Abro este post pra compartilhar minhas vivências, em forma de contos curtos. Esse post vai crescendo conforme eu for contando minhas aventuras. Se vocês derem uma passada e não comentarem, vai acontecer o que tá na imagem: vocês não vão conseguir transar, porque vai bater um sono insuportável e vocês vão cair no sono.

Esperando minha vez.
Há cinco anos atrás, era um domingo à noite, eu e um amigo estávamos numa balada, arrastando nossos corpos porque já tava dois dias sem dormir, e não tinha mais droga que pudesse nos reviver, encostados no balcão sem conseguir dar um passo de dança nem direito nem errado, meu amigo foi pro banheiro e quando voltou me disse:
> AMIGO: ei, vamos pra sua casa?
> EU: pra quê.
> AMIGO: vamos pra sua casa comer uma mina.
> EU: não posso, vou dormir, amanhã às 8 da manhã tenho que entregar o carro pro mecânico, por que não leva ela pra praia pra foder?
> AMIGO: mas cê não vê que tá chovendo, vai, por favor, a gente come ela junto.
> EU: os dois ao mesmo tempo?
> AMIGO: não, primeiro eu e depois você.
> EU: sei não, amanhã tenho...
> AMIGO: vai sim, a gente tem que sair sem o namorado perceber pra ele não seguir a gente.
> EU: caralho, a gente tem que despistar o namorado.
> AMIGO: sim, mas ele é burro, fica tranquilo.
Saímos os três da balada, ela não era nada feia, 10 anos mais velha que a gente, mas tinha um corpo bem gostoso de foder. Pegamos o carro e durante o curto trajeto eu ficava olhando no retrovisor pra ver se ninguém tava seguindo a gente. Chegando em casa, meu amigo e ela entraram no meu quarto, eu fiquei esperando minha vez sentado no sofá vendo TV. Depois de uns 15 minutos, ela saiu do quarto e sentou comigo no sofá, levantou minha camiseta e começou a chupar meus mamilos, desceu com a língua pela minha barriguinha até minha calça e começou a chupar meu pau. De repente, ouvimos um SSSS SSSS SSSS que nos interrompeu, olhamos e vimos a cabeça do meu amigo espiando pela porta do corredor, dizendo:
> AMIGO: ei, eu ainda não terminei.
Ela se levantou do sofá e foi pro meu quarto com meu querido amigo, e eu fiquei sentado pensando o quão babaca era meu amigo e na cusparada que eu ia ter que engolir. Fiquei puto e esperando minha vez de novo. A próxima coisa que lembro foi acordar com a luz do sol batendo na minha cara. Dei um pulo e gritei: "puta que pariu, dormi e já são 9 da manhã". Fui pro meu quarto e vi os dois dormindo na minha cama, e gritei:
> EU: puta que pariu, caralho, levanta, vou me atrasar, vão pra puta que pariu, ainda queimaram meu assoalho com cigarro, dormi e vocês não me acordaram.
> AMIGO: desculpa, eu, eu, eu.
> EU: você é um babaca, nunca mais te dou moral, babaca, vai pra puta que pariu que vou me atrasar.
Cada um foi pro seu lado.
Passaram uns meses e num bar encontro ela e falo:
> EU: oi, lembra de mim?
> ELA: não.
> EU: não lembra que você foi na minha casa transar com meu amigo tal?
> ELA: não, verdade.
> EU: não? então meu amigo transa mal mesmo, comigo você não me esqueceria tão fácil.
> ELA: quer ir embora?
> EU: sim, se não tiver um namorado te seguindo, HA HA HA.
> ELA: não, vamos.
Saímos do bar, no meio da rua entre dois carros estacionados, ela me jogou em cima de um dos carros e começou a comer minha boca, passava a língua nos meus lábios e enfiava de novo, chupando minha língua e mordendo. Não sei quando ela baixou minha calça, ajoelhou e colocou meu pau na cara dela, esfregou como sabão, até sentir a língua molhada na minha cabecinha e começou a chupar meu pau. Subimos no carro e enquanto eu dirigia ela continuava com meu pau na boca. Ao chegar em casa, joguei ela na mesa, rasguei a calcinha dela e coloquei toda aquela buceta na minha cara, senti todo aquele tesão e meu pau prestes a explodir. Ficamos um tempão nos chupando, senti a língua dela no meu cu e os dedos dela querendo me provocar. Penetrar, as lambidas dela me esquentavam ainda mais. Ela é uma mina gostosa pra caralho, com uns peitões lindos e uma vontade danada de foder. Ficamos mais de 10 horas num sexo sem limites, e ela pedia mais e mais. Em uma dessas, ela me pediu pra beliscar os mamilos dela. Eu mordia, mas ela queria mais, então coloquei dois prendedores de roupa em cada mamilo e mais um no clitóris dela, enquanto minha língua chupava e metia nela. Ela gozou toda na minha boca e me pediu um beijo.
Ficou assim: a gente não se procura, mas se trombar, repete.
O Polhão torto.
Vou contar pra vocês porque, por um tempinho, meus amigos e amigas me chamavam de PAU TORTO. Oi, pau torto, beleza pau torto, aonde a gente vai pau torto. A fama que peguei serviu pra que uma ou outra amiga quisesse descobrir o pau torto hehehe.
Uma quinta-feira, meu melhor amigo estava na minha casa, e ele ia pra uma festa de 4 dias, que eu não podia ir. Na despedida, ele deixou um post-it com o novo número de celular dele.
Naquela noite, saí pra tomar uns drinks, e no pub conheci a cunhada de um conhecido traficante da área. A gente conversou, se deu bem, e decidimos ir pra minha casa juntos. Ela me seguiu com o carro dela. Quando chegamos, começamos a nos conhecer fisicamente. No quarto, a gente se beijava com gosto, arrancando a roupa um do outro. Passei minha língua pelos lábios da buceta dela, acariciava o clitóris, e sentia os sucos dela na minha boca. Como eu não cheiro coca, ela passou a ponta do meu pau no pó branco e chupou como se fosse o último doce do mundo. Também passou pó branco no meu cu e chupou e rechupou. Meti meu pau nela e a gente fez as posições mais safadas. Eu tava deitado de barriga pra cima, e ela sentava em mim como uma louca. Começou a cravar as unhas nos meus ombros, e dava pra ouvir o "chof chof" quando eu metia e tirava o pau dentro dela. Minha cara tava na frente da dela, e eu via os olhos dela saltando e ficando brancos, enquanto ela dizia: "Você vai me ajudar a realizar minhas fantasias". E o "chof chof chof" ficava mais rápido. Eu disse que sim, "o que você quer fazer?". E ela soltou: "Transar com você no cemitério". Aí eu me caguei de medo. Falei: "Arranja outro". E continuei metendo e tirando o pau dentro da buceta dela, até ela jorrar os sucos, cheia de gozo e prazer. Ela ficou tão satisfeita que, ao ir embora, pediu meu número de telefone. Eu, deitado na cama, ditei meu número de telefone fixo, que tem secretária eletrônica. Ela pegou um post-it e anotou, enquanto eu ficava pensando naquela história do cemitério e em como foi bom ela não ter ficado pra dormir comigo, porque eu não teria conseguido pregar o olho.
No sábado mesmo, tinha gravado na secretária eletrônica duas mensagens quentes que diziam: "AAA AAA quero que você me foda com esse seu pau torto AAA AAA". Estou torrando de tesão, quero que você me coma AAA. Eu não dei muita importância, até que na semana seguinte, vejo meu melhor amigo, e ele me diz: "olha, cara, que mensagens eu tenho gravadas do fim de semana passado, enquanto estava na festa, e me mandaram perguntar pra você." Eu escuto e eram mensagens idênticas às que eu tinha recebido AAA "quero seu pauzão torto AAA" e de novo "seu pauzão torto". Pergunto quem ouviu, e ele responde: "todo mundo que estava na festa." Aí eu falei: "porra, a mina que me comeu outro dia apontou meu telefone no mesmo post-it que você deixou, com seu número novo." A gente se olhou e RACHEI O BICO de tanto rir. A mina eu encontrei mais algumas vezes em casa, não no cemitério, até que um dia ela apareceu na minha casa às 3 da manhã e eu não deixei ela subir, porque tinha que trabalhar. Pelo visto ela ficou puta, e eu fiquei com o apelido de PAUZÃO TORTO.
O Massacre do Texas
Quero confessar o acidente que meu pau sofreu.
Naquela época eu tinha uns 20 anos, e eu e minha namorada (a melhor que já tive, de tão gostosa e como pessoa, vou ter um fraquinho por ela a vida inteira) estávamos voltando de um dia na montanha, e chegamos na casa dos meus pais, que não estavam, e decidimos entrar os dois juntinhos na banheira. A gente se esfregava os corpos com água e sabão, e no calor do momento, meu pau foi crescendo, e a excitação dos dois aumentava a cada gesto, cada roçada entre nossos corpos. A gente estava de pé, na banheira, meu pau pressionava a bunda dela, minhas mãos acariciavam os peitos dela, minha boca beijava ela, e chegou a hora em que ela sussurrou pra eu foder ela. Sem mudar de posição, minha mão pegou meu pau, guiando ele até a rachinha dela, e com a outra mão eu esperava a chegada do meu pau na porta da rachinha molhada dela. Aí, num instante, tudo saiu do controle: meu pau, com uma força sobre-humana, escorregou, e a ponta do meu pau foi bater no meu dedão da mão. E eu, que na época tentava aprender a tocar violão, estava com a unha do dedo comprida, e ela, ao receber o impacto do meu precioso pau, cortou a pontinha da cabecinha do meu pau, e começou a jorrar meu sangue concentrado ali. Quando o sangue se misturou com a água e sabão, aquilo parecia O Massacre da Serra Elétrica, com o vermelho do sangue e o quanto eu sou apavorado, nem te conto o susto que levei. Aí começou a me invadir a preocupação de como curar aquele estrago, como parar a hemorragia, e como desinfetar o ferimento. Minha cabeça ia descartando opções, tipo desinfetar com álcool ou micro-cutie, ou colocar um band-aid, enquanto minha cabeça fazia seu filme. Peguei papel higiênico e consegui parar a hemorragia, e vi que não ia precisar de pontos — só de pensar nisso já me cagava de medo. E pronto, depois de parar a hemorragia, tive que passar uma semana e pouco de abstinência sexual, e de pensamentos. O ferimento cicatrizou muito bem e não dá pra notar nada, e ainda dei umas boas risadas com ela. namorada pensando, se tivesse que ir pro hospital, como ia explicar o assunto pros médicos, e se tivessem que dar pontos, ou colocar um curativo, com a pica enrolada numa meia.
Ah, nunca aprendi a tocar violão espanhol.

Esperando minha vez.
Há cinco anos atrás, era um domingo à noite, eu e um amigo estávamos numa balada, arrastando nossos corpos porque já tava dois dias sem dormir, e não tinha mais droga que pudesse nos reviver, encostados no balcão sem conseguir dar um passo de dança nem direito nem errado, meu amigo foi pro banheiro e quando voltou me disse:
> AMIGO: ei, vamos pra sua casa?
> EU: pra quê.
> AMIGO: vamos pra sua casa comer uma mina.
> EU: não posso, vou dormir, amanhã às 8 da manhã tenho que entregar o carro pro mecânico, por que não leva ela pra praia pra foder?
> AMIGO: mas cê não vê que tá chovendo, vai, por favor, a gente come ela junto.
> EU: os dois ao mesmo tempo?
> AMIGO: não, primeiro eu e depois você.
> EU: sei não, amanhã tenho...
> AMIGO: vai sim, a gente tem que sair sem o namorado perceber pra ele não seguir a gente.
> EU: caralho, a gente tem que despistar o namorado.
> AMIGO: sim, mas ele é burro, fica tranquilo.
Saímos os três da balada, ela não era nada feia, 10 anos mais velha que a gente, mas tinha um corpo bem gostoso de foder. Pegamos o carro e durante o curto trajeto eu ficava olhando no retrovisor pra ver se ninguém tava seguindo a gente. Chegando em casa, meu amigo e ela entraram no meu quarto, eu fiquei esperando minha vez sentado no sofá vendo TV. Depois de uns 15 minutos, ela saiu do quarto e sentou comigo no sofá, levantou minha camiseta e começou a chupar meus mamilos, desceu com a língua pela minha barriguinha até minha calça e começou a chupar meu pau. De repente, ouvimos um SSSS SSSS SSSS que nos interrompeu, olhamos e vimos a cabeça do meu amigo espiando pela porta do corredor, dizendo:
> AMIGO: ei, eu ainda não terminei.
Ela se levantou do sofá e foi pro meu quarto com meu querido amigo, e eu fiquei sentado pensando o quão babaca era meu amigo e na cusparada que eu ia ter que engolir. Fiquei puto e esperando minha vez de novo. A próxima coisa que lembro foi acordar com a luz do sol batendo na minha cara. Dei um pulo e gritei: "puta que pariu, dormi e já são 9 da manhã". Fui pro meu quarto e vi os dois dormindo na minha cama, e gritei:> EU: puta que pariu, caralho, levanta, vou me atrasar, vão pra puta que pariu, ainda queimaram meu assoalho com cigarro, dormi e vocês não me acordaram.
> AMIGO: desculpa, eu, eu, eu.
> EU: você é um babaca, nunca mais te dou moral, babaca, vai pra puta que pariu que vou me atrasar.
Cada um foi pro seu lado.
Passaram uns meses e num bar encontro ela e falo:
> EU: oi, lembra de mim?
> ELA: não.
> EU: não lembra que você foi na minha casa transar com meu amigo tal?
> ELA: não, verdade.
> EU: não? então meu amigo transa mal mesmo, comigo você não me esqueceria tão fácil.
> ELA: quer ir embora?
> EU: sim, se não tiver um namorado te seguindo, HA HA HA.
> ELA: não, vamos.
Saímos do bar, no meio da rua entre dois carros estacionados, ela me jogou em cima de um dos carros e começou a comer minha boca, passava a língua nos meus lábios e enfiava de novo, chupando minha língua e mordendo. Não sei quando ela baixou minha calça, ajoelhou e colocou meu pau na cara dela, esfregou como sabão, até sentir a língua molhada na minha cabecinha e começou a chupar meu pau. Subimos no carro e enquanto eu dirigia ela continuava com meu pau na boca. Ao chegar em casa, joguei ela na mesa, rasguei a calcinha dela e coloquei toda aquela buceta na minha cara, senti todo aquele tesão e meu pau prestes a explodir. Ficamos um tempão nos chupando, senti a língua dela no meu cu e os dedos dela querendo me provocar. Penetrar, as lambidas dela me esquentavam ainda mais. Ela é uma mina gostosa pra caralho, com uns peitões lindos e uma vontade danada de foder. Ficamos mais de 10 horas num sexo sem limites, e ela pedia mais e mais. Em uma dessas, ela me pediu pra beliscar os mamilos dela. Eu mordia, mas ela queria mais, então coloquei dois prendedores de roupa em cada mamilo e mais um no clitóris dela, enquanto minha língua chupava e metia nela. Ela gozou toda na minha boca e me pediu um beijo.
Ficou assim: a gente não se procura, mas se trombar, repete.
O Polhão torto.
Vou contar pra vocês porque, por um tempinho, meus amigos e amigas me chamavam de PAU TORTO. Oi, pau torto, beleza pau torto, aonde a gente vai pau torto. A fama que peguei serviu pra que uma ou outra amiga quisesse descobrir o pau torto hehehe.
Uma quinta-feira, meu melhor amigo estava na minha casa, e ele ia pra uma festa de 4 dias, que eu não podia ir. Na despedida, ele deixou um post-it com o novo número de celular dele.Naquela noite, saí pra tomar uns drinks, e no pub conheci a cunhada de um conhecido traficante da área. A gente conversou, se deu bem, e decidimos ir pra minha casa juntos. Ela me seguiu com o carro dela. Quando chegamos, começamos a nos conhecer fisicamente. No quarto, a gente se beijava com gosto, arrancando a roupa um do outro. Passei minha língua pelos lábios da buceta dela, acariciava o clitóris, e sentia os sucos dela na minha boca. Como eu não cheiro coca, ela passou a ponta do meu pau no pó branco e chupou como se fosse o último doce do mundo. Também passou pó branco no meu cu e chupou e rechupou. Meti meu pau nela e a gente fez as posições mais safadas. Eu tava deitado de barriga pra cima, e ela sentava em mim como uma louca. Começou a cravar as unhas nos meus ombros, e dava pra ouvir o "chof chof" quando eu metia e tirava o pau dentro dela. Minha cara tava na frente da dela, e eu via os olhos dela saltando e ficando brancos, enquanto ela dizia: "Você vai me ajudar a realizar minhas fantasias". E o "chof chof chof" ficava mais rápido. Eu disse que sim, "o que você quer fazer?". E ela soltou: "Transar com você no cemitério". Aí eu me caguei de medo. Falei: "Arranja outro". E continuei metendo e tirando o pau dentro da buceta dela, até ela jorrar os sucos, cheia de gozo e prazer. Ela ficou tão satisfeita que, ao ir embora, pediu meu número de telefone. Eu, deitado na cama, ditei meu número de telefone fixo, que tem secretária eletrônica. Ela pegou um post-it e anotou, enquanto eu ficava pensando naquela história do cemitério e em como foi bom ela não ter ficado pra dormir comigo, porque eu não teria conseguido pregar o olho.
No sábado mesmo, tinha gravado na secretária eletrônica duas mensagens quentes que diziam: "AAA AAA quero que você me foda com esse seu pau torto AAA AAA". Estou torrando de tesão, quero que você me coma AAA. Eu não dei muita importância, até que na semana seguinte, vejo meu melhor amigo, e ele me diz: "olha, cara, que mensagens eu tenho gravadas do fim de semana passado, enquanto estava na festa, e me mandaram perguntar pra você." Eu escuto e eram mensagens idênticas às que eu tinha recebido AAA "quero seu pauzão torto AAA" e de novo "seu pauzão torto". Pergunto quem ouviu, e ele responde: "todo mundo que estava na festa." Aí eu falei: "porra, a mina que me comeu outro dia apontou meu telefone no mesmo post-it que você deixou, com seu número novo." A gente se olhou e RACHEI O BICO de tanto rir. A mina eu encontrei mais algumas vezes em casa, não no cemitério, até que um dia ela apareceu na minha casa às 3 da manhã e eu não deixei ela subir, porque tinha que trabalhar. Pelo visto ela ficou puta, e eu fiquei com o apelido de PAUZÃO TORTO.
O Massacre do Texas
Quero confessar o acidente que meu pau sofreu.
Naquela época eu tinha uns 20 anos, e eu e minha namorada (a melhor que já tive, de tão gostosa e como pessoa, vou ter um fraquinho por ela a vida inteira) estávamos voltando de um dia na montanha, e chegamos na casa dos meus pais, que não estavam, e decidimos entrar os dois juntinhos na banheira. A gente se esfregava os corpos com água e sabão, e no calor do momento, meu pau foi crescendo, e a excitação dos dois aumentava a cada gesto, cada roçada entre nossos corpos. A gente estava de pé, na banheira, meu pau pressionava a bunda dela, minhas mãos acariciavam os peitos dela, minha boca beijava ela, e chegou a hora em que ela sussurrou pra eu foder ela. Sem mudar de posição, minha mão pegou meu pau, guiando ele até a rachinha dela, e com a outra mão eu esperava a chegada do meu pau na porta da rachinha molhada dela. Aí, num instante, tudo saiu do controle: meu pau, com uma força sobre-humana, escorregou, e a ponta do meu pau foi bater no meu dedão da mão. E eu, que na época tentava aprender a tocar violão, estava com a unha do dedo comprida, e ela, ao receber o impacto do meu precioso pau, cortou a pontinha da cabecinha do meu pau, e começou a jorrar meu sangue concentrado ali. Quando o sangue se misturou com a água e sabão, aquilo parecia O Massacre da Serra Elétrica, com o vermelho do sangue e o quanto eu sou apavorado, nem te conto o susto que levei. Aí começou a me invadir a preocupação de como curar aquele estrago, como parar a hemorragia, e como desinfetar o ferimento. Minha cabeça ia descartando opções, tipo desinfetar com álcool ou micro-cutie, ou colocar um band-aid, enquanto minha cabeça fazia seu filme. Peguei papel higiênico e consegui parar a hemorragia, e vi que não ia precisar de pontos — só de pensar nisso já me cagava de medo. E pronto, depois de parar a hemorragia, tive que passar uma semana e pouco de abstinência sexual, e de pensamentos. O ferimento cicatrizou muito bem e não dá pra notar nada, e ainda dei umas boas risadas com ela. namorada pensando, se tivesse que ir pro hospital, como ia explicar o assunto pros médicos, e se tivessem que dar pontos, ou colocar um curativo, com a pica enrolada numa meia. Ah, nunca aprendi a tocar violão espanhol.
4 comentários - Las aventuras y desventuras de grancarlini - relatos y .....
Saludos
👏
jajajaja!!!!
😆
Epico el final! jajaja Muy buenos! Te dejo tus merecidos primeros 5 puntos!
saludos!
Saludos
Saludos