Borrachas en el tren

Fala, galera! Trago pra vocês esse relato de duas irmãs MILF e a filha de uma delas numa noite de bebedeira dentro de um trem. Espero que curtam muito, porque é bem excitante.

No dia que fiz 18 anos, ganhei dos meus pais um envelope com o ingresso pro show de rock que eu tava doido pra ir e a passagem de ida e volta de trem Cádiz-Barcelona (que era onde o show ia rolar).

O show era no sábado, dia 23 de março, às 20h, no Palau Sant Jordi, na cidade de Barcelona.

Depois de uns dias que pareciam não acabar, finalmente chegou a sexta-feira, dia em que peguei o trem em Cádiz à meia-noite. Ia chegar de manhã cedo em Barcelona e era uma baita canseira passar a noite inteira no trem e também a seguinte na volta pra minha cidade. Mas o show valia a pena.

Subi no trem uns minutos antes de partir e me acomodei no meu compartimento: era pra quatro pessoas, mas até então eu era o único ocupante. Sinceramente, esperava que ninguém mais entrasse pra viajar sozinho e mais à vontade, porque sempre é complicado passar a noite num espaço apertado com gente que você não conhece.

Quando o trem tava quase saindo, apareceu o revisor e mostrei meu bilhete. Nessa hora, começaram a ouvir vozes femininas se aproximando do compartimento. Então apareceram três mulheres que, depois de mostrar os bilhetes pro revisor, entraram. Antes de ir embora, o revisor aconselhou a gente a trancar a porta com o seguro, já que ninguém mais ia entrar, pra evitar roubos durante a noite. Eu só levava uma mochila com o básico e um dinheiro, e as mulheres também não tinham bagagem. Só as bolsas delas. Mas mesmo assim a gente obedeceu o revisor e uma das mulheres trancou a porta com o seguro.
Naquele momento o trem começou a andar. Eu sentei e as três mulheres fizeram o mesmo. Elas me cumprimentaram e eu devolvi o cumprimento. Eram duas mulheres na faixa dos 50 anos e outra bem mais nova, por volta dos 25. Estavam maquiadas e vestidas de forma gostosa, como se tivessem vindo de alguma festa.

A garota nova tava com uma camiseta branca com umas letras rosa, uma minissaia jeans e meia-calça preta. Era a mais magrinha das três e tinha o cabelo preto preso num coque.

As duas coroas também estavam vestidas de forma sexy: uma usava um vestido azul elétrico que batia no meio das coxas, cobertas com meia-calça preta, e a outra, a mais cheinha e alta das três, vestia uma blusa vermelha transparente, uma minissaia preta e meia-calça marrom. A transparência da blusa deixava ver parte do sutiã, também vermelho, que cobria uns peitões grandes.

A garota nova sentou do meu lado e as duas milf sentaram na frente.

A novinha parecia mais tímida e na dela, mas as outras duas logo puxaram conversa comigo:

- Por pouco a gente não perde o trem - falou a mulher do vestido azul.

Antes que eu pudesse responder, a outra coroa rebateu:

- Claro, por sua culpa, por querer continuar bebendo no aniversário até o fim.

Desde que elas entraram no vagão, eu já tinha notado algo estranho nos movimentos e gestos das mulheres, mas agora tava claro o motivo: elas estavam meio bêbadas.

A mulher da blusa vermelha não demorou a se apresentar:

- Eu sou a Elisa, essa aqui é minha irmã Alba, e a novinha do seu lado é minha filha Ingrid.

- Eu sou o David - respondi.

- De viagem pra Barcelona, né? - perguntou a Elisa.

- Sim, vou num show que tem amanhã.

- Ah, que legal - disse a Alba, enquanto tirava os sapatos. de salto alto. —Não aguentava mais— completou.

Então Elisa, já meio "alegrinha" por causa do álcool, comentou:

—A gente vem do aniversário de uma amiga numa chácara a uns 50 quilômetros de Cádiz. Passamos o dia inteiro comendo e bebendo. Só faltou dar uma boa trepada.

—Mãe, pelo amor de Deus, já chega, você tá pagando mico!— exclamou a filha, que parecia a única sóbria das três.

Mas Elisa, longe de se calar e enquanto também tirava os sapatos, disse:

—Pagando mico eu? Vocês também não fizeram a mesma coisa desde que saímos da chácara?

Ela me olhou e disse:

—Olha, quando chegamos ontem na chácara, alugamos um carro pra ir até lá e voltar hoje à noite pra estação. Minha filha não bebe álcool e foi quem dirigiu. Vou te contar o que aconteceu com a gente.

—Mãe, nem ousa— gritou a filha.

—Deixa eu contar, assim a gente ri um pouco e a viagem fica mais divertida— comentou Alba.

Eu continuava besta com a atitude das mulheres.

Elisa não hesitou mais e começou a contar o que tinha rolado:

"No aniversário, eu e minha irmã enchemos o bucho de comida e bebida, cê já deve ter notado. Quando saímos da chácara, pegamos o carro e minha filha dirigia, já que era a única que não tinha bebido. Uns 10 quilômetros depois, tive que pedir pra ela parar no acostamento, porque tava com vontade de vomitar. Ainda bem que é uma estrada secundária e quase sem movimento, então mal passavam carros na hora. Desci do carro e vomitei. Minha filha também desceu pra ver como eu tava. A cabeça tava rodando e eu ainda tava com uma vontade danada de mijar. Aí minha irmã apareceu também, dizendo que precisava fazer xixi. Ela se agachou, levantou um pouco o vestido, mas não deu tempo de mais nada: ela mijou nas meias e na calcinha. respostas.

Comigo aconteceu a mesma coisa: consegui tirar a minissaia, mas não aguentei mais e me mijei com minha calcinha fio-dental e minha meia-calça ainda vestidas.

Minha filha também aproveitou pra aliviar as necessidades dela, mas nela a vontade não tava tão apertada e ela conseguiu baixar toda a roupa sem problemas.

Minha irmã e eu estávamos com a roupa íntima e a meia-calça completamente encharcadas, mas não parávamos de rir. Minha filha perguntou pra gente:

- O que vocês pretendem fazer agora? Vai, vou no carro pegar uns lenços pra vocês se secarem um pouco. Tirem enquanto o vestido, a minissaia, a meia-calça e as calcinhas.

Minha filha voltou, trouxe os lenços e voltou pro carro. Eu olhava pra minha irmã e não conseguia segurar o riso: ela estava ali, no meio da noite e no acostamento daquela estrada, só de sutiã, com toda a buceta peluda dela exposta e com a calcinha e a meia-calça jogadas no chão. Claro que eu tava igual: só tinha a blusa vestida e tava completamente nua da cintura pra baixo. Aí minha filha começou a gritar pra gente:

- Rápido, acho que vem um caminhão. Terminem de uma vez e entrem no carro!

Mas não deu tempo pra mais nada além de terminar de nos limpar. Quando percebemos, o caminhão já tava na nossa altura e parou. O caminhoneiro no início deve ter achado que a gente tinha tido um problema no carro, mas quando desceu do veículo e viu nós duas quase peladas, ficou com uma cara de espanto tremenda.

Minha irmã tentou cobrir a xereca com as mãos e eu tentava vestir minha calcinha fio-dental, mas nem achava ela no chão de tão bêbada que eu tava. Então o caminhoneiro se deliciou vendo minha buceta. Já não fazia mais sentido me esconder, já que aquele homem tinha visto minha xota, então tanto fazia ele continuar olhando por mais alguns segundos. No cara já começava a aparecer um volume enorme por baixo da calça, de tão excitado que ele tava ficando.

- Vamos, entrem no carro de uma vez e vamo embora! - gritou minha filha de dentro do veículo. Eu fui em direção ao carro, deixando a tanga e a meia-calça no chão. Minha irmã tentou fazer o mesmo, mas tropeçou e caiu. Ficou deitada por uns instantes até conseguir se levantar, tempo que o caminhoneiro aproveitou pra ver a buceta dela também. O homem tinha tirado a pica pra fora e tava se tocando na nossa frente. Finalmente minha irmã alcançou o carro e entrou.

- Ei, vocês tão esquecendo isso, hahaha! - gritou o caminhoneiro, mostrando na mão a minha tanga e a meia-calça.

Minha filha deu a partida no carro e começamos a sair daquele lugar. Me virei e vi o caminhoneiro se masturbando igual um louco e cheirando a minha tanga. Tenho certeza que ele ficou com toda a roupa íntima que deixamos largada lá como lembrança.

Minha irmã e eu começamos a nos vestir dentro do carro: ela vestiu a blusa dela e eu a minissaia. Logicamente, por baixo não tava usando nada.

Quando finalmente estávamos entrando na cidade, falei pra minha filha Ingrid:

- Filha, vê se antes de chegar na estação você consegue entrar em algum bazar que fecha tarde pra comprar umas calcinhas pra sua tia e pra mim e um par de meia-calça.

Eram 23h30 e em poucos minutos passamos por um bazar chinês que tava quase fechando. Minha filha parou o carro na frente da loja e entrou rápido. Uns instantes depois, saiu com uma sacola plástica na mão. Entrou no carro e me passou a sacola.

- Toma, isso é o único que consegui comprar. Pelo menos vocês não vão ficar com a buceta de fora!

Abri a sacola e dentro tinha duas caixinhas vermelhas com uma meia-calça em cada uma. Passei uma caixinha pra minha irmã e fiquei com a outra. Antes da minha filha dar a partida de novo, vestimos as meia-calça dentro do carro do jeito que deu. O dono da loja, que já tava do lado de fora fechando a porta, percebeu o que a gente tava fazendo e, olhando disfarçado, foi o segundo homem naquela noite que viu a buceta minha e da minha irmã.

Quando terminamos de nos vestir, Ingrid Ele ligou o carro e finalmente chegamos na estação. É só isso que aconteceu com a gente até agora.

O relato daquela mulher me deixou completamente excitado, e eu sentia, por baixo da minha calça, minha cueca molhada e meu pau duro. Ali naquele vagão do trem, eu tinha aquelas três mulheres gostosas e sabia que duas delas não estavam de calcinha.

A gente ficou mais um tempinho conversando sobre outras coisas, e lá pela 1h da madrugada eu falei pra aquelas três mulheres que ia tirar um cochilo. Elas disseram que iam fazer o mesmo, porque estavam exaustas. Eu dormiria numa das beliches de cima, a Ingrid na de baixo, e as outras duas mulheres nas beliches restantes.

Mas aí surgiu um problema: como é que a gente ia tirar a roupa e deitar? Ninguém tinha pijama nem nada do tipo: eu costumo dormir de cueca, e falei isso pras mulheres. A Ingrid ficou quieta, mas a mãe dela me disse:

- Você deve estar acostumado a dormir de cueca, mas é que nós três sempre dormimos peladas. Bom, hoje a gente teria que abrir uma exceção por você estar aqui e pelo menos dormir de calcinha, só que nem eu nem minha irmã estamos usando, como te contei antes. A única que pode ficar de fio-dental é a Ingrid.

Aí a Alba falou, sem pensar muito:

- Olha, depois que o caminhoneiro e o chinês da loja já viram minha buceta hoje, não vou morrer por esse garoto ver também.

- Você não se importa se a gente dormir peladas as duas? - me perguntou a Elisa.

Eu demorei pra reagir. Aquelas duas mulheres iam se pelar ali mesmo e passar a noite completamente nuas, e a garota nova só coberta por um fio-dental.

- Não, claro que não me importo - respondi.

A Alba completou:

- Eu sou solteira, e fazia tempo que um homem não me via nua. Pois é, num único dia três caras vão ver minha buceta: o caminhoneiro, o chinês e agora você.

Foi a Elisa quem começou a... Se despir antes de deitar. Começou a desabotoar a blusa, tirou e deixou cair no chão. Levou as mãos às costas tentando soltar os peitos do sutiã. Depois de duas tentativas conseguiu, e eu tive que engolir saliva de tão impressionado: nunca tinha visto uns peitos tão grandes naturais. A mulher percebeu meu espanto e, safada, me jogou o sutiã na cara. Em seguida, começou a abaixar a minissaia devagar. Entre os balanços do trem e o fato de que a mulher ainda não tinha se recuperado da bebedeira, ela perdeu o equilíbrio quando tentava tirar a minissaia pelos pés e caiu em cima de mim. Eu a segurei para não cair no chão, e então ela aproveitou para se grudar em mim de propósito. Os dois peitões enormes estavam espremidos contra meu peito, e a buceta dela, coberta só pela meia fina, colada na minha braguilha da calça. Meu pau não demorou a reagir e logo ficou duro e rijo por baixo da calça.

Elisa aproximou a boca do meu ouvido e sussurrou:

— Você tá começando a ficar excitado, né? Sinto teu pau duro e quero sentir ele inteiro dentro de mim.

— Mãe, pelo amor de Deus! — gritou Ingrid.

— Tô com uma vontade danada de foder desde que aquele caminhoneiro viu minha buceta e eu vi ele se masturbando. Então esse jovem não vai escapar de mim: quero que me coma de todos os jeitos.

Ela mal tinha terminado de falar isso e já estava tirando minha camiseta. Jogou no chão e depois começou a abaixar minha calça impaciente. Terminou de tirar, jogou também no chão, e eu fiquei na frente daquelas três mulheres só de cueca.

— Eu já tô com a buceta molhada há um tempinho de tão tesuda que tô, mas você também molhou sua cueca — comentou Elisa.

E ela tinha razão: a mancha de líquido pré-seminal que tinha nela me denunciava. Eu até aquele momento tinha ficado incrédulo e surpreso com o que estava acontecendo, mas a partir dali... Naquele momento, decidi me deixar levar e curtir aquela situação.

Olhei pros peitos da Elisa: os biquinhos eram rosadinhos e estavam durinhos de tesão. Baixei o olhar e, pela calcinha, vi a buceta dela toda depilada, que já tinha molhado a meia na altura da virilha. A mulher começou a passar a mão no meu volume por cima da cueca, tudo sob o olhar da filha dela, a Ingrid, e da Alba. Quando meu pau já tava durasso, a Elisa puxou minha cueca e meu cacete saltou pra fora, livre, igual uma mola. As duas coroas ficaram olhando sem falar nada, mas com cara de fome, enquanto a Ingrid, pela primeira vez na noite, também mostrou que tava afim de "guerra". As três se entreolharam e sorriram. Aí a Alba falou:

— Caralho, que pauzão! Com certeza dá e sobra pra nós três!

E começou a tirar o vestido azul dela. Não tava de sutiã, então ficou nua da cintura pra cima, só coberta pela meia-calça por baixo, que deixava ver a xota peluda da mulher.

Os peitos dela não eram tão grandes quanto os da irmã, mas tinham um formato mais bonito. Os biquinhos eram marrom-escuro e estavam durinhos.

Enquanto isso, a Ingrid também tinha começado a se despir e já tinha tirado a camiseta. Tava com um sutiã branco transparente que não demorou pra soltar. Era a que tinha os peitos menores das três. No topo das duas tetinhas, dois biquinhos rosados apareciam. Depois, ela puxou a minissaia pra baixo: as pernas cobertas pela meia preta eram perfeitas, e uma calcinha fio-dental branca tampava a parte mais íntima dela. A mãe virou pra ela e puxou a meia, jogando no monte de roupa que já tava se acumulando no chão. A garota ficou só de fio-dental e viu a mãe e a tia começarem o "serviço" comigo. A Elisa tava colada em mim pela frente, e a Alba fazia o mesmo por trás. Eu me senti nas nuvens: tava espremido entre duas coroas, sentindo os peitos delas grudados em mim. meu torso e minhas costas. Minha pica estava tão dura que ficava na altura do umbigo da Elisa. As duas mulheres ainda estavam de meia-calça e, através delas, eu sentia o quanto a Elisa estava molhada, mas também a Alba. Ela se afastou de mim por uns instantes para tirar as meias e, depois de fazer isso, colocou-as de surpresa no meu nariz:

- Toma, cheira minha excitação! - ela disse.

Aquelas meias estavam molhadas na região da virilha e exalavam um cheiro forte de buceta que me esquentou ainda mais. Depois, a mulher se abaixou e enfiou um dos dedos no meu cu: a muito promíscua estava me penetrando pelo rabo.

Isso me causava uma mistura de prazer e dor, e eu me aliviei agarrando as meias da Elisa e rasgando-as na região da virilha. Rasguei a peça o suficiente para enfiar a pica ali e foder a coroa sem esperar que ela tirasse a meia-calça. O prazer de sentir minha pica dentro daquela vagina jorrando e ardente foi enorme. Comecei com movimentos lentos de vai e vem, enquanto mordiscava os bicos dos peitos dela.

Enquanto isso, por trás, a Alba tinha substituído o dedo pela língua e agora lambia todo o meu cu. Já a Ingrid estava sentada no chão, tinha afastado um pouco a calcinha fio dental na frente e se acariciava os lábios da buceta.

Comecei a acelerar meus movimentos de penetração, e a Elisa começou a gemer cada vez mais. Depois de uns instantes, decidi parar e tirei minha pica: queria provar também a buceta da Alba.

- O que você tá fazendo? Não me deixa assim na vontade. Me fode até rasgar minha buceta! - gritou a Elisa, desesperada.

Mas eu comentei que agora era a vez da Alba, que depois continuaria com ela. Não teve jeito, ela teve que esperar e se satisfazer sozinha, enfiando vários dedos na boceta e se masturbando com gosto.

Eu não demorei a enfiar minha pica na buceta peluda da Alba e começar a furar ela. Além disso, eu apalpava os peitos dela e beijava a boca dela. que ainda tinha gosto de álcool. Doíam meu pau e minhas bolas, e sentia aquela área toda prestes a estourar. Não aguentei muito mais e descarreguei todo meu sêmen em vários jatos dentro da buceta da Alba. Ela ficou com uma cara de satisfação enorme e, quando tirei meu pau da boceta dela, aproveitou pra dar umas lambidas e chupar as últimas gotas da minha porra. Satisfeita, se deitou na cama dela e de lá continuou assistindo o resto da orgia.

Quase sem me dar tempo pra me recuperar, a Elisa agarrou meu pau com as duas mãos e começou a me masturbar, chegando a me causar dor por causa da veemência com que fazia. Gritei pra ela parar, por favor, mas ela não ligou e continuou por mais um tempo. Quando meu pau ficou duro de novo, ela parou um instante e disse pra eu meter de novo na boceta dela, mas dessa vez de vez. Enquanto começava os movimentos de bombada, percebi que a Ingrid já tinha tirado a calcinha fio dental: por cima dos lábios vaginais dela, de aparência delicada, tinha uma linha fina de pelos pubianos perfeitamente marcada e depilada. Com uma mão ela se masturbava e com a outra se acariciava os peitos.

Mudei o ritmo das minhas estocadas dentro da boceta da Elisa: em vez de muitos movimentos rápidos, comecei a fazer outros mais lentos, mas com mais força. Além disso, de vez em quando deixava meu pau dentro dela por alguns segundos e fazia movimentos circulares com a cintura, pra que meu pau alcançasse mais áreas internas da boceta dela. Senti a Elisa ter um orgasmo e gozar, jorrando uma quantidade enorme de fluidos. Eu ainda demorei um pouco mais até que, entre gritos, gozei dentro do corpo da Elisa.

A pobre da Ingrid esperava a vez dela, mas tive que pedir uns minutos: depois das duas gozadas, tava exausto e precisava me recuperar. Então a Elisa se aproximou da filha e, pra meu espanto, começou a acariciar primeiro os peitos dela e depois a boceta. A filha não ficou atrás e também começou a apalpar os os peitos da mãe dela e até a buceta, ainda com restos do meu esperma que a Ingrid pegou com os dedos e chupou.

Me deu a impressão de que não era a primeira vez que mãe e filha faziam esse tipo de jogos sexuais entre elas. Os lábios da buceta da Ingrid estavam encharcadíssimos e quando a mãe dela a penetrou por alguns minutos com vários dedos, ela teve um orgasmo e gozou, sujando o chão do vagão com os fluidos dela.

Eu já tinha recuperado minimamente as forças e avisei a Ingrid. Ela me pediu pra penetrar ela por trás, que nunca tinham feito isso com ela e que queria experimentar pela primeira vez. Então lubrifiquei meu pau com um pouco de saliva, abri os glúteos dela e bem devagar, lentamente, comecei a meter o pau dentro. Ela gemia de dor e pedia pra eu ir mais devagar, mas era impossível ir mais lento. Finalmente consegui enfiar todo o meu membro no cu dela e deixei parado por alguns segundos, antes de começar o vai e vem. Ela continuava com suspiros e gemidos, e eu sabia que não ia demorar muito pra gozar dessa vez, e imaginava que não ia soltar muito esperma, porque meu corpo já estava bem esgotado. Então tirei meus últimos gramas de força, dei seis ou sete estocadas brutais e enchi o cu dela com o pouco de esperma que me restava.

- Ahhh, que dor! Não aguento mais, tenho que ir ao banheiro! - gritou a Ingrid e, pegando a calcinha fio dental e levando na mão pra não perder tempo vestindo, saiu do compartimento em busca do banheiro, que ficava quase ao lado de onde estávamos.

- Coitadinha, você deve ter remexido tudo. Mas fazer o que, o prazer ninguém tira dela - disse a mãe dela com um sorriso no rosto.

Uns minutos depois, a Ingrid voltou já recuperada e com a calcinha fio dental branca vestida.

- Ainda bem que não tinha ninguém no corredor por causa do horário, senão me viam pelada! - comentou a garota.

Deitamos cada um na nossa beliche e logo caímos no sono, vencidos pelo cansaço. por causa do cansaço. De manhã, acordamos já quase em Barcelona, nos vestimos rapidamente e, antes de descer do trem, comentamos os quatro que nunca esqueceríamos aquela viagem noturna.

Não sei se elas esqueceram ou não. Eu, com certeza, não. Apesar dos anos que se passaram desde aquilo, ainda lembro de cada detalhe como se tivesse acontecido ontem.

Espero que tenha sido do seu agrado 😃 A gente se vê na próxima.

3 comentários - Borrachas en el tren

sneruo
Me calientan mucho las veteranas.
Si son de Montevideo manden mensaje privado y arreglamos algo
Excelente relato,a mi me sucedió algo parecido,lo bueno y malo es que iba con mi ex!!!