Fala, galera do Poringa! Esse é meu primeiro post e vou fazer sobre um conto da personagem Zoey, da série Zoey 101.
Na minha história, vou usar a Zoey das últimas temporadas, que é esta aqui:
Zoey caminhava pelos arredores do campus procurando o namorado, James. Eles tinham combinado de ficar sozinhos em um dos jardins do campus, no dia livre de todos os estudantes. Enquanto caminhava, encontrou as amigas Lola e Queen.
— Oi, Zoey, aonde você vai? — perguntou Lola.
— Vou encontrar o James no jardim do prédio leste.
— Ah, então é melhor a gente ir, com certeza você vai se encontrar com o James — disse ela, afirmando enquanto puxava Lola pelo braço.
Caminhando depois de alguns minutos, chegou ao jardim onde combinaram, e James estava lá esperando por ela. Ele a recebeu com um beijo nos lábios enquanto passava a mão na cintura dela. Embora o relacionamento deles estivesse cheio de discussões, Zoey tentava fazer com que não terminasse.
Por uma hora, ficaram conversando sobre a escola, os amigos e eles mesmos, mas ela notava que o olhar dele se fixava nos peitos dela e nas pernas descobertas pelo short. James deitou Zoey na grama enquanto a beijava, e ela entrava na brincadeira, mas logo Zoey sentiu uma mão subindo pela barriga até os peitos dela.
— James, o que você está fazendo? — disse ela com um sorriso nos lábios, meio inquieta. Mas ele não respondeu; mudou a mão para baixo, em direção ao short de Zoey, e tentou enfiar a mão, cada vez mais bruto.
— James, espera, o que você está fazendo? Para, você está me machucando — enquanto ele descobria os peitos dela e conseguia enfiar a mão, mas só por um segundo, porque Zoey conseguiu se soltar. Meio assustada e irritada, perguntou o que ele estava fazendo, mas James, igualmente irritado, disse que queria transar de uma vez. Ela negou, lembrando que não ia transar, e muito menos daquele jeito. Mas James não gostou da ideia e tentou de novo, mas Zoey deu um tapa nele e disse que estava tudo acabado, o relacionamento deles tinha terminado, e saiu correndo.
Zoey não contou nada para ninguém, nem mesmo para os amigos Logan e Michael, que eram colegas de quarto de James. Ficou o dia todo no quarto, deitada na cama, pensando no que aconteceu. passou até dar a noite. Ela não conseguia dormir e precisava relaxar, então pegou seus artigos de banho, sabonete, xampu, etc, e foi pro banheiro na surdina pra não acordar as amigas que estavam dormindo. Chegou até os chuveiros do prédio, mas estavam fechados, e os banheiros comuns não tinham chuveiros. Meio frustrada, pensou em ir pros vestiários femininos que ficam ao lado da academia das mulheres, afinal, estão sempre abertos, e a saída de emergência do prédio também estaria, já que o seguro da porta não funcionava.
Caminhou uns minutos até encontrar os vestiários, se certificou de que ninguém a via entrar, olhou de um lado pro outro sem sinal de ninguém. Ela não acendeu a luz onde ficavam os banheiros e os armários dos vestiários, porque podiam notar pelas pequenas grelhas no alto da parede, então preferiu esperar. Enquanto chegava aos chuveiros, tropeçando e indo devagar, chegou ao destino. Ali estava o interruptor e ela acendeu enquanto fechava a porta de entrada com o trinco; arrumou suas coisas no chuveiro e se despiu, deixando as roupas do lado de fora, e abriu a torneira na temperatura da água que curtia. Passava a esponja por todo o corpo nu, parava repetidamente nos peitos e na buceta lisinha. Enquanto ainda pensava no que aconteceu com James, ela já sabia que o relacionamento tinha acabado, mas todo o pensamento parou quando ouviu o som da porta dos chuveiros se fechando.
O coração dela disparou a mil por hora, será que imaginou, ou alguém conseguiu entrar? Imediatamente pensou no zelador, mas eles não ficam no campus depois das 10 da noite. Ela decidiu descobrir quem entrou, saiu do chuveiro se cobrindo com a toalha todo o corpo nu, se aproximou da porta, mas ela ainda estava trancada, o que lhe deu alívio. Deu outra olhada sem ver ninguém e, mais calma, entrou de novo pra tomar banho.
Mas ao entrar, uma mão tapou sua boca enquanto outra estava na sua nuca, e a empurrou pra dentro. Uma das paredes frias e ela de bunda encostada na porta do chuveiro, tentava descobrir quem era, virando a cabeça, mas não conseguia, e tentava se soltar, mas quem a segurava tinha muita força. Tentava gritar, mas era sufocada pela mão que tampava sua boca. Momentos depois, começou a sentir a mão que estava na cintura subir até os peitos, tocando-os, apertando-os, enquanto sentia mordidas no pescoço. Ela gemia um pouco, mas ainda lutava para se soltar; e sentiu a mão que tocava seus seios descer até chegar na buceta de Zoey. Seu captor começou a esfregar os dedos nela, enquanto Zoey sentia o medo, a adrenalina e a excitação correrem pelo corpo. Quanto mais sentia os dedos lá embaixo, mais bruscos eles ficavam. Zoey estava no ponto do clímax, estava excitada, reconhecia isso na mente, mas sentia medo do que ele poderia fazer a mais, já que o que sentia já a machucava demais; mas seu pensamento se tornou realidade.
Ele tirou os dedos da buceta molhada dela, e o sujeito começou a incliná-la, mostrando a bunda mais empinada, e ela sentiu algo querendo entrar. Ela se alarmou e tentou se mexer, mas o captor a apertava mais contra a parede, enquanto sentia aos poucos uma coisa grande entrando dentro da sua buceta até que entrou bem fundo, e ela soltou um gemido, claro, abafado pela mão que ainda estava na boca dela. Aos poucos, ele começou a empurrar, sentindo que estava penetrando ela, excitado ainda mais. Zoey ainda tentava se livrar do estuprador, mas ao ouvir a voz dele, ficou paralisada.
— Olha só com quem você foi se deitar primeiro, foxy. Não é virgem, já imaginava, mas sua buceta ainda é apertada, então é melhor — disse ele, se gabando do que fazia.
Zoey soube que era James, foi ele quem entrou e agora estava comendo ela. Mas ela sentia que a dureza e a rapidez aumentavam cada vez mais, até o ponto de doer.
— James, por favor, me solta, não vou contar pra ninguém, mas para, você tá me machucando, me desculpa se te dei um tapa, a gente ainda pode continuar — —Saindo... — disse ela entre gemidos, tirando a mão da boca. Mas James continuava enfiando e desvirginando a buceta da Zoey. Minutos se passaram, embora para Zoey parecessem horas, até que James tirou o pau. Zoey pensou que tinha acabado, estava exausta, mas ele a jogou meio brusco e se colocou por cima dela, abrindo suas pernas e tentando meter o pau de novo. Zoey ainda resistia, mas ele a pegou pelos pulsos e a deixou imóvel. E aí, de uma vez, James enfiou o pau de uma só vez, fazendo Zoey soltar um gemido abafado. Ele começou a comê-la de novo, mais forte, e ela só gemia, tinha ficado rouca de tanto gritar que não aguentava mais.
Depois, James tirou o pau de novo e virou Zoey até deixá-la de joelhos.
Ela se sentia cansada, com medo e excitada, e seu rosto mudou de novo quando começou a sentir o pau dele no cu. Ela tentava, com as forças que ainda tinha, se soltar, mas sem querer acabava ajudando o pau de James a entrar mais fácil, até que entrou e Zoey apagou, ficou fora de si, mas sentia tudo o que ele fazia. Ele a penetrava tão rápido que havia um pequeno fio de sangue se misturando com a água. Ninguém nunca tinha penetrado ela ali, então ela ainda era virgem do cu. James comia o mais forte que podia, aproveitando, mordia os peitos deixando marcas, até que gozou dentro.
Tirou o pau e acomodou Zoey de lado, vendo a cara dela fora de si, enquanto ainda se masturbava.
— Achou que eu não ia te penetrar? Achou que não ia me dar seu corpo e que eu não ia te fazer minha? Eu tava de olho no seu corpo desde que te vi pela primeira vez, e agora realizei meu desejo. Você foi minha foxy hoje à noite, agora vou deixar meu presente no seu cu e na sua cara — disse ele, rindo enquanto cuspia sêmen no rosto de Zoey.
Ele se levantou, se secou com a toalha que Zoey tinha, e se vestiu.
— Boa noite, love, e lembra que isso vai ser nosso segredo — e cuspiu nela.
Zoey reagiu, perdida, sem saber quanto tempo tinha passado, sentindo o corpo cansado. dolio, tremendo por causa da água fria, ela de quatro pegou a esponja e limpou os restos de sêmen do James, chorando e se xingando.
Fechou o chuveiro, secou o corpo, vestiu a roupa e saiu dali. Olhou o relógio e já eram 4 da manhã. Foi como pôde de volta pro quarto, entrou com cuidado e a Lola e a Queen ainda estavam no sono profundo. Zoey arrumou as coisas e se meteu na cama, mas não preguei os olhos, ainda sentia a penetração forte, ainda sentia o sêmen dentro dela. Daí a pouco ouviu as amigas se arrumando pra aula.
– Zoey, acorda, é hora de entrar na aula de física. Mas ela não disse uma palavra.
– O que foi, parece que chorou a noite inteira, disse a Lola preocupada.
– Não se preocupem, só tô me sentindo mal, vou ficar mais um pouco e depois vou pra enfermaria. As duas foram meio preocupadas, mas Zoey ficou horrorizada quando ouviu a Queen cumprimentar o James.
FIM.
Bom, espero que tenham gostado, espero fazer mais se vocês permitirem com suas críticas 🙂
Na minha história, vou usar a Zoey das últimas temporadas, que é esta aqui:
Zoey caminhava pelos arredores do campus procurando o namorado, James. Eles tinham combinado de ficar sozinhos em um dos jardins do campus, no dia livre de todos os estudantes. Enquanto caminhava, encontrou as amigas Lola e Queen.— Oi, Zoey, aonde você vai? — perguntou Lola.
— Vou encontrar o James no jardim do prédio leste.
— Ah, então é melhor a gente ir, com certeza você vai se encontrar com o James — disse ela, afirmando enquanto puxava Lola pelo braço.
Caminhando depois de alguns minutos, chegou ao jardim onde combinaram, e James estava lá esperando por ela. Ele a recebeu com um beijo nos lábios enquanto passava a mão na cintura dela. Embora o relacionamento deles estivesse cheio de discussões, Zoey tentava fazer com que não terminasse.
Por uma hora, ficaram conversando sobre a escola, os amigos e eles mesmos, mas ela notava que o olhar dele se fixava nos peitos dela e nas pernas descobertas pelo short. James deitou Zoey na grama enquanto a beijava, e ela entrava na brincadeira, mas logo Zoey sentiu uma mão subindo pela barriga até os peitos dela.
— James, o que você está fazendo? — disse ela com um sorriso nos lábios, meio inquieta. Mas ele não respondeu; mudou a mão para baixo, em direção ao short de Zoey, e tentou enfiar a mão, cada vez mais bruto.
— James, espera, o que você está fazendo? Para, você está me machucando — enquanto ele descobria os peitos dela e conseguia enfiar a mão, mas só por um segundo, porque Zoey conseguiu se soltar. Meio assustada e irritada, perguntou o que ele estava fazendo, mas James, igualmente irritado, disse que queria transar de uma vez. Ela negou, lembrando que não ia transar, e muito menos daquele jeito. Mas James não gostou da ideia e tentou de novo, mas Zoey deu um tapa nele e disse que estava tudo acabado, o relacionamento deles tinha terminado, e saiu correndo.
Zoey não contou nada para ninguém, nem mesmo para os amigos Logan e Michael, que eram colegas de quarto de James. Ficou o dia todo no quarto, deitada na cama, pensando no que aconteceu. passou até dar a noite. Ela não conseguia dormir e precisava relaxar, então pegou seus artigos de banho, sabonete, xampu, etc, e foi pro banheiro na surdina pra não acordar as amigas que estavam dormindo. Chegou até os chuveiros do prédio, mas estavam fechados, e os banheiros comuns não tinham chuveiros. Meio frustrada, pensou em ir pros vestiários femininos que ficam ao lado da academia das mulheres, afinal, estão sempre abertos, e a saída de emergência do prédio também estaria, já que o seguro da porta não funcionava.
Caminhou uns minutos até encontrar os vestiários, se certificou de que ninguém a via entrar, olhou de um lado pro outro sem sinal de ninguém. Ela não acendeu a luz onde ficavam os banheiros e os armários dos vestiários, porque podiam notar pelas pequenas grelhas no alto da parede, então preferiu esperar. Enquanto chegava aos chuveiros, tropeçando e indo devagar, chegou ao destino. Ali estava o interruptor e ela acendeu enquanto fechava a porta de entrada com o trinco; arrumou suas coisas no chuveiro e se despiu, deixando as roupas do lado de fora, e abriu a torneira na temperatura da água que curtia. Passava a esponja por todo o corpo nu, parava repetidamente nos peitos e na buceta lisinha. Enquanto ainda pensava no que aconteceu com James, ela já sabia que o relacionamento tinha acabado, mas todo o pensamento parou quando ouviu o som da porta dos chuveiros se fechando.
O coração dela disparou a mil por hora, será que imaginou, ou alguém conseguiu entrar? Imediatamente pensou no zelador, mas eles não ficam no campus depois das 10 da noite. Ela decidiu descobrir quem entrou, saiu do chuveiro se cobrindo com a toalha todo o corpo nu, se aproximou da porta, mas ela ainda estava trancada, o que lhe deu alívio. Deu outra olhada sem ver ninguém e, mais calma, entrou de novo pra tomar banho.
Mas ao entrar, uma mão tapou sua boca enquanto outra estava na sua nuca, e a empurrou pra dentro. Uma das paredes frias e ela de bunda encostada na porta do chuveiro, tentava descobrir quem era, virando a cabeça, mas não conseguia, e tentava se soltar, mas quem a segurava tinha muita força. Tentava gritar, mas era sufocada pela mão que tampava sua boca. Momentos depois, começou a sentir a mão que estava na cintura subir até os peitos, tocando-os, apertando-os, enquanto sentia mordidas no pescoço. Ela gemia um pouco, mas ainda lutava para se soltar; e sentiu a mão que tocava seus seios descer até chegar na buceta de Zoey. Seu captor começou a esfregar os dedos nela, enquanto Zoey sentia o medo, a adrenalina e a excitação correrem pelo corpo. Quanto mais sentia os dedos lá embaixo, mais bruscos eles ficavam. Zoey estava no ponto do clímax, estava excitada, reconhecia isso na mente, mas sentia medo do que ele poderia fazer a mais, já que o que sentia já a machucava demais; mas seu pensamento se tornou realidade.
Ele tirou os dedos da buceta molhada dela, e o sujeito começou a incliná-la, mostrando a bunda mais empinada, e ela sentiu algo querendo entrar. Ela se alarmou e tentou se mexer, mas o captor a apertava mais contra a parede, enquanto sentia aos poucos uma coisa grande entrando dentro da sua buceta até que entrou bem fundo, e ela soltou um gemido, claro, abafado pela mão que ainda estava na boca dela. Aos poucos, ele começou a empurrar, sentindo que estava penetrando ela, excitado ainda mais. Zoey ainda tentava se livrar do estuprador, mas ao ouvir a voz dele, ficou paralisada.
— Olha só com quem você foi se deitar primeiro, foxy. Não é virgem, já imaginava, mas sua buceta ainda é apertada, então é melhor — disse ele, se gabando do que fazia.
Zoey soube que era James, foi ele quem entrou e agora estava comendo ela. Mas ela sentia que a dureza e a rapidez aumentavam cada vez mais, até o ponto de doer.
— James, por favor, me solta, não vou contar pra ninguém, mas para, você tá me machucando, me desculpa se te dei um tapa, a gente ainda pode continuar — —Saindo... — disse ela entre gemidos, tirando a mão da boca. Mas James continuava enfiando e desvirginando a buceta da Zoey. Minutos se passaram, embora para Zoey parecessem horas, até que James tirou o pau. Zoey pensou que tinha acabado, estava exausta, mas ele a jogou meio brusco e se colocou por cima dela, abrindo suas pernas e tentando meter o pau de novo. Zoey ainda resistia, mas ele a pegou pelos pulsos e a deixou imóvel. E aí, de uma vez, James enfiou o pau de uma só vez, fazendo Zoey soltar um gemido abafado. Ele começou a comê-la de novo, mais forte, e ela só gemia, tinha ficado rouca de tanto gritar que não aguentava mais.
Depois, James tirou o pau de novo e virou Zoey até deixá-la de joelhos.
Ela se sentia cansada, com medo e excitada, e seu rosto mudou de novo quando começou a sentir o pau dele no cu. Ela tentava, com as forças que ainda tinha, se soltar, mas sem querer acabava ajudando o pau de James a entrar mais fácil, até que entrou e Zoey apagou, ficou fora de si, mas sentia tudo o que ele fazia. Ele a penetrava tão rápido que havia um pequeno fio de sangue se misturando com a água. Ninguém nunca tinha penetrado ela ali, então ela ainda era virgem do cu. James comia o mais forte que podia, aproveitando, mordia os peitos deixando marcas, até que gozou dentro.
Tirou o pau e acomodou Zoey de lado, vendo a cara dela fora de si, enquanto ainda se masturbava.
— Achou que eu não ia te penetrar? Achou que não ia me dar seu corpo e que eu não ia te fazer minha? Eu tava de olho no seu corpo desde que te vi pela primeira vez, e agora realizei meu desejo. Você foi minha foxy hoje à noite, agora vou deixar meu presente no seu cu e na sua cara — disse ele, rindo enquanto cuspia sêmen no rosto de Zoey.
Ele se levantou, se secou com a toalha que Zoey tinha, e se vestiu.
— Boa noite, love, e lembra que isso vai ser nosso segredo — e cuspiu nela.
Zoey reagiu, perdida, sem saber quanto tempo tinha passado, sentindo o corpo cansado. dolio, tremendo por causa da água fria, ela de quatro pegou a esponja e limpou os restos de sêmen do James, chorando e se xingando.
Fechou o chuveiro, secou o corpo, vestiu a roupa e saiu dali. Olhou o relógio e já eram 4 da manhã. Foi como pôde de volta pro quarto, entrou com cuidado e a Lola e a Queen ainda estavam no sono profundo. Zoey arrumou as coisas e se meteu na cama, mas não preguei os olhos, ainda sentia a penetração forte, ainda sentia o sêmen dentro dela. Daí a pouco ouviu as amigas se arrumando pra aula.
– Zoey, acorda, é hora de entrar na aula de física. Mas ela não disse uma palavra.
– O que foi, parece que chorou a noite inteira, disse a Lola preocupada.
– Não se preocupem, só tô me sentindo mal, vou ficar mais um pouco e depois vou pra enfermaria. As duas foram meio preocupadas, mas Zoey ficou horrorizada quando ouviu a Queen cumprimentar o James.
FIM.
Bom, espero que tenham gostado, espero fazer mais se vocês permitirem com suas críticas 🙂
2 comentários - Relatos: La defloracion de Zoey Brooks (Zoey 101)