Diário de um Incesto

Introdução
A história que vou contar agora é totalmente verdadeira. As situações e os nomes foram modificados e omitidos por razões óbvias, mas, no essencial, a história segue os fatos exatamente como aconteceram.

Antes de começar minha confissão, quero deixar claro que não me importo de ser julgado pelas minhas ações, pois estou plenamente convencido de que me deixei levar pelo que meu coração dita. É por isso que me animei a escrever minha história: me apaixonei pela pessoa menos indicada, um amor proibido que nunca será, e vou ter que me contentar com as lembranças do que ela e eu vivemos um dia. Por isso, tomei a difícil decisão de registrar tudo nesta história, uma história de amor fraternal entre minha irmã e eu, um amor que foi e que nunca será meu. A seguir, o quinto de seis capítulos.
Capítulo V
(Minha irmã, a vizinha dela e eu)
Quando eu já tinha me resignado de novo que não ia mais transar com minha irmã, uma manhã uns dois meses depois recebi uma ligação dela, desesperada e sem saber o que fazer, me disse que o carro dela tinha quebrado e que precisava dele com urgência pro dia seguinte. Chamei um amigo que é mecânico pra passar lá, pegar o carro e dar uma olhada na oficina dele. De tarde o carro ficou pronto e eu passei pra pegar assim que saí do trabalho. Ia levar na casa da minha irmã e no caminho liguei pra ela pra avisar que o carro já tava pronto e que eu tava a caminho pra deixar na casa dela. Ela me agradeceu e perguntou quanto tinha ficado a brincadeira. Eu respondi pra ela não se preocupar, que eu me virava com meu amigo. Ela agradeceu de novo, mas agora mais animada, e não parava de falar "valeu, maninho, te amo muito", e a gente desligou. Uns quinze ou vinte minutos depois de desligar, recebi uma mensagem dela dizendo "ei, a minha vizinha tá aqui, por que você não traz umas cervejas pra comemorar, mas vem sozinho, hein". A frase "mas vem sozinho, hein" me deixou meio intrigado, soou meio provocante, então respondi com outra mensagem "perfeito, ei, e se eu for sozinho, vale a pena pra mim?". Ela respondeu quase na hora "hahaha, mmm, então, a verdade é que sim, então você sabe se vai perder essa chance". Isso foi o suficiente pra me deixar a mil. Minha irmã tava me dando mole. Não pensei duas vezes: primeiro fui pra minha casa tomar um banho e vestir algo mais confortável. Pra minha má sorte, meus sogros estavam na minha casa e minha esposa não me deixou sair. Umas duas horas e meia depois, meus sogros finalmente foram embora. Eu, já bem desesperado, falei pra minha esposa que ia levar o carro pra minha irmã e que voltaria um pouco tarde porque ia tomar umas cervejas com ela. Sem perder tempo, passei pra comprar umas bebidas e cheguei na casa da minha irmã. Bati na porta, e quando ela abriu, fiquei de boca aberta. Minha irmã tava usando uma blusa branca bem... Justa e decotada, a barriga dela ficava de fora e deixava ver aquele piercing sexy no umbigo. Ela não tava de sutiã, então os bicos dos peitos praticamente apareciam. Também tava usando um shortinho branco, minúsculo mesmo, na metade da bunda, que não deixava nada pra imaginação. Não tava de calcinha, então a buceta marcava perfeitamente na frente, enquanto atrás as nádegas duras, redondas e bem empinadas pareciam querer pular pra fora. As pernas claras e macias dela se mostravam perfeitamente torneadas, as coxas provocavam desejo. O rostinho angelical, enfeitado pelo cabelo preto liso e lindo que caía dos dois lados do rosto, se iluminou quando me viu. Na hora, ela me recebeu com um abraço cheio de entusiasmo. Eu ainda tava petrificado diante da beleza sensual dela. Os braços dela envolveram meu pescoço enquanto me dava um beijo na bochecha. O bafo entregou: ela já tava meio bebada. Eu reagi e segurei ela pela cintura, mas minhas mãos ardiam de vontade de descer um pouco mais e acariciar aquela bunda linda e perfeita. E enquanto me olhava com aqueles olhos e aquele sorriso safado que era a marca registrada dela, não parava de me agradecer por ter consertado o carro dela, e me enchia de beijos nas bochechas e me abraçava com força, como se quisesse me prender. Ficamos assim por uns bons minutos na mesma posição na entrada da casa dela, até que um dos beijos dela não acertou minha bochecha, mas sim o canto dos meus lábios. Ficamos parados por um instante, nos olhamos nos olhos e, aí, aos poucos, nossos olhares se fixaram nos lábios um do outro. Ela sorriu e depois mordeu o lábio inferior enquanto se aproximava de mim. Nossas bocas se abriram e deram passagem pra nossas línguas brincarem uma com a outra. A gente se beijava com muita paixão e sem nenhuma vergonha. Minhas mãos finalmente se soltaram e foram descendo devagar pelas costas dela até pousarem naquela bunda gostosa. Eu acariciava ela com loucura, até que me toquei, lembrei das palavras da mensagem dela: "a vizinha tá aqui". Separa nossos lábios pra lembrar ele: "Ei, sua vizinha pode te ver, cadê ela?" Ela sorriu e só me disse: "Ela tá no banheiro, mas não se preocupa, ela não fala nada", e voltou a me beijar. Me deixei levar, até que ouvi um barulho atrás de mim. Era a vizinha dela, que sentou num sofá da sala. Parecia que não tinha nos visto ou não deu importância. Tentei me afastar da minha irmã, mas ela não me soltava. "Aí está sua vizinha", falei. Ela puxou minha boca de novo pra dela enquanto me dizia: "Já te falei que ela não fala nada", e a gente se perdeu de novo em outro beijo delicioso. Não conseguia acreditar que minha irmã tava agindo daquele jeito tão sem vergonha. Era a primeira vez que via ela assim, e resolvi me separar dela e sentar num dos sofás da sala. Minha irmã fez uma cara de irritada e, sentando em outro sofá, disse pra vizinha: "Verdade que você não fala nada, né?" A vizinha, que por sinal já se conheciam, só balançou a cabeça afirmativamente e continuou bebendo o copo dela. Ela era uma morena muito gostosa, uns peitões enormes e uma raba de campeonato. De rosto não era lá essas coisas, mas tinha um corpo do caralho. Como já estavam meio bêbadas as duas, não deram muita importância pro que tinha rolado, então começamos a conversar e a beber. Minha irmã, que tava sentada bem na minha frente, não parava de me paquerar. Sorria pra mim e piscava o olho, de vez em quando cruzava as pernas de um jeito bem sensual e me encarava. Ela tava se comportando de um jeito nada habitual. Ia ter que me acostumar com o jeito dela. Aos poucos, a noite foi passando e minha irmã foi se acalmando, já tava agindo como ela mesma. E aí foi a vez da vizinha começar a me paquerar. Ela tava usando uma blusa verde de alças bem decotada, os peitos dela praticamente queriam pular pra fora, e um short jeans que mal cobria a bunda. Pô, as duas estavam uma delícia. Como eu tava dizendo, a vizinha começou a me paquerar, mas a verdade é que eu só tinha olhos pra minha irmã. Naquele momento, enquanto a gente conversava, ela sentou do meu lado e se aproximou, ficou passando a mão na minha perna e falando bem pertinho. Minha irmã percebeu e mudou totalmente a cara, acho que tava ficando com ciúmes. Aquilo me divertia, ela nunca tinha agido assim. A vizinha continuava me assediando, e eu não sabia como me livrar dela. Meus olhos não saíam da minha irmã, e com eles fiz sinal pra ela me ajudar. Ela entendeu e disse pra vizinha: "Ei, vai lá na cozinha e traz mais uma cerveja pro meu irmão e uma pra mim, por favor." A vizinha respondeu, se levantando e passando a mão na minha bochecha: "Claro que sim, pra minha cunhada e pro irmãozinho dela, o que vocês quiserem." Quando ficamos sozinhos, minha irmã, bem séria, falou: "Acho que minha vizinha quer que você coma ela." Eu respondi: "Mas quem eu quero comer é outra." A gente se olhou fixo, ela deu um sorrisinho. A vizinha voltou com as cervezas, e na hora fiz sinal pra minha irmã sentar do meu lado. Sem perder tempo, ela se levantou e veio sentar comigo. A vizinha, sacando a atitude da minha irmã, reclamou num tom amigável: "Não fica com ciúmes, não é como se eu fosse devorar ele." Todo mundo riu do comentário, e ela completou: "Ou será que você tá guardando ele pra você?" Minha irmã ficou vermelha e virou pra me olhar, eu só ria. Minha irmã partiu pra cima e disse: "Além do mais, você não gostava de mulher?" A vizinha foi sincera: "Foi só uma vez, e verdade, foi gostoso, mas o meu negócio mesmo é homem." Aí eu falei: "Conta essa história pra gente." E ela começou a contar a história de lesbianismo de uma noite. O relato esquentou todo mundo. Minha irmã tava com o rosto vermelho de tesão, e eu só observava de cima a baixo como ela era gostosa. Ela percebeu e, piscando um olho, pegou minha mão e levou até a perna dela — que tava cruzada, por sinal. Enquanto apertava com força, foi levando minha mão devagar pra cima, acariciando as coxas, e depois pra baixo. Acariciando a panturrilha dela, era um vai e vem da mão dela guiando a minha, e eu entendi, ela queria que eu acariciasse e foi o que fiz. Notei que a respiração dela começou a acelerar, assim como eu, ela tava ficando ainda mais excitada. A vizinha percebeu e, quando terminou o relato dela, falou pra nós dois: "Bom, eu já contei meu segredo pra vocês, agora é a vez de vocês contarem o de vocês, porque pelo que tô vendo, vocês tão escondendo alguma coisa". E com o olhar, apontou pras pernas da minha irmã, que naquele momento estavam sendo massageadas pela minha mão. Nós dois nos viramos pra nos olhar, e aí eu me arrisquei e falei: "Por que você não conta o que aconteceu com a gente no cemitério na outra noite?". Minha irmã me fulminou com o olhar, depois sorriu. Era um sorriso malvado, e ela começou a contar pra ela o que rolou no cemitério naquela noite. A vizinha olhava pra gente com uma cara de espanto, não se assustou, no aspecto do sexo ela era bem liberal, mas confessou que nunca imaginou que eu e minha irmã fizéssemos aquilo. E ela levou numa boa, agradeci por isso, e acho que minha irmã também. O fato de ter contado pra alguém nos libertou de certa forma de um peso enorme. Ficamos em silêncio por uns segundos que pra mim pareceram uma eternidade, até que a vizinha reagiu e cobrou da minha irmã: "Você comeu seu irmão, por que não me contou antes?". Minha irmã, meio divertida, respondeu: "O que você queria? Isso não é algo que se saia contando assim do nada". E a vizinha retrucou: "Sim, mas você sabe que eu sou um túmulo, sei guardar segredos. Ei, e por falar nisso, me diz a verdade, como é que teu irmão fode?". A pergunta surpreendeu nós dois, mas o que mais me surpreendeu foi a resposta da minha irmã: "Bom, pra ser sincera, ele fode muito gostoso, sem dúvida é um dos melhores que já me comeu". Olhei pra ela com gratidão pelas palavras, e ela também me olhou e se aproximou dos meus lábios devagar, me deu um beijo enorme e delicioso na boca. Nada mais nos impedia. A vizinha já sabia do nosso segredo, ela só ficou nos observando, e naquele beijo... que minha irmã me deu, mas nas palavras que acabava de ouvir, senti que era verdade o que ela disse, e senti ainda mais coisas que não conseguia acreditar, minha irmã tinha mudado a atitude comigo, e continuamos nos pegando até que a vizinha nos interrompeu, as cervejas tinham acabado, decidimos ir os três juntos comprar mais, subimos no carro da minha irmã e quando chegamos na loja de bebidas todo mundo virava pra olhar elas, elas me abraçaram ao mesmo tempo e me senti o homem mais invejado, as duas estavam gostosíssimas com seus shorts curtinhos e blusas decotadas, as duas estavam deliciosas e elas sabiam disso, entraram e saíram do estabelecimento rebolando de um jeito bem sensual, já no caminho de volta, minha irmã e a vizinha vinham no banco de trás e estavam cochichando entre elas, pelo retrovisor eu observava, elas me olhavam e imediatamente cochichavam e riam, até que a vizinha resolveu falar e em voz alta disse pra minha irmã "ei, e como é que é o teu irmão, parece que tem uma piroca gostosa", minha irmã respondeu "ele tem uma deliciosa, mas por que você mesma não descobre?", aí a vizinha retrucou "e se ele não quiser?", eu, que tava dirigindo, não fiz muito charme e falei "ora, por que você não vem pra cá na frente?", a vizinha me deu uma ideia muito melhor "melhor estacionar aí e vir pra cá atrás com a gente", não pensei duas vezes, estacionei numa rua deserta e com pouca iluminação a só algumas quadras da casa da minha irmã e desliguei o motor do carro, passei pra trás no meio das duas, a vizinha se inclinou e desabotoou minha calça, tirou meu pau que já tava durasso e começou a chupar ele, minha irmã observava não muito contente, acariciei uma das pernas dela enquanto fazia sinal pra ela se aproximar de mim, ela veio e começamos a nos beijar, nossas línguas se chocavam de novo enquanto a vizinha me mamava o pau, depois minha irmã foi descendo a mão Beijos pelo meu corpo até que, com um leve empurrão, ela afastou a vizinha e começou a chupar meu pau também, eu não podia acreditar, era a primeira vez que minha irmã me fazia sexo oral, e foi uma delícia, ter aquela boquinha linda e gostosa no meu pau me deixou a mil, era uma cena das mais excitantes, a vizinha me beijava e acariciava o corpo todo enquanto minha irmã me chupava e saboreava, as mãos dela também percorriam todo o meu ser, nós três estávamos excitadíssimos, quando de repente passou atrás do carro uma viatura, felizmente não parou, mas isso fez a gente perder o tesão na hora, então liguei o carro e, entre risadas nervosas, voltamos pra casa da minha irmã pra continuar bebendo, decidimos jogar cartas um pouco e apostamos a roupa, em menos de meia hora já estávamos nus os três, e mais bêbados e fora de si ainda, e numa dessas, de repente minha irmã derramou um pouco de cerveja no corpo, o fiozinho de bebida foi parar bem na entrada da buceta dela, imediatamente e sem dar tempo pra nada, a vizinha se levantou e disse "não se preocupa, eu já limpo você", e se jogou em cima da minha irmã beijando os mamilos dela e descendo enquanto percorria o fiozinho do líquido com a língua pelo corpo dela até chegar na buceta, e então começou a chupar o clitóris da minha irmã, e ela, que não tinha tido tempo de reagir, soltou um gemido de tesão e se ajeitou pra facilitar o trabalho enquanto se contorcia no sofá, eu só observava, até que uns dois minutos depois minha irmã fez sinal pra eu chegar perto e eu fui, nos beijamos apaixonadamente enquanto a vizinha acariciava meu pau com as mãos, era uma loucura, de repente minha irmã me derrubou no sofá e eu fiquei de barriga pra cima, ela se jogou no meu pau e chupava e acariciava enquanto a vizinha continuava na mesma, chupando o clitóris dela, as mãos da minha irmã pareciam querer arrancar um pedaço da minha pele, eu Eu curtia muito a boca da minha irmã, e ela também tava se divertindo pra caralho, porque enquanto me chupava o pau, a vizinha dela tava dando prazer na buceta dela. Aí minha irmã teve a ideia de a gente ir pra parte de trás da casa dela, onde tem uma piscininha. Nós três entramos na água, eu sentei num dos degraus e, na hora, minha irmã montou em cima de mim, me beijando e acariciando. A vizinha dela se posicionou atrás e ficou beijando as costas dela enquanto massageava os peitos. Num movimento, minha irmã pegou meu pau com as mãos e enfiou na buceta dela. Começou a se mexer de cima pra baixo, primeiro devagar e depois acelerando o ritmo. Era uma delícia transar com minha irmã na água. A vizinha chegou perto da gente e nos beijava, tanto a minha irmã quanto eu. Minhas mãos não davam conta de acariciar as duas ao mesmo tempo. A gente tava fora de si. Os gemidos das duas mulheres, junto com o barulho da água batendo, deviam ter acordado algum vizinho, porque umas luzes das casas ao lado acenderam. Mas a gente não ligou, continuamos nos curtindo. Minha irmã se separou de mim só pra se inclinar e chupar meu pau. A vizinha seguiu ela, e as duas se revezavam pra me chupar. As mãos delas me cobriam de carícias. Me senti no paraíso: duas mulheres gostosas me fazendo um love. Era meu grande sonho erótico se tornando realidade. Enquanto elas se alternavam pra chupar meu pau, meus dedos brincavam com os clitóris delas. Minha irmã e a vizinha se beijavam e compartilhavam meus fluidos entre as línguas. Eu não acreditava naquela situação. De repente, minha irmã me puxou pra ela, e a gente caiu na água, eu por cima dela. Aí eu penetrei ela e comecei a bombar devagar, depois com mais força. Minha irmã me segurava com as pernas e os braços, me apertando como se não quisesse que eu escapasse. A gente se beijava loucamente, gemia loucamente. Meu pau entrava e saía da buceta da minha irmã sem parar, uma vez atrás da outra. Minhas mãos... Acariciavam o corpo inteiro dela, e a vizinha, que tava atrás de mim beijando e acariciando minhas costas, sussurrou no meu ouvido: "Mete em mim também", e me puxou pra perto dela. Sentei na água, encostado na borda da piscina, enquanto ela montava em cima de mim. Enfiou meu pau até o fundo com maior facilidade e começou a rebolar. Eu peguei os peitões dela com as mãos e apertei com gosto, minha boca e língua se esbaldaram nos biquinhos gostosos dela. Minha irmã ficou acariciando, beijando e mordiscando a raba dura e empinada dela, enquanto olhava de canto. De repente, com outro empurrãozinho, minha irmã tirou ela de lado e tomou o lugar. Pegou meu pau de novo e enfiou pra dentro, acelerou os movimentos dessa vez enquanto falava: "Mete em mim, meu amor, preciso de você dentro de mim". E enquanto nossas bocas se devoravam, nossas mãos percorriam o corpo inteiro. Era uma verdadeira delícia ver o corpo nu e molhado da minha irmã se mexendo e se contorcendo de prazer, as pernas torneadas e gostosas dela agarradas na minha cintura, as mãos finas e macias acariciando minhas costas com vontade, a boquinha linda dela procurando a minha desesperadamente, a língua entrando no fundo da minha garganta, o cabelo molhado batendo no meu rosto e cobrindo boa parte do dela, o barulho que nossos corpos faziam na água... tudo era maravilhoso naquele momento. Até que, finalmente, minha irmã soltou um gemido mais prolongado enquanto as mãos e pernas dela se agarravam com mais força em mim, jogou o corpo levemente pra trás enquanto da boquinha linda e gostosa dela saíam essas palavras: "Assim, meu amor, assim, minha vida, sim, sim, sim, meu amor, assim, assim, aahhh". Foi uma explosão de prazer. Pedi pra ela não parar de rebolar, porque eu também tava quase gozando. Só precisei de mais uns dois movimentos e gozei dentro dela. Foi uma delícia, nossos corpos se abraçaram enquanto nossos fluidos se misturavam. entre si, minha irmã acabou deitada na borda da piscina e a vizinha, que já tínhamos esquecido completamente, ou pelo menos eu, deitou por baixo dela e começou a lamber a buceta dela, eu só observava, os dedos da minha irmã deslizaram pela entrada da buceta da vizinha e as duas se deram prazer por um bom tempo, depois, nós três decidimos ir pra cama, lá continuaram se beijando e se acariciando, eu só observava, a vizinha continuava chupando o clitóris da minha irmã enquanto ela enfiava os dedos na buceta dela, a vizinha estava inclinada e suas enormes e deliciosas nádegas estavam viradas pra mim, como me convidando ao desejo, não pensei duas vezes e me joguei nelas, nessa altura meu pau já estava duro de novo, acariciei e mordisquei primeiro, minha irmã me olhou e pareceu perceber minhas intenções, e eu estava prestes a meter nela quando minha irmã me impediu, ela se arrastou até mim e pegou meu pau entre os lábios, a boca dela era tão excitante, eu só acariciava o cabelo dela enquanto ela me chupava, e eu sucumbi a ela, e com minha atitude submissa fiz ela ver que eu era dela, só dela, que não precisava se preocupar porque ninguém mais me interessava além dela, e ela me fez sentir que me desejava e que não queria me compartilhar com ninguém, na hora eu a deitei na cama e a penetrei enquanto ela continuava enfiando os dedos na buceta da vizinha e elas se beijavam deliciosamente, dessa vez não aguentei muito e gozei dentro dela de novo, me deitei ao lado delas enquanto terminavam, estava exausto, até que finalmente terminaram, e as duas se aproximaram de mim e me deram um enorme e delicioso beijo grupal, e ali ficamos nós três, eu no meio daquele par de gostosas, e enquanto continuávamos com leves carícias, pegamos no sono, não sei quanto tempo ficamos assim, quando acordei já era dia, tentei acordar minha irmã mas foi impossível, levantei e tomei um Chuveirada rápida, saí de casa sem me despedir e fui embora com um sorriso de orelha a orelha. Tinha sido a melhor noite da minha vida até então, um dos meus maiores sonhos eróticos se realizou: fazer um ménage com duas mulheres. E melhor ainda, uma delas era minha própria irmã. Mais ainda porque senti que ela curtiu tanto quanto eu. Não conseguia acreditar, estava nas nuvens. E percebi uma coisa: tinha me apaixonado por ela. Sim, é isso mesmo, me apaixonei pela minha irmã. Eu a amava, e acho que ela também sentia algo por mim. Não sei se era a mesma coisa, mas a atitude dela dizia que sim. Ela ficou com ciúmes quando a vizinha dela me deu em cima, não deixou de jeito nenhum eu penetrar a outra, só ela. Dessa vez, ela curtiu estar comigo como nunca antes. Talvez eu estivesse imaginando coisas que não eram, mas a verdade é que ela se comportou de um jeito diferente. E nos dias seguintes também. Algo tinha mudado nela, não sei por quê, mas a atitude dela comigo mudou completamente. Notei que os olhos dela brilhavam toda vez que me olhavam, e claro, os meus também. O amor que eu sentia por ela agora era imenso. Não passava um segundo sequer sem pensar nela. Eu estava louco, louco pela minha própria irmã. E se aquela noite foi especial para mim, a seguinte seria uma noite mágica, inesquecível para nós dois. Uma noite em que nos entregamos completamente ao amor.

3 comentários - Diário de um Incesto

Buena historia.. espero el siguiente capitulo!
Muy buena historia, no soy de leer pero me llamo mucho la atencion. espero mas!