— Mas? O quê? O quê? . . . . Foram as primeiras palavras dela...
Paula, a mãe do Joaquin, não entendia o que o marido dela, Raul, estava fazendo comigo atrás dele...
De roupa, só tinha uma camisetinha de algodão, meus peitinhos de porquinha estavam pra fora, e claro, pela pressa com que o Raul me tirou do banho, na parte de baixo eu não tinha nada...
Só meu pintinho no ar, sim, na frente da Paula, a esposa dele.
A luz era fraca, iluminada pela lua, então a Paula acendeu a luz e finalmente me viu...
— O que você tá fazendo assim? Não tem vergonha? Uma casa de família, sabia que você sempre teve cara de promíscuo bem afeminado... — disse a Paula, no rosto dela notei um pouco de raiva. O Raul, enquanto isso, ria que nem um porco, tirando sarro da situação...
— Pauli, não se preocupa, sempre lembra que, apesar de tudo, eles ainda são crianças, além disso, com as virtudes que essa porquinha tem, a gente podia achar um novo renascimento sexual, olha a bundinha que ela tem...
Enquanto terminava de falar essas palavras exatas, o Raul me faz virar bruscamente e abaixar meu tronco, deixando a bundinha bem na cara da Paula. Com as mãos dele, abriu minha caverninha anal e fez eu tocar toda a cavidade na Paula...
A Paula, com um tom de surpresa, disse que minha bundinha ainda tava quase intacta, enfiou um dedo na boca e depois começou a meter aquele dedo uma vez e outra. O Raul, enquanto isso, abria e fechava minhas bochechas da bundinha...
O dedo doce da Paula me fez lembrar daquela experiência que vivi na manhã anterior, quando senti minha bundinha totalmente indefesa e ultrajada...
— Vem cá, me olha, gordinha, quero ver teus olhinhos — disse a Paula...
O Raul me soltou, eu virei e fiquei de frente pra ela...
— Mica, você se chamava, né? Pra nós dois, você não vai ter nome próprio, vai ser nossa putinha servente, e acho que no futuro, a putinha servente da família toda — disse ela...
— Por favor, não! (saiu com a voz de bebê mais doce que já tentei até agora, angelical...) embora
no fundo eu desejasse que o que a Paula dizia fosse verdade e ser uma mucamita bem porquinha daquela
família)...
Gordinha, chupa um pouco as bolas do meu marido, enquanto eu procuro algo bonito pra você e de quebra pra mim, quero
que essa primeira noite seja esplêndida, cadê a peruca que você deixou?, perguntou Paula enquanto se dirigia
pro guarda-roupa...
Ficou no banheiro, Pauli... respondi...
Paula voltou até mim, e beliscando meus peitinhos me ordenou que não a tratasse por tu e que pra me dirigir a ela
a chamasse de Senhora, ou senão Senhora Paula... Realmente estava me submetendo a ser sua empregada...
Comecei devagar a enfiar a porra dura do Raul na boca, massageava os ovos dele, ele deitado totalmente
e eu de quatro como uma porquinha, como se esperasse a investida de algo ou alguém no meu tiny ass...
Desejava tampar aquele buraquinho na hora...
Vem, porquinha, deixa ele um pouco, meu marido, e me acompanha...
Juntas fomos pro banheiro, ela colocou a peruca em mim, pintou meus lábios de vermelho, me deu um sutiã de renda
azul combinando com uma calcinha fio dental e cinta-liga da mesma cor, enquanto eu vestia a calcinha, ela me ordenou
que a deixasse, se abaixou, pegou com as mãos doces e começou a subir, primeiro a parte do tiny ass, subiu
bem até em cima, sentia o fio bem pra dentro, depois devagar começou a cobrir meu pintinho, me perguntou se
ficava duro "essa merdinha", eu respondi que sim, mais que isso, que naquele momento tava durinho...
Ah, mas que pequenininha! é uma porrinha de porquinho bebê... Já com o pistolin coberto pela calcinha,
Paula abriu a boca grande e o colocou dentro, começou a curtir meu pintilin de bebê todo enroladinho na
calcinha de renda, vi que ela começou a se masturbar e mais e mais, a via excitada, mas ainda mais, quando
com meu pintinho na boca ela enfiou, puxando a calcinha, um dedo na Booty, depois dois...
O mesmo que ela fazia na própria vagina, estaria fazendo no meu tiny ass...
Ela parou, se levantou Fiquei de pé e apertei minha boca com força, depois meus peitinhos, e ela disse: "Você quer ficar com tudo, né? Sua puta de quinta, vai ver o que é levar o ritmo de uma família, os afazeres e tudo mais. Você vai querer que isso tudo seja um sonho, mas não vai ser, vai ser seu pior pesadelo..."
Ela começou a se vestir, aquela mulher tinha um gosto excelente mesmo. Vestiu um macacão inteiro de renda, deixando ela toda durinha. Ela já tinha um corpaço por causa de toda a atividade física que fazia, mas a renda a deixou ainda mais estilosa...
"Vamos pro quarto, gordinha", ela disse.
"Sim, senhora", respondi.
Já no quarto, o Raul tinha colocado um filme pornô na televisão e pela cama toda estavam espalhados brinquedos sexuais, desde dilatadores anais até rolas bem grandes.
A Paula me segurou forte pelo braço e me empurrou na cama. Eu caí com força, exagerando na queda, para poder me reerguer na cama como uma verdadeira puta, abrindo minha bucetinha de par em par. Eu realmente estava nas nuvens, meus futuros sogros, se Deus quisesse, estavam prestes a me comer.
"Chupa a rola do Raul e deixa ela bem durinha, ouviu?"
Sem dizer uma palavra, fui de quatro suavemente até o pênis já meio ereto do Raul, enfiei ele inteiro na boca. Que gostoso que era aquela rola, e que maciez!!!
Enquanto isso, a Paula abriu minhas pernas, se colocou debaixo delas de frente pro meu pintinho, puxou a calcinha fio dental e começou a massagear e chupar ele docemente... Dava pra ouvir o barulho de um vibrador. Isso mesmo, a Paula com a mão livre estava se masturbando com ele.
Depois de um tempo de tanto êxtase, era como se meu pintinho soltasse um líquido que a Paula adorava, e de vez em quando ela dizia: "Mais porquinha, me dá mais leite de porca, quero mais leite dessa teta de porquinha puta..."
A Paula saiu debaixo das minhas pernas e ficou atrás de mim. Pegou um dilatador anal e começou a introduzir devagar em mim enquanto me batia uma punheta. Eu, enquanto isso, tinha a rola totalmente dura do Raul na boca. boca,
às vezes o bruto do Raul empurrava tanto minha nuca pra baixo que eu engasgava, engasgava de amor,
maravilhoso, que pedaço de pau que meu sogro tinha!!!
Com certeza, a Paula tinha passado um gel no iniciador, porque entrava tudo e saía tudo, era uma sensação
maravilhosa, as vibrações internas junto com a punheta que ela tava me dando...
Com minha bunda minúscula toda dilatada e meu pintinho ereto como nunca, a Paula mandou eu enfiar na buceta dela...
O Raul se moveu pro lado, a Paula ficou deitada de costas com as pernas escancaradas...
Devagarzinho fui me aproximando com meu pauzinho da buceta da Paula, ela tava toda molhada, dilatada demais,
antes de enfiar minha azeitoninha, achei que não ia fazer nada naquela buceta com tantos anos de
rola e do pauzão do marido dela, mas não foi assim...
Quando enfiei minha azeitoninha, a Paula fez uma manobra interna, como se fechasse umas portinhas e deixasse
meu pintinho todo apertadinho e numa delícia gostosa, devagar comecei a fazer movimentos de vai e vem,
a Paula tentava gemer de prazer enquanto o marido enfiava o pauzão na boca dela, ela tava gostando do pintinho da norinha...
Com as mãos, a Paula tirou a piroca do Raul da boca e disse, olhando nos olhos dele:
— Come esse porco, come ele todinho enquanto ele me fode...
Enquanto o Raul se aproximava do meu cuzinho, eu só levantei a bunda minúscula de leve, enquanto enfiava
a azeitoninha na minha sogra, o Raul se encheu de gel no pauzão que ele tem, e abrindo minhas nádegas, enfiou
de uma vez bem bruto...
Aaaaaaai! Que delícia, mas que delícia de sensação, meu pintinho tava numa casinha toda molhada, acolhedora
e linda, e no meu cuzinho minúsculo tinha um tronco imenso que não parava de bombar...
Ficamos assim um bom tempo, o Raul rasgou a calcinha fio dental que tava de lado e batia na minha bunda, a Paula
enquanto enfiava o pauzinho me beliscava os peitinhos, era tudo maravilhoso. até que finalmente senti, numa bombada muito poderosa, o Raul encheu minha cavidade anal de porra,
isso causou uma ebulição hormonal em mim, então acho que derramei umas gotinhas também dentro
da buceta da Paula...
Ficamos estáticos, até que minha bucetinha e a pica enorme do Raul começaram a encolher...
Limpar! Ordenou a Paula...
Raul e Paula estavam deitados um do lado do outro com um espaço no meio dos dois, ali eu me coloquei,
comecei a chupar a buceta e a pica respectivamente, engolindo todos os restos de porra que tivesse...
Eles aos poucos começavam a pegar no sono...
Com todo o respeito do mundo, pedi pra Senhora Paula, antes de dormir, se virar
pro lado dos pés da cama, assim eu podia chupar a buceta dela até a gente dormir e
pro Raul que, mesmo que mole, colocasse a pica enorme dele entre minhas nádegas e assim sentir o calor dele durante a noite...
Paula com o resto das forças dela, se virou pro lado dos pés, e não só isso, meteu minha bucetinha
na boca dela, num banho de baba, era realmente acolhedor, Raul, também, com o resto das forças dele
abriu minhas nádegas e enfiou a pica dele totalmente dura no meu cuzinho, aos poucos começava a endurecer,
não chegou a ser a monstruosidade de antes, mas tinha um tronco gostoso na minha caverninha anal...
Eu, por minha vez, enfiei toda a buceta gostosa da minha futura sogra na boca, e peguei no sono
sonhando com um futuro que talvez tinha chegado e é... Meus desejos de ser a mulher dele....
C O N T I N U A . . .Meus desejos de ser a mulher dele
http://www.poringa.net/posts/relatos/2155258/Mis-deseos-de-ser-su-mujer.html
Meus desejos de ser sua mulher II
http://www.poringa.net/posts/relatos/2156319/Mis-deseos-de-ser-su-mujer-II.html
Meus desejos de ser sua mulher III
http://www.poringa.net/posts/relatos/2196730/Mis-deseos-de-ser-su-mujer-III.html
Meus desejos de ser sua mulher IV
http://www.poringa.net/posts/relatos/2197087/Mis-deseos-de-ser-su-mujer-IV.html
Meus desejos de ser a mulher dele
http://www.poringa.net/posts/relatos/2199982/Mis-deseos-de-ser-su-mujer-V.html
Meus desejos de ser a mulher dele VI
http://www.poringa.net/posts/relatos/2203325/Mis-deseos-de-ser-su-mujer-VI.html
Meus desejos de ser sua mulher VII
http://www.poringa.net/posts/relatos/2239302/Mis-deseos-de-ser-su-mujer-VII.html
Paula, a mãe do Joaquin, não entendia o que o marido dela, Raul, estava fazendo comigo atrás dele...
De roupa, só tinha uma camisetinha de algodão, meus peitinhos de porquinha estavam pra fora, e claro, pela pressa com que o Raul me tirou do banho, na parte de baixo eu não tinha nada...
Só meu pintinho no ar, sim, na frente da Paula, a esposa dele.
A luz era fraca, iluminada pela lua, então a Paula acendeu a luz e finalmente me viu...
— O que você tá fazendo assim? Não tem vergonha? Uma casa de família, sabia que você sempre teve cara de promíscuo bem afeminado... — disse a Paula, no rosto dela notei um pouco de raiva. O Raul, enquanto isso, ria que nem um porco, tirando sarro da situação...
— Pauli, não se preocupa, sempre lembra que, apesar de tudo, eles ainda são crianças, além disso, com as virtudes que essa porquinha tem, a gente podia achar um novo renascimento sexual, olha a bundinha que ela tem...
Enquanto terminava de falar essas palavras exatas, o Raul me faz virar bruscamente e abaixar meu tronco, deixando a bundinha bem na cara da Paula. Com as mãos dele, abriu minha caverninha anal e fez eu tocar toda a cavidade na Paula...
A Paula, com um tom de surpresa, disse que minha bundinha ainda tava quase intacta, enfiou um dedo na boca e depois começou a meter aquele dedo uma vez e outra. O Raul, enquanto isso, abria e fechava minhas bochechas da bundinha...
O dedo doce da Paula me fez lembrar daquela experiência que vivi na manhã anterior, quando senti minha bundinha totalmente indefesa e ultrajada...
— Vem cá, me olha, gordinha, quero ver teus olhinhos — disse a Paula...
O Raul me soltou, eu virei e fiquei de frente pra ela...
— Mica, você se chamava, né? Pra nós dois, você não vai ter nome próprio, vai ser nossa putinha servente, e acho que no futuro, a putinha servente da família toda — disse ela...
— Por favor, não! (saiu com a voz de bebê mais doce que já tentei até agora, angelical...) embora
no fundo eu desejasse que o que a Paula dizia fosse verdade e ser uma mucamita bem porquinha daquela
família)...
Gordinha, chupa um pouco as bolas do meu marido, enquanto eu procuro algo bonito pra você e de quebra pra mim, quero
que essa primeira noite seja esplêndida, cadê a peruca que você deixou?, perguntou Paula enquanto se dirigia
pro guarda-roupa...
Ficou no banheiro, Pauli... respondi...
Paula voltou até mim, e beliscando meus peitinhos me ordenou que não a tratasse por tu e que pra me dirigir a ela
a chamasse de Senhora, ou senão Senhora Paula... Realmente estava me submetendo a ser sua empregada...
Comecei devagar a enfiar a porra dura do Raul na boca, massageava os ovos dele, ele deitado totalmente
e eu de quatro como uma porquinha, como se esperasse a investida de algo ou alguém no meu tiny ass...
Desejava tampar aquele buraquinho na hora...
Vem, porquinha, deixa ele um pouco, meu marido, e me acompanha...
Juntas fomos pro banheiro, ela colocou a peruca em mim, pintou meus lábios de vermelho, me deu um sutiã de renda
azul combinando com uma calcinha fio dental e cinta-liga da mesma cor, enquanto eu vestia a calcinha, ela me ordenou
que a deixasse, se abaixou, pegou com as mãos doces e começou a subir, primeiro a parte do tiny ass, subiu
bem até em cima, sentia o fio bem pra dentro, depois devagar começou a cobrir meu pintinho, me perguntou se
ficava duro "essa merdinha", eu respondi que sim, mais que isso, que naquele momento tava durinho...
Ah, mas que pequenininha! é uma porrinha de porquinho bebê... Já com o pistolin coberto pela calcinha,
Paula abriu a boca grande e o colocou dentro, começou a curtir meu pintilin de bebê todo enroladinho na
calcinha de renda, vi que ela começou a se masturbar e mais e mais, a via excitada, mas ainda mais, quando
com meu pintinho na boca ela enfiou, puxando a calcinha, um dedo na Booty, depois dois...
O mesmo que ela fazia na própria vagina, estaria fazendo no meu tiny ass...
Ela parou, se levantou Fiquei de pé e apertei minha boca com força, depois meus peitinhos, e ela disse: "Você quer ficar com tudo, né? Sua puta de quinta, vai ver o que é levar o ritmo de uma família, os afazeres e tudo mais. Você vai querer que isso tudo seja um sonho, mas não vai ser, vai ser seu pior pesadelo..."
Ela começou a se vestir, aquela mulher tinha um gosto excelente mesmo. Vestiu um macacão inteiro de renda, deixando ela toda durinha. Ela já tinha um corpaço por causa de toda a atividade física que fazia, mas a renda a deixou ainda mais estilosa...
"Vamos pro quarto, gordinha", ela disse.
"Sim, senhora", respondi.
Já no quarto, o Raul tinha colocado um filme pornô na televisão e pela cama toda estavam espalhados brinquedos sexuais, desde dilatadores anais até rolas bem grandes.
A Paula me segurou forte pelo braço e me empurrou na cama. Eu caí com força, exagerando na queda, para poder me reerguer na cama como uma verdadeira puta, abrindo minha bucetinha de par em par. Eu realmente estava nas nuvens, meus futuros sogros, se Deus quisesse, estavam prestes a me comer.
"Chupa a rola do Raul e deixa ela bem durinha, ouviu?"
Sem dizer uma palavra, fui de quatro suavemente até o pênis já meio ereto do Raul, enfiei ele inteiro na boca. Que gostoso que era aquela rola, e que maciez!!!
Enquanto isso, a Paula abriu minhas pernas, se colocou debaixo delas de frente pro meu pintinho, puxou a calcinha fio dental e começou a massagear e chupar ele docemente... Dava pra ouvir o barulho de um vibrador. Isso mesmo, a Paula com a mão livre estava se masturbando com ele.
Depois de um tempo de tanto êxtase, era como se meu pintinho soltasse um líquido que a Paula adorava, e de vez em quando ela dizia: "Mais porquinha, me dá mais leite de porca, quero mais leite dessa teta de porquinha puta..."
A Paula saiu debaixo das minhas pernas e ficou atrás de mim. Pegou um dilatador anal e começou a introduzir devagar em mim enquanto me batia uma punheta. Eu, enquanto isso, tinha a rola totalmente dura do Raul na boca. boca,
às vezes o bruto do Raul empurrava tanto minha nuca pra baixo que eu engasgava, engasgava de amor,
maravilhoso, que pedaço de pau que meu sogro tinha!!!
Com certeza, a Paula tinha passado um gel no iniciador, porque entrava tudo e saía tudo, era uma sensação
maravilhosa, as vibrações internas junto com a punheta que ela tava me dando...
Com minha bunda minúscula toda dilatada e meu pintinho ereto como nunca, a Paula mandou eu enfiar na buceta dela...
O Raul se moveu pro lado, a Paula ficou deitada de costas com as pernas escancaradas...
Devagarzinho fui me aproximando com meu pauzinho da buceta da Paula, ela tava toda molhada, dilatada demais,
antes de enfiar minha azeitoninha, achei que não ia fazer nada naquela buceta com tantos anos de
rola e do pauzão do marido dela, mas não foi assim...
Quando enfiei minha azeitoninha, a Paula fez uma manobra interna, como se fechasse umas portinhas e deixasse
meu pintinho todo apertadinho e numa delícia gostosa, devagar comecei a fazer movimentos de vai e vem,
a Paula tentava gemer de prazer enquanto o marido enfiava o pauzão na boca dela, ela tava gostando do pintinho da norinha...
Com as mãos, a Paula tirou a piroca do Raul da boca e disse, olhando nos olhos dele:
— Come esse porco, come ele todinho enquanto ele me fode...
Enquanto o Raul se aproximava do meu cuzinho, eu só levantei a bunda minúscula de leve, enquanto enfiava
a azeitoninha na minha sogra, o Raul se encheu de gel no pauzão que ele tem, e abrindo minhas nádegas, enfiou
de uma vez bem bruto...
Aaaaaaai! Que delícia, mas que delícia de sensação, meu pintinho tava numa casinha toda molhada, acolhedora
e linda, e no meu cuzinho minúsculo tinha um tronco imenso que não parava de bombar...
Ficamos assim um bom tempo, o Raul rasgou a calcinha fio dental que tava de lado e batia na minha bunda, a Paula
enquanto enfiava o pauzinho me beliscava os peitinhos, era tudo maravilhoso. até que finalmente senti, numa bombada muito poderosa, o Raul encheu minha cavidade anal de porra,
isso causou uma ebulição hormonal em mim, então acho que derramei umas gotinhas também dentro
da buceta da Paula...
Ficamos estáticos, até que minha bucetinha e a pica enorme do Raul começaram a encolher...
Limpar! Ordenou a Paula...
Raul e Paula estavam deitados um do lado do outro com um espaço no meio dos dois, ali eu me coloquei,
comecei a chupar a buceta e a pica respectivamente, engolindo todos os restos de porra que tivesse...
Eles aos poucos começavam a pegar no sono...
Com todo o respeito do mundo, pedi pra Senhora Paula, antes de dormir, se virar
pro lado dos pés da cama, assim eu podia chupar a buceta dela até a gente dormir e
pro Raul que, mesmo que mole, colocasse a pica enorme dele entre minhas nádegas e assim sentir o calor dele durante a noite...
Paula com o resto das forças dela, se virou pro lado dos pés, e não só isso, meteu minha bucetinha
na boca dela, num banho de baba, era realmente acolhedor, Raul, também, com o resto das forças dele
abriu minhas nádegas e enfiou a pica dele totalmente dura no meu cuzinho, aos poucos começava a endurecer,
não chegou a ser a monstruosidade de antes, mas tinha um tronco gostoso na minha caverninha anal...
Eu, por minha vez, enfiei toda a buceta gostosa da minha futura sogra na boca, e peguei no sono
sonhando com um futuro que talvez tinha chegado e é... Meus desejos de ser a mulher dele....
C O N T I N U A . . .Meus desejos de ser a mulher dele
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Meus desejos de ser sua mulher II
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Meus desejos de ser sua mulher III
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Meus desejos de ser sua mulher IV
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Meus desejos de ser a mulher dele
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Meus desejos de ser a mulher dele VI
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