Morbo con compañera de trabajo

Olá, comunidade
Compartilho esse novo conto que espero que desperte suas fantasias
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Bucetas, peitos, pornô, gemidos, poses provocantes; são tudo arma pra excitar um homem, mas sem dúvida nenhuma, o que mais esquenta tanto homem quanto mulher é o morbo. Passar a linha do proibido, do moralmente errado. Graças ao morbo existir, nós que somos sexualmente pouco atraentes, comemos. Tirando a máscara, todo mundo sabe que qualquer mulher, por mais feia que seja, com bafo, sem dente, gorda, ou qualquer outro defeito que faça murchar a piroca; se ela quer comer, vai comer, quase com quem quiser. A seleção natural deu esse privilégio pra elas. Tem buceta? Pronto, alguém já te quer. É intocável? Não se preocupa, pode demorar um pouco mais, mas graças ao morbo, no fim das contas qualquer homem que dividir um espaço contigo vai estar morrendo de vontade de te pegar. Nós? A nossa é mais complicada, pelo que eu falei em cima, todas as mulheres pensam (e com razão) que a gente quer comer elas o tempo todo. Por isso criam uma muralha e rejeitam qualquer atitude de tarado (a não ser que você seja o Brad Pitt). A maioria delas guarda a sete chaves o tesouro que tem entre as pernas, e se a gente parar pra pensar é lógico. Imaginem vocês com buceta se deixariam qualquer zé ruela sujo que aparece comer de graça, sem esforço, sem se humilhar, sem perder a dignidade, fácil, rápido... não, não dá; sexualmente não existe homem que não se esforce. Então, rapaziada de segunda linha, não nos resta outra opção a não ser entrar pela simpatia, pela confiança, pela cavalheirice, tentando não passar do ponto e cair na friendzone. A atitude a ter é: Sim, sou um amor, um doce, um fofo, mas assim que você deixar a porta entreaberta, eu te atravesso igual um espetinho.

Vamos ao que interessa. Essa é uma empresa de 50 funcionários, tudo homem, e a senhora que cuidava da administração contábil se aposentou, então precisaram de uma nova. Ela, a Alicia, foi contratada há 5 anos. Nós, Cruéis, a gente supõe que de todas as opções que teve nas entrevistas, escolheram a pior, a mais feia, pra ninguém dessa empresa de punheteiros assediar ela. Coitadinha, essa morena gatinha de uns trinta e poucos realmente não tinha qualidade que prestasse. O corpo parecia um saco de batata, a cara chata, redonda, olhos pequenos; parecia uma pizza. A bunda... uma tábua com uma fenda no meio. Peitos, ninguém achou, como diz a profecia: Alicia, dos peitos nem notícia. Soma que ela tinha um caráter de merda, recorde de intragável como nunca imaginei.

Dentro do grupo de peões rasos que somos, eu tenho um cargo importante. Tenho 4 funcionários sob minha responsabilidade e também faço manutenção no sistema de informática, com escritório próprio e tudo. Apesar de ser o chefe deles, a gente se dá super bem com os caras. Toda sexta a gente vai jogar futebol com outros 5 de outra seção da empresa. Muitas vezes, a gente fica tomando cerveja depois do jogo e outras vezes, quando recebemos, a gente dá uma escapada pra um puteiro da região. Já falei que não sou bonitão, então quando não tô a fim de penar, contrato esse serviço pra meter.

Como não podia faltar, numa sexta tomando nosso aperitivo, surgiu a conversa sobre a nova funcionária:
— Mano, de onde tiraram esse experimento?
— Ha, ha, mandaram ela embora da casa do terror
— Nem um cachorro cego come ela
— Kkkk, eu, coitada, deve ter família... no zoológico, kkkk
— Que aberração pelo amor de deus, ontem pisei em merda e me deu menos nojo
— Trancam ela em presídio e morre virgem
— Ho-rrí-vel!!
— Em favela tem traveco mais bonito que essa

Só pra citar algumas das poesias que dedicamos a ela naquela tarde. Somos uma sociedade ingrata, que prioriza o superficial. Mas como nós também somos feios, a gente se acha no direito de ser cuzão.

Nossa vida no trabalho seguiu, nos adaptando aos poucos ao trato com a nova funcionária.
Como meus colegas precisam preencher uma planilha de produção, a Alicia me chamava toda os dias para que ela passe o parte. As primeiras semanas tudo muito seco; números, nomes, códigos. Depois, aos poucos, foram aparecendo palavras cordiais tipo "oi" ou "bom dia", depois a conversa foi se desestruturando, surgiram comentários do tipo "como você está?". Em poucos meses já tinha confiança, o tom da voz dela tinha simpatia total, a gente batia um papo sobre coisas pessoais. Como trabalhamos em andares diferentes, quase nunca a via. Comecei a esquecer da falta de atratividade dela e a vozinha dela começou a me agradar. Ela me contou que era separada, com uma filha de 13, que tava juntando grana pra comprar um carro, que morava com a mãe, e outros comentários pessoais. Viramos bem parceiros.

Passaram uns anos e ela continuava ligando, radiante de alegria:
_ Oi, gato, bom dia
_ Bom dia, gostosa, que bom te ouvir

Chegou num ponto que a gente idealiza uma mulher, esqueci completamente como ela era feia e intocável, a voz dela cada vez me parecia mais sensual, e meu pau inflava toda vez que ela falava comigo, até tentava prolongar a conversa pra ela falar mais um pouco. Minha tarada pela minha colega de trabalho começou a crescer descontroladamente.

Um tempo depois, ela ligou como de costume e, depois dos dados técnicos, eu disse:
_ Que calor hoje, né? Aqui quebrou o ar-condicionado e tô com a roupa íntima toda grudada
_ Ah, que merda, aqui tá funcionando, graças a Deus
_ Mesmo assim, tem que vir preparada. Você usa calcinha apertada ou solta?
_ Apertadinha, senão é desconfortável
_ Ah, tipo fio dental, culote, qual você usa?
_ Ha, ha, isso já é pessoal, sei lá, qualquer uma
_ Qual você tá usando hoje?
_ Que atrevido... ha, ha
_ Ah, cuidado, o que vai acontecer se você me contar
_ Bom, uma fio dental, senão marca com a calça social

Ela nem terminou de falar "fio dental" e eu já tava com o pau pra fora, me masturbando
_ Ah, marca se não for fio dental?
_ E fica feio, transparece ou aparece as bordas
_ Você usa de marca?
_ Não, comum
_ Cor?
_ Preta
_ Bem enfiada?
_ Bom, vou deixar você, tenho que continuar
_ Calma, Alicia, uma Mais uma coisa: minha irmã vende e eu queria te dar uma de presente. Transparente com fio dental, você gosta?

_Ah, que amor, sim, manda ver, qualquer uma serve, adoro_

Acabei, tudo por cima da minha camisa

_Beleza, ok, encomendo uma_ e desliguei

Fui ao banheiro me limpar, me escondendo, tentando que ninguém me visse, e como um idiota na semana seguinte tive que comprar uma fio dental pra cobrir minha mentira e dar de presente pra ela. Depois, vendo a cara dela, me deu culpa por ter batido uma pensando nela, mas o tesão é algo forte, te empurra, te cega. Duas semanas depois, me masturbei de novo conversando sobre saias e minissaias... mas não comprei nada dessa vez, não sou tão otário assim, me preparei melhor no papo. Na vez seguinte, conversamos sobre biquínis, na outra sobre fantasias eróticas. Chegou num ponto que o telefone tocava e meu pau já subia; ela dizia "alô" e eu já tava batendo uma. Senti tanta vergonha de mim mesmo que jurei não fazer de novo. Um mês depois, ela liga, e depois da rotina de números, ela fala:

_Hoje vesti a fio dental que você me deu_

_Ah, e como foi?_ Meu pau já tava pra fora de novo

_Aperta um pouco, mas é bom, gostei. Bom, tenho muito trabalho hoje, tchau_

E me corta no meio da melhor punheta da minha vida. Filha da puta. Pensei, pensei, duvidei, me odiei e no final me decidi. Desci até o térreo, onde fica o servidor e o roteador, e puxei o cabo que dá internet pro computador dela, voltei pra cima e esperei.

Eu apostava minha cabeça que ela tava me provocando, há vários dias eu notava que ela tava mais puta no tom de voz, era óbvio que o tesão de comer um colega de trabalho também tava seduzindo ela, desde que eu dei a fio dental, certeza que ela tava desejando ter meu pau dentro, imaginava.

Ela liga:

_Alô, você não pode vir dar uma olhada na minha máquina? Não consigo mandar e-mails_

_Beleza, já vou_

Sentei na frente do computador dela enquanto ela olhava atentamente, embora não entendesse muito. Enrolei um tempo no painel de controle, conexões de rede, sabendo que nada daquilo ia adiantar. Não fez efeito algum, só a sensação de que eu estava arrumando ela. Então falo:
_Me faz um favor, viu aquela peça que tem uma luzinha atrás do CPU? Quando eu mandar, tira ela.

Ela se abaixa e fica debaixo da mesa, com a bunda virada pra mim, e a tanga aparecendo só um pouquinho por cima da calça. Eu tava derretendo de vontade de comer aquela bunda feia.
_Agora, tira_ falo e começo a apertar minha pica olhando pra rabeta dela
_Coloca de novo_ a bunda dela fez um movimento sutil pra frente e pra trás, que me acelerou, e eu completei, já sem me importar:
_A tanga faz bem o trabalho dela, nem dá pra notar na calça
_Para de olhar minha bunda e arruma meu PC
_Deixa eu me distrair com alguma coisa, o dia inteiro vendo número, mereço dar uma olhada na sua rabeta, ou não?
_Vou ter que te cobrar serviços extras
_Desconta do meu salário

Falei, enquanto passava a mão na bunda dela, ela tentou recuar assustada como reflexo, mas minha mão já tava apalpando e bloqueando o caminho, ela se mexeu pra frente, mas tinha a parede, me mandou parar, mas eu já tava com a pica bem dura saindo do zíper, tocando nela, me tocando. Puxei a cadeira pra trás, fiquei atrás dela, rapidamente desabotoei a calça dela e puxei até as nádegas, dei uma boa chupada na bunda e sem mais comecei a montar ela de quatro ali, debaixo da mesa, super desconfortável, sem espaço, selvagem, igual um estuprador. Ela pedia pra não, mas sei que gostava porque não ficou violenta. Era o mesmo pedido que uma atriz pornô ruim faz. Comecei a meter forte, a bunda dela fazendo barulho, bati duro e comecei a sentir um líquido quente molhando minha pélvis, me assustei, achei que ela tava sangrando, mas depois percebi que ela tava gozando, bastante quantidade, e claro com essa tesão eu também gozei, tirei na hora e deixei meu sêmen no chão, do lado.

Levantei e falei:
_O problema deve ser do servidor, vou lá embaixo e resolvo
Saí com Bastante culpa, com o saco na mão tampando minha camisa e minha calça encharcadas, cuidando pra ninguém me ver e me conformando: "pelo menos não precisei olhar na cara dela"

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Kiki

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