Nunca imaginei que uma mulher com ensino superior como eu, além de uma profissional com critério científico e uma educação mais conservadora, fosse se deixar levar por algo como o que vivi há pouco tempo.
Sou uma urologista renomada em uma cidade espanhola, que prefiro omitir por discrição, mas quero contar a experiência que tive com meu filho, por causa de um problema que surgiu alguns meses atrás.
Tenho um filho de 18 anos, Jack, que tive muito jovem, com apenas 18 anos, fruto de uma loucura de juventude.
O pai dele nos abandonou há dois anos, por causa de uma aventura com uma colega do hospital onde trabalhávamos nos EUA.
Depois disso, decidi vir com meu filho Jack para a Espanha.
Antes, quero descrever como sou fisicamente: tenho pele morena, 1,58m de altura, sou bunduda com uma bunda empinada e firme, que homens e mulheres olham com desejo.
Meu peito é pequeno, uso 85 de copa B, com mamilos quase pretos, o que faz com que fiquem eretos, como duas pedras, e minha juba é preta, abaixo dos ombros.
Jack tem 1,71m, é musculoso, definido, faz abdominais, além de natação e tênis, o que lhe dá um físico espetacular.
Tudo começou um dia quando Jack chegou em casa e me disse que tinha um problema, mas falou com o rosto vermelho como uma romã.
Ele é um garoto meio tímido, embora eu saiba que me olha com desejo, porque já vi ele algumas vezes olhando minha bunda quando passo na frente dele, mas é natural que na idade dele os hormônios estejam à flor da pele, e me lisonjeia que um homem da idade dele me olhe como ele faz.
— Mãe, tenho um problema e não sei o que fazer... talvez você pu... possa me dizer o que faço.
— Humm... te vejo meio angustiado, sabe que pode contar com sua mãe, para o que for, meu anjo.
— S... sim, é que... bom, no vestiário, você sabe, quando tomamos banho, nos vemos todos pelados, os caras falam coisas, se olham, e bom, me sinto meio estranho desde umas duas semanas... algo não vai bem. mamãe.
_ Quer dizer que você está preocupado talvez com o... tamanho do seu... pau (não sabia por que tinha usado esse termo com meu filho, mas ao fazer isso me senti estranha e excitada, tudo ao mesmo tempo), é isso, querido?
_ M...mamãe, é, algo assim, sim, e não sei se devo pedir o nome de um colega seu homem porque sei que você é a melhor no que faz.
_ Se quiser, filho, posso te dar o nome de algum colega meu de confiança.
Mas me diz: o que está acontecendo com o tamanho?
_ Bom, você sabe que a gente, meninos, se mede, as ereções e essas coisas, e eu há um mês era... bem, anormalmente pouco desenvolvido pra minha idade, e agora em quatro semanas, me desenvolvi anormalmente rápido.
Ao ouvir meu filho, me acalmei e disse algo como:
_ Não se preocupa, neném, em pouco tempo você vai ter o tamanho que te corresponde, às vezes vocês demoram um pouco, mas essas mudanças na puberdade são naturais e...
_ Mamãe, quatro centímetros em quatro semanas?
Jack, você tem certeza do que tá dizendo? É brincadeira, né? Ele estava vermelho de vergonha e de cabeça baixa.
_ Não tô brincando, mamãe, como você acha que eu faria uma coisa dessas?
Pela expressão dele, com certeza não parecia que estava brincando.
_ Tá bem, querido, me conta o que tá acontecendo com você.
_ Bom, há quatro semanas meu pau era pequeno pra minha idade, mal media 12 cm, e depois de medir as ereções, ao olhar pras garotas quando treinam, notei que tava estranho, e meu protetor apertava muito, então comprei um maior.
Há quinze dias medi minha ereção e tava com 14 cm, comprei um protetor novo, e na semana passada medi outra ereção e tava com 15,5 cm, mamãe. A roupa tá mais apertada, e não sei. O que tá acontecendo comigo, mamãe?
Isso último meu filho me disse com lágrimas nos olhos, assustado de verdade, e a expressão dele me tocou o coração.
Abracei ele forte contra meu peito e disse:
_ Com certeza, filho, esse crescimento não é normal pra alguém da sua idade, mas não se preocupa, vamos fazer exames e ver o que pode ser. Tá passando, ok, meu amor?_._ Sim, mãe, de acordo. Depois, os resultados dos exames deram tudo absolutamente “normal”, tanto no sangue quanto no nível hormonal. Tinha chegado a hora de ir na raiz do problema, e, como era de se esperar, Jack não tava nada animado com a ideia de eu ver ele pelado, principalmente por eu ser mãe dele, mas isso é normal pra qualquer garoto da idade dele. Eu me mostrei com uma atitude sensata e lógica, e Jack ficou na minha frente na sala, vestindo só um shortinho de esporte e uma regata, que deixavam ver o corpo musculoso e definido dele, e eu senti apertando forte minhas coxas, uma contra a outra. Quando percebi que tava pressionando meu clitóris enquanto olhava pro meu filho, parei na hora. Às vezes, quando algum garoto fica na minha frente, ele tem uma ereção, mas nesse caso o Jack tava mole, embora com um tamanho e grossura nada desprezíveis. O rosto dele tava vermelho de vergonha, e ele olhava pra baixo. Os ovos dele são grandes e peludos, nisso ele puxou a mim, parece. Olhando pra ele, apertei minhas coxas de novo e, pra minha vergonha, notei meus mamilos duros. Limpei a garganta pra disfarçar minha excitação: _.Não consigo medir seu pau até você ter uma ereção, filho. _.Vai ser difícil enquanto você tá me olhando, mãe. Só acontece quando penso em algo muito excitante pra mim. _.Pode pensar no que quiser pra se excitar, não precisa ter vergonha, filho. Ele ficou me encarando e desviou o olhar pros meus mamilos eretos. Em poucos segundos, o pau dele tava duro, apontando pro teto da sala. Era um pau lindo, grosso e bem formado, meio curvado, com uma cabeça grossa e ameaçadora. Peguei as medidas com uma fita métrica flexível que já tinha na mão, anotei: Dia 1. Comprimento: 16 cm. Diâmetro: 3,2 cm. Crescimento desde a semana passada: meio cm de comprimento e 2 mm de grossura — isso tá muito bom. Falei isso enquanto acariciava ele. pau dura, de um jeito profissional, tirando a importância, e sem que eu esperasse, ele gozou em cima dos meus peitos.
Aquilo era algo que eu não tinha pensado, e pela quantidade de porra que ele soltou, tava há dias sem gozar.
Naquele instante, ele ficou roxo e meio tonto de susto, então deixei ele na sala e fui pro meu quarto tomar um banho, trocar de roupa e me esfregar com meu vibrador, até gozar umas quantas vezes.
Dia 7. Tive que arrastar o Jack até a sala pra ele deixar eu tirar as medidas: — Mãe, se acontecer algo assim de novo, eu morro de vergonha, entende. Não quero passar por isso outra vez. — Filho, é mais natural do que você pensa, e acontece com homens também, é importante que eu tire essas medidas pra saber se algo realmente tá errado com você.
Preciso te despir ou você consegue fazer sozinho, Jack?
Sem me responder, ele virou as costas e se livrou da roupa, ficando vermelho até as orelhas. Não perdi a chance de admirar os músculos dele e as nádegas duras, firmes de tanto exercício.
Quando se virou, o pau dele tava totalmente encolhido, e não encolhia mais porque não dava.
— Jack, como você acha que vou conseguir fazer meu trabalho se não cooperar um pouco? — Mãe, tô com muita vergonha e não vai subir.
Rapidamente lembrei como meu filho tinha olhado pra minha buceta na semana passada, então tirei a blusa e também o sutiã. A reação dele não demorou: — Mãe, o que... o que cê tá fazendo?
— Outro dia vi como você olhava pros meus peitos, quando te falei pra pensar em algo sexual, querido. Então tenho certeza que seu pau vai reagir ao ver meus peitos.
Com certeza ver eles te excita ainda mais, e assim, se você gozar, também vai ser mais fácil limpar.
O pau dele rapidamente começou a balançar e apontar pro teto. Tirei as medidas rapidinho, anotando: Comprimento: 16,5 cm. Diâmetro: 3,4 cm. Crescimento desde a semana passada: meio cm de comprimento e 2 mm de grossura.
Tava maior e mais grosso. e não foi pouco. Fiquei com a boca seca, estendi a mão e acariciei a ereção suavemente. A voz do meu filho gritou: — Mamãe... — Não pode ser que toda vez que eu meço seu pau você goza em cima do meu corpo. Temos que trabalhar sua sensibilidade.
O que vai acontecer se amanhã você gozar antes de a gente ter tirado a medida direito? Pode afetar os dados que a gente coleta, parece lógico pra você, querido?
Ele entendeu e me deu razão, com um breve: — Sim, mamãe. — Bem, querido, de acordo. Naquele momento, envolvi seu pau grosso com minha mão, enquanto falava com ele; a verdade é que eu queria mesmo bater uma punheta pro meu filho.
Comecei a mover a mão pra trás e pra frente, enquanto ele ofegava em cima de mim; adorei envolver o pau dele com minha mão. Em poucos segundos, ele derramou todo o leite dele em cima dos meus peitos, doloridos, enquanto gemia de prazer. — Bem, querido, é isso — eu disse.
Dessa vez, ele não ficou tonto nem um pouco.
Fui pro meu quarto, onde me tranquei; antes de tomar banho, lambi todo o sêmen dele que estava nos meus peitos, deixando restos brilhantes e secos na minha pele, antes de enfiar no meu pussy molhado meu vibrador, por uma hora seguida.
Naquele instante, percebi que o pau do meu jovem garanhão já era praticamente do mesmo tamanho que o vibrador; eu ia precisar de um vibrador maior em poucos dias, esse foi meu pensamento. Dia 14. Comprimento: 17 cm. Diâmetro: 3,6 cm. Crescimento desde a última medição: meio cm de comprimento e 2 mm de grossura.
Pra manter minha promessa de ajudá-lo a diminuir a sensibilidade do pau gozador dele, tive que trabalhar com o Jack todo dia, depois da segunda medição, e a verdade é que tava saindo muito bem.
O tamanho dele tinha aumentado na mesma proporção, mas não mais, então por enquanto ele já tinha um pau bom; se continuasse crescendo nesse ritmo, meu filho ia acabar tendo o pau de um ator pornô.
O pai do Jack, lembro, tinha um pau ridículo de uns 12 cm escassos; decididamente, o velho já tinha ficado pra trás, ele precisava de um Consolador novo.
Até aquele instante, já tinha mais de cinco minutos puxando o pau dele pra cima, e ele tava aguentando bem, apertando os dentes, então decidi tentar algo novo.
Tirei a saia e mostrei que por baixo tava nua, exibindo minha buceta peluda preta e os lábios molhados. Os olhos dele se arregalaram como pratos, mas o corpo não respondeu na hora, pra minha surpresa — meu corpo tava todo molhado.
A verdade é que tava surpresa com a resistência do meu filho. Dez minutos depois, me perguntei o que tinha feito de errado pra ele. Ele gemia baixinho, mas cadê aquela erupção gostosa que eu esperava?
Frustrada, me joguei pra frente e peguei aquele pau com a boca. Depois da quarta chupada, ele gritou, enfiando na minha garganta, soltando uma fonte de esperma que me encheu toda.
Derramou tudo pra fora da minha boca, caindo em cima dos meus mamilos duros e tesos, feito uma cachoeira.
Que gostoso era o sabor dele no meu paladar. Depois de me recuperar, falei: "Você tá ficando muito forte com o tratamento da sua sensibilidade, querido. Tenho que te parabenizar por isso.
Acho que você já não precisa mais praticar nenhum estímulo."
A reação dele foi na hora: "Não! Mamãe, você não vai parar de me ajudar, certo?" Olhei pra ele com calma, mas meu coração tava a mil. "Você já consegue se segurar por muito tempo, querido. Já podemos parar."
"Eu não quero parar!! Não sabia que você ia fazer isso hoje e..." Ele ficou vermelho que nem um tomate. "Já sabe... me treinei. Acho que ia ficar louco se você não tivesse feito."
"Mas... o que vai acontecer quando nosso experimento acabar?" Perguntei com os olhos bem abertos e inocentes.
"Eu não quero que acabe," ele murmurou, baixando a cabeça. "Mesmo que tenha acabado, não quero que acabe."
"Precisamos conversar sobre isso," falei. Ele concordou com a cabeça e disse: "Você pode continuar me ajudando a ficar mais forte, com o que acabou de fazer agora? Acho que chama boquete. Acho que sim, consigo fazer isso — falei, tentando disfarçar meu sorriso.
_Bem pensado, é pra um experimento científico_
Dia 28. Comprimento: 18,5 cm. Diâmetro: 4 cm. Crescimento desde o último dia: 1,5 cm de comprimento e 4 mm de grossura. O crescimento da pica do Jack era de 0,5 cm por semana. Não parece muito, mas nesse ritmo, em poucas semanas o pau dele podia chegar a mais de 25 cm. Meu filho teria uma pica monstruosa.
Como é que um garoto tão novo conseguia lidar com uma pica daquelas, e que ainda continuava crescendo? O diâmetro já era bem bom, e eu não parava de pensar se meu filho era realmente um mutante, mas não me parecia que isso fosse possível.
O diâmetro dele não parecia que ia ser tão monstruoso no final. Precisava de um consolo novo — pensei, num pensamento que me deu vertigem. Eu tinha me acostumado a tirar minha dose diária de proteína do meu jovem Jack, mas não era só eu que tinha me acostumado: ele também adorava aquela sensação.
Eu conseguia fazer ele gozar muito bem, mas cada dia me custava mais esforço, por causa da grossura da pica dele. Minhas mandíbulas estavam reclamando.
Era hora de tentar algo novo, decididamente. Nessa altura, nós dois começávamos as sessões completamente pelados. Olhei pra minha entreperna, que estava toda brilhando com meus sucos, e sabia que meu filho estava me devorando com os olhos arregalados de prazer. Aí peguei na pica grossa dele.
Olhei pra ele e sorri, sem mais ficar vermelha, enquanto pensava que já não me importava que ele soubesse o quanto o Jack me excitava.
Me inclinei pra frente e dei um beijo na cabeça grossa da pica dele. Olhei nos olhos dele, e ele achou que ia adivinhar o que ia acontecer, mas não sabia.
Deslizei meus lábios por todo o comprimento da pica dele, enchendo ela de saliva até que o tronco duro gotejava gotas de saliva por toda a extensão, enfiando a pica inteira até o fundo da minha garganta, roçando o nariz na pelagem preta dele.
Deixei a pica toda escorregadia de saliva e, virando ela com minhas mãos... Peitos", eu disse: "Fode meus peitos!!" Falei gemendo de pura luxúria, ele me olhou com os olhos esbugalhados, e todo corado exclamou: "_ Ah sim, que bom, nunca tinha pensado nisso _". Comecei a subir e descer devagar, para excitar a dura piroca, "_ Tem quatro maneiras de fazer amor com uma mulher..._ comecei a dizer, no momento em que ele empurrou forte a piroca contra o canal dos meus peitos, rocei a piroca com os bicos dos peitos. _ e até agora você experimentou duas. Consegue adivinhar as outras duas? Minha respiração ficou mais ofegante a cada momento, por causa das sensações fortes que eu estava sentindo, ao ter meus peitos diretamente ligados à minha buceta (ou ao tabu que eu estava curtindo). Sentia minha buceta babando de prazer.
Abaixei a cabeça e lambi a glande inchada e grossa, que apareceu entre meus peitos, ele com cara de prazer respondeu: _ a buceta _. _ buceta, claro _ concordei _ e... E o cu? _. Concordei novamente com a cabeça. _ É verdade, mãe? _. _ É verdade, filho. Falei num sussurro carregado de luxúria e tesão.
Ele acelerou as investidas até que, de repente, me deu um jorro enorme do seu leite quente e grosso, direto na minha boca aberta, que não consegui engolir tudo, escorrendo todo grosso e quente por cima e através dos meus peitos. Segurei a piroca dele entre meus peitos, apertando bem forte e beliscando meus bicos, esfregando minhas coxas uma na outra, até que me veio um orgasmo como um choque, jorrando minha buceta, ofegando e gemendo de prazer, enquanto me molhava de porra com um novo jorro, tão quente e grosso quanto a primeira gozada.
Depois de parar de ofegar, meu filho se aproximou de mim e disse: "_ Então a gente vai treinar os outros métodos mais tarde? _". Ele perguntou. "_ Bom, você ainda tem que aprender a controlar seu problema de ejaculação precoce _". Eu tremia diante da minha própria resposta.
O sorriso repentino dele foi como ver o sol nascer atrás de uma grande nuvem preta, e eu curti esse brilho com ele.
Dia 50. Comprimento: 19,5 cm. Diâmetro: 4,5 cm. Crescimento desde o último dia: 1 cm de comprimento e 0,5 cm de grossura.
O moleque tava me matando, nos últimos 7 dias, empalando tanto meus peitos quanto minha boca, pelo menos uma vez em cada lugar, todo dia.
Pelo visto meu filho descobriu que é capaz de gozar várias vezes num dia, sem perder nem a ereção, nem a quantidade de porra em cada gozada dele.
Claro que ele comia como dois homens adultos pra ter a energia necessária, não me surpreendia que tivesse esse apetite.
Eu tava com a boca dolorida, depois de fazer no meu filho a garganta profunda todo dia por uma hora sem parar.
Eu curtia, claro, e muito. Então tinha chegado a hora da próxima etapa de resistência do meu filhote: primeiro o treinamento vaginal e depois o anal. Enquanto pensava nisso, tremia de puro prazer, sem saber se seria capaz de satisfazer meu filho.
Uma nova ideia tava rondando minha mente.
Continua...
Sou uma urologista renomada em uma cidade espanhola, que prefiro omitir por discrição, mas quero contar a experiência que tive com meu filho, por causa de um problema que surgiu alguns meses atrás.
Tenho um filho de 18 anos, Jack, que tive muito jovem, com apenas 18 anos, fruto de uma loucura de juventude.
O pai dele nos abandonou há dois anos, por causa de uma aventura com uma colega do hospital onde trabalhávamos nos EUA.
Depois disso, decidi vir com meu filho Jack para a Espanha.
Antes, quero descrever como sou fisicamente: tenho pele morena, 1,58m de altura, sou bunduda com uma bunda empinada e firme, que homens e mulheres olham com desejo.
Meu peito é pequeno, uso 85 de copa B, com mamilos quase pretos, o que faz com que fiquem eretos, como duas pedras, e minha juba é preta, abaixo dos ombros.
Jack tem 1,71m, é musculoso, definido, faz abdominais, além de natação e tênis, o que lhe dá um físico espetacular.
Tudo começou um dia quando Jack chegou em casa e me disse que tinha um problema, mas falou com o rosto vermelho como uma romã.
Ele é um garoto meio tímido, embora eu saiba que me olha com desejo, porque já vi ele algumas vezes olhando minha bunda quando passo na frente dele, mas é natural que na idade dele os hormônios estejam à flor da pele, e me lisonjeia que um homem da idade dele me olhe como ele faz.
— Mãe, tenho um problema e não sei o que fazer... talvez você pu... possa me dizer o que faço.
— Humm... te vejo meio angustiado, sabe que pode contar com sua mãe, para o que for, meu anjo.
— S... sim, é que... bom, no vestiário, você sabe, quando tomamos banho, nos vemos todos pelados, os caras falam coisas, se olham, e bom, me sinto meio estranho desde umas duas semanas... algo não vai bem. mamãe.
_ Quer dizer que você está preocupado talvez com o... tamanho do seu... pau (não sabia por que tinha usado esse termo com meu filho, mas ao fazer isso me senti estranha e excitada, tudo ao mesmo tempo), é isso, querido?
_ M...mamãe, é, algo assim, sim, e não sei se devo pedir o nome de um colega seu homem porque sei que você é a melhor no que faz.
_ Se quiser, filho, posso te dar o nome de algum colega meu de confiança.
Mas me diz: o que está acontecendo com o tamanho?
_ Bom, você sabe que a gente, meninos, se mede, as ereções e essas coisas, e eu há um mês era... bem, anormalmente pouco desenvolvido pra minha idade, e agora em quatro semanas, me desenvolvi anormalmente rápido.
Ao ouvir meu filho, me acalmei e disse algo como:
_ Não se preocupa, neném, em pouco tempo você vai ter o tamanho que te corresponde, às vezes vocês demoram um pouco, mas essas mudanças na puberdade são naturais e...
_ Mamãe, quatro centímetros em quatro semanas?
Jack, você tem certeza do que tá dizendo? É brincadeira, né? Ele estava vermelho de vergonha e de cabeça baixa.
_ Não tô brincando, mamãe, como você acha que eu faria uma coisa dessas?
Pela expressão dele, com certeza não parecia que estava brincando.
_ Tá bem, querido, me conta o que tá acontecendo com você.
_ Bom, há quatro semanas meu pau era pequeno pra minha idade, mal media 12 cm, e depois de medir as ereções, ao olhar pras garotas quando treinam, notei que tava estranho, e meu protetor apertava muito, então comprei um maior.
Há quinze dias medi minha ereção e tava com 14 cm, comprei um protetor novo, e na semana passada medi outra ereção e tava com 15,5 cm, mamãe. A roupa tá mais apertada, e não sei. O que tá acontecendo comigo, mamãe?
Isso último meu filho me disse com lágrimas nos olhos, assustado de verdade, e a expressão dele me tocou o coração.
Abracei ele forte contra meu peito e disse:
_ Com certeza, filho, esse crescimento não é normal pra alguém da sua idade, mas não se preocupa, vamos fazer exames e ver o que pode ser. Tá passando, ok, meu amor?_._ Sim, mãe, de acordo. Depois, os resultados dos exames deram tudo absolutamente “normal”, tanto no sangue quanto no nível hormonal. Tinha chegado a hora de ir na raiz do problema, e, como era de se esperar, Jack não tava nada animado com a ideia de eu ver ele pelado, principalmente por eu ser mãe dele, mas isso é normal pra qualquer garoto da idade dele. Eu me mostrei com uma atitude sensata e lógica, e Jack ficou na minha frente na sala, vestindo só um shortinho de esporte e uma regata, que deixavam ver o corpo musculoso e definido dele, e eu senti apertando forte minhas coxas, uma contra a outra. Quando percebi que tava pressionando meu clitóris enquanto olhava pro meu filho, parei na hora. Às vezes, quando algum garoto fica na minha frente, ele tem uma ereção, mas nesse caso o Jack tava mole, embora com um tamanho e grossura nada desprezíveis. O rosto dele tava vermelho de vergonha, e ele olhava pra baixo. Os ovos dele são grandes e peludos, nisso ele puxou a mim, parece. Olhando pra ele, apertei minhas coxas de novo e, pra minha vergonha, notei meus mamilos duros. Limpei a garganta pra disfarçar minha excitação: _.Não consigo medir seu pau até você ter uma ereção, filho. _.Vai ser difícil enquanto você tá me olhando, mãe. Só acontece quando penso em algo muito excitante pra mim. _.Pode pensar no que quiser pra se excitar, não precisa ter vergonha, filho. Ele ficou me encarando e desviou o olhar pros meus mamilos eretos. Em poucos segundos, o pau dele tava duro, apontando pro teto da sala. Era um pau lindo, grosso e bem formado, meio curvado, com uma cabeça grossa e ameaçadora. Peguei as medidas com uma fita métrica flexível que já tinha na mão, anotei: Dia 1. Comprimento: 16 cm. Diâmetro: 3,2 cm. Crescimento desde a semana passada: meio cm de comprimento e 2 mm de grossura — isso tá muito bom. Falei isso enquanto acariciava ele. pau dura, de um jeito profissional, tirando a importância, e sem que eu esperasse, ele gozou em cima dos meus peitos.
Aquilo era algo que eu não tinha pensado, e pela quantidade de porra que ele soltou, tava há dias sem gozar.
Naquele instante, ele ficou roxo e meio tonto de susto, então deixei ele na sala e fui pro meu quarto tomar um banho, trocar de roupa e me esfregar com meu vibrador, até gozar umas quantas vezes.
Dia 7. Tive que arrastar o Jack até a sala pra ele deixar eu tirar as medidas: — Mãe, se acontecer algo assim de novo, eu morro de vergonha, entende. Não quero passar por isso outra vez. — Filho, é mais natural do que você pensa, e acontece com homens também, é importante que eu tire essas medidas pra saber se algo realmente tá errado com você.
Preciso te despir ou você consegue fazer sozinho, Jack?
Sem me responder, ele virou as costas e se livrou da roupa, ficando vermelho até as orelhas. Não perdi a chance de admirar os músculos dele e as nádegas duras, firmes de tanto exercício.
Quando se virou, o pau dele tava totalmente encolhido, e não encolhia mais porque não dava.
— Jack, como você acha que vou conseguir fazer meu trabalho se não cooperar um pouco? — Mãe, tô com muita vergonha e não vai subir.
Rapidamente lembrei como meu filho tinha olhado pra minha buceta na semana passada, então tirei a blusa e também o sutiã. A reação dele não demorou: — Mãe, o que... o que cê tá fazendo?
— Outro dia vi como você olhava pros meus peitos, quando te falei pra pensar em algo sexual, querido. Então tenho certeza que seu pau vai reagir ao ver meus peitos.
Com certeza ver eles te excita ainda mais, e assim, se você gozar, também vai ser mais fácil limpar.
O pau dele rapidamente começou a balançar e apontar pro teto. Tirei as medidas rapidinho, anotando: Comprimento: 16,5 cm. Diâmetro: 3,4 cm. Crescimento desde a semana passada: meio cm de comprimento e 2 mm de grossura.
Tava maior e mais grosso. e não foi pouco. Fiquei com a boca seca, estendi a mão e acariciei a ereção suavemente. A voz do meu filho gritou: — Mamãe... — Não pode ser que toda vez que eu meço seu pau você goza em cima do meu corpo. Temos que trabalhar sua sensibilidade.
O que vai acontecer se amanhã você gozar antes de a gente ter tirado a medida direito? Pode afetar os dados que a gente coleta, parece lógico pra você, querido?
Ele entendeu e me deu razão, com um breve: — Sim, mamãe. — Bem, querido, de acordo. Naquele momento, envolvi seu pau grosso com minha mão, enquanto falava com ele; a verdade é que eu queria mesmo bater uma punheta pro meu filho.
Comecei a mover a mão pra trás e pra frente, enquanto ele ofegava em cima de mim; adorei envolver o pau dele com minha mão. Em poucos segundos, ele derramou todo o leite dele em cima dos meus peitos, doloridos, enquanto gemia de prazer. — Bem, querido, é isso — eu disse.
Dessa vez, ele não ficou tonto nem um pouco.
Fui pro meu quarto, onde me tranquei; antes de tomar banho, lambi todo o sêmen dele que estava nos meus peitos, deixando restos brilhantes e secos na minha pele, antes de enfiar no meu pussy molhado meu vibrador, por uma hora seguida.
Naquele instante, percebi que o pau do meu jovem garanhão já era praticamente do mesmo tamanho que o vibrador; eu ia precisar de um vibrador maior em poucos dias, esse foi meu pensamento. Dia 14. Comprimento: 17 cm. Diâmetro: 3,6 cm. Crescimento desde a última medição: meio cm de comprimento e 2 mm de grossura.
Pra manter minha promessa de ajudá-lo a diminuir a sensibilidade do pau gozador dele, tive que trabalhar com o Jack todo dia, depois da segunda medição, e a verdade é que tava saindo muito bem.
O tamanho dele tinha aumentado na mesma proporção, mas não mais, então por enquanto ele já tinha um pau bom; se continuasse crescendo nesse ritmo, meu filho ia acabar tendo o pau de um ator pornô.
O pai do Jack, lembro, tinha um pau ridículo de uns 12 cm escassos; decididamente, o velho já tinha ficado pra trás, ele precisava de um Consolador novo.
Até aquele instante, já tinha mais de cinco minutos puxando o pau dele pra cima, e ele tava aguentando bem, apertando os dentes, então decidi tentar algo novo.
Tirei a saia e mostrei que por baixo tava nua, exibindo minha buceta peluda preta e os lábios molhados. Os olhos dele se arregalaram como pratos, mas o corpo não respondeu na hora, pra minha surpresa — meu corpo tava todo molhado.
A verdade é que tava surpresa com a resistência do meu filho. Dez minutos depois, me perguntei o que tinha feito de errado pra ele. Ele gemia baixinho, mas cadê aquela erupção gostosa que eu esperava?
Frustrada, me joguei pra frente e peguei aquele pau com a boca. Depois da quarta chupada, ele gritou, enfiando na minha garganta, soltando uma fonte de esperma que me encheu toda.
Derramou tudo pra fora da minha boca, caindo em cima dos meus mamilos duros e tesos, feito uma cachoeira.
Que gostoso era o sabor dele no meu paladar. Depois de me recuperar, falei: "Você tá ficando muito forte com o tratamento da sua sensibilidade, querido. Tenho que te parabenizar por isso.
Acho que você já não precisa mais praticar nenhum estímulo."
A reação dele foi na hora: "Não! Mamãe, você não vai parar de me ajudar, certo?" Olhei pra ele com calma, mas meu coração tava a mil. "Você já consegue se segurar por muito tempo, querido. Já podemos parar."
"Eu não quero parar!! Não sabia que você ia fazer isso hoje e..." Ele ficou vermelho que nem um tomate. "Já sabe... me treinei. Acho que ia ficar louco se você não tivesse feito."
"Mas... o que vai acontecer quando nosso experimento acabar?" Perguntei com os olhos bem abertos e inocentes.
"Eu não quero que acabe," ele murmurou, baixando a cabeça. "Mesmo que tenha acabado, não quero que acabe."
"Precisamos conversar sobre isso," falei. Ele concordou com a cabeça e disse: "Você pode continuar me ajudando a ficar mais forte, com o que acabou de fazer agora? Acho que chama boquete. Acho que sim, consigo fazer isso — falei, tentando disfarçar meu sorriso.
_Bem pensado, é pra um experimento científico_
Dia 28. Comprimento: 18,5 cm. Diâmetro: 4 cm. Crescimento desde o último dia: 1,5 cm de comprimento e 4 mm de grossura. O crescimento da pica do Jack era de 0,5 cm por semana. Não parece muito, mas nesse ritmo, em poucas semanas o pau dele podia chegar a mais de 25 cm. Meu filho teria uma pica monstruosa.
Como é que um garoto tão novo conseguia lidar com uma pica daquelas, e que ainda continuava crescendo? O diâmetro já era bem bom, e eu não parava de pensar se meu filho era realmente um mutante, mas não me parecia que isso fosse possível.
O diâmetro dele não parecia que ia ser tão monstruoso no final. Precisava de um consolo novo — pensei, num pensamento que me deu vertigem. Eu tinha me acostumado a tirar minha dose diária de proteína do meu jovem Jack, mas não era só eu que tinha me acostumado: ele também adorava aquela sensação.
Eu conseguia fazer ele gozar muito bem, mas cada dia me custava mais esforço, por causa da grossura da pica dele. Minhas mandíbulas estavam reclamando.
Era hora de tentar algo novo, decididamente. Nessa altura, nós dois começávamos as sessões completamente pelados. Olhei pra minha entreperna, que estava toda brilhando com meus sucos, e sabia que meu filho estava me devorando com os olhos arregalados de prazer. Aí peguei na pica grossa dele.
Olhei pra ele e sorri, sem mais ficar vermelha, enquanto pensava que já não me importava que ele soubesse o quanto o Jack me excitava.
Me inclinei pra frente e dei um beijo na cabeça grossa da pica dele. Olhei nos olhos dele, e ele achou que ia adivinhar o que ia acontecer, mas não sabia.
Deslizei meus lábios por todo o comprimento da pica dele, enchendo ela de saliva até que o tronco duro gotejava gotas de saliva por toda a extensão, enfiando a pica inteira até o fundo da minha garganta, roçando o nariz na pelagem preta dele.
Deixei a pica toda escorregadia de saliva e, virando ela com minhas mãos... Peitos", eu disse: "Fode meus peitos!!" Falei gemendo de pura luxúria, ele me olhou com os olhos esbugalhados, e todo corado exclamou: "_ Ah sim, que bom, nunca tinha pensado nisso _". Comecei a subir e descer devagar, para excitar a dura piroca, "_ Tem quatro maneiras de fazer amor com uma mulher..._ comecei a dizer, no momento em que ele empurrou forte a piroca contra o canal dos meus peitos, rocei a piroca com os bicos dos peitos. _ e até agora você experimentou duas. Consegue adivinhar as outras duas? Minha respiração ficou mais ofegante a cada momento, por causa das sensações fortes que eu estava sentindo, ao ter meus peitos diretamente ligados à minha buceta (ou ao tabu que eu estava curtindo). Sentia minha buceta babando de prazer.
Abaixei a cabeça e lambi a glande inchada e grossa, que apareceu entre meus peitos, ele com cara de prazer respondeu: _ a buceta _. _ buceta, claro _ concordei _ e... E o cu? _. Concordei novamente com a cabeça. _ É verdade, mãe? _. _ É verdade, filho. Falei num sussurro carregado de luxúria e tesão.
Ele acelerou as investidas até que, de repente, me deu um jorro enorme do seu leite quente e grosso, direto na minha boca aberta, que não consegui engolir tudo, escorrendo todo grosso e quente por cima e através dos meus peitos. Segurei a piroca dele entre meus peitos, apertando bem forte e beliscando meus bicos, esfregando minhas coxas uma na outra, até que me veio um orgasmo como um choque, jorrando minha buceta, ofegando e gemendo de prazer, enquanto me molhava de porra com um novo jorro, tão quente e grosso quanto a primeira gozada.
Depois de parar de ofegar, meu filho se aproximou de mim e disse: "_ Então a gente vai treinar os outros métodos mais tarde? _". Ele perguntou. "_ Bom, você ainda tem que aprender a controlar seu problema de ejaculação precoce _". Eu tremia diante da minha própria resposta.
O sorriso repentino dele foi como ver o sol nascer atrás de uma grande nuvem preta, e eu curti esse brilho com ele.
Dia 50. Comprimento: 19,5 cm. Diâmetro: 4,5 cm. Crescimento desde o último dia: 1 cm de comprimento e 0,5 cm de grossura.
O moleque tava me matando, nos últimos 7 dias, empalando tanto meus peitos quanto minha boca, pelo menos uma vez em cada lugar, todo dia.
Pelo visto meu filho descobriu que é capaz de gozar várias vezes num dia, sem perder nem a ereção, nem a quantidade de porra em cada gozada dele.
Claro que ele comia como dois homens adultos pra ter a energia necessária, não me surpreendia que tivesse esse apetite.
Eu tava com a boca dolorida, depois de fazer no meu filho a garganta profunda todo dia por uma hora sem parar.
Eu curtia, claro, e muito. Então tinha chegado a hora da próxima etapa de resistência do meu filhote: primeiro o treinamento vaginal e depois o anal. Enquanto pensava nisso, tremia de puro prazer, sem saber se seria capaz de satisfazer meu filho.
Uma nova ideia tava rondando minha mente.
Continua...
2 comentários - Meu crescimento estranho e minha mãe