Beleza, amigos, vou contar o que rolou comigo e minha cunhada num sábado em casa. Desculpa a escrita, não sou muito bom nisso, mas espero que vocês curtam.
Eu tenho 32 anos, minha esposa 30 e minha cunhada 22. Bom, tudo começou num sábado. Minha esposa trabalha até as 2 da tarde e eu, por sorte, não trabalho, então fico sozinho com a Alejandra, minha cunhada — uma mina meiga e inocente que mora com a gente há três meses por causa da faculdade dela.
Ela é baixinha, uns 1,60m, morena clara e muito magra, quase parece anoréxica, mas não é. Pelo jeito que se veste, não desperta nenhum desejo em você. Na real, com 22 anos, parece ter 16 ou 17. Então, com ela em casa, não me chamava atenção nem um pouco. A única coisa que me excitava era quando eu transava com minha esposa e sabia que ela tava ouvindo, porque ela dorme no quarto ao lado. E tenho certeza que sim, porque eu ouvia ela à noite — quando tossia ou, já dormindo, soltava um peidão sem controle. Fora isso, passava despercebida por mim.
Naquele sábado, a Caro — minha esposa — foi trabalhar às 8. Eu acordei às 9 pra ver a Cecilia Galeano e a Laura G; me excito vendo elas de pijama no programa de sábado às 2. A Ale saiu do quarto dela direto pro banho e, depois de uns minutos, apareceu com um shortinho e uma blusinha vermelha sem manga, com um decaço enorme que, mesmo sendo grande, não mostrava nada. Ela se ofereceu pra fazer o café da manhã e, na mesa, me perguntou:
— José, posso te fazer uma pergunta?
— Claro — falei.
— O que são hermafroditas?
Minha resposta rápida foi sobre plantas. Ela me encarou e disse:
— Não, isso não. Pessoas hermafroditas existem?
— Sei lá — respondi. — Já ouvi falar, mas não sei se existem de verdade. Pesquisa na internet.
Depois do café, ela pegou o notebook e sentamos na sala. Apareceram várias definições e, depois de ler algumas... ela mesma clicou nas imagens e, bom, vocês já imaginam, apareceram hermafroditas com pinto e buceta. Eu tava nervoso com o que via, mas ela tava mais, a respiração dela tava acelerada. Ela sozinha foi entrando em sites pornô diferentes, vendo paus de todos os tamanhos e cores, até que apareceu um realmente grande e, em voz baixa e com uma cara de espanto, disse: — Isso tudo entra!!
— O que você disse? Perguntei.
— Nada. Respondeu.
Então notei que ela tava muito agitada e a mão dela tremia. Nessa hora, eu tava colado nela com a desculpa de ver a tela, aí olhei o decote dela e vi o começo dos peitinhos dela e os biquinhos que mal apareciam pela blusa. Ver isso me esquentou e deixou meu pau bem duro, e comecei a olhar pra ela com tesão, já não era mais a menininha que não me dava calor.
Pra me distrair e baixar um pouco minha ereção, ofereci um copo de suco pra ela. Já na cozinha, continuava pensando naqueles peitinhos, então meu amigo continuava bem firme e, como eu tava de short sem nada por baixo, ele se empinava pra frente querendo sair do tecido. Aí segurei ele com o elástico do short e acho que não tava tão na cara.
Quando voltei pra perto dela, sentei ainda mais colado, e a mão dela tremia ainda mais quando pegou o copo de suco, e ela tava super agitada. Eu me sentia mais confortável disfarçando minha tesão preso no elástico do short. Ela tava vendo um vídeo onde o cara metia no cu da mina e me perguntou se aquilo era real, se não doía por ali.
— Não sei, acho que sim — respondi.
— É a primeira vez que vejo uma coisa assim, nunca tinha visto corpos nus.
Isso me esquentou mais ainda, saber que minha cunhada tava estreando comigo nessa parada de pornô. A gente tava nessa quando, de repente, meu pau escapou da prisão e pulou pra frente feito mola, fazendo uma barraca no tecido do short. Ela ficou olhando pra ele, e eu não soube o que fazer, ela continuou... Com os olhos fixos naquele volume de carne que queria sair.
Já com o tesão a mil, pensei: foda-se, vamos ver no que dá, e falei:
— Desculpa, é o que o vídeo provoca. Não te excita?
E com a voz trêmula, ela respondeu:
— Não sei, nunca tinha sentido isso.
Já aqueceu a novinha, pensei, e soltei:
— Quer tocar?
Ela virou pra mim com um olhar de medo e luxúria que eu nunca tinha visto nela, e isso me deixou ainda mais excitado. Sem dizer nada, devagar, ela aproximou a mão e começou a tocar. Primeiro só com um dedo, e eu perguntei se queria ver.
— Não, isso não é certo. Você é marido da minha irmã, e ela pode chegar. Se nos ver, com certeza me mata, e depois meus pais.
— Não se preocupa — falei, já mais quente que tudo, com a pica babando. Então eu tirei ela pra fora. Ela abriu uns olhos tão grandes que me fez sentir que eu tinha a maior pica do mundo. Com medo, começou a tocar, era meio desajeitada nos movimentos, e desceu a mão até minhas bolas, apertando forte, o que doeu, mas me excitou ainda mais. Aí eu abracei ela e tentei beijar, e no começo ela recusou, dizendo que não era certo.
Mas já era tarde, pensei, tomado pelo tesão. Então coloquei minha mão nos peitinhos dela. Eram tão pequenos que com uma mão eu quase pegava os dois. Acariciei por um momento, e ela não resistiu mais. Desci a mão e acariciei as pernas dela, eram muito macias, enquanto ela continuava brincando com minha pica sem tirar os olhos dela.
Levantei a blusa dela, e ficaram expostos uns peitinhos gostosos, com um mamilo escuro que pedia pra ser chupado. Comecei a lamber os mamilos dela e senti eles endurecerem na minha boca, era realmente excitante. Minha outra mão foi até a virilha dela, que já estava bem molhada, e isso me confirmou que ela estava realmente gostando tanto quanto eu.
Com um movimento, peguei a cabeça dela e coloquei na frente da minha pica, e falei: chupa igual no vídeo. Ela não disse nada e se preparou. meti na boca dela e comecei a chupar suave e devagar por um bom tempo enquanto eu tirava o short dela.
Consegui ver a pepita dela com os pelos aparados num triângulo escuro perfeito, abri os lábios dela e ficou à mostra o clitóris dela, de um rosa escuro avermelhado, e comecei a massagear ele enquanto chupava os peitos dela. Depois me deitei no sofá e subi ela em cima de mim pra fazer um 69. Ela chupava com desespero e eu também.
Nessa posição, o buraquinho preto dela ficava bem no meu nariz e eu sentia o cheiro de cu recém-lavado, e de vez em quando eu dava umas linguadas também, fazendo ela tremer. Tudo isso acontecia em silêncio, acho que por nervosismo nenhum dos dois falava nada, só a gente se dedicava a aproveitar as carícias.
Depois de ficar um bom tempo assim, lubrifiquei um dedo na buceta dela e, aos poucos, enfiei no cu dela. Tava bem apertadinho até enfiar por completo, acompanhado de um grito de dor e prazer.
Deitei ela de costas no sofá e acariciei a pepita dela com a ponta da pica, preparando ela pro que vinha, enquanto com uma mão eu continuava apertando os peitos dela. Ela ficava de olhos fechados, aproveitando, e quando eu já tava prestes a meter, ela me olhou nos olhos e disse:
— Nunca pensei que minha primeira vez seria assim...
Essas palavras me fizeram acordar do meu tesão e transe erótico em que eu tava. E eu parei.
— É verdade, você é a irmã da minha esposa, e essa parte de você acho melhor entregar pra alguém que você ame e que te ame.
Eu tava quente demais pra ficar assim, então pedi o cu dela e ela disse que tava bem, mas que eu não machucasse ela, e me fez prometer que se doesse muito eu pararia. Tá bom, eu falei.
Como não tinha lubrificante, fui na cozinha e só encontrei manteiga. Passei um pouco no cu dela e outro tanto na pica, coloquei a ponta na entrada e comecei a empurrar devagar até que com um pouco de dor foi entrando devagar.
Ela me dizia não, espera, dói, mas não tinha mais volta, já tinha a ponta pra dentro, então não parei de fazer pressão até que foi entrando e quando menos percebemos já estava toda dentro.
Parei um momento pra que o cu dela dilatasse bem e comecei o vai e vem, eu sentia delicioso como apertava aquele rabo e ela não parava de gemer. Quando já estava quase gozando, perguntei se ela queria provar meu leite. Não respondeu nada, então supus que sim. Tirei de dentro e me masturbei na frente do rosto dela até que um jato de porra quente espirrou sobre ela, parte entrando na boca dela e o resto no rosto.
— Tem um gosto estranho — ela disse. Mas ficou saboreando e limpando o resto que ficou na cabeça do meu pau com a língua até não deixar nada.
Terminamos abraçados e num beijo profundo pude provar também o gosto da minha própria porra. Depois tomamos banho juntos e pude aproveitar de novo o corpo gostoso e magrinho dela, e ela me deu mais um boquete.
Desde então, sempre que podemos, a gente se pega e ela me prometeu que depois que encontrar a pessoa certa pra entregar a virgindade dela, vai se entregar completamente pra mim.
Espero que esse filho da puta chegue logo pra eu poder aproveitar aquela bucetinha gostosa.
Essa é minha história do que rolou com minha cunhada, espero que tenham gostado e desculpem a ortografia. Um abraço pra todos e espero os comentários de vocês.
Eu tenho 32 anos, minha esposa 30 e minha cunhada 22. Bom, tudo começou num sábado. Minha esposa trabalha até as 2 da tarde e eu, por sorte, não trabalho, então fico sozinho com a Alejandra, minha cunhada — uma mina meiga e inocente que mora com a gente há três meses por causa da faculdade dela.
Ela é baixinha, uns 1,60m, morena clara e muito magra, quase parece anoréxica, mas não é. Pelo jeito que se veste, não desperta nenhum desejo em você. Na real, com 22 anos, parece ter 16 ou 17. Então, com ela em casa, não me chamava atenção nem um pouco. A única coisa que me excitava era quando eu transava com minha esposa e sabia que ela tava ouvindo, porque ela dorme no quarto ao lado. E tenho certeza que sim, porque eu ouvia ela à noite — quando tossia ou, já dormindo, soltava um peidão sem controle. Fora isso, passava despercebida por mim.
Naquele sábado, a Caro — minha esposa — foi trabalhar às 8. Eu acordei às 9 pra ver a Cecilia Galeano e a Laura G; me excito vendo elas de pijama no programa de sábado às 2. A Ale saiu do quarto dela direto pro banho e, depois de uns minutos, apareceu com um shortinho e uma blusinha vermelha sem manga, com um decaço enorme que, mesmo sendo grande, não mostrava nada. Ela se ofereceu pra fazer o café da manhã e, na mesa, me perguntou:
— José, posso te fazer uma pergunta?
— Claro — falei.
— O que são hermafroditas?
Minha resposta rápida foi sobre plantas. Ela me encarou e disse:
— Não, isso não. Pessoas hermafroditas existem?
— Sei lá — respondi. — Já ouvi falar, mas não sei se existem de verdade. Pesquisa na internet.
Depois do café, ela pegou o notebook e sentamos na sala. Apareceram várias definições e, depois de ler algumas... ela mesma clicou nas imagens e, bom, vocês já imaginam, apareceram hermafroditas com pinto e buceta. Eu tava nervoso com o que via, mas ela tava mais, a respiração dela tava acelerada. Ela sozinha foi entrando em sites pornô diferentes, vendo paus de todos os tamanhos e cores, até que apareceu um realmente grande e, em voz baixa e com uma cara de espanto, disse: — Isso tudo entra!!
— O que você disse? Perguntei.
— Nada. Respondeu.
Então notei que ela tava muito agitada e a mão dela tremia. Nessa hora, eu tava colado nela com a desculpa de ver a tela, aí olhei o decote dela e vi o começo dos peitinhos dela e os biquinhos que mal apareciam pela blusa. Ver isso me esquentou e deixou meu pau bem duro, e comecei a olhar pra ela com tesão, já não era mais a menininha que não me dava calor.
Pra me distrair e baixar um pouco minha ereção, ofereci um copo de suco pra ela. Já na cozinha, continuava pensando naqueles peitinhos, então meu amigo continuava bem firme e, como eu tava de short sem nada por baixo, ele se empinava pra frente querendo sair do tecido. Aí segurei ele com o elástico do short e acho que não tava tão na cara.
Quando voltei pra perto dela, sentei ainda mais colado, e a mão dela tremia ainda mais quando pegou o copo de suco, e ela tava super agitada. Eu me sentia mais confortável disfarçando minha tesão preso no elástico do short. Ela tava vendo um vídeo onde o cara metia no cu da mina e me perguntou se aquilo era real, se não doía por ali.
— Não sei, acho que sim — respondi.
— É a primeira vez que vejo uma coisa assim, nunca tinha visto corpos nus.
Isso me esquentou mais ainda, saber que minha cunhada tava estreando comigo nessa parada de pornô. A gente tava nessa quando, de repente, meu pau escapou da prisão e pulou pra frente feito mola, fazendo uma barraca no tecido do short. Ela ficou olhando pra ele, e eu não soube o que fazer, ela continuou... Com os olhos fixos naquele volume de carne que queria sair.
Já com o tesão a mil, pensei: foda-se, vamos ver no que dá, e falei:
— Desculpa, é o que o vídeo provoca. Não te excita?
E com a voz trêmula, ela respondeu:
— Não sei, nunca tinha sentido isso.
Já aqueceu a novinha, pensei, e soltei:
— Quer tocar?
Ela virou pra mim com um olhar de medo e luxúria que eu nunca tinha visto nela, e isso me deixou ainda mais excitado. Sem dizer nada, devagar, ela aproximou a mão e começou a tocar. Primeiro só com um dedo, e eu perguntei se queria ver.
— Não, isso não é certo. Você é marido da minha irmã, e ela pode chegar. Se nos ver, com certeza me mata, e depois meus pais.
— Não se preocupa — falei, já mais quente que tudo, com a pica babando. Então eu tirei ela pra fora. Ela abriu uns olhos tão grandes que me fez sentir que eu tinha a maior pica do mundo. Com medo, começou a tocar, era meio desajeitada nos movimentos, e desceu a mão até minhas bolas, apertando forte, o que doeu, mas me excitou ainda mais. Aí eu abracei ela e tentei beijar, e no começo ela recusou, dizendo que não era certo.
Mas já era tarde, pensei, tomado pelo tesão. Então coloquei minha mão nos peitinhos dela. Eram tão pequenos que com uma mão eu quase pegava os dois. Acariciei por um momento, e ela não resistiu mais. Desci a mão e acariciei as pernas dela, eram muito macias, enquanto ela continuava brincando com minha pica sem tirar os olhos dela.
Levantei a blusa dela, e ficaram expostos uns peitinhos gostosos, com um mamilo escuro que pedia pra ser chupado. Comecei a lamber os mamilos dela e senti eles endurecerem na minha boca, era realmente excitante. Minha outra mão foi até a virilha dela, que já estava bem molhada, e isso me confirmou que ela estava realmente gostando tanto quanto eu.
Com um movimento, peguei a cabeça dela e coloquei na frente da minha pica, e falei: chupa igual no vídeo. Ela não disse nada e se preparou. meti na boca dela e comecei a chupar suave e devagar por um bom tempo enquanto eu tirava o short dela.
Consegui ver a pepita dela com os pelos aparados num triângulo escuro perfeito, abri os lábios dela e ficou à mostra o clitóris dela, de um rosa escuro avermelhado, e comecei a massagear ele enquanto chupava os peitos dela. Depois me deitei no sofá e subi ela em cima de mim pra fazer um 69. Ela chupava com desespero e eu também.
Nessa posição, o buraquinho preto dela ficava bem no meu nariz e eu sentia o cheiro de cu recém-lavado, e de vez em quando eu dava umas linguadas também, fazendo ela tremer. Tudo isso acontecia em silêncio, acho que por nervosismo nenhum dos dois falava nada, só a gente se dedicava a aproveitar as carícias.
Depois de ficar um bom tempo assim, lubrifiquei um dedo na buceta dela e, aos poucos, enfiei no cu dela. Tava bem apertadinho até enfiar por completo, acompanhado de um grito de dor e prazer.
Deitei ela de costas no sofá e acariciei a pepita dela com a ponta da pica, preparando ela pro que vinha, enquanto com uma mão eu continuava apertando os peitos dela. Ela ficava de olhos fechados, aproveitando, e quando eu já tava prestes a meter, ela me olhou nos olhos e disse:
— Nunca pensei que minha primeira vez seria assim...
Essas palavras me fizeram acordar do meu tesão e transe erótico em que eu tava. E eu parei.
— É verdade, você é a irmã da minha esposa, e essa parte de você acho melhor entregar pra alguém que você ame e que te ame.
Eu tava quente demais pra ficar assim, então pedi o cu dela e ela disse que tava bem, mas que eu não machucasse ela, e me fez prometer que se doesse muito eu pararia. Tá bom, eu falei.
Como não tinha lubrificante, fui na cozinha e só encontrei manteiga. Passei um pouco no cu dela e outro tanto na pica, coloquei a ponta na entrada e comecei a empurrar devagar até que com um pouco de dor foi entrando devagar.
Ela me dizia não, espera, dói, mas não tinha mais volta, já tinha a ponta pra dentro, então não parei de fazer pressão até que foi entrando e quando menos percebemos já estava toda dentro.
Parei um momento pra que o cu dela dilatasse bem e comecei o vai e vem, eu sentia delicioso como apertava aquele rabo e ela não parava de gemer. Quando já estava quase gozando, perguntei se ela queria provar meu leite. Não respondeu nada, então supus que sim. Tirei de dentro e me masturbei na frente do rosto dela até que um jato de porra quente espirrou sobre ela, parte entrando na boca dela e o resto no rosto.
— Tem um gosto estranho — ela disse. Mas ficou saboreando e limpando o resto que ficou na cabeça do meu pau com a língua até não deixar nada.
Terminamos abraçados e num beijo profundo pude provar também o gosto da minha própria porra. Depois tomamos banho juntos e pude aproveitar de novo o corpo gostoso e magrinho dela, e ela me deu mais um boquete.
Desde então, sempre que podemos, a gente se pega e ela me prometeu que depois que encontrar a pessoa certa pra entregar a virgindade dela, vai se entregar completamente pra mim.
Espero que esse filho da puta chegue logo pra eu poder aproveitar aquela bucetinha gostosa.
Essa é minha história do que rolou com minha cunhada, espero que tenham gostado e desculpem a ortografia. Um abraço pra todos e espero os comentários de vocês.
16 comentários - mi cuñada sigue siendo virgen
Te dejo puntitos y besitos...
Eres un crack viejo jejejeje