FALA GALERA P, TROUXE PRA VOCÊS UM RELATO, SÓ PRA DEIXAR CLARO, DIFERENTE DOS ANTERIORES NÃO É DA MINHA AUDITORIA, MAS ME DEIXOU EXCITADO, ENTÃO APROVEITEMNunca imaginei que a mãe da Isabella fosse uma mulher tão gostosa. Ela era de cabelo castanho e olhos cor de mel.
O cabelo caía em cascata sobre os ombros. Tinha, além disso, um peitão maravilhoso, e as pernas e cintura mais torneadas que eu já tinha visto no porto.
Ela tava vestida com uma blusa branca e uma saia longa azul-marinho, que abotoava na frente dos pés até a cintura. Usava umas sapatilhas de verniz preto de salto alto, sem meias, talvez por causa do calor tropical brabo que tava fazendo naquele verão.
Respondi na hora que não tinha o menor problema dela vir com a gente. Ela sorriu delicadamente e me agradeceu docemente com aquele sotaque argentino sofisticado.
Ela mandou a gente subir no carro. Isabella sentou do lado dela, no banco do carona. Eu sentei atrás.
A dona Iriarte, toda vez que me via no retrovisor, sorria e piscava um olho pra mim. Achei que tava brincando comigo por saber que eu era o namorado da Isabella.
Finalmente, chegamos no cinema. Não tinha muita gente na fila. Antes que eu pudesse tirar a carteira pra comprar os três ingressos, a dona Iriarte falou pra Isabella entrar na fila e comprar, dizendo que assim tentava compensar a gente deixar ela vir com a gente.
Isabella obedeceu na maior alegria. Dava pra ver que tava doida pra ver o filme, porque umas amigas da escola tinham dito que o herói era muito bonitão.
Assim que Isabella entrou na fila pra comprar os ingressos, fiquei a sós com a dona Iriarte. Ela me perguntou sorrindo: “Então você é o namorado da Isabellita?” “Sim, dona Iriarte… Contanto que a senhora nos dê o consentimento pra isso”, respondi todo nervoso e inquieto com o jeito que ela tava me olhando agora. “Vamos, vamos – explicou ela, passando a unha rosa do dedo indicador pelos lábios de batom vermelho vivo –, não me Fala sério, tão formal assim, 'senhora Iriarte'? Pode me chamar só de Laura."
Nisso estávamos quando a Isabella voltou com os ingressos. Cada um pegou o seu e, sem mais delongas, entramos no cinema.
Perguntei se elas queriam comprar refrigerante ou bala antes de entrar na sala. A Laura disse que sim e pediu pra Isabella ir comprar os refrigerantes e a pipoca.
Quando a Isabella voltou, cada um pegou o que era seu e entramos na sala pra ver o filme. Já tinham apagado as luzes e estavam passando os trailers dos próximos lançamentos.
Acabou que, quando sentamos, eu fiquei no meio das duas. Em poucos minutos, o filme começou. A Isabella ficou tão concentrada no que via que perdeu total noção do que acontecia ao redor.
Eu olhava de soslaio pra Isabella e pra Laura, discretamente. A Isabella parecia hipnotizada. O olhar dela se perdia nas paisagens de florestas solitárias e na música que dava início à história.
A Laura, por sua vez, brincava com a língua no canudinho do refrigerante. Pensei que o mais recomendável era me concentrar no que via, pra não fazer algo de que depois me arrependesse.
De repente, senti a perna direita da Laura batendo de leve na minha, e a sapatilha dela roçava suavemente no meu sapato. Respondi à batida com a mesma perna que a Laura usava pra me tocar.
Depois, desci minha mão até a altura do bolso da minha calça e rocei bem devagarinho a coxa dela, que já tinha deixado a perna imóvel.
Continuei explorando com a mão, até tocar um dos botões da frente da saia dela, que ficava uns vinte centímetros abaixo da cintura.
Com medo do que estava fazendo, parei pra olhar de novo de relance pra Isabella, que parecia ainda estar vidrada no herói do filme.
Criei coragem e, com cuidado, tirei o botão da casa. Depois, tirei outro e mais um.
A Laura apoiou o braço sobre a minha mão e abriu as pernas bem devagar, sem Parei de olhar pra tela. Enfiei a mão na saia dela e meus dedos encontraram de cara a calcinha fio dental dela.
Senti na ponta dos dedos o calor e a umidade excitante que saía da buceta dela, que dava pra sentir até na superfície sedosa da calcinha.
Afastei uma das laterais da calcinha e enfiei o dedo do meio na buceta molhada dela. Fiquei uns minutos enfiando e tirando, e brincando com o clitóris dela.
Ela mordia as costas da mão pra segurar os gemidos de prazer que o movimento do meu dedo causava. Quando sentiu que não aguentava mais, tirou discretamente com a outra mão meu dedo de dentro da buceta dela.
Ela se levantou, falando baixinho pra Isabella que ia no banheiro. Eu fiquei esperando ela sair, e falei bem baixinho pra Isabella que ia comprar outro refrigerante.
Ela mal tirou os olhos do filme quando me ouviu. Saí feito um raio da sala e olhei pra todo lado pra ter certeza de que ninguém descobriria o que eu ia fazer em seguida.
Lembro que a gente tinha que descer umas escadas largas e acarpetadas, em formato de caracol, e andar um corredor comprido pra chegar nos banheiros.
Primeiro entrei no banheiro dos homens pra ver se não tinha ninguém, e realmente não tinha.
Abri a porta do banheiro das mulheres e entrei. A porta dava pra trancar por dentro, então coloquei o seguro o mais rápido possível.
Encontrei a Laura num dos boxes femininos do vaso. Ela tava me esperando com a saia aberta. "Vem… – disse quando me viu –, me dá tudo."
Ela começou a desabotoar minha calça rapidinho. E assim que encontrou meu pau, chupou ele até deixar tão duro que parecia de pedra.
Eu, enquanto isso, brincava com os peitos dela, apertando eles e roçando a ponta dos dedos nos bicos. "Continua, continua, Laura… Ahhh… Não para, Laura, não para…", eu falava entre gemidos de prazer.
Laura se levantou e abriu as pernas generosamente, encostando as costas na parede. "Agora você vai saber o que é bom. Tomar posse de uma mulher. "Vai, vai, enfia dentro de mim agora, com toda a sua força", disse ela.
Sem mais delongas, eu a penetrei exatamente como ela pedia. Tentando agradá-la em tudo. Laura me cobria de beijos, enfiando a língua como se quisesse alcançar minha garganta.
Levantei-a pelos quadris e continuei metendo até que os lábios da buceta dela roçassem minhas bolas. Em menos de dez minutos, fiz ela gozar.
Algo admirável para um novato como eu. Segurei o máximo que pude para não gozar tão rápido e continuar aproveitando aquelas sensações deliciosas que o sexo dela me proporcionava, mas foi impossível.
De repente, jatos de esperma quente jorraram do meu pau, inundando a buceta dela.
Ficamos abraçados por alguns segundos, exaustos, nos beijando, até que finalmente decidimos nos separar.
Laura ficou no banheiro se limpando e arrumando o vestido. Eu saí dali pedindo a Deus que não houvesse ninguém lá fora que pudesse me ver e me denunciar para a gerência. Por sorte, não havia uma alma no corredor inteiro.
Entrei rápido no banheiro masculino e comecei a lavar o suor do rosto e do peito.
Ouvi Laura sair do banheiro e, pelo eco dos passos dela no corredor, entendi que estava indo para a sala. Me olhando no espelho, arrumei a roupa até ficar impecável.
Sorri, pensando que valeu a pena deixar a mãe da Isabella nos acompanhar ao cinema. Que buceta suculenta a dona Iriarte (Laura) tinha.
Voltei para a sala, com um refri na mão, como se nada tivesse acontecido. Isabella continuava vidrada no filme, mal notou minha chegada.
Laura agora olhava para a tela com um sorrisão de satisfação nos lábios, batendo de vez em quando – com cumplicidade – a perna dela na minha.COMO SEMPRE AGRADEÇO SEUS COMENTÁRIOS, PONTOS E TUDO MAIS
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