei, não via nada, claro não tinha meus óculos, tentando procurar os vi em cima da cama, os coloquei e estava no quarto da Melani, não era sonho, foi tudo verdade, o desejo, o prazer, o sentir seu ser dentro dela, tudo, ali estava minha roupa e seu uniforme, ia virar para vê-la, mas senti alguém se recostar no meu ombro e uma mão agarrando a minha apertando como querendo nunca mais soltar.

— Você está bem, amor? — perguntou
— Isso foi real, não foi um sonho, isso aconteceu — afirmei com espanto mas sem alarme
— Pra mim foi meu sonho realizado, você me fez a garota mais feliz, me fez sentir o amor mais que um sentimento, sim algo que não poderei me desgrudar jamais — enquanto com seus dedos roçava todo meu braço

Olhei para a janela e já era noite, depois vi o relógio de parede em forma de Hello Kitty e vi que eram 8 da noite, caramba meus pais vão me matar, nunca tinha chegado tão tarde, só quando digo que vou demorar nos estudos.

Me levantei na hora, enquanto me trocava, ela me ajudou um pouco passando minha camisa ou minhas coisas, mas não estava alarmada como eu, já tendo tudo pronto estava já por sair do quarto, e só disse, até amanhã, Melani, mas ela me deteve com sua voz, se aproximou de mim e me deu um abraço bem forte como ela podia, isso me acalmou da minha preocupação, e ao mesmo tempo, retribuí seu abraço.

— Não se preocupa, eles não vão ficar bravos, te garanto, se cuida e lembra que te amo
— Eu... eu também — não soei seguro diante dela, no final ela me deu um beijo na bochecha e eu fui como pude. Nunca tinha corrido tanto. Depois da aula de educação física. Cheguei em casa, mas estava tudo escuro, não tinha nenhuma luz acesa, entrei tranquilamente e acendi a luz da sala, tinha um bilhete,Filho, seu pai e eu vamos chegar muito tarde por causa de reuniões de trabalho. Não espere por nós, se cuida.Do que me livrei, pensei por um momento que estaria na guilhotina, subi pro meu quarto, deixei minhas coisas e tomei um banho. Mesmo lá, ainda pensava no que aconteceu, aqueles lábios rosas deliciosos, aquele corpo perfeito, Deus, foi algo mágico pra mim, mas o "te amo" ainda é real? Ela me disse isso e eu repeti, mas com sentimentos verdadeiros, não por tesão. Mas não queria pensar nisso agora, preciso estudar um pouco mais pro meu último exame, se esse sentimento realmente existe, a gente vê amanhã.

No dia seguinte, todo mundo fazia suas provas, eu tirei 10 como sempre, mas não via a Melani. Na cafeteria, estava sentado almoçando quando ela chegou, mas parecia que eu não existia pra ela, o que me decepcionou, até passou na minha frente sem falar nada, também não queria ir atrás, se fizesse seria motivo de piada por querer ficar com ela. Paciência, a vida é assim mesmo.

— E aí, mano, como foi na prova? Com certeza bem, né — disse meu amigo de infância, sentando pra almoçar também. Eu só concordei com a cabeça.
— Onde você tava ontem? Liguei pro seu celular e caía na caixa postal.
— Meu celular tava sem bateria, além disso, dormi que nem uma pedra — não precisava contar onde ou com quem eu tava, melhor assim.
— Entendi, mas você devia estudar menos, sua cabeça vai explodir — ele falou, e eu ri um pouco.

Quando eu ia falar sobre a ex dele, a voz da Melani chamou a atenção de todo mundo.
— Atenção, galera! Quero dizer que encontrei o cara dos meus sonhos — ela disse, atraindo o olhar de todo mundo na cafeteria, até de quem tava só ouvindo. Ela atraiu minha atenção, mas ainda mais a do meu amigo, já que isso era novidade pra todo mundo — Hoje vou confessar quem é o cara por quem me apaixonei há anos, e ele tá aqui, e é... — ela falou, apontando pra mim, e todos os olhares se fixaram em mim como ímãs, até o do meu amigo, que ficou mais estupefato. Já sentia o peso de todos — Sim, mesmo que não acreditem, o cara mais inteligente da escola é meu grande... love, eu estive apaixonada desde os primeiros anos em que entramos juntos, fiquei calada por tanto tempo, mas não mais, ontem nós demonstramos, ele e eu fizemos, é isso mesmo, ele e eu transamos, porque eu o amo e ele me ama - Ok, não era necessário isso, já demonstrou que me ama e bom, eu a ela, mas graças a isso todos sussurravam e ficavam com o olhar mais em mim.

- Amigo, você é... e você e ela... - meu amigo não sabia o que dizer, ele estava impressionado, ainda mais do que eu, só acenei com timidez.
- Se alguém não acha que ele é meu love de verdade, pode ir pro inferno, eu não vou me cansar de dizer, ele é meu namorado, e nada vai me fazer largá-lo. É isso - terminou seu discurso e se dirigiu a mim, sentou enquanto me beijava e descansava a cabeça no meu ombro e apertava minha mão, embora todos seguissem seu caminho, ainda não desgrudavam o olhar da gente, com certeza todos na escola vão saber.

- Viu, te falei que não era um sonho, eu te amo e você me ama, né? - perguntou um pouco insegura enquanto me olhava.
- Claro que te amo, foi corajoso o que você fez, mas precisava contar sobre ontem à noite? - perguntei mais relaxado, e já não me importava com os olhares.
- Bom, amm, me escapou, love, você não está bravo comigo? - disse tímida, mas eu disse que não.
- Per... como... vocês... ele... - Meu amigo ainda estava em choque, parecia engraçado assim.
- love, seu amigo é engraçado, hehehe - ria enquanto apertava a mão dele para se apresentar, claro, ela só o conhecia de vista.
- Oi... olá... ammm, eu já volto - se retirou, com certeza foi ao banheiro se molhar pensando que estava sonhando, e nos próximos dias vai querer saber como aconteceu a nossa história, ele é assim mesmo.
- love, o que você acha de no sábado me acompanhar pra comprar umas coisas? - perguntou.
- Claro, mas se você vai à minha casa e conhece meus pais, é justo que conheçam meu primeiro namorado.
- Claro, logo quando meus pais vierem, vou dar a notícia, mas se no sábado der tempo, queria que a gente passasse a noite de novo na minha casa juntos.
- OK, mas vamos ver também sobre se você engravidar - eu lembrei a ela.
-É verdade, mas se eu ficar premiada, você vai me deixar? - disse novamente insegura e tímida.
-Claro que não, não sou um covarde, eu te amo... (e dessa vez é sério, eu a amo), e o bebê, como você diz e eu direi, é fruto do nosso amor.

Ela me mostrou seu grande sorriso angelical, seguido de um beijo longo, nunca vou me cansar dos seus lábios, eles são agora uma droga para mim.

FIM

2 comentários - Relatos: Inteligencia mas Popularidad igual a Sexo

no lo termine de leee y no lo voy a terminar es muy denso ademas la soverbia qe emana de tu relato da asco perdon qe te lo digq así pero no tenes comentarios ni fv no se te hace raro.
te pido disculpas si te ofendes pero en esta comunidad hacen falta mas usuarios sinceros yo no soy de escribir comentarios pero este post me gusto pero baja la soverbia y el ego y despues volvelo a subir vas a tener mejor respuesta de la gente. proba
saludo y a pensar loko
deje de leer cuando ella le dice que lo amaba...la verdad una mierda y encima soberbio