Salve, seus poringa boys dessa comunidade...
Bom, o relato que vou jogar pra vocês é algo que vem rolando há um tempão e que eu sempre tento tirar o melhor proveito, porque todo mundo sabe que a maioria de nós sempre fantasia com as cunhadas ou irmãs das nossas minas. E só uns poucos fazem parte desse grupo seleto que conseguiu realizar essa fantasia.
Bom, agora sim... Depois de ter ido morar com minha mina, uma mulher muito gostosa por sinal, de um corpo normal; meio magrinha... uns peitos pequenos mas bem formados, uma bunda pequena mas tentadora, enfim. A gente tava morando junto uns quatro meses e tudo era normal... o trampo, a casa, a vida social e o sexo. Da minha sister in law dava pra dizer que era um assunto que não mexia com nada... já que era uma garota que tinha acabado de fazer 18 anos.
Num fim de semana qualquer, fomos na casa dos meus sogros visitar eles e quem nos recebeu foi minha cunhada. Ela tava vestida com um short bem curto, mostrando as pernas lindas dela e marcando bem a forma da bucetinha dela, uma blusa de barriga de fora que deixava ver aquele caminho de pelinhos finos que desce do umbigo até onde vocês já tão imaginando.
Bom... a gente entrou, o cumprimento formal com eles e com minha cunhada... que por sinal, quando abracei ela, cheirava uma delícia. Depois de mais de três horas lá, minha mina me fala que quer visitar umas amigas perto da casa e pergunta se eu espero, e eu topei na hora, já que podia ver TV sem interrupção nem nada. Concentrado na televisão, senti minha cunhada descendo do segundo andar da casa. Ela continuava vestida igual, linda pra caralho (coisa que eu quase não tinha reparado). Ela deu uma volta e se debruçou na janela pra rua, ficando de quatro e mostrando a bunda linda dela. Na mesma hora, enquanto eu contemplava aquela bunda gostosa apoiada naquele par de pernas bem torneadas, ela fez um movimento e eu notei um baita volume no meio da... pernas. Pela primeira vez eu conseguia vê-la naquela posição e fiquei excitado contemplando aquela vista linda, que durou uns trinta segundos e ela voltou e me disse... A Alejandra ainda não vem...!! Com a voz trêmula respondi - Não... acho que vai demorar mais do que o esperado -.
Depois minha namorada chegou e fomos pra minha casa, e no caminho eu só pensava no que tinha visto, imaginando o que ela tinha ali... debaixo da roupa.. "Será que era o short...? Será que estava no período dela? Enfim, fiquei viajando pensando pela primeira vez como seria a entreperna da minha cunhada... e quando chegamos em casa, não fiz nada além de imaginar como ela seria e como ficaria sem roupa.. e nesse vai e vem de pensamentos tarados, acabei comendo minha namorada como nunca, pensando de vez em quando na irmã dela.
Assim se passaram muitos momentos, muitas punhetas... pensamentos loucos, fantasias, momentos de bom sexo com minha namorada e, no fim... tudo girava em torno da imaginação com minha cunhada. O bom de tudo é que em várias ocasiões já tinha conseguido vê-la em situações parecidas, onde ela se abaixava e deixava aparecer, cada vez eu ficava mais obcecado, cada vez mais intrigado, a ponto de querer procurar a calcinha dela pra ter uma ideia de como seria aquela buceta gostosa.
Passaram meses de vai e vem na casa dos meus sogros, minha cunhada também vinha na minha casa... eu olhava pra ela com mais tesão, comecei a pesquisar na internet sobre desejos por cunhadas e vi que era algo comum hoje em dia, então minha obsessão ficou ainda maior, e dei um jeito de roubar uma calcinha fio dental da minha cunhada, rosa com corações roxos. Estava suja, tinha o cheirinho dela... e restos dos fluidos dela, e não fiz nada além de cheirar e bater umas punhetas longas. Escondia como um tesouro e usava pra dar asas à minha imaginação com os pensamentos mais lascivos, mais tarados em relação a ela.
Num fim de semana qualquer, eu estava Na minha casa, como qualquer dia normal, minha namorada tinha ido pra casa dos pais dela. Eu não fui porque queria ficar vendo umas paradas na internet sobre cunhadas e bater umas punhetas usando aquela tanga que eu guardava como relíquia, quando bateram na porta. Pra minha surpresa, abro a porta e, meu Deus... Era ela!! Tava com o mesmo shortinho sexy e uma camiseta que ela tinha cortado pra deixar a barriga e aquele umbigo lindo de fora.
Não falei nada... fiquei mudo e ouvi ela perguntar: — A Alejandra tá? Do jeito que dava, até mudo, respondi que não. Ela entrou, eu fechei a porta, ela pediu algo pra beber e eu falei pra pegar na geladeira. Ela foi pra cozinha e eu fui atrás, e ela se abaixou de novo pra ver o que ia pegar, e eu tava ali, com aquele rabo lindo enfeitando aquela buceta gostosa que me deixava obcecado.
Assim, ela virou de repente e me viu ali, besta, pasmo, e falou: — Sempre notei que você fica me olhando... Tem alguma coisa que te agrada? Não soube o que dizer, ela tinha me descoberto e eu ali, mudo, duro da cabeça aos pés. — Ei! Tô falando com você!! — ela repetiu com energia. Falei: — Bom, a verdade é que você tem um corpo bonito e sim, é atraente de se ver.
— Notei que você sempre me olha, e queria saber o que você mais olha em mim — ela disse. Eu, com a boca seca de nervoso, gaguejei: — Bom, a verdade é que você é muito gostosa e tem tudo pra ser olhada — falei. Ela disse de novo: — Mas o que você mais gosta? Com mais firmeza respondi: — Gosto de te ver de quatro, dá pra ver esse rabo e essa buceta deliciosa.
Ela veio na minha direção e disse: — O que você faria se eu deixasse você ver? — Hmm, se pudesse chegar perto, queria cheirar — respondi. Ela deu uma gargalhada e falou: — Só isso e sem tocar.
Não hesitou um segundo, baixou o short, ficou de calcinha e com a mão puxou pra um lado, e pela primeira vez eu vi aquela buceta linda, totalmente depilada; mas o mais surpreendente era o tamanho do clitóris dela, que se destacava sem medo entre os lábios. Lábios vaginais cor-de-rosa, que lindos que eram. Não sabia o que fazer nem o que dizer... fiquei petrificado diante de tanta beleza, era muito mais do que eu tinha imaginado, superava todas as expectativas das minhas noites de punheta longa e brincadeiras com a calcinha dela roubada. Sem esforço, ela tirou a calcinha e abriu as pernas, e o espetáculo melhorou em qualidade, cor e tesão... eu estava estourando, meu pau estava como um balão de ar no máximo, prestes a explodir quando a voz quente dela disse: — Você não vai conseguir cheirar ela daí.—
Ela se aproximou de onde eu estava e disse: — Abaixa para poder fazer melhor —... e sem pensar, eu obedeci. Me aproximei devagar, suspirando para captar todo o cheiro dela... ela se abaixou na posição de quatro, mostrando tudo, uma linda buceta rosada, carnuda, e o clitóris grande dela, que foi o que mais me surpreendeu. Na minha aproximação lenta, vi um fio transparente de líquido escorrendo da buceta dela. Instintivamente, não fiz nada além de pegar com a língua, e era como o elixir dos deuses gregos, tinha gosto de glória, luxúria, era delicioso. Ela percebeu e tentou se afastar, mas como eu não tinha tocado nela, voltou para a posição.
Eu disse: — Você pode se abrir um pouco mais com as mãos para melhorar a experiência?
Ela fez isso, e eu vi mais líquido saindo, que continuei pegando com a língua, e entre os movimentos dela... eu dava uns sopros leves na buceta dela, e ela se contorcia. Ficamos assim uns 3 minutos, e quando tudo parecia que ia gozar, soprei mais forte direto no clitóris dela, e ela não aguentou mais... e aproximou a buceta do meu rosto. Como pude, comecei a passar a língua por todos os lados, de cima para baixo, da esquerda para a direita, e mais e mais sucos saíam, que se misturavam com minha saliva.
Levantei ela na mesa da cozinha e coloquei de frente... ela não disse nada e se deixou levar. Sentei ela de frente, e ela se deitou na mesa, e finalmente, aquela buceta gostosa que me tirava o sono estava ali para mim, era carnuda. Dos lados dela buceta dela mina eram maiores que os da Alejandra, mas aquele clitóris enorme que parecia um minipau era o que mais me chamava a atenção. Passei a língua com muita paixão, não deixei um único lugar sem percorrer, ela não aguentava mais, se contorcendo de prazer, se tocava nos peitos, puxava os próprios mamilos, segurava minha cabeça, e sem hesitar, de uma só bocada comecei a dar umas chupadas enormes naquele clitóris lindo e grandão que tava tão duro quanto meu pau, era a primeira vez que eu não lambia... era uma chupada mesmo. Tava chupando aquilo e ela não aguentou mais e gozou na minha boca, percebi na hora porque me inundou com os sucos dela, que saíam como torrentes de mel e porra irresistíveis.
Ficou exausta em cima da mesa e eu com o pau a ponto de explodir, ela se levantou e falou: — Se só cheirar já é isso, imagina o resto... mas hoje não vai rolar —... Aí eu falei: — Vai me deixar assim?
— Olha, nunca transei com ninguém, só umas roçadas e nada mais... então hoje não vai rolar! — Ela se limpou com um papel toalha absorvente e arrumou a roupa. Eu sem saber o que fazer nem como acalmar a fera que tava dentro da minha calça falei: — Bom, pelo menos tem um cheiro delicioso — Ela sorriu e disse: — Olha, melhor eu te deixar essa calcinha fio dental de hoje, pra você trocar pela que roubou de mim —... Eu ri e ao mesmo tempo fiquei envergonhado... não sabia como ela tinha descoberto.
Me vendo assim, ela se aproximou e falou: — Olha, vou te dar uma ajuda com isso —... Tirou meu pau pra fora e começou a me masturbar de um jeito infernal... que não demorou muito pra me fazer gozar... Saíram jorros sem parar de muita porra... Ahhh..!! era demais... todos os meus desejos e sonhos realizados, mas ela não tinha deixado eu meter pra foder ela igual uma putinha...
Depois da punheta que ela me deu, limpou tudo, se arrumou como deu e me deu um beijo na bochecha..... e simplesmente falou no meu ouvido: — A verdade... faz tempo que eu queria isso, mas pra ir mais longe.. ainda tenho medo —.
Tá tudo bem... não se preocupa, se isso acontecer de novo, não me incomoda. que seja assim.. eu disse. Ela terminou de se arrumar e foi embora.
Eu não conseguia acreditar no que tinha acontecido, ainda não saía do meu espanto e decidi bater uma punheta lembrando de tudo que tinha acabado de rolar.
Depois vou contando mais histórias que vêm acontecendo e continuam rolando.
Espero que seja do agrado de vocês... ler um relato 100% real.
Bom, o relato que vou jogar pra vocês é algo que vem rolando há um tempão e que eu sempre tento tirar o melhor proveito, porque todo mundo sabe que a maioria de nós sempre fantasia com as cunhadas ou irmãs das nossas minas. E só uns poucos fazem parte desse grupo seleto que conseguiu realizar essa fantasia.
Bom, agora sim... Depois de ter ido morar com minha mina, uma mulher muito gostosa por sinal, de um corpo normal; meio magrinha... uns peitos pequenos mas bem formados, uma bunda pequena mas tentadora, enfim. A gente tava morando junto uns quatro meses e tudo era normal... o trampo, a casa, a vida social e o sexo. Da minha sister in law dava pra dizer que era um assunto que não mexia com nada... já que era uma garota que tinha acabado de fazer 18 anos.
Num fim de semana qualquer, fomos na casa dos meus sogros visitar eles e quem nos recebeu foi minha cunhada. Ela tava vestida com um short bem curto, mostrando as pernas lindas dela e marcando bem a forma da bucetinha dela, uma blusa de barriga de fora que deixava ver aquele caminho de pelinhos finos que desce do umbigo até onde vocês já tão imaginando.
Bom... a gente entrou, o cumprimento formal com eles e com minha cunhada... que por sinal, quando abracei ela, cheirava uma delícia. Depois de mais de três horas lá, minha mina me fala que quer visitar umas amigas perto da casa e pergunta se eu espero, e eu topei na hora, já que podia ver TV sem interrupção nem nada. Concentrado na televisão, senti minha cunhada descendo do segundo andar da casa. Ela continuava vestida igual, linda pra caralho (coisa que eu quase não tinha reparado). Ela deu uma volta e se debruçou na janela pra rua, ficando de quatro e mostrando a bunda linda dela. Na mesma hora, enquanto eu contemplava aquela bunda gostosa apoiada naquele par de pernas bem torneadas, ela fez um movimento e eu notei um baita volume no meio da... pernas. Pela primeira vez eu conseguia vê-la naquela posição e fiquei excitado contemplando aquela vista linda, que durou uns trinta segundos e ela voltou e me disse... A Alejandra ainda não vem...!! Com a voz trêmula respondi - Não... acho que vai demorar mais do que o esperado -.
Depois minha namorada chegou e fomos pra minha casa, e no caminho eu só pensava no que tinha visto, imaginando o que ela tinha ali... debaixo da roupa.. "Será que era o short...? Será que estava no período dela? Enfim, fiquei viajando pensando pela primeira vez como seria a entreperna da minha cunhada... e quando chegamos em casa, não fiz nada além de imaginar como ela seria e como ficaria sem roupa.. e nesse vai e vem de pensamentos tarados, acabei comendo minha namorada como nunca, pensando de vez em quando na irmã dela.
Assim se passaram muitos momentos, muitas punhetas... pensamentos loucos, fantasias, momentos de bom sexo com minha namorada e, no fim... tudo girava em torno da imaginação com minha cunhada. O bom de tudo é que em várias ocasiões já tinha conseguido vê-la em situações parecidas, onde ela se abaixava e deixava aparecer, cada vez eu ficava mais obcecado, cada vez mais intrigado, a ponto de querer procurar a calcinha dela pra ter uma ideia de como seria aquela buceta gostosa.
Passaram meses de vai e vem na casa dos meus sogros, minha cunhada também vinha na minha casa... eu olhava pra ela com mais tesão, comecei a pesquisar na internet sobre desejos por cunhadas e vi que era algo comum hoje em dia, então minha obsessão ficou ainda maior, e dei um jeito de roubar uma calcinha fio dental da minha cunhada, rosa com corações roxos. Estava suja, tinha o cheirinho dela... e restos dos fluidos dela, e não fiz nada além de cheirar e bater umas punhetas longas. Escondia como um tesouro e usava pra dar asas à minha imaginação com os pensamentos mais lascivos, mais tarados em relação a ela.
Num fim de semana qualquer, eu estava Na minha casa, como qualquer dia normal, minha namorada tinha ido pra casa dos pais dela. Eu não fui porque queria ficar vendo umas paradas na internet sobre cunhadas e bater umas punhetas usando aquela tanga que eu guardava como relíquia, quando bateram na porta. Pra minha surpresa, abro a porta e, meu Deus... Era ela!! Tava com o mesmo shortinho sexy e uma camiseta que ela tinha cortado pra deixar a barriga e aquele umbigo lindo de fora.
Não falei nada... fiquei mudo e ouvi ela perguntar: — A Alejandra tá? Do jeito que dava, até mudo, respondi que não. Ela entrou, eu fechei a porta, ela pediu algo pra beber e eu falei pra pegar na geladeira. Ela foi pra cozinha e eu fui atrás, e ela se abaixou de novo pra ver o que ia pegar, e eu tava ali, com aquele rabo lindo enfeitando aquela buceta gostosa que me deixava obcecado.
Assim, ela virou de repente e me viu ali, besta, pasmo, e falou: — Sempre notei que você fica me olhando... Tem alguma coisa que te agrada? Não soube o que dizer, ela tinha me descoberto e eu ali, mudo, duro da cabeça aos pés. — Ei! Tô falando com você!! — ela repetiu com energia. Falei: — Bom, a verdade é que você tem um corpo bonito e sim, é atraente de se ver.
— Notei que você sempre me olha, e queria saber o que você mais olha em mim — ela disse. Eu, com a boca seca de nervoso, gaguejei: — Bom, a verdade é que você é muito gostosa e tem tudo pra ser olhada — falei. Ela disse de novo: — Mas o que você mais gosta? Com mais firmeza respondi: — Gosto de te ver de quatro, dá pra ver esse rabo e essa buceta deliciosa.
Ela veio na minha direção e disse: — O que você faria se eu deixasse você ver? — Hmm, se pudesse chegar perto, queria cheirar — respondi. Ela deu uma gargalhada e falou: — Só isso e sem tocar.
Não hesitou um segundo, baixou o short, ficou de calcinha e com a mão puxou pra um lado, e pela primeira vez eu vi aquela buceta linda, totalmente depilada; mas o mais surpreendente era o tamanho do clitóris dela, que se destacava sem medo entre os lábios. Lábios vaginais cor-de-rosa, que lindos que eram. Não sabia o que fazer nem o que dizer... fiquei petrificado diante de tanta beleza, era muito mais do que eu tinha imaginado, superava todas as expectativas das minhas noites de punheta longa e brincadeiras com a calcinha dela roubada. Sem esforço, ela tirou a calcinha e abriu as pernas, e o espetáculo melhorou em qualidade, cor e tesão... eu estava estourando, meu pau estava como um balão de ar no máximo, prestes a explodir quando a voz quente dela disse: — Você não vai conseguir cheirar ela daí.—
Ela se aproximou de onde eu estava e disse: — Abaixa para poder fazer melhor —... e sem pensar, eu obedeci. Me aproximei devagar, suspirando para captar todo o cheiro dela... ela se abaixou na posição de quatro, mostrando tudo, uma linda buceta rosada, carnuda, e o clitóris grande dela, que foi o que mais me surpreendeu. Na minha aproximação lenta, vi um fio transparente de líquido escorrendo da buceta dela. Instintivamente, não fiz nada além de pegar com a língua, e era como o elixir dos deuses gregos, tinha gosto de glória, luxúria, era delicioso. Ela percebeu e tentou se afastar, mas como eu não tinha tocado nela, voltou para a posição.
Eu disse: — Você pode se abrir um pouco mais com as mãos para melhorar a experiência?
Ela fez isso, e eu vi mais líquido saindo, que continuei pegando com a língua, e entre os movimentos dela... eu dava uns sopros leves na buceta dela, e ela se contorcia. Ficamos assim uns 3 minutos, e quando tudo parecia que ia gozar, soprei mais forte direto no clitóris dela, e ela não aguentou mais... e aproximou a buceta do meu rosto. Como pude, comecei a passar a língua por todos os lados, de cima para baixo, da esquerda para a direita, e mais e mais sucos saíam, que se misturavam com minha saliva.
Levantei ela na mesa da cozinha e coloquei de frente... ela não disse nada e se deixou levar. Sentei ela de frente, e ela se deitou na mesa, e finalmente, aquela buceta gostosa que me tirava o sono estava ali para mim, era carnuda. Dos lados dela buceta dela mina eram maiores que os da Alejandra, mas aquele clitóris enorme que parecia um minipau era o que mais me chamava a atenção. Passei a língua com muita paixão, não deixei um único lugar sem percorrer, ela não aguentava mais, se contorcendo de prazer, se tocava nos peitos, puxava os próprios mamilos, segurava minha cabeça, e sem hesitar, de uma só bocada comecei a dar umas chupadas enormes naquele clitóris lindo e grandão que tava tão duro quanto meu pau, era a primeira vez que eu não lambia... era uma chupada mesmo. Tava chupando aquilo e ela não aguentou mais e gozou na minha boca, percebi na hora porque me inundou com os sucos dela, que saíam como torrentes de mel e porra irresistíveis.
Ficou exausta em cima da mesa e eu com o pau a ponto de explodir, ela se levantou e falou: — Se só cheirar já é isso, imagina o resto... mas hoje não vai rolar —... Aí eu falei: — Vai me deixar assim?
— Olha, nunca transei com ninguém, só umas roçadas e nada mais... então hoje não vai rolar! — Ela se limpou com um papel toalha absorvente e arrumou a roupa. Eu sem saber o que fazer nem como acalmar a fera que tava dentro da minha calça falei: — Bom, pelo menos tem um cheiro delicioso — Ela sorriu e disse: — Olha, melhor eu te deixar essa calcinha fio dental de hoje, pra você trocar pela que roubou de mim —... Eu ri e ao mesmo tempo fiquei envergonhado... não sabia como ela tinha descoberto.
Me vendo assim, ela se aproximou e falou: — Olha, vou te dar uma ajuda com isso —... Tirou meu pau pra fora e começou a me masturbar de um jeito infernal... que não demorou muito pra me fazer gozar... Saíram jorros sem parar de muita porra... Ahhh..!! era demais... todos os meus desejos e sonhos realizados, mas ela não tinha deixado eu meter pra foder ela igual uma putinha...
Depois da punheta que ela me deu, limpou tudo, se arrumou como deu e me deu um beijo na bochecha..... e simplesmente falou no meu ouvido: — A verdade... faz tempo que eu queria isso, mas pra ir mais longe.. ainda tenho medo —.
Tá tudo bem... não se preocupa, se isso acontecer de novo, não me incomoda. que seja assim.. eu disse. Ela terminou de se arrumar e foi embora.
Eu não conseguia acreditar no que tinha acontecido, ainda não saía do meu espanto e decidi bater uma punheta lembrando de tudo que tinha acabado de rolar.
Depois vou contando mais histórias que vêm acontecendo e continuam rolando.
Espero que seja do agrado de vocês... ler um relato 100% real.
6 comentários - Minha História Real
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