Florista
Oi, sou a Laura e isso aconteceu uns meses atrás. Vou te contar, sou professora, tenho 31 anos e moro numa casa bonita, quase no centro da cidade. É bem aconchegante e, pra ser uma mulher que mora sozinha, nunca tive problema com vizinho, além de algum que tentava me chamar pra sair, porque acho que sou uma mulher bem chamativa aos olhos dos homens. Minha altura é mais baixinha, 1,60, mas com saltos altos, que uso sempre, fico na altura perfeita. Já meus anos de academia, 5 anos no total, deixaram meu corpo, que sempre foi bem desenvolvido, mais definido e bem proporcionado: uns peitos normais ou grandes, uma cintura bem fininha que amo, e minha parte de trás, que sempre foi o que tenho de melhor — minha bunda bem empinada, redonda e durinha, que é uma das razões do que ouço na rua e dos olhares. Amo, é meu orgulho. No total, minhas medidas são 90-56-97. Sempre soube que chamava muita atenção dos homens, mas nem sempre isso me favoreceu. Minha vida estava ótima, conheço muita gente e tal.
Não tinha nada que atrapalhasse minha vida, o único problema e algo que me irritava muito era que, pra ir trabalhar, sempre passo por umas lojas, e tinha uma que eu odiava mais: uma floricultura onde sempre ficava um grupo de senhores de uns 45 a 55 anos, bebendo álcool. O dono da floricultura era um gordo pesado, bem barrigudo, meio careca e babão pra caralho, e quando eu passava, eles ficavam me encarando como se quisessem me despir.
Mas não tinha muito do que reclamar. Eu ignorava eles. Só que um dia, quando saí pra visitar meus pais como de costume, e eu realmente gosto de me vestir bem, coloquei uma calça rosinha super justa e um top branco. Ao sair de casa, lá estavam eles de novo, a turma dos velhos bêbados rindo, como sempre. bebendo, quando passei por ali, o gordo nojento parou e me encarou, eu me assustei mas não continuei andando rápido, quando passei ele disse - Mamacita, que bunda gostosa, queria passar a mão!! Eu fingi que não ouvi nada e continuei andando mais rápido, só ouvi os velhos rindo porque aquele cara tinha falado aquilo. No caminho de volta pra casa, fiquei com medo de encontrar eles de novo, mas meu alívio foi que o bar tava fechado, imaginei que tinham se embebedado e ido dormir.
Depois de uns dias, me acalmei porque não via eles com tanta frequência. Um dia como qualquer outro, fui no bar que fica do lado da floricultura, que é de um amigo do meu pai, seu Javier, um velhinho muito gente boa que conheço desde sempre. A gente conversou um tempão, ele me contou que tava mal financeiramente, que não sabia por quanto tempo mais ia conseguir manter o bar e coisas do tipo. Eu me senti muito mal. De repente, ouvi um grito de dor fortíssimo e uma batida, parecia que vinha do lado, da floricultura. Eu fiz uma cara, mas não perguntei nada até que outra batida mais forte aconteceu. Aí seu Javier falou baixinho que provavelmente era o florista batendo na mulher dele, que era um louco agressivo e vivia espancando ela.
Eu fiquei com muito ódio, senti ainda mais nojo do maldito gordo nojento, mas não podia fazer nada. Depois, a conversa durou mais um pouco e eu fui embora. Fiquei meio mal, pensando naquela pobre mulher e naquele sujeito nojento e desgraçado. Passou uma semana e chegou segunda-feira. Pensei em ir ver seu Javier na serralheria, sabia que os bêbados não estavam, então fui procurar ele. Entrei no bar e não tinha ninguém, achei estranho. Falei "olá", mas ninguém respondeu. Pensei que talvez ele tivesse saído pra comprar alguma coisa, então resolvi esperar um pouco.
De repente, ouvi barulhos nos fundos do bar. Me espreitei por uma janelinha que tinha lá atrás, dava pra ver o quintal de uma casa. De repente, vi o gordo nojento de calças arriadas e uma senhora... Meio gordinha, uns 45 anos, devia ser a esposa dele, ajoelhada e pelada fazendo um boquete. Ela enfiava e tirava um pau enorme, devia ter uns 25 cm e grosso pra caralho. Fiquei chocada de como aquele troço cabia na boca dela, dava pra ver uma cabeça enorme, vermelha e brilhando de tanto cuspe da mulher. O filho da puta só fechava os olhos com cara de puro prazer enquanto aquela senhora devorava o pau dele feito uma louca. O velho só gritava: — Isso, puta, engole tudo, senão não come nada! AHHh, chupa assim, puta! Ahhh!! Ouvi aquilo e achei humilhante demais, era a esposa dele e ele humilhava ela se achando o poderoso. Não sei como consegui ficar olhando tudo aquilo, mas alguma coisa não me deixava sair, fiquei de boca aberta, pasma. Devem ter se passado uns 10 minutos ali, vendo aquela senhora se humilhar na frente daquele maldito que era o marido dela. De repente, ele falou: — Abre bem essa boquinha! Aí, tirou o pau enorme da boca dela e começou a bater uma. A mulher ficou parada, só de boca aberta esperando a porra. Não demorou muito e começaram a sair os jatos de esperma do pau do gordo, ele esporrou na boca dela e na cara toda. Depois de descarregar tudo, o velho pegou o pau e começou a esfregar na cara da mulher, batendo nas bochechas e nos lábios dela com a rola. A senhora só ficou imóvel. Tudo que eu tava vendo naquele momento me pareceu nojento e obsceno. Eu tava olhando quando, de repente, o cara olhou pra janelinha e eu, num impulso, reagi rápido pra sair dali. Não sei se ele me reconheceu, mas fiquei com muito medo e fui pra casa apavorada. Achei nojento demais o que acabei de presenciar naqueles instantes, e na minha mente só lembrava daquela imagem da senhora totalmente submissa chupando aquele instrumento enorme. Também fiquei preocupada se aquele gordo nojento talvez tivesse me visto. espiando ele e talvez ele tivesse me reconhecido, cheguei em casa num estado de nervosismo. Fui tomar um banho e, de novo na solidão, imaginei aquela cena e, de novo, o medo voltou em mim.
O pior é que eu tinha que ir ver seu Javier pra entregar umas coisas do meu pai, pensei positivo e pensei que talvez ele não tivesse visto e muito menos reconhecido direito e não soubesse que era eu que tinha ficado observando. De novo fui pra casa do seu Javier numa velocidade impressionante, pensei em largar os papéis e sair correndo pra casa de novo. Quando tava chegando na serralheria dele, o florista gordo tava lá fora, sentado na porta do estabelecimento dele. Meu coração disparou porque eu teria que passar perto dali e imaginei que ele talvez dissesse algo por eu ter espiado ele e a mulher dele, mas não podia virar a cabeça. Então, ao vê-lo, só caminhei e, ao passar, ele me olhou, sorriu com um sorriso bem debochado e, com aquilo e o olhar dele, percebi que ele já sabia que tinha sido eu quem tava observando. Desviei o olhar e continuei andando, entrei na casa do seu Javier, deixei os papéis sem explicar muito e saí rapidamente pra outro lado. Quando cheguei em casa, tava assustada, pensando mil coisas, tipo o que o gordo pensaria de mim por eu estar ali olhando ele e um monte de outras coisas. Como pude, tentei evitar esse pensamento e continuei preparando tudo pro outro dia de aula. No dia seguinte, depois de dar longas jornadas de aula, esqueci um pouco do assunto. Assim os dias foram passando, eu tentava não sair tanto, tinha medo de trombar com o florista e sentir o olhar dele de novo. Os dias foram passando, continuava tudo bem e, de forma simples, fui esquecendo um pouco o que tinha acontecido uns dias antes.
Uma semana depois, era uma segunda-feira, saí tarde de casa porque não ia chegar a tempo pras aulas e, na hora de sair, com a violência de puxar a chave, ela partiu no meio. Amaldiçoei minha sorte, mas tinha que chegar no trabalho. Naquele dia, eu tinha colocado uma calcinha fio-dental minúscula porque vesti uma calça justa branca e não Tinha que aparecer mesmo, e uma camiseta justinha rosinha com meus saltos altos, eu tava muito gostosa. Depois que o dia inteiro passou, era óbvio que eu tinha que arrumar a fechadura e a chave, então precisei ir na casa do seu Javier pra contar. Tava com um medinho de trombar com o florista, mas por sorte a floricultura tava fechada. Entrei na casa do seu Javier bem mais tranquila, expliquei o que tinha acontecido, e ele foi até minha casa e em uns minutos arrumou tudo, trocou a fechadura e me deu chaves novas. Enquanto a gente conversava, ele me contou que o negócio continuava muito ruim e que até devia vários meses de aluguel, tava foda o trampo mesmo. Depois, acompanhei ele até o local, sabendo que a floricultura tava fechada, e ele continuou me contando os altos e baixos dele. Me senti mal pelo coitado, mas não podia fazer nada. Depois de mais uns minutos de papo, decidi voltar pra casa pra comer alguma coisa. Fui saindo de boa, mas quando saí, o coração disparou de novo ao ver o florista, justo tirando os cartazes do local pra rua. Eu passei andando rápido, e ele me olhou sorrindo. Virei o rosto e vi, através do vidro do local, ele devorando minha bunda com os olhos, sem a menor discrição, um olhar de puro tesão. Caminhei mais rápido — não me incomoda que olhem, mas com discrição, não igual aquele nojento.
Naquela noite, não tava com muito sono, então fiquei na sala de jantar lendo uma revista e ouvindo música. Já tinha esquecido do que vi, tava bem mais relaxada. Lá pelas 10, o sono bateu, apaguei a luz da sala, fui no banheiro e me deitei. Tava com a luz do abajur acesa lendo até sentir que ia dormir. Quando ia apagar, olhei pra janela e tinha a sombra de alguém parado bem ali. Vi entre as frestas da persiana. Juntando coragem, falei: "Quem tá aí?" Ninguém respondeu, e a sombra continuou lá. Quando peguei o telefone, a sombra sumiu sem fazer barulho. Fiquei Morrendo de medo, sem saber o que fazer. Aquela noite foi terrível, eu morria de medo sem saber o que fazer. Mas passou, no outro dia foi mais normal, não trombei com o maldito florista, e percebi que ultimamente a floricultura estava fechada, devia estar devendo imposto ou algo assim, aquele desgraçado. Não dei muita bola também.
Quando a noite foi chegando, tudo estava tranquilo, eu ia sair pra tomar alguma coisa, com certeza. Então, depois de ver várias vezes se todas as portas estavam trancadas, resolvi tomar um banho, preparei o banheiro e levei uma roupa nova que tinha comprado pra me trocar lá dentro depois do banho. Terminei de me lavar, coloquei uma tanguinha rosinha bem pequena, uma calça branca fininha e uns saltos altos, em cima vesti uma camisetinha preta meio decotada. Fui saindo arrumando o cabelo e, quando terminei de sair do banheiro, ouvi um barulho na sala. Fui rápido e lá estava ele. Fiquei dura de terror ao ver um cara gordo com uma balaclava na cabeça. Tentei correr pra porta, mas ele me agarrou pelo braço e me deu um soco no estômago que me fez perder o fôlego, me jogou num sofá, depois ficou na minha frente e disse: — Olha, se comporta direito, ou te mato na porrada. Tá tudo fechado e ninguém me viu, então é muito fácil! Eu, chorando, escutava ele e olhei pra todos os lados, percebendo que todas as cortinas e persianas estavam fechadas, algo que não costumo fazer, porque não dá pra ver nada lá de fora.
Eu tremia de medo, o sujeito continuava com a balaclava na cabeça, andando de um lado pro outro. Era bem grande. Eu comecei a recuperar o oxigênio e, antes que pudesse gritar, ele me deu um tapa dizendo: — Nem tenta, gostosa! Eu tremia de medo, entre lágrimas, sem saber o que fazer, meu coração tava a mil de susto. Depois de me olhar fixamente enquanto eu tremia de medo, ele disse: — Se fizer tudo que eu mandar, nada de ruim vai te acontecer! Ele ainda tava com a balaclava. Me levantei do sofá, tentei fazer um movimento com... A mão dele veio e me deu um tapa tão forte que virou minha cara.
Eu chorava sem saber ao que aquele sujeito ia me submeter. Então ele, me segurando pelo braço, disse: – Sabe, Laura, você tem umas pernas lindas! Fiquei paralisada, ele sabia meu nome. – E essa cintura!! E essa bunda, é fantástica!! Senti ele dar um passo em minha direção e passar as mãos na minha cintura. Eu rezava por um milagre enquanto ficava imóvel, tomada pelo pânico. De repente, ele encostou o volume no meu traseiro, pude sentir contra minhas nádegas a excitação dele, uma forte excitação. O maldito estava se esfregando descaradamente em mim. Enquanto sussurrava no meu ouvido: – Você tem um corpaço, e vive mostrando ele sem vergonha... devia se cuidar, pode te acontecer algo!! O sujeito ria descaradamente, diante do meu medo total. Depois de ficar assim, sem saber o que ele ia tentar comigo, ele disse no meu ouvido: – Você tem uma buceta divina, levanta ela e mexe contra o meu volume!! Eu falei: – Não, por favor, chega!! Ele apertou meu pescoço com força e respondeu: – Faz isso ou te mato na porrada!! Eu, com muito medo e me sentindo totalmente humilhada, comecei a rebolar minha bunda como ele tinha me obrigado, o volume dele era grande, dava pra perceber, eu tremia enquanto continuava fazendo o que o maldito pedia. Ele sussurrava no meu ouvido:
– Que bunda linda você tem, Laura, redonda, grande e empinada, tenho que te dizer que é excitante te ver rebolando na rua!! Eu soube então que o maldito me estudava os movimentos, talvez fosse um psicopata, o medo tomou conta de mim ainda mais, eu não sabia o que fazer. Enquanto continuava admirando minha bunda linda, ele pegou minhas nádegas e as separou, pra encaixar melhor o volume grosso que se destacava na calça dele. Minha bunda se afundava debaixo da barriga horrível dele, enquanto ele pressionava o pau com mais força e dizia: – Uiii... mexe essa bunda, Laura... rebola do jeito que a gente gosta!! Eu continuei com aquela humilhação e levantei minha bunda o máximo que pude, comecei a mexer ela suavemente de um lado pro outro enquanto Esfregava a calça dele. De repente, tirou a protuberância da minha bunda, ficou ao meu lado, apoiou a mão na minha bunda e começou a apertar cada uma das minhas nádegas. Parei de mexer a bunda, mas o cara disse — O que foi?! Não falei pra parar!! Continua rebolando essa buceta, sua puta! Continuei rebolando, enquanto ele se divertia apertando, amassando e esfregando sem parar. Depois, voltou a ficar atrás de mim e as mãos dele me rodearam até pegar meus peitos. Eu não fiz nada, fiquei imóvel, enquanto o cara gritava bem alto — Que peitão gostoso que você tem, Laura!! Apertava meus peitos com força, amassava tudo, murmurando no meu ouvido — Que peitos!... São enormes e bem durinhos! O cara estava me humilhando completamente, sabendo que era muito maior que eu, todas as portas e janelas estavam fechadas pra ninguém ouvir ou ver nada, ou seja, naquela hora ele sabia que eu estava totalmente indefesa nas mãos dele, era dele, a não ser que um milagre me salvasse, era dele pra me usar como quisesse.
Isso me fazia chorar sem parar, me sentindo quase morta. De repente, o maldito me puxou o cabelo com força, arrancando, e disse no meu ouvido — Laura, o que você achou da minha mulher chupando meu pau?! Gostou?! Por isso que ficou de boca aberta olhando!! Aí eu lembrei daquilo, então o cara era o maldito florista da outra quadra. Comecei a me debater pra todo lado e a gritar, então ele puxou meu cabelo e me deu um tapa fortíssimo que me calou. Tirou a balaclava e voltou a me ameaçar, mas dessa vez com um canivete que ele tinha. Minhas chances eram zero, o cara tinha muita força e era muito maior que eu, estava totalmente indefesa. Quando eu ia gritar de novo, ele disse com voz agressiva — Se gritar, te mato na porrada! Fiquei paralisada com a ameaça dele, não sabia o que fazer.
Ele ficou na minha frente, me envolveu com os braços e desceu as mãos grossas dele pelas minhas nádegas, agarrando cada uma. Com uma mão, apertou com força. Naquele instante, gritei: — Socorro!! Me solta, maluco!! Ele soltou minha bunda e me agarrou com força pelo pescoço, ameaçando de novo, apertando tanto que quase me deixou sem ar. Depois, me olhou fixo e disse: — Não tô nem aí, gostosa. Você é muito boa e vou te comer. Vou te fazer gozar, e você vai pedir mais pica, igual minha mulher pede aos berros!! E riu de forma vil. Eu comecei a chorar sem parar, pedindo pra ele me soltar, mas o cara tava tipo possuído, completamente. Depois que o gordo nojento falou isso, enfiou a cabeça nos meus peitos e, num movimento rápido, mordeu de leve um deles por cima da roupa. Igual um cachorro faminto, ele mordia de leve e chupava meus peitos por cima da camisa, enquanto as mãos dele massageavam minha bunda num ritmo. Eu fiquei parada, sem reação diante daquela mãozada violenta que aquele gordo feio e nojento tava me dando. Não conseguia acreditar que isso tava acontecendo comigo. De repente, senti ele tirar a boca dos meus peitos e, num movimento rápido, puxou minha blusinha, me deixando só de sutiã branco. E de novo foi pros meus peitos, lambendo e mordendo, agora com um pouco mais de força.
Ele começou a me levar devagar até uma mesinha onde eu preparava o material dos meus alunos. De repente, senti as mãos dele saírem das minhas nádegas e irem pro botão da minha calça. Eu, furiosa, mesmo atordoada pela situação, tirei as mãos dele violentamente. Mas ele mordeu meu peito de repente, e eu tentei me cobrir em cima, tirando as mãos de baixo. Aí ele conseguiu desabotoar minha calça. Depois, as mãos dele subiram pros meus peitos e rasgaram meu sutiã, deixando meus peitos totalmente de fora. Ele me olhou e disse: — Você é muito gostosa mesmo. Tem uns peitos divinos e uma bunda espetacular. Vou te furar toda, boneca!! Seus peitos, vou saborear como nunca fizeram antes!! Pegou meus peitos com as mãos gordas, chupava e passava a língua. Eu sentia... Muito nojo, eu observava ele como um louco não parava de chupar meus peitos, eu estava quase em cima da mesa, de repente o gordo nojento se afastou dos meus peitos e eu vi ele puxar minha calça com violência, me deixando só de fio dental e salto, o cara ao ver minha calcinha fio dental disse:
- Heee Laura, então você é uma puta provocadora, olha o fio dental que você usa!!
Eu continuava chorando com os comentários vis dele, totalmente desmoralizada, me sentindo uma qualquer, estava nas mãos dele, com certeza o nojento gordo que sempre odiei ia me possuir e fazer o que quisesse comigo, como fazia com a esposa gorda dele, mas agora ele tinha uma mulher muito mais nova, de 33 anos e com um corpo bom, talvez ele sempre esteve com mulheres velhas e gordas como a esposa, mas agora era o contrário, agora ele ia aproveitar um corpo jovem que na vida dele jamais sonhou em ter.
Depois o cara disse em tom de deboche e superioridade:
- Agora sim, mamãe, se prepara pra gozar como nunca! Vou te meter como nunca, você vai pedir mais!
Eu só olhei pra ele com cara de ódio e rancor, mas não falei nada. Na hora ele se afastou de mim e abaixou a calça preta suja dele, ficando só de cueca. Eu olhei pra baixo e vi um volume enorme, parecia que algo queria sair logo. Depois ele se colocou entre minhas pernas e eu pude sentir aquele volume enorme, com pequenos vai e vem, ele esfregava na altura da minha buceta por cima do fio dental. Ficou um tempo assim até que se afastou de mim e abaixou a cueca. Na minha frente apareceu um pau enorme de uns 25 cm, grosso, muito grosso e cheio de veias, com a cabeça brilhando por causa do líquido pré-gozo que tinha soltado. O cara falou com voz forte:
- Agora chupa, puta, sabia que você gostava do meu pau, por isso estava me espionando outro dia! Agora é todo seu, come ele!
Senti nojo de fazer aquilo, gritei com violência e segurança:
- Você é louco, degenerado!
Ele rapidamente, com violência, pegou minha mão e colocou no pau dele, estava quente, começou a guiar minha mão pra cima e pra baixo, o cara... Pego meus ombros e puxou pra baixo, e por mais que eu resistisse com toda força, ele acabou me deixando de joelhos do jeito que queria. Minha mão subia e descia no pau enorme dele, eu estava bem na frente daquela rola, sentia nojo do fedor de sujeira que tinha. A situação era muito erótica e bem nojenta, nunca imaginei que estaria numa situação assim. Ele segurou minha mandíbula e me obrigou a abrir a boca, como pude diante da violência dele, comecei a chupar, o gosto me desagradou completamente, queria vomitar, era muito desagradável e humilhante. Aquele pedaço de carne não cabia na minha boca, então não enfiava tudo. Olhei pra cima, vi o maldito sujeito e, ao vê-lo, chorei ainda mais forte ao notar um sorriso enorme e uma cara de total loucura e prazer, enquanto ele começou a dizer:
- Isso mesmo, mamãe, ahhh, ahgg, mais rápido, slut! - Isso me torturava ainda mais, os comentários vis dele eram arrepiantes. Ele acariciava minha cabeça, guiava meus movimentos cada vez mais rápidos, enquanto gemia forte e eu continuava chupando, lambendo e sugando aquela rola nojenta dele. Não conseguia pensar em nada além do nojo da situação, eu chupando o pau daquele gordo tarado, dando muito prazer com minha boca, algo que nunca tinha feito porque achava humilhante. Sem saber por quê, o sujeito parou e me levantou, me agarrou pela cintura e me virou de costas pra ele em direção à mesa. Senti muito medo e nojo. Ele disse forte:
- Você tem uma bunda perfeita, quero que levante ela pra mim! - Depois pegou o pau duro dele e começou a dar pequenas batidas nas minhas nádegas, e disse:
- Mexe essa bunda minúscula! - Eu, com medo, comecei a rebolar em círculos levemente. Ele rapidamente começou a bater mais forte na minha bunda com o pau dele. Era o fundo do poço que pensei que me submeteria, não podia acreditar que aquele gordo estava se aproveitando completamente do meu corpo todo. Antes que o sujeito continuasse me torturando, eu disse:
- Não, por favor, já chega, vai embora, me deixa, eu imploro! - Mas ele fez ouvidos moucos aos meus pedidos. Implorando, ele respondeu zombando:
— Não se preocupa, Laura, você vai gostar. Só empina bem essa bunda e aproveita!!
Depois, com as mãos, puxou as alças da minha tanga, deixando ela no meio da coxa. O sujeito ficou parado e quase gritou:
— Ahhh, porra, que rabão impressionante você tem, Laura!! É bem gostosa, empina mais, sua puta!!
O cara estava prestes a me estuprar. Eu desabei em mais lágrimas e, então, senti a ponta do pau dele na entrada da minha buceta. Fiquei imóvel, esperando ele fazer o estupro e ir embora. Aos poucos, ele foi enfiando o pau dentro de mim. A dor ficou insuportável, e eu gritei um pouco:
— Aaahhh!!
Aí implorei de novo, gritando entre dor e raiva:
— Nãoooo, me solta, pelo amor, chega!!
Ele continuou enfiando aquele pau grosso dentro de mim enquanto zoava:
— Aaahhh, que apertadinha você tá, Laura, que gostoso ela aperta, AHHH!! Só falta mais um pouco pra eu meter tudo, sua puta!!
O cara conseguiu enfiar tudo, me fazendo sentir uma dor terrível, e deixou ali parado por um tempo, esperando minha buceta se acostumar com aquela pica enorme. Nessa hora, olhei pra trás e vi como aquele maldito me tinha totalmente exposta pra ele. Depois, me pegou pelas cadeiras e começou a se mover rapidamente, quase violento. Eu balançava pra frente e pra trás, me sentindo uma qualquer, totalmente entregue pela violência e submissão. Ali estava aquele gordo nojento me comendo, me curtindo e me aproveitando do jeito dele.
Aí o sujeito soltou minhas cadeiras, me pegou pelos braços e puxou pra trás, impondo um ritmo violentíssimo que me fazia morrer de dor. Eu gritava de dor e com muito ódio, mas ele continuava mais forte e gritava:
— Aaahhh, que linda você fica assim, aproveitando como uma puta!!
Ele continuava me estuprando com muita força, metendo e tirando o pau da minha buceta de um jeito selvagem, inacreditável. Eu só gritava. Depois de um tempo daquele movimento doentio, ele parou, tirou o pau, me virou e me colocou de... novamente de joelhos, me dizendo: "Agora é sua vez de tomar essa porra que tá guardada pra você, sua puta!"
O pau dele continuava duro do mesmo jeito, parecia não cansar. Peguei ele com uma mão e comecei a chupar com ódio e humilhação, queria morrer. Ele, vendo minha falta de cooperação, gritou: "Mais rápido, puta, mais rápido!" Eu continuei no mesmo ritmo. Então o desgraçado pegou meu cabelo por trás, enrolou na mão dele e impôs o ritmo que queria, enquanto gemia: "Aaah, aohhh, assim, puta, assim, ahhhhh, mais rápido!" Minhas bochechas doíam de tanto chupar aquele pau enorme e rápido, até que senti o corpo daquele canalha começar a tremer e ele gritou: "Vou gozar, puta, abre sua boquinha, já, ahhhh!" Ele tirou o pau, segurou minha cara, me forçando a abrir a boca, e começaram a cair os jatos de porra. Fechei os olhos e senti os esguichos, senti um líquido quente e viscoso nos meus olhos, nariz e boca. O sujeito me tratava pior que uma puta, fazendo coisas que eu não faria nem por dinheiro. Depois de terminar de me humilhar, ele disse: "Pronto, ahhh, agora sim, Laura, você foi bem comida e banhada de porra, como você queria!" Eu, como pude, olhei pra ele com ódio mortal. Ele sorriu e continuou zoando: "Você tá linda com essa cara cheia de porra!" Depois fomos ao banheiro, onde ele limpou meu rosto e os restos de porra do meu cabelo. Então me levou pro meu quarto e escolheu uma calça rosa bem justa no corpo com uma mini tanga vermelha e uma regatinha justa de várias cores. Depois me disse: "Como você tá gostosa! Laura, adoro sua bunda e seus peitos bem empinados, parece mentira que acabei de te comer!" Eu pensava o mesmo, parecia mentira como eu, uma mulher solteira de 33 anos, bonita, com um corpo de dar inveja, tinha caído nas mãos dele, nas mãos de um gordo babão e sujo, que deveria ser um sonho um dia me tocar e me possuir, e agora tinha conseguido.
O sujeito se aproximou de mim, me pegou pela cintura e me apertou contra o corpo gordo dele enquanto dizia: "Ah, Laura, sabe de uma coisa? Tenho muita porra pra te dar. e te curtir!! As palavras vulgares dele no tom de deboche, do jeito que ele falava, só aumentavam meu ódio. Queria matar aquele nojento, mas não podia fazer nada e ficava parada esperando ele ir embora. Só que o desgraçado pegou minha mão e colocou no pau dele, dizendo: — Sente como eu fico duro só de te ver!! Eu só chorava, enquanto o cara começou a acariciar um dos meus peitos e depois passou a morder meus seios por cima da minha blusinha, espremendo eles sem dó. De repente, ele arrancou minha blusa com um puxão violento, deixando meus peitos totalmente livres. Ele olhou pra eles e disse: — Que gostosa, sua putinha, você é uma bonequinha!! E começou a chupar meus peitos e morder como um desesperado. Aquilo me dava muito medo e nojo, de tão nojento que o cara era. Aí ele falou bem alto: — Quero que meu pau curta esses limões!! Me pegou pelos ombros, me fez abaixar, ficar de joelhos na frente dele. Depois ele pegou o pau dele e começou a bater nos meus peitos. Era uma humilhação, uma submissão total, mas eu não podia fazer nada. De repente ele disse: — Agora quero que você me faça uma punheta com essas tetas lindas, quero ver o quanto você é puta!! Colocou o membro inchado entre meus peitos e, me segurando pelos ombros, começou a me mover pra cima e pra baixo, num ritmo. O cara me olhava e dizia: — Aaahhh, que delícia, Laura, você é uma puta completa, adora uma rola, dá pra ver que você precisava disso. Mas não se preocupa que eu vou te dar uma foda que você nunca vai esquecer!!
Isso era ainda mais humilhante: as provocações verbais, a ironia, e o fato de que o cara se achava meu dono. Eu chorava e não acreditava que isso estava acontecendo comigo. No meio da humilhação, ele disse: — Agora vou te curtir ainda mais, você vai ter essa rola toda dentro de novo, mas primeiro quero aproveitar mais o seu corpo todo!! Me levantou de onde eu estava, pegou minhas pernas e as mãos dele foram subindo até agarrar minha bunda com aquelas mãos gordas. Ele apertou forte e depois me virou. violentamente e me agarrou por trás, apoiando todo o nojento pau dele na minha calça, eu podia sentir completamente a rigidez do pau dele entre minhas nádegas, o cara tava excitadíssimo e as mãos dele percorriam meus peitos e todo meu corpo enquanto continuava apoiando o nojento pau dele na minha bunda falando no meu ouvido -Você tem uma raba perfeita, puta, quero que você levante ela de novo!! E me segurou forte pelo cabelo puxando, eu fiz sem hesitar por causa da dor e ele continuou com a tarefa de continuar aproveitando de ter minha bunda empinada completamente em cima do nojento pau dele, o cara esfregava o pau dele e dizia vilmente algo que me deixou gelada e morta de medo -Laura, eu sempre via você passar, com essa bunda linda, quando você usa essas calças de puta e passa esquentando todo mundo, não faço nada além de pensar nela, pensando no meu pau todo dentro dessa bunda divina, e agora finalmente eu tenho ela!! Eu explodi em mais lágrimas, não podia acreditar, o cara ia me estuprar analmente também e eu implorei que não, por favor não, mas ele tava possuído pelo desejo e gritava pra eu calar a boca ou me matava na porrada, depois com respiração ofegante começou a abaixar o zíper da calça e baixando deu um puxão violento deixando minha calça nos tornozelos, me deixando só com a minúscula calcinha vermelha que o maldito tinha me feito vestir, o cara babou me olhando, depois disse -Você tá gostosa com essa calcinha, puta!!
Continuando com o pau dele apoiado na minha bunda, dava pra sentir o calor que esse troço soltava, eu olhava no espelho do meu quarto vendo aquele gordo me tendo completamente nas mãos nojentas dele, era revoltante. De repente, me pegando pela cintura, me jogou violentamente na cama, caindo de bruços, rapidamente tentei me levantar mas o cara já tava ajoelhado quase em cima de mim com uma das mãos nas minhas costas, eu olhei pro gordo babão que tava excitadíssimo, não podia acreditar que o pau dele tava totalmente duro com a cabeçona completamente vermelha, o cara começou a acariciar minhas nádegas agressivamente, apertando e esfregando sem parar enquanto dizia — Que bunda boa você tem, Laura, grande, dura e bem empinada! Depois me deu umas palmadas nas nádegas, e continuou acariciando. O sujeito se ajoelhou e começou a bater com o pau duro nela. Ele se divertia comigo, então disse — Você tem uma bunda gostosa, mostra ela de novo, empina! Eu fiz com muito medo, então ele, com as mãos, abriu minhas nádegas e enfiou o pau no meio delas. Eu sentia o pau enorme dele e um arrepio terrível me invadia, junto com muito pânico, enquanto morria de raiva ao ver aquele maldito no espelho, via aquele gordo nojento tendo minha bunda bem empinada pra ele.
Depois continuou com as carícias na minha bunda enquanto ainda murmurava coisas tipo — Que cuzinho gostoso! Quero te comer por aqui, vou te arrebentar toda, mamãe! De repente, num movimento violento, pegou minha calcinha fio dental e puxou até o tornozelo, depois começou a se masturbar com o pau duro e a colocar o dedo dentro da minha bunda. Eu me mexia pra todo lado tentando fugir, o sujeito ficou puto e gritou — Fica quieta, raposinha! Não se preocupa que vou fazer delicioso, você vai uivar de prazer quando tiver bem dentro! Eu olhava fixo no espelho pra ver tudo que acontecia atrás de mim. Com as mãos, ele separou minhas nádegas e foi colocando a cabeça do pau enorme na entrada do meu cu, depois pressionou contra mim, fazendo a glande entrar no meu corpo. Eu, com lágrimas, soltei um grito forte de dor — Aaaiii, aah, aah! O sujeito continuava lentamente enfiando o pau enorme dentro de mim, me rasgando, enquanto dizia — Fica calma, putinha, agora você vai gozar quando eu meter tudo, quando entrar inteiro, vou ser quem você mais vai querer te comer, tenho certeza! Eu chorava ainda mais por causa dos comentários dele e por causa do rasgo na minha bunda linda, que não aguentava mais a dor, enquanto ele... gritava de prazer ao sentir minha apertura -¡¡AAaaahhh slut, que gostoso você tá apertando, hooooo haaaa!!
Aos poucos, ele foi enfiando o membro enorme dentro do meu esfíncter pequeno, eu sentia uma dor incrível, olhei pra trás e já estava quase todo dentro de mim, gritei implorando pro maldito me soltar -¡¡AAAhyyyyy ah me solta pelo amor de Deus!! ¡¡¡Me solta!!! Mas o pau dele já estava dentro de mim, sumindo entre minhas nádegas, depois disso ele deixou a rola enorme parada lá dentro por um tempo, sem se mexer, enquanto eu olhava no espelho como eu estava, era a coisa mais horrível que já tinha visto, não conseguia acreditar, via minha bunda linda empalada pelo pau enorme daquele gordo nojento e sujo que sorria com ar de vitória, aí ele começou a se mover devagar contra mim, subia tirando quase o pau todo e enfiava de novo completamente no meu ser, me fazendo gritar de dor fortíssimo -¡¡AAAyy!! ¡¡AAAyy!! ¡¡AAAyy!! ¡¡AAAyy!! Depois o cara começou a se mover muito mais forte contra mim enquanto gritava de prazer e dizia -¡¡AAAhhh aguenta putinha aaahh que gostoso ver sua bunda empalada aaaaaahhhh sempre sonhei com esse momento asiiiiiiii ahhhh!! Eu chorava e gritava de dor e humilhação enquanto o cara gozava pra caralho tendo meu corpo à disposição e aproveitando ao máximo. O cara então começou um movimento desenfreado, colocou as mãos gordas nas minhas costas e montou em cima de mim me esmagando, a pélvis dele se movia violentamente contra mim, enquanto ele gritava forte
-¡¡Que cu infernal você tem Laura, por Deus!! E se ouvia aquele nojento ¡plop! ¡plop! ¡plop! das estocadas selvagens que eu levava, as bochechas da minha bunda vibravam a cada penetração. O cara estava todo suado e meio cansado mas continuava gozando e gritando coisas, ele me disse -¡¡Você fica mais linda assim, com um macho te comendo desse jeito... Ooooohhh, que gostoso você aperta, essa bunda é minha!! O gordo nojento uivava de prazer, e ficou assim por pelo menos 20 minutos me esmagando e penetrando violentamente, quando de repente ele disse - Se prepara, puta, que vou te banhar de porra!! E gritou - AAahhhhhhhhhhh!! Eu senti um jato de semen quente invadindo meu interior, depois ele tirou o pau e direcionou as próximas descargas pra minhas nádegas, banhou elas de porra, e começou a espalhar e bater com o pau em todo o contorno das minhas nádegas. Depois caiu exausto e ofegante do meu lado, e me explicou como tinha planejado tudo, como conseguiu a chave, enquanto eu não podia fazer nada, estava morta de dor. O cara então se vestiu e me ameaçou de morte, dizendo que sabia todos os meus passos e tinha vários amigos que podiam fazer o trabalho sujo. Eu fiquei chorando sem parar, morta de dor e medo.
Fatos fictícios.
Oi, sou a Laura e isso aconteceu uns meses atrás. Vou te contar, sou professora, tenho 31 anos e moro numa casa bonita, quase no centro da cidade. É bem aconchegante e, pra ser uma mulher que mora sozinha, nunca tive problema com vizinho, além de algum que tentava me chamar pra sair, porque acho que sou uma mulher bem chamativa aos olhos dos homens. Minha altura é mais baixinha, 1,60, mas com saltos altos, que uso sempre, fico na altura perfeita. Já meus anos de academia, 5 anos no total, deixaram meu corpo, que sempre foi bem desenvolvido, mais definido e bem proporcionado: uns peitos normais ou grandes, uma cintura bem fininha que amo, e minha parte de trás, que sempre foi o que tenho de melhor — minha bunda bem empinada, redonda e durinha, que é uma das razões do que ouço na rua e dos olhares. Amo, é meu orgulho. No total, minhas medidas são 90-56-97. Sempre soube que chamava muita atenção dos homens, mas nem sempre isso me favoreceu. Minha vida estava ótima, conheço muita gente e tal.
Não tinha nada que atrapalhasse minha vida, o único problema e algo que me irritava muito era que, pra ir trabalhar, sempre passo por umas lojas, e tinha uma que eu odiava mais: uma floricultura onde sempre ficava um grupo de senhores de uns 45 a 55 anos, bebendo álcool. O dono da floricultura era um gordo pesado, bem barrigudo, meio careca e babão pra caralho, e quando eu passava, eles ficavam me encarando como se quisessem me despir.
Mas não tinha muito do que reclamar. Eu ignorava eles. Só que um dia, quando saí pra visitar meus pais como de costume, e eu realmente gosto de me vestir bem, coloquei uma calça rosinha super justa e um top branco. Ao sair de casa, lá estavam eles de novo, a turma dos velhos bêbados rindo, como sempre. bebendo, quando passei por ali, o gordo nojento parou e me encarou, eu me assustei mas não continuei andando rápido, quando passei ele disse - Mamacita, que bunda gostosa, queria passar a mão!! Eu fingi que não ouvi nada e continuei andando mais rápido, só ouvi os velhos rindo porque aquele cara tinha falado aquilo. No caminho de volta pra casa, fiquei com medo de encontrar eles de novo, mas meu alívio foi que o bar tava fechado, imaginei que tinham se embebedado e ido dormir.
Depois de uns dias, me acalmei porque não via eles com tanta frequência. Um dia como qualquer outro, fui no bar que fica do lado da floricultura, que é de um amigo do meu pai, seu Javier, um velhinho muito gente boa que conheço desde sempre. A gente conversou um tempão, ele me contou que tava mal financeiramente, que não sabia por quanto tempo mais ia conseguir manter o bar e coisas do tipo. Eu me senti muito mal. De repente, ouvi um grito de dor fortíssimo e uma batida, parecia que vinha do lado, da floricultura. Eu fiz uma cara, mas não perguntei nada até que outra batida mais forte aconteceu. Aí seu Javier falou baixinho que provavelmente era o florista batendo na mulher dele, que era um louco agressivo e vivia espancando ela.
Eu fiquei com muito ódio, senti ainda mais nojo do maldito gordo nojento, mas não podia fazer nada. Depois, a conversa durou mais um pouco e eu fui embora. Fiquei meio mal, pensando naquela pobre mulher e naquele sujeito nojento e desgraçado. Passou uma semana e chegou segunda-feira. Pensei em ir ver seu Javier na serralheria, sabia que os bêbados não estavam, então fui procurar ele. Entrei no bar e não tinha ninguém, achei estranho. Falei "olá", mas ninguém respondeu. Pensei que talvez ele tivesse saído pra comprar alguma coisa, então resolvi esperar um pouco.
De repente, ouvi barulhos nos fundos do bar. Me espreitei por uma janelinha que tinha lá atrás, dava pra ver o quintal de uma casa. De repente, vi o gordo nojento de calças arriadas e uma senhora... Meio gordinha, uns 45 anos, devia ser a esposa dele, ajoelhada e pelada fazendo um boquete. Ela enfiava e tirava um pau enorme, devia ter uns 25 cm e grosso pra caralho. Fiquei chocada de como aquele troço cabia na boca dela, dava pra ver uma cabeça enorme, vermelha e brilhando de tanto cuspe da mulher. O filho da puta só fechava os olhos com cara de puro prazer enquanto aquela senhora devorava o pau dele feito uma louca. O velho só gritava: — Isso, puta, engole tudo, senão não come nada! AHHh, chupa assim, puta! Ahhh!! Ouvi aquilo e achei humilhante demais, era a esposa dele e ele humilhava ela se achando o poderoso. Não sei como consegui ficar olhando tudo aquilo, mas alguma coisa não me deixava sair, fiquei de boca aberta, pasma. Devem ter se passado uns 10 minutos ali, vendo aquela senhora se humilhar na frente daquele maldito que era o marido dela. De repente, ele falou: — Abre bem essa boquinha! Aí, tirou o pau enorme da boca dela e começou a bater uma. A mulher ficou parada, só de boca aberta esperando a porra. Não demorou muito e começaram a sair os jatos de esperma do pau do gordo, ele esporrou na boca dela e na cara toda. Depois de descarregar tudo, o velho pegou o pau e começou a esfregar na cara da mulher, batendo nas bochechas e nos lábios dela com a rola. A senhora só ficou imóvel. Tudo que eu tava vendo naquele momento me pareceu nojento e obsceno. Eu tava olhando quando, de repente, o cara olhou pra janelinha e eu, num impulso, reagi rápido pra sair dali. Não sei se ele me reconheceu, mas fiquei com muito medo e fui pra casa apavorada. Achei nojento demais o que acabei de presenciar naqueles instantes, e na minha mente só lembrava daquela imagem da senhora totalmente submissa chupando aquele instrumento enorme. Também fiquei preocupada se aquele gordo nojento talvez tivesse me visto. espiando ele e talvez ele tivesse me reconhecido, cheguei em casa num estado de nervosismo. Fui tomar um banho e, de novo na solidão, imaginei aquela cena e, de novo, o medo voltou em mim.
O pior é que eu tinha que ir ver seu Javier pra entregar umas coisas do meu pai, pensei positivo e pensei que talvez ele não tivesse visto e muito menos reconhecido direito e não soubesse que era eu que tinha ficado observando. De novo fui pra casa do seu Javier numa velocidade impressionante, pensei em largar os papéis e sair correndo pra casa de novo. Quando tava chegando na serralheria dele, o florista gordo tava lá fora, sentado na porta do estabelecimento dele. Meu coração disparou porque eu teria que passar perto dali e imaginei que ele talvez dissesse algo por eu ter espiado ele e a mulher dele, mas não podia virar a cabeça. Então, ao vê-lo, só caminhei e, ao passar, ele me olhou, sorriu com um sorriso bem debochado e, com aquilo e o olhar dele, percebi que ele já sabia que tinha sido eu quem tava observando. Desviei o olhar e continuei andando, entrei na casa do seu Javier, deixei os papéis sem explicar muito e saí rapidamente pra outro lado. Quando cheguei em casa, tava assustada, pensando mil coisas, tipo o que o gordo pensaria de mim por eu estar ali olhando ele e um monte de outras coisas. Como pude, tentei evitar esse pensamento e continuei preparando tudo pro outro dia de aula. No dia seguinte, depois de dar longas jornadas de aula, esqueci um pouco do assunto. Assim os dias foram passando, eu tentava não sair tanto, tinha medo de trombar com o florista e sentir o olhar dele de novo. Os dias foram passando, continuava tudo bem e, de forma simples, fui esquecendo um pouco o que tinha acontecido uns dias antes.
Uma semana depois, era uma segunda-feira, saí tarde de casa porque não ia chegar a tempo pras aulas e, na hora de sair, com a violência de puxar a chave, ela partiu no meio. Amaldiçoei minha sorte, mas tinha que chegar no trabalho. Naquele dia, eu tinha colocado uma calcinha fio-dental minúscula porque vesti uma calça justa branca e não Tinha que aparecer mesmo, e uma camiseta justinha rosinha com meus saltos altos, eu tava muito gostosa. Depois que o dia inteiro passou, era óbvio que eu tinha que arrumar a fechadura e a chave, então precisei ir na casa do seu Javier pra contar. Tava com um medinho de trombar com o florista, mas por sorte a floricultura tava fechada. Entrei na casa do seu Javier bem mais tranquila, expliquei o que tinha acontecido, e ele foi até minha casa e em uns minutos arrumou tudo, trocou a fechadura e me deu chaves novas. Enquanto a gente conversava, ele me contou que o negócio continuava muito ruim e que até devia vários meses de aluguel, tava foda o trampo mesmo. Depois, acompanhei ele até o local, sabendo que a floricultura tava fechada, e ele continuou me contando os altos e baixos dele. Me senti mal pelo coitado, mas não podia fazer nada. Depois de mais uns minutos de papo, decidi voltar pra casa pra comer alguma coisa. Fui saindo de boa, mas quando saí, o coração disparou de novo ao ver o florista, justo tirando os cartazes do local pra rua. Eu passei andando rápido, e ele me olhou sorrindo. Virei o rosto e vi, através do vidro do local, ele devorando minha bunda com os olhos, sem a menor discrição, um olhar de puro tesão. Caminhei mais rápido — não me incomoda que olhem, mas com discrição, não igual aquele nojento.
Naquela noite, não tava com muito sono, então fiquei na sala de jantar lendo uma revista e ouvindo música. Já tinha esquecido do que vi, tava bem mais relaxada. Lá pelas 10, o sono bateu, apaguei a luz da sala, fui no banheiro e me deitei. Tava com a luz do abajur acesa lendo até sentir que ia dormir. Quando ia apagar, olhei pra janela e tinha a sombra de alguém parado bem ali. Vi entre as frestas da persiana. Juntando coragem, falei: "Quem tá aí?" Ninguém respondeu, e a sombra continuou lá. Quando peguei o telefone, a sombra sumiu sem fazer barulho. Fiquei Morrendo de medo, sem saber o que fazer. Aquela noite foi terrível, eu morria de medo sem saber o que fazer. Mas passou, no outro dia foi mais normal, não trombei com o maldito florista, e percebi que ultimamente a floricultura estava fechada, devia estar devendo imposto ou algo assim, aquele desgraçado. Não dei muita bola também.
Quando a noite foi chegando, tudo estava tranquilo, eu ia sair pra tomar alguma coisa, com certeza. Então, depois de ver várias vezes se todas as portas estavam trancadas, resolvi tomar um banho, preparei o banheiro e levei uma roupa nova que tinha comprado pra me trocar lá dentro depois do banho. Terminei de me lavar, coloquei uma tanguinha rosinha bem pequena, uma calça branca fininha e uns saltos altos, em cima vesti uma camisetinha preta meio decotada. Fui saindo arrumando o cabelo e, quando terminei de sair do banheiro, ouvi um barulho na sala. Fui rápido e lá estava ele. Fiquei dura de terror ao ver um cara gordo com uma balaclava na cabeça. Tentei correr pra porta, mas ele me agarrou pelo braço e me deu um soco no estômago que me fez perder o fôlego, me jogou num sofá, depois ficou na minha frente e disse: — Olha, se comporta direito, ou te mato na porrada. Tá tudo fechado e ninguém me viu, então é muito fácil! Eu, chorando, escutava ele e olhei pra todos os lados, percebendo que todas as cortinas e persianas estavam fechadas, algo que não costumo fazer, porque não dá pra ver nada lá de fora.
Eu tremia de medo, o sujeito continuava com a balaclava na cabeça, andando de um lado pro outro. Era bem grande. Eu comecei a recuperar o oxigênio e, antes que pudesse gritar, ele me deu um tapa dizendo: — Nem tenta, gostosa! Eu tremia de medo, entre lágrimas, sem saber o que fazer, meu coração tava a mil de susto. Depois de me olhar fixamente enquanto eu tremia de medo, ele disse: — Se fizer tudo que eu mandar, nada de ruim vai te acontecer! Ele ainda tava com a balaclava. Me levantei do sofá, tentei fazer um movimento com... A mão dele veio e me deu um tapa tão forte que virou minha cara.
Eu chorava sem saber ao que aquele sujeito ia me submeter. Então ele, me segurando pelo braço, disse: – Sabe, Laura, você tem umas pernas lindas! Fiquei paralisada, ele sabia meu nome. – E essa cintura!! E essa bunda, é fantástica!! Senti ele dar um passo em minha direção e passar as mãos na minha cintura. Eu rezava por um milagre enquanto ficava imóvel, tomada pelo pânico. De repente, ele encostou o volume no meu traseiro, pude sentir contra minhas nádegas a excitação dele, uma forte excitação. O maldito estava se esfregando descaradamente em mim. Enquanto sussurrava no meu ouvido: – Você tem um corpaço, e vive mostrando ele sem vergonha... devia se cuidar, pode te acontecer algo!! O sujeito ria descaradamente, diante do meu medo total. Depois de ficar assim, sem saber o que ele ia tentar comigo, ele disse no meu ouvido: – Você tem uma buceta divina, levanta ela e mexe contra o meu volume!! Eu falei: – Não, por favor, chega!! Ele apertou meu pescoço com força e respondeu: – Faz isso ou te mato na porrada!! Eu, com muito medo e me sentindo totalmente humilhada, comecei a rebolar minha bunda como ele tinha me obrigado, o volume dele era grande, dava pra perceber, eu tremia enquanto continuava fazendo o que o maldito pedia. Ele sussurrava no meu ouvido:
– Que bunda linda você tem, Laura, redonda, grande e empinada, tenho que te dizer que é excitante te ver rebolando na rua!! Eu soube então que o maldito me estudava os movimentos, talvez fosse um psicopata, o medo tomou conta de mim ainda mais, eu não sabia o que fazer. Enquanto continuava admirando minha bunda linda, ele pegou minhas nádegas e as separou, pra encaixar melhor o volume grosso que se destacava na calça dele. Minha bunda se afundava debaixo da barriga horrível dele, enquanto ele pressionava o pau com mais força e dizia: – Uiii... mexe essa bunda, Laura... rebola do jeito que a gente gosta!! Eu continuei com aquela humilhação e levantei minha bunda o máximo que pude, comecei a mexer ela suavemente de um lado pro outro enquanto Esfregava a calça dele. De repente, tirou a protuberância da minha bunda, ficou ao meu lado, apoiou a mão na minha bunda e começou a apertar cada uma das minhas nádegas. Parei de mexer a bunda, mas o cara disse — O que foi?! Não falei pra parar!! Continua rebolando essa buceta, sua puta! Continuei rebolando, enquanto ele se divertia apertando, amassando e esfregando sem parar. Depois, voltou a ficar atrás de mim e as mãos dele me rodearam até pegar meus peitos. Eu não fiz nada, fiquei imóvel, enquanto o cara gritava bem alto — Que peitão gostoso que você tem, Laura!! Apertava meus peitos com força, amassava tudo, murmurando no meu ouvido — Que peitos!... São enormes e bem durinhos! O cara estava me humilhando completamente, sabendo que era muito maior que eu, todas as portas e janelas estavam fechadas pra ninguém ouvir ou ver nada, ou seja, naquela hora ele sabia que eu estava totalmente indefesa nas mãos dele, era dele, a não ser que um milagre me salvasse, era dele pra me usar como quisesse.
Isso me fazia chorar sem parar, me sentindo quase morta. De repente, o maldito me puxou o cabelo com força, arrancando, e disse no meu ouvido — Laura, o que você achou da minha mulher chupando meu pau?! Gostou?! Por isso que ficou de boca aberta olhando!! Aí eu lembrei daquilo, então o cara era o maldito florista da outra quadra. Comecei a me debater pra todo lado e a gritar, então ele puxou meu cabelo e me deu um tapa fortíssimo que me calou. Tirou a balaclava e voltou a me ameaçar, mas dessa vez com um canivete que ele tinha. Minhas chances eram zero, o cara tinha muita força e era muito maior que eu, estava totalmente indefesa. Quando eu ia gritar de novo, ele disse com voz agressiva — Se gritar, te mato na porrada! Fiquei paralisada com a ameaça dele, não sabia o que fazer.
Ele ficou na minha frente, me envolveu com os braços e desceu as mãos grossas dele pelas minhas nádegas, agarrando cada uma. Com uma mão, apertou com força. Naquele instante, gritei: — Socorro!! Me solta, maluco!! Ele soltou minha bunda e me agarrou com força pelo pescoço, ameaçando de novo, apertando tanto que quase me deixou sem ar. Depois, me olhou fixo e disse: — Não tô nem aí, gostosa. Você é muito boa e vou te comer. Vou te fazer gozar, e você vai pedir mais pica, igual minha mulher pede aos berros!! E riu de forma vil. Eu comecei a chorar sem parar, pedindo pra ele me soltar, mas o cara tava tipo possuído, completamente. Depois que o gordo nojento falou isso, enfiou a cabeça nos meus peitos e, num movimento rápido, mordeu de leve um deles por cima da roupa. Igual um cachorro faminto, ele mordia de leve e chupava meus peitos por cima da camisa, enquanto as mãos dele massageavam minha bunda num ritmo. Eu fiquei parada, sem reação diante daquela mãozada violenta que aquele gordo feio e nojento tava me dando. Não conseguia acreditar que isso tava acontecendo comigo. De repente, senti ele tirar a boca dos meus peitos e, num movimento rápido, puxou minha blusinha, me deixando só de sutiã branco. E de novo foi pros meus peitos, lambendo e mordendo, agora com um pouco mais de força.
Ele começou a me levar devagar até uma mesinha onde eu preparava o material dos meus alunos. De repente, senti as mãos dele saírem das minhas nádegas e irem pro botão da minha calça. Eu, furiosa, mesmo atordoada pela situação, tirei as mãos dele violentamente. Mas ele mordeu meu peito de repente, e eu tentei me cobrir em cima, tirando as mãos de baixo. Aí ele conseguiu desabotoar minha calça. Depois, as mãos dele subiram pros meus peitos e rasgaram meu sutiã, deixando meus peitos totalmente de fora. Ele me olhou e disse: — Você é muito gostosa mesmo. Tem uns peitos divinos e uma bunda espetacular. Vou te furar toda, boneca!! Seus peitos, vou saborear como nunca fizeram antes!! Pegou meus peitos com as mãos gordas, chupava e passava a língua. Eu sentia... Muito nojo, eu observava ele como um louco não parava de chupar meus peitos, eu estava quase em cima da mesa, de repente o gordo nojento se afastou dos meus peitos e eu vi ele puxar minha calça com violência, me deixando só de fio dental e salto, o cara ao ver minha calcinha fio dental disse:
- Heee Laura, então você é uma puta provocadora, olha o fio dental que você usa!!
Eu continuava chorando com os comentários vis dele, totalmente desmoralizada, me sentindo uma qualquer, estava nas mãos dele, com certeza o nojento gordo que sempre odiei ia me possuir e fazer o que quisesse comigo, como fazia com a esposa gorda dele, mas agora ele tinha uma mulher muito mais nova, de 33 anos e com um corpo bom, talvez ele sempre esteve com mulheres velhas e gordas como a esposa, mas agora era o contrário, agora ele ia aproveitar um corpo jovem que na vida dele jamais sonhou em ter.
Depois o cara disse em tom de deboche e superioridade:
- Agora sim, mamãe, se prepara pra gozar como nunca! Vou te meter como nunca, você vai pedir mais!
Eu só olhei pra ele com cara de ódio e rancor, mas não falei nada. Na hora ele se afastou de mim e abaixou a calça preta suja dele, ficando só de cueca. Eu olhei pra baixo e vi um volume enorme, parecia que algo queria sair logo. Depois ele se colocou entre minhas pernas e eu pude sentir aquele volume enorme, com pequenos vai e vem, ele esfregava na altura da minha buceta por cima do fio dental. Ficou um tempo assim até que se afastou de mim e abaixou a cueca. Na minha frente apareceu um pau enorme de uns 25 cm, grosso, muito grosso e cheio de veias, com a cabeça brilhando por causa do líquido pré-gozo que tinha soltado. O cara falou com voz forte:
- Agora chupa, puta, sabia que você gostava do meu pau, por isso estava me espionando outro dia! Agora é todo seu, come ele!
Senti nojo de fazer aquilo, gritei com violência e segurança:
- Você é louco, degenerado!
Ele rapidamente, com violência, pegou minha mão e colocou no pau dele, estava quente, começou a guiar minha mão pra cima e pra baixo, o cara... Pego meus ombros e puxou pra baixo, e por mais que eu resistisse com toda força, ele acabou me deixando de joelhos do jeito que queria. Minha mão subia e descia no pau enorme dele, eu estava bem na frente daquela rola, sentia nojo do fedor de sujeira que tinha. A situação era muito erótica e bem nojenta, nunca imaginei que estaria numa situação assim. Ele segurou minha mandíbula e me obrigou a abrir a boca, como pude diante da violência dele, comecei a chupar, o gosto me desagradou completamente, queria vomitar, era muito desagradável e humilhante. Aquele pedaço de carne não cabia na minha boca, então não enfiava tudo. Olhei pra cima, vi o maldito sujeito e, ao vê-lo, chorei ainda mais forte ao notar um sorriso enorme e uma cara de total loucura e prazer, enquanto ele começou a dizer:
- Isso mesmo, mamãe, ahhh, ahgg, mais rápido, slut! - Isso me torturava ainda mais, os comentários vis dele eram arrepiantes. Ele acariciava minha cabeça, guiava meus movimentos cada vez mais rápidos, enquanto gemia forte e eu continuava chupando, lambendo e sugando aquela rola nojenta dele. Não conseguia pensar em nada além do nojo da situação, eu chupando o pau daquele gordo tarado, dando muito prazer com minha boca, algo que nunca tinha feito porque achava humilhante. Sem saber por quê, o sujeito parou e me levantou, me agarrou pela cintura e me virou de costas pra ele em direção à mesa. Senti muito medo e nojo. Ele disse forte:
- Você tem uma bunda perfeita, quero que levante ela pra mim! - Depois pegou o pau duro dele e começou a dar pequenas batidas nas minhas nádegas, e disse:
- Mexe essa bunda minúscula! - Eu, com medo, comecei a rebolar em círculos levemente. Ele rapidamente começou a bater mais forte na minha bunda com o pau dele. Era o fundo do poço que pensei que me submeteria, não podia acreditar que aquele gordo estava se aproveitando completamente do meu corpo todo. Antes que o sujeito continuasse me torturando, eu disse:
- Não, por favor, já chega, vai embora, me deixa, eu imploro! - Mas ele fez ouvidos moucos aos meus pedidos. Implorando, ele respondeu zombando:
— Não se preocupa, Laura, você vai gostar. Só empina bem essa bunda e aproveita!!
Depois, com as mãos, puxou as alças da minha tanga, deixando ela no meio da coxa. O sujeito ficou parado e quase gritou:
— Ahhh, porra, que rabão impressionante você tem, Laura!! É bem gostosa, empina mais, sua puta!!
O cara estava prestes a me estuprar. Eu desabei em mais lágrimas e, então, senti a ponta do pau dele na entrada da minha buceta. Fiquei imóvel, esperando ele fazer o estupro e ir embora. Aos poucos, ele foi enfiando o pau dentro de mim. A dor ficou insuportável, e eu gritei um pouco:
— Aaahhh!!
Aí implorei de novo, gritando entre dor e raiva:
— Nãoooo, me solta, pelo amor, chega!!
Ele continuou enfiando aquele pau grosso dentro de mim enquanto zoava:
— Aaahhh, que apertadinha você tá, Laura, que gostoso ela aperta, AHHH!! Só falta mais um pouco pra eu meter tudo, sua puta!!
O cara conseguiu enfiar tudo, me fazendo sentir uma dor terrível, e deixou ali parado por um tempo, esperando minha buceta se acostumar com aquela pica enorme. Nessa hora, olhei pra trás e vi como aquele maldito me tinha totalmente exposta pra ele. Depois, me pegou pelas cadeiras e começou a se mover rapidamente, quase violento. Eu balançava pra frente e pra trás, me sentindo uma qualquer, totalmente entregue pela violência e submissão. Ali estava aquele gordo nojento me comendo, me curtindo e me aproveitando do jeito dele.
Aí o sujeito soltou minhas cadeiras, me pegou pelos braços e puxou pra trás, impondo um ritmo violentíssimo que me fazia morrer de dor. Eu gritava de dor e com muito ódio, mas ele continuava mais forte e gritava:
— Aaahhh, que linda você fica assim, aproveitando como uma puta!!
Ele continuava me estuprando com muita força, metendo e tirando o pau da minha buceta de um jeito selvagem, inacreditável. Eu só gritava. Depois de um tempo daquele movimento doentio, ele parou, tirou o pau, me virou e me colocou de... novamente de joelhos, me dizendo: "Agora é sua vez de tomar essa porra que tá guardada pra você, sua puta!"
O pau dele continuava duro do mesmo jeito, parecia não cansar. Peguei ele com uma mão e comecei a chupar com ódio e humilhação, queria morrer. Ele, vendo minha falta de cooperação, gritou: "Mais rápido, puta, mais rápido!" Eu continuei no mesmo ritmo. Então o desgraçado pegou meu cabelo por trás, enrolou na mão dele e impôs o ritmo que queria, enquanto gemia: "Aaah, aohhh, assim, puta, assim, ahhhhh, mais rápido!" Minhas bochechas doíam de tanto chupar aquele pau enorme e rápido, até que senti o corpo daquele canalha começar a tremer e ele gritou: "Vou gozar, puta, abre sua boquinha, já, ahhhh!" Ele tirou o pau, segurou minha cara, me forçando a abrir a boca, e começaram a cair os jatos de porra. Fechei os olhos e senti os esguichos, senti um líquido quente e viscoso nos meus olhos, nariz e boca. O sujeito me tratava pior que uma puta, fazendo coisas que eu não faria nem por dinheiro. Depois de terminar de me humilhar, ele disse: "Pronto, ahhh, agora sim, Laura, você foi bem comida e banhada de porra, como você queria!" Eu, como pude, olhei pra ele com ódio mortal. Ele sorriu e continuou zoando: "Você tá linda com essa cara cheia de porra!" Depois fomos ao banheiro, onde ele limpou meu rosto e os restos de porra do meu cabelo. Então me levou pro meu quarto e escolheu uma calça rosa bem justa no corpo com uma mini tanga vermelha e uma regatinha justa de várias cores. Depois me disse: "Como você tá gostosa! Laura, adoro sua bunda e seus peitos bem empinados, parece mentira que acabei de te comer!" Eu pensava o mesmo, parecia mentira como eu, uma mulher solteira de 33 anos, bonita, com um corpo de dar inveja, tinha caído nas mãos dele, nas mãos de um gordo babão e sujo, que deveria ser um sonho um dia me tocar e me possuir, e agora tinha conseguido.
O sujeito se aproximou de mim, me pegou pela cintura e me apertou contra o corpo gordo dele enquanto dizia: "Ah, Laura, sabe de uma coisa? Tenho muita porra pra te dar. e te curtir!! As palavras vulgares dele no tom de deboche, do jeito que ele falava, só aumentavam meu ódio. Queria matar aquele nojento, mas não podia fazer nada e ficava parada esperando ele ir embora. Só que o desgraçado pegou minha mão e colocou no pau dele, dizendo: — Sente como eu fico duro só de te ver!! Eu só chorava, enquanto o cara começou a acariciar um dos meus peitos e depois passou a morder meus seios por cima da minha blusinha, espremendo eles sem dó. De repente, ele arrancou minha blusa com um puxão violento, deixando meus peitos totalmente livres. Ele olhou pra eles e disse: — Que gostosa, sua putinha, você é uma bonequinha!! E começou a chupar meus peitos e morder como um desesperado. Aquilo me dava muito medo e nojo, de tão nojento que o cara era. Aí ele falou bem alto: — Quero que meu pau curta esses limões!! Me pegou pelos ombros, me fez abaixar, ficar de joelhos na frente dele. Depois ele pegou o pau dele e começou a bater nos meus peitos. Era uma humilhação, uma submissão total, mas eu não podia fazer nada. De repente ele disse: — Agora quero que você me faça uma punheta com essas tetas lindas, quero ver o quanto você é puta!! Colocou o membro inchado entre meus peitos e, me segurando pelos ombros, começou a me mover pra cima e pra baixo, num ritmo. O cara me olhava e dizia: — Aaahhh, que delícia, Laura, você é uma puta completa, adora uma rola, dá pra ver que você precisava disso. Mas não se preocupa que eu vou te dar uma foda que você nunca vai esquecer!!
Isso era ainda mais humilhante: as provocações verbais, a ironia, e o fato de que o cara se achava meu dono. Eu chorava e não acreditava que isso estava acontecendo comigo. No meio da humilhação, ele disse: — Agora vou te curtir ainda mais, você vai ter essa rola toda dentro de novo, mas primeiro quero aproveitar mais o seu corpo todo!! Me levantou de onde eu estava, pegou minhas pernas e as mãos dele foram subindo até agarrar minha bunda com aquelas mãos gordas. Ele apertou forte e depois me virou. violentamente e me agarrou por trás, apoiando todo o nojento pau dele na minha calça, eu podia sentir completamente a rigidez do pau dele entre minhas nádegas, o cara tava excitadíssimo e as mãos dele percorriam meus peitos e todo meu corpo enquanto continuava apoiando o nojento pau dele na minha bunda falando no meu ouvido -Você tem uma raba perfeita, puta, quero que você levante ela de novo!! E me segurou forte pelo cabelo puxando, eu fiz sem hesitar por causa da dor e ele continuou com a tarefa de continuar aproveitando de ter minha bunda empinada completamente em cima do nojento pau dele, o cara esfregava o pau dele e dizia vilmente algo que me deixou gelada e morta de medo -Laura, eu sempre via você passar, com essa bunda linda, quando você usa essas calças de puta e passa esquentando todo mundo, não faço nada além de pensar nela, pensando no meu pau todo dentro dessa bunda divina, e agora finalmente eu tenho ela!! Eu explodi em mais lágrimas, não podia acreditar, o cara ia me estuprar analmente também e eu implorei que não, por favor não, mas ele tava possuído pelo desejo e gritava pra eu calar a boca ou me matava na porrada, depois com respiração ofegante começou a abaixar o zíper da calça e baixando deu um puxão violento deixando minha calça nos tornozelos, me deixando só com a minúscula calcinha vermelha que o maldito tinha me feito vestir, o cara babou me olhando, depois disse -Você tá gostosa com essa calcinha, puta!!
Continuando com o pau dele apoiado na minha bunda, dava pra sentir o calor que esse troço soltava, eu olhava no espelho do meu quarto vendo aquele gordo me tendo completamente nas mãos nojentas dele, era revoltante. De repente, me pegando pela cintura, me jogou violentamente na cama, caindo de bruços, rapidamente tentei me levantar mas o cara já tava ajoelhado quase em cima de mim com uma das mãos nas minhas costas, eu olhei pro gordo babão que tava excitadíssimo, não podia acreditar que o pau dele tava totalmente duro com a cabeçona completamente vermelha, o cara começou a acariciar minhas nádegas agressivamente, apertando e esfregando sem parar enquanto dizia — Que bunda boa você tem, Laura, grande, dura e bem empinada! Depois me deu umas palmadas nas nádegas, e continuou acariciando. O sujeito se ajoelhou e começou a bater com o pau duro nela. Ele se divertia comigo, então disse — Você tem uma bunda gostosa, mostra ela de novo, empina! Eu fiz com muito medo, então ele, com as mãos, abriu minhas nádegas e enfiou o pau no meio delas. Eu sentia o pau enorme dele e um arrepio terrível me invadia, junto com muito pânico, enquanto morria de raiva ao ver aquele maldito no espelho, via aquele gordo nojento tendo minha bunda bem empinada pra ele.
Depois continuou com as carícias na minha bunda enquanto ainda murmurava coisas tipo — Que cuzinho gostoso! Quero te comer por aqui, vou te arrebentar toda, mamãe! De repente, num movimento violento, pegou minha calcinha fio dental e puxou até o tornozelo, depois começou a se masturbar com o pau duro e a colocar o dedo dentro da minha bunda. Eu me mexia pra todo lado tentando fugir, o sujeito ficou puto e gritou — Fica quieta, raposinha! Não se preocupa que vou fazer delicioso, você vai uivar de prazer quando tiver bem dentro! Eu olhava fixo no espelho pra ver tudo que acontecia atrás de mim. Com as mãos, ele separou minhas nádegas e foi colocando a cabeça do pau enorme na entrada do meu cu, depois pressionou contra mim, fazendo a glande entrar no meu corpo. Eu, com lágrimas, soltei um grito forte de dor — Aaaiii, aah, aah! O sujeito continuava lentamente enfiando o pau enorme dentro de mim, me rasgando, enquanto dizia — Fica calma, putinha, agora você vai gozar quando eu meter tudo, quando entrar inteiro, vou ser quem você mais vai querer te comer, tenho certeza! Eu chorava ainda mais por causa dos comentários dele e por causa do rasgo na minha bunda linda, que não aguentava mais a dor, enquanto ele... gritava de prazer ao sentir minha apertura -¡¡AAaaahhh slut, que gostoso você tá apertando, hooooo haaaa!!
Aos poucos, ele foi enfiando o membro enorme dentro do meu esfíncter pequeno, eu sentia uma dor incrível, olhei pra trás e já estava quase todo dentro de mim, gritei implorando pro maldito me soltar -¡¡AAAhyyyyy ah me solta pelo amor de Deus!! ¡¡¡Me solta!!! Mas o pau dele já estava dentro de mim, sumindo entre minhas nádegas, depois disso ele deixou a rola enorme parada lá dentro por um tempo, sem se mexer, enquanto eu olhava no espelho como eu estava, era a coisa mais horrível que já tinha visto, não conseguia acreditar, via minha bunda linda empalada pelo pau enorme daquele gordo nojento e sujo que sorria com ar de vitória, aí ele começou a se mover devagar contra mim, subia tirando quase o pau todo e enfiava de novo completamente no meu ser, me fazendo gritar de dor fortíssimo -¡¡AAAyy!! ¡¡AAAyy!! ¡¡AAAyy!! ¡¡AAAyy!! Depois o cara começou a se mover muito mais forte contra mim enquanto gritava de prazer e dizia -¡¡AAAhhh aguenta putinha aaahh que gostoso ver sua bunda empalada aaaaaahhhh sempre sonhei com esse momento asiiiiiiii ahhhh!! Eu chorava e gritava de dor e humilhação enquanto o cara gozava pra caralho tendo meu corpo à disposição e aproveitando ao máximo. O cara então começou um movimento desenfreado, colocou as mãos gordas nas minhas costas e montou em cima de mim me esmagando, a pélvis dele se movia violentamente contra mim, enquanto ele gritava forte
-¡¡Que cu infernal você tem Laura, por Deus!! E se ouvia aquele nojento ¡plop! ¡plop! ¡plop! das estocadas selvagens que eu levava, as bochechas da minha bunda vibravam a cada penetração. O cara estava todo suado e meio cansado mas continuava gozando e gritando coisas, ele me disse -¡¡Você fica mais linda assim, com um macho te comendo desse jeito... Ooooohhh, que gostoso você aperta, essa bunda é minha!! O gordo nojento uivava de prazer, e ficou assim por pelo menos 20 minutos me esmagando e penetrando violentamente, quando de repente ele disse - Se prepara, puta, que vou te banhar de porra!! E gritou - AAahhhhhhhhhhh!! Eu senti um jato de semen quente invadindo meu interior, depois ele tirou o pau e direcionou as próximas descargas pra minhas nádegas, banhou elas de porra, e começou a espalhar e bater com o pau em todo o contorno das minhas nádegas. Depois caiu exausto e ofegante do meu lado, e me explicou como tinha planejado tudo, como conseguiu a chave, enquanto eu não podia fazer nada, estava morta de dor. O cara então se vestiu e me ameaçou de morte, dizendo que sabia todos os meus passos e tinha vários amigos que podiam fazer o trabalho sujo. Eu fiquei chorando sem parar, morta de dor e medo.
Fatos fictícios.
0 comentários - El florista cogedor