Introdução
A história que vou contar agora é totalmente verdadeira. Os nomes e situações foram modificados e omitidos por razões óbvias, mas, no fundo, a história segue os fatos exatamente como aconteceram.Antes de começar minha confissão, quero deixar claro que não me importo de ser julgado pelas minhas ações, porque estou plenamente convencido de que me deixei levar pelo que meu coração dita. É por isso que me animei a escrever minha história: me apaixonei pela pessoa menos indicada, um amor proibido que nunca será, e vou ter que me contentar com as lembranças do que ela e eu vivemos um dia. Por isso, tomei a difícil decisão de colocar tudo isso no papel, uma história de amor fraternal entre minha irmã e eu, um amor que foi e que nunca será meu. A seguir, o quarto de seis capítulos.
Capítulo IV
(Minha irmã, minha amante)
Depois daquele encontro no cemitério com minha irmã, tentei de todo jeito ter outra chance com ela, mas não consegui. Fui rejeitado uma vez e outra, não entendia e ainda não entendo por que um dia ela agia daquele jeito comigo e no outro era diferente. Embora possa ser que ela tenha os pés no chão e saiba que o que fizemos é errado, não é certo perante a sociedade. Eu tentei convencê-la de que somos só um homem e uma mulher que se atraem fisicamente e que o sexo é só uma forma de expressar isso, e o fato de sermos parentes diretos é irrelevante. Um exemplo é que, há muitos anos, um relacionamento entre uma pessoa branca e uma negra era inconcebível; hoje em dia, é super normal. Ainda alguns anos atrás, casais do mesmo sexo eram considerados uma abominação da natureza; hoje, há mais consciência e é mais aceito a cada dia. Estou plenamente convencido de que as relações de amor filial um dia terão que ser aceitas, porque, como no meu caso, existem milhares. Enquanto houver amor nessa união, tudo é possível.(Minha irmã, minha amante)
Umas oito ou nove meses depois do nosso último encontro, convidei ela pra jantar uma noite. Ela aceitou. O marido dela não estava, então não teria problema com o horário. Quando cheguei pra buscá-la na casa dela, fiquei impressionado. Bati na porta e, quando ela abriu e eu a vi na entrada, fiquei sem palavras. Ela estava usando uma minissaia preta e uma blusa branca. Claro, ao ver as pernas lindas dela, fiquei a mil. Minha irmã estava absolutamente sexy com aquelas botas pretas que destacavam ainda mais as coxas bem torneadas. A bunda redonda e empinada se ajustava perfeitamente na minissaia e me deixou ainda mais excitado. O cabelo estava solto e caía sensualmente no rosto da minha irmã. Os lábios vermelhos me chamavam ao desejo. Ela estava impactante. Fiquei sem fala por alguns segundos. Ela, divertida com minha reação, me puxou pra dentro de casa e praticamente me... Sentou num dos móveis enquanto me dizia "relaxa, me dá cinco minutos e a gente vai", obedeci. Vinte minutos depois ela já estava pronta, subiu no meu carro e fomos pra um bar, jantamos e depois pedimos umas cervejas. Todo mundo no bar virava pra olhar minha irmã, ela era o objeto de desejo de mais de um no lugar. Eu não ficava atrás, toda vez que minha irmã levantava pra ir ao banheiro, eu aproveitava pra olhar ela dos pés à cabeça. Puta merda, como ela tava gostosa com aquela roupa, e ela sabia que eu tava olhando. Quando virava de costas, mexia a bunda de um lado pro outro, e quando vinha de frente pra mim, piscava o olho. Já de noite, chegou um grupo e começou a tocar música ao vivo de todo tipo. A gente já tinha tomado várias cervejas e os dois estavam meio tontos. Tavam tocando reggaeton e de repente um cara chegou na nossa mesa e convidou minha irmã pra dançar. Ela olhou pra ele bem séria e, sem perder tempo, disse: "cê não tá vendo que eu tô com meu namorado?" O cara me olhou e foi embora pra mesa dele todo derrotado. "Olha esses caras, não podem ver um par de pernas que já fica tudo alvoroçado", minha irmã falou meio irritada. "É que não é qualquer par de pernas, maninha. A verdade é que você é uma gostosa e mexe com qualquer um", eu falei. "Foda-se, mas eles não veem que eu tô acompanhada? E se fosse meu marido?", ela rebateu. Eu, achando a situação engraçada, completei: "se eu fosse seu marido, ou seu namorado, como você disse pro cara, não ia te deixar a um metro de distância. Você ia estar aqui do meu lado, sendo paparicada." Minha irmã riu, divertida, e falou: "vem, vamos dançar. Que eles vejam que eu tô com você." A gente dançou e ela começou a dançar bem sensual, bem colada no meu corpo, como a gente fazia anos atrás. Eu fiz o mesmo. Em uma dessas, ela virou de costas e, enquanto subia e descia, rebolava a bunda e esfregava no meu pau, que já tava durasso. Comecei a descer as mãos e acariciei as nádegas dela, depois fui subindo e descendo devagar por todo o corpo dela. Ela já Tava a mil, encostava a bunda dela no meu pau o máximo que podia e eu enchia ela de carícias. Ela se virou pra ficar de frente pra mim e começou a fazer os mesmos movimentos: descia, subia, rebolava a cintura, tudo com movimentos muito sensuais. Eu continuava acariciando o corpo dela de cima a baixo. Os braços dela rodearam meu pescoço, sob o olhar atônito de todo mundo ali, e ela aproximou o rosto do meu, me olhou, e na sequência encostou os lábios no meu ouvido e sussurrou: "me beija". A boca dela buscou a minha e a gente se perdeu num beijo apaixonado. O corpo dela grudou ainda mais no meu enquanto os outros não tiravam os olhos da gente. Foi uma cena das mais quentes, até que, finalmente, a música acabou. Minha irmã e eu voltamos à realidade, nossos lábios se separaram e a gente se olhou por um instante. Depois, meio envergonhados, olhamos ao redor: todo mundo nos observava. Sentamos na nossa mesa e, depois de alguns segundos sem dizer uma palavra, começamos a rir ao mesmo tempo. "Acho que agora ficou claro pra eles que eu tô contigo", comentou ela, divertida. "É, mas seria melhor a gente cair fora daqui pra continuar a festa", respondi, olhando bem sério pra ela. Ela entendeu na hora e disse: "Pede a conta e vamos pra minha casa". Saímos do bar e os olhares de todo mundo ali nos seguiram até a porta. Já no estacionamento, antes de entrar no carro, peguei minha irmã pela cintura e puxei ela pra perto. Ela me envolveu com os braços e a gente se perdeu de novo num beijo apaixonado. Nossas línguas se chocavam e brincavam uma com a outra, e eu falei: "Irmãzinha, eu gosto muito de você". Ela respondeu: "Você também. Eu gosto demais de você, por que você tinha que ser meu irmão?". Aí eu disse: "Isso não tem importância, irmãzinha. Você quer ficar comigo?". Ela respondeu: "Sim, meu amor, quero ser sua amante. Não ligo que a gente seja irmão, não ligo pra nada". Subimos no meu carro e fomos pra casa dela. Assim que chegamos e entramos no quarto dela, começamos a nos beijar de novo. nos acariciar, mas já nessa hora eu tinha notado algo estranho na minha irmã, ela não correspondia, me beijava mas não me beijava, me acariciava mas não me acariciava, tentei ignorar e me concentrar no meu, minhas mãos não davam conta de acariciar ela, eu a tinha contra a parede enquanto beijava seus lindos peitos, lambia, saboreava, massageava, ela subiu uma das pernas em volta da minha cintura e minhas mãos percorriam suas coxas, da ponta das botinhas até a bunda por cima da minissaia, quando cheguei na bunda dela, habilmente fui desabotoando a minissaia que caiu no chão deixando na minha frente uma deliciosa e sexy calcinha fio dental de renda preta que só conseguia esconder a parte do clitóris, logo me livrei da camisa e da calça, depois tirei a blusa dela enquanto continuava beijando seus mamilos, desabotoei o sutiã, deitei ela na cama e comecei a beijar o corpo todo, o pescoço, os peitos, a barriga, o umbigo, as pernas, até chegar no clitóris dela, enquanto minha língua saboreava a entrada da buceta dela ela foi tirando as botinhas aos poucos, eu fiz o mesmo com a calcinha fio dental dela, ela, entre gemidos, pegou minha cabeça com as mãos e seguia meus movimentos enquanto eu chupava a boceta dela, subi de novo beijando o corpo todo e quando cheguei na boca dela tentei beijar, mas só recebi um selinho, de novo não, ela tava se arrependendo outra vez, não liguei e continuei beijando e acariciando o corpo dela, até que eu penetrei ela, ela envolveu minha cintura com as duas pernas enquanto meu pau entrava e saía da buceta dela, as mãos dela se agarravam nas minhas costas enquanto ela gemia com força, levantei a vista e percebi que ela tava de olhos fechados, se eu queria beijar ela me evitava, então mudei ela de posição e continuamos transando por mais um tempo até que eu explodi, gozei dentro da minha irmã, ela continuava de olhos fechados mas ainda se movendo no meu ritmo e gemendo de prazer, terminamos deitados na cama, acendemos o TV e nos abraçamos sem dizer uma palavra, pouco tempo depois ela dormiu nos meus braços e eu não conseguia pegar no sono, já estava quase amanhecendo, com os primeiros raios de sol me despedi com um beijo e fui pra minha casa, minha irmã e eu tínhamos virado amantes, depois daquela noite saímos mais algumas vezes, mas só rolou beijos e carícias, quando eu tentava levar ela pra cama, ela inventava uma daquelas desculpas bestas que as mulheres dão, até que uma tarde recebi uma mensagem no meu celular, era ela, terminando o relacionamento, na mensagem ela explicava o seguinte: "irmão, me perdoa mas não consigo continuar com isso, o sentimento de culpa não me deixa em paz, toda vez que estou com nossos pais sinto que eles já sabem e não consigo nem olhar na cara deles, por favor me desculpa mas não dá, achei que fosse mais forte, juro que eu quero, mas minha consciência não me deixa em paz", fiquei mal, decepcionado, embora no fundo soubesse que ela me queria mesmo, foi o que ela me fez entender, e percebi que meu carinho pela minha irmã tinha crescido, tava me apaixonando por ela; os dias passaram e ela e eu continuamos nos vendo, não rolou nada além da nossa amizade eterna de irmãos, pelo menos por uns meses, porque depois, um dos meus maiores sonhos eróticos se realizou.
2 comentários - Diario de un Incesto IV