Bem-vindos ao meu 3º post, gatinhos! É que me perguntaram várias vezes sobre incesto, e até já pensei e sonhei com isso... Uma situação dessas é pervertidamente excitante! Tudo começa num dia em que descubro meu filho de 17 anos fuçando minhas roupas e vejo que ele está cheirando minha calcinha, enfiando no short e começando a bater uma com minhas calcinhas e sutiãs! No começo foi nojento, mas com o passar dos dias, comecei a gostar e achei lindo que meu filho se interessasse pelas minhas roupas.
Também já tinha percebido que ele me espiava pelo buraco da fechadura quando eu tomava banho, porque eu saía pelada do chuveiro pra me enrolar na toalha, o que com certeza deixava ele excitado! Mesmo assim, eu deixava passar, porque adolescente é tudo assim mesmo.
Um dia, vi ele batendo uma punheta com uma calcinha fio dental minha enquanto olhava uma revista barata de meninas que não eram nem gostosas nem boas, e aquilo me deu uma raiva danada — ou talvez ciúmes, já que eu tinha me acostumado a ser o centro das atenções dele.
Um dia, enquanto ele tava tomando banho, eu passei por ali e a sacanagem falou mais alto. Resolvi dar uma espiada pela fresta e fiquei chocada com o que vi: ele tava se masturbando com minha calcinha fio dental enrolada no pau dele e com aquela mesma revista vagabunda. Quando ele se virou, vi melhor o tamanho do bagulho, bem dotado, e senti uma coisa estranha, pensando pra qual pirralha ele ia enfiar aquilo.
Os dias foram passando, e ele me olhava disfarçadamente quando eu passava, e eu adorava aquilo. Tanto que, de propósito, eu passava de novo e me abaixava na frente dele, de frente, pra ele ver meu decote.
Essa situação já tava indo longe demais e eu sabia que era errado provocar ele, mas me enchia de tesão e excitação só de pensar naquela cena do banheiro, porque aquela calcinha fio dental eu coloquei do jeito que tava.
Um dia eu tava triste por causa de uma namorada que tinha brigado com ele e não sabia o que dizer, mas senti uma coisa estranha, tipo uma raiva daquela mina por fazer meu neném sofrer.
Os dias foram passando e no sofá a gente tava conversando, aí comecei a fazer cócegas nele pra ele se animar um pouco, e ele também fez o mesmo, a ponto de baixar um pouco a alça do meu decote e ficou besta com o que viu, e depois se afastou, com certeza pra se tocar.
Eu não conseguia segurar aquela sensação estranha e não parava de pensar em putaria.
Um dia, resolvi fazer algo pra provocar ele e coloquei um vestido curto, colado e decotado, e esperei ele voltar da escola. Quando ele chegou, se surpreendeu ao me ver arrumada, me deu um beijo e, nervoso, disse que tinha terminado com a namorada. Então, levei ele pro sofá pra consolar, enquanto ele olhava pras minhas pernas e pros meus peitos, eu fingia que não tava percebendo.
Eu abracei ele com um certo tesão e um dos meus peitos encostava no braço dele enquanto eu acariciava a virilha dele, o que fazia ele ficar mais nervoso até eu conseguir uma ereção. Sentia que estava fazendo errado, mas eu estava ansiosa e decidida. Falava no ouvido dele que tudo ia ficar bem e que ele merecia uma mulher, não uma menina, e beijava a bochecha dele. Depois, coloquei a mão dele na minha perna e perguntei sobre a revista pornô. Ele disse que gostava de ver aquelas coroas, e eu tive que falar que ficava com ciúmes daquelas garotas, que elas não tinham peitos grandes nem bunda boa, que ele era gostoso e devia estar com alguém diferente. Por fim, decidi beijar o pescoço dele bem devagar, enquanto minha mão acariciava o pau dele, que já estava bem duro.
Aí
Já não dava mais pra parar o que eu tinha planejado: seduzir meu próprio filho! Falei bem devagar que queria ensinar ele como ter uma mulher e puxei o vestido pra baixo pra ele ver bem meus peitos. Na hora ele começou a apalpar eles. Aí eu me deitei e falei pra ele provar meus bicos, então deixei ele experimentar e ensinei que ele devia chupar devagar e usar a língua enquanto segurava meu peito com as duas mãos, igual quando era bebê — e eu acariciava o pau dele! Depois ofereci a outra teta pra ele se servir do jeito que quisesse. Ele aprendia muito rápido, porque tava me deixando toda molhada e, sem parar de gemer, pedi pra ele continuar chupando meus peitos.
Comecei a tirar o vestido e ele tava super empolgado igual eu! Desabotoei a calça dele e tirei, deixando ele só de cueca, que tava encharcada. Aí falei que ia ensinar ele a dar mais prazer pras mulheres e baixei a cabeça dele até minha buceta pra ele provar meu clitóris, e mandei ele enfiar um ou dois dedos ao mesmo tempo. Isso me esquentou demais, a ponto de gemer e querer provar o pau dele. Ele tava me comendo com tanta vontade que me fez gozar.
Eu só queria meter aquela rola na boca, então falei que ia fazer ele gozar, já que ele tinha aprendido bem. Ajoelhei, puxei a cueca dele e, sem hesitar, meti o pau dele na boca. Finalmente pude provar ele, todo molhado de líquidos que escorriam pela minha garganta. Aproveitei pra ensinar como deviam chupar ele, e enfiei as bolas duras dele na boca enquanto masturbava ele com a mão. Isso deixava ele louco, até que ele falou que ia gozar. Rapidamente meti o pau duro dele na boca e recebi todo o sêmen que eu nunca tinha provado — eram jorros que encheram minha boca e desceram garganta abaixo até a última gota. Tinha gosto de pecado e glória, quente e grosso, só pra mim.
Depois eu falei pra ele que ia limpar e chupei ele até não deixar nenhum vestígio. Terminando, mandei ele tomar banho e falei que ia ser nosso segredo, porque eu só queria consolar ele e que ele aprendesse comigo! Ele disse que sim e que tinha aprendido umas paradas comigo.
Nos dias seguintes, a gente se tratava normal, mas dava pra sentir um tesão no ar, enquanto eu ainda saboreava aquele jato enorme de porra que ele tinha me dado.
Também já tinha percebido que ele me espiava pelo buraco da fechadura quando eu tomava banho, porque eu saía pelada do chuveiro pra me enrolar na toalha, o que com certeza deixava ele excitado! Mesmo assim, eu deixava passar, porque adolescente é tudo assim mesmo. Um dia, vi ele batendo uma punheta com uma calcinha fio dental minha enquanto olhava uma revista barata de meninas que não eram nem gostosas nem boas, e aquilo me deu uma raiva danada — ou talvez ciúmes, já que eu tinha me acostumado a ser o centro das atenções dele.

Um dia, enquanto ele tava tomando banho, eu passei por ali e a sacanagem falou mais alto. Resolvi dar uma espiada pela fresta e fiquei chocada com o que vi: ele tava se masturbando com minha calcinha fio dental enrolada no pau dele e com aquela mesma revista vagabunda. Quando ele se virou, vi melhor o tamanho do bagulho, bem dotado, e senti uma coisa estranha, pensando pra qual pirralha ele ia enfiar aquilo.Os dias foram passando, e ele me olhava disfarçadamente quando eu passava, e eu adorava aquilo. Tanto que, de propósito, eu passava de novo e me abaixava na frente dele, de frente, pra ele ver meu decote.

Essa situação já tava indo longe demais e eu sabia que era errado provocar ele, mas me enchia de tesão e excitação só de pensar naquela cena do banheiro, porque aquela calcinha fio dental eu coloquei do jeito que tava.Um dia eu tava triste por causa de uma namorada que tinha brigado com ele e não sabia o que dizer, mas senti uma coisa estranha, tipo uma raiva daquela mina por fazer meu neném sofrer.
Os dias foram passando e no sofá a gente tava conversando, aí comecei a fazer cócegas nele pra ele se animar um pouco, e ele também fez o mesmo, a ponto de baixar um pouco a alça do meu decote e ficou besta com o que viu, e depois se afastou, com certeza pra se tocar.
Eu não conseguia segurar aquela sensação estranha e não parava de pensar em putaria. Um dia, resolvi fazer algo pra provocar ele e coloquei um vestido curto, colado e decotado, e esperei ele voltar da escola. Quando ele chegou, se surpreendeu ao me ver arrumada, me deu um beijo e, nervoso, disse que tinha terminado com a namorada. Então, levei ele pro sofá pra consolar, enquanto ele olhava pras minhas pernas e pros meus peitos, eu fingia que não tava percebendo.

Eu abracei ele com um certo tesão e um dos meus peitos encostava no braço dele enquanto eu acariciava a virilha dele, o que fazia ele ficar mais nervoso até eu conseguir uma ereção. Sentia que estava fazendo errado, mas eu estava ansiosa e decidida. Falava no ouvido dele que tudo ia ficar bem e que ele merecia uma mulher, não uma menina, e beijava a bochecha dele. Depois, coloquei a mão dele na minha perna e perguntei sobre a revista pornô. Ele disse que gostava de ver aquelas coroas, e eu tive que falar que ficava com ciúmes daquelas garotas, que elas não tinham peitos grandes nem bunda boa, que ele era gostoso e devia estar com alguém diferente. Por fim, decidi beijar o pescoço dele bem devagar, enquanto minha mão acariciava o pau dele, que já estava bem duro.
Aí
Já não dava mais pra parar o que eu tinha planejado: seduzir meu próprio filho! Falei bem devagar que queria ensinar ele como ter uma mulher e puxei o vestido pra baixo pra ele ver bem meus peitos. Na hora ele começou a apalpar eles. Aí eu me deitei e falei pra ele provar meus bicos, então deixei ele experimentar e ensinei que ele devia chupar devagar e usar a língua enquanto segurava meu peito com as duas mãos, igual quando era bebê — e eu acariciava o pau dele! Depois ofereci a outra teta pra ele se servir do jeito que quisesse. Ele aprendia muito rápido, porque tava me deixando toda molhada e, sem parar de gemer, pedi pra ele continuar chupando meus peitos.
Comecei a tirar o vestido e ele tava super empolgado igual eu! Desabotoei a calça dele e tirei, deixando ele só de cueca, que tava encharcada. Aí falei que ia ensinar ele a dar mais prazer pras mulheres e baixei a cabeça dele até minha buceta pra ele provar meu clitóris, e mandei ele enfiar um ou dois dedos ao mesmo tempo. Isso me esquentou demais, a ponto de gemer e querer provar o pau dele. Ele tava me comendo com tanta vontade que me fez gozar.Eu só queria meter aquela rola na boca, então falei que ia fazer ele gozar, já que ele tinha aprendido bem. Ajoelhei, puxei a cueca dele e, sem hesitar, meti o pau dele na boca. Finalmente pude provar ele, todo molhado de líquidos que escorriam pela minha garganta. Aproveitei pra ensinar como deviam chupar ele, e enfiei as bolas duras dele na boca enquanto masturbava ele com a mão. Isso deixava ele louco, até que ele falou que ia gozar. Rapidamente meti o pau duro dele na boca e recebi todo o sêmen que eu nunca tinha provado — eram jorros que encheram minha boca e desceram garganta abaixo até a última gota. Tinha gosto de pecado e glória, quente e grosso, só pra mim.

Depois eu falei pra ele que ia limpar e chupei ele até não deixar nenhum vestígio. Terminando, mandei ele tomar banho e falei que ia ser nosso segredo, porque eu só queria consolar ele e que ele aprendesse comigo! Ele disse que sim e que tinha aprendido umas paradas comigo. Nos dias seguintes, a gente se tratava normal, mas dava pra sentir um tesão no ar, enquanto eu ainda saboreava aquele jato enorme de porra que ele tinha me dado.
9 comentários - Incesto premeditado
Tú hijo es afortunado por tener una mami así de rica y que esté dispuesta solo para el