O Diretor do Colégio
Oi, sou a Karina e isso aconteceu uns meses atrás. Vou contar que sou professora de Contabilidade, tenho 25 anos, recém-formada.
Assim que me formei, a primeira coisa que fiz foi sair da casa dos meus pais, porque eles eram exigentes demais e cheios de restrições comigo, não me deixavam quase sair pra me divertir.
Consegui um apartamento bonitinho, meio afastado, mas servia porque, apesar de ser meio caro, era perfeito, ainda mais pra alguém que tá começando agora.
Vou contar que sou uma garota chamativa, me considero bem bonita, por isso sempre fui eleita rainha da minha turma, cálculo. Tenho uma altura boa, 1,70, que com salto alto fica ainda melhor. Meu corpo sempre foi bem desenvolvido, definido e bem proporcionado, com uns peitos grandes, quase enormes, herança de família, uma cintura fina que adoro, pernas bem longas e minha parte da bunda, que é média, redonda e bem empinada.
No começo, tudo ia bem, mas depois que parei de trabalhar num escritório, as coisas começaram a piorar.
O apartamento era meio caro de pagar e meu dinheiro começou a sumir mais rápido por não conseguir um bom cargo de professora. Um dia, saiu um anúncio num colégio importante e resolvi ir, me arriscando porque não tenho uma pontuação alta.
Fui bem arrumada como sempre e, por mais que tivessem muitas professoras, aquelas típicas velhas gordas com uma pontuação altíssima, fiquei numa seleção menor. Fiquei super feliz e, mesmo sendo minha única saída conseguir aquela vaga, tentei procurar outros colégios, mas foi impossível. Passaram umas semanas e não me ligavam, enquanto meus gastos só aumentavam e minha renda continuava parada, já que as aulas particulares eram raras.
Em dois meses, minhas poucas economias acabaram. Eu estava a um passo do desespero, não tinha pago o aluguel e tinha vendido duas ou três coisas minhas pra poder comer e sobreviver.
De repente, um dia o telefone tocou. Do colégio que tinha uma entrevista, pulei de alegria, era minha única esperança. No dia seguinte, me arrumei pra matar, com umas sandálias altíssimas, uma calça cinza bem justa e uma blusinha branca meio decotada. Sabia que era difícil, talvez o diretor me contratasse pelos meus encantos, era minha única opção. Cheguei no colégio e vi as professoras que vieram antes de mim, todas velhas com notas excelentes, todas gordas com anos de docência, e o mundo desabou.
A manhã foi passando até que entrei na sala do diretor, Mario se chamava. Era um cara tipo uns 55 anos, bem robusto, alto e meio gordo. Ele me olhou de cima a baixo descaradamente, mas depois simpatizou comigo e comentou que era muito difícil eu conseguir o cargo, que tinha visto professores muito bons pra vaga e que eu quase não tinha experiência. Isso já era um não. Eu, desesperada, contei minha situação quase chorando, ele me escutou atentamente, mas não disse nada. Depois de explicar com todos os detalhes meu desespero, Mario falou: "Bom, não garanto nada, te ligo se for aceita, vou te considerar." Senti uma dor forte no peito, tinha certeza que não me ligaria.
Fui pra casa angustiada, sem saber como sair desse abismo. No dia seguinte, o telefone tocou cedo, atendi de má vontade, e era do colégio, dizendo que precisavam de mim naquele mesmo dia, em algumas horas.
Rapidamente me vesti igual ao dia anterior e voei pro colégio. Quando cheguei, o diretor me cumprimentou e me levou pra sala dos professores, me apresentando. Eu tava muito feliz, minha cara mostrava. Todas eram professoras, me deram uma recepção calorosa e logo fui dar aula.
Passaram-se duas semanas, e o aluguel continuava sem pagar. Expliquei pro dono do apartamento que pagaria no fim do mês, mas ele me obrigou a dar um sinal. Eu não sabia o que fazer, então pedi um adiantamento do salário, mesmo com vergonha, mas me deram e dei um sinal. dívida que eu carregava.
Passou um mês e eu já tinha feito amizade com as velhas gordas e abandonadas professoras, todas contavam como era ruim com o marido, que não se arrumavam porque o marido era um tarado.
Passou o mês seguinte e eu continuava pagando a dívida com adiantamentos do salário, por sorte dava pra comer, enquanto o dono do apartamento me disse que se eu atrasasse de novo, eu ia embora. Diante desse aviso, eu tentava dar o máximo possível dos adiantamentos.
Mas um dia, como qualquer outro, acordei cedo, depois de tomar banho, como estava muito calor, decidi vestir uma calça branca fininha, e por cima uma camisa branca que ficava um pouco apertada, mas era muito linda, e uns lindos saltos altos pretos. Peguei minha bolsa e fui pra escola. Ao chegar, antes de qualquer coisa, me disseram que o diretor queria me ver urgente.
Fui até o escritório dele, que fica na secretaria geral, bati, e de dentro ouvi um
— Pode entrar. Ele disse
Abri a porta e lá estava Mario, o diretor. Assim que entrei, o olhar dele se fixou nos meus peitos, que com a camisa apertada o botão de cima parecia que ia estourar a qualquer momento. Percebi como ele me devorava com os olhos, por dentro eu ria e diante daquela situação comecei a brincar com Mario, queria ver aquele velho me desejando, imaginava como aquele velho tarado queria provar meu corpo.
Ele olhava descaradamente pros meus peitos, aquele velho queria chupar meus seios. Depois nos sentamos cada um de um lado da mesa, e ele me disse
— Karina, notei que você sempre pede adiantamento do salário.
— Humm sim, respondi corando.
Então ele me olhou fixo e disse
— Isso aqui não é caridade, aqui se paga trabalhando, sabia, senhorita?!
Eu, apavorada com os gritos dele, falei num tom baixo
— Desculpa, não vai acontecer de novo, senhor diretor, só que eu precisava pagar a dívida do aluguel.
Ele se irritou de novo e disse
— Lá vem você com essas histórias de novo. Vou ser simples: se pedir adiantamento de novo, vai embora! - Não vai acontecer de novo, senhor diretor. Falei assustada.
- Espero que tenha ficado claro, pode se retirar. Ele disse.
Saí rápido e fiquei com muito medo, sabendo que as coisas iam complicar com o dono do apartamento. Meus problemas não se resolviam, fui falar com o dono do apartamento e ele disse que não podia mais esperar, que se eu não pagasse teria que sair, porque tinha muita gente esperando.
Dei mais um pouco pra quitar a dívida, mas ela só aumentava cada vez mais, até que um dia chegou um telegrama de despejo. Fiquei gelada, não podia acreditar, estava ficando na rua a menos que em 15 dias regularizasse a dívida.
Comecei a chorar sem saber o que fazer, aí pensei na minha única saída: pedir outro adiantamento e ainda um empréstimo pra quitar a dívida. Isso ia ser quase impossível.
Um dia como qualquer outro, pensando na escola como resolver, pensei em pedir conselhos pras minhas colegas de trabalho. Todas disseram que o Mario não ia se opor à minha situação desesperadora. Eu já tava quase com medo de ter que ir falar com ele sobre isso, mas os dias passavam e não me restava outra opção a não ser ir com muita vergonha pedir.
Naquele dia quente, vesti uma calça jeans clara e de novo a camisa branca apertada que eu sabia que o Mario devia gostar, talvez pelos meus encantos eu convencesse ele, umas sandálias bem altas, arrumei meu cabelo e saí pra escola pra tentar ver se encontrava alguma solução.
Na rua, como sempre, percebi que mais de um olhar ia descaradamente pra minha bunda ou pros meus peitos. Gosto que me olhem, mas não tanto nem tão exagerado, via uns velhos safados na rua e eles falavam cada coisa que até me deixavam desconfortável.
Quando cheguei na escola, senti os olhares dos alunos no meu corpo e só mexi meu corpo ao andar pra devoção deles. Na sala dos professores, também percebi os olhares dos professores, principalmente do professor de história, que é um Senhor diretor, devia ter uns 60 anos no mínimo, com uns óculos horríveis, quase não fechava a boca olhando pros meus peitos sem nenhum disfarce.
Tava conversando com uma professora quando vi o diretor indo pra secretaria, era muito estranho porque sexta-feira a secretaria não abria, ele atendia em outro escritório às sextas, mas se fosse pra lá seria mais cômodo pra poder falar em particular e pedir ajuda desesperadamente.
Bati e entrei, o Mario me olhou de novo dos pés à cabeça, babando horrores, me tratou super bem e aos poucos fui conseguindo explicar minha situação, o velho sempre olhando pro meu decote ficava enrolando, dizendo que veria se podia fazer alguma coisa, isso e aquilo, eu tava meio incomodada mas não podia falar nada, só agradecer. Quando eu tava indo embora, a gente se levantou e o diretor me disse:
— Sabe, Srta. Karina, que a senhora ilumina o colégio com sua presença?! Tem um corpo perfeito! Espero que não se importe de eu dizer isso.
— Não, muito obrigada. Respondi, fiquei paralisada, morri de vergonha, aí ele continuou:
— E esses peitos, são naturais?
Eu assenti com a cabeça, totalmente inibida.
Fiquei parada sem saber o que fazer, então ele deu um passo em minha direção e colocou as mãos suavemente na minha cintura, eu não sabia o que fazer, aí falei com medo e vergonha:
— Bom, muito obrigada pelos elogios, diretor. Disse timidamente.
Depois ele falou num tom mais baixo — Karina, sabe que posso te ajudar com sua dívida mais rápido?
Essa frase iluminou meu rosto e respondi feliz — Sim, como?!
— Ora, não sei, você teria que cumprir todas as exigências deste colégio, aulas extras pros alunos, e não sei mais o quê!
Naquele momento, não me importei com nada disso, então falei:
— Claro que sim, diretor, farei tudo que o senhor disser que tenho que fazer!
Ele ficou pensativo e soltou algo que ficou na minha cabeça até hoje:
— E se eu pedir pra você chupar minha pica?! Também vai fazer?!
Fiquei chocada, sem saber o que responder a uma pergunta dessas. e só consegui dizer
—Desculpa, não entendi direito o que o senhor disse!
Ele me encarou bem firme, com os olhos arregalados e, me segurando pela cintura com força, gritou quase na minha cara:
—Você ouviu bem e entendeu direitinho, peituda, o que eu falei! Que parte do seu trabalho? Se você quiser fazer esse serviço pra mim, eu te pago o dobro do seu salário e já te dou um adiantamento agora!!
Eu ouvi a proposta safada e senti medo. Nunca tinha passado pela minha cabeça fazer algo assim, ainda mais com alguém daquele jeito. Respondi:
—Não posso fazer isso que o senhor quer, mas se me pedir ajuda em outra coisa, eu faço!!
Ele mudou a cara e, dessa vez, gritou ainda mais alto:
—Não tem outra coisa que você possa me ajudar! Então ou aceita o que eu tô propondo ou não tem nada, e de quebra tá demitida!!
Eu me senti completamente chantageada, morrendo de medo e culpada, mas sabia que não tinha outra escolha. Além de pensar que um velho como ele não aguentava muito, fiquei parada, como se desse um sim sem falar por orgulho. Então as mãos dele começaram a se mover devagar sobre meus quadris. O fato de estar naquela situação, com um velho me olhando descaradamente e ao mesmo tempo tocando e sentindo minha pele, só me fazia tremer e minhas pernas ficarem bambas.
Mário dizia, quase babando:
—Sabe, Karina, você tem um corpaço e fica mostrando ele descaradamente.
O tom de voz dele, cheio de tesão, arrepiou minha pele. De repente, ele foi se colocando atrás de mim, até encostar o volume dele na minha bunda. Senti o volume dele nas minhas nádegas. Meu velho chefe, naquele momento, estava se esfregando descaradamente em mim.
De repente, as mãos dele me rodearam devagar até pegar meus peitos grandes. Aquele velho maldito estava realizando os desejos sujos dele. Eu estava imóvel. Então ele sussurrou no meu ouvido:
—Que peitão enorme você tem, Kari!!
Eu me senti desejada e abusada ao mesmo tempo, não sabia o que fazer. As mãos dele apertavam meus peitos e o volume dele continuava completamente encostado na minha bunda. De repente, ele parou de me apoiar e enfiou a mão dentro da minha calça. Senti a mão dele pegando minha calcinha, que estava presa entre minhas nádegas redondas. Ele me puxou para trás, fazendo minha bunda ainda mais empinada.
Naquele momento, entendi que não tinha mais volta. O diretor me segurava com as mãos velhas e nojentas dele, e minha bunda estava enterrada debaixo da barriga nojenta dele. Ele me segurou pelos quadris e apertou o pacote dele com força contra mim. Até ouvi um gemido baixinho vindo dele enquanto ele dizia:
— Que rabo, que pernas e que peitos você tem, sua puta!
Depois de ficar um tempinho nessa posição, o velho me soltou, e eu fiquei parada na frente dele. Me virei e vi o velho ainda me olhando, me devorando com os olhos. Eu estava meio despenteada, com minha calça toda desarrumada. Ele começou a acariciar o volume dele na minha frente. Fiquei perplexa olhando, e então ele disse:
— Você é muito gostosa, Karina! Definitivamente, você é muito gostosa, olha esses peitões que você carrega!
Ele se aproximou com aquela cara de depravado, e as mãos dele desabotoaram dois botões da minha camisa. Meus peitos saltaram mais para frente. Ele sorriu e começou a apertar meus seios, apertando num ritmo, quase babando enquanto olhava. Então ele disse:
— Que peitos você tem, não cabem nas minhas mãos, garota! Você gosta que apalpem seus peitos? Vamos, responde tudo que eu disser!
Eu, com a voz carregada, respondi: — Sim, diretor, eu gosto que apertem meus peitos.
As mãos dele terminaram de desabotoar minha camisa e tiraram meu sutiã. Meus peitos ficaram totalmente indefesos na frente dele, para ele apalpar melhor. Ele apertou com força, enquanto as lambidas nos meus peitos se transformaram em chupadas e mordidas descontroladas. Eu me senti muito desejada e suja ao mesmo tempo, por ter que me deixar apalpar por aquele velho nojento.
Fechei os olhos, tentando me desconectar mentalmente daquele lugar, quando de repente Mario parou de me apalpar e lamber. Ao abrir os olhos, ele começou a rir na minha cara e disse:
— Que puta linda você é! Socorro... você tem uma carinha de anjo... que lábios mais lindos...!
Depois me soltou e foi até a escrivaninha, quase sentou nela e me mandou ir até lá. Eu, com medo, me aproximei, então ele disse
- Vamos, Kari, abaixa minha calça e tira meu boneco, que ele quer te curtir!!
Eu, quase chorando, obedeci, sem olhar na cara dele. Quando minha mão pegou no membro dele, olhei e vi que era bem grande e grosso, com a pele esticada de tão duro, a glande molhada sujando minha mão. Depois, ele me deu um puxão forte no cabelo e disse quase gritando
- Agora você vai chupar ele, putinha... vai chupar o boneco do diretor!!
Enquanto me forçava a me inclinar, me deixou curvada num ângulo de noventa graus, com minha cabeça na altura do membro dele e minha bunda empinada do outro lado. Então começou a acariciar minha bunda, foi um bom tempo, até que o maldito começou a dar uns tapinhas no meu rosto com o pau inchado e gordo do jeito que tava. O sujeito me humilhava dizendo
- O que achou do meu pau? Hein, putinha? Gostou? Vai, abre a boca, vagabunda!
Eu, com medo e vergonha, passei a língua no membro dele. Ele se inclinava pra ver por baixo da barriga. Tinha um gosto de suor que me dava ânsia, mas o velho tava se divertindo como ninguém, tinha certeza, dava pra sentir nos apertos na minha bunda. Enquanto dizia
- Isso, putinha, chupa ele!!
Eu fazia meu trabalho sujo e chupava o pau dele rápido, enquanto meus lábios percorriam de cima até onde conseguia enfiar na boca, minha mão apertava e masturbava o que ficava de fora. O maldito se deliciava sem limites.
Ele continuava falando coisas, tava no paraíso
- Aaarrgg... que mina mais gostosa que tenho na minha frente, que corpaço e ela chupando como uma verdadeira profissional! Hahaha
Eu comecei a chorar, era muito humilhante me submeter àquele velho nojento pelo meu futuro. Não queria, mas já era tarde demais, sabia que não tinha volta. Eu estava resignada e sem outra saída. ando, com certeza o Mario ia me comer e fazer o que quisesse comigo, igual fazia com as professoras gordas que trabalhavam comigo, mas agora era o contrário, agora eu ia aproveitar um corpo jovem e quase sem experiência.
De repente ele parou e tirou o pau da minha boca, deixando minha saliva toda nele, me olhou rindo e me puxando pelo cabelo com violência me colocou de pé na frente dele. Fiquei ali parada sem saber como reagir, nem o que fazer, o velho diretor me agarrando de novo pelos cabelos me colocou em cima da mesa dele, aí as mãos dele arrancaram minha calça e puxando com força me abaixaram, ficando só com minha calcinha fio dental, enquanto ele dizia:
— Que garota gostosa você é, Kari! Que pernas você tem, é um tesão!
As mãos dele passavam pelas minhas pernas de baixo pra cima, depois as mãos dele começaram a apertar forte meus peitos, o velho tava doidão, as mãos dele me acariciavam e apertavam o corpo todo, uma das mãos dele desceu até minha entreperna e começou a me esfregar, ele tava completamente em cima de mim, me sentia presa entre as mãozonas dele.
Depois ele se afastou de mim, me olhou com aquela cara de velho tarado e verde que ele tinha e se abaixou na minha frente, puxou forte minha calcinha e tirou ela completamente.
Ele se colocou entre minhas pernas, e começou a passar a língua devagar enquanto me olhava e sorria safado, depois aos poucos começou a me beijar ali e a chupar com mais força. Tudo ele fazia devagar mas com paixão, me olhava o tempo todo.
Ele fazia de um jeito incrível, sentia meu corpo começando a reagir, meus bicos ficaram muito duros e eu mordi os lábios pra não soltar um gemido, mas foi inevitável fechar os olhos. Depois olhei pra ele de novo e ele tava rindo e começou a chupar com muita paixão minha buceta, me excitando a cada lambida.
De repente o velho parou e se levantou na minha frente, pegou o pau gordo dele com a mão, me olhou e disse:
— Agora vou te comer do jeito que você quer, putinha!
Em seguida enfiou o pau gordo dele na minha buceta, o A dor me invadiu e eu soltei um grito seco de dor.
- Aaahhyyyy!!
Ele tirou o pau completamente e voltou a meter no meu corpo, a dor era bem forte, embora eu já estivesse começando a me acostumar. O velho pegou nas minhas pernas e começou a meter e tirar aquele pau nojento devagar primeiro, soltando gemidos de satisfação, enquanto começava a suar.
De repente, ele agarrou minhas pernas e, levantando-as um pouco, começou a se mover violentamente, me fazendo ver estrelas de dor e prazer. Ele continuava suando cada vez mais, e o calor dentro de mim começava a crescer, enquanto ele seguia gemendo. Depois, ele me pegou pelas nádegas, me levantou um pouco da mesa, deixando minhas costas arqueadas e o pau dele dentro de mim, e começou a me rodar primeiro, depois impôs um ritmo muito forte que me fez gemer. O movimento era tão intenso que meus peitos balançavam pra cima e pra baixo com força. Nunca tinha sido comida assim. Era muito violento e constante. Eu só gemia sem controle.
- Aahhhgggg!! Aaahhhhggg!!! Siiim!! Aahhhhhggg!! Mmmmmm!!
Ele me olhava o tempo todo e parecia que estava tirando sarro de mim. Quando de repente ficou parado, então me pegou pelas mãos e me levantou, me agarrou pela cintura e me virou de costas pra ele, em direção à mesa. Me fez ficar de quatro, com o corpo sobre a escrivaninha dele. Meus peitos enormes ficaram esmagados contra o vidro frio da mesa, e ele atrás de mim. Ficou me olhando e disse:
- Que cuzão gostoso você tem, Kari, redondinho e empinado. Tenho que dizer que é espetacular te ver assim!
Eu não dizia nada, só ficava quieta. Então virei pra olhar pra ele e vi a cara de triunfo e satisfação, porque ele sabia que me tinha completamente impotente nas mãos dele. Naqueles momentos, eu era dele, dele pra me usar à vontade, dele pra satisfazer qualquer capricho da luxúria dele, e ele me tinha no escritório, de quatro sobre a mesa, com a calcinha fio dental nas coxas e sem jeito de me negar.
Depois, ele se aproximou. devagar, se posicionando bem atrás de mim, dizendo:
— Kari, vou continuar te comendo e te aproveitando, sua puta! Que rabo gostoso você tem! É bem gostoso, levanta mais essa bunda, puta!
Eu, como podia, levantava mais minha bunda, ficando na ponta dos pés. Naquele momento, comecei a chorar diante de tanta humilhação, era horrível pensar na situação. De repente, senti a ponta do pau dele na entrada da minha buceta, começando a abrir caminho. Fiquei parada, esperando ele fazer tudo. Então, aos poucos, ele foi enfiando o pau de novo em mim. Ele rapidamente começou a se mover pra frente e pra trás, e eu comecei a sentir um calor dentro de mim e a gemer. Sentia que estava me partindo, a dor era estranha, mas eu gostava, era como uma mistura de prazer e dor. Virei pra trás e vi como o diretor Mario me tinha totalmente exposta pra ele, enquanto me segurava pelos quadris e continuava investindo contra mim, gritando bem alto:
— Aaah, que gostoso, como você fode, puta! Você é a melhor professora que já comi desde que sou diretor!
Mario acelerava o vai e vem cada vez mais e com mais força. Eu, num movimento estranho, levantei um pouco mais minha bunda. Mario percebeu e parou os movimentos, agarrou minhas nádegas e começou a movê-las ritmicamente contra o pau dele. Virei pra ver e vi os olhos dele cravados na minha bunda, com certeza observando como o pau dele entrava e saía rápido da minha buceta, enquanto ele dizia:
— Oooh, que gostoso, como você engole, ohh, ahha, isso, puta, assim! Ninguém move a bunda como você, ahhh!
Eu chorava, mas não conseguia evitar. Assim ele me teve por uns 20 minutos. O barulho das batidas da minha bunda na barriga dele era horrível pros meus ouvidos, enquanto ele aproveitava cada segundo.
— Aaaahhh, que linda você fica assim, aproveitando como uma puta!
Ele acelerava mais e mais, tinha muita força. Metia e tirava o pau da minha buceta de um jeito incrível, e eu só gemia. De repente, meu corpo se convulsionou e eu tive um... orgasmo
-¡¡Aaaahhhhh!! ¡¡Aaahhhggg!! ¡¡Aaaahhhh!! ¡¡Asiiiii!! ¡¡Asiiii!! ¡¡¡Aahhhhhggg!! ¡¡Sii!!
Esse gemido escapou da minha garganta e os movimentos dele pararam, Mario percebeu e tirou o pau de dentro de mim, eu estava perdida, me recuperando do orgasmo quando comecei a sentir o líquido dele jorrando nas minhas nádegas enquanto o diretor gemia e me dizia
-¡¿¡Gostou, sua putinha !!?
Eu chorei e não respondi por causa da culpa que sentia. Ele deve ter entendido, porque não disse nada, só arrumou a roupa e falou
–Hoje à tarde você tem os adiantamentos do salário e um bônus depositados, agora se veste e a gente mantém contato.
Eu me arrumei rápido e fui pra casa, depois de um banho, onde pensei no fundo do poço que tinha caído e um monte de coisas, me sentia muito mal, mas consegui manter meu apartamento e até com dinheiro extra, sujo, mas extra.
Passaram-se algumas semanas e tudo estava tranquilo, como se nada tivesse acontecido, eu me senti mais aliviada, até que numa quinta-feira, que é um dos dias mais movimentados na secretaria, uma preceptora me avisa que o diretor quer me ver urgente. Um arrepio percorreu meu corpo, mas depois pensei que, como nas quintas todo mundo está na secretaria, não ia rolar nada e era só pra falar de algum assunto puramente profissional, fui ao escritório dele, tudo estava calmo, ele falou um monte de besteira, até que de repente me disse
-¡¡Bom, na verdade te chamei porque quero que você me chupe agora, Kari!!
Eu fiquei chocada com a sinceridade dele e respondi
-Mas diretor, tem muita gente trabalhando aqui hoje, por favor, não me humilhe assim.
Ele franziu a cara e falou com voz forte
-¡¡Olha aqui, putinha, aqui se faz o que eu mando, senão você fica na rua!!
Eu fiquei paralisada diante daquela confissão, uma lágrima quase escorreu do meu rosto, não acreditava no quão porco esse cara podia ser, ele sorria ao ver minha cara, então se afastou um pouco da mesa e apontou pra debaixo dela. Pois é, aí eu comecei a chorar ainda mais forte, mas me levantei e fiz o que o velho filho da puta queria.
Quando me meti embaixo, o pau dele já tava pra fora da calça pedindo atenção, peguei com a mão e fiz o meu trabalho sujo. O gosto era horrível, parecia suado. Eu tentava fazer o mais rápido possível pra ele gozar logo e me deixar em paz, mas de repente senti a porta do escritório abrir. Fiquei paralisada de medo de ser descoberta e do que iam falar, enquanto continuava chorando. O velho, por outro lado, tava tranquilo, respondendo as perguntas que uma orientadora tava fazendo pra ele. Depois que ela foi embora, ele me disse:
— Continua, mesmo que entre gente, sua puta!
Eu segui com aquele nojo, até que o velho imundo gozou na minha boca, me obrigando a engolir tudo senão eu não saía de baixo. Depois disso, me levantei pra vazar o mais rápido possível, mas ele falou:
— Kari, não tão rápido. Na saída do turno, passa aqui de novo que eu vou te dar um presentinho meu.
Eu não respondi nada e saí correndo pro banheiro, chorando, pra me limpar e secar as lágrimas. Depois de dar minha última aula, olhei o relógio e já era hora de ir embora. Fui pra secretaria quase tremendo e bati na porta do escritório dele.
Entrei e lá estava o maldito do Mario. Ele me deu um sorriso sujo quando me viu e apontou pro sofá, onde tinham umas sacolas. Me aproximei e olhei, então ele disse:
— Amanhã quero você com isso vestido.
Peguei as sacolas e vazei o mais rápido possível. Cheguei em casa curiosa, e a primeira coisa que fiz foi olhar o que tinha nas sacolas.
Tinha roupa e um bilhete do velho imundo, dizendo pra eu vestir aquilo no dia seguinte. Eu olhei tudo: uma calcinha fio dental rosa minúscula, uma calça branca meio transparente e super apertada, uma regata rosa com um decote enorme e uns saltos de 10 cm de salto fino.
Depois, sem pensar pra não me angustiar e chorar, fui tomar banho. Enquanto me lavava, minha cabeça fervilhava, entre a rejeição da situação e o nojo de um lado, enquanto... Fiquei pensando como ia ficar a roupa que tinha comprado, se ia cair bem ou não. Meus pensamentos não paravam de se chocar. Depois de sair, decidi experimentar a roupa, e realmente ficou perfeita, tudo. A vestimenta era provocante demais, o decote deixava ver meus peitões enormes já que eu não tava de sutiã, minha cintura marcava bem com a calça de cintura baixa e minha raba voava pelos ares, parecia mais empinada do que realmente é. Junto com meus saltos, eu tava chamativa demais.
Enquanto me olhava, pensava em como aquele velho maldito devia se divertir me tendo. Era um velho feio que ia me comer de novo, igual fez com as outras professoras da escola, embora todas fossem velhas e gordas. Mas comigo ele tinha um corpo mais jovem e bem torneado, pra se dar ao luxo.
Não sabia o que fazer, pensei em ir dormir, mas tinha algo em mim que me dava curiosidade: saber se a roupa realmente caía bem, ou o que os homens iam achar me vendo assim. Mas não sabia quem perguntar, então decidi sair na rua pra ver se meus trajes chamavam muita atenção. Não cheguei nem na esquina de casa e já percebi que muitos olhares iam direto pra minha raba ou pros meus peitos.
De repente, os comentários atrevidos que vinham dos carros me deram certeza de que eu chamava muita atenção. Ouvi um monte de comentários: "Olha que raba!", "Que mulher gostosa!", "Você tem cara de chupadora!", "Olha que peitão!", "Você gosta de deixar pau duro!", "Pedaços de peitos!". Comecei a me sentir observada demais e chamativa, então decidi voltar pra casa logo. Sem dúvida, o look tinha ficado perfeito.
Voltei pra casa e, depois de tomar banho, fui dormir. Mas não conseguia direito, ficava pensando em como ia usar aquela roupa no dia seguinte, era provocante demais, pensava. A noite inteira sonhei um monte de coisas relacionadas a isso.
No dia seguinte, ainda por cima tava muito calor, então não dava pra colocar nada pra me cobrir. Na escola, já na entrada foi um auê danado. verme, as velhas de sempre me olharam com cara de ódio e os professores nem disfarçaram, me devoraram com os olhos, igual os alunos.
Até que em um momento o Mario me chamou, eu tremi no caminho pra secretaria, tava difícil andar com aqueles saltos, mas meu corpo tava incrível, aliás, ouvi vários alunos cochichando quando eu passava.
A secretaria tava em silêncio total, não devia ter ninguém. Bati na porta e ele mandou entrar. Entrei e na hora ele falou:
– Dá uma volta na chave, Kari.
Eu fiz e já sabia que não tinha volta, aquele velho ia abusar do meu corpo de novo do jeito que quisesse. Quando fui dar um passo pra chegar na mesa dele, ele gritou:
– Não!! Não! Para aí!! Quem te disse pra andar?
Eu fiquei parada, não sabia o que o maldito velho queria. Aí ele falou:
– Anda 4 passos até aqui e dá uma voltinha!!
Eu olhei pra ele com a maior cara de ódio que tinha, mas obedeci, girei o mais devagar que pude, pro deleite dele, suponho.
O velho me despia com os olhos, e falou com um sorriso vil na cara:
– Nossa, você tá incrivelmente gostosa!!
Eu não falei nada, só baixei o olhar, aí o velho disse:
– Agora ajoelha e vem de quatro, quero que você chupe minha pica!!
Olhei pra ele furiosa e falei:
– Seu velho de merda!! Quem você pensa que é?! De jeito nenhum!!
Ele abaixou a calça, ainda sentado tranquilamente, e falou:
– Aqui tá a demissão pra você assinar e ir embora, ou aqui tá a continuação do contrato. E aí pegou na pica dele.
Tava inchada e enorme, o velho tava me extorquindo de um jeito vil e eu não podia fazer nada, então fechei os olhos e me ajoelhei, deixando minha bunda empinada pro outro lado.
Comecei a andar de quatro, a calça branca sujou rápido nos joelhos e eu, com lágrimas nos olhos, fui até o velho maldito que ainda tava sentado na cadeira dele. Ele me olhava com uma cara de triunfo, de soberba e... Calor que não consigo explicar direito em palavras.
Cheguei na frente dele e olhei com ódio. Ele sorriu pra mim, passou a mão no meu cabelo, depois pegou minha mão e colocou no meio das pernas dele. Dava pra sentir o pau dele, duríssimo.
- Anda logo! O que tá esperando? Como se você já não tivesse chupado ele antes!!
Eu continuei parada, mas a mão dele pressionou minha cabeça contra ele, e o pau enorme dele bateu no meu rosto. O pau dele ardia, dava pra sentir pulsando. Abri a boca e comecei a dar umas lambidas, mas ele me segurou pela nuca e empurrou o pau dele contra minha boca. Quase metade encheu minha boca, era enorme, e a textura preenchia meu céu da boca. A cabeça do pau dele quase tocava o fundo da minha garganta. Tentei parar com as mãos, mas ele continuava com aquele vai e vem na minha boca, movendo minha cabeça do jeito que ele queria, me afogando com aquele pau enorme, gemendo de prazer por me ver incapaz de fazer qualquer coisa ou oferecer qualquer resistência ao que ele tava fazendo.
- Vai, ahhh... Que puta que você é, Kari! Você é a melhor professora que eu já comi desde que virei diretor!! Ahh! – Ele gemia de tesão enquanto continuava se esbaldando na minha boca.
Ele tirava o pau só pra me deixar respirar uns segundos. O ritmo que ele tava comendo minha boca quase me sufocava. Minha boca escorria fios de saliva até o queixo, fios que iam da minha boca até o pau enorme dele, que tava brilhando de tão lubrificado. Mas eram só alguns segundos, logo ele enchia minha boca de pau de novo, se esbaldando uma e outra vez na minha boca. Parava de novo pra me deixar respirar e então falou:
- Vai, bate uma pra mim, puta. Enquanto você pega ar, mexe a mão!!
Eu segurava o pau dele e movia pra cima e pra baixo, fazendo minha mão ficar cheia da minha própria saliva que envolvia o membro dele. Subia e descia minha mão que nem uma puta completa. Me sentia muito mal, pra ser sincera. Me sentia uma qualquer, um objeto do velho.
- Pelo amor de Deus! Que puta que você é, Kari!
Minha boca continuava. cheia, sem conseguir articular palavra, os poucos segundos eu usava pra respirar mais que ofegante, minha mandíbula doía, as mãos dele passavam nas minhas tetonas por cima da camisa, aí ele disse:
- Tá gostando? – perguntou sorrindo com a cara cheia de prazer, do prazer que eu tava dando com minha boca cheia do pau dele.
- Mmmm… Nãooo… – consegui falar meio sem clareza porque ele não tirava o pau da minha boca de jeito nenhum
- Ahhh… não? Então se prepara!! Vou encher tua boca de porra… Ahhh… Toma tudo feito uma putinha… Ahhh…
Ele começou a mexer minha cabeça mais rápido no pau dele, eu fechava os olhos, tava com medo e só deixava ele me usar do jeito que queria, quando de repente ele parou de seco e tirou de dentro de mim. Ficou toda a saliva e os sucos dele espalhados pelo meu queixo e escorrendo até meus peitos.
Aí ele chegou perto de mim, me pegou pela mão pra me levantar e naquele momento, com um puxão, me colocou na frente dele.
Olhei pra cima com ódio e nojo e falei:
- Chega de me humilhar, seu velho nojento!!
Ele não respondeu, os braços dele envolveram minha cintura e as mãos desceram pra minha bunda, agarrou cada lado com uma mão e apertou forte dizendo:
- Tá uma gostosa do caralho, hoje vou te comer e você vai pedir mais pica igual muitas das outras professoras!!
Soltou minha bunda, subiu as mãos, desabotoou a camisa que ele tinha me feito comprar e minhas tetonas ficaram na frente dele, rapidamente enfiou a cabeça ali, com a boca lambia minha auréola esquerda e com a mão massageava, apertava e quase espremia meu outro peito, depois trocava, depois de um tempo assim, tirou a cabeça dos meus peitos deixando tudo babado com o hálito imundo dele e me olhando nos olhos colocou as mãos nos dois peitos e apertou forte dizendo:
- Por deus, garota, que pedaço de peito você tem!! Não cabe nas minhas mãos!!
O velho me apalpava do jeito que queria, espremia meus peitos e apertava os bicos molhados pela baba dele, era Inacreditável a tremenda apalpadela que aquele velho feio tava me dando, não conseguia acreditar como eu podia estar ali.
De repente o velho pegou minha camisa e de um puxão arrebentou todos os botões que ainda estavam presos, deixando meus peitos à mostra na frente dele e novamente ele enfiou a cabeça neles, lambendo e mordendo agora com mais força.
Eu só soltava uns gemidinhos tipo
- Ahhh ahhh aí mmm ahhh!!
Não dava pra evitar, a sensibilidade dos meus peitos e as carícias dele faziam meu corpo reagir, por isso o velho Mário, percebendo meu estado, começou a me levar assim como estávamos até a escrivaninha dele, me fez subir nela e ali continuou com o trabalho dele. De repente senti as mãos dele indo até o botão da minha calça, eu, como um reflexo da pouca dignidade e rejeição que me restava, segurei as mãos dele...
Mas nesse momento Mário largou as minhas mãos e se agachou na minha frente, e dessa vez sim desabotoou minha calça, puxou pra baixo e deixou caída nos meus pés. Eu já não resisti mais, fiquei só de calcinha fio dental, com minha camisa rasgada e meus saltos altos, estava seminua na frente do diretor da escola. Mário, ao ver minha peça pequenina, se aproximou da minha buceta e deu um beijo por cima da calcinha, depois disso se levantou.
Pegou minha camisa e terminou de tirar, me deixando só com meus saltos e minha calcinha fio dental na frente dele. Nesse momento Mário me agarrou pela cintura e me virou de costas pra ele, me fez ficar de quatro, me apoiando na mesa e ele atrás de mim.
- Que rabo gostoso você tem, Kari!! Tenho que admitir que nunca comi um igual!!
Eu fiquei paralisada e só falei
- Nãooo Mário, isso não!! Pelo amor de Deus, eu te imploro!!
Mas ele, como se eu não tivesse dito nada, pegou o pau dele e começou a dar umas batidinhas nas minhas nádegas.
Não conseguia acreditar como eu podia estar ali no escritório dele, de quatro contra a escrivaninha, com uma calcinha fio dental minúscula e com a bunda bem empinada, mostrando tudo pra ele. Que espetáculo o velho maldito devia estar tendo, me deixando assim.
Senti Ele se ajoelhou atrás de mim e as mãos calejadas dele deslizavam pelas minhas nádegas enquanto a boca dele dava pequenas mordidas na minha bunda e passava a língua por toda ela. Não sei por que, num reflexo, eu levantei um pouco minha bunda. Nessa hora, ele aproveitou e com as mãos abriu um pouco minhas nádegas e começou a passar a língua entre elas, parando no meu cu, lambuzando ele todo de saliva e tentando enfiar a ponta da língua lá dentro. Ficou assim uns 10 minutos, me deu uma chupada atrás como ninguém nunca tinha feito na minha vida. De repente, senti um dos dedos dele no meu buraco, me penetrando enquanto também massageava ou dava tapinhas com a palma da mão na minha bunda. De repente, ele parou e falou:
— Nunca comi um cu igual ao seu, garota!
— Nããão!!! Por aí não!!! Vai doer pra caralho!! — gritei desesperada.
— Você vai adorar, putinha, já vai ver!
— Pelo amor de Deus, não!
— Garota, nem adianta pedir pra não, sua bundinha minúscula vai fazer parte da minha coleção, tenho que arrombar você! — e ele ria às gargalhadas de mim, o velho nojento.
— Melhor se ajeitar e relaxar, vai ser mais fácil pra você! — ele dizia.
Então ele colocou o peso dele em cima de mim e com uma mão nas minhas costas me fez ficar de bruços contra o vidro gelado da mesa dele. Meus peitos ficaram esmagados e eu esperando o pior, me segurei nos dois lados com as mãos.
Senti as mãos dele abrindo minhas nádegas e enfiando o pau no meio delas, sentia o pau enorme dele e me dava arrepios. As mãos dele apertavam minha bunda enquanto ele falava:
— Que bundão gostoso você tem, garota!! Já deram por trás em você?
— Não, Mario, nunca, embora alguns namorados já tenham pedido.
— Hoje você vai provar o que é bom, vou abrir esse seu cu!
— Pelo amor de Deus, vai devagar!!
Então ele pegou a ponta do pau dele e colocou no meu esfíncter, senti a glande na entrada do meu buraco e soltei um grito misturado com um gemido longo e pausado:
— Aaahhhhyyyyyyyyyyyy!! Aaaaaaaaaagggggggggggyyy!!
O velho me apertando. contra a escrivaninha com a mão dele nas minhas costas fazendo força pra eu não me levantar, ele dizia.
-¡¡Fica calma, putinha, que delícia você tá apertando meu pau!! ¡¡OOOhhhhgggg!!
Aos poucos foi enfiando o pau enorme dentro do meu cuzinho, eu sentia uma dor infernal, ele, porém, continuou empurrando pra dentro, eu não aguentava mais e queria que ele tirasse.
-¡¡¡AAaaaaaaaaaaaiiiii!! ¡¡Aaaiii chega, por favorrr!! ¡¡Tira ele, por favor!!
Foi meu grito de dor, o pau todo dele tava dentro do meu cu, sumia entre minhas nádegas, depois disso, ele ficou parado dentro de mim por uns minutos. Sentia uma queimação incrível, então naquele momento ouvi a porta do escritório se abrir.
Virei a cabeça rápido e fiquei gelada, tinha acabado de entrar o professor de história, um cara de uns 60 anos, grisalho, magro e alto. Me olhou e sorriu com uma cara de maldade terrível, andou e sentou na nossa frente e disse.
-Mario! Tenho que te aplaudir, você não pode estar comendo essa gostosa! Você é um mestre!
Mario me segurava firme contra a escrivaninha porque eu tentei me levantar e respondeu.
-Não só tô comendo ela, você chegou na hora certa pra ver como vou arrebentar essa bunda! Kkkk
-São uns filhos da puta!! Me solta, velho de merda!! Gritei desesperada e tentei dar um tapa e me levantar, mas ele me segurando contra a escrivaninha me dominava fácil e então começou a me foder devagar, cada estocada dele eu sentia que perfurava meu intestino.
-Toma, peituda!! – gritou.
E o pau dele afundou ainda mais, sentia como se faltasse ar. Um som rouco saiu do meu peito, sabia que isso era o fim… o limite, o desejo do velho e de muitos outros da escola, não o meu.
-¡¡¡Aiiiiiiiiii!!! ¡¡Nãããooo!! – gritei quando consegui respirar de novo
O velho, porém, naquele momento agarrou minha cintura e começou um vai e vem cada vez mais agressivo contra meu cu. A dor era dilacerante, inacreditável, desnecessária. Cada estocada em mim tirava meu ar, me rompia por dentro.
-¡Ai por fa...vor!!... ¡Não!!... ¡¡AAaiiiiaaa!!!... – gritava alvoroçada, e batia no escritório com socos, sentindo o velho me perfurando.
-¡¡Olha como ela tá comendo meu pau!! – balbuciou Mario pro velho de história.
Enquanto eu, com lágrimas nos olhos, olhei por cima do ombro desesperada, angustiada.
- ¡¡Sim, putinha, enfiei no teu cu!! – Gritou.
Naquele momento, apoiei meu rosto no vidro gelado da mesa dele e só chorei.
Ele continuava com o movimento constante, quando de repente me agarra pelas cadeiras e começa a se mover mais forte, me fazendo ver estrelas de dor, e eu gritei:
- ¡¡Aaaaaaiiiii!! ¡¡Ti...ra... isso... velho filho da puta!!
A dor me escandalizou, era terrível. Desesperada, comecei a me mexer pra escapar do meu carrasco, mas o movimento da bunda o exasperou, e dando um tapa na minha nádega, começou um ritmo infernal contra mim.
As estocadas eram mortais, e ele entre gemidos e gritos dizia:
- ¡¡Nunca comi uma gostosa assim... tão rabuda... tão peituda!!
E naquele momento me agarrou pelo cabelo e me puxou pra trás, dizendo:
- Olha, Carlos, como os peitos dela balançam!!
E cada vez acelerava mais o ritmo, fazendo meus peitos se baterem de um jeito incrível. O velho Carlos olhava com os olhos injetados de luxúria e a cara de tesão total enquanto Mario me partia literalmente ao meio.
- ¡¡Aaaaggg... che...ga!!!... ¡¡Por favor!!! Gritei.
Carlos me olhava e ria às gargalhadas me vendo assim, então disse pro Mario:
- ¡¡Olha como ela reclama... como sofre... nunca pensei que você ia comer uma gostosa dessas, Mario!!
Mario, rindo e ofegante, respondeu:
- Ela se mexe como uma minhoca enfi...ada... viu? Kkkk
- ¡¡Aaahhh toma, putinha, haaa que lindo teu cu enfiado... ahhh desde que você entrou, sabia que ia te arrebentar!! – gritava enquanto acelerava as estocadas.
Eu só chorava e apertava os dentes pra não gritar, mas era impossível. sentir como se rompia minha buceta, fiquei um tempão assim, Mario parecia que não cansava, sentia o pau dele me partindo.
No escritório dele só se ouviam nossos gemidos e os sons das bolas dele batendo na minha bunda, quando de repente Mario começou a gozar.
— Sente, putinha, como eu te encho! — gritava.
Então senti um jato de porra quente invadindo o fundo da minha buceta, depois ele tirou o pau e dirigiu as próximas descargas pra minha bunda, banhou ela de porra e começou a espalhar, batendo com o pau em todo o contorno.
Eu só chorava desconsolada, e senti quando o velho Mario tirou o membro de dentro de mim e subiu as calças. Depois disse:
— Vamos, Carlos, que vamos chegar tarde! Já terminei o de hoje!
Carlos se aproximou de mim com o pau na mão e, depois de balançar um pouco, apertou minha cabeça contra a mesa e começou a gozar na minha cara e em parte da mesa. Era algo realmente nojento, mas eu já não tinha forças pra resistir. Depois de gozar tudo, Carlos subiu as calças e os dois foram embora sem dizer mais nada.
Fiquei sozinha, semi-nua, só com meus saltos altos e com o cu arrombado em cima da mesa do diretor da escola.
Esclarecimentos
Essa história é minha, velha, tava guardada e reedi um pouco, desculpa se tiver erros.
Agradecimentos a quem me lê, valoriza e comenta.
Abraços
xmur1
Oi, sou a Karina e isso aconteceu uns meses atrás. Vou contar que sou professora de Contabilidade, tenho 25 anos, recém-formada.
Assim que me formei, a primeira coisa que fiz foi sair da casa dos meus pais, porque eles eram exigentes demais e cheios de restrições comigo, não me deixavam quase sair pra me divertir.
Consegui um apartamento bonitinho, meio afastado, mas servia porque, apesar de ser meio caro, era perfeito, ainda mais pra alguém que tá começando agora.
Vou contar que sou uma garota chamativa, me considero bem bonita, por isso sempre fui eleita rainha da minha turma, cálculo. Tenho uma altura boa, 1,70, que com salto alto fica ainda melhor. Meu corpo sempre foi bem desenvolvido, definido e bem proporcionado, com uns peitos grandes, quase enormes, herança de família, uma cintura fina que adoro, pernas bem longas e minha parte da bunda, que é média, redonda e bem empinada.
No começo, tudo ia bem, mas depois que parei de trabalhar num escritório, as coisas começaram a piorar.
O apartamento era meio caro de pagar e meu dinheiro começou a sumir mais rápido por não conseguir um bom cargo de professora. Um dia, saiu um anúncio num colégio importante e resolvi ir, me arriscando porque não tenho uma pontuação alta.
Fui bem arrumada como sempre e, por mais que tivessem muitas professoras, aquelas típicas velhas gordas com uma pontuação altíssima, fiquei numa seleção menor. Fiquei super feliz e, mesmo sendo minha única saída conseguir aquela vaga, tentei procurar outros colégios, mas foi impossível. Passaram umas semanas e não me ligavam, enquanto meus gastos só aumentavam e minha renda continuava parada, já que as aulas particulares eram raras.
Em dois meses, minhas poucas economias acabaram. Eu estava a um passo do desespero, não tinha pago o aluguel e tinha vendido duas ou três coisas minhas pra poder comer e sobreviver.
De repente, um dia o telefone tocou. Do colégio que tinha uma entrevista, pulei de alegria, era minha única esperança. No dia seguinte, me arrumei pra matar, com umas sandálias altíssimas, uma calça cinza bem justa e uma blusinha branca meio decotada. Sabia que era difícil, talvez o diretor me contratasse pelos meus encantos, era minha única opção. Cheguei no colégio e vi as professoras que vieram antes de mim, todas velhas com notas excelentes, todas gordas com anos de docência, e o mundo desabou.
A manhã foi passando até que entrei na sala do diretor, Mario se chamava. Era um cara tipo uns 55 anos, bem robusto, alto e meio gordo. Ele me olhou de cima a baixo descaradamente, mas depois simpatizou comigo e comentou que era muito difícil eu conseguir o cargo, que tinha visto professores muito bons pra vaga e que eu quase não tinha experiência. Isso já era um não. Eu, desesperada, contei minha situação quase chorando, ele me escutou atentamente, mas não disse nada. Depois de explicar com todos os detalhes meu desespero, Mario falou: "Bom, não garanto nada, te ligo se for aceita, vou te considerar." Senti uma dor forte no peito, tinha certeza que não me ligaria.
Fui pra casa angustiada, sem saber como sair desse abismo. No dia seguinte, o telefone tocou cedo, atendi de má vontade, e era do colégio, dizendo que precisavam de mim naquele mesmo dia, em algumas horas.
Rapidamente me vesti igual ao dia anterior e voei pro colégio. Quando cheguei, o diretor me cumprimentou e me levou pra sala dos professores, me apresentando. Eu tava muito feliz, minha cara mostrava. Todas eram professoras, me deram uma recepção calorosa e logo fui dar aula.
Passaram-se duas semanas, e o aluguel continuava sem pagar. Expliquei pro dono do apartamento que pagaria no fim do mês, mas ele me obrigou a dar um sinal. Eu não sabia o que fazer, então pedi um adiantamento do salário, mesmo com vergonha, mas me deram e dei um sinal. dívida que eu carregava.
Passou um mês e eu já tinha feito amizade com as velhas gordas e abandonadas professoras, todas contavam como era ruim com o marido, que não se arrumavam porque o marido era um tarado.
Passou o mês seguinte e eu continuava pagando a dívida com adiantamentos do salário, por sorte dava pra comer, enquanto o dono do apartamento me disse que se eu atrasasse de novo, eu ia embora. Diante desse aviso, eu tentava dar o máximo possível dos adiantamentos.
Mas um dia, como qualquer outro, acordei cedo, depois de tomar banho, como estava muito calor, decidi vestir uma calça branca fininha, e por cima uma camisa branca que ficava um pouco apertada, mas era muito linda, e uns lindos saltos altos pretos. Peguei minha bolsa e fui pra escola. Ao chegar, antes de qualquer coisa, me disseram que o diretor queria me ver urgente.
Fui até o escritório dele, que fica na secretaria geral, bati, e de dentro ouvi um
— Pode entrar. Ele disse
Abri a porta e lá estava Mario, o diretor. Assim que entrei, o olhar dele se fixou nos meus peitos, que com a camisa apertada o botão de cima parecia que ia estourar a qualquer momento. Percebi como ele me devorava com os olhos, por dentro eu ria e diante daquela situação comecei a brincar com Mario, queria ver aquele velho me desejando, imaginava como aquele velho tarado queria provar meu corpo.
Ele olhava descaradamente pros meus peitos, aquele velho queria chupar meus seios. Depois nos sentamos cada um de um lado da mesa, e ele me disse
— Karina, notei que você sempre pede adiantamento do salário.
— Humm sim, respondi corando.
Então ele me olhou fixo e disse
— Isso aqui não é caridade, aqui se paga trabalhando, sabia, senhorita?!
Eu, apavorada com os gritos dele, falei num tom baixo
— Desculpa, não vai acontecer de novo, senhor diretor, só que eu precisava pagar a dívida do aluguel.
Ele se irritou de novo e disse
— Lá vem você com essas histórias de novo. Vou ser simples: se pedir adiantamento de novo, vai embora! - Não vai acontecer de novo, senhor diretor. Falei assustada.
- Espero que tenha ficado claro, pode se retirar. Ele disse.
Saí rápido e fiquei com muito medo, sabendo que as coisas iam complicar com o dono do apartamento. Meus problemas não se resolviam, fui falar com o dono do apartamento e ele disse que não podia mais esperar, que se eu não pagasse teria que sair, porque tinha muita gente esperando.
Dei mais um pouco pra quitar a dívida, mas ela só aumentava cada vez mais, até que um dia chegou um telegrama de despejo. Fiquei gelada, não podia acreditar, estava ficando na rua a menos que em 15 dias regularizasse a dívida.
Comecei a chorar sem saber o que fazer, aí pensei na minha única saída: pedir outro adiantamento e ainda um empréstimo pra quitar a dívida. Isso ia ser quase impossível.
Um dia como qualquer outro, pensando na escola como resolver, pensei em pedir conselhos pras minhas colegas de trabalho. Todas disseram que o Mario não ia se opor à minha situação desesperadora. Eu já tava quase com medo de ter que ir falar com ele sobre isso, mas os dias passavam e não me restava outra opção a não ser ir com muita vergonha pedir.
Naquele dia quente, vesti uma calça jeans clara e de novo a camisa branca apertada que eu sabia que o Mario devia gostar, talvez pelos meus encantos eu convencesse ele, umas sandálias bem altas, arrumei meu cabelo e saí pra escola pra tentar ver se encontrava alguma solução.
Na rua, como sempre, percebi que mais de um olhar ia descaradamente pra minha bunda ou pros meus peitos. Gosto que me olhem, mas não tanto nem tão exagerado, via uns velhos safados na rua e eles falavam cada coisa que até me deixavam desconfortável.
Quando cheguei na escola, senti os olhares dos alunos no meu corpo e só mexi meu corpo ao andar pra devoção deles. Na sala dos professores, também percebi os olhares dos professores, principalmente do professor de história, que é um Senhor diretor, devia ter uns 60 anos no mínimo, com uns óculos horríveis, quase não fechava a boca olhando pros meus peitos sem nenhum disfarce.
Tava conversando com uma professora quando vi o diretor indo pra secretaria, era muito estranho porque sexta-feira a secretaria não abria, ele atendia em outro escritório às sextas, mas se fosse pra lá seria mais cômodo pra poder falar em particular e pedir ajuda desesperadamente.
Bati e entrei, o Mario me olhou de novo dos pés à cabeça, babando horrores, me tratou super bem e aos poucos fui conseguindo explicar minha situação, o velho sempre olhando pro meu decote ficava enrolando, dizendo que veria se podia fazer alguma coisa, isso e aquilo, eu tava meio incomodada mas não podia falar nada, só agradecer. Quando eu tava indo embora, a gente se levantou e o diretor me disse:
— Sabe, Srta. Karina, que a senhora ilumina o colégio com sua presença?! Tem um corpo perfeito! Espero que não se importe de eu dizer isso.
— Não, muito obrigada. Respondi, fiquei paralisada, morri de vergonha, aí ele continuou:
— E esses peitos, são naturais?
Eu assenti com a cabeça, totalmente inibida.
Fiquei parada sem saber o que fazer, então ele deu um passo em minha direção e colocou as mãos suavemente na minha cintura, eu não sabia o que fazer, aí falei com medo e vergonha:
— Bom, muito obrigada pelos elogios, diretor. Disse timidamente.
Depois ele falou num tom mais baixo — Karina, sabe que posso te ajudar com sua dívida mais rápido?
Essa frase iluminou meu rosto e respondi feliz — Sim, como?!
— Ora, não sei, você teria que cumprir todas as exigências deste colégio, aulas extras pros alunos, e não sei mais o quê!
Naquele momento, não me importei com nada disso, então falei:
— Claro que sim, diretor, farei tudo que o senhor disser que tenho que fazer!
Ele ficou pensativo e soltou algo que ficou na minha cabeça até hoje:
— E se eu pedir pra você chupar minha pica?! Também vai fazer?!
Fiquei chocada, sem saber o que responder a uma pergunta dessas. e só consegui dizer
—Desculpa, não entendi direito o que o senhor disse!
Ele me encarou bem firme, com os olhos arregalados e, me segurando pela cintura com força, gritou quase na minha cara:
—Você ouviu bem e entendeu direitinho, peituda, o que eu falei! Que parte do seu trabalho? Se você quiser fazer esse serviço pra mim, eu te pago o dobro do seu salário e já te dou um adiantamento agora!!
Eu ouvi a proposta safada e senti medo. Nunca tinha passado pela minha cabeça fazer algo assim, ainda mais com alguém daquele jeito. Respondi:
—Não posso fazer isso que o senhor quer, mas se me pedir ajuda em outra coisa, eu faço!!
Ele mudou a cara e, dessa vez, gritou ainda mais alto:
—Não tem outra coisa que você possa me ajudar! Então ou aceita o que eu tô propondo ou não tem nada, e de quebra tá demitida!!
Eu me senti completamente chantageada, morrendo de medo e culpada, mas sabia que não tinha outra escolha. Além de pensar que um velho como ele não aguentava muito, fiquei parada, como se desse um sim sem falar por orgulho. Então as mãos dele começaram a se mover devagar sobre meus quadris. O fato de estar naquela situação, com um velho me olhando descaradamente e ao mesmo tempo tocando e sentindo minha pele, só me fazia tremer e minhas pernas ficarem bambas.
Mário dizia, quase babando:
—Sabe, Karina, você tem um corpaço e fica mostrando ele descaradamente.
O tom de voz dele, cheio de tesão, arrepiou minha pele. De repente, ele foi se colocando atrás de mim, até encostar o volume dele na minha bunda. Senti o volume dele nas minhas nádegas. Meu velho chefe, naquele momento, estava se esfregando descaradamente em mim.
De repente, as mãos dele me rodearam devagar até pegar meus peitos grandes. Aquele velho maldito estava realizando os desejos sujos dele. Eu estava imóvel. Então ele sussurrou no meu ouvido:
—Que peitão enorme você tem, Kari!!
Eu me senti desejada e abusada ao mesmo tempo, não sabia o que fazer. As mãos dele apertavam meus peitos e o volume dele continuava completamente encostado na minha bunda. De repente, ele parou de me apoiar e enfiou a mão dentro da minha calça. Senti a mão dele pegando minha calcinha, que estava presa entre minhas nádegas redondas. Ele me puxou para trás, fazendo minha bunda ainda mais empinada.
Naquele momento, entendi que não tinha mais volta. O diretor me segurava com as mãos velhas e nojentas dele, e minha bunda estava enterrada debaixo da barriga nojenta dele. Ele me segurou pelos quadris e apertou o pacote dele com força contra mim. Até ouvi um gemido baixinho vindo dele enquanto ele dizia:
— Que rabo, que pernas e que peitos você tem, sua puta!
Depois de ficar um tempinho nessa posição, o velho me soltou, e eu fiquei parada na frente dele. Me virei e vi o velho ainda me olhando, me devorando com os olhos. Eu estava meio despenteada, com minha calça toda desarrumada. Ele começou a acariciar o volume dele na minha frente. Fiquei perplexa olhando, e então ele disse:
— Você é muito gostosa, Karina! Definitivamente, você é muito gostosa, olha esses peitões que você carrega!
Ele se aproximou com aquela cara de depravado, e as mãos dele desabotoaram dois botões da minha camisa. Meus peitos saltaram mais para frente. Ele sorriu e começou a apertar meus seios, apertando num ritmo, quase babando enquanto olhava. Então ele disse:
— Que peitos você tem, não cabem nas minhas mãos, garota! Você gosta que apalpem seus peitos? Vamos, responde tudo que eu disser!
Eu, com a voz carregada, respondi: — Sim, diretor, eu gosto que apertem meus peitos.
As mãos dele terminaram de desabotoar minha camisa e tiraram meu sutiã. Meus peitos ficaram totalmente indefesos na frente dele, para ele apalpar melhor. Ele apertou com força, enquanto as lambidas nos meus peitos se transformaram em chupadas e mordidas descontroladas. Eu me senti muito desejada e suja ao mesmo tempo, por ter que me deixar apalpar por aquele velho nojento.
Fechei os olhos, tentando me desconectar mentalmente daquele lugar, quando de repente Mario parou de me apalpar e lamber. Ao abrir os olhos, ele começou a rir na minha cara e disse:
— Que puta linda você é! Socorro... você tem uma carinha de anjo... que lábios mais lindos...!
Depois me soltou e foi até a escrivaninha, quase sentou nela e me mandou ir até lá. Eu, com medo, me aproximei, então ele disse
- Vamos, Kari, abaixa minha calça e tira meu boneco, que ele quer te curtir!!
Eu, quase chorando, obedeci, sem olhar na cara dele. Quando minha mão pegou no membro dele, olhei e vi que era bem grande e grosso, com a pele esticada de tão duro, a glande molhada sujando minha mão. Depois, ele me deu um puxão forte no cabelo e disse quase gritando
- Agora você vai chupar ele, putinha... vai chupar o boneco do diretor!!
Enquanto me forçava a me inclinar, me deixou curvada num ângulo de noventa graus, com minha cabeça na altura do membro dele e minha bunda empinada do outro lado. Então começou a acariciar minha bunda, foi um bom tempo, até que o maldito começou a dar uns tapinhas no meu rosto com o pau inchado e gordo do jeito que tava. O sujeito me humilhava dizendo
- O que achou do meu pau? Hein, putinha? Gostou? Vai, abre a boca, vagabunda!
Eu, com medo e vergonha, passei a língua no membro dele. Ele se inclinava pra ver por baixo da barriga. Tinha um gosto de suor que me dava ânsia, mas o velho tava se divertindo como ninguém, tinha certeza, dava pra sentir nos apertos na minha bunda. Enquanto dizia
- Isso, putinha, chupa ele!!
Eu fazia meu trabalho sujo e chupava o pau dele rápido, enquanto meus lábios percorriam de cima até onde conseguia enfiar na boca, minha mão apertava e masturbava o que ficava de fora. O maldito se deliciava sem limites.
Ele continuava falando coisas, tava no paraíso
- Aaarrgg... que mina mais gostosa que tenho na minha frente, que corpaço e ela chupando como uma verdadeira profissional! Hahaha
Eu comecei a chorar, era muito humilhante me submeter àquele velho nojento pelo meu futuro. Não queria, mas já era tarde demais, sabia que não tinha volta. Eu estava resignada e sem outra saída. ando, com certeza o Mario ia me comer e fazer o que quisesse comigo, igual fazia com as professoras gordas que trabalhavam comigo, mas agora era o contrário, agora eu ia aproveitar um corpo jovem e quase sem experiência.
De repente ele parou e tirou o pau da minha boca, deixando minha saliva toda nele, me olhou rindo e me puxando pelo cabelo com violência me colocou de pé na frente dele. Fiquei ali parada sem saber como reagir, nem o que fazer, o velho diretor me agarrando de novo pelos cabelos me colocou em cima da mesa dele, aí as mãos dele arrancaram minha calça e puxando com força me abaixaram, ficando só com minha calcinha fio dental, enquanto ele dizia:
— Que garota gostosa você é, Kari! Que pernas você tem, é um tesão!
As mãos dele passavam pelas minhas pernas de baixo pra cima, depois as mãos dele começaram a apertar forte meus peitos, o velho tava doidão, as mãos dele me acariciavam e apertavam o corpo todo, uma das mãos dele desceu até minha entreperna e começou a me esfregar, ele tava completamente em cima de mim, me sentia presa entre as mãozonas dele.
Depois ele se afastou de mim, me olhou com aquela cara de velho tarado e verde que ele tinha e se abaixou na minha frente, puxou forte minha calcinha e tirou ela completamente.
Ele se colocou entre minhas pernas, e começou a passar a língua devagar enquanto me olhava e sorria safado, depois aos poucos começou a me beijar ali e a chupar com mais força. Tudo ele fazia devagar mas com paixão, me olhava o tempo todo.
Ele fazia de um jeito incrível, sentia meu corpo começando a reagir, meus bicos ficaram muito duros e eu mordi os lábios pra não soltar um gemido, mas foi inevitável fechar os olhos. Depois olhei pra ele de novo e ele tava rindo e começou a chupar com muita paixão minha buceta, me excitando a cada lambida.
De repente o velho parou e se levantou na minha frente, pegou o pau gordo dele com a mão, me olhou e disse:
— Agora vou te comer do jeito que você quer, putinha!
Em seguida enfiou o pau gordo dele na minha buceta, o A dor me invadiu e eu soltei um grito seco de dor.
- Aaahhyyyy!!
Ele tirou o pau completamente e voltou a meter no meu corpo, a dor era bem forte, embora eu já estivesse começando a me acostumar. O velho pegou nas minhas pernas e começou a meter e tirar aquele pau nojento devagar primeiro, soltando gemidos de satisfação, enquanto começava a suar.
De repente, ele agarrou minhas pernas e, levantando-as um pouco, começou a se mover violentamente, me fazendo ver estrelas de dor e prazer. Ele continuava suando cada vez mais, e o calor dentro de mim começava a crescer, enquanto ele seguia gemendo. Depois, ele me pegou pelas nádegas, me levantou um pouco da mesa, deixando minhas costas arqueadas e o pau dele dentro de mim, e começou a me rodar primeiro, depois impôs um ritmo muito forte que me fez gemer. O movimento era tão intenso que meus peitos balançavam pra cima e pra baixo com força. Nunca tinha sido comida assim. Era muito violento e constante. Eu só gemia sem controle.
- Aahhhgggg!! Aaahhhhggg!!! Siiim!! Aahhhhhggg!! Mmmmmm!!
Ele me olhava o tempo todo e parecia que estava tirando sarro de mim. Quando de repente ficou parado, então me pegou pelas mãos e me levantou, me agarrou pela cintura e me virou de costas pra ele, em direção à mesa. Me fez ficar de quatro, com o corpo sobre a escrivaninha dele. Meus peitos enormes ficaram esmagados contra o vidro frio da mesa, e ele atrás de mim. Ficou me olhando e disse:
- Que cuzão gostoso você tem, Kari, redondinho e empinado. Tenho que dizer que é espetacular te ver assim!
Eu não dizia nada, só ficava quieta. Então virei pra olhar pra ele e vi a cara de triunfo e satisfação, porque ele sabia que me tinha completamente impotente nas mãos dele. Naqueles momentos, eu era dele, dele pra me usar à vontade, dele pra satisfazer qualquer capricho da luxúria dele, e ele me tinha no escritório, de quatro sobre a mesa, com a calcinha fio dental nas coxas e sem jeito de me negar.
Depois, ele se aproximou. devagar, se posicionando bem atrás de mim, dizendo:
— Kari, vou continuar te comendo e te aproveitando, sua puta! Que rabo gostoso você tem! É bem gostoso, levanta mais essa bunda, puta!
Eu, como podia, levantava mais minha bunda, ficando na ponta dos pés. Naquele momento, comecei a chorar diante de tanta humilhação, era horrível pensar na situação. De repente, senti a ponta do pau dele na entrada da minha buceta, começando a abrir caminho. Fiquei parada, esperando ele fazer tudo. Então, aos poucos, ele foi enfiando o pau de novo em mim. Ele rapidamente começou a se mover pra frente e pra trás, e eu comecei a sentir um calor dentro de mim e a gemer. Sentia que estava me partindo, a dor era estranha, mas eu gostava, era como uma mistura de prazer e dor. Virei pra trás e vi como o diretor Mario me tinha totalmente exposta pra ele, enquanto me segurava pelos quadris e continuava investindo contra mim, gritando bem alto:
— Aaah, que gostoso, como você fode, puta! Você é a melhor professora que já comi desde que sou diretor!
Mario acelerava o vai e vem cada vez mais e com mais força. Eu, num movimento estranho, levantei um pouco mais minha bunda. Mario percebeu e parou os movimentos, agarrou minhas nádegas e começou a movê-las ritmicamente contra o pau dele. Virei pra ver e vi os olhos dele cravados na minha bunda, com certeza observando como o pau dele entrava e saía rápido da minha buceta, enquanto ele dizia:
— Oooh, que gostoso, como você engole, ohh, ahha, isso, puta, assim! Ninguém move a bunda como você, ahhh!
Eu chorava, mas não conseguia evitar. Assim ele me teve por uns 20 minutos. O barulho das batidas da minha bunda na barriga dele era horrível pros meus ouvidos, enquanto ele aproveitava cada segundo.
— Aaaahhh, que linda você fica assim, aproveitando como uma puta!
Ele acelerava mais e mais, tinha muita força. Metia e tirava o pau da minha buceta de um jeito incrível, e eu só gemia. De repente, meu corpo se convulsionou e eu tive um... orgasmo
-¡¡Aaaahhhhh!! ¡¡Aaahhhggg!! ¡¡Aaaahhhh!! ¡¡Asiiiii!! ¡¡Asiiii!! ¡¡¡Aahhhhhggg!! ¡¡Sii!!
Esse gemido escapou da minha garganta e os movimentos dele pararam, Mario percebeu e tirou o pau de dentro de mim, eu estava perdida, me recuperando do orgasmo quando comecei a sentir o líquido dele jorrando nas minhas nádegas enquanto o diretor gemia e me dizia
-¡¿¡Gostou, sua putinha !!?
Eu chorei e não respondi por causa da culpa que sentia. Ele deve ter entendido, porque não disse nada, só arrumou a roupa e falou
–Hoje à tarde você tem os adiantamentos do salário e um bônus depositados, agora se veste e a gente mantém contato.
Eu me arrumei rápido e fui pra casa, depois de um banho, onde pensei no fundo do poço que tinha caído e um monte de coisas, me sentia muito mal, mas consegui manter meu apartamento e até com dinheiro extra, sujo, mas extra.
Passaram-se algumas semanas e tudo estava tranquilo, como se nada tivesse acontecido, eu me senti mais aliviada, até que numa quinta-feira, que é um dos dias mais movimentados na secretaria, uma preceptora me avisa que o diretor quer me ver urgente. Um arrepio percorreu meu corpo, mas depois pensei que, como nas quintas todo mundo está na secretaria, não ia rolar nada e era só pra falar de algum assunto puramente profissional, fui ao escritório dele, tudo estava calmo, ele falou um monte de besteira, até que de repente me disse
-¡¡Bom, na verdade te chamei porque quero que você me chupe agora, Kari!!
Eu fiquei chocada com a sinceridade dele e respondi
-Mas diretor, tem muita gente trabalhando aqui hoje, por favor, não me humilhe assim.
Ele franziu a cara e falou com voz forte
-¡¡Olha aqui, putinha, aqui se faz o que eu mando, senão você fica na rua!!
Eu fiquei paralisada diante daquela confissão, uma lágrima quase escorreu do meu rosto, não acreditava no quão porco esse cara podia ser, ele sorria ao ver minha cara, então se afastou um pouco da mesa e apontou pra debaixo dela. Pois é, aí eu comecei a chorar ainda mais forte, mas me levantei e fiz o que o velho filho da puta queria.
Quando me meti embaixo, o pau dele já tava pra fora da calça pedindo atenção, peguei com a mão e fiz o meu trabalho sujo. O gosto era horrível, parecia suado. Eu tentava fazer o mais rápido possível pra ele gozar logo e me deixar em paz, mas de repente senti a porta do escritório abrir. Fiquei paralisada de medo de ser descoberta e do que iam falar, enquanto continuava chorando. O velho, por outro lado, tava tranquilo, respondendo as perguntas que uma orientadora tava fazendo pra ele. Depois que ela foi embora, ele me disse:
— Continua, mesmo que entre gente, sua puta!
Eu segui com aquele nojo, até que o velho imundo gozou na minha boca, me obrigando a engolir tudo senão eu não saía de baixo. Depois disso, me levantei pra vazar o mais rápido possível, mas ele falou:
— Kari, não tão rápido. Na saída do turno, passa aqui de novo que eu vou te dar um presentinho meu.
Eu não respondi nada e saí correndo pro banheiro, chorando, pra me limpar e secar as lágrimas. Depois de dar minha última aula, olhei o relógio e já era hora de ir embora. Fui pra secretaria quase tremendo e bati na porta do escritório dele.
Entrei e lá estava o maldito do Mario. Ele me deu um sorriso sujo quando me viu e apontou pro sofá, onde tinham umas sacolas. Me aproximei e olhei, então ele disse:
— Amanhã quero você com isso vestido.
Peguei as sacolas e vazei o mais rápido possível. Cheguei em casa curiosa, e a primeira coisa que fiz foi olhar o que tinha nas sacolas.
Tinha roupa e um bilhete do velho imundo, dizendo pra eu vestir aquilo no dia seguinte. Eu olhei tudo: uma calcinha fio dental rosa minúscula, uma calça branca meio transparente e super apertada, uma regata rosa com um decote enorme e uns saltos de 10 cm de salto fino.
Depois, sem pensar pra não me angustiar e chorar, fui tomar banho. Enquanto me lavava, minha cabeça fervilhava, entre a rejeição da situação e o nojo de um lado, enquanto... Fiquei pensando como ia ficar a roupa que tinha comprado, se ia cair bem ou não. Meus pensamentos não paravam de se chocar. Depois de sair, decidi experimentar a roupa, e realmente ficou perfeita, tudo. A vestimenta era provocante demais, o decote deixava ver meus peitões enormes já que eu não tava de sutiã, minha cintura marcava bem com a calça de cintura baixa e minha raba voava pelos ares, parecia mais empinada do que realmente é. Junto com meus saltos, eu tava chamativa demais.
Enquanto me olhava, pensava em como aquele velho maldito devia se divertir me tendo. Era um velho feio que ia me comer de novo, igual fez com as outras professoras da escola, embora todas fossem velhas e gordas. Mas comigo ele tinha um corpo mais jovem e bem torneado, pra se dar ao luxo.
Não sabia o que fazer, pensei em ir dormir, mas tinha algo em mim que me dava curiosidade: saber se a roupa realmente caía bem, ou o que os homens iam achar me vendo assim. Mas não sabia quem perguntar, então decidi sair na rua pra ver se meus trajes chamavam muita atenção. Não cheguei nem na esquina de casa e já percebi que muitos olhares iam direto pra minha raba ou pros meus peitos.
De repente, os comentários atrevidos que vinham dos carros me deram certeza de que eu chamava muita atenção. Ouvi um monte de comentários: "Olha que raba!", "Que mulher gostosa!", "Você tem cara de chupadora!", "Olha que peitão!", "Você gosta de deixar pau duro!", "Pedaços de peitos!". Comecei a me sentir observada demais e chamativa, então decidi voltar pra casa logo. Sem dúvida, o look tinha ficado perfeito.
Voltei pra casa e, depois de tomar banho, fui dormir. Mas não conseguia direito, ficava pensando em como ia usar aquela roupa no dia seguinte, era provocante demais, pensava. A noite inteira sonhei um monte de coisas relacionadas a isso.
No dia seguinte, ainda por cima tava muito calor, então não dava pra colocar nada pra me cobrir. Na escola, já na entrada foi um auê danado. verme, as velhas de sempre me olharam com cara de ódio e os professores nem disfarçaram, me devoraram com os olhos, igual os alunos.
Até que em um momento o Mario me chamou, eu tremi no caminho pra secretaria, tava difícil andar com aqueles saltos, mas meu corpo tava incrível, aliás, ouvi vários alunos cochichando quando eu passava.
A secretaria tava em silêncio total, não devia ter ninguém. Bati na porta e ele mandou entrar. Entrei e na hora ele falou:
– Dá uma volta na chave, Kari.
Eu fiz e já sabia que não tinha volta, aquele velho ia abusar do meu corpo de novo do jeito que quisesse. Quando fui dar um passo pra chegar na mesa dele, ele gritou:
– Não!! Não! Para aí!! Quem te disse pra andar?
Eu fiquei parada, não sabia o que o maldito velho queria. Aí ele falou:
– Anda 4 passos até aqui e dá uma voltinha!!
Eu olhei pra ele com a maior cara de ódio que tinha, mas obedeci, girei o mais devagar que pude, pro deleite dele, suponho.
O velho me despia com os olhos, e falou com um sorriso vil na cara:
– Nossa, você tá incrivelmente gostosa!!
Eu não falei nada, só baixei o olhar, aí o velho disse:
– Agora ajoelha e vem de quatro, quero que você chupe minha pica!!
Olhei pra ele furiosa e falei:
– Seu velho de merda!! Quem você pensa que é?! De jeito nenhum!!
Ele abaixou a calça, ainda sentado tranquilamente, e falou:
– Aqui tá a demissão pra você assinar e ir embora, ou aqui tá a continuação do contrato. E aí pegou na pica dele.
Tava inchada e enorme, o velho tava me extorquindo de um jeito vil e eu não podia fazer nada, então fechei os olhos e me ajoelhei, deixando minha bunda empinada pro outro lado.
Comecei a andar de quatro, a calça branca sujou rápido nos joelhos e eu, com lágrimas nos olhos, fui até o velho maldito que ainda tava sentado na cadeira dele. Ele me olhava com uma cara de triunfo, de soberba e... Calor que não consigo explicar direito em palavras.
Cheguei na frente dele e olhei com ódio. Ele sorriu pra mim, passou a mão no meu cabelo, depois pegou minha mão e colocou no meio das pernas dele. Dava pra sentir o pau dele, duríssimo.
- Anda logo! O que tá esperando? Como se você já não tivesse chupado ele antes!!
Eu continuei parada, mas a mão dele pressionou minha cabeça contra ele, e o pau enorme dele bateu no meu rosto. O pau dele ardia, dava pra sentir pulsando. Abri a boca e comecei a dar umas lambidas, mas ele me segurou pela nuca e empurrou o pau dele contra minha boca. Quase metade encheu minha boca, era enorme, e a textura preenchia meu céu da boca. A cabeça do pau dele quase tocava o fundo da minha garganta. Tentei parar com as mãos, mas ele continuava com aquele vai e vem na minha boca, movendo minha cabeça do jeito que ele queria, me afogando com aquele pau enorme, gemendo de prazer por me ver incapaz de fazer qualquer coisa ou oferecer qualquer resistência ao que ele tava fazendo.
- Vai, ahhh... Que puta que você é, Kari! Você é a melhor professora que eu já comi desde que virei diretor!! Ahh! – Ele gemia de tesão enquanto continuava se esbaldando na minha boca.
Ele tirava o pau só pra me deixar respirar uns segundos. O ritmo que ele tava comendo minha boca quase me sufocava. Minha boca escorria fios de saliva até o queixo, fios que iam da minha boca até o pau enorme dele, que tava brilhando de tão lubrificado. Mas eram só alguns segundos, logo ele enchia minha boca de pau de novo, se esbaldando uma e outra vez na minha boca. Parava de novo pra me deixar respirar e então falou:
- Vai, bate uma pra mim, puta. Enquanto você pega ar, mexe a mão!!
Eu segurava o pau dele e movia pra cima e pra baixo, fazendo minha mão ficar cheia da minha própria saliva que envolvia o membro dele. Subia e descia minha mão que nem uma puta completa. Me sentia muito mal, pra ser sincera. Me sentia uma qualquer, um objeto do velho.
- Pelo amor de Deus! Que puta que você é, Kari!
Minha boca continuava. cheia, sem conseguir articular palavra, os poucos segundos eu usava pra respirar mais que ofegante, minha mandíbula doía, as mãos dele passavam nas minhas tetonas por cima da camisa, aí ele disse:
- Tá gostando? – perguntou sorrindo com a cara cheia de prazer, do prazer que eu tava dando com minha boca cheia do pau dele.
- Mmmm… Nãooo… – consegui falar meio sem clareza porque ele não tirava o pau da minha boca de jeito nenhum
- Ahhh… não? Então se prepara!! Vou encher tua boca de porra… Ahhh… Toma tudo feito uma putinha… Ahhh…
Ele começou a mexer minha cabeça mais rápido no pau dele, eu fechava os olhos, tava com medo e só deixava ele me usar do jeito que queria, quando de repente ele parou de seco e tirou de dentro de mim. Ficou toda a saliva e os sucos dele espalhados pelo meu queixo e escorrendo até meus peitos.
Aí ele chegou perto de mim, me pegou pela mão pra me levantar e naquele momento, com um puxão, me colocou na frente dele.
Olhei pra cima com ódio e nojo e falei:
- Chega de me humilhar, seu velho nojento!!
Ele não respondeu, os braços dele envolveram minha cintura e as mãos desceram pra minha bunda, agarrou cada lado com uma mão e apertou forte dizendo:
- Tá uma gostosa do caralho, hoje vou te comer e você vai pedir mais pica igual muitas das outras professoras!!
Soltou minha bunda, subiu as mãos, desabotoou a camisa que ele tinha me feito comprar e minhas tetonas ficaram na frente dele, rapidamente enfiou a cabeça ali, com a boca lambia minha auréola esquerda e com a mão massageava, apertava e quase espremia meu outro peito, depois trocava, depois de um tempo assim, tirou a cabeça dos meus peitos deixando tudo babado com o hálito imundo dele e me olhando nos olhos colocou as mãos nos dois peitos e apertou forte dizendo:
- Por deus, garota, que pedaço de peito você tem!! Não cabe nas minhas mãos!!
O velho me apalpava do jeito que queria, espremia meus peitos e apertava os bicos molhados pela baba dele, era Inacreditável a tremenda apalpadela que aquele velho feio tava me dando, não conseguia acreditar como eu podia estar ali.
De repente o velho pegou minha camisa e de um puxão arrebentou todos os botões que ainda estavam presos, deixando meus peitos à mostra na frente dele e novamente ele enfiou a cabeça neles, lambendo e mordendo agora com mais força.
Eu só soltava uns gemidinhos tipo
- Ahhh ahhh aí mmm ahhh!!
Não dava pra evitar, a sensibilidade dos meus peitos e as carícias dele faziam meu corpo reagir, por isso o velho Mário, percebendo meu estado, começou a me levar assim como estávamos até a escrivaninha dele, me fez subir nela e ali continuou com o trabalho dele. De repente senti as mãos dele indo até o botão da minha calça, eu, como um reflexo da pouca dignidade e rejeição que me restava, segurei as mãos dele...
Mas nesse momento Mário largou as minhas mãos e se agachou na minha frente, e dessa vez sim desabotoou minha calça, puxou pra baixo e deixou caída nos meus pés. Eu já não resisti mais, fiquei só de calcinha fio dental, com minha camisa rasgada e meus saltos altos, estava seminua na frente do diretor da escola. Mário, ao ver minha peça pequenina, se aproximou da minha buceta e deu um beijo por cima da calcinha, depois disso se levantou.
Pegou minha camisa e terminou de tirar, me deixando só com meus saltos e minha calcinha fio dental na frente dele. Nesse momento Mário me agarrou pela cintura e me virou de costas pra ele, me fez ficar de quatro, me apoiando na mesa e ele atrás de mim.
- Que rabo gostoso você tem, Kari!! Tenho que admitir que nunca comi um igual!!
Eu fiquei paralisada e só falei
- Nãooo Mário, isso não!! Pelo amor de Deus, eu te imploro!!
Mas ele, como se eu não tivesse dito nada, pegou o pau dele e começou a dar umas batidinhas nas minhas nádegas.
Não conseguia acreditar como eu podia estar ali no escritório dele, de quatro contra a escrivaninha, com uma calcinha fio dental minúscula e com a bunda bem empinada, mostrando tudo pra ele. Que espetáculo o velho maldito devia estar tendo, me deixando assim.
Senti Ele se ajoelhou atrás de mim e as mãos calejadas dele deslizavam pelas minhas nádegas enquanto a boca dele dava pequenas mordidas na minha bunda e passava a língua por toda ela. Não sei por que, num reflexo, eu levantei um pouco minha bunda. Nessa hora, ele aproveitou e com as mãos abriu um pouco minhas nádegas e começou a passar a língua entre elas, parando no meu cu, lambuzando ele todo de saliva e tentando enfiar a ponta da língua lá dentro. Ficou assim uns 10 minutos, me deu uma chupada atrás como ninguém nunca tinha feito na minha vida. De repente, senti um dos dedos dele no meu buraco, me penetrando enquanto também massageava ou dava tapinhas com a palma da mão na minha bunda. De repente, ele parou e falou:
— Nunca comi um cu igual ao seu, garota!
— Nããão!!! Por aí não!!! Vai doer pra caralho!! — gritei desesperada.
— Você vai adorar, putinha, já vai ver!
— Pelo amor de Deus, não!
— Garota, nem adianta pedir pra não, sua bundinha minúscula vai fazer parte da minha coleção, tenho que arrombar você! — e ele ria às gargalhadas de mim, o velho nojento.
— Melhor se ajeitar e relaxar, vai ser mais fácil pra você! — ele dizia.
Então ele colocou o peso dele em cima de mim e com uma mão nas minhas costas me fez ficar de bruços contra o vidro gelado da mesa dele. Meus peitos ficaram esmagados e eu esperando o pior, me segurei nos dois lados com as mãos.
Senti as mãos dele abrindo minhas nádegas e enfiando o pau no meio delas, sentia o pau enorme dele e me dava arrepios. As mãos dele apertavam minha bunda enquanto ele falava:
— Que bundão gostoso você tem, garota!! Já deram por trás em você?
— Não, Mario, nunca, embora alguns namorados já tenham pedido.
— Hoje você vai provar o que é bom, vou abrir esse seu cu!
— Pelo amor de Deus, vai devagar!!
Então ele pegou a ponta do pau dele e colocou no meu esfíncter, senti a glande na entrada do meu buraco e soltei um grito misturado com um gemido longo e pausado:
— Aaahhhhyyyyyyyyyyyy!! Aaaaaaaaaagggggggggggyyy!!
O velho me apertando. contra a escrivaninha com a mão dele nas minhas costas fazendo força pra eu não me levantar, ele dizia.
-¡¡Fica calma, putinha, que delícia você tá apertando meu pau!! ¡¡OOOhhhhgggg!!
Aos poucos foi enfiando o pau enorme dentro do meu cuzinho, eu sentia uma dor infernal, ele, porém, continuou empurrando pra dentro, eu não aguentava mais e queria que ele tirasse.
-¡¡¡AAaaaaaaaaaaaiiiii!! ¡¡Aaaiii chega, por favorrr!! ¡¡Tira ele, por favor!!
Foi meu grito de dor, o pau todo dele tava dentro do meu cu, sumia entre minhas nádegas, depois disso, ele ficou parado dentro de mim por uns minutos. Sentia uma queimação incrível, então naquele momento ouvi a porta do escritório se abrir.
Virei a cabeça rápido e fiquei gelada, tinha acabado de entrar o professor de história, um cara de uns 60 anos, grisalho, magro e alto. Me olhou e sorriu com uma cara de maldade terrível, andou e sentou na nossa frente e disse.
-Mario! Tenho que te aplaudir, você não pode estar comendo essa gostosa! Você é um mestre!
Mario me segurava firme contra a escrivaninha porque eu tentei me levantar e respondeu.
-Não só tô comendo ela, você chegou na hora certa pra ver como vou arrebentar essa bunda! Kkkk
-São uns filhos da puta!! Me solta, velho de merda!! Gritei desesperada e tentei dar um tapa e me levantar, mas ele me segurando contra a escrivaninha me dominava fácil e então começou a me foder devagar, cada estocada dele eu sentia que perfurava meu intestino.
-Toma, peituda!! – gritou.
E o pau dele afundou ainda mais, sentia como se faltasse ar. Um som rouco saiu do meu peito, sabia que isso era o fim… o limite, o desejo do velho e de muitos outros da escola, não o meu.
-¡¡¡Aiiiiiiiiii!!! ¡¡Nãããooo!! – gritei quando consegui respirar de novo
O velho, porém, naquele momento agarrou minha cintura e começou um vai e vem cada vez mais agressivo contra meu cu. A dor era dilacerante, inacreditável, desnecessária. Cada estocada em mim tirava meu ar, me rompia por dentro.
-¡Ai por fa...vor!!... ¡Não!!... ¡¡AAaiiiiaaa!!!... – gritava alvoroçada, e batia no escritório com socos, sentindo o velho me perfurando.
-¡¡Olha como ela tá comendo meu pau!! – balbuciou Mario pro velho de história.
Enquanto eu, com lágrimas nos olhos, olhei por cima do ombro desesperada, angustiada.
- ¡¡Sim, putinha, enfiei no teu cu!! – Gritou.
Naquele momento, apoiei meu rosto no vidro gelado da mesa dele e só chorei.
Ele continuava com o movimento constante, quando de repente me agarra pelas cadeiras e começa a se mover mais forte, me fazendo ver estrelas de dor, e eu gritei:
- ¡¡Aaaaaaiiiii!! ¡¡Ti...ra... isso... velho filho da puta!!
A dor me escandalizou, era terrível. Desesperada, comecei a me mexer pra escapar do meu carrasco, mas o movimento da bunda o exasperou, e dando um tapa na minha nádega, começou um ritmo infernal contra mim.
As estocadas eram mortais, e ele entre gemidos e gritos dizia:
- ¡¡Nunca comi uma gostosa assim... tão rabuda... tão peituda!!
E naquele momento me agarrou pelo cabelo e me puxou pra trás, dizendo:
- Olha, Carlos, como os peitos dela balançam!!
E cada vez acelerava mais o ritmo, fazendo meus peitos se baterem de um jeito incrível. O velho Carlos olhava com os olhos injetados de luxúria e a cara de tesão total enquanto Mario me partia literalmente ao meio.
- ¡¡Aaaaggg... che...ga!!!... ¡¡Por favor!!! Gritei.
Carlos me olhava e ria às gargalhadas me vendo assim, então disse pro Mario:
- ¡¡Olha como ela reclama... como sofre... nunca pensei que você ia comer uma gostosa dessas, Mario!!
Mario, rindo e ofegante, respondeu:
- Ela se mexe como uma minhoca enfi...ada... viu? Kkkk
- ¡¡Aaahhh toma, putinha, haaa que lindo teu cu enfiado... ahhh desde que você entrou, sabia que ia te arrebentar!! – gritava enquanto acelerava as estocadas.
Eu só chorava e apertava os dentes pra não gritar, mas era impossível. sentir como se rompia minha buceta, fiquei um tempão assim, Mario parecia que não cansava, sentia o pau dele me partindo.
No escritório dele só se ouviam nossos gemidos e os sons das bolas dele batendo na minha bunda, quando de repente Mario começou a gozar.
— Sente, putinha, como eu te encho! — gritava.
Então senti um jato de porra quente invadindo o fundo da minha buceta, depois ele tirou o pau e dirigiu as próximas descargas pra minha bunda, banhou ela de porra e começou a espalhar, batendo com o pau em todo o contorno.
Eu só chorava desconsolada, e senti quando o velho Mario tirou o membro de dentro de mim e subiu as calças. Depois disse:
— Vamos, Carlos, que vamos chegar tarde! Já terminei o de hoje!
Carlos se aproximou de mim com o pau na mão e, depois de balançar um pouco, apertou minha cabeça contra a mesa e começou a gozar na minha cara e em parte da mesa. Era algo realmente nojento, mas eu já não tinha forças pra resistir. Depois de gozar tudo, Carlos subiu as calças e os dois foram embora sem dizer mais nada.
Fiquei sozinha, semi-nua, só com meus saltos altos e com o cu arrombado em cima da mesa do diretor da escola.
Esclarecimentos
Essa história é minha, velha, tava guardada e reedi um pouco, desculpa se tiver erros.
Agradecimentos a quem me lê, valoriza e comenta.
Abraços
xmur1
5 comentários - Diretor gostoso da escola
saludos