Minha Mãe Vira uma Puta - Parte 2

Desculpa a demora, mas aqui está a segunda parte!!

- "Sabe, eu lembro como você me olhava com superioridade na frente do seu marido... como se todo mundo fosse lixo, como se todo mundo valesse menos. Pois olha como eu te olho agora, hehe! Com meu pau enfiado na sua boca... milhares de noites eu sonhei com isso, ter você toda pra mim, na hora que eu quiser te comer, hehe!"

Ele passava o pau de uma bochecha pra outra por dentro, esticando-as ao máximo, tirava e dava tapa nela de novo, lambuzando ainda mais o rosto da minha linda Mami. Ficou um bom tempo fazendo isso.

- "Vem, levanta... tira a calcinha, quero ver sua buceta..."

Minha Mãe, só pra descansar a boca, se levantou sem reclamar. Com lágrimas nos olhos, olhou de novo a foto do meu Pai que estava na cama. Sabia que aquela única peça era o que a separava de ficar totalmente exposta na frente daquele porco. Ainda não entendia como sua vida, depois de ser quase perfeita, tinha dado uma guinada tão drástica, a ponto de agora estar prestes a se desfazer da última barreira do seu pudor. Mas, bem naquela hora, algo na sua cabeça disse que, se deixasse ele continuar e tirar aquela última linha de defesa que cobria sua intimidade, ela estaria totalmente perdida diante dos avanços dele. E que ele não pararia de jeito nenhum até conseguir possuí-la na mesma cama onde, noite após noite, ela dormia com o Marido. Então, numa última tentativa de salvar o que restava da sua dignidade já tão abalada, ela olhou pra ele implorando por clemência. Mas, ao ver só desespero no seu chantagista, resolveu fazer o que ele pedia. Com uma lágrima escorrendo pela bochecha, pegou as laterais da calcinha e deslizou pelos quadris até os tornozelos. Aquela peça fina de lingerie foi se enrolando enquanto descia pelas coxas definidas, até acabar feita uma bolinha sobre os pés delicados.

- "Me dá aqui, eu quero elas Oler...''

Com certa vergonha, ela mesma juntou as calcinhas do chão para dar ao desgraciado. Ele pegou as calcinhas da minha mãe, procurando a parte da frente, e começou a cheirá-las e lambê-las como um verdadeiro pervertido. Eu estava muito surpreso, nunca tinha visto um cara fazer isso, e via com nojo como o porco as lambia e as cheirava, como um cachorro faz com a buceta de uma cadela no cio antes do acasalamento.

- "Mmmhh!! Estão com um cheiro delicioso, você está com a xota perfumada, já sabia que eu ia vir, né? He, he, he!.." O cara zombava com aquele maldito sarcasmo que não combinava nada com ele.

Ele se cansou de lambê-las, e se eu achava que o cara não podia me surpreender ainda mais, estava enganado. Ele as pegou e colocou como um chapéu em cima da sua careca suada. O desgraciado ficou deitado com as calcinhas da minha Mãe na cabeça, aumentando ainda mais a humilhação dela.

- "Vem!, vamos para a cama... é hora de te montar".

Minha Mãe sabia o que a esperava, tinha chegado a hora em que ela teria que se entregar a esse sujeito vil e manipulador para evitar que nos separássemos. O desgraciado do Fernando, não satisfeito em trair a confiança que meu Pai, antes de morrer, depositou nele, ainda queria montá-la na cama principal da casa, no quarto matrimonial onde meu Pai fazia amor com ela tão apaixonadamente.

Com sua mão áspera e gorda, ele agarrou uma das nádegas da Mamãe, obrigando-a a caminhar em direção à cama. A imagem era grotesca, parecia um cordeirinho antes do sacrifício. Ela caminhava com o rosto voltado para o chão, sua dignidade estava sendo pisoteada, ela ia se sacrificar por seu filho pequeno. Ela, totalmente alheia a si mesma, caminhava sentindo a mão de Fernando agarrada a uma de suas carnes. Foi aí que, de pé, pude observar pela primeira vez seu corpo completamente nu. Sua xotinha tinha um pouco de pelos, sua mata era avermelhada, como a cor natural do seu cabelo, e estava um pouco descuidada, já que desde que meu Pai morreu ela a negligenciou um pouco. Suas... os quadris largos faziam seu grelinho parecer pequeno, os joelhos estavam avermelhados de tanto tempo chupando, o cabelo estava todo despenteado dos puxões que aquele infeliz deu para enfiar aquele pau.

— "Deita e abre as pernas!... quero provar esse grelinho que cheira delicioso primeiro."

O sujeito nojento tirou a camisa, mostrando a barriga enorme e os pelos fartos no peito. O infeliz do aborígene até nas costas tinha pelos, parecia um macaco, daqueles seres cujos ossos aparecem em inúmeras cavernas, algo que não passou despercebido pela Mãe, que ficou olhando o torso dele.

— "O que foi, nunca tinha visto um macho de verdade com pelo no peito?!"

E era verdade, já que meu Pai não era peludo, tinha um torso limpo e bronzeado, sem um único pelo, o rosto totalmente liso, quase nunca se barbeava. Os pelos dele eram negros e encaracolados, ocupando quase toda a pele. Dizendo isso, pegou uma escova que minha Mãe usava para pentear a cabeleira abundante, e começou a pentear os pelos do peito, desceu e penteou os do pau e dos ovos também. Minha Mãe ficou vendo a escova se enchendo dos pelos pubianos desse desgraçado macaco.

— "Assim fica mais bonito, né? He, he, he!..."

Depois desse ato nojento, mostrou a escova para a Mãe, cheia daqueles pelos que ele arrancou dos ovos e da pelve...

— "Vou deixar aí pra quando você se pentear, lembrar de mim! He, he, he!..."

Ajoelhou-se, puxou as pernas da Mãe até a beirada da cama e levantou elas, colocando sobre os ombros. Nessa posição, a buceta da Mãe ficou totalmente exposta para as intenções daquele desgraçado, o que o infeliz rapidamente observou, lambendo os lábios com a língua.

— "Vamos ver, Moniquita, o que temos aqui... você também não é lisinha aqui embaixo, hein! He, he, he!... Vai ter que arrumar essa coisinha, ahn... agora que vou ser seu dono, quero ela bem limpinha, quero que deixe a buceta igual à de uma menina, vou te dar dinheiro para tirar todos os pelos do seu corpo.

O desgraçado barrigudo falava com minha Mãe como se ela já fosse uma de suas propriedades, a pobre, humilhada e assustada como estava, só conseguiu balançar a cabeça, sabia que aquilo era só o começo do seu longo calvário. Sem mais delongas, ele focou na bucetinha da minha Mãe, que com seus dedos desajeitados e sujos ele abriu, expondo os lábios rosados da sua xota. Ela respirou fundo, recostou-se na cama e fechou os olhos, era a hora de se sacrificar para não perder seu filho.

Fernando, como um porco atrás de comida, foi direto para aquela parte delicada. Com um dedo tentava estimular seu clitóris, começou a enfiar sua língua áspera entre aqueles lábios rosados e perfumados, minha Mãe sentia cada lambida se transformar num chicote em sua zona íntima, que só meu Pai havia explorado. Ela estava atordoada, jamais teria imaginado ser capaz de tal comportamento, o cara não só usava uma linguagem cada vez mais baixa e vulgar, como estava fazendo coisas que ela raramente havia permitido ao meu Pai, nunca teria imaginado estar assim, de pernas abertas, entregando-se assim ao Contador da Empresa de seu falecido Marido.

"CHUPSS!!, CHOCSSS!!, CHUPSS!!, CHOCSSS!!" Dava pra ouvir por todo o quarto as lambidas que o porco do Fernando dava na buceta da Mãe, como se estivesse saboreando uma iguaria, com tanto chupão o corpo da minha Mãe começou a reagir contra sua vontade, seu rosto ficou vermelho e seus olhos reviravam ficando completamente brancos, sua retidão e princípios de um lado contra seu corpo ardente do outro. Ela, sem conseguir evitar, começou a mover os quadris no ritmo de cada lambida, sem entender que estava implorando para ser possuída, para ser instruída no amor oral.

Alguns dias antes se alguém tivesse insinuado algo daquilo antes, ela teria fugido aterrorizada, mas agora... Agora ela se contorcia, gemendo como uma gata no cio, buscando as carícias e os roces de Fernando. Seus quadris, sua bunda se moviam ansiosos para encontrar qualquer parte do corpo de seu amante, não importava qual, desde que a ajudasse a estimular seu botãozinho cada vez mais inflamado.

Fernando, querendo prolongar ainda mais sua agonia, afastou-se daquela iguaria para dizer:

- "Mmmhh!... Que delícia, mel... você gozou, né, sua safadinha? Sabia que por trás dessa imagem santinha e arrogante havia uma vadia insaciável! He, he!..."

O desgraciado sorria quando seus olhos se fixavam naquela fenda brilhante e inchada, faminta por roces ou carícias. Ele sabia muito bem que já a tinha dominado, mas queria vê-la implorar. Parava de vez em quando para ouvi-la suplicar por um novo contato, um novo roce que a aproximasse um pouco mais do orgasmo. Mas ainda era cedo, muito cedo, restava muita tarde...

O desgraciado a observava satisfeito. O bucetinha peludinha da minha Mami se movia levemente, descrevendo pequenos círculos, convidando-o a comê-la. Os lábios daquele maldito brilhavam pelos abundantes fluidos que exalavam de sua vagina. O túnel do amor se preparava para uma penetração que não viria, pelo menos não agora. Claro que a penetração é apenas uma das múltiplas formas como uma mulher pode chegar ao orgasmo...

Mamãe já começava a gemer baixinho, sua tesão aumentava exponencialmente com cada demora nas atenções daquele desgraciado. Ela desejava chegar ao orgasmo com cada vez mais ansiedade. O fogo em seu interior já não obedecia a qualquer tipo de razão e, muito contra sua vontade, ela começou a suplicar...

- "Oh, por favor!... não. Eu te imploro."

- "Não o quê, Mônica?... Quer que eu pare? Mas você está com a buceta transformada em caldo!... Vamos, abre suas perninhas e não se mexe se não quiser que eu te deixe assim, toda quente..."

Mamãe obedeceu na hora, abrindo as pernas ao máximo. ajudando-se com as mãos para conseguir. Assim, com as mãos agarrando seus tornozelos, expôs obscenamente sua buceta. Os grandes lábios levemente entreabertos deixavam vislumbrar o fogo que pulsava no interior de sua fornalha. Fernando, guloso, apressou-se a saborear os sucos que escorriam através deles, arrancando novos gemidos desesperados da garganta de sua presa. Com delicadeza, foi passando sua língua travessa pelo interior de suas coxas, aproximando-se cada vez mais do centro do prazer. Finalmente chegou às imediações da vulva, percorreu incansavelmente toda a superfície de seus grandes lábios, procurando evitar seu interior e roçar de algum modo o clitóris exaltado. Mamãe desejava aquela língua em seu interior, sentia-se tentada a pegar a cabeça de seu chantagista para obrigá-lo a fazê-lo, porém seus princípios como boa Esposa e viúva do meu Pai lhe diziam que não devia fazê-lo.

- "Ooohhhh!!! PARA PELO AMOR DE DEUSSS!!!"

Quando por um instante seus olhos encontraram os de Fernando, ela soube que não se enganava; devia aguentar submissa as atenções em sua virilha, por mais que a torturassem.

Fernando continuava lambendo com assombrosa calma aquela boceta encharcada. Buscava com o olhar os angustiados olhos de Mamãe, que embriagados pela lenta tarefa de seu chantagista não paravam de se mover. O porco barrigudo, com fria determinação, calculava a próxima lambida, uma carícia precisa que a fizesse agonizar, que a obrigasse a demandar mais prazer, mas evitando seu clímax. Suas mãos não paravam quietas e continuavam amassando, apertando os seios e a barriga da minha Mãe, distraindo-a momentaneamente das atenções que recebia em sua pélvis. O rosto desfigurado de Mamãe evidenciou a perícia de seu captor, a doce tortura parecia prolongar-se eternamente e ele mal havia se aproximado para sorver os abundantes sucos que agora escorriam de seu buraquinho como se fosse uma fonte quente... Mais uma única lambida e chegaria o tão esperado orgasmo, uma única... carícia, um leve toque e seu corpo explodiria envolto nas contínuas ondas de prazer elétrico que a sacudiriam sem remédio ao estimular seu clitóris…

Minha Mãe estava à beira do orgasmo, uma chupada rápida, um beijo tímido… a respiração agitada, o pulso acelerado, os sons guturais animais, a intensa tensão dos músculos forçados – tudo indicava que o clímax não tardaria a chegar. Por isso Fernando não parou. Um simples sopro sobre sua buceta encharcada fez minha Mami explodir num orgasmo incontrolável, seu corpo tensionou por completo e uma série de pequenos tremores a invadiu totalmente. O desgraçado conseguira, fizera minha Mãe gozar com o simples roçar de sua língua.

Fernando provou pela primeira vez aquele néctar sagrado que só minha Mãe produzia, ela humilhada ainda mais não entendia como seu corpo respondera tão rápido àquelas carícias, este desgraçado tirara o primeiro orgasmo de minha Mãe apenas com a língua. Ela ficou banhada em suor, respirando ofegante, desfrutara de um delicioso orgasmo que há muito não sentia.

- "Gostou, Móniquita?.. Aposto que sim! He, he, he!.. Vamos ver como aquele desgraçado do Rodolfo deixou sua buceta de usada."

Ao ouvir as palavras desse estúpido, ardi em raiva e coragem. O infeliz ofendia meu Pai depois que ele lhe estendera a mão e toda a confiança, para que no final esse miserável se aproveitasse de sua confiança e terminasse violando sua sagrada Esposa.

Mamãe não soube como reagir ao sentir o dedo grosso e áspero atravessando sua vagina. O asqueroso barrigudo meteu um dedo no interior de Mamãe para sentir a estreiteza de sua vulva, ela deu um salto ao sentir como aquele dedo grosso e calejado se introduzia até a junção.

- "...Aaaaaahh!!!" Só conseguiu dizer isso, ao sentir como aquele dedo grosso atravessava sua vagina.

- "Mmmhh!! Tá bem apertadinha, parece que não davam bom uso! He, he, he!.. Mas isso vai mudar de agora em diante... quando eu terminar com você, vai caber um batalhão de infantaria! Hehehe!

O desgraciado barrigudo ficou metendo e tirando o dedo, estimulando ainda mais a vagina sensível da minha Mami. Seus dedos gordos rapidamente ficaram cobertos por aquela película de fluidos transparentes e brilhantes, deixando o sujeito satisfeito com seu bom trabalho de estimulação. Depois, sem avisar nem dar tempo para reagir, ele enfiou tudo até chegar na junta. Minha Mãe abriu os olhos e prendeu a respiração enquanto o velho começava seu trabalho de auscultação. O cara deixou bem enterrado por alguns segundos, para então iniciar um movimento rotatório de 180 graus, e depois, com um sorriso de vitória, tirou e mostrou para a Mamãe. Os dedos ásperos e calejados exibiam o resíduo íntimo e brilhante que a delicada buracinho da minha Mami secretava. Sua bucetinha estava encharcada entre seus fluidos e as babas daquele sujeito.

— Abre a boca, querida! — ordenou o cara, sem que ela imaginasse suas intenções perversas.

Mamãe, sem saber o motivo da ordem, abriu levemente os lábios, e ele, aproveitando-se da inocência e ingenuidade da fina Dama, enfiou tudo na boca dela, encharcando seus lábios carnudos com seu próprio néctar.

— Gostou do sabor, Mônica? É o de uma mulher no cio! Hehehe!

Para continuar torturando-a tão prazerosamente, ele colocou novamente a língua na buceta da minha Mami. De longe, dava para ver como o desgraciado afundava o rosto entre as pernas da minha progenitora, tentando enfiar a língua o máximo possível até o fundo do seu ser, fazendo com que ela arqueasse as costas, sentindo novamente aquele prazer que se aproximava do seu segundo orgasmo. Esse desgraciado sabia lamber uma buceta. Parecia um cachorro lambendo uma tigela grande de porra. Ele levantava as pernas dela, abrindo ao máximo, e assim aproveitava para lamber também as coxas. Depois, para se acomodar melhor, voltou a mover as pernas da Mamãe, agora... colocando-as nos próprios ouvidos, nessa posição minha Mãe ficava com toda a bunda exposta e a boceta semiaberta, a posição era ainda mais humilhante, o corpo da minha Mãe estava flexionado ao máximo, seus buracos estavam à mostra e apetitosos para aquele porco, o qual não deixou passar despercebido já que imediatamente notou aquele anel rosado da minha Mãe.

- "Mas olha que rabinho lindo você tem!! Bem rosadinho e fechadinho, dá pra ver que nunca usou, né?".

Ele agarrou com cada mão uma nádega e as abriu o máximo que pôde, o cu ficou extremamente exposto, foi aí que ele aproveitou e meteu a língua colocando-a sobre aquele cuzinho cor-de-rosa que parecia querer ser devorado por aquela língua ansiosa. O desgraçado não ficou só na vontade de saborear, logo começou a lamber como um desesperado, lambia do cu até a boceta por todo o canal, não teve lugar que não ficasse coberto pela saliva da sua língua.

Minha Mãe olhava de baixo, desconfortável, enquanto Fernando percorria cada centímetro da sua intimidade com aquela língua áspera, sentia aquele órgão ensopado de saliva por todos os cantos da sua privacidade, seu rosto estava vermelho não sei se de vergonha, de excitação ou da posição desconfortável em que se encontrava. Estava recebendo uma boa dose de sexo oral como nunca antes tinha recebido, estava com os olhos fechados permitindo que seu corpo explodisse, isso a impediu de ver o que Fernando pretendia, ele chupou um dedo e colocou no cu da minha Mãe, fazendo pressão, o que a fez abrir os olhos imediatamente e exclamar:

- "NÃO! ISSO NÃO! Por aí nunca eu... NÃO VAI FAZER ISSO COMIGO FILHO DA PUTA!".

- "Calma, minha Rainha... Vai acabar gostando. Vou fazer com delicadeza... Vou te fazer ver estrelas, he he he!".

- "NÃO! não... Tudo vai ser pela frente, por aí não, isso é nojento eu nunca...".

- "Se não percebeu ainda, Mônica, você já me pertence... Eu sou seu homem de agora em diante e se eu digo que vou te comer o cu, vou comer". Estou pedindo sua opinião".

Dizendo isso, ele enfiou o dedo inteiro até o fim, fazendo minha Mãe sentir sua primeira penetração anal.

"...AAARRGGHH!!! DESSSGRAÇAADO AAARRGGHH!!!" O grito da minha Mãe foi dilacerante, ela só conseguiu dizer essas palavras.

O desgraçado porco, sem a menor preocupação em machucá-la, enterrou seu dedo grosso até a junta. Minha Mãe abriu os olhos chocada com o ataque inesperado, a iminente incisão desse invasor estranho no reto da minha Mãe tensionou todo seu corpo, apertando seu dedo quase a ponto de arrancá-lo. Mamãe sofria horrores - o dedo terrível havia profanado até agora o buraquinho traseiro virgem da minha Mami.

"E olha que meti o dedo mais fino! He, he, he!.."

Fernando ria vendo como minha Mãe tentava se soltar, mas ele a tinha bem presa e, além disso, pela posição em que estava, isso era quase impossível. O desgraçado, com seu dedo no cu, esperou que ele se dilatasse. "Uff.. Uff.. Uff." Enquanto isso, minha Mãe tentava respirar relaxando o corpo, sentindo-se estranhamente penetrada. Ela nunca, em sua vida de casada, tentou por aquele canal - sua relação na cama tinha sido monótona e sem graça, talvez umas duas posições, mas normalmente a do missionário era com a que mais gostava. Ela nunca tinha estado numa situação tão humilhante, suas relações sempre tinham sido pela frente, nunca pensou em usar seu outro buraco para dar prazer.

"Já.. já.. já viu que entra, ..você tem ele super apertadinho, deu um trabalho metê-lo. Sinto como seu cu quer expulsá-lo, ..vai ser delicioso quando eu enfiar! He, he, he!.."

"Ufff!!!, ufff!!!, ufff!!! Tira, maldito!! Você... tá me machucando!!"

"Por enquanto quero sua buceta, Mônica, ..o bum-bum deixaremos pra outro momento. Vou fazer algo especial pra você! He, he, he!.."

As palavras do porco me tranquilizaram por enquanto, mas eu sabia que em qualquer um desses dias minha Mãe lhe entregaria seu maior tesouro. O sujeito tirou o dedo do cu dela, minha Mãe voltou o rosto ao normal, já que estava deformado, ao fazer isso o dedo mostrava restos de merda…

- "Suja!!, ..vou ter que te dizer o que você vai comer de agora em diante. Para que isso não aconteça de novo".

Dito isso, ele agarrou o pau, era hora de assinar o contrato, cuspiu na ponta e disse:

- "Se prepara!!, ..porque você vai engolir tudo!!" O porco ameaçou, olhando nos olhos dela.

Seu enorme falo já estava bem ereto na frente de seu corpo nojento, enquanto sua vítima aterrorizada via como aquela tremenda trolha se aproximava de sua buracinha ameaçando machucá-la, engoliu saliva e se preparou para recebê-la com medo, aquele pedaço de carne cheio de veias poderia parti-la ao meio porque era tremendamente grosso. Diante do meu olhar, eu via como aquela Senhora angelical que havia decidido se entregar a ele com chantagens - algo que só com meu Pai eu a considerava capaz de fazer - e deixá-lo ter sua chance de se acomodar entre suas pernas de viúva fiel para permitir que ele acoplasse seu corpo abominável nela, olhava para aquela estaca aterrorizada, via como a Mamãe fixava o olhar naquele ciclope com terror. Mas no que ela realmente tentou suplicar foi que o cara queria enfiar sem nenhum tipo de precaução.

- "Pe, mas põe camisinha!..."

- "He, he!.. As putas como você são comidas no pelo!, ..que camisinha nem que porra. Abre mais as porras das pernas e não se mexe!".

- "Devagar por favor Fernando!, ..que você vai me machucar".

O Nojento barrigudo se acomodou bem entre suas pernas e lambuzou a bocetinha da Mamãe com baba, para depois colocar sua cabeçona pontuda e avermelhada na entrada… para ameaçar.

- "Quero que você me olhe quando eu for enfiando, ..quero ver seus lindos olhinhos quando eu for enterrando".

Agarrou com uma mão uma das tetas da minha Mami e com a outra seu pau, ele gostava de ver o rosto de temor da mulher que alguns meses antes ela representava para ele uma deusa inatingível. Ele passava a tranca por cima e por baixo, preparando-a para a penetração brutal, deleitando-se com o fato de que a esposa de seu falecido chefe estava aterrorizada com seu tremendo órgão viril.

5 comentários - Minha Mãe Vira uma Puta - Parte 2

No hay 2 sin 3..haceme llegar por favor la continuación,,
Remple
Baaaan, ese link lleva a otra historia, si podes postea vos las partes que faltan. Danke!!!