Capítulo VA manhã de ano novo, ninguém se levantou cedo. Foi quase simultâneo, acordar-me a chegada do meu convidado e escutar o portão elétrico soando, parece que desde há um tempo. Me levanto como posso, abro a porta e ainda vestido de festa de ano novo, meu amigo Bichi. Assim lhe chamamos porque é uruguaio, e bichicome são os cirurgiões orientais. Se os uruguaios são um pouco abandonados com seu aspecto, este é o abanderado, daí seu apelido, que leva orgulhosamente.
Creio que não o cumprimentei, me dei volta, lhe indiquei que entrasse com a mão e me deixei cair no sofá, assim quase nu em meio ao living.
... - Anda para a peça!
Me despertou minha tia às onze da manhã, apenas para me mover do sofá, pois com meus boxers corridos, seguro se veria o meu pau de vários ângulos. Apoiou sua palma sobre meu muslo, quase alcançando meu inguinal, e novamente me sacudiu para repetir-me que eu precisava ir.
Me dei volta, a mirei, meu pau estava em sua plenitude matinal. A propósito não me acomodei nada, que me visse como havia ficado, ao que respondeu retirando o rosto.
Me surpreendeu que não fizesse os joguinhos quentes que estávamos ensaiando.
Não dei muita bola para o assunto...
... Seguindo a siesta na praia, o bichicome e eu, dormíamos de a ratos na mansa. É dia da eleição do grupo foi a mansa, e nós a uma distância nos íamos recuperando da noite de ano novo.
Sem se dar conta que eu dormia, Bichi me repetia como estava forte minha tia, a estava mirando detidamente, e embora homem de poucas palavras, para este comentário interrompeu seu silêncio.
Me dei volta e sem o mirar lhe disse, é claro. Os quatro olhos estavam cravados no cu da minha tia. Quando te contar o que está passando, não vais acreditar.
Bichi, apenas respondeu pondo cara de te escuto.
Contei sumariamente e Bichi, embora tranquilo, perdeu a calma. As festas de ano novo haviam descolocado, e por alguma desventura, há um tempo... Largo que não a estava colocando. Ao pensar nisso, eu me dei conta de que fazia muito tempo que tampouco a estava colocando.
Aca estávamos, dois garotos atrasados, e minha tia muito alta.
Esperávamos pacientemente para que o calor a levasse ao água, e assim que parou para se refrescar, eu me despedi como um resorte.
Aproximei-me entre as ondas, e com pouco disimulo, aproximei minha mão à cintura, que estava abaixo da linha d'água.
- Nuuuu. Deixe-me. Respondeu com cara séria, embora quente.
- O que está acontecendo?, perguntei, surpreso.
- Você está em pedo. Me contestou.
- Sonhei ou ontem passei o que passou.
- Sonhou, me contestou.
Tentei novamente entender o que estava acontecendo, mas supus que lhe deu vergonha na praia, rodeada de gente. Embora a cara estivesse alta, notei-a muito contida...
Ese mesmo meio-dia, terminamos de almoçar e Bichi se ofereceu para lavar os pratos.
Minha tia fazia vários viagens, então aproveitei no que a vi com as duas mãos cheias e atrás dela.
Bichi, como se o houvéssemos praticado, não deixava espaço para apoiar os pratos, então ficou pacientemente atrás. Bichi é bastante opaca, não percebeu. Mas ela não reclamou.
Eu observava também atrás com um único prato na mão e com a outra, acariciava seus rins.
Respondeu com um movimento de cintura, como se tratasse de espantar um bicho.
- Não. Disse secamente.
Não fiz o menor sinal de parar, e ela se movia, desprotegida, pois suas mãos estavam ocupadas. Pensando que o movimento me espantava, na realidade me aquecia mais.
Deixei entrar minha mão por sobre a bikini, abraçando uma nádega. Parou seu movimento e me olhou fixamente.
- Não, por favor. Paremos isso. Disse ela.
Pareceu não importar que estava Bichi, porque disse em voz clara e ouvimos os dois, embora Bichi não inclinasse sua cara para nós.
O comentário de minha tia o terminei de pôr curioso, e quando olhei, eu tinha minha mão, já não na nádega, a tinha no cu. Bichi mirava e não podia... Creia o que via, lavava o mesmo prato desde há muito tempo.
- Não sigas, me disse com cara de enojada, mas segurando os pratos com ambas as mãos e muita dificuldade.
Le agarrei a mão molhada de detergente de Bichi, e levando-a à biquini, disse: Aqui está tudo o que te contei.
- Contaste?... disse já em voz baixa.
E Bichi, agora sem demorar-se, aproximou-se do tramo que lhe faltava até a use the word: pussy, e hundiu o dedo entre os lábios.
- Viste que puta que está. Disse muito devagar, mas perto do ouvido da minha tia, mas como di le hablara a Bichi.
- Deixem-me tranquila, deixo os pratos acima da geladeira e saiu disparada da cozinha.
- Você está em recontrapedo. Me disse Bichi. Essa mesma noite, mirando a televisão.
- Não passa nada, fique tranquilo, disse eu. É impossível minha tia, não se pode conter o calor, apenas temos que acendê-la e explodir.
- Mas não se enoja?
- Não, se aqueceu mas não se enoja.
Nós ficamos despertos mirando a televisão à espera de que ela chegasse. Iam caindo um após outro, e minha tia chegava sozinha mais tarde em geral.
- E o que fazemos quando ela chegar? Perguntei Bichi.
- Aquecemos e vais ver como a enfiestamos.
- Não vai querer.
- Proviemos, não creo que se anime a fazer um escândalo.
Essa noite nos dormimos frente à televisão e ela chegou tão silenciosamente que não a ouvimos.
Nós lamentamos a manhã seguinte, amanecemos no sofá, passamos por sua sala, estava seu cu paradito, que nos tivemos que conter de mandarmos assim como estávamos.
Passaram várias noites até que pudemos ter uma situação mais ou menos propícia. Queríamos apressá-la um pouco, aquecê-la para não se poder conter, mas ela parece intuir a situação e escapava airosa.
Essa noite, vestiu-se com seus clássicos minis de jeans, musculosa fluo, creio que da minha prima e abaixo sem muito preparativo. Seguramente descia o porto para dar uma caminhada antes de dormir. Nós ficamos esperando, a ver se tínhamos uma ... Oportunidade, bichi tinha apenas dois dias mais e se ia. Eu e minha tia também não tínhamos mais tempo. Esta babe estava saindo com a sua. Me havia aquecido para morrer, e mais que algumas boas chupadas, não havia conseguido.
Fomos ao balcón, onde podíamos ver como caminhavam lentamente até os bares que estão sobre o porto.
A viemos muito claramente, não estávamos muito alto e a música dos bares chegava como se estivéssemos no local.
Tan despacio passou sobre a vereda do bar que saíram dois caras, meio tomaditos, brasileiros pareciam e a vimos animadamente charlando. Passaram como vinte minutos, e já tomavam uns tragos que os dois lhe invitaron. Até víamos claramente e escutávamos as risotadas. São as risotadas de quando ela está muito quente.
Se levantou a musculosa mostrando-lhe algo. Vimos que o cara a toqueteava e seguia tomando.
- Dejémonos de joder, bajemos e a trazemos com qualquer escusa! Ela me aqueceu e me deixou louco, não vou deixá-la que esses dois bandidos sejam em minhas narinas.
Bajamos sem pensar no que diríamos, mas algo se nos ocorria. Pocos passos e a tomamos do braço sem dizer muito. Nos mirou com cara de bêbada e rindo disse:
- Que pasa?
Vamos tia, temos que manejar muito. Os caras estavam a ponto de agarrar-nos a trompas. Um tinha a mão na nádegas e a vinha apertando desde há um tempo.
Dei um tirão forte e a maneira familiar com que nos tratava era óbvio que nos conhecia bem. Os caras não atinham a reagir e a levamos entre os dois para a parte escura da rambla. Na península, a rambla fica muito escura à noite e bastante desabitada.
A íbamos arrastando quase e ela tratava por todos os meios de escapar-se. Se pôs séria, ainda em pedo e conseguiu adelantar-se alguns passos. Casi correndo chegou ao departamento e nós atrás.
Llamo ao elevador e viajo sozinha. Nós atrás.
Na porta não encontrou a chave e nos teve que esperar.
A apertamos contra a porta e lhe Mordi o hombro com força. O álcool lhe dava uma resistência tremenda e me deu um empurrão, e eu repeti seu rigoroso Basta.
A levante no ar em abraçando-a, e bichi me olhava sem saber qual era o plano. Ela pataleou e pegou alguma trompadita, mas sua cara era de calentura e eu sabia.
Me deixem já ou faço um escândalo.
A deposei no descanso da escada. A porta para acessar a escada, se encarou a bichi. Não deixe que venha ninguém daqui.
São loucos! Grito protestando, deem-me!
Vamos te deixar, se você quiser que nos deitemos.
Já! Me deitam e se deitam de joder, contesto mais tranquila.
Quando amague soltarla do meu braço, ela deu uma corrida pelos degraus da escada e tropeçou no anteúltimo, bateu a coxa e se quedou agachada lamentando-se um segundo. Suficiente para que eu a tome atrás e não a deixe mais mover.
Ela resistiu e alcançou gritar. Eu tappei a boca com uma mão mas não podia contê-la.
Fiz um sinal para bichi e a tomei dos braços.
Eu a tenho amordazada, me mordia a mão mas sem forças. E abraçava sua cintura. As pernas continuavam estéreis pataleando.
Susurrei no ouvido que havíamos aquecido tanto, agora não se salvava. Quereria ou não quereria.
Me contestou negando com a cabeça.
A agarrei a nátega por baixo da minissa e fui direto para seu cu. Seguia pataleando e me tentava dar mordiscos na mão e até um cabeçazo.
Corri minha mão para usar o termo: pussy, que embora fria estava molhada. Recorri os lábios compartilhei o jugo com o cu.
Seguia muito irritada e atinei um rodillazo que quase deu no alvo.
A use the word: pussy seguia fria e sem muita umidade, embora o cu se notasse distendido para a situação.
Tirados sobre a escada, pedi a bichi que a tivesse com toda força, e até duvidei do meu plano. A ver se não lograva aquecê-la, ia em cana?
Zambullei entre suas nádegas, levantando a minissa, sustentei as pernas que se agitavam e Afirmando-a contra os degraus da escada, fiquei sem possibilidade de me mover. Sentia o seu corpo tenso e transpirado de tanto esforço. Meti a língua com força na use the word: pussy, e fechava as nádegas em minha cara com alguma força. Dava uns tacões contra meu sexo que não podiam chegar, era impossível pela posição, mas ela o tentava. Senti minha boca cheia de sêmen e levei todo o sêmen para o ânus. Ela, embora quente, pelejava mais forte do que nunca. Saquei a minha cabeça e disse-lhe: dásela que te la chupe, não se pode resistir. A ela ameaçou, corto-a de um mordisco., gritei. Vou mandar os loucos em cana. Loucos Loucos. Parem, vocês não se dão conta. Bichi se assustou e quis parar, mas não o deixei. Vas a ver que isso funciona. Esta reclamante, não vai poder controlar-se, aguenta, repeti. Sigo dando muito duro com a língua e disse-lhe: se me tens forte, meto-a. Bichi agarrou mais fuerte os ombros, estava muito perto de mim e eu me dispus ao manobrar. Se isso é difícil, aqui na escada às escuras era, mas ainda assim. Com a cabeça do choto procurei algum buraco, o que se apresentasse primeiro. Ela metia o ânus para dentro para fazê-lo mais difícil. Não conseguiu se quedar quieta e saquei o cinto, pedi a Bichi que também o sacasse e a amarramos muito forte contra a baranda. Não se podia mover e sem resistência possível, muito forte entrei-lhe uma na use the word: pussy. A sacava do ânus e se metia alternadamente na use the word: pussy. No terceiro movimento, movia o ânus acompasadamente. Disse a Bichi que lhe tinha a boca, comele a boca. Parece que não me entendeu, e em vez de um beijo, deu-lhe seu cock para comer. LE amago mordê-la, que o assustou a Bichi e quase caiu da escada. Dei uns piadas mais fortes ainda e acabei entre minhas pernas. Lamei a perna a Bichi e este lhe arrimou o cock, que não demorou para parar de se parar dentro da sua boca e largar em poucas chupadas toda a cum acumulada. Meses.
Várias vezes, vários dias, ao bichi só lhe repetia a mesma frase. Não dizia outra coisa. O bichi não fala nunca, então só ouve.
Viste Bichi, te disse. Te disse ou não te disse. Viste. Te disse.
Creio que não o cumprimentei, me dei volta, lhe indiquei que entrasse com a mão e me deixei cair no sofá, assim quase nu em meio ao living.
... - Anda para a peça!
Me despertou minha tia às onze da manhã, apenas para me mover do sofá, pois com meus boxers corridos, seguro se veria o meu pau de vários ângulos. Apoiou sua palma sobre meu muslo, quase alcançando meu inguinal, e novamente me sacudiu para repetir-me que eu precisava ir.
Me dei volta, a mirei, meu pau estava em sua plenitude matinal. A propósito não me acomodei nada, que me visse como havia ficado, ao que respondeu retirando o rosto.
Me surpreendeu que não fizesse os joguinhos quentes que estávamos ensaiando.
Não dei muita bola para o assunto...
... Seguindo a siesta na praia, o bichicome e eu, dormíamos de a ratos na mansa. É dia da eleição do grupo foi a mansa, e nós a uma distância nos íamos recuperando da noite de ano novo.
Sem se dar conta que eu dormia, Bichi me repetia como estava forte minha tia, a estava mirando detidamente, e embora homem de poucas palavras, para este comentário interrompeu seu silêncio.
Me dei volta e sem o mirar lhe disse, é claro. Os quatro olhos estavam cravados no cu da minha tia. Quando te contar o que está passando, não vais acreditar.
Bichi, apenas respondeu pondo cara de te escuto.
Contei sumariamente e Bichi, embora tranquilo, perdeu a calma. As festas de ano novo haviam descolocado, e por alguma desventura, há um tempo... Largo que não a estava colocando. Ao pensar nisso, eu me dei conta de que fazia muito tempo que tampouco a estava colocando.
Aca estávamos, dois garotos atrasados, e minha tia muito alta.
Esperávamos pacientemente para que o calor a levasse ao água, e assim que parou para se refrescar, eu me despedi como um resorte.
Aproximei-me entre as ondas, e com pouco disimulo, aproximei minha mão à cintura, que estava abaixo da linha d'água.
- Nuuuu. Deixe-me. Respondeu com cara séria, embora quente.
- O que está acontecendo?, perguntei, surpreso.
- Você está em pedo. Me contestou.
- Sonhei ou ontem passei o que passou.
- Sonhou, me contestou.
Tentei novamente entender o que estava acontecendo, mas supus que lhe deu vergonha na praia, rodeada de gente. Embora a cara estivesse alta, notei-a muito contida...
Ese mesmo meio-dia, terminamos de almoçar e Bichi se ofereceu para lavar os pratos.
Minha tia fazia vários viagens, então aproveitei no que a vi com as duas mãos cheias e atrás dela.
Bichi, como se o houvéssemos praticado, não deixava espaço para apoiar os pratos, então ficou pacientemente atrás. Bichi é bastante opaca, não percebeu. Mas ela não reclamou.
Eu observava também atrás com um único prato na mão e com a outra, acariciava seus rins.
Respondeu com um movimento de cintura, como se tratasse de espantar um bicho.
- Não. Disse secamente.
Não fiz o menor sinal de parar, e ela se movia, desprotegida, pois suas mãos estavam ocupadas. Pensando que o movimento me espantava, na realidade me aquecia mais.
Deixei entrar minha mão por sobre a bikini, abraçando uma nádega. Parou seu movimento e me olhou fixamente.
- Não, por favor. Paremos isso. Disse ela.
Pareceu não importar que estava Bichi, porque disse em voz clara e ouvimos os dois, embora Bichi não inclinasse sua cara para nós.
O comentário de minha tia o terminei de pôr curioso, e quando olhei, eu tinha minha mão, já não na nádega, a tinha no cu. Bichi mirava e não podia... Creia o que via, lavava o mesmo prato desde há muito tempo.
- Não sigas, me disse com cara de enojada, mas segurando os pratos com ambas as mãos e muita dificuldade.
Le agarrei a mão molhada de detergente de Bichi, e levando-a à biquini, disse: Aqui está tudo o que te contei.
- Contaste?... disse já em voz baixa.
E Bichi, agora sem demorar-se, aproximou-se do tramo que lhe faltava até a use the word: pussy, e hundiu o dedo entre os lábios.
- Viste que puta que está. Disse muito devagar, mas perto do ouvido da minha tia, mas como di le hablara a Bichi.
- Deixem-me tranquila, deixo os pratos acima da geladeira e saiu disparada da cozinha.
- Você está em recontrapedo. Me disse Bichi. Essa mesma noite, mirando a televisão.
- Não passa nada, fique tranquilo, disse eu. É impossível minha tia, não se pode conter o calor, apenas temos que acendê-la e explodir.
- Mas não se enoja?
- Não, se aqueceu mas não se enoja.
Nós ficamos despertos mirando a televisão à espera de que ela chegasse. Iam caindo um após outro, e minha tia chegava sozinha mais tarde em geral.
- E o que fazemos quando ela chegar? Perguntei Bichi.
- Aquecemos e vais ver como a enfiestamos.
- Não vai querer.
- Proviemos, não creo que se anime a fazer um escândalo.
Essa noite nos dormimos frente à televisão e ela chegou tão silenciosamente que não a ouvimos.
Nós lamentamos a manhã seguinte, amanecemos no sofá, passamos por sua sala, estava seu cu paradito, que nos tivemos que conter de mandarmos assim como estávamos.
Passaram várias noites até que pudemos ter uma situação mais ou menos propícia. Queríamos apressá-la um pouco, aquecê-la para não se poder conter, mas ela parece intuir a situação e escapava airosa.
Essa noite, vestiu-se com seus clássicos minis de jeans, musculosa fluo, creio que da minha prima e abaixo sem muito preparativo. Seguramente descia o porto para dar uma caminhada antes de dormir. Nós ficamos esperando, a ver se tínhamos uma ... Oportunidade, bichi tinha apenas dois dias mais e se ia. Eu e minha tia também não tínhamos mais tempo. Esta babe estava saindo com a sua. Me havia aquecido para morrer, e mais que algumas boas chupadas, não havia conseguido.
Fomos ao balcón, onde podíamos ver como caminhavam lentamente até os bares que estão sobre o porto.
A viemos muito claramente, não estávamos muito alto e a música dos bares chegava como se estivéssemos no local.
Tan despacio passou sobre a vereda do bar que saíram dois caras, meio tomaditos, brasileiros pareciam e a vimos animadamente charlando. Passaram como vinte minutos, e já tomavam uns tragos que os dois lhe invitaron. Até víamos claramente e escutávamos as risotadas. São as risotadas de quando ela está muito quente.
Se levantou a musculosa mostrando-lhe algo. Vimos que o cara a toqueteava e seguia tomando.
- Dejémonos de joder, bajemos e a trazemos com qualquer escusa! Ela me aqueceu e me deixou louco, não vou deixá-la que esses dois bandidos sejam em minhas narinas.
Bajamos sem pensar no que diríamos, mas algo se nos ocorria. Pocos passos e a tomamos do braço sem dizer muito. Nos mirou com cara de bêbada e rindo disse:
- Que pasa?
Vamos tia, temos que manejar muito. Os caras estavam a ponto de agarrar-nos a trompas. Um tinha a mão na nádegas e a vinha apertando desde há um tempo.
Dei um tirão forte e a maneira familiar com que nos tratava era óbvio que nos conhecia bem. Os caras não atinham a reagir e a levamos entre os dois para a parte escura da rambla. Na península, a rambla fica muito escura à noite e bastante desabitada.
A íbamos arrastando quase e ela tratava por todos os meios de escapar-se. Se pôs séria, ainda em pedo e conseguiu adelantar-se alguns passos. Casi correndo chegou ao departamento e nós atrás.
Llamo ao elevador e viajo sozinha. Nós atrás.
Na porta não encontrou a chave e nos teve que esperar.
A apertamos contra a porta e lhe Mordi o hombro com força. O álcool lhe dava uma resistência tremenda e me deu um empurrão, e eu repeti seu rigoroso Basta.
A levante no ar em abraçando-a, e bichi me olhava sem saber qual era o plano. Ela pataleou e pegou alguma trompadita, mas sua cara era de calentura e eu sabia.
Me deixem já ou faço um escândalo.
A deposei no descanso da escada. A porta para acessar a escada, se encarou a bichi. Não deixe que venha ninguém daqui.
São loucos! Grito protestando, deem-me!
Vamos te deixar, se você quiser que nos deitemos.
Já! Me deitam e se deitam de joder, contesto mais tranquila.
Quando amague soltarla do meu braço, ela deu uma corrida pelos degraus da escada e tropeçou no anteúltimo, bateu a coxa e se quedou agachada lamentando-se um segundo. Suficiente para que eu a tome atrás e não a deixe mais mover.
Ela resistiu e alcançou gritar. Eu tappei a boca com uma mão mas não podia contê-la.
Fiz um sinal para bichi e a tomei dos braços.
Eu a tenho amordazada, me mordia a mão mas sem forças. E abraçava sua cintura. As pernas continuavam estéreis pataleando.
Susurrei no ouvido que havíamos aquecido tanto, agora não se salvava. Quereria ou não quereria.
Me contestou negando com a cabeça.
A agarrei a nátega por baixo da minissa e fui direto para seu cu. Seguia pataleando e me tentava dar mordiscos na mão e até um cabeçazo.
Corri minha mão para usar o termo: pussy, que embora fria estava molhada. Recorri os lábios compartilhei o jugo com o cu.
Seguia muito irritada e atinei um rodillazo que quase deu no alvo.
A use the word: pussy seguia fria e sem muita umidade, embora o cu se notasse distendido para a situação.
Tirados sobre a escada, pedi a bichi que a tivesse com toda força, e até duvidei do meu plano. A ver se não lograva aquecê-la, ia em cana?
Zambullei entre suas nádegas, levantando a minissa, sustentei as pernas que se agitavam e Afirmando-a contra os degraus da escada, fiquei sem possibilidade de me mover. Sentia o seu corpo tenso e transpirado de tanto esforço. Meti a língua com força na use the word: pussy, e fechava as nádegas em minha cara com alguma força. Dava uns tacões contra meu sexo que não podiam chegar, era impossível pela posição, mas ela o tentava. Senti minha boca cheia de sêmen e levei todo o sêmen para o ânus. Ela, embora quente, pelejava mais forte do que nunca. Saquei a minha cabeça e disse-lhe: dásela que te la chupe, não se pode resistir. A ela ameaçou, corto-a de um mordisco., gritei. Vou mandar os loucos em cana. Loucos Loucos. Parem, vocês não se dão conta. Bichi se assustou e quis parar, mas não o deixei. Vas a ver que isso funciona. Esta reclamante, não vai poder controlar-se, aguenta, repeti. Sigo dando muito duro com a língua e disse-lhe: se me tens forte, meto-a. Bichi agarrou mais fuerte os ombros, estava muito perto de mim e eu me dispus ao manobrar. Se isso é difícil, aqui na escada às escuras era, mas ainda assim. Com a cabeça do choto procurei algum buraco, o que se apresentasse primeiro. Ela metia o ânus para dentro para fazê-lo mais difícil. Não conseguiu se quedar quieta e saquei o cinto, pedi a Bichi que também o sacasse e a amarramos muito forte contra a baranda. Não se podia mover e sem resistência possível, muito forte entrei-lhe uma na use the word: pussy. A sacava do ânus e se metia alternadamente na use the word: pussy. No terceiro movimento, movia o ânus acompasadamente. Disse a Bichi que lhe tinha a boca, comele a boca. Parece que não me entendeu, e em vez de um beijo, deu-lhe seu cock para comer. LE amago mordê-la, que o assustou a Bichi e quase caiu da escada. Dei uns piadas mais fortes ainda e acabei entre minhas pernas. Lamei a perna a Bichi e este lhe arrimou o cock, que não demorou para parar de se parar dentro da sua boca e largar em poucas chupadas toda a cum acumulada. Meses.
Várias vezes, vários dias, ao bichi só lhe repetia a mesma frase. Não dizia outra coisa. O bichi não fala nunca, então só ouve.
Viste Bichi, te disse. Te disse ou não te disse. Viste. Te disse.
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