Não consegui convencê-lo a parar de perguntar e questionar sobre minha adolescência, então, sem mais delongas, sem outra saída, sem poder evitar, como de costume, Leo, meu filho, conseguiu o que queria, e acabei contando "parte" dos meus pecados de juventude, só pra deixar ele satisfeito.
Depois do sexo sem limites entre nós dois e sem sono, a mãe se confessou (parcialmente) ao filho.
Foto da Angélica novinha na sua província natal.
Seu tio Ernesto, meu irmão mais velho, aquele que tirou minha virgindade, era um malandro. Na nossa cidade, não sobrava trabalho, nem chance de crescer na vida, ainda mais se você não tivesse um ofício ou estudo. Ele não tinha nenhum dos dois. Por causa disso, e graças à sua lábia, ele era chegado, encantador pra muitos. Ele tinha notado que vários caras se dedicavam a uma atividade bem antiga por lá... A de "cafetão". Mas, pra isso, a pessoa precisava ter uma grana pra conseguir mulheres, ou então "presença e conversa fiada", coisas que ele não tinha (como, por exemplo, pra poder agradar as moças). Aí ele não teve outra "grande" ideia senão a de conquistar a Lola, minha irmã, mais velha que eu, mas mais nova que o Ernesto.
Com ela, ele fez um trabalho "fino", diferente de comigo, que ele pegou à força. Com ela, ele foi com calma, enganchou ela de um jeito que fez ela trabalhar pra ele quase sem precisar obrigar.
— Como ele fez isso, como conseguiu? — perguntou Leo, o filho dela, que seguia atento o relato da mãe, os dois pelados na cama de casamento dos pais.
Isso até mudou — disse Angélica — Antigamente, os cafetões tinham código, faziam o teatro, não te forçavam, pelo menos de começo...
Ele inventou uma história, que tinha dívidas, que iam machucar ele, que precisava pagar...
E ela, aos poucos, se entregou sozinha. Ernesto disse que a dívida era por "jogatina", por "roleta", por baralho, por um jogo de cartas, e que devia pra um "turco" — que na nossa cidade tinha aos montes, tudo mercador, comerciante, que vendia qualquer coisa...
E que o "turco véio" tinha insinuado que só perdoaria a dívida se ele entregasse a irmã dele, ou seja, a Lola. Ernesto disse que respondeu que preferia enfrentar as "consequências" — tudo "conversa fiada", mentira — e ela acreditou e aceitou, apesar da falsa "recusa" do nosso irmão Ernesto.
Essa foi a primeira vez, e depois vieram todas, uma atrás da outra, ela nunca mais conseguiu negar, até que se acostumou a fazer isso toda vez que ele pedia — e ele pedia cada vez mais, sem parar.
Esta é a Lola com o "turco velho" pra quem, segundo o Ernesto, ela tava devendo.
A história gostosa foi interrompida pelo sol do amanhecer e, com ele, a chegada iminente da Felina (minha filha) e do Bruno (meu marido e pai do Leo). Falei pra ele descansar um pouco, nem que fosse por um tempinho, que eu ia ficar arrumando tudo e esperando eles chegarem.
Mas, perto do meio-dia, meu marido ligou, me avisando que não iam vir, que iam ficar até segunda-feira, ele ia pro trabalho de lá, e a Felina, minha filha, viria sozinha mais tarde. Contei pra ele sobre o Leo.
Aí ele me perguntou se eu queria que os dois voltassem.
Não hesitei nem um segundo... Não, fiquem aí, o Leo tá se despedindo dos amigos! Respondi mentindo, ia ter ele mais um dia só pra mim. "Não sei se conto pra Felina!", meu marido respondeu.
"Sei lá, acho melhor não, não sei, vê aí, porque capaz dela te fazer voltar pra casa à toa!" Falei com um tom de quem não tava nem aí pra decisão que ele tomasse (sempre funcionava comigo) e não falhou de novo.
"Ok, melhor não falar nada agora, conto amanhã! Abraço!" Ele disse e desligou.
Feliz da vida, eu me preparava pra ficar sozinha mais um dia com meu menino, planejando como a gente ia se divertir junto, quando a campainha tocou estridente.
Fui até a porta da entrada e espiei pelo olho mágico uma mulher. Abri pra saber quem era e o que queria.
"Oi, precisa de algo?" Perguntei pra desconhecida educadamente, feliz pelos acontecimentos anteriores, os que vinham rolando, mas, na vida, é sempre uma boa e duas ruins. Sempre uma notícia boa é manchada por outra que não é igual.
A mulher mais velha respondeu: "Não me reconhece, sou sua mãe!"
Perplexa, atônita, minha velha mãe aparecia na minha casa, depois de uma vida inteira de ausência (essa é outra história) que talvez mais pra frente eu conte.
Depois que passei meu choque com o inesperado, mandei ela entrar.
Já dentro de casa, de cabeça baixa, ela disse: "Me perdoa!
Ainda se mantinha bem, devia ser questão de genética. Com um vestidinho florido, nos abraçamos no meio da sala, mesmo que meu dia com o Leo estivesse se desfazendo.
Começamos a conversar sobre tudo, rápido, mas sem entrar em detalhes, só o básico.
— O que você tá fazendo! De onde você vem? — perguntei, e depois de respostas curtas e de praxe, ofereci pra ela se acomodar no quarto do Leo, que ia pro quartel, mas que tomasse um banho, enquanto eu acordava meu filho, o neto dela, e colocava ele a par de algumas coisas e se vestia, já que o Leo estava pelado no quarto que normalmente dividia com a irmã, achando que estávamos sozinhos.
Foi assim, embora o Leo, que é um distraído e ainda mais se tá meio cansado e mal dormido, tenha se levantado. E o que ele fez primeiro? Foi pro banheiro, onde a avó dele estava tomando banho! E ele encontrou ela na banheira!
Claro, sem roupa nenhuma! Ela olhou pra ele relaxada, "acostumada com todos os filhos homens que teve", incrédula ao ver que o neto se assustou ao vê-la ali.
Enquanto Leo gaguejava desculpas e demorava pra sair do banheiro, minha mãe, a avó dele, se levantou na banheira e disse: "Quer me ver? Tá gostando do que vê?" Ficando parada, de pose, pelada na frente dele. Leo saiu correndo, vermelho de vergonha, e acordou de vez, veio correndo até mim e falou: "Tem uma velha gostosa pelada no banheiro!
Depois do sexo sem limites entre nós dois e sem sono, a mãe se confessou (parcialmente) ao filho.
Foto da Angélica novinha na sua província natal. Seu tio Ernesto, meu irmão mais velho, aquele que tirou minha virgindade, era um malandro. Na nossa cidade, não sobrava trabalho, nem chance de crescer na vida, ainda mais se você não tivesse um ofício ou estudo. Ele não tinha nenhum dos dois. Por causa disso, e graças à sua lábia, ele era chegado, encantador pra muitos. Ele tinha notado que vários caras se dedicavam a uma atividade bem antiga por lá... A de "cafetão". Mas, pra isso, a pessoa precisava ter uma grana pra conseguir mulheres, ou então "presença e conversa fiada", coisas que ele não tinha (como, por exemplo, pra poder agradar as moças). Aí ele não teve outra "grande" ideia senão a de conquistar a Lola, minha irmã, mais velha que eu, mas mais nova que o Ernesto.
Com ela, ele fez um trabalho "fino", diferente de comigo, que ele pegou à força. Com ela, ele foi com calma, enganchou ela de um jeito que fez ela trabalhar pra ele quase sem precisar obrigar.
— Como ele fez isso, como conseguiu? — perguntou Leo, o filho dela, que seguia atento o relato da mãe, os dois pelados na cama de casamento dos pais.
Isso até mudou — disse Angélica — Antigamente, os cafetões tinham código, faziam o teatro, não te forçavam, pelo menos de começo... Ele inventou uma história, que tinha dívidas, que iam machucar ele, que precisava pagar...
E ela, aos poucos, se entregou sozinha. Ernesto disse que a dívida era por "jogatina", por "roleta", por baralho, por um jogo de cartas, e que devia pra um "turco" — que na nossa cidade tinha aos montes, tudo mercador, comerciante, que vendia qualquer coisa...
E que o "turco véio" tinha insinuado que só perdoaria a dívida se ele entregasse a irmã dele, ou seja, a Lola. Ernesto disse que respondeu que preferia enfrentar as "consequências" — tudo "conversa fiada", mentira — e ela acreditou e aceitou, apesar da falsa "recusa" do nosso irmão Ernesto.
Essa foi a primeira vez, e depois vieram todas, uma atrás da outra, ela nunca mais conseguiu negar, até que se acostumou a fazer isso toda vez que ele pedia — e ele pedia cada vez mais, sem parar.
Esta é a Lola com o "turco velho" pra quem, segundo o Ernesto, ela tava devendo. A história gostosa foi interrompida pelo sol do amanhecer e, com ele, a chegada iminente da Felina (minha filha) e do Bruno (meu marido e pai do Leo). Falei pra ele descansar um pouco, nem que fosse por um tempinho, que eu ia ficar arrumando tudo e esperando eles chegarem.
Mas, perto do meio-dia, meu marido ligou, me avisando que não iam vir, que iam ficar até segunda-feira, ele ia pro trabalho de lá, e a Felina, minha filha, viria sozinha mais tarde. Contei pra ele sobre o Leo.
Aí ele me perguntou se eu queria que os dois voltassem.
Não hesitei nem um segundo... Não, fiquem aí, o Leo tá se despedindo dos amigos! Respondi mentindo, ia ter ele mais um dia só pra mim. "Não sei se conto pra Felina!", meu marido respondeu.
"Sei lá, acho melhor não, não sei, vê aí, porque capaz dela te fazer voltar pra casa à toa!" Falei com um tom de quem não tava nem aí pra decisão que ele tomasse (sempre funcionava comigo) e não falhou de novo.
"Ok, melhor não falar nada agora, conto amanhã! Abraço!" Ele disse e desligou.
Feliz da vida, eu me preparava pra ficar sozinha mais um dia com meu menino, planejando como a gente ia se divertir junto, quando a campainha tocou estridente.
Fui até a porta da entrada e espiei pelo olho mágico uma mulher. Abri pra saber quem era e o que queria.
"Oi, precisa de algo?" Perguntei pra desconhecida educadamente, feliz pelos acontecimentos anteriores, os que vinham rolando, mas, na vida, é sempre uma boa e duas ruins. Sempre uma notícia boa é manchada por outra que não é igual.
A mulher mais velha respondeu: "Não me reconhece, sou sua mãe!"
Perplexa, atônita, minha velha mãe aparecia na minha casa, depois de uma vida inteira de ausência (essa é outra história) que talvez mais pra frente eu conte.
Depois que passei meu choque com o inesperado, mandei ela entrar.
Já dentro de casa, de cabeça baixa, ela disse: "Me perdoa!
Ainda se mantinha bem, devia ser questão de genética. Com um vestidinho florido, nos abraçamos no meio da sala, mesmo que meu dia com o Leo estivesse se desfazendo.Começamos a conversar sobre tudo, rápido, mas sem entrar em detalhes, só o básico.
— O que você tá fazendo! De onde você vem? — perguntei, e depois de respostas curtas e de praxe, ofereci pra ela se acomodar no quarto do Leo, que ia pro quartel, mas que tomasse um banho, enquanto eu acordava meu filho, o neto dela, e colocava ele a par de algumas coisas e se vestia, já que o Leo estava pelado no quarto que normalmente dividia com a irmã, achando que estávamos sozinhos.
Foi assim, embora o Leo, que é um distraído e ainda mais se tá meio cansado e mal dormido, tenha se levantado. E o que ele fez primeiro? Foi pro banheiro, onde a avó dele estava tomando banho! E ele encontrou ela na banheira!
Claro, sem roupa nenhuma! Ela olhou pra ele relaxada, "acostumada com todos os filhos homens que teve", incrédula ao ver que o neto se assustou ao vê-la ali.
Enquanto Leo gaguejava desculpas e demorava pra sair do banheiro, minha mãe, a avó dele, se levantou na banheira e disse: "Quer me ver? Tá gostando do que vê?" Ficando parada, de pose, pelada na frente dele. Leo saiu correndo, vermelho de vergonha, e acordou de vez, veio correndo até mim e falou: "Tem uma velha gostosa pelada no banheiro!
37 comentários - Chegou a sogra, e a mãe 14º
Que linda abuelita. hermoso cuerpo.