Secuencia de lo que se venia

Se alguém leu meus outros posts, vou contar como as coisas seguiram. Não sou escritor, os fatos são reais com algumas mudanças só por precaução, que não afetam a essência das histórias, só nomes e lugares.

Tô fazendo isso como uma forma de aliviar a culpa.

Lá na adolescência, terminando o quinto ano, arrumei uma namorada não tanto por vontade, mas porque na época todo mundo tava namorando e eu não tinha com quem sair pra farra. Então, uma das minas que ainda tava solteira no grupo e que deu uns sinais foi a que me pegou naquele momento da minha vida.

O clássico: viagem de formatura pro Brasil, sexo sem limites onde desse, cada um com sua parceira, e volta pra cidade (perto de uma cidade grande e importante do Sul). Não vou dar detalhes porque esses meses não são o foco.

Já na volta da viagem de formatura pro Brasil, meio que me oficializaram na casa dela. Eu continuei, mesmo não sendo amor, era como se a situação me levasse pra esse relacionamento. Se alguém sabe do que tô falando, vai me entender. A mina gostava de transar e não enchia muito o saco, sempre fui do tipo independente e solitário. O problema começa aqui, com a apresentação pra família.

Me convidaram pro batizado de uma sobrinha da minha namorada, filha do irmão dela. O cara tinha 27 anos na época e a mulher dele ia fazer 30 no mês seguinte (fiquei sabendo durante a viagem). Cheguei na igreja e fui recebido por ela, com um doce "prazer, então esse é meu cunhado". Não conseguia parar de olhar nos olhos dela, aquele azul claro se destacava na pele branca e ficava ainda mais lindo com o cabelo preto, o rosto parecia de boneca. Na hora, minha reação mental foi soltar todos aqueles desejos e sentimentos reprimidos que eu tinha tido nos anos anteriores com as relações com minha prima e aqueles encontros com minha irmã. Já na minha cabeça, tava plantada a ideia de que podia rolar algo com essa mina e eu tava afim. ela se acendeu como há tempos não sentia.
Tudo aconteceu, da igreja até a casa dela, e muitos olhares trocados. Quando ela me olhava, eu tava lá, não fiquei besta com a beleza dela, até minha namorada percebeu e me disse, enquanto me servia um copo de cerveja: "Linda a mulher do meu irmão, né?"... Acho que fui bem descuidado.
Naquela tardezinha, transei com minha namorada como poucas vezes, verdade, queria meter forte, amarrei ela na cama, brinquei com gelo, usei violência sexual, tava irreconhecível e ela me fez saber.
Naquela tarde, quando terminamos, ela disse: "Você me comeu com tudo, que que tá rolando?"... O silêncio foi minha única resposta.
Os dias passaram e, se tinha alguma chance de cruzar com minha concunhada, eu forçava. Levava minha namorada na casa dela, ia buscá-la, ficava se pudesse, ajudava a servir a mesa nos encontros de família. Como ela dizia pra minha sogra: "Esse menino é um amor..."
Assim passou o mês e tava quase chegando o aniversário dela, quando surge o problema: o salão que ela tinha alugado tava em reforma e, como queria fazer uma puta festa pra fechar a década, o marido dela (meu cunhado) tava desesperado atrás de um salão.
Foi aí que me ofereci pra conseguir o salão que tínhamos numa casa que ficava num dos sítios da minha família, que há tempos não usava.
Quando contei pra ela, ela ficou super feliz. Avisquei que há tempos não usava, mas ela não ligou. Ficou combinado que eu e minha namorada passaríamos pra buscá-la pra ir ver o quincho e, se ela gostasse, preparar pra festa.
Passei pontualmente às 20h na casa da minha namorada e ela não tava, tinha atrasado no dentista, então só me restou ir na casa da minha concunhada.
Passei pra buscá-la, deixamos minha moto — não dá, no sul faz frio no inverno, ainda mais às 20h. Eu tinha passado um dia antes no quincho e tava cheio de terra, então uma das empregadas da casa foi limpar.
Quando chegamos, tava tudo brilhando e vi como ela se Os olhos dela brilharam, ela me disse:
— Mas não tava tudo cheio de terra?
— Sim, respondi... mas mandei fazer pra você.

Ela se virou, me pegou pela mão de um jeito estranho e disse:
— Faz tempo que ninguém tem detalhes comigo.
Só consegui responder:
— Você é gostosa, sabia?
— Você acha?
— Sim (respondi), você tem os olhos mais lindos que já vi na vida.
— O que acontece é que você é um garotinho, mas ainda vai ver olhos mais lindos.
— Eu gosto dos seus, não consigo parar de te olhar.
— Percebi, e seu cunhado (marido dela) também, ele não gosta muito do jeito que você me olha.
— Não sei o que acontece comigo quando você está por perto, não consigo parar de te olhar e imaginar coisas.
— Imagina coisas? Que tipo de coisas?

Bom, aí estávamos nós dois sozinhos num quincho no meio de uma chácara, num dia frio e escuro.
Pensei na resposta e na reação à minha resposta, e disse pra mim mesmo: no pior dos casos, volto andando.

— Quer mesmo saber o que eu imagino?
— Sim.

— Não sei como explicar, mas quando transo com a Carla, seu rosto vem na minha mente e sinto que explodo e gozo na hora, não sei!!!!! Eu tinha perdido a emoção de transar com ela até você aparecer e... (fiquei esperando a reação dela).

— Então, quando você come a minha cunhada, pensa em mim?
— Sim, e como penso... (já o jeito dela usar essas palavras tava me deixando a mil).
— Que delícia... se meu marido pensasse como você, eu poderia aproveitar mais o sexo, mas vocês homens são assim, se cansam de tudo.
— Não, no meu caso, eu transaria com você todo dia.
— Não, garoto, você não transaria comigo, você me comeria, porque é isso que os homens querem, só nos comer.

Fiquei gelado, percebi nas palavras dela uma espécie de desafio.
— Tá bom, não fica assim, não queria te incomodar, você perguntou e eu só respondi.
— Você me diz que quer me comer e não espera que eu fique brava? (e veio um tapa junto) Quem você pensa que eu sou, uma putinha igual a você? namorada

A verdade é que nessa altura eu só olhava como o rosto dela se transformava de tão doce e calmo pra uma raiva que aumentava a cada segundo.

— Viu, guy, não sabe o que fazer, né? — ela disse (me dando um empurrão).
E cadê aquele que queria me comer agora? Ou você é meio promíscuo? (continuava me provocando).
Vai, punheteiro, me fala onde tá o guy que queria me foder.

— Não sei de onde, mas minha mão se levantou e eu dei um tapa que virou o rosto dela...

— Ela me olhou e disse: se é isso que você quer, quero que me coma com força, com raiva, com vontade. Tirou a calça, a calcinha e sentou na borda da pia da cozinha do quincho, me puxando pelos cabelos e, sem pensar, eu já tava enfiado entre as pernas dela. Dava pra sentir o cheiro de sexo, ela tava melada, quase não conseguia respirar, sentia o oxigênio não entrar nos meus pulmões, não conseguia respirar, pressionado contra a buceta dela, só ouvia a voz dela me dizendo:

— Era isso que você queria me fazer, vai, chupa, filho da puta, vai, guy, chupa. Vocês são tudo uns filhos da puta, os homens são todos iguais — ela dizia... — Vai, queria me foder, então toma, chupa bem minha buceta, filho da puta.

Enquanto chupava, não acreditava no que tava ouvindo, mas meu tesão tava no talo, eu enfiado entre as pernas da minha concunhada, lambendo e lambendo.

Depois de chupar e chupar, senti ela quase arrancar meus cabelos e, na sequência, um gemido e um grito dela que com certeza dava pra ouvir a metros (sorte que a gente tava sozinho na chácara).

Me afastei tentando encontrar ar, meus olhos estavam brilhando de falta de ar e meu pau duro como ferro.

— Meu Deus, como você chupou bem... quanto tempo... não fodia assim desde que o filho da puta do meu marido me traiu — ela disse (eu só olhava pra ela). Continuou falando: — Acredita que o filho da puta me traiu quando eu tava grávida, há dois anos...

Na sequência:
— Vem, não vamos perder tempo, vamos ver como tá esse pau. Excitação de que o líquido pré-seminal já tava fazendo estrago)
Ela se deitou sobre a bancada, deixando aquela bundinha minúscula à mostra, e falou: "vai, me come sem parar que eu me cuido..."
Só consegui baixar a calça até os joelhos e meter nela. As enfiadas foram violentas, uma atrás da outra. Peguei nos peitos dela e senti o esperma explodir dentro da buceta dela. Pra ser sincero, não aguentei nem 10 enfiadas, mas meu pau continuava durasso (ter 18 anos, que fase!!).
Ela ficou ofegante na bancada enquanto meu leite escorria pela virilha dela, dava pra ver deslizando pela perna.
Passaram uns segundos, fiquei esperando ela dar chance de continuar comendo ela, mas ela passou a mão na entreperna, tirou meu esperma e disse:
— Que bagunça, tava cheio, hein.
— É, você me excita demais.
— Mas agora não dá mais, ficou tarde. Isso não vai parar por aqui, mas não enche o saco, vou te avisar quando a gente puder foder...
Ela olhou pro quincho como se nada tivesse acontecido, subimos no carro dela e ela me deixou em casa pra eu trocar de roupa e depois ir buscar a moto na casa dela.
Claro que naquela noite não apareci em lugar nenhum, só fiquei em casa. Tenho que admitir que naquela noite me masturbei pensando nela.
Minha concunhada tinha me comido...

6 comentários - Secuencia de lo que se venia

me gustan tus historias, espero seguir viendo mas! 😉 saludos