Há 8 anos essa história começou, eu tinha acabado de conhecer minha atual esposa e as duas filhas dela. Poucos anos depois, já morávamos juntos. Minha filha, por coisas da vida, morava comigo, então fomos morar os cinco debaixo do mesmo teto.
As duas filhas dela, mais que lindas naquela idade, tinham acabado de fazer 4 e 7 anos. A minha também tinha 7, então as duas mais velhas ficaram muito amigas, cresceram juntas desde o dia em que fomos morar todos juntos. Elas criaram um laço forte, iam pra todo lado juntas, desde pequenas faziam tudo juntas: dormir, levantar pra ir pra escola, se arrumar de manhã, até tomavam banho juntas...
Com o passar do tempo, a gente esperava que essa relação não se rompesse, mas que pelo menos se individualizasse um pouco. Mas não foi assim, foi o contrário, ficaram ainda mais grudadas. Se uma não saía, a outra também não. Passavam horas trancadas no quarto, enquanto a mais nova vivia a vida dela sozinha, independente delas, só se envolvendo quando necessário. Muitas vezes a gente ouvia elas darem gargalhadas, e quando alguém se aproximava, elas fingiam que nada. Continuavam tomando banho juntas, a gente ouvia elas dentro do banheiro conversando, rindo, e às vezes longos silêncios. Minha esposa e eu achávamos meio estranho que, com 18 anos, elas ainda mantivessem essa relação. A gente até conversava sobre isso, até que um dia ela resolveu encarar a situação e ver o que rolava dentro do banheiro por tanto tempo. Pelo que ela me contou, entrou no banheiro de surpresa num desses momentos de silêncio. Ouviu elas de repente escorregarem e rirem ao mesmo tempo. Segundo elas, quando ela abriu a cortina do banheiro, estavam se depilando, e como não alcançavam confortavelmente todos os seus "lados", faziam isso entre as duas, assim era mais fácil... Essa resposta nos deixou um pouco mais tranquilos, mas não a mim... particularmente, veio na minha cabeça uma imagem que na hora me desconcertou um pouco: as gostosas que a gente tinha. Depilando uma a outra dentro do banheiro por horas... achei meio sapatão... e naquele exato momento percebi os corpos gostosos que essas minas tinham desenvolvido, até então nunca tinha notado, tipo, eu via elas indo e vindo com suas saias curtas, decotes e outras roupas super provocantes, mas nunca parei pra ver os peitos que escondiam e as bundas que passavam do meu lado...
Comecei a observar mais de perto, e via elas nos sábados à noite se arrumando pra sair, e ver aquilo era um verdadeiro espetáculo. Minha filha é loira, bem branquinha, lábios rosados, olhos castanhos, alta e esbelta, dona de uns peitos e uma bunda de cinema, a perfeição feita mulher, tudo que se espera de uma garota dessa idade que se cuida, faz dieta e malha todo dia. A filha da minha esposa é mais morena, baixinha, peitão e bundão, com uma cinturinha que te deixa sem dormir uma semana se você vacilar, uma boca bem vermelha e uma pele lisinha, firme por onde se olha.
Ver as duas se ajeitando na frente do espelho era estar no paraíso... você via elas se virarem e uma falar pra outra: "Vira aí, deixa eu ver como esse vestido marca sua bunda... hum, que delícia, tá uma gostosa, não vacila que eu mesma te mordo... haha", as duas riam. "Ops, olha só, você tem um fiapo aqui embaixo, deixa eu tirar pra você", ver a mão dela passando por baixo da saia pra tirar o fiapo e ver os olhos dela se perdendo debaixo da saia, era o Éden na Terra. Depois trocavam de papel, quando a outra passava o olho e enfiava a mão dentro do sutiã pra ajeitar os peitos. Antes era quase normal, agora tinha um sentido completamente diferente pra mim. Ela enfiava a mão inteira dentro, levantava um por um e deixava bem empinadinhos, na hora que dizia: "Agora sim, estão prontos pra chupar, viu?" e ficava brincando por cima da roupa... os biquinhos dela... endureciam e atravessavam o corpete e a blusa que ela usava..
Quando iam embora, passavam na minha frente cantarolando algumas palavras que eu nem ouvia direito, de tão hipnotizado por aquele espetáculo. As duas me beijavam ao mesmo tempo, uma em cada bochecha, e iam embora. Não voltavam muito tarde à noite, depois eu ouvia elas tomarem alguma coisa, provavelmente uma cerveja, que naquela idade a gente preferia que elas fizessem em casa. Dava pra ouvir elas rirem bastante, até dormirem.
Uma dessas noites, não consegui dormir pensando nela. Fiquei acordado até elas voltarem, não demoraram muito. Minha esposa dormia. Ouvi elas entrarem mais quietas que de costume. Na hora, senti que algo estavam tramando. Fiquei no meu lugar, sem fazer nada, só prestando atenção. Elas vieram meio altinhas pelo que dava pra ouvir, escapavam uns palavrões. Escutei elas remexerem a geladeira e falarem bem baixinho, nada a ver com as outras noites, quando chegavam eufóricas e fazendo bagunça. Ouvi elas entrarem no quarto e, pouco depois, no banheiro — pensei: "é minha chance".
Deixei elas à vontade por um tempo. Quando vi que estavam demorando demais de novo, resolvi ir ver o que rolava. Escapei da cama sem fazer o menor barulho. Minha esposa sempre dormia profundamente, mas só me faltava ela acordar naquela situação. Me aproximei sorrateiramente da porta do banheiro, me abaixei até a fechadura e, depois de piscar uma vez, encostei meu olho no buraquinho. Vi minha filha sentada no espaço entre a banheira e a parede, com a cabeça encostada no ombro e uma careta de orgasmo na boca. Ela mordia a língua de prazer... não acreditava no que via. A cortina do chuveiro estava fechada, então só via o rosto dela, as costas, os braços apoiados e parte de um dos peitos. Não entendia nada... de repente, ela se levanta e estica os braços como se pegasse alguma coisa. A maldita cortina não me deixava... não deixava ver nada, naquele instante ela se esconde atrás da cortina e eu vejo que ela aparece de novo, dessa vez de frente, apoia as mãos naquele pequeno espaço onde estava sentada, vejo a cabeça dela girando de um lado pro outro... e ela morde a boca uma vez e outra... quando as ideias do que estava acontecendo fervilhavam na minha cabeça, eu achava que tinham entrado um cara na minha casa, vejo uma mão aparecer por trás da cortina e abri-la... era a filha da minha esposa, com a língua bem, mas bem metida na buceta da minha filha, não podia acreditar, ela chupava de cima a baixo, entrava até onde dava dentro da vulvinha dela, tirava, e a cada movimento,
Minha filha respondia com uma cabeçada pro lado se contorcendo de prazer, quando ela enfiava a língua, minha filha agarrava a cabeça dela pra empurrar mais pra dentro, ao mesmo tempo começou a brincar com um dedo no cu dela, dava pra ver perfeitamente, parecia de propósito, nem que estivessem sendo observadas, ela começou a meter o dedo, a cada entrada e saída ela chupava o dedo e enfiava mais fundo, num momento as pernas dela fraquejaram e ela quase caiu, desabou no chão da banheira, ajoelhou na frente dela e se beijaram tão ternamente que me arrepiou, elas pareciam tão apaixonadas que dava até inveja, eu não podia acreditar, minhas filhas metidas num relacionamento, quando pensei que tudo tinha acabado, minha filha ficou ali de joelhos, a outra se levantou, eu tava com o pau duro pra caralho, não podia dentro da minha existência tocar nele de jeito nenhum, eram minhas filhas pelo amor de deus, não achava possível... pensei que ela ia se levantar pra sair do banheiro mas não, levantou uma perna pra oferecer a vulva bem aberta pra minha filha que esperava de joelhos, ela começou a lamber com calma, passava a língua com amor, carinho, tranquilidade, a outra agarrou a cabeça dela num ato de desespero total e apertou forte contra a vulva já prestes a explodir, dava pra ver como ela tremia, como as pernas queriam ceder, com suaves Tapinhas na cabeça dela indicavam algo, minha filha agarrou a bunda dela e separou as nádegas, com uma mão mantinha ela aberta de par em par, e com a outra começou a masturbar o cu dela, começou devagar, e depois mais forte, não enfiou um dedo, enfiou três de uma só estocada forte, naquele momento, a morena se jogou pra trás como se quisesse ser penetrada ainda mais forte, minha filha respondeu a esse gesto e enfiou tudo de uma vez, enquanto a outra terminava mordendo a boca pra não gritar... elas se beijaram de novo e se prepararam pra sair, eu com a pica dura até o talo, tentei não fazer barulho, mas quando me levantei, me enrolei no roupão e tropecei, ouvi um silêncio profundo e apressei o passo pro meu quarto, senti a porta do banheiro se abrir no momento em que eu fechava a minha, achei que tinham me visto...
No dia seguinte, uma manhã quase normal, todo mundo no café da manhã como se nada tivesse acontecido, todo mundo rindo, menos eu, minha esposa me perguntou na frente de todas o que estava acontecendo comigo, não soube o que responder... só me ocorreu dizer que tive uma noite ruim... os nervos me traíram, já que dei uma pista de que poderia ter sido eu quem estava atrás da porta naquela noite... percebi porque as duas engoliram saliva ao mesmo tempo, elas notaram meus olhos cheios de tesão e perversão, e minha filha depois de ficar vermelha e a morena depois de ficar verde, riram de novo, como se pensassem que eu sabia de algo e não tinha feito nada a respeito, que de alguma forma era cúmplice, e que uma hora teria que fazer algo sobre isso.
Mais tarde, as risadas já tinham voltado pra casa, a mais nova tinha ido pra aula de dança e as duas mais velhas, como sempre, depois da escola, se trancaram no quarto, quando tive oportunidade, me aproximei da porta e bati de leve, elas responderam... - quem é? respondi, - sou eu, pai... elas disseram quase em coro - Entra... tá aberto.
Observei elas só por um segundo e fiz uma radiografia, estavam as duas Vestidas igual, regata curta até embaixo dos peitos, um short que mostrava as curvas da bunda, e a barriguinha de fora. Me viram na porta e vieram me abraçar como sempre fazem. Dessa vez, senti os peitos das duas se esfregando no meu corpo, fiquei arrepiado com elas me abraçando assim. Da minha altura, 1,95m, dava pra ver claramente a marca da bunda de cada uma, como o short quase enterrava nelas. Abracei as duas com força e falei: "Meu Deus, em que mulheres vocês se transformaram..." Elas me abraçaram ainda mais forte e me beijaram devagar... um olhar safado e cada uma foi pra sua cama.
Minha esposa, por causa do trabalho, viajava uma semana por mês pra Mar del Plata, e a gente ficava sozinho nós quatro: eu e as três meninas. Essa semana era de viagem, e dessa vez ela levou a mais nova. Antes de ir, recomendou pras gurias: "Cuidem do papai, hein, não deixem ele ficar de olho no bairro!" Risadas pra todo lado, e elas responderam: "Mãe, deixa com a gente que vamos cuidar dele igual você, ou melhor!" Riram e se despediram.
Naquela mesma tarde, depois da escola e do trancamento no quarto como de costume, eu fiquei na sala vendo TV. Meia hora depois, vejo minha filha indo na geladeira com uma fio dental bem calçada e enterrada na bunda... Ela virou e me cumprimentou: "Oi, papai..." Olhei pra ela e não consegui responder nada. Poucos minutos depois, eu ainda não acreditava no que tinha visto, a outra saiu com a mesma tática, acho eu... Saiu do quarto de fio dental, fiquei cego. Abriu a geladeira, se abaixou pra pegar o refrigerante, e ficou lá bebendo direto da garrafa. Inacreditável a bunda que ela tinha, dava pra ver aberta de longe, era uma deusa, uma escultura. Ela se levantou, me olhou e também me cumprimentou: "Oi, papai..." Eu respondi: "Oi, fi... filha..." Ela foi embora e dessa vez eu ouvi risadinhas lá de trás.
Fiquei paralisado, tentando pensar no que fazer... quando não me deram tempo de nada. As duas saíram juntas e se jogaram no sofá do meu lado. Uma de cada lado, a morena entre risadas quebrou o gelo.
H. Pai, não te incomoda a gente estar vestida assim, não?
P- Não, amor, só acho estranho ver vocês assim, fio dental? Regata até os peitos? Nunca vejo vocês assim... são lindas as duas, só me deixam meio desconfortável (sim, a pica que fica dura e não me deixa pensar).
H- É que a mamãe não tá aqui pra falar que não... a gente sempre anda assim quando você não está, mas ela briga e diz que na sua frente não... porque você é homem, a gente fala que você é pai... mas ela não quer.
M- Mas agora que ela não tá...
M- Pai... você tá bravo com a gente?
P- Não, bebê, por quê?
H- Porque você quase não fala com a gente, pai...
M- Desde aquela noite você só chegou perto da gente pra dar um beijo no quarto e nada mais...
P- Que noite? perguntei bestamente.
H- A noite que você nos espionou no banheiro, pai... a gente não é boba, você nos viu.
M- Sim, pai, você nos espionou e a gente ficou super mal depois disso, você não falou nada.
H- Não contou pra mamãe, porque ela nos mata... mas também não falou nada pra gente, a gente tá pensando um monte de coisa, tá super nervosa.
P- Sim, meninas, eu vi vocês, mas não falei nada pra mamãe...
H- Por quê?
P- Sei lá... vi vocês tão gostosas, com tanto amor, que não soube o que fazer.
H- Sim, pai... obrigada, a gente se ama muito, mas a gente tem que fazer alguma coisa...
Sem me deixar abrir a boca pra responder, ela me beijou fundo, enquanto a morena pegava na minha pica e tirava da calça e chupava, tudo ao mesmo tempo. Minha filha parou de me beijar pra se juntar à irmã, as duas me deram um boquete de cinema, enquanto a morena se deitava na minha barriga e chupava de lado, abria as pernas pra minha filha cuidar dela, começava a chupar igual no banheiro, primeiro devagar, e depois os dedos na bunda. Quando eu tava quase gozando, ela começou a sacudir minha pica com força pra me fazer gozar também, senti na minha pica ela gozando... me apertou com força. força esperando assim pra tirar minha porra...em mais duas sacudidas assim, consegui secar ela...minha filha, que tava bem entretida com a buceta dela, chegou perto da boca dela...pra beijar com carinho...um carinho inesperado pra uma situação como a que a gente tava vivendo, elas se beijaram fundo, nem percebi que eu tinha gozado na boca dela, e que ela ainda tava saboreando naquele beijo fraterno, as duas se beijaram por um tempão...e eu fiquei besta enquanto elas matavam a sede...quando se separaram daquele beijo, deixaram um fio de saliva misturado com meu gozo entre elas...riram da cena, limparam os lábios com a mão, chegaram perto de mim, me beijaram e saíram papeando pro quarto pra se trancar de novo...
Uma semana inteira de coisas bem loucas a gente viveu naquela semana...agora elas tinham guardado bem o segredo, sabiam que eu não ia falar nada, e tinham feito um aliado.
As duas filhas dela, mais que lindas naquela idade, tinham acabado de fazer 4 e 7 anos. A minha também tinha 7, então as duas mais velhas ficaram muito amigas, cresceram juntas desde o dia em que fomos morar todos juntos. Elas criaram um laço forte, iam pra todo lado juntas, desde pequenas faziam tudo juntas: dormir, levantar pra ir pra escola, se arrumar de manhã, até tomavam banho juntas...
Com o passar do tempo, a gente esperava que essa relação não se rompesse, mas que pelo menos se individualizasse um pouco. Mas não foi assim, foi o contrário, ficaram ainda mais grudadas. Se uma não saía, a outra também não. Passavam horas trancadas no quarto, enquanto a mais nova vivia a vida dela sozinha, independente delas, só se envolvendo quando necessário. Muitas vezes a gente ouvia elas darem gargalhadas, e quando alguém se aproximava, elas fingiam que nada. Continuavam tomando banho juntas, a gente ouvia elas dentro do banheiro conversando, rindo, e às vezes longos silêncios. Minha esposa e eu achávamos meio estranho que, com 18 anos, elas ainda mantivessem essa relação. A gente até conversava sobre isso, até que um dia ela resolveu encarar a situação e ver o que rolava dentro do banheiro por tanto tempo. Pelo que ela me contou, entrou no banheiro de surpresa num desses momentos de silêncio. Ouviu elas de repente escorregarem e rirem ao mesmo tempo. Segundo elas, quando ela abriu a cortina do banheiro, estavam se depilando, e como não alcançavam confortavelmente todos os seus "lados", faziam isso entre as duas, assim era mais fácil... Essa resposta nos deixou um pouco mais tranquilos, mas não a mim... particularmente, veio na minha cabeça uma imagem que na hora me desconcertou um pouco: as gostosas que a gente tinha. Depilando uma a outra dentro do banheiro por horas... achei meio sapatão... e naquele exato momento percebi os corpos gostosos que essas minas tinham desenvolvido, até então nunca tinha notado, tipo, eu via elas indo e vindo com suas saias curtas, decotes e outras roupas super provocantes, mas nunca parei pra ver os peitos que escondiam e as bundas que passavam do meu lado...
Comecei a observar mais de perto, e via elas nos sábados à noite se arrumando pra sair, e ver aquilo era um verdadeiro espetáculo. Minha filha é loira, bem branquinha, lábios rosados, olhos castanhos, alta e esbelta, dona de uns peitos e uma bunda de cinema, a perfeição feita mulher, tudo que se espera de uma garota dessa idade que se cuida, faz dieta e malha todo dia. A filha da minha esposa é mais morena, baixinha, peitão e bundão, com uma cinturinha que te deixa sem dormir uma semana se você vacilar, uma boca bem vermelha e uma pele lisinha, firme por onde se olha.
Ver as duas se ajeitando na frente do espelho era estar no paraíso... você via elas se virarem e uma falar pra outra: "Vira aí, deixa eu ver como esse vestido marca sua bunda... hum, que delícia, tá uma gostosa, não vacila que eu mesma te mordo... haha", as duas riam. "Ops, olha só, você tem um fiapo aqui embaixo, deixa eu tirar pra você", ver a mão dela passando por baixo da saia pra tirar o fiapo e ver os olhos dela se perdendo debaixo da saia, era o Éden na Terra. Depois trocavam de papel, quando a outra passava o olho e enfiava a mão dentro do sutiã pra ajeitar os peitos. Antes era quase normal, agora tinha um sentido completamente diferente pra mim. Ela enfiava a mão inteira dentro, levantava um por um e deixava bem empinadinhos, na hora que dizia: "Agora sim, estão prontos pra chupar, viu?" e ficava brincando por cima da roupa... os biquinhos dela... endureciam e atravessavam o corpete e a blusa que ela usava..
Quando iam embora, passavam na minha frente cantarolando algumas palavras que eu nem ouvia direito, de tão hipnotizado por aquele espetáculo. As duas me beijavam ao mesmo tempo, uma em cada bochecha, e iam embora. Não voltavam muito tarde à noite, depois eu ouvia elas tomarem alguma coisa, provavelmente uma cerveja, que naquela idade a gente preferia que elas fizessem em casa. Dava pra ouvir elas rirem bastante, até dormirem.
Uma dessas noites, não consegui dormir pensando nela. Fiquei acordado até elas voltarem, não demoraram muito. Minha esposa dormia. Ouvi elas entrarem mais quietas que de costume. Na hora, senti que algo estavam tramando. Fiquei no meu lugar, sem fazer nada, só prestando atenção. Elas vieram meio altinhas pelo que dava pra ouvir, escapavam uns palavrões. Escutei elas remexerem a geladeira e falarem bem baixinho, nada a ver com as outras noites, quando chegavam eufóricas e fazendo bagunça. Ouvi elas entrarem no quarto e, pouco depois, no banheiro — pensei: "é minha chance".
Deixei elas à vontade por um tempo. Quando vi que estavam demorando demais de novo, resolvi ir ver o que rolava. Escapei da cama sem fazer o menor barulho. Minha esposa sempre dormia profundamente, mas só me faltava ela acordar naquela situação. Me aproximei sorrateiramente da porta do banheiro, me abaixei até a fechadura e, depois de piscar uma vez, encostei meu olho no buraquinho. Vi minha filha sentada no espaço entre a banheira e a parede, com a cabeça encostada no ombro e uma careta de orgasmo na boca. Ela mordia a língua de prazer... não acreditava no que via. A cortina do chuveiro estava fechada, então só via o rosto dela, as costas, os braços apoiados e parte de um dos peitos. Não entendia nada... de repente, ela se levanta e estica os braços como se pegasse alguma coisa. A maldita cortina não me deixava... não deixava ver nada, naquele instante ela se esconde atrás da cortina e eu vejo que ela aparece de novo, dessa vez de frente, apoia as mãos naquele pequeno espaço onde estava sentada, vejo a cabeça dela girando de um lado pro outro... e ela morde a boca uma vez e outra... quando as ideias do que estava acontecendo fervilhavam na minha cabeça, eu achava que tinham entrado um cara na minha casa, vejo uma mão aparecer por trás da cortina e abri-la... era a filha da minha esposa, com a língua bem, mas bem metida na buceta da minha filha, não podia acreditar, ela chupava de cima a baixo, entrava até onde dava dentro da vulvinha dela, tirava, e a cada movimento,
Minha filha respondia com uma cabeçada pro lado se contorcendo de prazer, quando ela enfiava a língua, minha filha agarrava a cabeça dela pra empurrar mais pra dentro, ao mesmo tempo começou a brincar com um dedo no cu dela, dava pra ver perfeitamente, parecia de propósito, nem que estivessem sendo observadas, ela começou a meter o dedo, a cada entrada e saída ela chupava o dedo e enfiava mais fundo, num momento as pernas dela fraquejaram e ela quase caiu, desabou no chão da banheira, ajoelhou na frente dela e se beijaram tão ternamente que me arrepiou, elas pareciam tão apaixonadas que dava até inveja, eu não podia acreditar, minhas filhas metidas num relacionamento, quando pensei que tudo tinha acabado, minha filha ficou ali de joelhos, a outra se levantou, eu tava com o pau duro pra caralho, não podia dentro da minha existência tocar nele de jeito nenhum, eram minhas filhas pelo amor de deus, não achava possível... pensei que ela ia se levantar pra sair do banheiro mas não, levantou uma perna pra oferecer a vulva bem aberta pra minha filha que esperava de joelhos, ela começou a lamber com calma, passava a língua com amor, carinho, tranquilidade, a outra agarrou a cabeça dela num ato de desespero total e apertou forte contra a vulva já prestes a explodir, dava pra ver como ela tremia, como as pernas queriam ceder, com suaves Tapinhas na cabeça dela indicavam algo, minha filha agarrou a bunda dela e separou as nádegas, com uma mão mantinha ela aberta de par em par, e com a outra começou a masturbar o cu dela, começou devagar, e depois mais forte, não enfiou um dedo, enfiou três de uma só estocada forte, naquele momento, a morena se jogou pra trás como se quisesse ser penetrada ainda mais forte, minha filha respondeu a esse gesto e enfiou tudo de uma vez, enquanto a outra terminava mordendo a boca pra não gritar... elas se beijaram de novo e se prepararam pra sair, eu com a pica dura até o talo, tentei não fazer barulho, mas quando me levantei, me enrolei no roupão e tropecei, ouvi um silêncio profundo e apressei o passo pro meu quarto, senti a porta do banheiro se abrir no momento em que eu fechava a minha, achei que tinham me visto...
No dia seguinte, uma manhã quase normal, todo mundo no café da manhã como se nada tivesse acontecido, todo mundo rindo, menos eu, minha esposa me perguntou na frente de todas o que estava acontecendo comigo, não soube o que responder... só me ocorreu dizer que tive uma noite ruim... os nervos me traíram, já que dei uma pista de que poderia ter sido eu quem estava atrás da porta naquela noite... percebi porque as duas engoliram saliva ao mesmo tempo, elas notaram meus olhos cheios de tesão e perversão, e minha filha depois de ficar vermelha e a morena depois de ficar verde, riram de novo, como se pensassem que eu sabia de algo e não tinha feito nada a respeito, que de alguma forma era cúmplice, e que uma hora teria que fazer algo sobre isso.
Mais tarde, as risadas já tinham voltado pra casa, a mais nova tinha ido pra aula de dança e as duas mais velhas, como sempre, depois da escola, se trancaram no quarto, quando tive oportunidade, me aproximei da porta e bati de leve, elas responderam... - quem é? respondi, - sou eu, pai... elas disseram quase em coro - Entra... tá aberto.
Observei elas só por um segundo e fiz uma radiografia, estavam as duas Vestidas igual, regata curta até embaixo dos peitos, um short que mostrava as curvas da bunda, e a barriguinha de fora. Me viram na porta e vieram me abraçar como sempre fazem. Dessa vez, senti os peitos das duas se esfregando no meu corpo, fiquei arrepiado com elas me abraçando assim. Da minha altura, 1,95m, dava pra ver claramente a marca da bunda de cada uma, como o short quase enterrava nelas. Abracei as duas com força e falei: "Meu Deus, em que mulheres vocês se transformaram..." Elas me abraçaram ainda mais forte e me beijaram devagar... um olhar safado e cada uma foi pra sua cama.
Minha esposa, por causa do trabalho, viajava uma semana por mês pra Mar del Plata, e a gente ficava sozinho nós quatro: eu e as três meninas. Essa semana era de viagem, e dessa vez ela levou a mais nova. Antes de ir, recomendou pras gurias: "Cuidem do papai, hein, não deixem ele ficar de olho no bairro!" Risadas pra todo lado, e elas responderam: "Mãe, deixa com a gente que vamos cuidar dele igual você, ou melhor!" Riram e se despediram.
Naquela mesma tarde, depois da escola e do trancamento no quarto como de costume, eu fiquei na sala vendo TV. Meia hora depois, vejo minha filha indo na geladeira com uma fio dental bem calçada e enterrada na bunda... Ela virou e me cumprimentou: "Oi, papai..." Olhei pra ela e não consegui responder nada. Poucos minutos depois, eu ainda não acreditava no que tinha visto, a outra saiu com a mesma tática, acho eu... Saiu do quarto de fio dental, fiquei cego. Abriu a geladeira, se abaixou pra pegar o refrigerante, e ficou lá bebendo direto da garrafa. Inacreditável a bunda que ela tinha, dava pra ver aberta de longe, era uma deusa, uma escultura. Ela se levantou, me olhou e também me cumprimentou: "Oi, papai..." Eu respondi: "Oi, fi... filha..." Ela foi embora e dessa vez eu ouvi risadinhas lá de trás.
Fiquei paralisado, tentando pensar no que fazer... quando não me deram tempo de nada. As duas saíram juntas e se jogaram no sofá do meu lado. Uma de cada lado, a morena entre risadas quebrou o gelo.
H. Pai, não te incomoda a gente estar vestida assim, não?
P- Não, amor, só acho estranho ver vocês assim, fio dental? Regata até os peitos? Nunca vejo vocês assim... são lindas as duas, só me deixam meio desconfortável (sim, a pica que fica dura e não me deixa pensar).
H- É que a mamãe não tá aqui pra falar que não... a gente sempre anda assim quando você não está, mas ela briga e diz que na sua frente não... porque você é homem, a gente fala que você é pai... mas ela não quer.
M- Mas agora que ela não tá...
M- Pai... você tá bravo com a gente?
P- Não, bebê, por quê?
H- Porque você quase não fala com a gente, pai...
M- Desde aquela noite você só chegou perto da gente pra dar um beijo no quarto e nada mais...
P- Que noite? perguntei bestamente.
H- A noite que você nos espionou no banheiro, pai... a gente não é boba, você nos viu.
M- Sim, pai, você nos espionou e a gente ficou super mal depois disso, você não falou nada.
H- Não contou pra mamãe, porque ela nos mata... mas também não falou nada pra gente, a gente tá pensando um monte de coisa, tá super nervosa.
P- Sim, meninas, eu vi vocês, mas não falei nada pra mamãe...
H- Por quê?
P- Sei lá... vi vocês tão gostosas, com tanto amor, que não soube o que fazer.
H- Sim, pai... obrigada, a gente se ama muito, mas a gente tem que fazer alguma coisa...
Sem me deixar abrir a boca pra responder, ela me beijou fundo, enquanto a morena pegava na minha pica e tirava da calça e chupava, tudo ao mesmo tempo. Minha filha parou de me beijar pra se juntar à irmã, as duas me deram um boquete de cinema, enquanto a morena se deitava na minha barriga e chupava de lado, abria as pernas pra minha filha cuidar dela, começava a chupar igual no banheiro, primeiro devagar, e depois os dedos na bunda. Quando eu tava quase gozando, ela começou a sacudir minha pica com força pra me fazer gozar também, senti na minha pica ela gozando... me apertou com força. força esperando assim pra tirar minha porra...em mais duas sacudidas assim, consegui secar ela...minha filha, que tava bem entretida com a buceta dela, chegou perto da boca dela...pra beijar com carinho...um carinho inesperado pra uma situação como a que a gente tava vivendo, elas se beijaram fundo, nem percebi que eu tinha gozado na boca dela, e que ela ainda tava saboreando naquele beijo fraterno, as duas se beijaram por um tempão...e eu fiquei besta enquanto elas matavam a sede...quando se separaram daquele beijo, deixaram um fio de saliva misturado com meu gozo entre elas...riram da cena, limparam os lábios com a mão, chegaram perto de mim, me beijaram e saíram papeando pro quarto pra se trancar de novo...
Uma semana inteira de coisas bem loucas a gente viveu naquela semana...agora elas tinham guardado bem o segredo, sabiam que eu não ia falar nada, e tinham feito um aliado.
12 comentários - As irmãs gostosas
me gustaria leer otras mas...saludos y suerte!