—Olha aquela loira, que gostosa, vai lá encarar ela.
Pois é... meu amigo Percha era uma mistura de kamikaze e otário... sempre de olho na gatinha mais bonita da balada, aquela que tá pronta pra dar fora numa porrada de babões aloprados em coma lácteo só pra inflar o ego, e no fim dançar com as amigas ou voltar com o galã do lugar... categoria da qual a gente tava longe pra caralho.
— Nem fodendo, Percha, essa não vai me dar bola.
— Vai lá, porra, você é advogado, como não vai encarar?
— Claro... isso me habilita a fazer processos, não a pegar mina...
Esse idiota largou a faculdade no terceiro ano e achava que quem terminava virava automaticamente um vencedor com o sexo oposto, e que junto com o diploma entregam um container de camisinha pra tudo que a gente vai comer graças ao canudo...
Olhei pro Percha e ele era o espetáculo mais patético da masculinidade... na penumbra, bem bêbado, com a camisa manchada de cerveja, babando... me lembrou aquele personagem do Capusotto que dança com a mina e nunca come ninguém.
Deixei ele à própria sorte e fui tentar a sorte com minas mais acessíveis... depois de uns quatro foras, consegui que uma baixinha de bunda boa me desse trela... papeamos um pouco, beijamos, mão na bunda por cima da calça, mão na bunda por baixo da calça, dedo dentro da buceta... pronto! Pensei, já era, vou levar ela pro carro e meter.
Saí com a baixinha pro estacionamento e o carro não tava em lugar nenhum... nem vou contar o cagaço que eu peguei, sozinho naqueles bairros que a gente invadia tipo explorador na caça de novos exemplares de fêmea, bem periféricos e em vizinhanças que não tinham a melhor fama.
Como o segurança da entrada já tinha saído, não queria me deixar passar... nisso a baixinha já tava com cara de cu. Disquei o número do Percha no celular... no quarto toque ele atende: "E aí, loucura, beleza?"
— A gente Afanaram o carro, mano, sai logo da balada!"
— "Ahhhhhh nãoooo, pai, deixa eu explicarrrr"
— "Sai, to falando sério, porra!!!"
— "Nãooooo, calma, loucura, tá tudo bemmm... eu peguei o carro, mas espera aí, tô a umas quadrinhas daí, já vou te buscar"
Eu entrei em pânico... o cara tinha feito um curso de direção bem duvidoso umas duas meses atrás, numa daquelas escolinhas... o filho da puta, num descuido, me surrupiou as chaves! Mas como? Quando? E ainda bêbado.
Estacionei e quase caí de bunda... tava com aquela loira gostosa que eu não tive coragem de chegar!!! Vou explicar... o Percha é um amigo, um irmão... mas ele é tipo uma mistura de gorila da neblina com réptil... grandão, muito grandão, com os dentes pra fora, olhos esbugalhados, orelhas deformadas... que droga ele deu pra uma mina daquelas?
— "Olhaaaa ela é a Mairaaa, uma amiguinha que veio de Córdoba, conheci agora... eeeeessse é o Doutorrr" O filho da puta tava podre de bêbado!
Subimos no carro, eu peguei o volante e eles foram pra trás. Estacionamos num lugar escuro e eu me joguei em cima da baixinha, que nessa altura já tava sem graça que nem uma régua. Enquanto isso, olhei de canto e a loira tava chupando sem parar a pica do Percha.
Não vou me alongar, mas naquela noite eu mal consegui chupar os peitos da baixinha, enquanto o Percha levou a loira pro apartamento que a gente dividia e meteu no cu dela duas vezes na porta do lado, com a luz acesa e a porta aberta, enquanto eu, feito um otário, me masturbava olhando e ouvindo.
No dia seguinte, perguntei pro meu amigo como ele tinha pegado ela, porque uma mulher daquelas é um puta tesão. O Percha disse que tava muito bêbado, muito tarado, e que simplesmente chegou perto, agarrou ela na cintura e começou a cantar gritando "Faz um boquete em mim, faz um boquete em mim".
Até hoje a loira é nossa amiga. Não sei se voltou a transar com o Percha, eu comi ela várias vezes anos depois, quando o Percha tava namorando e teve um surto de fidelidade que durou uns fins de semana, nesse tempo ele disse que me passava todas as minas dele... claro que depois se arrependeu e quis elas de volta.
Mas minha curiosidade sempre ficou, até que um dia que tava com a Maira, depois de uma transa muito boa, perguntei por que sendo tão gostosa ela dava pra mim... aí ela respondeu que eu tratava ela bem e que eu era simpático.
"Ah" falei — e lembrei do que a gente, homem, pensa de uma mina que a gente chama de "simpática".
— "E o Percha... como é que você deu bola pra ele naquela vez, se tinha todos os caras da balada atrás de você?"
— "Kkkkk simmm mas nenhum tinha coragem de chegar em mim... e esse veio todo desengonçado, desleixado e meio feinho, e de cara já me agarrou na bunda, encostou a pica e começou a mexer na minha buceta... normalmente um cara que faz isso eu dou um tapa e chamo a segurança... mas é que ele me pegou muito tarada e com a guarda baixa."
Naquela noite, Maira me disse uma coisa que serviu pra vida toda: Não existe mulher impossível, só existe homem sem atitude.
Pois é... meu amigo Percha era uma mistura de kamikaze e otário... sempre de olho na gatinha mais bonita da balada, aquela que tá pronta pra dar fora numa porrada de babões aloprados em coma lácteo só pra inflar o ego, e no fim dançar com as amigas ou voltar com o galã do lugar... categoria da qual a gente tava longe pra caralho.
— Nem fodendo, Percha, essa não vai me dar bola.
— Vai lá, porra, você é advogado, como não vai encarar?
— Claro... isso me habilita a fazer processos, não a pegar mina...
Esse idiota largou a faculdade no terceiro ano e achava que quem terminava virava automaticamente um vencedor com o sexo oposto, e que junto com o diploma entregam um container de camisinha pra tudo que a gente vai comer graças ao canudo...
Olhei pro Percha e ele era o espetáculo mais patético da masculinidade... na penumbra, bem bêbado, com a camisa manchada de cerveja, babando... me lembrou aquele personagem do Capusotto que dança com a mina e nunca come ninguém.
Deixei ele à própria sorte e fui tentar a sorte com minas mais acessíveis... depois de uns quatro foras, consegui que uma baixinha de bunda boa me desse trela... papeamos um pouco, beijamos, mão na bunda por cima da calça, mão na bunda por baixo da calça, dedo dentro da buceta... pronto! Pensei, já era, vou levar ela pro carro e meter.
Saí com a baixinha pro estacionamento e o carro não tava em lugar nenhum... nem vou contar o cagaço que eu peguei, sozinho naqueles bairros que a gente invadia tipo explorador na caça de novos exemplares de fêmea, bem periféricos e em vizinhanças que não tinham a melhor fama.
Como o segurança da entrada já tinha saído, não queria me deixar passar... nisso a baixinha já tava com cara de cu. Disquei o número do Percha no celular... no quarto toque ele atende: "E aí, loucura, beleza?"
— A gente Afanaram o carro, mano, sai logo da balada!"
— "Ahhhhhh nãoooo, pai, deixa eu explicarrrr"
— "Sai, to falando sério, porra!!!"
— "Nãooooo, calma, loucura, tá tudo bemmm... eu peguei o carro, mas espera aí, tô a umas quadrinhas daí, já vou te buscar"
Eu entrei em pânico... o cara tinha feito um curso de direção bem duvidoso umas duas meses atrás, numa daquelas escolinhas... o filho da puta, num descuido, me surrupiou as chaves! Mas como? Quando? E ainda bêbado.
Estacionei e quase caí de bunda... tava com aquela loira gostosa que eu não tive coragem de chegar!!! Vou explicar... o Percha é um amigo, um irmão... mas ele é tipo uma mistura de gorila da neblina com réptil... grandão, muito grandão, com os dentes pra fora, olhos esbugalhados, orelhas deformadas... que droga ele deu pra uma mina daquelas?
— "Olhaaaa ela é a Mairaaa, uma amiguinha que veio de Córdoba, conheci agora... eeeeessse é o Doutorrr" O filho da puta tava podre de bêbado!
Subimos no carro, eu peguei o volante e eles foram pra trás. Estacionamos num lugar escuro e eu me joguei em cima da baixinha, que nessa altura já tava sem graça que nem uma régua. Enquanto isso, olhei de canto e a loira tava chupando sem parar a pica do Percha.
Não vou me alongar, mas naquela noite eu mal consegui chupar os peitos da baixinha, enquanto o Percha levou a loira pro apartamento que a gente dividia e meteu no cu dela duas vezes na porta do lado, com a luz acesa e a porta aberta, enquanto eu, feito um otário, me masturbava olhando e ouvindo.
No dia seguinte, perguntei pro meu amigo como ele tinha pegado ela, porque uma mulher daquelas é um puta tesão. O Percha disse que tava muito bêbado, muito tarado, e que simplesmente chegou perto, agarrou ela na cintura e começou a cantar gritando "Faz um boquete em mim, faz um boquete em mim".
Até hoje a loira é nossa amiga. Não sei se voltou a transar com o Percha, eu comi ela várias vezes anos depois, quando o Percha tava namorando e teve um surto de fidelidade que durou uns fins de semana, nesse tempo ele disse que me passava todas as minas dele... claro que depois se arrependeu e quis elas de volta.
Mas minha curiosidade sempre ficou, até que um dia que tava com a Maira, depois de uma transa muito boa, perguntei por que sendo tão gostosa ela dava pra mim... aí ela respondeu que eu tratava ela bem e que eu era simpático.
"Ah" falei — e lembrei do que a gente, homem, pensa de uma mina que a gente chama de "simpática".
— "E o Percha... como é que você deu bola pra ele naquela vez, se tinha todos os caras da balada atrás de você?"
— "Kkkkk simmm mas nenhum tinha coragem de chegar em mim... e esse veio todo desengonçado, desleixado e meio feinho, e de cara já me agarrou na bunda, encostou a pica e começou a mexer na minha buceta... normalmente um cara que faz isso eu dou um tapa e chamo a segurança... mas é que ele me pegou muito tarada e com a guarda baixa."
Naquela noite, Maira me disse uma coisa que serviu pra vida toda: Não existe mulher impossível, só existe homem sem atitude.
4 comentários - Chupa minha rola, chupa minha rola!!!
alta frase!