Quarto conto e já tô começando a gostar disso, rapaziada. Tudo pro deleite de vocês, aproveitem.Eu me animo a contar um relatinho, mas vou ter que mudar ou nem falar os nomes e um pouco as situações pra ninguém desconfiar de mim, como até agora vem sendo, graças a Deus. E faço isso pra reviver o que rolou, e porque escrever ainda dá um gostinho mais proibido do que já foi.
Sou mãe de uma mina de vinte e poucos anos. Não tenho muita diferença de idade, só uns 22 anos a mais.
Uns anos atrás, ela tava namorando um cara mais ou menos da idade dela. No começo, achei o sujeito um sem-vergonha. Falava pra caralho, uma vozzona bem forte e era meio sem noção, como se conhecesse eu e meu marido há anos, e não era assim.
Com o tempo, fui percebendo que ele olhava bastante pro meu corpo. No início, quando a gente conversava, parecia que ele tinha dificuldade de tirar os olhos dos meus peitos, e eu ficava meio desconfortável, principalmente por causa da minha filha. Com o passar do tempo, ele virava pra olhar minha bunda (eu via pelo vidro do armário) e não tinha vergonha, porque acho que ele sabia que eu tava ligada. Minha filha, acho que preferiu nunca perceber nada, porque pra mim era super óbvio, e ela nunca falou nada.
Meu marido sempre volta muito tarde pra casa, e no meio-dia geralmente fico sozinha. Toda vez que ficava só, antes de fazer qualquer coisa em casa, me jogava no sofá e pensava nesse garoto tão atirado. Em alguns desses momentos de relax, imaginava como seria se ele me visse de verdade, numa cama ou na própria casa, pelada ou semi... Se fosse pra ser realista, tinha certeza de que ele não aguentaria, com certeza ia broxar. Era um olheiro e só, não um amante fogoso. E, bem... quando eu escolhia fantasiar, imaginava que ele mesmo me despia e que tinha uma língua na velocidade dos meus dedos naqueles momentos. Imaginava ele quente, poderoso, cheio de energia jovem, me destruindo em cada penetrada... Apaixonado, sem noção como eu conhecia, pronto pra fazer até o mais vergonhoso comigo. Esse era o genro que eu queria pro meu corpo. Passei meses tendo essa fantasia, nos meios-dias. Minha casa totalmente em silêncio, exceto pelos meus gemidos abafados.
Um dia, decidi parar de bancar a mãe certinha, porque, na real, já ficar se esfregando no namorado da filha era ruim o bastante… se ia fazer merda, podia fazer direito! Liguei pra ele e mandei vir pra casa, que tava a fim de preparar uma surpresa pra minha filha e ele precisava chegar antes dela.
Quando ele chegou, recebi ele com uma calça jeans apertada e uma camiseta leve, sem sutiã. Ele sentou no sofá, e de vez em quando ficava olhando meu corpo enquanto eu circulava pela casa, fingindo que tava arrumando, e eu sabia que ele tava fantasiando a gente fazendo ali mesmo.
Ele puxou papo, sobre a surpresa, o que era. Falei que a surpresa na verdade era pra ele. Que eu achava ele sem-vergonha, safado, cara de pau, e que tava com vontade de me fazer gozar.
Longe de se assustar, ele falou ‘mas, por favor!’ e desabotoou a calça, botando a carne pra fora.
Me desesperei, fiquei com medo do que a gente tava fazendo. Já sabia que não tinha volta e a gente tinha 3 horas antes de alguém chegar em casa pra resolver tudo. Quer dizer, fazer e alinhar como agir depois, claro.
Empurrei ele no sofá e sentei em cima, de calça e tudo. Ficava esfregando a buceta na pica dele com meu jeans apertado, e ele passou as mãos pelas minhas cadeiras até o zíper e abriu minha calça. Abaixei quase sem me desgrudar do volume dele e me apoiei de novo, mas com a calça nos joelhos e a calcinha fio-dental branca enfiada na racha.
Ele gemia um monte de putaria. Me chamava de slut, mamãe, sogrinha, até fazia referência a como eu tava sacaneando minha filha. Todas essas palavras eram o que eu queria dele… as últimas me deram um pouquinho de culpa, mas depois me entreguei no jogo.
Ele mesmo me levou pro chão e se deitou. Eu sentei, olhando pra ele de frente e fazendo ele me penetrar por um ladinho da calcinha. Tirei a camiseta e ele ficou com o olhar fixo nos peitos, quase durante toda a posição. Notei que ele tinha ficado ainda mais duro, e o movimento era imparável, preciso, forte como um garanhão no cio. O que eu gozei nessa posição sozinha não tem nome.
Levantei, com minhas pernas dos lados do corpo dele, e assim mesmo desci só o tronco, deixando os joelhos esticados, e me aproximei com a boca da piroca grossa, venosa e quente, recém-saída da minha buceta. Dei uma boa chupada, pegando ela com a boca, como se fosse outro buraco. Pra cima e pra baixo várias vezes e uma inspirada forte de vez em quando pra não sufocar.
Fiquei de quatro e convidei ele a entrar de novo. ‘Eu sabia que você era uma velhinha puta’ ele respondeu. Antes de ele entrar, mexi a bundinha mole como um pudim, pra ele ver as nádegas balançarem. Ele enfiou entre elas, no comprimento, e começou a esfregar meu ânus. Disse que minha filha ainda não tinha entregado a raba pra ele, e eu falei que ela tinha feito bem. Ao mesmo tempo, coloquei meus dedos no ânus e abri. Ele entendeu e devagar começou a meter naquele cu. Pedi pra ele ir com calma, mas ele não acreditou, então enfiou mais rápido do que eu queria e me fez doer muito. Cheguei a gritar pra depois descansar respirando forte. Ele metia e tirava sem piedade, enquanto eu tentava aguentar a dor. Me dava tapas na raba, me fazia doer por todo lado… mesmo assim, meu tesão tava altíssimo e aquela dor era o maior prazer.
Perguntei onde ele queria gozar em mim, e ele disse que queria gozar fazendo um Boobs fuck, me olhando na cara. Perguntei se ele tava a fim de me ver tomar o leite, e com uma voz trêmula e cheia de tesão ele disse que sim. Falei que então ele tinha que chupar minha buceta como ninguém (tinha que cumprir essa parte da minha fantasia, afinal). ‘Sim, mamãe’ ele respondeu e me virou com os brações. Enfiou a boca entre minhas pernas e com uma língua musculosa lambeu cada canto da minha pussy.
Abri mais as pernas e com as mãos apertava a cabeça dele pra dentro. Queria a língua mais pra dentro. mas e mais. Ela balançou de um lado pro outro, igual um pêndulo, e de cima pra baixo. Depois passou da junção do ânus até passar o clitóris, e aí do ânus mesmo, onde parou um tempão, e de novo pra cima.
Tive uns 2 orgasmos na penetração anal, e pelo menos 1 no cunilíngua. Se fosse por ele, continuava chupando, mas eu pensei que já bastava e queria sentir o calor do orgasmo dele. Chamei ele e quando ele me olhou, lá de baixo, mostrei como eu tava tocando meus peitos esperando ele. Ele disse ‘primeiro quero chupar bem sua bunda’. Então levantei e ele deitou de barriga pra cima. Me ajoelhando, apoiei devagar até o nariz dele me tocar, e depois cheguei na língua. Aí senti ele mais fundo que antes. Sentei com mais força e mal conseguia respirar com o narizinho dele aparecendo na racha da minha bunda.
Fazia mó tempão que não sentia tanto prazer. Me inclinei pra chupar ele, mas ele já não alcançava meu ânus. Mesmo assim enfiei na boca e foi aí que ele decidiu levantar. Sentou no sofá e me mostrou outra forma de fazer o boobs fuck que não era a que eu tinha imaginado. Assim, sentado, me ajoelhei entre as pernas dele e enfiei a cock entre meus peitos. Dei uma massagem sensual no começo, suave, gostosa… prazerosa. Passei minha linguinha de leve na pontinha e enfiei de novo. Depois, de cima pra baixo, fui levando os dois peitos juntos, masturbando ele. Vi como ele se excitava, vi como ele tava prestes a descarregar tudo, e dei mais força no movimento, de cima pra baixo batia no pau dele. Ele trocou minhas mãos pelas dele, ajustando os peitos do jeito que queria, e eu deixei ele manejar. Começou a fazer um movimento circular, um girava pra um lado, o outro pro outro, se esfregando entre si, com o pau no meio… Achei um movimento fantástico e aproveitei o olhar dele nos meus olhos pra mostrar minha melhor cara de satisfação e desejo, e pedi docemente, como pra um genro bonzinho que me faz um favor, que me desse toda a cum, toda pra mim. M.
Passou um tempão, e ele não gozava. Ele falou: ‘fala umas putarias, me faz gozar’. Já tava cansada. Não me vinha nada melhor do que já tinha dito, então insisti: ‘vai, vai, me dá… me dá meu prêmio, me dá seu gozo na minha boquinha. Tô esperando, quero que você me dê de beber, tô com sede… deixa eu provar seu sêmen. Ai, como você mexe nas minhas tetas… cê gosta das tetas da sua sogra, né?… como eu invejo minha filha! como você me comeu bem!’ E entre minhas tetas, que iam girando como se fossem amassadas, jorrou um esguicho de gozo que começou a escorrer pelo contorno dos meus peitos até cair no meio, ainda apertado, e se acumular ali. Outra parte tinha ido pro meu queixo, não mais pra cima. E estiquei minha língua pra pegar pelo menos um pouco.
Tirei ele de onde tava e comecei a chupar até deixar limpinho como veio. Dei um beijinho pequeno e deixei ele descansar. Sentei do lado dele, passei uma mão nas costas dele e beijei nojento o pescoço dele. Ele tava super relaxado e deixou eu fazer tudo que quis. Quando achei que já era suficiente, levantei e fui tomar banho.
Pensei que ele ia ficar dormindo um pouco, então enquanto planejava o que dizer pra isso não vir à tona. Quando saí do banho, ele já não tava mais. Fiquei com muito medo, mas até hoje parece que ele não abriu a boca. Ele já terminou com minha filha faz um tempo, então melhor pra todo mundo.
O novo namorado dela, pra ser sincera, não me esquenta nem um pouco! Tudo voltou ao normal, graças a deus.
Beijinhos pra todos, e por favor, não façam isso em casa!É isso aí, espero que tenham curtido e se esquentado, porque esse é o objetivo. Se foi assim, espero seus pontos e comentários.
Sou mãe de uma mina de vinte e poucos anos. Não tenho muita diferença de idade, só uns 22 anos a mais.
Uns anos atrás, ela tava namorando um cara mais ou menos da idade dela. No começo, achei o sujeito um sem-vergonha. Falava pra caralho, uma vozzona bem forte e era meio sem noção, como se conhecesse eu e meu marido há anos, e não era assim.
Com o tempo, fui percebendo que ele olhava bastante pro meu corpo. No início, quando a gente conversava, parecia que ele tinha dificuldade de tirar os olhos dos meus peitos, e eu ficava meio desconfortável, principalmente por causa da minha filha. Com o passar do tempo, ele virava pra olhar minha bunda (eu via pelo vidro do armário) e não tinha vergonha, porque acho que ele sabia que eu tava ligada. Minha filha, acho que preferiu nunca perceber nada, porque pra mim era super óbvio, e ela nunca falou nada.
Meu marido sempre volta muito tarde pra casa, e no meio-dia geralmente fico sozinha. Toda vez que ficava só, antes de fazer qualquer coisa em casa, me jogava no sofá e pensava nesse garoto tão atirado. Em alguns desses momentos de relax, imaginava como seria se ele me visse de verdade, numa cama ou na própria casa, pelada ou semi... Se fosse pra ser realista, tinha certeza de que ele não aguentaria, com certeza ia broxar. Era um olheiro e só, não um amante fogoso. E, bem... quando eu escolhia fantasiar, imaginava que ele mesmo me despia e que tinha uma língua na velocidade dos meus dedos naqueles momentos. Imaginava ele quente, poderoso, cheio de energia jovem, me destruindo em cada penetrada... Apaixonado, sem noção como eu conhecia, pronto pra fazer até o mais vergonhoso comigo. Esse era o genro que eu queria pro meu corpo. Passei meses tendo essa fantasia, nos meios-dias. Minha casa totalmente em silêncio, exceto pelos meus gemidos abafados.
Um dia, decidi parar de bancar a mãe certinha, porque, na real, já ficar se esfregando no namorado da filha era ruim o bastante… se ia fazer merda, podia fazer direito! Liguei pra ele e mandei vir pra casa, que tava a fim de preparar uma surpresa pra minha filha e ele precisava chegar antes dela.
Quando ele chegou, recebi ele com uma calça jeans apertada e uma camiseta leve, sem sutiã. Ele sentou no sofá, e de vez em quando ficava olhando meu corpo enquanto eu circulava pela casa, fingindo que tava arrumando, e eu sabia que ele tava fantasiando a gente fazendo ali mesmo.
Ele puxou papo, sobre a surpresa, o que era. Falei que a surpresa na verdade era pra ele. Que eu achava ele sem-vergonha, safado, cara de pau, e que tava com vontade de me fazer gozar.
Longe de se assustar, ele falou ‘mas, por favor!’ e desabotoou a calça, botando a carne pra fora.
Me desesperei, fiquei com medo do que a gente tava fazendo. Já sabia que não tinha volta e a gente tinha 3 horas antes de alguém chegar em casa pra resolver tudo. Quer dizer, fazer e alinhar como agir depois, claro.
Empurrei ele no sofá e sentei em cima, de calça e tudo. Ficava esfregando a buceta na pica dele com meu jeans apertado, e ele passou as mãos pelas minhas cadeiras até o zíper e abriu minha calça. Abaixei quase sem me desgrudar do volume dele e me apoiei de novo, mas com a calça nos joelhos e a calcinha fio-dental branca enfiada na racha.
Ele gemia um monte de putaria. Me chamava de slut, mamãe, sogrinha, até fazia referência a como eu tava sacaneando minha filha. Todas essas palavras eram o que eu queria dele… as últimas me deram um pouquinho de culpa, mas depois me entreguei no jogo.
Ele mesmo me levou pro chão e se deitou. Eu sentei, olhando pra ele de frente e fazendo ele me penetrar por um ladinho da calcinha. Tirei a camiseta e ele ficou com o olhar fixo nos peitos, quase durante toda a posição. Notei que ele tinha ficado ainda mais duro, e o movimento era imparável, preciso, forte como um garanhão no cio. O que eu gozei nessa posição sozinha não tem nome.
Levantei, com minhas pernas dos lados do corpo dele, e assim mesmo desci só o tronco, deixando os joelhos esticados, e me aproximei com a boca da piroca grossa, venosa e quente, recém-saída da minha buceta. Dei uma boa chupada, pegando ela com a boca, como se fosse outro buraco. Pra cima e pra baixo várias vezes e uma inspirada forte de vez em quando pra não sufocar.
Fiquei de quatro e convidei ele a entrar de novo. ‘Eu sabia que você era uma velhinha puta’ ele respondeu. Antes de ele entrar, mexi a bundinha mole como um pudim, pra ele ver as nádegas balançarem. Ele enfiou entre elas, no comprimento, e começou a esfregar meu ânus. Disse que minha filha ainda não tinha entregado a raba pra ele, e eu falei que ela tinha feito bem. Ao mesmo tempo, coloquei meus dedos no ânus e abri. Ele entendeu e devagar começou a meter naquele cu. Pedi pra ele ir com calma, mas ele não acreditou, então enfiou mais rápido do que eu queria e me fez doer muito. Cheguei a gritar pra depois descansar respirando forte. Ele metia e tirava sem piedade, enquanto eu tentava aguentar a dor. Me dava tapas na raba, me fazia doer por todo lado… mesmo assim, meu tesão tava altíssimo e aquela dor era o maior prazer.
Perguntei onde ele queria gozar em mim, e ele disse que queria gozar fazendo um Boobs fuck, me olhando na cara. Perguntei se ele tava a fim de me ver tomar o leite, e com uma voz trêmula e cheia de tesão ele disse que sim. Falei que então ele tinha que chupar minha buceta como ninguém (tinha que cumprir essa parte da minha fantasia, afinal). ‘Sim, mamãe’ ele respondeu e me virou com os brações. Enfiou a boca entre minhas pernas e com uma língua musculosa lambeu cada canto da minha pussy.
Abri mais as pernas e com as mãos apertava a cabeça dele pra dentro. Queria a língua mais pra dentro. mas e mais. Ela balançou de um lado pro outro, igual um pêndulo, e de cima pra baixo. Depois passou da junção do ânus até passar o clitóris, e aí do ânus mesmo, onde parou um tempão, e de novo pra cima.
Tive uns 2 orgasmos na penetração anal, e pelo menos 1 no cunilíngua. Se fosse por ele, continuava chupando, mas eu pensei que já bastava e queria sentir o calor do orgasmo dele. Chamei ele e quando ele me olhou, lá de baixo, mostrei como eu tava tocando meus peitos esperando ele. Ele disse ‘primeiro quero chupar bem sua bunda’. Então levantei e ele deitou de barriga pra cima. Me ajoelhando, apoiei devagar até o nariz dele me tocar, e depois cheguei na língua. Aí senti ele mais fundo que antes. Sentei com mais força e mal conseguia respirar com o narizinho dele aparecendo na racha da minha bunda.
Fazia mó tempão que não sentia tanto prazer. Me inclinei pra chupar ele, mas ele já não alcançava meu ânus. Mesmo assim enfiei na boca e foi aí que ele decidiu levantar. Sentou no sofá e me mostrou outra forma de fazer o boobs fuck que não era a que eu tinha imaginado. Assim, sentado, me ajoelhei entre as pernas dele e enfiei a cock entre meus peitos. Dei uma massagem sensual no começo, suave, gostosa… prazerosa. Passei minha linguinha de leve na pontinha e enfiei de novo. Depois, de cima pra baixo, fui levando os dois peitos juntos, masturbando ele. Vi como ele se excitava, vi como ele tava prestes a descarregar tudo, e dei mais força no movimento, de cima pra baixo batia no pau dele. Ele trocou minhas mãos pelas dele, ajustando os peitos do jeito que queria, e eu deixei ele manejar. Começou a fazer um movimento circular, um girava pra um lado, o outro pro outro, se esfregando entre si, com o pau no meio… Achei um movimento fantástico e aproveitei o olhar dele nos meus olhos pra mostrar minha melhor cara de satisfação e desejo, e pedi docemente, como pra um genro bonzinho que me faz um favor, que me desse toda a cum, toda pra mim. M.
Passou um tempão, e ele não gozava. Ele falou: ‘fala umas putarias, me faz gozar’. Já tava cansada. Não me vinha nada melhor do que já tinha dito, então insisti: ‘vai, vai, me dá… me dá meu prêmio, me dá seu gozo na minha boquinha. Tô esperando, quero que você me dê de beber, tô com sede… deixa eu provar seu sêmen. Ai, como você mexe nas minhas tetas… cê gosta das tetas da sua sogra, né?… como eu invejo minha filha! como você me comeu bem!’ E entre minhas tetas, que iam girando como se fossem amassadas, jorrou um esguicho de gozo que começou a escorrer pelo contorno dos meus peitos até cair no meio, ainda apertado, e se acumular ali. Outra parte tinha ido pro meu queixo, não mais pra cima. E estiquei minha língua pra pegar pelo menos um pouco.
Tirei ele de onde tava e comecei a chupar até deixar limpinho como veio. Dei um beijinho pequeno e deixei ele descansar. Sentei do lado dele, passei uma mão nas costas dele e beijei nojento o pescoço dele. Ele tava super relaxado e deixou eu fazer tudo que quis. Quando achei que já era suficiente, levantei e fui tomar banho.
Pensei que ele ia ficar dormindo um pouco, então enquanto planejava o que dizer pra isso não vir à tona. Quando saí do banho, ele já não tava mais. Fiquei com muito medo, mas até hoje parece que ele não abriu a boca. Ele já terminou com minha filha faz um tempo, então melhor pra todo mundo.
O novo namorado dela, pra ser sincera, não me esquenta nem um pouco! Tudo voltou ao normal, graças a deus.
Beijinhos pra todos, e por favor, não façam isso em casa!É isso aí, espero que tenham curtido e se esquentado, porque esse é o objetivo. Se foi assim, espero seus pontos e comentários.
6 comentários - Se a sogra pede, a buceta cede
van puntos.