Quando a Maca entrou no quarto e nos viu assim, nós dois pelados, ela só ficou olhando. Não cumprimentou nem nada; fez que ia pra cozinha, mas aí voltou atrás.
> Braaavooo, bravo pros pombinhos. Muito bem – disse a Maca batendo palmas, mas com um tom sarcástico.
> Muito bem, hein, parabéns pra vocês...
> Ei, dá uma segurada, Macarena, qual é o teu problema? – respondeu a Maria, meio puta.
Eu peguei o lençol e me cobri meio por cima, a Maria nem se mexeu, ficou ali pelada como tava, só sentou na cama.
> De onde veio esse teu comentário??? – a Maria perguntou de novo pra Maca...
> Nada, tô só dando os parabéns, não posso? Vejo vocês assim, pelados, quer dizer que tão juntos de novo.
> Sim, estamos juntos de novo, te incomoda? – falou a Maria.
> Não, não me incomoda nada. O que me incomoda é que você aproveita que eu vou pra academia pra dar pro teu namorado aqui em casa; isso me incomoda, gata, só isso –
A Maca respondia cada vez mais sarcástica e a Maria cada vez mais puta.
> Que porra é essa que tu tá fazendo? – falou a Maria – Vou dar pra ele sempre que eu quiser.
> Ahhh tá, vou ligar pro pai, contar e pronto. Falo que você não me respeita...
> Faz o que quiser, estúpida – a Maria já tava bem irritada –.
Eu só escutava elas e não falava nada, não queria me meter...
> E você? – a Maca perguntou me encarando – Você é um sem-vergonha. – Ela virou as costas e saiu pra cozinha...
> Ahhhhh que estúpida que ela é, quem ela pensa que é? – disse a Maria – tentou levantar, mas eu segurei o braço dela e não deixei.
> Calma, negona, deixa ela quieta, não dá corda.
> Mas, amor, por que ela é assim? – me disse a Maria – já tava com uma carinha triste, vi que ela ia chorar.
> Por quê? Ela é minha irmã...
> Não sei, vida, já te falei; deixa ela pra lá, não liga...
A Maria começou a choramingar e cobriu o rosto. Sentei na cama, ia levantar o jeans, quando a Maca entrou de novo.
> Se veste, Maria – falou assim que entrou –
> Hããã? Não vou me vestir porque você mandou, quem você pensa que é? Acredita? — respondi Maria.
—Vai, sério. Tô te pedindo numa boa, cê tá me desrespeitando, ficar pelada com teu namorado no nosso quarto.
—Não vou me vestir, Macarena! — Maria gritou.
Maca tava parada quase na porta do quarto.
—Ok, sem problema, então não se veste. Eu te pedi numa boa.
Nisso, eu me virei como dava pra subir o jeans e a cueca, mas ainda não tinha abotoado. Maca calou a boca e entrou de vez no quarto, passou na nossa frente e abriu o guarda-roupa dela.
Maca tava usando uma calça de ginástica preta, daquelas meio folgadas, daquele tecido que parece grudar na bunda; a raba dela ficava bem redondinha, em cima tava com um moletom preto também, que marcava bem a cinturinha dela.
Maca pegou umas roupas no guarda-roupa e colocou em cima da cama dela, também pegou uma fio dental preta e deixou por cima de tudo. Sem falar nada, sentou do lado da cama dela, de costas pra gente. Maria e eu calados, sem falar uma palavra.
Maca se inclinou pra baixo, tirou o tênis e as meias. Ainda sentada de costas, puxou o zíper do moletom e tirou, colocou em cima da cama.
Só aí ela levantou, colocou as mãos no elástico da calça e, bem devagar, foi descendo — diria que quase em câmera lenta. Tava usando uma Booty less cinza bem enfiada entre as nádegas. Comecei a sentir o coração bater mais forte, cada vez mais.
Que bunda que a Maca tinha, aquelas nádegas bem empinadas e durinhas, sem celulite nem nada, com a pele bem macia. Dava pra ver a calcinha meio suada na parte onde o tecido enfiava entre as nadeguinhas dela.
A filha da puta fez tudo em câmera lenta; esticou a bunda pra trás e desceu a calça até os joelhos. Meu pau começou a pulsar de novo, sentia ele endurecendo, só de ver a raba da Maca assim, com a calcinha suada.
Quando ficou só de calça nos joelhos, sentou de novo.
—Para um pouquinho, cheee — Maria quase Salta da cama - O que você tá fazendo?
> Tô tirando a roupa pra tomar banho. Por quê? - respondo pra Maca olhando de lado.
> Se liga, vaca, a gente tá aqui - Maria gritou de novo...
> Você também tá pelada - falou Maca - Eu pedi pra você se vestir e você não quis. Então cada uma faz o que quer. Seu namoradinho não vai se importar se eu me trocar na frente dele, vai? - disse Maca me olhando.
Eu já tava com o pau duro, cruzei as pernas pra Maria não perceber que tinha broxado por causa da Maca.
> Que puta que você é, pelo amor de Deus. Faz o que quiser. Loucaaaa - Maria gritou - e se deitou na cama olhando pra cima de braços cruzados.
Os últimos 2 ou 3 segundos que olhei pra Maca, ela tava sentada terminando de tirar a calça, com a calcinha bem esticada na bundinha dela; digo os últimos segundos porque quando Maria se deitou eu me virei e também olhei pra cima, mesmo morrendo de vontade de continuar vendo o show da minha cunhada. Poucos segundos depois, Maca levanta e fica de costas bem na nossa frente pra abrir o guarda-roupa. Baixei os olhos como pude. Maca tava só de fio dental, que bundão gostoso que ela tem - era o que passava na minha cabeça - assim de costas, mal dava pra ver os lábios da buceta dela por baixo do tecido da calcinha.
Pegou uma toalha no guarda-roupa e virou de frente, com os peitos de fora. Que par de peitos lindos, os biquinhos morenos começando a ficar durinhos, uma cintura maravilhosa e o quadril nem se fala; juro que naquela visão, pra mim, a Maca era perfeita.
Assim de frente, ela foi descendo o fio dental, parecia que ia enrolando o tecido enquanto tirava; se inclinou um pouco pra frente, primeiro levantou um pé e depois o outro pra tirar a calcinha de vez. De novo, minha cunhada tava completamente pelada na minha frente; a buceta dela tava bem depiladinha, sem nenhum pelo e os lábios da buceta já estavam meio inchados.
A filha da puta passou dois dedos por toda a buceta dela usa a palavra: pussy e levou a mão ao nariz; cheirou os dedos.
> Huuuuu tô precisando de um banho.-
Pegou a toalha e foi pro banheiro. Meu pau tava duríssimo, quase gozando. Que puta que a Maca era, tudo que fez, ainda por cima de propósito.
Assim que fechou a porta do banheiro, Maria sentou de novo na cama e me olhou...
> Por que ela é assim?. Juro que não entendo ela.
A carinha da Maria dizia tudo. Ela realmente tava magoada da Maca ser assim. Eu, sinceramente, não tava prestando muita atenção no que ela falava, na minha cabeça só tinha o corpinho da Maca.
O tempo que a Maca passou no banheiro, Maria falou sobre ela, que não entendia e essas coisas; como falei antes, não prestei muita atenção.
Umas 15 ou 20 minutos depois, a Maca saiu do banheiro enrolada na toalha. Já tinha ficado feliz de novo; outro show. Sentia meu pau começando a endurecer só de pensar que a Maca ia se trocar na minha frente de novo; mas assim que ela saiu, Maria levantou da cama.
> Espera, Macarena, a gente já vai - disse - levantou e pegou as roupas dela...
Fiquei desiludido na hora, levantei sem hesitar um segundo. Maca esperou em pé a gente sair do quarto. Maria só se vestiu na cozinha, tinha saído com as roupas na mão. Eu me vesti e sentei no sofá. Ficamos lá sentados no sofá sem falar nada uns 10 minutos. Maria levantou e foi bater na porta do quarto.
> Já se trocou, Macarena? – perguntou - posso entrar?
> Sim. ouvi a Maca responder.
> Vem, Raul - me disse Maria - e entrou no quarto.
> Quando cheguei na porta, Maria tinha sentado na cama dela e a Maca tava na frente dela, as duas se olhavam com lágrimas nos olhos.
> Me perdoa, me perdoa - disse a Maca já chorando - Maria não respondeu, só levantou, ficou do lado dela, se abraçaram e começaram a chorar.
Eu, sinceramente, me senti sobrando. Ficaram assim uns 5 minutos entre pedidos de desculpa dos dois lados. Que a culpa foi da Uma e a outra dizia que não, que foi culpa dela e tal.
Depois que pararam de chorar, limparam os olhos – Maria sentou de novo na cama dela.
> Vem, negão, senta aqui – ela me falou...
> Você, você… não seja filho da puta nunca mais com a minha irmã... ouviu?. Porque vou ser eu que vou te encher de porrada; tô falando sério – disse a Maca.
> Não fica criando caso – respondi –
Na real, eu tava meio perdido, 20 minutos atrás elas se odiavam e agora se protegiam.
> Sou uma idiota – disse a Maca –
> Por quê? – perguntou a Maria.
> Pelo que eu fiz agora pouco, sua burra, que otária que eu fui, pelo amor de Deus – e caiu na risada – Você me deu tanta raiva que eu fiquei pelada só pra te irritar.
> É, você foi bem filha da puta mesmo – disse a Maria – mas o Raul gostou.
> Hã? – falei surpreso...
> Ahhh, será que sou burra?. Teu pau subiu ou não?...
> Não respondi nada – só olhei pra ela com um sorrisinho.
> E o que você quer que eu faça? – acabei falando – Sou homem, o que posso fazer?
> Olha a mulher que você tem do lado – me disse a Maca – o que mais você quer?
> Para, eu não devo ser tudo isso – disse a Maria – você com essa bunda que tem também, como é que não vai ficar excitado? – Coitadinho, disse a Maria e me deu um beijo na bochecha.
> É, verdade, sim –
> Para com isso, porque quem ficou mal fui eu – disse a Maca, meio corada. Me desculpa, Raul, se te deixei desconfortável – falou a Maca.
> Que desconfortável nada, esse aí – disse a Maria rindo – Ele te olhou de cima a baixo; ainda mais que teve nós duas peladas no mesmo quarto...
Na real, eu não tinha pensado nisso, era verdade, por uns minutos eu tive as duas irmãzinhas peladinhas no mesmo quarto. Agora pensando, meu pau começou a reagir...
> Eu já não excito ele mais – disse a Maca rindo – Agora ele tem namorada...
> Não sei quem tá excitando ele, se sou eu ou você; mas olha – disse a Maria pegando no meu pau por cima da calça.
Eu já tava com o pau quase duro de vez, e quando a Maria pegou, marcou bem por cima do jeans. A Maca me olhou e não disse nada, mas a Cara, eu mudei um pouco e olhei pra baixo.
> Se quiserem, eu vou embora - disse a Maca, rindo...
> Não tem problema - disse a Maria e soltou minha pica..
> Querem água ou alguma coisa? - disse a Maca enquanto saía pra cozinha.
> Você gosta disso, né? - me disse a Maria assim que a Maca saiu...
> Hãã... do que cê tá falando?
> Já tá com tesão, né? Te conheço - me disse a Maria e apoiou a mão na minha pica...
> Você me excita - falei pra ela - Essa mãozinha aí me deixa duro...
> Sério? - ela me disse.
Ela enfiou a mão por baixo da calça jeans e da cueca e pegou a cabecinha da minha pica. Minha pica já tava dura pra caralho, ainda mais sentindo a mãozinha dela; agarrei ela pela nuca e comecei a beijar. Passava minha língua por tudo e ela também com a dela.
Sem parar de nos beijar, ela foi desabotoando um por um os botões da minha calça...
> Para um pouquinho - a Maca, falei pra ela.
> É só um rapidinho, amor, ou cê não gosta?
Não respondi, só beijei ela de novo.
A Maria parou de me beijar e desceu até minha pica; não enrolando, começou a chupar. Passava a língua, fazia círculos, chupava, mas só na pontinha. Peguei minha calça e puxei um pouco mais pra baixo, assim minha pica ficou um pouco mais pra fora e a Maria chupava um pouco mais.
Como ela ainda tava sentada e de legging, enfiei a mão toda por baixo do tecido, agarrei bem forte uma das bundas dela; ela levantou um pouco mais a bunda do colchão e eu enfiei a mão o máximo que pude pra dentro.
Quase com a ponta dos dedos, mal tocava a buceta dela por cima do tecido da calcinha; como pude, com a ponta dos dedos, afastei o tecidinho e comecei a tocar os lábios que já tavam meio molhados.
A Maria não parava de chupar minha pica, enquanto chupava, acariciava minhas bolas e mal batia uma punheta com uma das mãos. Tirei a mão da bunda dela porque tava meio desconfortável e me deitei na cama. A Maria puxou minha pica toda pra fora e continuou chupando; passava a língua por tudo...
> Huuuy, desculpa - ouvi a Maca dizer –
Olhei pro lado e vi ela parada com uma garrafa térmica e um chimarrão. a mão. Ela se virou e foi embora. Maria não fez nada, continuou chupando minha pica como se nada tivesse acontecido. Pensei que ela não tinha ouvido.
>Negra, a Maca entrou — falei — Mas ela nada, continuava concentrada na minha pica.
Só parou de me chupar pra se levantar e ajoelhar na minha frente, baixou meu jeans e minha cueca até os tornozelos; me olhou nos olhos e disse... — se ela quer olhar, que olhe — passando a língua na cabeça da minha pica.
Já não sabia mais o que pensar, a única coisa que passava pela minha cabeça era como a Maria estava chupando bem minha pica; segurei o rosto dela e fiz ela parar.
>O que foi? — ela perguntou —
>Nada. Levanta — falei..
Ela ficou de pé na minha frente e eu sentei na cama. Peguei a legging dela junto com a calcinha e puxei até os tornozelos. Maria me olhou e só sorriu. Ela mesma tirou a fio dental; depois tirou a regatinha e soltou o sutiã. Ficou totalmente nua pra mim. Levantei uma perna dela e fiz ela apoiar na cama, me inclinei um pouco e comecei a chupar a buceta dela.
Passei a língua por toda a buceta; ela mesma abria os lábios pra eu chupar... haaa haaa começou a gemer bem devagar, Maria...
A verdade é que naquele momento, de tão tesudo que eu tava, parei de pensar na Maca, sentia a pica bem dura, sentei bem na beirada da cama e segurei ela pelos quadris, fazendo ela girar e ficar de costas pra mim. Ela mesma sentou no meu colo, levantou um pouco os quadris e encaixou minha pica na buceta dela...
ahhhh ahhhgggg gemeu quando minha pica começou a entrar... ahhh ahhh- ela se mexia sozinha.
Eu segurava ela por baixo das nádegas, na quarta ou quinta vez que ela sentou, já tinha minha pica enfiada até o fundo... hahhhh haaaaa haggggg os gemidos da Maria eram fortes —
Ela mexia os quadris pra cima e pra baixo, pra frente e pra trás. Eu sentia a buceta dela ficando molhada; começava a fazer barulhinho cada vez que minha pica entrava... ahhh ahhh ahhh ela gemia e gemia. Peguei nos peitos dela. por trás e apertava elas; brincava com os biquinhos...
Maria se contorcia enquanto cavalgava no meu pau. Nessa hora, vejo a Maca entrar e passar na nossa frente. Maria nem olhou pra ela, continuou pulando no meu pau, cada vez mais rápido. Maca sentou quase na nossa frente na cama dela; eu olhei pra ela enquanto apertava os peitos da Maria com uma mão e com a outra coloquei meus dedos na boquinha dela pra ela chupar.
Quando deixei eles babados, comecei a tocar o clitóris dela... haggggggggg haggggggggg – Maria já quase gritava de prazer e se contorcia.
Quando olhei de novo pra Maca, ela tinha uma mão por baixo da blusinha e se tocava num dos peitos. Dava pra ver como apertava os biquinhos com a ponta dos dedinhos; primeiro um peito e depois o outro. Tirou a blusa e ficou só de sutiã, mas não durou nem meio minuto e já soltou ele.
Os peitos dela ficaram de fora; os biquinhos estavam duríssimos, pontudos; ela apertava os peitos com bastante força.
Haaaa hhaaaa – dava pra ouvir a Maca também começando a gemer...
Hagggg hagggggggggg – Maria já gemia desesperada. Ficou parada com meu pau enfiado até o fundo da pussy dela e continuava gemendo. Comecei a esfregar o clitóris dela com a mão inteira – haggggggggggggg haggggggggggggggg – Maria gozou.
Senti todos os sucos dela no meu pau; ela pegou minha mão, a que tava tocando a pussy dela, e apertou contra o clitóris.
Sozinha, ela se levantou e ficou de pé, nem olhou pra Maca, que continuava apertando os peitos.
> Deita direito – Maria falou –
Assim que me acomodei na cama, ela tirou meu tênis e terminou de arrancar minha calça jeans, que tava pelos tornozelos. Maria subiu na cama e ficou de costas pra mim; sentou com as pernas de cada lado das minhas, me dando as costas, encaixou meu pau na pussy dela e de novo tava me cavalgando.
Fazia menos de 1 minuto que ela tinha gozado e já tava me comendo de novo. Fiquei louco vendo a bundinha dela. como subiam e desciam. Ela se esticou o máximo que pôde pra frente, me dando a melhor vista de todas. A bunda bem empinada pra mim, via como meu pau entrava e como os lábios da buceta dela engoliam meu pau inteiro — ahhh ahhh ahhh — só gemia e gemia Maria...
Olhei pro lado e a Maca tava abaixando a calça que tinha, tirou ela por completo. Ficou só com a calcinha fio dental preta. Sentou bem na beirada da cama e passou a mão por baixo da calcinha pra se tocar na buceta — hahhhh hagggg — começou a Maca a gemir enquanto se punhetava sozinha; com uma mão se esfregava a buceta e com a outra apertava os peitos.
Não sabia pra onde olhar, se olhava a Maca se tocando a buceta, ou olhava o lindo buraco do cu da Maria.
Foi a Maria que fez a decisão ser mais fácil. Enquanto eu olhava ela me cavalgando, ela esticou a mão pra trás e começou a se tocar no buraco do cu com um dedo. Só acariciava, mas aos poucos fazia pressão pra entrar. Primeiro entrou a pontinha do dedo; deixou assim, sem mexer por uns segundos. Depois um pouco mais até a metade; mas daí a pouco tinha o dedinho enfiado bem dentro do cu dela.
Olhei pra Maca e ela tinha puxado a calcinha pro lado. Tava com a buceta toda molhada e tava enfiando dois dedos — hagggg haggggg hagggggggggggg gemiam quase juntas as irmãzinhas...
Não podia deixar a Maca sozinha, estiquei meu braço pro lado e toquei a buceta dela com os dedos. A buceta da Maca tava muito mais molhada que a da Maria, mandei dois dedos nessa buceta que pedia pau aos berros — haggggg haggg — gemia a Maca com meus dedos na buceta. Daí a pouco meti mais um dedo, já tinha três dedos enfiados na buceta dela.
Era a Maca que mexia as cadeiras com desespero, fazendo eu penetrar ela com meus dedos. Sem parar de prestar atenção na Maria que continuava me cavalgando; tirei o dedinho dela do cu, enchi de saliva um dos meus dedos e enfiei no Bunda bem devagar.
Não tive dificuldade pra entrar, então coloquei mais um dedo; eles entraram por completo — ahhhh hagggg Maria gemia com meu pau na buceta dela e dois dedinhos no cu dela.
Eu enfiava e tirava o mais rápido que conseguia. O esfíncter dela já não resistia mais a dois dedos; então tirei e apoiei mais um dedo no buraquinho do cu dela. No começo foi complicado enfiar, mas ela parou de se mexer; ficou quieta com meu pau enfiado na buceta e com o cu bem empinado pra mim.
Bem devagar, os três dedos foram entrando no cu dela, entraram um pouco mais da metade, já não conseguia enfiar mais porque ficava desconfortável. Mesmo assim, era a primeira vez que enfiava três dedos no cu da Maria — hagggg haggggg — Maria gemia — parada em cima do meu pau.
Haaaggg haaagg — Maca também gemia cada vez mais rápido com os dedos da minha outra mão na buceta dela.
Lá estava eu, com três dedos de uma mão na bunda da minha namorada, enquanto ela se sentava no meu pau e, do lado, três dedos da outra mão na buceta da minha cunhada.
O que posso dizer? Esses foram os melhores dez ou quinze minutos da minha vida.
Já tava sentindo vontade de gozar; sentia que o pau ia explodir em pouco tempo. As irmãzinhas gemiam como loucas por causa dos meus dedos. Tirei os dedos da buceta da Maca e mandei a Maria parar.
> Fica de quatro — falei pra Maria...
Ela se ajeitou sozinha. Eu fiquei atrás dela, peguei meu pau bem na base e enfiei de uma vez, até o fundo na buceta dela — haggggggggg haggggg Maria se contorceu — mas era só de prazer, porque a buceta dela já tava super lubrificada. Segurei ela pela cintura e comecei a meter o mais rápido que conseguia.
Do lado, a Maca, com a calcinha fio dental puxada pro lado, só se tocava nos peitos, olhando eu comendo a irmãzinha dela — ahhh ahhh comecei a gemer — já tava quase gozando...
Maria se tocava no clitóris com uma das mãos — ahhh ahhh ahhh gemia e gemia — ela também tava quase gozando...
> Vai gozar? — ela me perguntou entre gemidos –
> Vou te encher de porra - falei sem parar de meter nela –
Maria se afastou de repente, se virou. Ficou de quatro, mas olhando pra mim. Se aproximou, enfiou meu pau na boca e começou a chupar. Eu tava de joelhos, então meu pau ficava bem na altura da boquinha dela; assim que começou a chupar meu pau, ela esticou a mão de novo e se tocava na própria... pussy...
Naquele momento eu realmente esqueci da Maca - haaaa hhaaaa - Maria tava gozando de novo... mas dessa vez, com meu pau na boca...
> Ahhh negra, haaa acabei... acabo (vocês sabem que Maria não gostava que eu gozasse na boca dela, então na hora pensei que ia parar de chupar pra eu gozar nos peitos ou algo assim) - mas ela continuou chupando meu pau. Dois ou três segundos depois senti os jatos saindo do meu pau... ahhhhh haaaaaaaaaaa - três ou quatro jatos bem fundo na boquinha dela...
Maria fazia caretas de nojo enquanto engolia toda a porra que saía do meu pau. Por um momento até engasgou, mas nunca tirou da boca. Eu já tinha terminado de gozar, mas meu pau ainda tava duro. Maria continuou chupando meu pau até não sobrar uma gota de porra, realmente limpou meu pau.
Não podia acreditar, Maria finalmente engoliu minha porra. Parou de chupar meu pau pra começar a dar beijinhos na pontinha. Se levantou, chegou perto de mim e me beijou na bochecha...
> Gostou, amor? - perguntou no meu ouvido –
> Você me deixa louco - foi a única coisa que respondi.
Ela se levantou e foi pro banheiro. Fiquei olhando feito bobo até ela entrar no banheiro e fechar a porta.
Senti a mão da Maca no meu ombro. Ela fez eu me deitar na cama de barriga pra cima; subiu em cima de mim e começou a me beijar. No começo hesitei, mas em poucos segundos a gente tava se comendo de boca. Não sabia o que pensar; ela parou de me beijar e se levantou na cama, andou até quase a cabeceira e foi se sentando na minha cara, deixando a pussy dela a 5 centímetros da minha boca.
Tinha Ainda com a thong preta, puxei ela pro lado e comecei a lamber a buceta toda dela. Chupei a buceta dela com desespero, percorri cada cantinho daquela buceta linda com minha língua. Comecei a meter dois dedos — ahhh ahhhh — ela gemia e gemia, a Maca... depois já meti três dedos, enfiava até o fundo.
Haaaa haaaaaggg — a Maca gemia cada vez mais forte. Senti a porta do banheiro abrir.
A Maria não falou nada, olhei de lado como dava sem parar de chupar a buceta da minha cunhada e vi a Maria sentada na cama da Maca — haaagg hagggg a Maca continuava gemendo — a qualquer momento ela ia gozar...
Com uma das mãos, ela esfregava o clitóris. Ahhhh hagggggg — a Maca começou a gozar. Engoli todos os sucos da buceta dela. Que buceta mais gostosa que a Maca tinha, praticamente sequei a buceta dela com lambidas. Eu sentia minha boca e a língua secas; ela se levantou, tirou a thong preta, que tava cheia dos fluidos dela, e sentou na cama.
Assim que minha cabeça ficou livre, olhei pra Maria, ela não falou nada, nada mesmo; só ria...
Eu respirava cansado. A verdade é que tava meio morto, fiquei descansando uns trinta minutos; ninguém falava.
Depois de um tempo, a Maca começou a brincar com meu pau com a mão. Pegava ele e mal mexia. Olhei pro lado pra ver a Maria, buscando a aprovação dela, e ela só ria; não falou nada...
A Maca se ajeitou e desceu até meu pau; bem devagar, começou a chupar ele. Chupava o pau inteiro, da cabeça até as bolas, às vezes parava de chupar pra me fazer uma punheta e depois voltava a chupar.
A Maria não perdia detalhe, não parava de olhar fixo como a irmãzinha dela tava chupando meu pau. A Maca ficou assim por um tempo até que meu pau quase explodia de novo de tão duro que tava. Ela parou de chupar meu pau, se levantou e ficou de quatro na cama. Olhei pra ela e ela me sorriu bem safada; fiquei atrás dela, de costas pra Maria. Coloquei dois dedos na boca da Maca e ela Me encarreguei de encher eles de saliva. Apoiei eles no buraco da bunda e, aos poucos, fui enfiando — ahh ahhh ahhh — a Maca só gemia com meus dois dedos no cu. Enfiava bem até o fundo e tirava de novo; assim por uns minutos.
Quando o esfíncter dela se acostumou com meus dois dedos, meti mais um, que entrou até os nós dos dedos — ahhh ahhhhhhhhhh ahhh vai devagar, devagar — a Maca falava.
Tirei eles, me ajoelhei e comecei a chupar a bunda dela — ahhh siiiim chupa meu cu chupa que eu gosto — a Maca dizia — quase metade da minha língua entrava no cuzinho dela de tão aberto que tinha deixado com meus três dedos.
>Piiiiroca. Piiiiiiroca quero sua pirocaaaaaaaaaaaa — a Maca gritou — Mete no meu cu, mete no meu cu brother in law — a Maca pedia pica aos berros.
Fiquei de pé, passei saliva na ponta da minha pica e segurei ela bem pelo tronco; apoiei no buraco da bunda e, quase sem fazer força, aquele cuzinho engoliu a cabeça da minha pica.
>Hooooooo hooooooo — a Maca gemeu — ao sentir minha pica no cu dela...
Fiz um pouco de força e mais um pouco entrou — hahhhh hahhhh — a Maca gemia e gemia —
Me firmei bem, ou melhor, me apoiei direito e enfiei tudo o que restava da minha pica até o fundo da bunda dela — hagggggg haggggggg — devagaaaaar, doeuuuuuu — hahhhhh —... a Maca gemia entre prazer e dor....
Fiquei parado até o cuzinho dela se acostumar com minha pica; bem devagar comecei a me mexer; em pouco tempo já tava furando a bunda da minha sister in law...
Tirava ela inteira e enfiava de novo até o fundo. — haaaaagggg haaaaaaggg — a Maca gritava de tanto que gemia — eu, segurando firme na cintura dela, metia o mais rápido que conseguia.
Tirei minha pica do cu e fiz ela virar de barriga pra cima, levantei as pernas dela e ela dobrou elas sobre os peitos; tive que me abaixar um pouco pra encaixar minha pica de novo no cuzinho dela; entrou por completo sem fazer força...
De novo tava metendo nela com toda minha força. Me assustei quando senti Algo nos meus ovos, olhei de canto e era a Maria que tava me tocando os ovos por trás. Não dei importância e continuei no que tava, que era arrebentar a bunda da minha cunhada.
Já tava sentindo vontade de gozar, sentia a pica explodindo — hahhh ahhhh comecei a gemer e a acelerar as penetradas — ahhh ahhhhh ahhhhh começamos a gemer juntos com a Maca. Senti que começava a gozar dentro do cu dela; não me mexi, fiquei parado o mais fundo que dava — haaaaaaaaaa haaaaaaaa gemia sem me mexer. A Maca continuou esfregando o clitóris por mais uns segundos até gozar — hagggggggggggg hggggggga — se contorcendo com minha pica enfiada no cu.
A Maria parou do nosso lado, meio que olhando o que tinha rolado. Devagar, tirei a pica do cu da minha cunhada. Tava com a bunda toda aberta de tanta porrada que tinha levado; ela apertava, fechava e soltava o esfíncter de novo, fazendo o cu abrir e fechar. Só um pouco da minha porra começou a escorrer do cu dela. Claramente não tinha quase nada de gozo nos meus ovos.
> Não dói? — perguntou a Maria, surpresa.
> Que que vai doer? Adoro quando ele arromba minha bunda — respondeu a Maca — se levantou e me beijou na boca.
Pra mim, na real, não cheguei a fazer um menage com as irmãs, porque nunca comi as duas juntas e nem ficamos os três ao mesmo tempo; mas pra mim foi o melhor dia da minha vida.
Depois que terminamos, nos vestimos e pedimos algo pra comer. Eu tava faminto.
> Sério que não dói quando você fode meu cu? — perguntou a Maria de novo.
> Não, burra, não dói. Olha, na primeira vez dói, sim, dói pra caralho. É uma dor quase insuportável; mas depois, é uma coisa que você quer todo dia, sei lá, é diferente; você chega ao orgasmo de outro jeito. Não sei como explicar — respondeu a Maca.
> Sabia que foi o Raul quem comeu meu cu pela primeira vez? — disse a Maca com um sorriso.
A Maria quase me devorou com o olhar...
> Por que eu não dava pra você, né? Não podia arrombar sua bunda e aí comeu o cu da minha Irmã.
>Negona, não vamos brigar agora, né? — falei pra encerrar o assunto.
Enquanto comíamos, a gente conversou sobre o rolê dos três. Maria fez a gente prometer que aquela seria a última vez que a gente transava com a Maca. Que ela conseguia entender um pouco como a gente chegou naquela situação, e por isso deixou a gente ter uma última vez entre eu e a Maca; mas última e definitiva. Tudo ia ser um segredo entre nós três e ninguém nunca ia ficar sabendo.
A Maca e eu aceitamos e prometemos nunca mais ficar juntos de novo e seguir nossa vida como antes de tudo isso acontecer... (to resumindo rápido pra não escrever demais) chegamos num acordo de boa; eu continuei com a Maria como se nada tivesse rolado e com a Maca a relação voltou a ser como antes, e assim segue até hoje. É nosso segredo...
Não consigo parar de pensar que também tem a Naty que sabe de algo, mas a Maria nunca descobriu.
Essa história com as irmãs vai me marcar pro resto da vida. Passei meses do melhor sexo com a Maca; ela me dando tudo que eu pedia e, quando a Maria descobriu, talvez tenha sido até melhor. Agora ela é muito mais aberta comigo na cama; ainda não consegui comer o cu dela, mas pelo menos a gente testa quase toda semana; isso sim, toda vez que eu gozo, gozo na boquinha dela e ela não deixa nem uma gota do meu leite escapar.
Valeu por ter me acompanhado até aqui e lido meus relatos. Repito de novo, é 100% real. FOI A HISTÓRIA DA MINHA VIDA.
FIM....
* Só pra esclarecer. Demorei tanto pra escrever essas duas últimas partes porque a Maria tá grávida. Então troquei de trampo pra ganhar um pouco mais e não tava dando tempo; ela agora se mudou pra morar comigo no apê. De novo, valeu. Espero comentários e pontos pra saber o que acharam.
> Braaavooo, bravo pros pombinhos. Muito bem – disse a Maca batendo palmas, mas com um tom sarcástico.
> Muito bem, hein, parabéns pra vocês...
> Ei, dá uma segurada, Macarena, qual é o teu problema? – respondeu a Maria, meio puta.
Eu peguei o lençol e me cobri meio por cima, a Maria nem se mexeu, ficou ali pelada como tava, só sentou na cama.
> De onde veio esse teu comentário??? – a Maria perguntou de novo pra Maca...
> Nada, tô só dando os parabéns, não posso? Vejo vocês assim, pelados, quer dizer que tão juntos de novo.
> Sim, estamos juntos de novo, te incomoda? – falou a Maria.
> Não, não me incomoda nada. O que me incomoda é que você aproveita que eu vou pra academia pra dar pro teu namorado aqui em casa; isso me incomoda, gata, só isso –
A Maca respondia cada vez mais sarcástica e a Maria cada vez mais puta.
> Que porra é essa que tu tá fazendo? – falou a Maria – Vou dar pra ele sempre que eu quiser.
> Ahhh tá, vou ligar pro pai, contar e pronto. Falo que você não me respeita...
> Faz o que quiser, estúpida – a Maria já tava bem irritada –.
Eu só escutava elas e não falava nada, não queria me meter...
> E você? – a Maca perguntou me encarando – Você é um sem-vergonha. – Ela virou as costas e saiu pra cozinha...
> Ahhhhh que estúpida que ela é, quem ela pensa que é? – disse a Maria – tentou levantar, mas eu segurei o braço dela e não deixei.
> Calma, negona, deixa ela quieta, não dá corda.
> Mas, amor, por que ela é assim? – me disse a Maria – já tava com uma carinha triste, vi que ela ia chorar.
> Por quê? Ela é minha irmã...
> Não sei, vida, já te falei; deixa ela pra lá, não liga...
A Maria começou a choramingar e cobriu o rosto. Sentei na cama, ia levantar o jeans, quando a Maca entrou de novo.
> Se veste, Maria – falou assim que entrou –
> Hããã? Não vou me vestir porque você mandou, quem você pensa que é? Acredita? — respondi Maria.
—Vai, sério. Tô te pedindo numa boa, cê tá me desrespeitando, ficar pelada com teu namorado no nosso quarto.
—Não vou me vestir, Macarena! — Maria gritou.
Maca tava parada quase na porta do quarto.
—Ok, sem problema, então não se veste. Eu te pedi numa boa.
Nisso, eu me virei como dava pra subir o jeans e a cueca, mas ainda não tinha abotoado. Maca calou a boca e entrou de vez no quarto, passou na nossa frente e abriu o guarda-roupa dela.
Maca tava usando uma calça de ginástica preta, daquelas meio folgadas, daquele tecido que parece grudar na bunda; a raba dela ficava bem redondinha, em cima tava com um moletom preto também, que marcava bem a cinturinha dela.
Maca pegou umas roupas no guarda-roupa e colocou em cima da cama dela, também pegou uma fio dental preta e deixou por cima de tudo. Sem falar nada, sentou do lado da cama dela, de costas pra gente. Maria e eu calados, sem falar uma palavra.
Maca se inclinou pra baixo, tirou o tênis e as meias. Ainda sentada de costas, puxou o zíper do moletom e tirou, colocou em cima da cama.
Só aí ela levantou, colocou as mãos no elástico da calça e, bem devagar, foi descendo — diria que quase em câmera lenta. Tava usando uma Booty less cinza bem enfiada entre as nádegas. Comecei a sentir o coração bater mais forte, cada vez mais.
Que bunda que a Maca tinha, aquelas nádegas bem empinadas e durinhas, sem celulite nem nada, com a pele bem macia. Dava pra ver a calcinha meio suada na parte onde o tecido enfiava entre as nadeguinhas dela.
A filha da puta fez tudo em câmera lenta; esticou a bunda pra trás e desceu a calça até os joelhos. Meu pau começou a pulsar de novo, sentia ele endurecendo, só de ver a raba da Maca assim, com a calcinha suada.
Quando ficou só de calça nos joelhos, sentou de novo.
—Para um pouquinho, cheee — Maria quase Salta da cama - O que você tá fazendo?
> Tô tirando a roupa pra tomar banho. Por quê? - respondo pra Maca olhando de lado.
> Se liga, vaca, a gente tá aqui - Maria gritou de novo...
> Você também tá pelada - falou Maca - Eu pedi pra você se vestir e você não quis. Então cada uma faz o que quer. Seu namoradinho não vai se importar se eu me trocar na frente dele, vai? - disse Maca me olhando.
Eu já tava com o pau duro, cruzei as pernas pra Maria não perceber que tinha broxado por causa da Maca.
> Que puta que você é, pelo amor de Deus. Faz o que quiser. Loucaaaa - Maria gritou - e se deitou na cama olhando pra cima de braços cruzados.
Os últimos 2 ou 3 segundos que olhei pra Maca, ela tava sentada terminando de tirar a calça, com a calcinha bem esticada na bundinha dela; digo os últimos segundos porque quando Maria se deitou eu me virei e também olhei pra cima, mesmo morrendo de vontade de continuar vendo o show da minha cunhada. Poucos segundos depois, Maca levanta e fica de costas bem na nossa frente pra abrir o guarda-roupa. Baixei os olhos como pude. Maca tava só de fio dental, que bundão gostoso que ela tem - era o que passava na minha cabeça - assim de costas, mal dava pra ver os lábios da buceta dela por baixo do tecido da calcinha.
Pegou uma toalha no guarda-roupa e virou de frente, com os peitos de fora. Que par de peitos lindos, os biquinhos morenos começando a ficar durinhos, uma cintura maravilhosa e o quadril nem se fala; juro que naquela visão, pra mim, a Maca era perfeita.
Assim de frente, ela foi descendo o fio dental, parecia que ia enrolando o tecido enquanto tirava; se inclinou um pouco pra frente, primeiro levantou um pé e depois o outro pra tirar a calcinha de vez. De novo, minha cunhada tava completamente pelada na minha frente; a buceta dela tava bem depiladinha, sem nenhum pelo e os lábios da buceta já estavam meio inchados.
A filha da puta passou dois dedos por toda a buceta dela usa a palavra: pussy e levou a mão ao nariz; cheirou os dedos.
> Huuuuu tô precisando de um banho.-
Pegou a toalha e foi pro banheiro. Meu pau tava duríssimo, quase gozando. Que puta que a Maca era, tudo que fez, ainda por cima de propósito.
Assim que fechou a porta do banheiro, Maria sentou de novo na cama e me olhou...
> Por que ela é assim?. Juro que não entendo ela.
A carinha da Maria dizia tudo. Ela realmente tava magoada da Maca ser assim. Eu, sinceramente, não tava prestando muita atenção no que ela falava, na minha cabeça só tinha o corpinho da Maca.
O tempo que a Maca passou no banheiro, Maria falou sobre ela, que não entendia e essas coisas; como falei antes, não prestei muita atenção.
Umas 15 ou 20 minutos depois, a Maca saiu do banheiro enrolada na toalha. Já tinha ficado feliz de novo; outro show. Sentia meu pau começando a endurecer só de pensar que a Maca ia se trocar na minha frente de novo; mas assim que ela saiu, Maria levantou da cama.
> Espera, Macarena, a gente já vai - disse - levantou e pegou as roupas dela...
Fiquei desiludido na hora, levantei sem hesitar um segundo. Maca esperou em pé a gente sair do quarto. Maria só se vestiu na cozinha, tinha saído com as roupas na mão. Eu me vesti e sentei no sofá. Ficamos lá sentados no sofá sem falar nada uns 10 minutos. Maria levantou e foi bater na porta do quarto.
> Já se trocou, Macarena? – perguntou - posso entrar?
> Sim. ouvi a Maca responder.
> Vem, Raul - me disse Maria - e entrou no quarto.
> Quando cheguei na porta, Maria tinha sentado na cama dela e a Maca tava na frente dela, as duas se olhavam com lágrimas nos olhos.
> Me perdoa, me perdoa - disse a Maca já chorando - Maria não respondeu, só levantou, ficou do lado dela, se abraçaram e começaram a chorar.
Eu, sinceramente, me senti sobrando. Ficaram assim uns 5 minutos entre pedidos de desculpa dos dois lados. Que a culpa foi da Uma e a outra dizia que não, que foi culpa dela e tal.
Depois que pararam de chorar, limparam os olhos – Maria sentou de novo na cama dela.
> Vem, negão, senta aqui – ela me falou...
> Você, você… não seja filho da puta nunca mais com a minha irmã... ouviu?. Porque vou ser eu que vou te encher de porrada; tô falando sério – disse a Maca.
> Não fica criando caso – respondi –
Na real, eu tava meio perdido, 20 minutos atrás elas se odiavam e agora se protegiam.
> Sou uma idiota – disse a Maca –
> Por quê? – perguntou a Maria.
> Pelo que eu fiz agora pouco, sua burra, que otária que eu fui, pelo amor de Deus – e caiu na risada – Você me deu tanta raiva que eu fiquei pelada só pra te irritar.
> É, você foi bem filha da puta mesmo – disse a Maria – mas o Raul gostou.
> Hã? – falei surpreso...
> Ahhh, será que sou burra?. Teu pau subiu ou não?...
> Não respondi nada – só olhei pra ela com um sorrisinho.
> E o que você quer que eu faça? – acabei falando – Sou homem, o que posso fazer?
> Olha a mulher que você tem do lado – me disse a Maca – o que mais você quer?
> Para, eu não devo ser tudo isso – disse a Maria – você com essa bunda que tem também, como é que não vai ficar excitado? – Coitadinho, disse a Maria e me deu um beijo na bochecha.
> É, verdade, sim –
> Para com isso, porque quem ficou mal fui eu – disse a Maca, meio corada. Me desculpa, Raul, se te deixei desconfortável – falou a Maca.
> Que desconfortável nada, esse aí – disse a Maria rindo – Ele te olhou de cima a baixo; ainda mais que teve nós duas peladas no mesmo quarto...
Na real, eu não tinha pensado nisso, era verdade, por uns minutos eu tive as duas irmãzinhas peladinhas no mesmo quarto. Agora pensando, meu pau começou a reagir...
> Eu já não excito ele mais – disse a Maca rindo – Agora ele tem namorada...
> Não sei quem tá excitando ele, se sou eu ou você; mas olha – disse a Maria pegando no meu pau por cima da calça.
Eu já tava com o pau quase duro de vez, e quando a Maria pegou, marcou bem por cima do jeans. A Maca me olhou e não disse nada, mas a Cara, eu mudei um pouco e olhei pra baixo.
> Se quiserem, eu vou embora - disse a Maca, rindo...
> Não tem problema - disse a Maria e soltou minha pica..
> Querem água ou alguma coisa? - disse a Maca enquanto saía pra cozinha.
> Você gosta disso, né? - me disse a Maria assim que a Maca saiu...
> Hãã... do que cê tá falando?
> Já tá com tesão, né? Te conheço - me disse a Maria e apoiou a mão na minha pica...
> Você me excita - falei pra ela - Essa mãozinha aí me deixa duro...
> Sério? - ela me disse.
Ela enfiou a mão por baixo da calça jeans e da cueca e pegou a cabecinha da minha pica. Minha pica já tava dura pra caralho, ainda mais sentindo a mãozinha dela; agarrei ela pela nuca e comecei a beijar. Passava minha língua por tudo e ela também com a dela.
Sem parar de nos beijar, ela foi desabotoando um por um os botões da minha calça...
> Para um pouquinho - a Maca, falei pra ela.
> É só um rapidinho, amor, ou cê não gosta?
Não respondi, só beijei ela de novo.
A Maria parou de me beijar e desceu até minha pica; não enrolando, começou a chupar. Passava a língua, fazia círculos, chupava, mas só na pontinha. Peguei minha calça e puxei um pouco mais pra baixo, assim minha pica ficou um pouco mais pra fora e a Maria chupava um pouco mais.
Como ela ainda tava sentada e de legging, enfiei a mão toda por baixo do tecido, agarrei bem forte uma das bundas dela; ela levantou um pouco mais a bunda do colchão e eu enfiei a mão o máximo que pude pra dentro.
Quase com a ponta dos dedos, mal tocava a buceta dela por cima do tecido da calcinha; como pude, com a ponta dos dedos, afastei o tecidinho e comecei a tocar os lábios que já tavam meio molhados.
A Maria não parava de chupar minha pica, enquanto chupava, acariciava minhas bolas e mal batia uma punheta com uma das mãos. Tirei a mão da bunda dela porque tava meio desconfortável e me deitei na cama. A Maria puxou minha pica toda pra fora e continuou chupando; passava a língua por tudo...
> Huuuy, desculpa - ouvi a Maca dizer –
Olhei pro lado e vi ela parada com uma garrafa térmica e um chimarrão. a mão. Ela se virou e foi embora. Maria não fez nada, continuou chupando minha pica como se nada tivesse acontecido. Pensei que ela não tinha ouvido.
>Negra, a Maca entrou — falei — Mas ela nada, continuava concentrada na minha pica.
Só parou de me chupar pra se levantar e ajoelhar na minha frente, baixou meu jeans e minha cueca até os tornozelos; me olhou nos olhos e disse... — se ela quer olhar, que olhe — passando a língua na cabeça da minha pica.
Já não sabia mais o que pensar, a única coisa que passava pela minha cabeça era como a Maria estava chupando bem minha pica; segurei o rosto dela e fiz ela parar.
>O que foi? — ela perguntou —
>Nada. Levanta — falei..
Ela ficou de pé na minha frente e eu sentei na cama. Peguei a legging dela junto com a calcinha e puxei até os tornozelos. Maria me olhou e só sorriu. Ela mesma tirou a fio dental; depois tirou a regatinha e soltou o sutiã. Ficou totalmente nua pra mim. Levantei uma perna dela e fiz ela apoiar na cama, me inclinei um pouco e comecei a chupar a buceta dela.
Passei a língua por toda a buceta; ela mesma abria os lábios pra eu chupar... haaa haaa começou a gemer bem devagar, Maria...
A verdade é que naquele momento, de tão tesudo que eu tava, parei de pensar na Maca, sentia a pica bem dura, sentei bem na beirada da cama e segurei ela pelos quadris, fazendo ela girar e ficar de costas pra mim. Ela mesma sentou no meu colo, levantou um pouco os quadris e encaixou minha pica na buceta dela...
ahhhh ahhhgggg gemeu quando minha pica começou a entrar... ahhh ahhh- ela se mexia sozinha.
Eu segurava ela por baixo das nádegas, na quarta ou quinta vez que ela sentou, já tinha minha pica enfiada até o fundo... hahhhh haaaaa haggggg os gemidos da Maria eram fortes —
Ela mexia os quadris pra cima e pra baixo, pra frente e pra trás. Eu sentia a buceta dela ficando molhada; começava a fazer barulhinho cada vez que minha pica entrava... ahhh ahhh ahhh ela gemia e gemia. Peguei nos peitos dela. por trás e apertava elas; brincava com os biquinhos...
Maria se contorcia enquanto cavalgava no meu pau. Nessa hora, vejo a Maca entrar e passar na nossa frente. Maria nem olhou pra ela, continuou pulando no meu pau, cada vez mais rápido. Maca sentou quase na nossa frente na cama dela; eu olhei pra ela enquanto apertava os peitos da Maria com uma mão e com a outra coloquei meus dedos na boquinha dela pra ela chupar.
Quando deixei eles babados, comecei a tocar o clitóris dela... haggggggggg haggggggggg – Maria já quase gritava de prazer e se contorcia.
Quando olhei de novo pra Maca, ela tinha uma mão por baixo da blusinha e se tocava num dos peitos. Dava pra ver como apertava os biquinhos com a ponta dos dedinhos; primeiro um peito e depois o outro. Tirou a blusa e ficou só de sutiã, mas não durou nem meio minuto e já soltou ele.
Os peitos dela ficaram de fora; os biquinhos estavam duríssimos, pontudos; ela apertava os peitos com bastante força.
Haaaa hhaaaa – dava pra ouvir a Maca também começando a gemer...
Hagggg hagggggggggg – Maria já gemia desesperada. Ficou parada com meu pau enfiado até o fundo da pussy dela e continuava gemendo. Comecei a esfregar o clitóris dela com a mão inteira – haggggggggggggg haggggggggggggggg – Maria gozou.
Senti todos os sucos dela no meu pau; ela pegou minha mão, a que tava tocando a pussy dela, e apertou contra o clitóris.
Sozinha, ela se levantou e ficou de pé, nem olhou pra Maca, que continuava apertando os peitos.
> Deita direito – Maria falou –
Assim que me acomodei na cama, ela tirou meu tênis e terminou de arrancar minha calça jeans, que tava pelos tornozelos. Maria subiu na cama e ficou de costas pra mim; sentou com as pernas de cada lado das minhas, me dando as costas, encaixou meu pau na pussy dela e de novo tava me cavalgando.
Fazia menos de 1 minuto que ela tinha gozado e já tava me comendo de novo. Fiquei louco vendo a bundinha dela. como subiam e desciam. Ela se esticou o máximo que pôde pra frente, me dando a melhor vista de todas. A bunda bem empinada pra mim, via como meu pau entrava e como os lábios da buceta dela engoliam meu pau inteiro — ahhh ahhh ahhh — só gemia e gemia Maria...
Olhei pro lado e a Maca tava abaixando a calça que tinha, tirou ela por completo. Ficou só com a calcinha fio dental preta. Sentou bem na beirada da cama e passou a mão por baixo da calcinha pra se tocar na buceta — hahhhh hagggg — começou a Maca a gemir enquanto se punhetava sozinha; com uma mão se esfregava a buceta e com a outra apertava os peitos.
Não sabia pra onde olhar, se olhava a Maca se tocando a buceta, ou olhava o lindo buraco do cu da Maria.
Foi a Maria que fez a decisão ser mais fácil. Enquanto eu olhava ela me cavalgando, ela esticou a mão pra trás e começou a se tocar no buraco do cu com um dedo. Só acariciava, mas aos poucos fazia pressão pra entrar. Primeiro entrou a pontinha do dedo; deixou assim, sem mexer por uns segundos. Depois um pouco mais até a metade; mas daí a pouco tinha o dedinho enfiado bem dentro do cu dela.
Olhei pra Maca e ela tinha puxado a calcinha pro lado. Tava com a buceta toda molhada e tava enfiando dois dedos — hagggg haggggg hagggggggggggg gemiam quase juntas as irmãzinhas...
Não podia deixar a Maca sozinha, estiquei meu braço pro lado e toquei a buceta dela com os dedos. A buceta da Maca tava muito mais molhada que a da Maria, mandei dois dedos nessa buceta que pedia pau aos berros — haggggg haggg — gemia a Maca com meus dedos na buceta. Daí a pouco meti mais um dedo, já tinha três dedos enfiados na buceta dela.
Era a Maca que mexia as cadeiras com desespero, fazendo eu penetrar ela com meus dedos. Sem parar de prestar atenção na Maria que continuava me cavalgando; tirei o dedinho dela do cu, enchi de saliva um dos meus dedos e enfiei no Bunda bem devagar.
Não tive dificuldade pra entrar, então coloquei mais um dedo; eles entraram por completo — ahhhh hagggg Maria gemia com meu pau na buceta dela e dois dedinhos no cu dela.
Eu enfiava e tirava o mais rápido que conseguia. O esfíncter dela já não resistia mais a dois dedos; então tirei e apoiei mais um dedo no buraquinho do cu dela. No começo foi complicado enfiar, mas ela parou de se mexer; ficou quieta com meu pau enfiado na buceta e com o cu bem empinado pra mim.
Bem devagar, os três dedos foram entrando no cu dela, entraram um pouco mais da metade, já não conseguia enfiar mais porque ficava desconfortável. Mesmo assim, era a primeira vez que enfiava três dedos no cu da Maria — hagggg haggggg — Maria gemia — parada em cima do meu pau.
Haaaggg haaagg — Maca também gemia cada vez mais rápido com os dedos da minha outra mão na buceta dela.
Lá estava eu, com três dedos de uma mão na bunda da minha namorada, enquanto ela se sentava no meu pau e, do lado, três dedos da outra mão na buceta da minha cunhada.
O que posso dizer? Esses foram os melhores dez ou quinze minutos da minha vida.
Já tava sentindo vontade de gozar; sentia que o pau ia explodir em pouco tempo. As irmãzinhas gemiam como loucas por causa dos meus dedos. Tirei os dedos da buceta da Maca e mandei a Maria parar.
> Fica de quatro — falei pra Maria...
Ela se ajeitou sozinha. Eu fiquei atrás dela, peguei meu pau bem na base e enfiei de uma vez, até o fundo na buceta dela — haggggggggg haggggg Maria se contorceu — mas era só de prazer, porque a buceta dela já tava super lubrificada. Segurei ela pela cintura e comecei a meter o mais rápido que conseguia.
Do lado, a Maca, com a calcinha fio dental puxada pro lado, só se tocava nos peitos, olhando eu comendo a irmãzinha dela — ahhh ahhh comecei a gemer — já tava quase gozando...
Maria se tocava no clitóris com uma das mãos — ahhh ahhh ahhh gemia e gemia — ela também tava quase gozando...
> Vai gozar? — ela me perguntou entre gemidos –
> Vou te encher de porra - falei sem parar de meter nela –
Maria se afastou de repente, se virou. Ficou de quatro, mas olhando pra mim. Se aproximou, enfiou meu pau na boca e começou a chupar. Eu tava de joelhos, então meu pau ficava bem na altura da boquinha dela; assim que começou a chupar meu pau, ela esticou a mão de novo e se tocava na própria... pussy...
Naquele momento eu realmente esqueci da Maca - haaaa hhaaaa - Maria tava gozando de novo... mas dessa vez, com meu pau na boca...
> Ahhh negra, haaa acabei... acabo (vocês sabem que Maria não gostava que eu gozasse na boca dela, então na hora pensei que ia parar de chupar pra eu gozar nos peitos ou algo assim) - mas ela continuou chupando meu pau. Dois ou três segundos depois senti os jatos saindo do meu pau... ahhhhh haaaaaaaaaaa - três ou quatro jatos bem fundo na boquinha dela...
Maria fazia caretas de nojo enquanto engolia toda a porra que saía do meu pau. Por um momento até engasgou, mas nunca tirou da boca. Eu já tinha terminado de gozar, mas meu pau ainda tava duro. Maria continuou chupando meu pau até não sobrar uma gota de porra, realmente limpou meu pau.
Não podia acreditar, Maria finalmente engoliu minha porra. Parou de chupar meu pau pra começar a dar beijinhos na pontinha. Se levantou, chegou perto de mim e me beijou na bochecha...
> Gostou, amor? - perguntou no meu ouvido –
> Você me deixa louco - foi a única coisa que respondi.
Ela se levantou e foi pro banheiro. Fiquei olhando feito bobo até ela entrar no banheiro e fechar a porta.
Senti a mão da Maca no meu ombro. Ela fez eu me deitar na cama de barriga pra cima; subiu em cima de mim e começou a me beijar. No começo hesitei, mas em poucos segundos a gente tava se comendo de boca. Não sabia o que pensar; ela parou de me beijar e se levantou na cama, andou até quase a cabeceira e foi se sentando na minha cara, deixando a pussy dela a 5 centímetros da minha boca.
Tinha Ainda com a thong preta, puxei ela pro lado e comecei a lamber a buceta toda dela. Chupei a buceta dela com desespero, percorri cada cantinho daquela buceta linda com minha língua. Comecei a meter dois dedos — ahhh ahhhh — ela gemia e gemia, a Maca... depois já meti três dedos, enfiava até o fundo.
Haaaa haaaaaggg — a Maca gemia cada vez mais forte. Senti a porta do banheiro abrir.
A Maria não falou nada, olhei de lado como dava sem parar de chupar a buceta da minha cunhada e vi a Maria sentada na cama da Maca — haaagg hagggg a Maca continuava gemendo — a qualquer momento ela ia gozar...
Com uma das mãos, ela esfregava o clitóris. Ahhhh hagggggg — a Maca começou a gozar. Engoli todos os sucos da buceta dela. Que buceta mais gostosa que a Maca tinha, praticamente sequei a buceta dela com lambidas. Eu sentia minha boca e a língua secas; ela se levantou, tirou a thong preta, que tava cheia dos fluidos dela, e sentou na cama.
Assim que minha cabeça ficou livre, olhei pra Maria, ela não falou nada, nada mesmo; só ria...
Eu respirava cansado. A verdade é que tava meio morto, fiquei descansando uns trinta minutos; ninguém falava.
Depois de um tempo, a Maca começou a brincar com meu pau com a mão. Pegava ele e mal mexia. Olhei pro lado pra ver a Maria, buscando a aprovação dela, e ela só ria; não falou nada...
A Maca se ajeitou e desceu até meu pau; bem devagar, começou a chupar ele. Chupava o pau inteiro, da cabeça até as bolas, às vezes parava de chupar pra me fazer uma punheta e depois voltava a chupar.
A Maria não perdia detalhe, não parava de olhar fixo como a irmãzinha dela tava chupando meu pau. A Maca ficou assim por um tempo até que meu pau quase explodia de novo de tão duro que tava. Ela parou de chupar meu pau, se levantou e ficou de quatro na cama. Olhei pra ela e ela me sorriu bem safada; fiquei atrás dela, de costas pra Maria. Coloquei dois dedos na boca da Maca e ela Me encarreguei de encher eles de saliva. Apoiei eles no buraco da bunda e, aos poucos, fui enfiando — ahh ahhh ahhh — a Maca só gemia com meus dois dedos no cu. Enfiava bem até o fundo e tirava de novo; assim por uns minutos.
Quando o esfíncter dela se acostumou com meus dois dedos, meti mais um, que entrou até os nós dos dedos — ahhh ahhhhhhhhhh ahhh vai devagar, devagar — a Maca falava.
Tirei eles, me ajoelhei e comecei a chupar a bunda dela — ahhh siiiim chupa meu cu chupa que eu gosto — a Maca dizia — quase metade da minha língua entrava no cuzinho dela de tão aberto que tinha deixado com meus três dedos.
>Piiiiroca. Piiiiiiroca quero sua pirocaaaaaaaaaaaa — a Maca gritou — Mete no meu cu, mete no meu cu brother in law — a Maca pedia pica aos berros.
Fiquei de pé, passei saliva na ponta da minha pica e segurei ela bem pelo tronco; apoiei no buraco da bunda e, quase sem fazer força, aquele cuzinho engoliu a cabeça da minha pica.
>Hooooooo hooooooo — a Maca gemeu — ao sentir minha pica no cu dela...
Fiz um pouco de força e mais um pouco entrou — hahhhh hahhhh — a Maca gemia e gemia —
Me firmei bem, ou melhor, me apoiei direito e enfiei tudo o que restava da minha pica até o fundo da bunda dela — hagggggg haggggggg — devagaaaaar, doeuuuuuu — hahhhhh —... a Maca gemia entre prazer e dor....
Fiquei parado até o cuzinho dela se acostumar com minha pica; bem devagar comecei a me mexer; em pouco tempo já tava furando a bunda da minha sister in law...
Tirava ela inteira e enfiava de novo até o fundo. — haaaaagggg haaaaaaggg — a Maca gritava de tanto que gemia — eu, segurando firme na cintura dela, metia o mais rápido que conseguia.
Tirei minha pica do cu e fiz ela virar de barriga pra cima, levantei as pernas dela e ela dobrou elas sobre os peitos; tive que me abaixar um pouco pra encaixar minha pica de novo no cuzinho dela; entrou por completo sem fazer força...
De novo tava metendo nela com toda minha força. Me assustei quando senti Algo nos meus ovos, olhei de canto e era a Maria que tava me tocando os ovos por trás. Não dei importância e continuei no que tava, que era arrebentar a bunda da minha cunhada.
Já tava sentindo vontade de gozar, sentia a pica explodindo — hahhh ahhhh comecei a gemer e a acelerar as penetradas — ahhh ahhhhh ahhhhh começamos a gemer juntos com a Maca. Senti que começava a gozar dentro do cu dela; não me mexi, fiquei parado o mais fundo que dava — haaaaaaaaaa haaaaaaaa gemia sem me mexer. A Maca continuou esfregando o clitóris por mais uns segundos até gozar — hagggggggggggg hggggggga — se contorcendo com minha pica enfiada no cu.
A Maria parou do nosso lado, meio que olhando o que tinha rolado. Devagar, tirei a pica do cu da minha cunhada. Tava com a bunda toda aberta de tanta porrada que tinha levado; ela apertava, fechava e soltava o esfíncter de novo, fazendo o cu abrir e fechar. Só um pouco da minha porra começou a escorrer do cu dela. Claramente não tinha quase nada de gozo nos meus ovos.
> Não dói? — perguntou a Maria, surpresa.
> Que que vai doer? Adoro quando ele arromba minha bunda — respondeu a Maca — se levantou e me beijou na boca.
Pra mim, na real, não cheguei a fazer um menage com as irmãs, porque nunca comi as duas juntas e nem ficamos os três ao mesmo tempo; mas pra mim foi o melhor dia da minha vida.
Depois que terminamos, nos vestimos e pedimos algo pra comer. Eu tava faminto.
> Sério que não dói quando você fode meu cu? — perguntou a Maria de novo.
> Não, burra, não dói. Olha, na primeira vez dói, sim, dói pra caralho. É uma dor quase insuportável; mas depois, é uma coisa que você quer todo dia, sei lá, é diferente; você chega ao orgasmo de outro jeito. Não sei como explicar — respondeu a Maca.
> Sabia que foi o Raul quem comeu meu cu pela primeira vez? — disse a Maca com um sorriso.
A Maria quase me devorou com o olhar...
> Por que eu não dava pra você, né? Não podia arrombar sua bunda e aí comeu o cu da minha Irmã.
>Negona, não vamos brigar agora, né? — falei pra encerrar o assunto.
Enquanto comíamos, a gente conversou sobre o rolê dos três. Maria fez a gente prometer que aquela seria a última vez que a gente transava com a Maca. Que ela conseguia entender um pouco como a gente chegou naquela situação, e por isso deixou a gente ter uma última vez entre eu e a Maca; mas última e definitiva. Tudo ia ser um segredo entre nós três e ninguém nunca ia ficar sabendo.
A Maca e eu aceitamos e prometemos nunca mais ficar juntos de novo e seguir nossa vida como antes de tudo isso acontecer... (to resumindo rápido pra não escrever demais) chegamos num acordo de boa; eu continuei com a Maria como se nada tivesse rolado e com a Maca a relação voltou a ser como antes, e assim segue até hoje. É nosso segredo...
Não consigo parar de pensar que também tem a Naty que sabe de algo, mas a Maria nunca descobriu.
Essa história com as irmãs vai me marcar pro resto da vida. Passei meses do melhor sexo com a Maca; ela me dando tudo que eu pedia e, quando a Maria descobriu, talvez tenha sido até melhor. Agora ela é muito mais aberta comigo na cama; ainda não consegui comer o cu dela, mas pelo menos a gente testa quase toda semana; isso sim, toda vez que eu gozo, gozo na boquinha dela e ela não deixa nem uma gota do meu leite escapar.
Valeu por ter me acompanhado até aqui e lido meus relatos. Repito de novo, é 100% real. FOI A HISTÓRIA DA MINHA VIDA.
FIM....
* Só pra esclarecer. Demorei tanto pra escrever essas duas últimas partes porque a Maria tá grávida. Então troquei de trampo pra ganhar um pouco mais e não tava dando tempo; ela agora se mudou pra morar comigo no apê. De novo, valeu. Espero comentários e pontos pra saber o que acharam.
21 comentários - Mi Cuñadita Maca... Asi termino todo. Ult. parte
te felicito por ese cuasi trio que te mandaste, algun dia me gustaria hacerlo
ya que mi cuñadita esta muy buena y tiene un culo impresionante
espero que algun dia puedas convencer a maria para hacer un post!!!!!!! te vamos a estar esperando!!!!!!!!1
Saludos
Te recomiendo que sigas escribiendo, hay buena pasta ahi, con algunos ajustes de puntuacion y narrativos y sumando algún autocorrector podes dar mucho mas. Aunque las proximas historias sean mas de la imaginación que otra cosa.
Saludos y a seguir!