E aí, galera, tudo bem? Depois da minha primeira publicação e dos bons comentários e conselhos que recebi, resolvi postar uma segunda.
É meio complicado pra mim entrar sempre, vem um feriadão aí no meu país, vou viajar e não sei quando volto a entrar.
Pra não me esquecerem, deixo isso aqui. Espero que gostem.
Te dedico a você, amigo @javivamal.
Bom, essa história aconteceu alguns anos atrás. Já contei que sou do interior, depois que terminei com meu namorado decidi me mudar pra capital. Sempre tem mais oportunidades que a gente pode ter numa cidade grande e além disso eu queria continuar meus estudos. Primeiro escolhi o curso de Direito, mas me enchi e mudei pra Licenciatura em Relações Trabalhistas, por sorte não me dei mal.
Naquela época eu estava solteira, tinha ficado muito amiga de uma menina, a Jane é o nome dela (igual à Fonda), a gente saía o tempo todo, não parava o pé, éramos jovens e queríamos diversão. Minha amiga era mais atirada que eu, na verdade não tenho vergonha de dizer, sempre fui de perfil mais baixo, tipo, não gostava muito de chamar atenção. Mas também não tenho vergonha de dizer que, mesmo assim, eu sempre tinha muito mais pegação que ela.
Na hora eu não percebia, mas sei que isso incomodava um pouco ela. Mas pô, culpa minha??
Um dia fomos dançar numa balada no Parque Batlle, perto das nossas casas (éramos vizinhas). Íamos sempre naquele lugar, não era um ambiente ruim, música boa, drinks gostosos, gatos bonitos, era legal.
Eram umas 3 da manhã e ela tinha se agarrado com um padeiro conhecido nosso, um cara bem básico pro meu gosto e que nem era bonito, mas era ela, não eu, que tava com ele. Eu tinha ficado sozinha encostada num balcão, quando do nada vejo que alguém estava me encarando. Não conseguia ver muito bem por causa das luzes e vi que ele fez um gesto, mas ignorei. No segundo seguinte ele tá do meu lado. A gente começou a conversar, "Oi, meu nome é Rafael" (por (esse é o título do post, né?), como você está, entediada? Pra falar a verdade, tô meio na fossa e minha amiga (apontei pra ela) me deixou sozinha. Meu nome é Soledad, falei, mas pode me chamar de Sole. Você é muito linda pra ficar sozinha, ele disse, quer dançar? Olhei pra ele, não era feio, bem vestido, boa aparência, bom perfume (adoro um homem perfumado), meio baixinho 1,73 mais ou menos. Mas não tava mal.
Olhei pra minha amiga que tava lá com o padeiro e pensei: bom, vamos lá. Começamos a dançar, ele tinha uns poucos anos a mais que eu, era funcionário de um Laboratório e morava sozinho. Bom, estabilizado, simpático, educado. Me convidou pra um drink, continuamos conversando. Aí chega um amigo dele, pergunta: a gente vai? (acho muita graça nos homens que não se tocam quando veem um amigo acompanhado). Rafa responde: não, fica um pouco, não quero ir ainda. Ah, qual é, cara, amanhã eu acordo cedo (se fodeu, pensei), vai você e eu fico com a Sole. (Ufa, falei, bem, ganhou uns pontinhos).
Depois percebi que o otário do amigo tava a pé e queria que o Rafa levasse ele de carro (problema dele, que pegue um táxi).
Enfim, a questão é que ele ficou comigo e continuamos conversando. Depois de mais ou menos uma hora, minha amiga vem e diz: Sole, tô indo com o Damián (o padeiro), e você, o que vai fazer? A gente te leva até sua casa. Com minha amiga a gente tinha combinado: não importa o que fizéssemos, nunca deixar a outra na mão. Então o Rafa, muito desenrolado, diz: não se preocupa, sua amiga tá bem cuidada, eu levo ela até em casa.
Minha amiga me olhou pra ver se tava tudo bem, eu concordei e fiquei com o Rafa.
Aí ele ganhou mais pontos, adoro homens decididos e que não enrolam. Além disso, não me perguntem porquê, mas não senti medo nenhum de ficar com um desconhecido.
Depois de um tempo ele diz: vamos? Vamos, respondi. Ele saiu com o carro, mas não pegou o caminho pra minha casa, foi pra Avenida, e diz: vamos conversar mais um pouco. Hmmmm, pensei, conversar, bom, vamos lá! Pra falar a verdade, tava me sentindo bem com ele.
Chegamos, ele desligou o carro e... ele começou a beijar, sinceramente eram super gostosos seus beijos, suaves, ternos. Eu tava meio deprê naquela época e a verdade é que me fizeram bem.
Ele me pergunta: "vamos pra casa tomar um café?" Kkkkk café!!! ok vamos. Tenho que confessar que, apesar de eu e minha amiga sairmos bastante, eu não ficava transando toda hora com caras diferentes, pelo contrário – mesmo não faltando oportunidade, eu me cuidava e era meio seletiva, e nunca, claro, tinha feito sexo no primeiro encontro. Mas era como se naquela noite eu tivesse a fim, atraída por ele e excitada.
Chegamos na casa dele (que era relativamente perto) e mal entramos e ele já veio pra cima de mim. Tipo, perdeu toda aquela doçura e delicadeza, mas isso, pelo contrário, me encantou.
É que nessa hora eu não gosto que os homens sejam muito doces ou delicados kkk, prefiro mil vezes o contrário.
Ele começou a me beijar como um louco, me tocava, me apertava. Começou a tirar minha roupa, a camiseta, o sutiã. Ele pirou nos meus peitos, não parava de apertar e de beijar.
Não é por nada não, mas eles são bonitos, grandes, redondos, empinadinhos, mamilos rosadinhos.
Aí ele começa a tirar a roupa dele.
Aqui vem a graça da história, e por que ela merece ser contada.
Quando Rafita tirou a cueca, meus olhos abriram do tamanho de dois ovos cozidos. Nunca na vida tinha visto uma coisa tão grande assim, e não é zoeira. Lembrem que ele era meio baixinho e, pra falar a verdade, vendo ele normalmente não dava pra imaginar – era um cara que passava bem despercebido. Não dava pra acreditar no troço que ele tinha entre as pernas. My God!
Era digno de elogio, sinceramente. Grande, grosso e, nessa altura, ainda por cima tava duríssimo. Juro que minha mão não dava a volta nele. Até me deu um pouquinho de medo, sei lá, besteiras que a gente pensa às vezes.
Mas então, sem hesitar, não podia perder essa oportunidade, me abaixei e tentei colocar na boca, sinceramente (tenho boca pequena) era impossível, tentei mesmo assim fazer ele curtir com minha linguinha e mais que o... consegui porque o pau continuava crescendo. Fiquei um tempinho assim tentando saborear, curtir, passando a linguinha, tentando colocar o máximo que conseguia na minha boca, até que ele me agarrou, me jogou na cama e de uma vez, mas com qualidade, meteu. Nunca pensei que ia conseguir entrar tudo aquilo, mas entrou!
E como entrou, meu Deus!! Que **foda** que ele me deu. Me fez curtir como nunca. Era puro erotismo, sensualidade, sexo, descontrole. Ele tirava, colocava de novo, eu — imaginem — que nem uma louca!
Nós dois estávamos muito quentes e excitados.
Ficamos umas duas horas fodendo sem parar, até que dormimos abraçadinhos.
Inesquecível, Rafita! Vi ele mais algumas vezes, mas isso fica pra outro relato.
Beijos, espero que gostem.
PS: Rafa, se você tá por aí, lê esse relato e se lembra de mim, entra em contato, ok? 😉
É meio complicado pra mim entrar sempre, vem um feriadão aí no meu país, vou viajar e não sei quando volto a entrar.
Pra não me esquecerem, deixo isso aqui. Espero que gostem.
Te dedico a você, amigo @javivamal.
Bom, essa história aconteceu alguns anos atrás. Já contei que sou do interior, depois que terminei com meu namorado decidi me mudar pra capital. Sempre tem mais oportunidades que a gente pode ter numa cidade grande e além disso eu queria continuar meus estudos. Primeiro escolhi o curso de Direito, mas me enchi e mudei pra Licenciatura em Relações Trabalhistas, por sorte não me dei mal.
Naquela época eu estava solteira, tinha ficado muito amiga de uma menina, a Jane é o nome dela (igual à Fonda), a gente saía o tempo todo, não parava o pé, éramos jovens e queríamos diversão. Minha amiga era mais atirada que eu, na verdade não tenho vergonha de dizer, sempre fui de perfil mais baixo, tipo, não gostava muito de chamar atenção. Mas também não tenho vergonha de dizer que, mesmo assim, eu sempre tinha muito mais pegação que ela.
Na hora eu não percebia, mas sei que isso incomodava um pouco ela. Mas pô, culpa minha??
Um dia fomos dançar numa balada no Parque Batlle, perto das nossas casas (éramos vizinhas). Íamos sempre naquele lugar, não era um ambiente ruim, música boa, drinks gostosos, gatos bonitos, era legal.
Eram umas 3 da manhã e ela tinha se agarrado com um padeiro conhecido nosso, um cara bem básico pro meu gosto e que nem era bonito, mas era ela, não eu, que tava com ele. Eu tinha ficado sozinha encostada num balcão, quando do nada vejo que alguém estava me encarando. Não conseguia ver muito bem por causa das luzes e vi que ele fez um gesto, mas ignorei. No segundo seguinte ele tá do meu lado. A gente começou a conversar, "Oi, meu nome é Rafael" (por (esse é o título do post, né?), como você está, entediada? Pra falar a verdade, tô meio na fossa e minha amiga (apontei pra ela) me deixou sozinha. Meu nome é Soledad, falei, mas pode me chamar de Sole. Você é muito linda pra ficar sozinha, ele disse, quer dançar? Olhei pra ele, não era feio, bem vestido, boa aparência, bom perfume (adoro um homem perfumado), meio baixinho 1,73 mais ou menos. Mas não tava mal.
Olhei pra minha amiga que tava lá com o padeiro e pensei: bom, vamos lá. Começamos a dançar, ele tinha uns poucos anos a mais que eu, era funcionário de um Laboratório e morava sozinho. Bom, estabilizado, simpático, educado. Me convidou pra um drink, continuamos conversando. Aí chega um amigo dele, pergunta: a gente vai? (acho muita graça nos homens que não se tocam quando veem um amigo acompanhado). Rafa responde: não, fica um pouco, não quero ir ainda. Ah, qual é, cara, amanhã eu acordo cedo (se fodeu, pensei), vai você e eu fico com a Sole. (Ufa, falei, bem, ganhou uns pontinhos).
Depois percebi que o otário do amigo tava a pé e queria que o Rafa levasse ele de carro (problema dele, que pegue um táxi).
Enfim, a questão é que ele ficou comigo e continuamos conversando. Depois de mais ou menos uma hora, minha amiga vem e diz: Sole, tô indo com o Damián (o padeiro), e você, o que vai fazer? A gente te leva até sua casa. Com minha amiga a gente tinha combinado: não importa o que fizéssemos, nunca deixar a outra na mão. Então o Rafa, muito desenrolado, diz: não se preocupa, sua amiga tá bem cuidada, eu levo ela até em casa.
Minha amiga me olhou pra ver se tava tudo bem, eu concordei e fiquei com o Rafa.
Aí ele ganhou mais pontos, adoro homens decididos e que não enrolam. Além disso, não me perguntem porquê, mas não senti medo nenhum de ficar com um desconhecido.
Depois de um tempo ele diz: vamos? Vamos, respondi. Ele saiu com o carro, mas não pegou o caminho pra minha casa, foi pra Avenida, e diz: vamos conversar mais um pouco. Hmmmm, pensei, conversar, bom, vamos lá! Pra falar a verdade, tava me sentindo bem com ele.
Chegamos, ele desligou o carro e... ele começou a beijar, sinceramente eram super gostosos seus beijos, suaves, ternos. Eu tava meio deprê naquela época e a verdade é que me fizeram bem.
Ele me pergunta: "vamos pra casa tomar um café?" Kkkkk café!!! ok vamos. Tenho que confessar que, apesar de eu e minha amiga sairmos bastante, eu não ficava transando toda hora com caras diferentes, pelo contrário – mesmo não faltando oportunidade, eu me cuidava e era meio seletiva, e nunca, claro, tinha feito sexo no primeiro encontro. Mas era como se naquela noite eu tivesse a fim, atraída por ele e excitada.
Chegamos na casa dele (que era relativamente perto) e mal entramos e ele já veio pra cima de mim. Tipo, perdeu toda aquela doçura e delicadeza, mas isso, pelo contrário, me encantou.
É que nessa hora eu não gosto que os homens sejam muito doces ou delicados kkk, prefiro mil vezes o contrário.
Ele começou a me beijar como um louco, me tocava, me apertava. Começou a tirar minha roupa, a camiseta, o sutiã. Ele pirou nos meus peitos, não parava de apertar e de beijar.
Não é por nada não, mas eles são bonitos, grandes, redondos, empinadinhos, mamilos rosadinhos.
Aí ele começa a tirar a roupa dele.
Aqui vem a graça da história, e por que ela merece ser contada.
Quando Rafita tirou a cueca, meus olhos abriram do tamanho de dois ovos cozidos. Nunca na vida tinha visto uma coisa tão grande assim, e não é zoeira. Lembrem que ele era meio baixinho e, pra falar a verdade, vendo ele normalmente não dava pra imaginar – era um cara que passava bem despercebido. Não dava pra acreditar no troço que ele tinha entre as pernas. My God!
Era digno de elogio, sinceramente. Grande, grosso e, nessa altura, ainda por cima tava duríssimo. Juro que minha mão não dava a volta nele. Até me deu um pouquinho de medo, sei lá, besteiras que a gente pensa às vezes.
Mas então, sem hesitar, não podia perder essa oportunidade, me abaixei e tentei colocar na boca, sinceramente (tenho boca pequena) era impossível, tentei mesmo assim fazer ele curtir com minha linguinha e mais que o... consegui porque o pau continuava crescendo. Fiquei um tempinho assim tentando saborear, curtir, passando a linguinha, tentando colocar o máximo que conseguia na minha boca, até que ele me agarrou, me jogou na cama e de uma vez, mas com qualidade, meteu. Nunca pensei que ia conseguir entrar tudo aquilo, mas entrou!
E como entrou, meu Deus!! Que **foda** que ele me deu. Me fez curtir como nunca. Era puro erotismo, sensualidade, sexo, descontrole. Ele tirava, colocava de novo, eu — imaginem — que nem uma louca!
Nós dois estávamos muito quentes e excitados.
Ficamos umas duas horas fodendo sem parar, até que dormimos abraçadinhos.
Inesquecível, Rafita! Vi ele mais algumas vezes, mas isso fica pra outro relato.
Beijos, espero que gostem.
PS: Rafa, se você tá por aí, lê esse relato e se lembra de mim, entra em contato, ok? 😉
4 comentários - Rafael e sua surpresa quente
ahora puedo comentar!!!
asi que no podia dejar pasar la occasion de decirte
QUE EXCELENTE RELATO!!
y que Buenos recuerdos de aquel momento tenes....
Rafael... estas nominado....
besos sol, van puntos