Cogida por el enemigo de mi novio

Oi, sou María Luz, tenho 32 anos, moro em Buenos Aires, sou advogada. Sou uma garota magra e de altura mediana, tenho 1,63m, embora esteja acostumada a usar saltos altos ou botas de salto. Meus peitos são médios e bem empinados, minha cintura é bem fina e tenho uma bunda bem empinada, junto com minhas pernas longas e bem torneadas; não posso negar que me preocupo muito com minha figura.

Gosto de usar minissaias, jeans justos e coisas assim, realmente sempre fui uma garota que gostou de se vestir sexy, e que os homens me devorem com o olhar.

A verdade é que adoro que fiquem me olhando e que me desejem, muitas vezes visto roupas apertadas, e escuto todo tipo de comentários na rua, que finjo não gostar, mas na real adoro e me excitam um pouco.

Com minhas amigas, a gente sai muito pra dançar, adoramos nos vestir sexy, nos divertir entre nós, dançar, beber e também esquentar os caras quando nos convidam pra tomar algo. Não consigo resistir a provocá-los, adoro, não posso negar. Gosto tanto de provocar caras que até pela internet eu faço, o tempo todo pelo MSN.

Lembro que sempre falava com dois que eram os que mais me excitavam. Um morava longe da minha casa, então não tinha problema, mas o outro morava relativamente perto, e essa situação me despertava muito tesão.

Um dia, com o sujeito que morava perto da minha casa, aconteceu algo estranho comigo: ele me mandou uma foto dele pra eu saber como ele era. Eu olhei e não dei muita importância.

O tempo passou e lembro que um dia, estando com meu namorado arrumando as coisas dele, já que estávamos prestes a nos mudar pra morar juntos, apareceu a foto da formatura dele.

Rapidamente ele começou a me contar quem era quem, e na foto apareceu esse cara que tinha me mandado a foto dele. Fiquei bem surpresa e, disfarçando, perguntei sobre ele. Notei que meu namorado ficou com um nó na garganta e depois me disse: — É um infeliz que eu odeio, o colégio inteiro a gente se odiava, não suporto ele, se eu vejo ele na Mando ele na porrada!!
Eu engoli seco e fingi que nada tinha acontecido, mas tenho que admitir que a mistura de tudo — o destino, o escondido e o perverso — me excitou um pouco, não posso negar. Isso fez com que eu começasse a conversar ainda mais com ele; ele começou a pedir fotos, eu sempre recusava, e só mostrava minhas fotos pelo avatar do MSN, sem mostrar meu rosto, óbvio, só meu corpo. Ele ficava louco de tesão, e isso me esquentava ainda mais.

Quando meu namorado chegava, a gente transava gostoso pra caralho, eu pedia pra ele tirar fotos minhas (que depois eu mostraria pro inimigo dele). A verdade é que me sentia completa nessa parada de esquentar os caras e na situação morbosa e escondida que eu tinha por trás do meu namorado, que nunca desconfiaria da sua namoradinha santinha.

Pra chamar o inimigo dele de algum jeito, vou chamar de Patriarca, que é o pseudônimo que ele usava na internet. Cada vez ele ficava mais tarado com as fotos que eu mostrava e com as coisas que a gente conversava, enquanto eu curtia vendo ele sofrer.

Patriarca queria me conhecer, mesmo eu estando namorando, mas eu sempre dava desculpas e tal, embora nunca dissesse não de vez.

Algumas noites, quando meu namorado decidia sair com os amigos e eu não podia ir por causa do trampo, eu me conectava e conversava com esses dois caras que me esquentavam de um jeito incrível. Contava que meu namorado não estava em casa, e eles ficavam cada vez mais loucos. Eu ria e me excitava pensando que, se Patriarca descobrisse o perto que ele tava de mim, poderia fazer qualquer coisa.

A diferença que eu fazia entre eles era que pro cara que tava longe eu mandava minhas fotos e contava mais sobre minha vida. Aos poucos, ele virou meio que um amigo, e eu contava minha vida, meus gostos — acho que informação demais, sem perceber. Já pro Patriarca eu não contava nada, porque sabia que a gente morava relativamente perto e podia ser perigoso.

Lembro de um dia que meu namorado me deixou na mão, na última hora cancelou um rolê porque os amigos Tinham me convidado pra um churrasco. Já trocada pra sair e muito puta, decidi entrar pelo menos pra me consolar conversando com os caras e não ligar e brigar com meu namorado.

Assim que entrei, não tava nenhum dos dois, e não me senti bem, era como se eu precisasse deles pra me sentir desejada. Passou meia hora e eu não sabia o que fazer, tava quase saindo quando de repente entra o cara que mora longe, e aí falei com ele quase como uma desesperada.

Ele tinha acabado de sair, e tava bem tarado. Rapidinho começamos a falar de putaria, e ele tava me esquentando de um jeito muito forte, então eu falei: — Mano, entre você e o outro que quer que eu vá na estação de trem, eu derreto!

Esse era o Patriarca, o inimigo do meu namorado, que pedia pra eu ir numa estação de trem vestida igual as fotos que eu mostrava pra ele. Era maluco, mas a ideia cada vez me excitava mais, não dava pra negar.

Aí, o cara me perguntou quem era, e eu contei tudo: que era um cara com quem eu conversava, que depois de um tempo percebi que morávamos perto, e essas coisas. De repente, o Patriarca entra.

Então eu contei, e não tive ideia melhor do que adicionar ele na conversa e a gente bater papo os três juntos. Tenho que admitir que foi incrível, nós três falando, os dois me excitando cada vez mais.

Tava começando a ficar com medo de que conseguissem me fazer perder o controle, então decidi sair sem me despedir, porque não aguentava mais de tesão. Tive que ir me masturbar sozinha, não dava mais.

No dia seguinte, depois de ver meu namorado, nem brigamos, eu tava tão satisfeita que não liguei de não termos saído, passamos o dia juntos e foi tudo ótimo, eu pensei que aquela noite ele ia dormir em casa, mas ele disse que tinha a despedida de solteiro de um amigo do trabalho. Fiquei puta e discutimos, mas ele não ligou e foi embora porque a farra começava cedo. Eu fiquei em casa e tava irritada. Liguei pra umas amigas pra sair, e todas tavam com os namorados, como é sábado. Claro, era sábado.
E ainda por cima eu tinha ido comprar roupa nova pra estrear com meu namorado, então decidi experimentar. Coloquei uns saltos, uma saia florida curtinha e uma regata turquesa meio decotada. Eu tava incrível, me sentia excitante.

Aí passou pela minha cabeça a ideia louca do Patriarca de ir até a estação de trem vestida assim. A ideia me deu uma sensação estranha, ainda era cedo e tava claro lá fora.

Então lembrei do bolo que o idiota do meu namorado me deu e me arrisquei, falei: — Foda-se, não perco nada, vou e volto rápido.

Saí na rua rumo à estação de trem que fica umas 10 quadras. Quando virei a esquina, ouvi umas buzinas e uns assobios. Longe de me incomodar, começou a me excitar ainda mais.

Me sentia uma mulher fatal. Quando cruzava com algum velho safado ou algum moleque menor de 18 anos me olhando, eu me arrepiava de tesão e não conseguia evitar andar de forma sensual pra provocar mais olhares.

Naquela hora tem muito movimento, todo mundo saindo do trabalho. Quando tava passando na frente de uma obra, pensei "aqui vão se passar" e não me enganei: gritaram de tudo, coisas tipo — Que bunda você tem! Vou deixar teu cu falando, puta! Hummm, te como toda!

Meu tesão e medo ao mesmo tempo eram demais; aqueles olhares e comentários daqueles homens excitados e cheios de vontade. Mmmmm.

Não aguentava mais, tava com medo de algum daqueles caras tentar fazer alguma coisa, ou na estação encontrar esse tipo de gente, então o medo venceu, dei uma volta rápida e voltei pra casa.

Quando entrei, respirei aliviada e ao mesmo tempo excitada pra caralho. Não sabia o que fazer, aí fui pro computador. Quando abri meu MSN, tanto o cara de longe quanto o Patriarca tinham me deixado mensagens offline; ao ler as do Patriarca, fiquei com mais tesão ainda, e entrei online. Na hora eles apareceram. Com certeza estavam me esperando.

Aquela noite eu tava louca, os dois super excitados e eu não aguentava mais. Tava perdendo a cabeça, totalmente insatisfeita e morrendo de vontade de mais.

Aí contei pro cara mais distante o que eu tinha feito e quem era o Patriarca: um inimigo do meu namorado, mas que eu odiava ele. Também falei que meu namorado não sabia desse MSN, e o Patriarca também não sabia quem era meu namorado, e que ele não podia contar. Mas tenho que admitir que a ideia me deixava com muito tesão.

O cara começou a pedir mais fotos, sob ameaça de contar tudo pro Patriarca. Eu aceitei, mais pelo tesão do que pela chantagem. Sempre implorando pra ele não passar as fotos pro Patriarca, já que a gente mora a só três quadras de distância. Mesmo o cara tendo me prometido que não faria isso, eu mandei minhas melhores fotos, as mais quentes. Sempre mandava fotos sem mostrar o rosto ou com um quadrado branco tampando, mas quando mandei várias rápido, escapou uma onde dava pra ver minha cara claramente.

Fiquei gelada; tentei mentir que era outra pessoa, mas foi impossível. Eu tinha errado feio. Não sabia como disfarçar, enquanto a gente continuava conversando os três juntos na outra sala.

A gente tava muito excitado; eu não sabia se me tocava ou não, minha buceta tava toda molhada. De repente, na conversa de três, o cara distante começou a falar coisas sobre mim pro Patriarca. Falei com ele por fora da conversa e tentei impedir, mas ele não respondia. Ele passou informações como o modelo do carro que eu tinha, que eu morava a poucas quadras dali, e o Patriarca cada vez pedia mais, até que de repente o Patriarca falou: — Já sei!! Com a foto que você acabou de me mandar, já sei quem é. Uma loira que mora a umas quadras daqui, tem um 206 preto!!

Senti que tudo tinha escapado das minhas mãos, tentei desmentir as coisas pro Patriarca, mas ele não respondia. Eu tava ficando muito nervosa, o cara distante ria e me pressionava. Senti pânico e decidi me desconectar. Fui pra cozinha pegar algo pra me acalmar, mas quando tava tomando um pouco de água, a campainha da minha casa tocou.

Fiquei paralisada, não me mexi, porque a cozinha fica do lado da porta de entrada da minha casa. Não Sabia o que fazer, se apagasse a luz era óbvio. Esperei um pouco e me mexi pra tentar ver quem era. Quando consegui espiar, não vi ninguém. Fiquei tranquila por um minuto, mas aí ouvi algo passando por debaixo da minha porta.

Olhei e era minha foto, atrás estava escrito, dizia: "Loira, abre a porta porque sei tudo sobre você, vou encher o bairro com suas fotos, girl"

Fiquei tremendo, a campainha tocou de novo, mas muito mais forte, tocava sem parar. Meus nervos estavam a mil, olhei pela janela e lá estava o Patriarca. Ele continuava tocando a campainha e não me deixava pensar no que fazer; pensei em chamar a polícia, de repente ele começou a bater na porta, parecia que ia derrubar, fiquei com mais medo ainda.

Abri a janela e não deixei ele me ver, tentei mudar a voz e falar que ele tinha se enganado, mas ele nem ligou, continuou no interfone sem parar. Minhas pernas tremiam quando decidi criar coragem e espiar só um pouco pra mandar ele pastar.

Foi um grande erro, assim que abri a porta senti um empurrão forte, caí no chão de bunda. Levantei o olhar, e lá estava o Patriarca parado na minha frente. Eu tremia, minhas lágrimas começaram a cair, meu coração estava acelerado. De repente ele se aproxima, rápido, e me agarra pelo cabelo com violência e me levanta do chão dizendo:

- Sua puta, é melhor ficar calada, se não quiser que eu arranque todos os seus fios! Entendeu?! E puxou meu cabelo mais forte

Soluçando respondi: - Sim, mas por favor não faz nada comigo...

Não conseguia parar de chorar e estava morrendo de medo. Vi ele com uma cara de pura safadeza, me olhando de cima a baixo, me despindo com os olhos, aí ele disse: - Cadê seu quarto?!

Não respondi e continuei chorando, então ele agarrou meu rosto com força e apertou minha boca dizendo: - Vai logo, puta, não me faz perder a cabeça!!

Com medo, apontei onde era e ele começou a andar, me arrastando, eu tentava me soltar, mas ele puxava meu cabelo com muita força e a dor me fazia perder as forças para resistir.
Quando chegamos no meu quarto, ele me jogou na cama com violência, enquanto ria. Depois começou a revistar meu quarto, até que encontrou em cima do criado-mudo um retrato onde eu estava junto com meu namorado. Olhei com medo, meu coração batia muito forte, então ele sorriu de forma cínica.
Naquele momento, criei coragem, levantei da cama rápido tentando sair do quarto, mas ele me alcançou e puxou meu cabelo, me parando. Me encostou na parede, me olhando com ódio; a respiração dele estava ofegante e eu só tremia.
— Sua puta!! Aonde você pensava que ia!?
Eu não respondi, só chorava e não olhava pra ele.
Ele começou a rir cada vez mais alto, depois uma das mãos apertou meus peitos e com a outra começou a percorrer minha cintura, até descer pras minhas pernas, enquanto eu só chorava tremendo.
Depois, com a mão que tocava minha perna, passou pro meu cu e apertou com violência, enquanto a outra mão continuava me percorrendo. Não sei quanto tempo ele ficou assim, mas foi uma eternidade.
De repente, o corpo dele colou no meu, e a língua dele passou pelos meus lábios, ao que não reagi, senti muito nojo. Uma das mãos dele agarrou meu cabelo com força e gritou: — Sua puta, para de se fazer de santa, se você é uma puta terrível que só gosta de esquentar os caras na Internet!!
Eu chorava cada vez mais, porque me sentia culpada, era verdade o que ele dizia, não podia negar, e isso me fazia sentir muito mal. Ele passou a língua no meu rosto de novo enquanto ria, quando perguntou apontando pro retrato no criado-mudo:
— Sua puta!! Quem é o cara da foto!?
Tremendo, respondi:
— Meu namorado!
— E como ele se chama!? Perguntou insistentemente.
Hesitei um segundo e respondi:
— Mario.
Então, me agarrando mais forte pelo cabelo, começou a rir cada vez mais alto na minha cara: — Kkkkk!! Quem você pensa que engana, puta!? Esse é o Gonzalito, um idiota que estudava comigo no colégio!!
Eu fingia que não tava entendendo, mas no fundo Sabia tudo e sentia uma sensação estranha. Então, ele insistiu:

—¡Como é que você se chama, nome e sobrenome, me fala!? E puxou meu cabelo com muita força, a ponto de me fazer chorar de dor.

—Gonzalo. (Também falei o sobrenome dele)

Aí ele começou a rir mais alto. Era óbvio, sabia quem era meu namorado, com quem sempre se odiaram no ensino médio. Então a mão dele desceu rápido e apertou uma das minhas nádegas pelo lado com fúria, enquanto mantinha aquele sorriso doentio no rosto.

Ele ainda me segurava pelo cabelo, o que tornava impossível não encarar ele. Com certeza, me ver daquele jeito fazia ele aproveitar ainda mais a situação.

Sem dizer uma palavra, me sacudiu pelo cabelo e me jogou violentamente na minha cama. Ele era muito violento, mas tenho que admitir que o jeito dele me fazia sentir algo que percorria meu corpo como choques elétricos.

Ele veio pra cima de mim assim que caí na cama e, sem perder um minuto, me virou de bruços no colchão, me fez inclinar quase de quatro, com os pés na borda da cama. Minha saia, claro, já tinha subido bastante, ficando bem no começo da minha bunda, com certeza eu devia estar uma visão incrível naquela posição.

Depois ele soltou meu cabelo e as mãos dele subiram a saia até minha cintura, ficando só com minha calcinha fio dental branca totalmente exposta pra ele, que não parava de olhar minha bunda. Eu via a cara de desejo dele pelo espelho, não conseguia parar de tremer e chorar, estava com muito medo.

—¡Que pedaço de puta gostosa você é!! ¡Olha a calcinha que você tem, puta!! Ele disse, enquanto continuava rindo.

Ver o porte do corpo dele atrás de mim me fez sentir estranha: ele era enorme e eu bem pequenininha, me via muito miudinha na frente daquele cara e isso me agradou de alguma forma.

De repente, num movimento mais que violento, ele começou a puxar minha calcinha fio dental até rasgar; com certeza não aguentava mais, começou a tirar a calça dele a toda velocidade. Quando terminou de baixar a cueca, olhei pelo espelho, queria ver, não sei por que, o tamanho dele. mas foi impossível; só senti que ele começou a encaixar na entrada da minha buceta e fiquei tensa, engoli seco e com a voz cortada pelo choro falei:

- Por favor, nãooo, tem pena de mim, por favor!!

A verdade é que não sei se foi melhor ou pior, porque ele deu um tapa na minha bunda e com a outra mão, segurando o pau dele, enfiou a cabeça dentro de mim, mesmo estando bem molhada, senti a grossura da glande e não consegui evitar um pouco de dor. Ele me segurou pela cintura e me empurrou com fúria, fazendo o pau dele entrar de uma vez e me fazendo sentir aquela grossura enorme. Não consegui evitar de gritar:

- Aaaagyyyyyyyy!! Tira!! Aaaahhh!!

Eu olhava pra ele pelo espelho e a cara de prazer dele era incrível. Longe de parar, ele começou um vai e vem violentíssimo contra mim, me fazendo ir pra frente e acabar com o rosto no colchão, ficando ainda mais exposta aos ataques violentos dele que não paravam nem um segundo. Ele estava possuído, a violência era atroz, parecia que queria me abrir ao meio.

Eu mordi os lábios pra não continuar gritando, isso excitava ele mais. Com os ataques violentos dele, sentia que estava me partindo e precisava desabafar de algum jeito:

- Ahhhgggg!! Ahhhgggg!! Chega!! Para!! Ahhhgggg!! Ahhhgggg!!

Queria falar pra ele como podia, mas era impossível, ele pulava e bufava como um touro. Não acreditava que ele me batia com tanta força, quando de repente ele começou a gemer e gritar:

- AAhhhhhhgggg!! AAaaggggg!! SSSiiiiiiii!! Puta!! Toma, vadia, toma!!

Senti que ele ia gozar, tentei sair a todo custo mas não consegui, o maldito começou a gozar dentro de mim enquanto apertava minha cintura dando os últimos ataques violentos. Depois de gozar, ele desabou sobre mim, me esmagando. Eu chorava sem parar, não acreditava que isso estava acontecendo comigo, mesmo que por dentro eu tivesse sentido uma sensação impossível de descrever, suja, abusada e estuprada por aquele maldito.

Aos poucos ele começou a recuperar o fôlego, começou a rir no meu ouvido e falou:

- Viu, vadia? Quando eu te falava pela internet que ia te comer!! Consegui!! Kkkkkkkkkkkkkk
Eu só chorava ouvindo aquilo, ele continuava falando no meu ouvido.

-Faz tempo que sei quem você é, piranha!! Sabia?!

Naquele momento me assustei e, choramingando, perguntei:

-O quê?! Como?!

-Ahhh, a putinha se interessou?! Kkkkkkk Pois pra começar, tenho todos os dados que você trocou com aquele outro cara da internet, além de todas as suas fotos!!

Comecei a chorar mais, me sentindo ainda mais idiota, então ele continuou.

-Já tinha te visto faz tempo, sem saber que você era uma puta de internet, te vi junto com aquele otário do Gonzalito!! Naquele dia você tava vestida igual a uma das fotos que o outro cara me mandou, junto com os dados do seu carro e que você morava por aqui, era óbvio que era você, só tava esperando o momento certo.

Fiquei paralisada, as lágrimas secaram, me senti a mulher mais idiota do mundo, burra, que tinha caído nas mãos do pior inimigo do meu namorado, por brincar bestamente na internet. Tava pagando as consequências do meu jogo. De certa forma, sentia que merecia.

Criei coragem e falei:

-Já conseguiu o que queria, pronto, me deixa em paz!

-Kkkkkkkkkkk você não pode me falar isso, rabuda gostosa!! Isso tá só começando!! Você não sabe a quantidade de punheta que bati com suas fotos, agora vou te aproveitar!! Ele respondeu.

Eu implorei:

-Não, chega, por favor, leva o dinheiro, o carro, juro que não vou te denunciar, mas me deixa em paz!

Senti uma das mãos dele apertar uma das minhas nádegas e ele falou no meu ouvido:

-Não tô nem aí, sua bunduda, se você me denuncia ou não!! Você não sabe o quanto me excitou todos esses meses, e quando confirmei que era a noiva do Gonzalito, fiquei mais excitado ainda Kkkkkkkk Aquele corno filho da puta!!

-Não fala assim dele, por favor!!

-Kkkkk como você quer que eu chame o corno, que a namorada é uma puta que se exibe na internet e por isso acaba dando pra outro cara!! Ele dizia, enquanto não parava de rir debochadamente.
Depois continuou me contando:
– Minha vida inteira comi as namoradas dele, desde o ensino médio. Depois não vi ele mais, mas ele sempre me odiou por isso!! Tô vendo que as coisas não mudaram, não é, putona?! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Eu apertei os dentes de raiva ouvindo aquela risada suja, e o que ele dizia era revoltante, e eu não podia fazer nada. As palavras vis dele e a situação me davam um certo calor no corpo todo: saber que o pior inimigo do meu namorado estava louco por mim, que eu excitava ele, que eu deixava ele com tesão daquele jeito, era difícil de explicar, mas me fazia sentir uma sensação de calor e ódio ao mesmo tempo, difícil de descrever.
De repente, com ele ainda em cima de mim, senti a mão dele apertar minha bunda, até que aos poucos senti a mão dele indo mais em direção ao meu buraquinho ainda virgem, e me estremeci de medo. Então ele enfiou um dos dedos com força, e senti uma descarga elétrica percorrer meu corpo ao mesmo tempo que uma vontade de fazer cocô.
Comecei a chorar de novo, enquanto ouvia a risada dele, mas naquele momento passou pela minha cabeça um pensamento fugaz que me acendeu: eu imaginava ele me montando de quatro, o pior inimigo do meu namorado arrombando meu cu, antes do meu namorado de 4 anos, pra quem eu tinha prometido aquilo pro dia do casamento. Foi realmente muito forte o pensamento. Senti de novo a pressão do dedo dele tentando entrar mais fundo no meu cu e gritei:
– Nãooo, chega!! Me deixa em paz!!
– Big booty slut, não vou te largar até te arrebentar toda, pode ter certeza!! Ele respondeu rindo sem parar.
Eu morria de raiva por dentro, mas de algum jeito sabia que ele tinha razão. Naquela situação, eu estava nas mãos dele, não podia fazer nada pra me livrar. Era dele e ele ia fazer o que quisesse comigo.
O dedo dele se movia com certa experiência, não dava pra negar que eu estava gostando. Fazia tempo que meu namorado enfiava um dedo ali, mas eu nunca sentia nada. Agora, sim, estava sentindo um calor que me fazia apertar o dedo dele. De repente, não sei como, comecei a rebolando minha bunda instintivamente, buscando mais o dedo dele. Tentei não fazer, mas meu corpo tava desobedecendo. Vendo as reações do meu corpo, ele zoava e me dizia

-¡¡Tá começando a gostar, putinha?! É verdade o que você falou na Internet, que seu namorado ainda não comeu essa rabuda?!

- Mmmmm Sim! Respondi meio seca e meio gulosa, tava ficando com tesão com o dedo dele, não dava pra negar.

- Kkkkkkkkkkk Sempre o mesmo otário esse Gonzalo, tendo pena de putas como você!! Ele gritava

Eu chorava com os insultos contra meu namorado, mas de algum jeito esse filho da puta tava conseguindo tirar uma mulher de dentro de mim que eu não conhecia. Depois ele se aproximou do meu ouvido e falou baixo, mas firme

-¡¡Se prepara, porque hoje à noite sua bunda vou arrebentar na pica!! Vou comer tudo, putinha!! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Eu tremi de medo, e tinha certeza que ele ia fazer, então minhas lágrimas começaram a brotar com mais força, sabendo que não só ia perder a virgindade anal, mas também não ia conseguir cumprir a promessa pro meu namorado.

De repente, o desgraçado tirou o dedo da minha bunda de uma vez, me fazendo doer pra caralho, e falou

-¡¡Antes de continuar com a melhor parte da noite!! Quero que você se vista bem de putinha pra mim e desfile aqui no seu quarto, enquanto eu olho pra puta que vou comer!!

Não acreditei, realmente esse filho da puta queria me humilhar o máximo possível, e tava conseguindo. Era revoltante, não sabia o que fazer. Vendo minha falta de iniciativa, ele me puxou pelo cabelo e me colocou de pé, abriu meu guarda-roupa e falou

-¡¡Vamos, putinha, que quero te comer!! Escolhe roupinha de puta igual nas fotos que você mostra na Internet!! Vestida de puta igual você faz pro corno do seu namorado!!

Tava morrendo de raiva ouvindo como ele se divertia zoando meu namorado, mas tenho que admitir que me sentia suja e condenada ao capricho daquele desgraçado por ser idiota. Assim que me arme de coragem e rapidamente peguei uma minissaia bem curtinha e justa de jeans que eu tinha, minhas botas e uma camiseta branca justa por cima.

Quando me virei, ele estava com uma cara de tarado me olhando, me despindo com os olhos, e o pauzão dele, grosso e com a cabeça bem grande, esse cara era um verdadeiro garanhão, ou tava muito excitado.

Então ele gritou:

- Não acredito que você é tão gostosa, sua puta!! Vai, dá uma voltinha pra mim!!

Eu tava indignada, mas fiz, e quando girei não consegui evitar de empinar mais a minha bunda e mexer devagar, devo admitir que tava gostando de me exibir na frente daquele filho da puta, quando de repente ouvi um barulho estranho. Quando virei pra ver, ele tava com o celular tirando fotos minhas. Então falei:

- Não, chega!! Não seja tão cruel comigo!! Por que você tá fazendo isso comigo?

- Porque você é uma puta que adora provocar pau e gosta disso!! Ele respondeu, enquanto continuava tirando fotos.

- Vai, posa, sua puta, vira e empina essa bunda enorme que você tem!! Não para de mexer essa raba, que eu tô filmando, hahahaha!!

Eu sofria com a humilhação, mas tava ficando com tesão e obedecia, me virava e empinava minha bunda, mexia de forma sensual, já tava louca, a situação me excitava, mesmo sendo suja e humilhante, despertava algo que sempre tive, que era vontade de me exibir e que meu namorado odiava em mim.

De repente me virei e vi que ele se levantou, fiquei um pouco assustada, mas continuei. Ele tirou mais uma foto minha, assim, e depois me pegou pela mão e me jogou na cama, aí tirou outra foto e depois veio pra cima de mim como um louco que era, me imobilizando, me esmagando.

As mãos dele não perderam tempo, apertava minha bunda com força, enquanto com a outra mão me apalpava os peitos, parecia que tinha mil mãos o desgraçado, a respiração dele era ofegante, tava como um louco, realmente tava muito excitado comigo.

De repente foi subindo minha saia, até deixá-la enrolada na minha cintura, e um dos dedos dele voltou pra minha bunda, entrando. Com violência, me fazendo gritar pra ele
-¡¡¡Ahhhgggg!!! ¡¡Devagar, filho da puta!!

Mas ele ria e mexia o dedo dentro de mim de um jeito selvagem mas constante, fazendo com que aos poucos eu fosse aceitando ele cada vez mais fundo. De repente, ele tirou o dedo e eu comecei a tremer, sabia que vinha o pior, o que ele tanto queria.

Comecei a sentir a cabeça inchada do pau dele perto do meu cu, e entre lágrimas falei, sabendo que era inevitável
-¡¡Tem pena de mim, por favor!!

Ele apertou minha bunda e, rindo, disse
-¡¡Vou tentar, mas desde que vi essa sua rabuda nas fotos que você mandava pro outro cara, não paro de pensar nela, às vezes nem dormi pensando em como te comer, e agora tenho ela aqui, na minha frente, totalmente indefesa, não quero te assustar, mas vou te falar: vou arrebentar esse cu, porque tô desesperado pra enfiar!! Kkkkkkkkkk

-¡¡Vou te bombar pior do que pela buceta, mas te garanto que depois você vai implorar pra eu fazer de novo!!

Terminou de falar isso, apontou a cabeça, depois de cuspir um pouco, e começou a empurrar.

Como era muito difícil de entrar, ele disse
-¡¡Vai, gostosa, segura firme no colchão, respira fundo e relaxa, porque se você se contrair vai ser pior, vai doer mais!!

Meu cu sentia a pressão e, aos poucos, incrivelmente, começava a ceder, deixando a cabeça entrar quase rasgando as paredes da minha bunda.

Isso me fez dar um grito ensurdecedor
-¡¡¡AAAAgggggggggyyyyyyyyyyyyyyyy!! ¡¡Ahhhhggg!! ¡¡AAAaayyyyy!!

Com as mãos, apertei o colchão, e meu rosto se banhou de lágrimas, era indescritível como aquele pau enorme raspava as paredes do meu cu, mas cada vez eu sentia ele entrando mais fundo dentro de mim, não parava de entrar, lenta e dolorosamente.

Até que senti ele colocar a boca perto do meu ouvido e dizer
-¡¡Viu, putinha, que entrou tudo?! ¡¡O que você sente com todo o meu pau dentro do seu cu?! ¡¡O que você sente por eu ser o primeiro a arrebentar ele e não o outro?! Seu namorado é um baita dum cuzão!?
Eu chorava ouvindo ele, mas de tanta dor não conseguia nem responder, nem falar, sentia que tava me partindo por dentro, que eu tava explodindo e gritava sem consolo

-¡¡Aaaaagggggghhhh!! ¡¡AAaahhhgggg!! ¡¡Chega!! ¡¡AAahhhggg!!

Longe de ter pena de mim, ele começou a meter com uma bombada forte e cada vez mais dura, era insuportável, eu queria mesmo quebrar tudo, faltava ar de tanta dor.

Ele ria e com a voz ofegante me dizia

-¡¡Tô explodindo de tesão por você. Te garanto que depois de hoje você vai ser minha putinha porque ninguém mais vai te satisfazer assim!!

Eu sentia aquele pau grosso me rasgando tudo por dentro, quando consegui recuperar o fôlego, pude falar pra ele

-Chega! Pelo amor de Deus, te imploro! ¡¡aaaaayyy!! ¡¡Ayyy!! ¡¡Chega!!

Não sei se ele tinha me ouvido ou foi de propósito, mas depois disso, em vez de aliviar um pouco, ele acelerou a bombada no meu cu e eu sentia a pélvis dele batendo sem parar, era um ritmo violento e selvagem, a cama rangia sem parar e se mexia como se fosse cair.

Num momento perdi a noção do tempo, acho que tava desmaiando quando ele diminuiu a bombada e me segurou firme pela cintura, dando as últimas metidas e enchendo todo meu cu com aquele líquido nojento dele, que queimava por dentro.

Com a respiração ofegante, ele gozou em cima de mim, eu fiquei quase morta, não podia fazer nada, ele me esmagava e enquanto recuperava o fôlego ria no meu ouvido.

Depois ele se levantou e tirou o pau de dentro de mim, nessa hora me disse

-¡¡Jajaja saiu com um pouco de merda e sangue, putinha!! ¡¡Rasguei tudo!! Jaja

Com isso ele acabou de me destruir psicologicamente, meu desespero era terrível, nunca me senti tão humilhada na minha vida e chorava sem parar, nada mais ia ser igual.

Doía muito, com certeza ele tinha aberto minha bela rabeta como uma flor, não parava de chorar pensando no que tava acontecendo comigo, quando de repente ele se levantou e começou a revirar meu guarda-roupa. Eu olhava pra ele entre lágrimas, mas não não conseguia fazer nada, meu corpo inteiro doía.

Depois ele se virou e me disse:

— Que roupa de puta que você tem!! Adorei!! Vou fazer você usar de novo outra hora!!

Ele veio até onde eu estava com umas meias-calças minhas compridas, pegou minhas mãos e amarrou elas juntas, bem forte. Eu não reagia, mas fiquei com mais medo ainda. Aí ele me puxou pelo cabelo, levantando minha cara, pegou o pau dele e começou a esfregar ele no meu rosto todo. O cheiro era forte e ele estava meio mole, mas ele esfregou ele na minha cara inteira e disse:

— Essa é a piroca que acabou de arrebentar seu cu!! Conhece ela bem porque vou vir fazer isso sempre!! Hahahaha

Depois de esfregar por um tempo, ele começou a bater na minha cara com ela, e cada vez ficava mais duro. Aí ele disse:

— Vamos, puta, abre a boca, que até você me fazer gozar não vou parar de comer sua boca!!

Não perdeu tempo e meteu o pau violentamente na minha boca. O pau dele já tava duro de novo. Ele me segurou pelo cabelo e começou um movimento brutal, parecia mesmo que ele tava me comendo pela boca. Eu tinha ânsia de vômito, mas ele não ligava pra nada, era um animal comigo.

Não sei quanto tempo ficou assim, minha bunda e minha mandíbula doíam muito. De repente ele começou a gemer e o pau dele começou a pulsar. Sem parar nem um minuto, começou a despejar o líquido nojento dele na minha boca. Tentei cuspir, mas ele continuava com a bombada infernal e impossibilitava. Aí ele tirou um pouco o pau e alguns jatos caíram no meu rosto, deixando minha cara toda com a porra suja dele pendurada no meu queixo, enquanto ele ria e dizia:

— Como você ficou linda agora, puta, com a cara cheia de porra e o cu arrebentado!!

Entre lágrimas e com raiva, respondi:

— Você é um filho da puta!!

Ele começou a rir e disse:

— Sou sim!! Sou o filho da puta que acabou de arrebentar seu cu e que vai continuar fazendo isso!! Hahahaha

Depois se vestiu rápido, pegou o celular dele e tirou mais fotos minhas assim. Como eu tava, tentava não olhar, mas era quase impossível, ele só ria. Aí, quando já ia saindo, falou:

— A propósito, Lucecita, vou levar suas chaves, porque pretendo voltar logo! Kkkkkk

Eu não parava de chorar desesperada, ele era um filho da puta, vil, estuprador. Quando senti que ele fechou a porta, comecei a tentar me soltar, mas tava bem amarrada e me machucava tentando me soltar.

Deixei passar um tempinho pra tentar de novo, e de repente meu celular começou a tocar. Me virei como pude até a mesa de cabeceira onde ele tava, e era meu namorado me ligando. Tentei me soltar de novo, mas tava muito presa. O celular parou de tocar.

Me senti muito mal por isso, mas naquele momento lembrei que parte disso também era culpa dele, por preferir uma despedida de solteiro com os amigos…

Fatos fictícios.

3 comentários - Cogida por el enemigo de mi novio

topopez +1
un relato bien retorcido pero bien... buen relato...