Isso aconteceu há muito tempo, numa vila bem distante...
Os nomes e lugares foram trocados por respeito aos envolvidos e pra não prejudicar ninguém, mas isso realmente aconteceu.
Tudo começou quando minha irmã (a China) conheceu a Íris. A China tentou entrar na universidade e conseguiu, mas com o azar que sempre perseguia ela, no dia da matrícula chegou atrasada e não conseguiu fazer o processo, ficando sem vaga na faculdade. Nos dias seguintes, ela ficou tão triste que minha mãe deixava ela ir pra qualquer festa, e a amiga Íris era a responsável por levá-la. Isso se estendeu por uns dois meses. Um dia, a China chega e diz que arrumou um emprego num bar como hostess. Minha mãe não falou nada. A China me contou que a Íris tinha conseguido o trampo pra ela.
No fim de semana, pra ser mais exato, no sábado ela chegou às 6h da manhã, quando normalmente chegava às 4h. Ela me ligava pra eu ir buscá-la no trabalho. Naquele dia, minha mãe percebeu que algo tava errado, mas não deu muita importância.
Na semana seguinte, a China chegou no sábado normal, mas tava de mal humor e, como é costume dela, descontou na minha mãe e em mim. Mais tarde, no sábado, ela se arrumou e saiu de casa, sem dar satisfação nem dizer pra onde ia. De tarde, um dos meus tios apareceu e convenceu minha mãe a ir pra vila. Minha mãe e minha avó foram embora, e eu fiquei sozinho. Chamei minha amiga pra ir ao cinema, cheguei em casa umas 12h da noite e, óbvio, tava sozinho. A China tinha que trabalhar no bar.
Umas 10h da manhã eu acordei e, pra minha surpresa, a China não tava em casa. Saí pra comprar uns tacos de carnitas e um refrigerante, comi e, umas duas horas depois, minha mãe ligou avisando que voltava na segunda. Já eram umas 6h da tarde quando a China chegou. Ela chegou completamente bêbada, mal conseguia falar. Entrou no quarto dela e trancou a porta. Passaram uns minutos e eu ouvi os roncos dela, tão altos que incomodavam. Então bati na porta, mas nada. Depois de insistir, fui... Espiar pela janela do quarto dela, que dá pro jardim, mas as cortinas não deixam ver nada. Aí puxo a janela, ela desliza, abro a cortina e vejo a mina no chão, se debatendo ou se afogando no próprio vômito. Chamo ela pra ver se reage, sacudo ela e vejo que ela abre os olhos, não sei se tá consciente, só sei que tenho que levar ela pro hospital. Encosto ela no sofá e ela balbucia: "Quem é o próximo?" Pergunto: "O que você quer dizer?"
A mina: "A aposta."
Eu: "Qual aposta?"
Mina: "Não se faz de besta, o que a gente apostou."
Eu: "E o que a gente apostou?"
Mina: "Que se eu não terminasse a tequila da garrafa, eu faria o que você pedisse."
Eu: "E quem ganhou?"
Mina: "Você, Alex."
Eu: "Fiquei pensando, ela tá muito bêbada."
Mina: "O que eu vou fazer?" Fico olhando pra ela e falo: "Me surpreende."
Mina: Balbuciava: "Vou te dar, vou te dar." Só ficou lá no sofá.
Eu: "China, cê tá bem?" Tiro o celular, ligo a câmera, gravo a mina. Chamo ela de novo e, balbuciando, ela diz: "Não quero mais que me comam, já tá doendo minha bucetinha. Alex, Alex, se for me comer, mete no meu cu." Do jeito que conseguiu, se levantou e abaixou a calça e a calcinha. Perde o equilíbrio e cai. Quando vou ajudar ela a levantar, vejo que a calcinha da mina tem letras. Tiro a calça e a calcinha dela, e tá escrito com tinta o seguinte: "China, isso é uma lembrança dos seus amigos: nessa bunda já esteve o careca do Ramón, e Genaro, Luisito, Miguel, Toño." Tinha uns 16 nomes, cada um com uma frase sobre a bunda da mina, mas o último dizia: "Alex, querido, nunca entrei num cu tão apertado quanto o seu. Valeu, China. Ah, e a Iris manda isso: quando você cagar, vai saber do que ela tá falando. Meu amor, já sabe, quando precisar de umas boas fodidas, a galera tá aqui. Ass: os do bar." (Essa calcinha tá comigo.)
Fiquei estupefato com o que li. Peguei a mina e coloquei na cama. E o tesão, a raiva, a excitação, a surpresa... Abri as pernas da mina e vi a buceta dela toda inchada. Não conseguia acreditar no que vi. escorria sêmen dos lábios dela, virei ela e quando vi o cu dela tava meio esverdeado, do jeito que deu coloquei a china de quatro e a pressão dessa posição fez sair o que tava no cu dela e uauuuuu esses caras meteram um pepino de uns 30 cm e uns 6 de largura e tinha vestígios de sangue, levei ela pro banheiro, abri o chuveiro e segurei ela por um bom tempo, chegou a hora que a bebedeira dela foi passando e quando ela se tocou, me olhou e falou que porra cê tá fazendo aqui, aí comigo no chuveiro e piorou, quando percebeu que não tava de calça e calcinha, saí do banheiro, uma hora depois, ela foi onde eu tava e falou: cê é um porco como cê tem coragem de me deixar assim, e se aproveitar de mim bêbada, seu bastardo, mas agora vou contar pra minha mãe, suas porcarias, que não conseguiu tirar minha blusa: eu só fiquei calado, levantei e fui pro meu quarto, no dia seguinte minha mãe chegou, quando cheguei já tava a china e minha mãe, a china me encara e fala: pronto já contei pra minha mãe que cê entrou no banheiro e tirou minha calça e minha calcinha seu pervertido, minha mãe me encara e eu respondo: a china chegou às 6 da tarde de domingo, chegou bêbada e fedendo pra caralho, entrou no quarto dela, aí ouvi barulhos, fui ver se tava bem e a porta trancada, fui e chequei a janela e a cortina puxada não vi nada, empurrei a janela e por sorte ela abre, me espio e vejo a china no chão se debatendo, pulo e puxo ela pro banheiro, tento levantar ela mas tá cheia de vômito e não consigo segurar, tiro a jaqueta dela e ela vomita de novo, não tenho escolha a não ser tirar a roupa dela e tiro a calça e claro a calcinha dela desceu junto, nisso ela se debate de novo, seguro ela como dá e levo pro banheiro abro o chuveiro pra ela reagir, depois de um bom tempo debaixo do chuveiro, ela reage, mas eu te pergunto, eu tava pelado, por acaso tava te comendo? minhas mãos tavam tocando sua xota? não china eu tava te abraçando porque Você não conseguia nem ficar de pé, mas deixou a outra se afogar no próprio vômito, idiota.
Fiquei com tanta raiva, eu cuidando dela e ela me acusando. Os dias passaram e chegou sexta-feira. Minha mãe me perguntou: "Ainda tá bolado?" — "Sim, como você pôde acreditar no que a China te falou? Como você acha que eu ia me aproveitar dela? Nem com minhas amigas eu faço isso quando elas tão bêbadas, mas aí vocês..."
No sábado, a China chegou lá pelas 4 da tarde e minha mãe percebeu que ela tava bêbada. Mas como minha mãe é uma pessoa tranquila, não fala nada e saiu com a irmã dela pro cinema. Como eu tava ressentido com a China e queria me vingar, dessa vez eu tava disposto mesmo a comer ela. Nunca tinha tido esse pensamento em relação à minha irmã, mas tava decidido. Então, o próximo passo era estudar e aproveitar qualquer oportunidade.
Os nomes e lugares foram trocados por respeito aos envolvidos e pra não prejudicar ninguém, mas isso realmente aconteceu.
Tudo começou quando minha irmã (a China) conheceu a Íris. A China tentou entrar na universidade e conseguiu, mas com o azar que sempre perseguia ela, no dia da matrícula chegou atrasada e não conseguiu fazer o processo, ficando sem vaga na faculdade. Nos dias seguintes, ela ficou tão triste que minha mãe deixava ela ir pra qualquer festa, e a amiga Íris era a responsável por levá-la. Isso se estendeu por uns dois meses. Um dia, a China chega e diz que arrumou um emprego num bar como hostess. Minha mãe não falou nada. A China me contou que a Íris tinha conseguido o trampo pra ela.
No fim de semana, pra ser mais exato, no sábado ela chegou às 6h da manhã, quando normalmente chegava às 4h. Ela me ligava pra eu ir buscá-la no trabalho. Naquele dia, minha mãe percebeu que algo tava errado, mas não deu muita importância.
Na semana seguinte, a China chegou no sábado normal, mas tava de mal humor e, como é costume dela, descontou na minha mãe e em mim. Mais tarde, no sábado, ela se arrumou e saiu de casa, sem dar satisfação nem dizer pra onde ia. De tarde, um dos meus tios apareceu e convenceu minha mãe a ir pra vila. Minha mãe e minha avó foram embora, e eu fiquei sozinho. Chamei minha amiga pra ir ao cinema, cheguei em casa umas 12h da noite e, óbvio, tava sozinho. A China tinha que trabalhar no bar.
Umas 10h da manhã eu acordei e, pra minha surpresa, a China não tava em casa. Saí pra comprar uns tacos de carnitas e um refrigerante, comi e, umas duas horas depois, minha mãe ligou avisando que voltava na segunda. Já eram umas 6h da tarde quando a China chegou. Ela chegou completamente bêbada, mal conseguia falar. Entrou no quarto dela e trancou a porta. Passaram uns minutos e eu ouvi os roncos dela, tão altos que incomodavam. Então bati na porta, mas nada. Depois de insistir, fui... Espiar pela janela do quarto dela, que dá pro jardim, mas as cortinas não deixam ver nada. Aí puxo a janela, ela desliza, abro a cortina e vejo a mina no chão, se debatendo ou se afogando no próprio vômito. Chamo ela pra ver se reage, sacudo ela e vejo que ela abre os olhos, não sei se tá consciente, só sei que tenho que levar ela pro hospital. Encosto ela no sofá e ela balbucia: "Quem é o próximo?" Pergunto: "O que você quer dizer?"
A mina: "A aposta."
Eu: "Qual aposta?"
Mina: "Não se faz de besta, o que a gente apostou."
Eu: "E o que a gente apostou?"
Mina: "Que se eu não terminasse a tequila da garrafa, eu faria o que você pedisse."
Eu: "E quem ganhou?"
Mina: "Você, Alex."
Eu: "Fiquei pensando, ela tá muito bêbada."
Mina: "O que eu vou fazer?" Fico olhando pra ela e falo: "Me surpreende."
Mina: Balbuciava: "Vou te dar, vou te dar." Só ficou lá no sofá.
Eu: "China, cê tá bem?" Tiro o celular, ligo a câmera, gravo a mina. Chamo ela de novo e, balbuciando, ela diz: "Não quero mais que me comam, já tá doendo minha bucetinha. Alex, Alex, se for me comer, mete no meu cu." Do jeito que conseguiu, se levantou e abaixou a calça e a calcinha. Perde o equilíbrio e cai. Quando vou ajudar ela a levantar, vejo que a calcinha da mina tem letras. Tiro a calça e a calcinha dela, e tá escrito com tinta o seguinte: "China, isso é uma lembrança dos seus amigos: nessa bunda já esteve o careca do Ramón, e Genaro, Luisito, Miguel, Toño." Tinha uns 16 nomes, cada um com uma frase sobre a bunda da mina, mas o último dizia: "Alex, querido, nunca entrei num cu tão apertado quanto o seu. Valeu, China. Ah, e a Iris manda isso: quando você cagar, vai saber do que ela tá falando. Meu amor, já sabe, quando precisar de umas boas fodidas, a galera tá aqui. Ass: os do bar." (Essa calcinha tá comigo.)
Fiquei estupefato com o que li. Peguei a mina e coloquei na cama. E o tesão, a raiva, a excitação, a surpresa... Abri as pernas da mina e vi a buceta dela toda inchada. Não conseguia acreditar no que vi. escorria sêmen dos lábios dela, virei ela e quando vi o cu dela tava meio esverdeado, do jeito que deu coloquei a china de quatro e a pressão dessa posição fez sair o que tava no cu dela e uauuuuu esses caras meteram um pepino de uns 30 cm e uns 6 de largura e tinha vestígios de sangue, levei ela pro banheiro, abri o chuveiro e segurei ela por um bom tempo, chegou a hora que a bebedeira dela foi passando e quando ela se tocou, me olhou e falou que porra cê tá fazendo aqui, aí comigo no chuveiro e piorou, quando percebeu que não tava de calça e calcinha, saí do banheiro, uma hora depois, ela foi onde eu tava e falou: cê é um porco como cê tem coragem de me deixar assim, e se aproveitar de mim bêbada, seu bastardo, mas agora vou contar pra minha mãe, suas porcarias, que não conseguiu tirar minha blusa: eu só fiquei calado, levantei e fui pro meu quarto, no dia seguinte minha mãe chegou, quando cheguei já tava a china e minha mãe, a china me encara e fala: pronto já contei pra minha mãe que cê entrou no banheiro e tirou minha calça e minha calcinha seu pervertido, minha mãe me encara e eu respondo: a china chegou às 6 da tarde de domingo, chegou bêbada e fedendo pra caralho, entrou no quarto dela, aí ouvi barulhos, fui ver se tava bem e a porta trancada, fui e chequei a janela e a cortina puxada não vi nada, empurrei a janela e por sorte ela abre, me espio e vejo a china no chão se debatendo, pulo e puxo ela pro banheiro, tento levantar ela mas tá cheia de vômito e não consigo segurar, tiro a jaqueta dela e ela vomita de novo, não tenho escolha a não ser tirar a roupa dela e tiro a calça e claro a calcinha dela desceu junto, nisso ela se debate de novo, seguro ela como dá e levo pro banheiro abro o chuveiro pra ela reagir, depois de um bom tempo debaixo do chuveiro, ela reage, mas eu te pergunto, eu tava pelado, por acaso tava te comendo? minhas mãos tavam tocando sua xota? não china eu tava te abraçando porque Você não conseguia nem ficar de pé, mas deixou a outra se afogar no próprio vômito, idiota.
Fiquei com tanta raiva, eu cuidando dela e ela me acusando. Os dias passaram e chegou sexta-feira. Minha mãe me perguntou: "Ainda tá bolado?" — "Sim, como você pôde acreditar no que a China te falou? Como você acha que eu ia me aproveitar dela? Nem com minhas amigas eu faço isso quando elas tão bêbadas, mas aí vocês..."
No sábado, a China chegou lá pelas 4 da tarde e minha mãe percebeu que ela tava bêbada. Mas como minha mãe é uma pessoa tranquila, não fala nada e saiu com a irmã dela pro cinema. Como eu tava ressentido com a China e queria me vingar, dessa vez eu tava disposto mesmo a comer ela. Nunca tinha tido esse pensamento em relação à minha irmã, mas tava decidido. Então, o próximo passo era estudar e aproveitar qualquer oportunidade.
1 comentários - la borracha de mi hermana parte 1