O dia que descobri que curto Ladyboys

Bem-vindos ao meu post número 1

O dia que descobri que curto Ladyboys

Quando eu tinha 25 anos e era solteiro, adorava sair à noite pra ver shows, ir pra baladas, especialmente quando o assunto era mulher gostosa. Um dia, fui num show de travestis e fiquei fascinado.

Aqueles caras vestidos de mulher se arrumavam mais do que qualquer mina que eu conhecia; as roupas, a maquiagem, até os trejeitos, eram mais femininos do que os de qualquer mulher.

Comecei a frequentar uma balada exclusiva, onde toda noite tinha apresentação de travestis imitando artistas e cantoras famosas. Ia sozinho, sentava numa das mesas da frente, e curtia o show à vontade. Só de ver aqueles corpos magrinhos enfiados em meias, com vestidos, maquiados de um jeito sedutor, e com gestos tão femininos... eu ficava louco de tesão.

Imaginava passando a mão naquelas pernas de meia, beijando aquelas costas de vestido decotado, sentindo aquelas mãos delicadas acariciando meu corpo, provando o gosto do batom naqueles lábios pintados.

Como eu ia toda noite no show, já era conhecido por lá, e às vezes os travestis mandavam beijos do palco quando interpretavam alguma cantora provocante. Claro, eu ficava todo vermelho.

Quando o show acabava e eu voltava pra casa, excitado e com o pau quase estourando, deitava e ficava revivendo as imagens que tinha visto, fantasiava e batia uma, duas e até três vezes, louco de tesão com aqueles corpos masculinos tão femininamente arrumados.

Minha pira era tanta que um dia resolvi tirar fotos e pedi permissão pra fotografar eles no palco. Da minha mesa, tirei foto de cada um, fotos que eu sabia que iam me ajudar a bater punheta todo dia.

Quando o show terminou, um garçom me disse que "as meninas" tinham mandado eu ir pros quartos que elas usavam como camarim, porque iam posar juntas pra minha câmera.

Felizão, perguntei por onde eu ia e ele me mostrou o caminho. sorrindo de forma safada ao apontar pro corredor e as escadas. Cheguei no quarto e a porta estava entreaberta, bati de leve, meio tímido.

Na hora saiu uma travesti. Era uma garota alta e linda, com cabelo preto comprido, uns olhos maravilhosos e um vestido de noite. “Entra e senta, já te atendo”, falou com uma voz rouca, mas gostosa de ouvir.

A gente sentou nuns sofazinhos um de frente pro outro e começou a conversar, ela perguntou meu nome, minha idade, o que eu fazia, e acho que percebia minha timidez, porque sorria de um jeito malicioso. Disse que se chamava Elizabeth. Tava com a perna cruzada e dava pra ver um pedaço das coxas porque o vestido era curto. Eu não parava de olhar pras pernas dela, o que me deixava num tesão danado, parecia que o pau ia sair sozinho da calça.

De repente, ouviu-se um barulho de salto fora do quarto e ela falou “bom, vou te deixar um instante, vou dar um retoque na maquiagem” e se levantou pra sair na hora. Na mesma hora entrou no quarto outra travesti e eu fiquei sem fôlego. Ela tava com uma camisola transparente e por baixo um sutiãzinho pequeno e uma calcinha fio dental, uma cinta-liga e meias brancas. Tava com umas sandálias altas de salto, brancas, e os lábios vermelhos e pintados mostravam um sorriso sedutor.

“Sou a Karina”, falou com uma voz tão rouca e sensual que me pegou até as bolas, fazendo meu pau pular de tesão. Ela estendeu a mão e eu, me levantando, peguei a mão dela e, sem pensar, levei até meus lábios e beijei com devoção aquela mão, que tinha unhas longas e vermelhas. “Eu sou o Antonio”, falei. Ela me ofereceu uma bebida e do frigobar tirou um drinque que comecei a tomar.

Comecei a relaxar um pouco e a conversar, falei que era solteiro, que admirava o show delas porque se transformavam em verdadeiras mulheres e podiam seduzir qualquer homem, que tinha tirado muitas fotos dela. Ela colocou música num gravadorzinho que tinha na mesinha, apagou quase todas as luzes e me chamou pra dançar. Hesitei um pouco e peguei nas suas mãos, puxei ela e me levantei, deixando minha câmera no sofá.

Na hora, ela me abraçou e eu senti os peitinhos dela, aspirei o perfume de mulher e senti o calor dela. Peguei na cintura dela e quis sentir ela mais perto, queria que ela sentisse meu pau prestes a explodir. Dançamos várias músicas e a proximidade, a excitação e o momento fizeram nossos lábios se encontrarem. Provei o gosto do batom dela, a língua dela. As mãos dela acariciavam meu pescoço, meu rosto e meu peito, enquanto eu acariciava as costas e a cintura dela.

Nos acariciamos por cima da roupa e depois de um tempo senti as mãos dela tirando meu cinto e minha camisa, abrindo minha calça. Terminei de tirar a calça e os sapatos enquanto a Karina se deitava na cama. Já nem lembrava mais das fotos. Me ajoelhei no pé da cama e acariciei as pernas dela. Tirei os sapatos dela e beijei os pés dela. Meus lábios percorreram as pernas dela, os joelhos, os pés. Subi na cama e, deitado, continuei beijando as pernas dela, enquanto sentia as mãos dela tirando minha cueca. Os dedos dela acariciavam meu pau, minhas bolas, minha bunda.

Eu estava no paraíso. Minhas mãos e minha língua chegavam na borda da meia-calça, percorrendo tudo uma e outra vez. Meus lábios foram para os pés dela e, através da meia fina, comecei a chupar os dedinhos dela. Os gemidos dela me enlouqueciam. Acho que descobri um ponto de excitação no corpo dela, porque ela se agarrou a mim e colou a buceta no meu abdômen enquanto eu chupava os dedos dela.

"Espera, por favor, espera..." ela dizia com a voz rouca. Se afastou de mim e me fez deitar. Meu pau tava duro e apontando pra cima. Ela tirou a calcinha fio dental rapidinho e montou em cima de mim; pegando meu pau com a mão direita, guiou ele pra buceta dela, enfiando devagar, bem devagar.

Eu sentia que tava queimando e apertando muito. Embora ela parecesse ter experiência, a buceta dela era apertada e gostosa. Ela tava cavalgando devagar. Minhas mãos iam pra... seus peitinhos pequenos que descobri ao tirar devagar a camisola e o sutiã dela. As pernas dela estavam grudadas nas minhas laterais e as mãos dela acariciavam meu peito.

Não aguentei muito, segurei firme na cintura dela e comecei a subir e descer ela no meu pau, comendo ela desesperado e aumentando a velocidade. "Ahh", gritei quando gozei dentro dela. Meu orgasmo foi intenso e minha excitação contida me fez jorrar uma porrada de esperma na bunda dela.

Enquanto meu pau amolecia, ela se deitou no meu peito e me beijou o pescoço. Eu tava exausto. "Que inveja", disse uma voz nas minhas costas e me virei, me deparando com a Elizabeth, que vestia uma lingerie preta.

Karina saiu de cima de mim e, de lado, começou a me acariciar de novo. Senti as mãos da Elizabeth do outro lado. Que delícia, quatro mãos acariciando meu corpo inteiro. Karina trouxe minha cabeça de volta pras pernas dela e continuei beijando as meias. Senti nas minhas costas umas mãos me acariciando suavemente, era a Elizabeth.

Beijava e chupava as meias, que estavam molhadas do nosso suor. Aos poucos me acomodei no meio das pernas da Karina, que tava gemendo de tesão, e ela subiu os pés nos meus ombros. Já tava beijando as coxas dela por cima das meias e pude ver um pau grande e grosso, duro e até meio molhado.

Fiquei surpreso, até aquele dia só tinha visto o meu pau. Debaixo do pau duro dela estavam os ovos dela, muito grandes e enrugados, quase cobrindo o cu dela, que tava vermelho e escorrendo minha porra. Aproximei um pouco o rosto pra olhar de perto. Na hora senti o cheiro dele, tava a poucos centímetros da minha cara. Com a mão direita peguei ele e senti um arrepio, tava duríssimo e babando. Sabia que tava enchendo meus dedos de esperma dele. Passei a mão devagar, pra cima e pra baixo, umas quantas vezes e ele começou a se contorcer gemendo. As mãos da Elizabeth acariciavam minha nuca. Naquele momento pensei que elas não me conheciam. Bem, e ninguém tava olhando pra mim; então dei um beijo na cabeça dela e senti o gostinho agridoce do mel dela. Depois outro, e mais outro, até que me decidi e comecei a chupar a cabeça dela.

Nunca imaginei que fosse gostar daquele sabor, mas curti. Lembrei de como via os boquetes nos filmes pornô e comecei a percorrer com minha língua e lábios todo o tronco dela até a base, depois passava pelos testíbooties e voltava pra cabecinha. Aí tentei engolir tudo, mas não cabia inteiro. Tava com metade da pica na boca quando as mãos da Elizabeth me empurraram pra eu engolir mais. Engasguei e tentei me afastar, mas a mão firme dela não deixou. Ao mesmo tempo, as pernas da Karina, em cima dos meus ombros, apertavam. As mãos dela também seguraram minha cabeça. "Mmm", ela gemia, já fora de si. Começou a pular na cama, metendo e tirando a pica da minha boca. Com uma mão, segurei a base dela pra não entrar tudo e comecei a aproveitar. Senti a força dela e a dureza da pica.

De repente, senti a Elizabeth montar nas minhas costas e as mãos dela segurarem minha cabeça com mais força. Karina acelerou os movimentos e, a cada pulo, enfiava a pica quase até minha garganta. Elizabeth colocou os dedos na minha bunda e eu me assustei, tirei as mãos na hora e tentei proteger meu cu, mas fiquei numa posição ruim e ela aproveitou pra amarrar minhas mãos nas costas com um pano, enquanto Karina diminuía os movimentos.

Quando tava amarrado, Elizabeth voltou pro lugar e me empurrou pra frente pra pica entrar mais e mais. Karina acelerou os movimentos de novo, mas dessa vez os gemidos dela foram mais altos. Os movimentos dela cravavam a pica na minha boca até o fundo, e comecei a ter medo de me afogar. "Ahhh, ahhh", ela gritou de repente e senti um jato de porra na minha garganta. Senti vontade de vomitar e tentei fugir, mas as mãos da Elizabeth estavam lá pra me segurar com força.

"Ahhh", outro jato entrou, e mais outro. mais. Agora sim, sentia que ia me afogar. Era muito sêmen que eu tava engolindo. Tentei me afastar e não consegui. Parece que minhas tentativas de fugir excitavam ele mais, porque ele metia com mais força e me dava mais porra. Tentei não pensar e esperar ele terminar. O orgasmo dele pareceu longo demais, mas finalmente acabou.

Imediatamente ele tirou o pau da minha boca e foi então que senti o gosto. Não tinha mais jeito, eu tinha engolido o esperma daquele travesti. Senti até remorso naquele momento, talvez por causa dos meus preconceitos morais e sociais, mas não tinha mais volta. Fiquei deitado, com um pouco de sêmen escorrendo pelos meus lábios e com os braços amarrados nas costas.

Melosamente, Karina se aninhou comigo e me dava beijos no pescoço e no peito enquanto acariciava minhas costas. Me sentia mal porque me obrigaram a engolir o sêmen, mas tava confuso porque não tinha desgostado totalmente; mais ainda, senti meu pau totalmente duro de novo.

Elizabeth e Karina limparam e acariciavam ele. As mãos delas percorriam todo o meu corpo uma e outra vez deliciosamente. Os mimos e carinhos delas acabaram com qualquer vestígio de raiva e novamente comecei a aproveitar minhas duas travestis. Já tava com uma ereção enorme. As unhas compridas acariciando minhas bolas me deixavam louco. Elizabeth ficou de quatro e Karina me ajudou a me levantar; com uma mão pegou meu pau duro e guiou ele pra bunda de Elizabeth. Devagar eu penetrei, aproveitando a bunda dela, que também era bem apertadinha. Karina colocou as mãos nas minhas nádegas peludas e apertava como se quisesse agarrar tudo com as mãos dela. Tava tão excitado que meti um pouco mais rápido que na Karina.

Inesperadamente, Karina me sacudiu pra tirar meu pau do corpo de Elizabeth, que deitou de barriga pra cima na hora e me abraçou. Fui empurrado pros braços dela. Nossos paus se encontraram. Tavam escorregadios. A sensação era única, nossos membros pareciam nos beijando. Eu me ajoelhei e comecei a me mexer como se estivesse comendo uma mulher, esfregando e deslizando nossos membros. Ela subiu as pernas na minha cintura e me envolveu com força enquanto as mãos dela iam para minhas coxas e me seguravam para que eu não conseguisse me livrar do abraço. As mãos de Karina acariciavam minhas costas, minhas coxas, minha bunda, minhas bolas. Por baixo, ela pegou meu pau e bombou várias vezes, me fazendo gemer. Ela me soltou e logo senti um jorro de líquido morno como óleo no meu cu. Instintivamente, apertei o esfíncter e levei um tapa muito forte na bunda, tão forte que me fez gritar e pular, mesmo não conseguindo escapar das pernas da Elizabeth.

Tudo foi muito rápido. Ela me deu mais três tapas e de repente eu senti. Ela tinha colocado a ponta do pau dela na entrada do meu cu. "Não, não, por favor", eu disse. Mas era tarde, eu estava indefeso. Até aquele momento, entendi por que tinham amarrado minhas mãos e por que a Elizabeth me segurava com força com as pernas.

Tentei pular e escapar, mas não consegui fazer nada. A cabeça entrou com força, poderosa, roubando minha virgindade. "Por favor, por favor", consegui sussurrar. "Se prepara que vou meter tudo em você, minha piranha", ela disse com voz excitada. "Não, não, não, ahhh, aaahhh". Tinha acontecido. Firmando as mãos com força no meu quadril, num movimento só, ela enfiou quase tudo. "Aaahhh", gritei com força como nunca. Elizabeth continuava me segurando naquela posição vulnerável. Para calar meus gritos, ela enfiou uma calcinha fio dental na minha boca e amarrou atrás. "Nnn, nnn", eu não conseguia mais gritar. Elizabeth me abraçou com força e colou a boca no meu ouvido: "aproveita, meu rei, come tudo, você vai gostar, relaxa, aproveita, porque eu ainda vou vir". Em vão, tentei me debater; Karina começou a se mover, entrando e saindo do meu cu que antes era virgem. Doía pra caralho, sentia que chegava até meu peito e abria meu estômago.

Ela estava me comendo com força. "Você é bem apertadinho, de verdade. Você era virgem, mas comigo perdeu", ele disse enquanto acelerava os movimentos. "Aaahhh", gritei quando ele enfiou com força até o fundo. Doeu, chorei de dor. Sentia que estava me afogando, que faltava ar. Então o pau duro da Karina, cravado até o fundo do meu cu, começou a espalhar o leite dele. Ele estava me enchendo de porra. Queria gritar e não conseguia. Sentia o pênis enorme dele pulsando enquanto gozava no meu cu dolorido. As unhas dele se cravavam na minha cintura. A tortura durou mais alguns segundos. Quando terminou, ele puxou o pau do meu corpo de repente, ainda ereto. Tirou rápido, e também me machucou.

Me deixaram dolorido, cansado e exausto. As lágrimas escorreram pela dor. Minhas pernas doíam, meu cu doía ainda mais; me sentia destruído por dentro, como se tivessem me partido ao meio. Por um tempo me deixaram descansar e acho que dormi por alguns minutos. Quando acordei, já estava solto e a Elizabeth estava em cima de mim, me beijando, me abraçando, me acariciando.

Minha primeira reação foi responder aos beijos, e eu fiz isso. Acariciei o corpo dela. Não conseguia me mexer muito porque minhas costas e meu cu doíam. A Elizabeth subiu, deitada entre minhas pernas, e de novo nossos paus se beijaram. Foi quando percebi que a Karina estava acariciando nós dois e passando um creme cheiroso nos nossos corpos. Eles me excitaram de novo. "Coitadinho, já não era mais virgem", ela sussurrava no meu ouvido enquanto sentia uma mão bombando meu pau. Rapidamente me aproximei do orgasmo, mas de repente senti algo duro entrando no meu cu. Só gemi. O pau da Elizabeth escorregou e foi até o fundo, causando um pouco de dor. "Nnnooo", eu disse. Já estava empalado. "Viu? Já tá gostando, seu cu se acostumou rápido a receber pica", ela sussurrou no meu ouvido. "Não, o problema é que você é mal dotada", eu disse. Sorrindo, ela começou a bombar devagar, como se considerasse a dor que eu tinha sofrido. Estranhamente, a dor tinha diminuído e só o roçar do tronco dele nos meus músculos me fazia sentir um pouco de dor. Ele estava me comendo de quatro. Com cuidado, pegou minhas pernas e as colocou nos ombros dele, ajudado pela Karina. “Pau pequeno, é?! Vê só o que acha disso” e ao falar isso, começou a bombear minha bunda com muita rapidez e força, igual cachorro. “Espera, espera, agora não”. Entrava e saía rápido, e nessa posição ele entrava até o fundo, me enfiava até o talo com muita força.

Enquanto isso, Karina subiu no meu peito, encostando o pau dela no meu corpo e no meu rosto. “Vou te deixar bem arrombado, pra ver se você fala isso de novo”, disse ela. “Não, devagar, por favor”, respondi. Ela me deixou assim por um tempão. Já não sentia nem minhas pernas. Finalmente, terminou. Igual a Karina, enfiou até o fundo e começou a gozar. Embora não tenha sentido tão fundo quanto o da Karina, senti que queimava, que o esperma dela era lava fervendo que queimava meu interior. Vi um jato branco cair nos meus olhos. Karina estava gozando na minha cara. O esperma caía no meu nariz, bochechas, olhos, e quando tentei evitar e me mexi de um lado pro outro, grandes quantidades de porra foram parar no meu cabelo e até senti um jato no meu ouvido. Tudo cheirava a esperma e eu não conseguia abrir o olho direito porque também tinha porra. Tentei abaixar minhas pernas, mas Elizabeth não deixou. “Ainda não terminamos, agora você vai aproveitar mesmo, vai curtir uma boa sexy girl”, disse ela. Não tinha perdido a ereção e começou a me bombear de novo.

Agora doía pra caralho, mas os movimentos dela eram lentos. Teve uma hora que senti que a ereção estava indo embora, mas quando ela viu que Karina tirava o esperma dos meus olhos e passava no meu peito e pescoço, começou a recuperar a ereção. Eu estava exausto pra cacete, mas a dor estava se transformando em prazer. A cada estocada, sentia um calorzinho, uma sensação de tesão. Levei minhas mãos até a cintura e me firmei. Agora eu puxava a bunda dela com as minhas mãos pra ela continuar enfiando no meu cu. Comecei a gemer de prazer, tava adorando a sentada que o travesti tava me dando. Depois de uns minutos, trocamos de posição. Deitamos e ele me meteu por trás, de lado. Já não sentia mais dor, só prazer puro. Karina deitou na minha frente, mas de cabeça pra baixo, colocando o pau mole na minha cara. A boca dela queimava quando chupava meu pau. Tava num 69, eu enfiava o pau inteiro dele na boca e chupava, brincava com aquele membro dentro da minha boca, enchendo de saliva.
Ficamos assim por um tempo, Elizabeth metendo no meu rabo, Karina chupando e endurecendo meu pau, e eu empalado pela Elizabeth e chupando o pau da Karina.

Quando todo mundo ia gozar, me deixaram deitado e se ajoelharam na minha frente, se masturbando e gozando no meu corpo. O leite já não era tanto, mas caía em gotas no meu peito, nas pernas, na barriga e no meu pau. Quando senti a porra no meu pau, meu orgasmo disparou e, pegando no meu pau pra bombear, gozei em jatos que acertaram as meias da Elizabeth.

Ficamos exaustos e deitados, abraçados os três. Em poucos minutos, apaguei. Acordei quando senti movimento do meu lado. Karina me abraçava e Elizabeth, do meu lado, se beijava com um cara magro e muito peludo, que eu tinha visto no show como um dos apresentadores. Quando viram que acordei, pararam e na hora Elizabeth me abraçou e começou a me acariciar e beijar. Por um tempo, me beijaram e acariciaram. Depois me deixaram deitado e, levantando uma das minhas pernas na barriga, me seguraram firme pelos braços. O cara peludo subiu em cima de mim e, abrindo minhas pernas com força, me enfiou sem preâmbulo. Meteu de uma vez só. Doeu, mas aguentei como um macho. Mordi o lábio inferior pra não reclamar quando ele começou a bombar. O cara tava Ajoelhado, ele se inclinou sobre mim. Eu sentia os pelos dele nas minhas nádegas, nas minhas coxas e o pau dele dentro de mim.

A dor desapareceu e eu comecei a sentir prazer. Apertei fechando meu esfíncter. "Ahhh", ele gritou, surpreso com meu aperto. Fiquei excitada ao ver a expressão dele e me senti dominante. Dei mais apertões e agora era ele quem se queixava de prazer. Karina e Elizabeth pararam de me acariciar e me observavam surpresas enquanto eu dava apertões na rola que me possuía. Mais apertões. Então minhas mãos foram para as nádegas dele e a sensação dos pelos nos meus dedos fez meu pau pular, já ereto. Passei minhas mãos por parte das costas dele e acariciei o peito dele. Parecia um tapete sexual. Levantei minhas pernas e enrolei na cintura e nas costas baixas dele. Que sensação dos pelos dele no meu corpo! Me abracei nele e acariciei suas costas peludas enquanto continuava fazendo ele gemer com meus apertões. Num aperto, senti que não conseguia mais apertar igual porque ele estava crescendo. Encostei meu rosto no peito dele e aspirei o forte cheiro de macho, abri a boca chupando os pelos dele. Minhas mãos se tensionaram nas costas dele e eu senti. O delicioso membro dele começou a depositar esperma dentro de mim enquanto meu gozo saía disparado banhando o tapete de pelos na altura do abdômen dele.

"Aaahhh", ele gritou com força quando apertei ele de novo, espremendo todo o gozo dele. Como pude, coloquei uma mão entre nossos corpos para pegar as bolas dele e senti-las entre meus dedos, pesando-as, apertando-as suavemente para que ele me desse mais gozo. Finalmente ficamos abraçados. Karina começou a me limpar com uma toalha úmida e Elizabeth me beijava. O peludo, que me disseram se chamar Roberto, dormiu ao meu lado.

"Você foi mais puta que a gente, até fez o Roberto gritar", Elizabeth me disse enquanto me ajudava a me vestir. Como pude, me arrumei e peguei minha câmera. As duas "garotas" me beijaram efusivamente. Me disseram que me esperariam à noite no show e eu prometi ser pontual.

Quando eu saía Saindo do quarto e andando pelos corredores, eu pensava em tudo. A cada passo, minha bunda doía e me lembrava que eu já não era mais virgem e que tinha me comportado como uma puta. Eu dizia pra mim mesma que as mulheres tinham razão quando falam que nem os homens resistem à pica de um bom garanhão. Sempre tive a fantasia secreta de comer um travesti, e agora até tinham me desvirginado. Ia pensando nisso tudo quando saí das escadas e dei de cara com o garçom, que me disse: “Quer um táxi? Te largaram na mão”. “Não, tô bem, obrigada”, respondi.

Saí andando sem tirar os olhos de mim, talvez por dentro ele estivesse rindo ao me ver andando daquele jeito. Sem dúvida, ele imaginava que eu sentia dor e que estava bem arrombada pela surra que dois travestis e aquele homem peludo tinham me dado por várias horas. Assim terminou minha aventura, que foi seguida por outras, porque desde aquela noite minha fraqueza já não eram só os corpos masculinos de meia e liga, mas as pirocas duras e suculentas, loucas pra me dar uma boa fodida.

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