A Cheta, a Filha e o Favelado Parte 3 FinalGente, tô muito feliz que vocês curtiram as duas primeiras histórias e espero não decepcionar vocês com essa última parte. Muito obrigado pelos pontos, e queria que essa história também bombasse igual a anterior, compartilhem!
Pra quem não leu as anteriores, aqui estão:
Parte 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/2246227/La-Cheta_-La-hija-y-el-Villero.html
Parte 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/2246705/La-Cheta_-La-Hija-y-El-Villero-Parte-2.html#comment-69656
Aí vai o final!
A Cheta, a Filha e o Villero Parte 3 Final
Lá estava eu, sentada na mesa da minha casa, não conseguia acreditar no que tinha visto. Juli, ela sempre tão recatada, bem-criada, nunca tinha faltado com respeito, e agora dando pra aquele preto de merda do Pepe. Via e não acreditava, mas não ia falar nada, esperava que ela me contasse, então fiquei esperando ela voltar.
Ela chegou às 21h como tinha me dito, eu esperei com chimarrão como sempre. Quando ela sentou, perguntei:
- Como cê tá?
- Tudo tranquilo, mãe.
- Certeza? Cê parece meio agitada.
- Nada, nada a ver.
- Ah, estudaram muito na casa da Mariana?
- Sim, nem imagina como a gente estudou.
- Assim?
- É, sem parar.
- Ah, imagino, então tá.
- Bom, mãe, vou tomar um banho.
- Vai, vai.
Ela não foi sincera, continuou na mentira, não se abalou nem um pouco. Mas se eu falasse, ela ia negar, e o que eu ganhava com isso? Deixei pra lá, pensei que era só uma putaria passageira e que Juli ia cansar dele, porque ele é um gordo, feio, villero, e ela é um anjo, mais cedo ou mais tarde.
No dia seguinte, ela não tinha aula e eu precisava renovar minha carteira de motorista. Ela levantou e perguntei:
- Juli, cê vem comigo renovar a carteira?
- Não, desculpa, mãe, mas a Mariana vai vir tomar chimarrão.
- Tá bom, que horas são?
- São 13h em ponto.
- Ah, então, vou voltar umas 17h, sempre tem muita gente.
- Ok, tchau, mãe.
- Tchau, filhinha.
Saí meio apressada, mas quando Cheguei lá, tava fechado. Um cara me falou que tavam de greve. Olhei a hora, era 13:45. Comprei pão e voltei pra casa.
Quando cheguei, me assustei. Dava pra ouvir alguém gritando muito alto lá de fora. Pensei que tinham entrado pra roubar, então abri a porta bem devagar. Ao entrar, percebi que os gritos eram da minha filha. Ela gritava: – AHHHHH PELO AMOR DE DEUS, COMO DÓI, MAS QUE PRAZER – fiquei alarmada, fui até o quarto dela, que tava meio aberto, e olhei pra dentro. Estavam o Pepe e dois catadores conhecidos do bairro comendo minha filha. Agora eu via e não acreditava. Os gritos eram porque o Pepe tava metendo o bum com a poronga gigante dele, enquanto ela chupava a rola dos dois catadores.
Ela gritava muito:
– Ai, Pepe, não tem como você me comer tão bem
– Cê tá gostando, garota?
– Adoro!! Essa poronga grande que você tem, toda suja e bem preta!! Ai, meu Deus!!
– Gostou dos caras que eu trouxe, gostou?
– Sim, eles têm uma pica enorme e toda suja, cheia de queijo, têm um gosto muito gostoso!! AI, COMO EU GOSTO!!
De repente, o negão tirou a rola da bunda dela e os catadores se afastaram. Ela disse:
– Ei, o que rolou???
– É que... não sei se cê tá gostando
– Uff, como não vou gostar
– Então, pede pra gente
– GENTE, POR FAVOR, EU QUERO QUE VOCÊS ME COMAM, VEM CÁ QUE EU CHUPO A ROLA DE VOCÊS
– E pra mim, nada? (disse o Pepe)
– AI, VEM CÁ, ARREBENTA MINHA BUNDA DO JEITO QUE TAVA FAZENDO
– Tá bom, toma!!!
– UFFF, SIM, ASSIM, EU GOSTO, ME COME, ME COME, NEGÃO, VAI, VAI, VAI
– Ui, vou gozar, garota
– Nós também (disseram os catadores)
– Para, para, Júlia, deita no chão de barriga pra cima. Agora, rapazes, vamos encher o corpo dela de porra!!
– Aiii, como eu gosto, vem que eu limpo a rola de vocês
– Boaaaaa
Depois eles se vestiram e foram embora. Eu não podia acreditar, vendo minha filha na cama dela cheia de porra. Esperei ela tomar banho e depois fiz questão de me mostrar pra ela saber que eu tinha chegado.
– Filha, cheguei
– E aí, mãe, conseguiu fazer o registro?
– Não, me fizeram fazer a bunda, mas me deram um horário pra semana que vem que vem
- Uhh que merda, mas é, coisas acontecem
- Vou tirar uma sonequinha
- Tá, eu também, o sol tava me matando
Depois tudo seguiu normal até o dia seguinte:
Era umas 17:30, ela chega da escola, senta enquanto tomávamos mate e o celular dela tocou, não sei o que dizia a mensagem que ela leu, mas os olhos dela ficaram bem brilhantes, meio lacrimejando. Então perguntei:
- Filha, o que foi?
- Não é que… mataram o irmão da Sarita (a garota grávida do Pepe)
- Não! Quem matou ele?
- Ela não me contou (supus que ela não tava me contando tudo que sabia, mas ia descobrir)
- Uff, que merda
- É (ela desabou a chorar sem consolo)
- Bom filha, você não tinha muita relação com ele mesmo
- MÃE! Era o irmão da Sarita, imagina o que ela tá passando (super dramática)
- Tá, se acalma filha
Ela foi pro quarto e eu fui comprar o jantar no mercadinho. No caminho, estranhei não ver o Pepe na porta, pensei – Deve estar comendo outra mina do bairro, como ele gosta – Quando chego no mercadinho, a primeira coisa que a dona me conta é se eu soube do assassinato do irmão da Sarita, e eu disse que sim. E ela falou:
- E sabe quem foi, Vero?
- Não me diga
- Esse preto filho da puta do Pepe, parece que quando soube da gravidez da Sarita, foi encarar ele pra encher de porrada e o preto covarde deu um tiro nele com um revólver, a polícia chegou e levou ele. E espero que deixem ele lá pra sempre
- É, exato, bom, vou nessa
Eu ia pela rua e não acreditava, a cara de choque da Juli! Claro, acabaram as várias fodas! Que garota puta que ela se tornou, mas fazer o quê, é minha filha.
As semanas foram passando, fiquei sabendo que o Pepe levou 30 anos no presídio de Devoto. Minha filha ficou assim uns dois dias depois do ocorrido, mas depois começou a se recuperar, achei estranho. E sempre às terças e quintas ela matava aula, coisa que descobri porque sou amiga da orientadora dela, então numa quinta eu segui ela. vão acreditar que a vagabunda ia visitar ele na cadeia, nem a esposa legítima ia visitar. Aqueles dois dias da semana ele tinha visita higiênica e parece que ela dava uma surra de rola nele, porque quando voltava pra casa nesses dias, voltava com uma felicidade que não cabia no corpo.
Mas enfim, supus que um dia ela ia cansar. Eu segui minha vida como antes desse preto aparecer na minha vida, mas outras coisas aconteceram que com o tempo vou contando.
Bom, galera, esse é o final parcial da história, mas se essa parte bombar, vou me esforçar e publicar o capítulo “A patricinha, a filha e o favelado Parte 3.01”, que é a versão da minha filha Juli desde que ela apareceu na história. Beijinhos (onde vocês quiserem, haha). Valorizo seus pontos e comentários!!
Pra quem não leu as anteriores, aqui estão:
Parte 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/2246227/La-Cheta_-La-hija-y-el-Villero.html
Parte 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/2246705/La-Cheta_-La-Hija-y-El-Villero-Parte-2.html#comment-69656
Aí vai o final!
A Cheta, a Filha e o Villero Parte 3 Final
Lá estava eu, sentada na mesa da minha casa, não conseguia acreditar no que tinha visto. Juli, ela sempre tão recatada, bem-criada, nunca tinha faltado com respeito, e agora dando pra aquele preto de merda do Pepe. Via e não acreditava, mas não ia falar nada, esperava que ela me contasse, então fiquei esperando ela voltar.
Ela chegou às 21h como tinha me dito, eu esperei com chimarrão como sempre. Quando ela sentou, perguntei:
- Como cê tá?
- Tudo tranquilo, mãe.
- Certeza? Cê parece meio agitada.
- Nada, nada a ver.
- Ah, estudaram muito na casa da Mariana?
- Sim, nem imagina como a gente estudou.
- Assim?
- É, sem parar.
- Ah, imagino, então tá.
- Bom, mãe, vou tomar um banho.
- Vai, vai.
Ela não foi sincera, continuou na mentira, não se abalou nem um pouco. Mas se eu falasse, ela ia negar, e o que eu ganhava com isso? Deixei pra lá, pensei que era só uma putaria passageira e que Juli ia cansar dele, porque ele é um gordo, feio, villero, e ela é um anjo, mais cedo ou mais tarde.
No dia seguinte, ela não tinha aula e eu precisava renovar minha carteira de motorista. Ela levantou e perguntei:
- Juli, cê vem comigo renovar a carteira?
- Não, desculpa, mãe, mas a Mariana vai vir tomar chimarrão.
- Tá bom, que horas são?
- São 13h em ponto.
- Ah, então, vou voltar umas 17h, sempre tem muita gente.
- Ok, tchau, mãe.
- Tchau, filhinha.
Saí meio apressada, mas quando Cheguei lá, tava fechado. Um cara me falou que tavam de greve. Olhei a hora, era 13:45. Comprei pão e voltei pra casa.
Quando cheguei, me assustei. Dava pra ouvir alguém gritando muito alto lá de fora. Pensei que tinham entrado pra roubar, então abri a porta bem devagar. Ao entrar, percebi que os gritos eram da minha filha. Ela gritava: – AHHHHH PELO AMOR DE DEUS, COMO DÓI, MAS QUE PRAZER – fiquei alarmada, fui até o quarto dela, que tava meio aberto, e olhei pra dentro. Estavam o Pepe e dois catadores conhecidos do bairro comendo minha filha. Agora eu via e não acreditava. Os gritos eram porque o Pepe tava metendo o bum com a poronga gigante dele, enquanto ela chupava a rola dos dois catadores.
Ela gritava muito:
– Ai, Pepe, não tem como você me comer tão bem
– Cê tá gostando, garota?
– Adoro!! Essa poronga grande que você tem, toda suja e bem preta!! Ai, meu Deus!!
– Gostou dos caras que eu trouxe, gostou?
– Sim, eles têm uma pica enorme e toda suja, cheia de queijo, têm um gosto muito gostoso!! AI, COMO EU GOSTO!!
De repente, o negão tirou a rola da bunda dela e os catadores se afastaram. Ela disse:
– Ei, o que rolou???
– É que... não sei se cê tá gostando
– Uff, como não vou gostar
– Então, pede pra gente
– GENTE, POR FAVOR, EU QUERO QUE VOCÊS ME COMAM, VEM CÁ QUE EU CHUPO A ROLA DE VOCÊS
– E pra mim, nada? (disse o Pepe)
– AI, VEM CÁ, ARREBENTA MINHA BUNDA DO JEITO QUE TAVA FAZENDO
– Tá bom, toma!!!
– UFFF, SIM, ASSIM, EU GOSTO, ME COME, ME COME, NEGÃO, VAI, VAI, VAI
– Ui, vou gozar, garota
– Nós também (disseram os catadores)
– Para, para, Júlia, deita no chão de barriga pra cima. Agora, rapazes, vamos encher o corpo dela de porra!!
– Aiii, como eu gosto, vem que eu limpo a rola de vocês
– Boaaaaa
Depois eles se vestiram e foram embora. Eu não podia acreditar, vendo minha filha na cama dela cheia de porra. Esperei ela tomar banho e depois fiz questão de me mostrar pra ela saber que eu tinha chegado.
– Filha, cheguei
– E aí, mãe, conseguiu fazer o registro?
– Não, me fizeram fazer a bunda, mas me deram um horário pra semana que vem que vem
- Uhh que merda, mas é, coisas acontecem
- Vou tirar uma sonequinha
- Tá, eu também, o sol tava me matando
Depois tudo seguiu normal até o dia seguinte:
Era umas 17:30, ela chega da escola, senta enquanto tomávamos mate e o celular dela tocou, não sei o que dizia a mensagem que ela leu, mas os olhos dela ficaram bem brilhantes, meio lacrimejando. Então perguntei:
- Filha, o que foi?
- Não é que… mataram o irmão da Sarita (a garota grávida do Pepe)
- Não! Quem matou ele?
- Ela não me contou (supus que ela não tava me contando tudo que sabia, mas ia descobrir)
- Uff, que merda
- É (ela desabou a chorar sem consolo)
- Bom filha, você não tinha muita relação com ele mesmo
- MÃE! Era o irmão da Sarita, imagina o que ela tá passando (super dramática)
- Tá, se acalma filha
Ela foi pro quarto e eu fui comprar o jantar no mercadinho. No caminho, estranhei não ver o Pepe na porta, pensei – Deve estar comendo outra mina do bairro, como ele gosta – Quando chego no mercadinho, a primeira coisa que a dona me conta é se eu soube do assassinato do irmão da Sarita, e eu disse que sim. E ela falou:
- E sabe quem foi, Vero?
- Não me diga
- Esse preto filho da puta do Pepe, parece que quando soube da gravidez da Sarita, foi encarar ele pra encher de porrada e o preto covarde deu um tiro nele com um revólver, a polícia chegou e levou ele. E espero que deixem ele lá pra sempre
- É, exato, bom, vou nessa
Eu ia pela rua e não acreditava, a cara de choque da Juli! Claro, acabaram as várias fodas! Que garota puta que ela se tornou, mas fazer o quê, é minha filha.
As semanas foram passando, fiquei sabendo que o Pepe levou 30 anos no presídio de Devoto. Minha filha ficou assim uns dois dias depois do ocorrido, mas depois começou a se recuperar, achei estranho. E sempre às terças e quintas ela matava aula, coisa que descobri porque sou amiga da orientadora dela, então numa quinta eu segui ela. vão acreditar que a vagabunda ia visitar ele na cadeia, nem a esposa legítima ia visitar. Aqueles dois dias da semana ele tinha visita higiênica e parece que ela dava uma surra de rola nele, porque quando voltava pra casa nesses dias, voltava com uma felicidade que não cabia no corpo.
Mas enfim, supus que um dia ela ia cansar. Eu segui minha vida como antes desse preto aparecer na minha vida, mas outras coisas aconteceram que com o tempo vou contando.
Bom, galera, esse é o final parcial da história, mas se essa parte bombar, vou me esforçar e publicar o capítulo “A patricinha, a filha e o favelado Parte 3.01”, que é a versão da minha filha Juli desde que ela apareceu na história. Beijinhos (onde vocês quiserem, haha). Valorizo seus pontos e comentários!!
14 comentários - La Cheta, La Hija y El Villero Parte 3: El final
Ojala haya otros.
La historia completa fue muy caliente!
Espero que sigas escribiendo!
Gracias por compartir
saludos