Hombre de dia, guarra de noche

HOMEM DE DIA, PROMÍSCUO DE NOITE
Sempre fui um ótimo estudante, hoje tenho 28 anos, sou muito culto, reconheço, tenho um ótimo trabalho muito importante atualmente, e sou atraente para as mulheres, muito atraente, mas, tudo tem um "mas" nessa vida. Desde a universidade, adorei levar uma vida dupla: o homem perfeito para todos, e uma gostosa à noite com os homens. Claro que isso não aconteceu da noite para o dia. Primeiro passei pela fase das masturbações e boquetes, vestido como homem, claro, mas essa vida dupla foi me atraindo cada vez mais.

Quando mudei de cidade por causa do meu primeiro emprego, meus hobbies ficaram cada vez mais ousados. Deixei o cabelo crescer, como tenho hoje, e inventei uma namorada na minha cidade natal para que as garotas do escritório me deixassem em paz. À noite, me transformava em Francesca para um amante que conheci e, pela primeira vez, me vesti de mulher para ele. Francesca, ou seja, eu, era pouco culta, uma trabalhadora anônima que mal chegava ao fim do mês, vivendo com os pais, mas uma gostosa na cama.

Meu amante – que nem vou dizer o nome, pois nem merece – terminou 4 meses depois. Reconheço que me deu alguns orgasmos bons. Sempre tive orgasmos anais; no sexo, tenho bastante duração. Mas ele terminou comigo de um jeito ruim, e eu não merecia aquilo, pelo menos da minha parte, pois me comportei muito bem com ele. Por isso, ele nem merece ter o nome dito.

Isso foi há um ano, e passei por uma fase ruim depois daquilo e das palavras dele para se livrar de mim. Caí em depressão, deixando tudo de lado, só me satisfazendo sozinho, sem sair para nada. Aqui preciso dizer que meu gosto por homens era por maduros. No entanto, só tinha tido um assim, muito antes do meu travestismo, e só uma noite esporádica. Mas aquele gostinho bom me fez tentar de novo, embora fosse difícil, e quase sempre fiquei com caras da minha idade ou um pouco mais velhos.

No verão passado, conheci no Facebook um senhor, viúvo, Vivia sozinho, não vou dar mais detalhes. Começamos a conversar, eu e o Antonio, 52 anos, forte, peludo, bem dominante. E foi bem devagar, nada daqueles apressados. Mas uma semana depois, eu sabia quase tudo sobre ele, e ele sobre a minha "inventada" segunda vida. O Antonio tinha um amigo, o Juan, 48 anos, solteiro, com os mesmos gostos. Ambos ativos, adoram fazer sexo em grupo ou a três. Resumindo, ele tava me preparando, caso eu quisesse algo com o cara, já sabia como devia ser. Na noite seguinte àquela confissão, cada um na sua casa, começamos a conversar os três. O Juan era mais ousado que o Antonio, e há anos eles às vezes compartilhavam amantes, mas sempre esporadicamente. Quando falei dos meus orgasmos anais, os dois ficaram loucos pra me conhecer ainda mais. Mas no fundo eu tava com medo, até que, depois de quase um mês, numa noite, aceitei encontrá-los. E desde o primeiro momento, o Juan me fez ir ao máximo antes mesmo de rolar algo físico.

Marcou pra aquela sexta à noite, no dia seguinte todo mundo tava livre do trabalho. E mostrou como me deixar, como eu disse, a mil, sem dúvida nenhuma em topar o encontro. Quase de madrugada, ele me chamou num parque, na penumbra. Fui pra lá, estacionei, desci do carro, vestido de mulher, e muito excitado pela situação — meses a pão e água, e agora dois coroas. Fui com um vestido verde, justo e curto, um corset preto por baixo, cinta-liga, calcinha, meia-calça e salto alto. Maquiado. Sentei pra esperar. Em menos de cinco minutos, o Juan se aproximou pra me levar até a casa do Antonio, onde a gente tinha combinado. Me olhou, assobiou, me levantou do banco pela mão. Eu, metida no papel que adoro, sorri. E ele disse: "Tá uma gostosa do caralho, sua puta". Passou a mão nas minhas costas e deslizou até minha bunda, dura e empinada de tanto treinar. Não faço academia, nada de peso, só glúteo, abdômen e pernas. E há anos sou totalmente depilado. Eu, como disse, depois de meses, voltei ao meu papel. "Vamos, Francesca", ele falou. O carro dele tava estacionado fora do parque. Entrei, e ele arrancou assim que saímos. Sumano se agarrou na minha coxa, já na estrada, e não soltou até a gente chegar, quando ele teve que trocar a marcha.

Juan é menos peludo, mas também forte, largo e alto, embora eu seja um pouco maior, e com os saltos. Quando o Antonio me viu, ele não me reconheceu, acostumado com a câmera, e disse pro Juan: "Essa Foxy tá uma gostosa, hein? Vamos ver se na cama ela é tão foxy quanto dizia." Eu sorri e falei que era só experimentar, que eu adorava provocar.

Não me deram trégua. O Juan puxou a rola dele, já bem dura, e me mandou mamar. Aceitei de boa, enquanto o Antonio ficava de boa, sentado de novo na sala, olhando e se acariciando. Eu via ele atrás do Juan, que logo se pelou. Foi aí que o Antonio entrou na festa. Ele me tirou de lá, "Vem cá", falou, e me sentou numa poltrona, super confortável, preta, meio reclinada pra trás. Isso fez com que eu mamando a rola do Juan, o Antonio começasse a explorar minha bunda. Logo fiquei louca de tesão, chupava a rola igual uma fera enquanto gemia com ela dentro, até que decidiram trocar. Tiraram meu vestido, fiquei só com o corset, a cinta-liga e a calcinha de lado. E se uma boca era boa, a outra e os dedos eram de campeonato. Chupei a rola do Antonio agora, tão grossa e dura quanto a do Juan, um pouco mais comprida, e minha mão segurava ela. Meus gritos e gemidos se afogavam com a rola na boca. Aí o Juan levantou minhas pernas — eu queria, precisava — e ele meteu devagar, com paciência. Que gostoso, senti, e comecei a gozar analmente igual uma louca, um prazer, um tesão que tive que soltar a rola do Antonio e gritar. Ele se afastou e olhou, enquanto o Juan me comia, me chamava de puta e dizia que iam me destruir naquela noite. Eu só gritava, gemia, dava suspiros, rebolava e gozava com aqueles pequenos orgasmos, mas tão seguidos, muito mais do que com meu ex-amante. Aí o Antonio começou a colocar a rola na minha cara e se masturbar, eu chupava de vez em quando, até engolia a cabeça, mas ele tirava por causa dos meus gritos quando eu me sufocava, e senti como se... Corria Juan no meu cu, e aí o Antonio pegou o pau dele, enfiou na minha boca e começou a se masturbar ali mesmo, gozou e que porra de gozada que ele jogou na minha cara toda.

Pensei, por besteira, por achar que nessa idade isso já era, me mandaram tomar banho, saí, de novo só de sutiã e calcinha, e aí eles estavam bebendo um drink, me serviram um, e me colocaram no meio dos dois, começaram a me apalpar, um e outro, me beijavam, as mãos deles se encontravam esfregando minha bunda, e finalmente, me vi de joelhos chupando os paus deles, um tempo num, um tempo no outro, enquanto eles bebiam tranquilamente, até que o Antonio se abaixou, se esticou no chão e me fez montar, eu montei que nem uma louca, e comecei a cavalgar, logo comecei com meus orgasmos, e logo tive o pau do Juan na boca, ele brincava com ele, um bom tempo até que o Antonio me colocou de quatro, continuou fodendo assim, depois de um bom tempo ele gozou, tinha me falado um monte de coisas, na fodida, sua puta, sua rabuda, tava toda gozada, por ser tão promíscua, me deu muitos tapas na minha bunda me excitando mais até que, como eu disse, gozou, tava meu cu e a calcinha daquele lado encharcados, e eu cansada na hora mas, não teve trégua, o Juan me pegou, me levou pro quarto perto com uma cama pequena e me colocou de lado e atrás de mim também, levantou minha perna e facilmente enfiou o pau dele, logo comecei a suspirar, a ouvir "mas que puta você é, ainda não gozou com seu pintinho, e já tá gemendo há três horas, rabuda", me fodendo mais forte ou parando e falando "mexe essa bunda gostosa pra mim", e eu mexendo entre gemidos, não, não gozava, não gozo até o final, então, ele ficou exausto sem poder aproveitar meus orgasmos anais, ninguém que não sente isso consegue entender, ele me chamava de louca, toda encharcada aquele cu enquanto me dava, e finalmente me colocou por cima, me segurando pela bunda, cavalguei até fazer ele gozar, enquanto ele tinha me dado inúmeros presentes, em forma de orgasmos, terminei sentada no pau dele. pau o corredor me segurando agora pela cintura eu cravado na pau dele, sem me mexer só dizia aayy aaya aay meus olhos arregalados vendo como eu fico, incapaz de me controlar enquanto ele alucinava, me vendo assim, fui me tocar na minha bucetinha e então ele me impediu, no fundo não me importei sempre gostei, ele tirou de dentro da pau dele eu caí do lado dele, e então, Antonio entrou sem ouvir nada imaginei, e Juan disse vamos foder ele os dois daqui a pouco, esse disse não hoje, tô por agora servido e cansado tive um dia fatal, então, vou foder ele depois por um bom tempo, eu escutava, mais recuperado, a mão de Juan tava no meu cu forte, a palma toda, e ele se afastou, Antonio.

Juan conversou comigo, me chamando sempre de Francesca, ou minha putinha, me contou que Antonio aguentava mais mas tava cansado, por causa do dia, não era brincadeira, e que costumavam foder pelo menos dois ou três de uma vez, mas travestis eram difíceis de ter logo começou, a bater nas minhas nádegas com as mãos e o que começou como uns tapinhas terminou, com ele sentado na beirada, e eu com minhas nádegas, nos joelhos dele me dando e dizendo que eu era muito gostosa e ia ser só deles, aquilo sempre me excitava não era a primeira vez, mas com um coroa como tantas vezes sonhei e tão seguro e forte, me fez acreditar de verdade terminei dizendo que sim que era deles, a putinha deles, e ele me dizia nós seremos teus garanhões, mas vamos ter que aumentar, o número de vadias, sim sim eu dizia sou a gostosa dos meus dois garanhões e precisam de mais vadias não só uma são muito machos pra só uma gostosa, eu vou arrumar elas, eu tava a ponto já não vou negar, e ele soube me tirou, se esticou pra trás os pés no chão e me fez montar me deu palmadas enquanto me fodava me excitando pra caralho, meu cu era um rio, e terminei como antes, montado em cima ele parado mas dessa vez não tinha gozado e eu com meus gemidos sem me mexer colocou minha mão na minha bucetinha, e em menos de um minuto tive uma gozada violenta, caí pra frente, em cima de mas ele se afastou rápido, me virou e colocou o pau dele na minha cara, se masturbando e gozou na minha cara, quase no final abriu minha boca e jogou o resto dentro.
Caí rendido, dormi quase na hora, fui comido de novo naquele sábado, e à noite voltei pra casa, sendo a putinha deles, até hoje, onde, graças aos meus contatos, em dois meses, éramos três vadias pra eles, e onde temos umas surubas do caralho.

By: Rulo_de_fuego

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