Motoqueiros (final)

Não tinha planejado uma 3ª parte pra essa história, mas a pedido do T-Henry9, aqui vai. Espero que vocês gostem.

Nossa viagem de férias seguiu sem grandes surpresas. Chegamos no destino e passamos uns dias maravilhosos. Meu casamento ia melhor do que nunca. Meu marido estava feliz e tranquilo como nunca, e isso me fazia muito feliz.

Quando a estadia terminou, a gente começou a voltar e refazer o caminho de ida. Eu me sentia muito bem, mas conforme avançávamos, ia lembrando das experiências vividas e, confesso, ficava muito excitada. Lembrei do que meu motoqueiro tinha planejado pra mim, e não pude deixar de sorrir. Aquele filho da puta queria me entregar pra uma matilha de amigos dele como se eu fosse qualquer puta de estrada. Eu era uma mulher educada e inteligente, felizmente casada e sem precisar de nada. Como é que ele achava que eu ia me interessar em virar uma puta barata? Mas conforme as horas passavam, a pergunta foi mudando: Será que eu me interessava em virar uma puta barata? Por que não? Depois, minha vida podia continuar como sempre, mas eu teria uma experiência que muitas mulheres só sonham. E a ideia ficava rodando na minha cabeça, embora eu acabasse descartando ela.

No fim da tarde, a gente parou num posto de gasolina simples, que tinha um restaurantezinho e só umas poucas quartos bem básicos. A ideia era seguir mais adiante, já que uns 50 km à frente tinha uma cidade maior e onde a gente com certeza encontraria uma hospedagem melhor, mas uma tempestade que ameaçava estourar a qualquer momento fez meu maridinho se resignar a passar a noite ali. E ele acertou. Mal tínhamos terminado de fazer o check-in no hotel quando desabou um temporal da porra.

— Ainda bem. Na estrada, a gente não teria visto o caminho pra seguir — suspirou aliviado meu marido.

— É, foi uma boa decisão — falei sincera, embora não soubesse o quão boa tinha sido.

Saímos pra comer no restaurante. Uma varanda ligava o hotel a ele. então não nos molhamos muito.
Ao entrar, fiquei pasma. Numa das mesas estava Walter, o filho dele, e mais dois caras que pela pinta eram motoqueiros igual eles. Pensei em vazar, mas não ia conseguir explicar pro meu marido por que eu tava saindo, então disfarcei e sentei no outro canto, torcendo pra não ser vista. Walter e o filho estavam de costas pra mim, e meu marido sentou de frente pra mim, tampando a mesa, então fui me acalmando aos poucos. Eu não via o que eles faziam e confiava que eles não me notavam.
Jantamos, batemos um papo e depois de comer meu marido começou a cair de sono, resultado das horas de estrada, então deixei ele pagar e saí rápido do restaurante. Ninguém pareceu reparar na minha presença, e eu respirei aliviada. Fui pro hotel, tirei a roupa e me enfiei na cama.
Uns minutos depois meu marido chegou, morto de cansaço, tirou a roupa, deitou e apagou na hora. Estranho pra ele, que sempre precisa ler um pouco pra pegar no sono, mas a viagem tinha sido longa, então não me surpreendi.
Apaguei a luz e fiquei no escuro pensando em tudo que rolou nessa viagem. Depois de uns minutos, me peguei lembrando do Walter. Tava tão viril como sempre, e os amigos dele pareciam cortados no mesmo molde. Ah, se eu tivesse solteira... Ou pelo menos sozinha, pensei, com maldade, me arrependendo na hora com meu marido do lado... mas, se pudesse ficar com eles, sem ele saber... chega... cortei os pensamentos, virei de lado e tentei dormir.
Uns minutos depois, achei que ouvi batidas na porta, bem de leve. ... Prestei atenção e nada... daí a pouco, de novo aquelas batidas baixinhas... me levantei confusa, sem acender a luz. Não sabia se as batidas eram na minha porta ou em outro quarto. Cheguei perto da porta. De repente, novas batidas nela. Agora sim, tava certa. — Quem é? Acho que se enganchou de quarto, falei baixinho pra não acordar meu marido.
— Sou eu, Walter, disse uma voz conhecida que fez minhas pernas tremerem.
Olhei pro meu marido. Tava apagadão.
— Sai da minha porta que meu marido pode te ouvir, falei baixa e urgente.
— Abre um minuto, por favor.
— Pra quê? perguntei assustada
— Pra te cumprimentar, só isso, ele disse
Hesitei um segundo. Cheguei perto da cama pra confirmar que meu marido tava dormindo fundo, ajeitei a roupa, e como se uma força sobrenatural me obrigasse, girei a chave e abri a porta.
A ideia era abrir só uma frestinha, mas quando a porta cedeu, a força do Walter abriu o suficiente pra ele entrar no quarto. O susto me fez pular pra trás, e o filho da puta fechou a porta devagar, depois veio até mim, me pegou pelo rosto e me deu um beijo molhado que me deixou paralisada. Lutei pra me soltar.
— Cê tá louco? Não tá vendo meu marido? falei assustada.
— Não se preocupa com seu marido, disse ele me abraçando de novo e descendo as mãos até amassar minha bunda.
Era cômico. Eu tentando me soltar mas sem fazer barulho, e o Walter avançando cada vez mais com as carícias íntimas. Eu gozando com o tesão da situação enquanto olhava de canto a cama onde meu marido continuava dormindo. Achei que ia morrer.
Finalmente o Walter se afastou.
— Fica tranquila, Natália. Não se preocupa. Te vi no restaurante. E como vocês são amigos, consegui convencer eles a pregar uma peça no seu marido. Falei que a gente tinha discutido na estrada, porque ele quase me atropelou, e eles aceitaram misturar uns soníferos no suco dele. Te garanto que ele vai dormir até amanhã bem tarde. Não escuta, nem vê nada do que rola ao redor. Tá totalmente dopado, disse ele sorrindo.
Quando ouvi isso, cheguei perto da cama. Virei ele de um lado pro outro e era verdade. Não tinha jeito de arrancar nem um gemido dele. Tava completamente apagado.
— Cê é um animal. Pode fazer ele... estrago.
—Fica tranquila que não aconteceu nada com ele. Só que não vai poder aproveitar o espetáculo — disse ele, me pegando por trás e começando a beijar meu pescoço, e a apalpar meus peitos, enquanto o pau dele se encostava na minha bunda.
Hesitei por um momento. O que eu podia fazer? Gritar? Qual é, ninguém ia acreditar que não tinha rolado nada entre a gente, quando na verdade tinha rolado. E por mais que eu gritasse, meu marido não ia acordar.
— Mas não temos onde ir — falei timidamente enquanto as mãos dele percorriam meu corpo todo.
— Nem precisa. Vamos ficar aqui. Não me diga que não te dá tesão dar uns belos chifres no seu marido com ele presente e sem ele saber de nada — sussurrou no meu ouvido enquanto a língua dele passeava por ele.
Nessa altura, meu corpo já não me obedecia mais. Abri minhas pernas e uma das mãos dele se enfiou entre elas, começando a percorrer minha racha por cima da calcinha, separando meus lábios e brincando com meu clitóris. O calor que brotava do meu corpo me fazia suar. Percebi, com resignação, que não ia resistir.
— Mas não tem lugar — falei já num sussurro, entre um gemido e outro.
— Deixa comigo — disse Walter, me levando até uma cadeira que estava perto da cama. Me sentou ali e fez um sinal para eu ficar quieta. Foi até a porta, espiou e entrou, e atrás dele mais 3 homens encheram o quarto. Eu estava com tesão, mas também me assustei. Aquilo já era demais. Tentei protestar, quando o filho dele se aproximou e, me levantando da cadeira, enfiou a língua até o fundo da minha boca enquanto me segurava nos braços. Enquanto me beijava, pude ver de relance os outros três pegarem meu marido e o colocarem dormindo como estava debaixo da cama.
— Agora temos lugar — disse Walter, começando a se despir, o que foi imitado pelos outros dois homens, enquanto o jovem não me dava trégua nos ataques, carícias e apalpadelas. Quando olhei de novo, os três estavam nus e bem equipados. Naquele momento, o jovem me levou até a cama e me subiu nela, ficando Os quatro ao meu redor. Feito isso, o último também se pelou igual aos outros.
Ajoelhada na minha cama, a cena era inesquecível. Quatro homens de paus duros me rodeavam, prontos pra me comer sem trégua, e meu marido roncava debaixo da cama.
– Eu aconselharia você a tirar o sutiã e a calcinha pra evitar que estraguem, mas pediria pra deixar essa camisola tão bonita que você tem. A verdade é que me excita pra caralho – disse Walter com um olhar de lascívia incrível.
– Pois não só você, na verdade – disse o mais alto que estava ao lado dele.
Silenciosamente, tirei o sutiã e a calcinha. Sabia que não era brincadeira que rasgariam, e não poderia explicar na manhã seguinte.
– Bem, Natália, já que você é tão boa e complacente, e como imagino que este será nosso último encontro, quero que você organize a maneira como vamos te foder entre todos. Quero que realize sua fantasia – disse Walter sorrindo.
Olhei pros quatro e fiz sinal pro mais baixinho, que se aproximou. Enquanto caminhava, o pau dele balançava como um pêndulo. Já na beira da cama, peguei a ferramenta dele com as mãos e masturbei suavemente, pra depois enfiar na boca de uma vez só. Fiquei de quatro e me deitei de través na cama. Chupei um pouco, e então soltei.
– Vamos, cara, quero sua língua na minha buceta – falei pro filho do Walter. Continuei chupando e senti uma língua molhada e ágil começar a lamber e penetrar com agilidade. A sensação era única e tive que me esforçar pra não gozar. O dono do pau que estava na minha boca grunhia de prazer.
– Como você tem razão, Walter, como tem razão. Essa é uma gostosa especial, das que não tem muitas.
– Não é uma gostosa. É uma mulher educada e distinta, Richard, o problema é que acabou de descobrir que adora carne de buteco – respondeu Walter rindo.
Por fim, não aguentei mais e gozei. No meio do meu orgasmo, o que estava me fazendo oral abandonou e senti ele enfiar até o talo. me enchendo por completo.
- Isso, putinha, isso. Tá bem fundo agora, ele falava no meu ouvido enquanto, inclinado sobre mim como um cachorro, me dava tudo que tinha.
Foram uns bons cinco minutos. A fúria das investidas dele me fez perder o controle das coisas, e o negão gozou na minha boca até quase me engasgar, sem que eu percebesse. Quando senti os jatos quentes no fundo da minha garganta, lembrei que tinha uma rola na boca, de tão absurdo que era o jeito que estavam me furando. O orgasmo do negão acelerou o orgasmo de quem estava me penetrando, que gozou selvagemente, caindo sobre mim e me esmagando na cama. Rapidamente tiraram ele, me viraram, e dessa vez foi o alto quem, pegando minhas pernas, as colocou nos ombros dele e me enfiou. Gemi com a violência da enfiada, mas aquele gemido só fez ele se excitar mais e, em questão de segundos, estávamos trepando como demônios.
- Vira, filho da puta, disse Walter, e o amigo dele baixou minhas pernas dos ombros, as envolveu na cintura dele e girou, me arrastando junto. Quando fiquei por cima, Walter subiu na cama e começou a arrombar meu cu com a ferramenta dele. Quando conseguiu lubrificar bem com meus sucos e os dos outros, apoiou a cabeça no meu esfíncter, empurrou e me empalou devagar, se deixando cair bem lentamente, enquanto o amigo parava de bombear pra facilitar a entrada. Ele me sodomizou por completo e, uma vez enfiada entre os dois, ambos começaram a me foder, provocando em mim verdadeiros espasmos de orgasmos que quase me deixaram inconsciente.
Quando Walter gozou no meu cu, o lugar dele foi ocupado por outro, e a esse sucedeu um terceiro. No total, cada um me deu duas gozadas. De madrugada, já exaustos, se vestiram e foram embora, não sem antes colocar meu marido dormindo de volta na cama. Quando foram, tomei um banho longo, troquei minha camisola que tinha ficado toda melada de sêmen e me deitei.
Era meio da manhã quando meu marido acordou e me chamou. Assustada com a hora que era. Rapidamente tomamos um café da manhã qualquer e saímos pra continuar a viagem.
Nunca mais vi meus motoqueiros, mas a experiência me fez valorizar mais meu casamento e meu marido. Somos um casal feliz. Embora eu deva confessar que, de vez em quando, preciso de um desconhecido pra me dar um service rápido.
Meu marido ainda lembra com prazer da viagem que fizemos, embora continue contando pros outros não só o quanto dormiu naquela noite, mas o sonho estranho que teve, onde parecia estar embaixo e não em cima da cama, vendo o colchão se mexer, se mexer e se mexer...

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