A safada da minha cunhada - presente de Natal

Já se passaram quase 2 meses, quase 3, daquele encontro hiper sexual em que consegui provar o super manjar da minha cunhada... que memórias inesquecíveis, são daquelas coisas que a gente nunca mais vai conseguir tirar da cabeça. Depois daquela vez, não aconteceu mais nada de importante. Eu, como todo tarado, ficava tentando dar uns sinais pra ver se ela topava, mas ela não queria nem saber. Não era má onda, ela até sorria cada vez que eu tentava dar uma cantada, mas mesmo assim me evitava. Parecia que ela queria apagar qualquer tipo de lembrança da cabeça dela...

Chegaram as festas, chegou o Natal e, como todos os anos, sempre revezo: Natal com os sogros e Ano Novo com meus pais. Lembro que naquela tarde cheguei na casa da minha namorada e minha cunhada ainda estava trabalhando. Eu já tinha ido bem vestido pra receber a noite de Natal, estava com uma camisa branca, um blazer esporte fino e uns sapatos bem estilosos, coisa rara, haha! Enquanto minha namorada tomava banho e meus sogros faziam os últimos preparativos, eu estava arrumando as cadeiras porque íamos comer lá fora, no quintal, já que a noite estava propícia pra isso, era uma noite bem quente. Lá pelas 8 e meia, minha cunhada chegou do trabalho, muito elegante e com algumas sacolas de compras.

- O que você trouxe, Monique? – perguntou minha sogra.
- Nada! Uns presentinhos... – respondeu minha cunhada.

Ela me cumprimentou e ficou surpresa de me ver tão elegante pra ocasião. Deu pra ver na cara dela que ficou com água na boca. Ela me olhou, mordeu os lábios e meio que fechou os olhos, como se estivesse em modo de guerra 🤤.

- Já foi gastar, hein? – falei, zoando com ela.
- Sim, trouxe umas coisinhas, uma pra mamãe, pro papai e pra minha irmã...
- E pra mim??? – perguntei com cara de cachorro molhado, na zoeira.
- Hahaha, pra você depois!!! – ela disse na frente de todo mundo, no clima de brincadeira, sem que ninguém levasse a mal.

Fiquei de boa e sentei numa poltrona enquanto já começavam a levar a comida e as bebidas pra fora. Aquela noite a gente comeu muito bem, tinha de tudo, de... nas bebidas tinha um Gancia indispensável que sempre me acompanhava, meu sogro me deu apoio com o Gancia...
- Te preparo um? - pergunto para minha cunhada
- Bom, vai lá, aceito... - ela responde muito gentilmente
Preparei um meio picante, queria deixá-la meio bêbada pra ver se naquela noite ela topava alguma coisa. Depois de alguns Gancia, minha cunhada já estava meio alterada e ria à toa, era muito engraçada, não estava totalmente bêbada, mas meio alegre já que não costuma beber muito. Eu ficava de olho em cada gole que ela dava, como eu tinha mais resistência pra beber que minha cunhada, tomei três e ainda estava super lúcido... Em um certo momento, minha cunhada se levanta e diz:
- Vou me trocar pro brinde...
E foi pra dentro de casa. Esperei um minuto e disse:
- Vou ao banheiro!
Entrei rapidinho e fui ao banheiro, realmente tava com uma vontade de mijar... Quando saí, minha cunhada estava mandando uma mensagem de texto, ela estava no batente da porta que dá pro quarto dela, pergunto:
- Não ia se trocar não??
- Sim, agora, tô mandando mensagem pro meu namorado...
- Ah... Ele vem depois? - pergunto
- Acho que não, ele ia encontrar uns amigos...
Aproveitei a situação pra me aproximar e perguntar...
- E meu presentinho, qual é no final?
Me olhando fixamente nos olhos, ela pega minha mão sem me perder de vista e leva por baixo do vestido até a calcinha:
- Feliz noite, cunhado... Vou te dar um presentinho que você nunca vai esquecer...
Minha rola ficou dura tão rápido quanto consegui tocar minha mão, acariciei sua calcinha e notei uma tanga feroz muito linda ao toque, enfiada na bunda que parecia que não tinha nada vestido, era uma delícia!!!
Automaticamente, ela foi pro quarto e ficou de frente pra uma cama de beliche, sem dizer uma palavra, como se fosse uma espécie de serva submissa, ela deixou que eu levantasse seu vestido e empurrasse sua bundinha pra trás, muito lentamente me ajoelhei e comecei a massagear suas... nalgas, abri suas nádegas com minhas mãos e comecei a chupar sua bunda, ela pirou, se mexendo como se estivesse sendo comida pela minha língua literalmente
- não aguento mais... - ela disse quase chorando de tão excitada que estava, seu corpo estava suado e ela estava bem corada como se tivesse feito exercício...
me levantei e encostei meu pau na bunda dela enquanto segurava sua cintura e sussurrei no seu ouvido:
- quer ele dentro?
- sim... quero tudo dentro, gostoso...
- tudo?
- sim, tudooo
- quer que eu faça seu cuzinho?
- sim, vai logo, mas rápido, estou muito excitada
lambuzei meu pau com saliva e abri suas nádegas com as mãos, introduzindo a ponta do meu pênis, ela fez o resto, como sempre... com movimentos firmes e bem profundos, minha carne entrava e saía, transávamos enquanto ela virava um pouco o corpo e eu a beijava desesperadamente, a satisfação de provar de novo aquele lindo cuzinho bem gordinho era a coisa mais linda que havia.
dessa vez decidi tomar as rédeas e submetê-la rapidamente a um sexo duro e selvagem, agarrei sua cintura e a levei até a cama, ela deitou:
- abre a boca - eu disse
enfiei meu pau na sua boca e a comi pela boca, cada vez entrando mais fundo enquanto ela se tocava e se masturbava, sua bucetinha bem molhada.
tirei meu pau todo encharcado de saliva e, antes que secasse, virei ela e a comi de quatro. ela empinou a bunda bem para trás, puxou a calcinha e entrei pelo cuzinho novamente, duas bombadas e a excitação foi tanta que gozei dentro da sua bunda:
- o que foi?? sinto algo quentinho... ela disse
- gozei na sua bunda...
ficamos nos olhando um tempo meio exaustos e começamos a rir da loucura que foi aquele momento, fui ao banheiro lavar meu pau e aí senti ela entrando.
- quer que eu limpe?
ela se ajoelhou e começou a chupar meu pau tão suave e dócil, com muita saliva e acariciando meu pau com seus lábios carnudos e sua linguinha bem macia acariciando a ponta do meu pau, ela ficou brincando um tempinho enquanto ela se masturbava com as duas mãozinhas, eu não conseguia gozar, ela chupava enquanto me olhava e fazia carinhas de prazer, eu não aguentava mais, tinha o pau todo vermelho e não conseguia gozar o segundo round sempre demora mais
- me dá mais forte que não tô acabando!
ela começou a chupar cada vez mais fundo e mais forte
- mais forte!!! eu dizia
e ela respondia às minhas ordens...
ela começou a se tocar de novo enquanto se masturbava e com a outra mão fazia a punheta e me chupava, começou a gemer com o pau dentro da boca e foi aí que explodiu minha cabeça, gozei tudo na boca dela, ela nem boba nem preguiçosa continuou batendo e chupando até tirar a última gota de porra, com a boquinha cheia se afastou e engoliu tudo... terminado o encontro me sequei o rosto suado e voltei pra fora com um cigarro aceso, ela saiu alguns minutos depois... um natal pra lembrar a todo momento, claro que de agora em diante vou aprender a pegar o que é meu quando eu quiser, sem insinuar nem tentar incitar nada, quando não tiver mais ninguém além da minha cunhada e eu, uma trepada vai sair dali com certeza....

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