Mi Tía tiene gripe (real) (Día 4)

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http://www.poringa.net/posts/relatos/2288890/Mi-Tia-tiene-gripe-real-Dia-3.htmlO catador-médico com um sorriso de orelha a orelha e o estetoscópio como se fosse uma faixa de cabelo...

- Não, boludo! O que cê tá fazendo... é no pescoço!

- Ei, calma aí, vigilante...

Bom, isso ia ser algo difícil.

Expliquei o assunto e fomos pro quarto...

Quando o negão entrou no quarto e viu aquela puta de bruços, mal coberta pelo lençol, ficou de boca aberta e começou a se masturar por cima da calça, parecia um macaco, filho da puta.

Cheguei perto do ouvido da minha tia e falei que o médico já tinha chegado.

- Ééééé... dona! Vamo ter que medir a febre, vamo ter...

Não dava pra acreditar como aquele putão falava, mas fazer o quê, já tava no jogo.

- Sim, doutor... - como se nada, ela obedecia as ordens do médico.

- Fica assim de bruços, fica... até porque posso medir por aqui, dona, é melhor...

O negão tava se saindo bem.

Com muita firmeza, levantou a bunda dela um pouco pra cima, cuspiu no dedo indicador e meteu com toda calma no cu da Tia...

- Fica tranquila, Tia - sussurrei no ouvido dela, enquanto via aquele filho da puta enfiar o dedo até os nós e me olhar com os olhos arregalados.

- Tudo vai dar certo, Tia... - enquanto eu falava isso, ele me olhava mordendo os lábios e sem dizer uma palavra.

- Essa senhora tá quente, hein... Digo! Tá com febre, tem que baixar de qualquer jeito... - gritou a fera.

- Ok, doutor, faça o que for preciso - sussurrou a puta, que no fundo eu acho que sabia que o sobrinho dela é capaz de tudo.

O negão levantou ela um pouco mais, deixou ela de quatro, e começou a chupar ela com a língua grossa e babada que tinha...

- Ehhh, Doutor... o que cê tá fazendo? - perguntei meio pra disfarçar...

- Olha, cara, se a gente fizer ela gozar várias vezes, pode ser que a febre baixe rápido e natural. Essa febre é de tesão, mano...! - era uma fera, mas tava me caindo cada vez melhor.

- Ahhh... sim, deixa o doutor... que é o que sabe- gemeu a puta
- Ok Tia, tá bom...

O catador cuspia na bunda dela com gosto e recolhia a baba com a língua, tentando alargar aquele anel cada vez mais grosso. Eu, enquanto isso, comecei a apertar os bicos dos peitos dela, durinhos como parafusos, tentando que ela não percebesse e por amor à causa. A gente tinha que fazer minha Tia putona gozar....

(Continua)

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