El dia que el tecnico fue atendido parte 1

Imagino que a que vou contar é uma das fantasias mais recorrentes que existem… Talvez eu tenha realizado o sonho de um cara, ou pelo menos dado a ele algo pra contar pros amigos durante meses. Não me incomoda isso, no fim das contas, até me excita que seja assim.

Aconteceu que, depois de falhar por semanas, o computador finalmente parou de ligar. Meu único meio de procurar alguém pra consertar, ironicamente, era o PC, então tava sem pista de onde encontrar um técnico…

Quando pensei na palavra “técnico”, veio a ideia na cabeça de que algum cartão eu devia ter, então procurei na minha carteira: com certeza, tinha vários.

Não me surpreendeu, não costumo receber cartões na rua, muito menos pegar de balcões; mas me dão muitos em baladas, quando conheço gente. Às vezes, em vez de pedir ou dar um telefone, me dão o cartãozinho pra eu lembrar deles e ligar. Essa seria a primeira vez que eu ligaria pra um.

Disquei o telefone do cartão escolhido e atendeu uma senhora que logo me passou pro filho dela. Contei do problema tecnológico e ele ficou de vir naquele mesmo dia.

Duas horas depois, ele tava tocando a campainha. Deixei ele subir e ele chegou na minha porta. Quando vi ele, não prestei atenção e deixei ele entrar no quarto, onde tenho o computador. Ele entrou e começou a revisar, tentando ligar.

Como a tela tava preta, não tive outra opção a não ser olhar pra cara dele (além disso, pela expressão dele, eu me orientava em como ele tava vendo a gravidade). Depois de observar ele por uns segundos, ele me pareceu familiar e comecei a ligar os pontos: claro, provavelmente ele tinha me dado o cartão numa balada ou encontro casual por aí. Mesmo assim, nunca ia adivinhar quando nem onde… muito menos por que NÃO tinha rolado nada, porque o cara era bem gostoso: olhar sério, experiente. Sobrancelhas grossas. Moreno, de rosto fino e muito boa aparência. Além disso, e talvez o mais chamativo, ele não me dava nem bola. Indiferença total, concentrado no trabalho dele, não vi ele me olhar uma vez sequer. vez (coisa completamente rara pra mim).
Começou a me contar qual podia ser o problema, e que por sorte tinha vindo preparado com as peças de reposição que ele já suspeitava que iam fazer falta. Falei pra ele entrar, então começou a desmontar o PC.
Ofereci algo pra beber, ele aceitou. Trouxe um pouco de refrigerante e ele virou de uma vez.

Tava frio lá fora, mas eu tinha ligado o aquecedor. O técnico, Alejandro, parecia morrendo de calor, mas não tirava o moletom porque provavelmente não tava com nada por baixo. Eu, por outro lado, tava de shortinho branco curto e uma camisa comprida, meio desabotoada, que uso como camisola: se vou pagar por um serviço, não tenho por que me arrumar!.

Comecei a ficar obcecada porque ele não me olhava, e queria chamar atenção me aproximando, perguntando um monte de coisa, sobre a máquina, sobre o calor, sobre ele… Ele respondia seco, mas educadamente. Finalmente criei coragem e perguntei se ele não queria tirar o moletom, que não me importava se ele não tivesse nada por baixo, mas ele parecia estar com muito calor. Ele me olhou por um instante e, com a chave de fenda na mão e tudo, tirou o agasalho. Não ficou pelado, mas sim com uma regata de algodão bem justa. Tinha um físico melhor do que eu imaginava.

Alejandro começou a me dar uns conselhos pra não acontecer de novo, mas sem prestar atenção, falei de passagem que se quebrasse de novo era melhor, assim podia chamar ele de novo. Quis ser sutil, mas nunca consigo!. Ele parou tudo e, sentado no chão onde tava, ficou me encarando enquanto eu tomava um copo de suco: “O quê?” perguntei, mas ele não respondeu. Levantou e tirou o cinto. Não falei nada. Voltou pro trabalho.

“E isso foi o quê?” questionei de novo, e nada… Ele se levantou e sentou do meu lado. Depois de um bom tempo olhando nos olhos um do outro, ele disse “O PC já tá pronto. Se quiser me chamar amanhã, não precisa quebrar.”. –
“Tem camisinha?” falei, e ele tirou da pasta uma caixa com três.

De joelhos, Deixei o suco no chão e abri a boca o máximo que pude. Estiquei a língua e mexia a pontinha chamando ele. Fechei os olhos. Finalmente, bem quando minha garganta já estava secando, comecei a sentir um calor se aproximando e logo a pontinha da minha língua tocou um pedaço de carne dura e quente que começou a deslizar devagar, a cada centímetro me deixava sentir a textura áspera da pele… nesse deslizamento, minha língua roçava com aspereza um tronco duro que penetrou até quase tocar a garganta e começou a sair de novo, devagar também, pra voltar a entrar, dessa vez com menos atrito, quase escorregando pela minha boca. Ajustei os lábios no diâmetro, não precisei fechar muito a boca, sentia ele grande, duro. Começou a se mover com mais velocidade pra trás e pra frente, metendo na minha boca, e cada vez sentia mais calor no atrito.

Num instante ficou parado na minha boca, provavelmente porque ia gozar. Passei a língua nele sem abrir os lábios e sem colocar a mão: senti a superfície cheia de veias, e senti ele pulsar forte. Levei a língua pra trás e consegui alcançar a pontinha; aí descobri que ele tava mesmo a ponto de gozar, porque senti o gosto do esperma.

Não tinha percebido, mas tava com a boca cheia de saliva, e muita escorria pelos cantos dos meus lábios, pingando entre os peitos ainda vestidos.

Alejandro tirou ele da minha boca, engoli a saliva (e tudo que tinha dentro) e olhei minha camisa: totalmente molhada. Enquanto desabotoava ela, olhei pro pau e era grande, só que não tanto quanto eu tinha sentido. Gostei do que vi, era daqueles paus com glande proeminente e redonda. Uma leve curva pra cima e o tronco era mais fino na base e engrossava chegando na ponta. Se eu soubesse usar ele direito, podia me fazer gozar a semana inteira.

A camisa eu tinha desabotoado de baixo pra cima, deixando os dois botões que cobriam meus peitos abotoados. Também não tirei o sutiã. Sem perguntar nada, ele Aproximei os peitos no pau dele e ele sacou na hora a ideia, segurou pela base pra firmar. Deixei ele meter entre meus peitos, assim vestida como tava. De baixo pra cima, o pau deslizava, sumindo quando descia e aparecendo a ponta quando subia. Adoro ver como as picas se perdem entre meus peitos… e quanto mais molhadas elas voltam a aparecer, melhor. Cuspi nele e cuspi, cuspi um monte de vezes. Fiquei com a camisa e os peitos encharcados de cuspe, e o pau que de vez em quando aparecia, se molhava e sumia de novo, lubrificando todo o sulco que marcava, e cada vez o atrito ficava mais forte, mais louco, mais molhado, e a fricção das peles aumentava a temperatura, parecia que a gente ia pegar fogo.

Pedi pra gente virar, então deitada na cama, ofereci de novo o decote, e dessa vez ele meteu de cima pra baixo, deixando as bolas na mercê da minha língua.

A festa entre meus peitos começou de novo, e eu continuava cuspindo, e ele agora cuspia do outro lado. Cada vez que as bolas passavam na minha cara, eu lambia ou tentava chupar elas. Aos poucos, ele começou a enfiar a cabeça entre minhas pernas e a comer minha bucetinha.

Aquela língua tava super excitada e, com a xota inteira dentro da boca, ele lambia de um lado pro outro meus lábios e o clitóris, sem deixar nenhum lugar sem chupar. Também soltou umas gotas de cuspe, que foram escorrendo suavemente até tocar meu cu e seguir em frente. Falei pra ele usar os dedos, e ele obedeceu: parecia que tinha habilidade no teclado, porque a siririca que ele fez com esses dedos foi incrível.

Mais uma vez a gente virou, ele embaixo. Apoiei a raba na cara dele e, sem dizer nada, ele brincou com a língua até eu pedir. Me inclinei num 69 e, pegando no pau dele com as duas mãos, engoli até onde dava. Inclinada, a única coisa que o Alejandro conseguia chupar era o clitóris.

Uma e outra vez eu engasgava com o pau dele. Tossi e cuspi, mas voltava a tentar, deixando Fios de saliva pra todo lado. Comecei a sentir o gosto da porra, mas tava esperando mais sinais. Sem falar nada, nem gemer um pouquinho, ele começou a bombar, enquanto eu ainda tava com ele dentro. Comecei a receber o leite felizona, tentando fazer ele acertar minha cara toda e ao mesmo tempo minha língua inteira, lambendo de um lado pro outro como se tivesse dando uns tapas nela. Com os primeiros jatos, ele me cobriu as bochechas, os lábios e com a língua eu espalhei pra todo canto. Os últimos jatos eu recebi com mais calma, levando com a língua as últimas gotas pra dentro da minha boca... uma e outra... Agora a base do pau tava coberta de branco, e minha cara também. Virei de frente pro Alejandro pra ele ver o que eu tinha na boca, mostrando a língua, peguei com os dedos um fio de porra. Com a outra mão, puxei a camisa que ainda me cobria e deixei um mamilo de fora... depois levei os dedos até lá e pintei eles de leite.
O Alejandro ficou pra dormir... e no dia seguinte... mais sexo!

1 comentários - El dia que el tecnico fue atendido parte 1

me gusto !!
Gracias Gaby, todo lo que hago lo hago para vos, y para toda la comunidad con los aportes, si te gusto pasa por mis otros relatos a ver si te agradan, un beso