Viagem de trem de Rosário pra Capital

UMA MULHER SOZINHA NO TREM...

Meu nome é Marta, tenho 28 anos e estou casada há quatro anos.

O que vou contar aconteceu comigo há um tempo.

Era um sábado à tarde, quase noite, tinha terminado o clássico do Boca e Newells, estava tendo problemas com meu marido e a gente tinha brigado feio, então resolvi visitar minha mãe, precisava estar com ela, tinha vontade de contar pra ela o quanto estava terrível o que eu vivia com o Atílio, meu marido. Eu me confundia com o que rolava entre a gente. Misturava felicidade com tristeza, plenitude com vazio, o bom com o ruim.

Decidi pegar o trem, então chamei um táxi pra ir até a estação. Quando desci do táxi, dois caras numa moto roubaram minha jaqueta de linho branco, o que vinha atrás deu um puxão certeiro e arrancou ela das minhas mãos. Furiosa, entrei na estação de trem, percorri os vagões lotados de gente. Procurei até achar o que parecia mais vazio. Descartei a parte da frente, três homens muito sujos dormiam ocupando cada banco duplo. Quis me afastar deles, sem a jaqueta me sentia nua, estava vestida com uma saia de linho cinza bem clara, uma blusa bege e sandálias combinando com a saia. Caminhei ainda tremendo por causa do roubo e da confusão de ser presa fácil por ser uma mulher honesta.

Fazia tempo que não andava de trem e me arrependi de ter feito isso… quando a irritação do roubo acalmou um pouco, olhei com atenção o interior do vagão… os bancos também davam nojo, os que não estavam sujos estavam quebrados. Caminhei até o fundo, coloquei minha bolsa num ombro e me segurei no corrimão, preferia ir em pé pelo menos até me cansar. O trem se moveu, me sacudindo suave, ouvi vozes atrás de mim.

- Olha só esse pedaço de ruiva!!... que rabo… que pernas… isso é o que meu pau precisa!! – desconfortável, olhei ao redor, pensei que estivessem zoando alguma amiga, mas eu era a única mulher. Se alguém ouviu o comentário, simplesmente ignorou. Espiei eles disfarçadamente, eram dois caras grandões de Aparência suja, selvagem, terrível, um deles estava com uma barba de vários dias. Sentados no fundo do vagão, podiam me ver sem cerimônia, já que eu estava de costas para eles a menos de dois metros. Agiam exaltados, como se estivessem drogados.

— Que bunda gostosa!! — disse um. Desconfortável, olhei para fora como se isso pudesse evitar ouvi-los. — O que você faria com uma mulher dessa?

— Pendurava ela na minha pica!!... — respondeu o outro com uma voz mais grave. — Abria toda aquela carne de cu que ela tem e enfiava a pica até os ovos!!...

— Tá pedindo um puta de um cu... — riram, celebrando as atrocidades.

— E claro que sim!!... nem olhava a boceta... todas têm buceta, mas nenhuma tem um cu desse!!... já viu uma bunda igual aquela?...

— Não... nunca!!... tão redonda e empinada... nunca!!... que pedaço de carninha!!...

— Toda essa carninha apertada deve estar suando!!... com esse calorão deve estar suada... cheirosa... você lamberia, Tano? — perguntou o barbudo, se ajeitaram para me ver melhor.

— Claro que sim!! — berrou o aludido. — Chupava ela assim, porca do jeito que tá... e você?

— Eu também, porra... se ela tem um cu incrível!!... — me mexi com nojo, o rubor subiu às minhas bochechas. Mentalmente xinguei os babacas que tinham roubado minha jaqueta, que agora me cobriria. Desesperada e escandalizada, olhei para os lados... ninguém parecia perceber que eu existia!!. As poucas pessoas que estavam perto se afastaram para outros vagões, que eu sabia lotados. Pensei em imitá-las, mas desisti; naqueles, com certeza, teria que ir em pé, sendo apalpada até cansar por cada homem que passasse. Preferi essas imundícies nos ouvidos a paus desconhecidos nas nádegas. Afinal, se eles eram perigosos, sem dúvida me seguiriam. Decidi esperar. Os comentários continuavam — Eu, Tano... será que uma gostosa dessa caga?...

— Não sei!!... mas adoraria ver ela cagando, franzindo o narizinho e a bunda... Parecia se deliciar com as imundícies que dizia

- Pra mim ela manda extrair os toletes... – riram alegres – Uau, mano... olha os bundões empinados que ela tem!!... é inacreditável!!... que sexy girl!!... a partir de hoje sei que existe uma bunda perfeita... um rabo exagerado...

- Que porca mimada!!... se prestar atenção dá pra ver a calcinha... deve estar molhadinha... suadinha...

- Cê acha, doido? – gemi perturbada e morta de tanta humilhação. Minha Booty coberta pela saia de linho fino, diante dos olhos deles, se erguia em redondezas exageradas e cheias. A visão das nádegas pontudas os enlouquecia de tesão, sem dúvida a exibição do tecido esticado no meio, marcando a profundidade da fenda, era um escândalo

- Que bumbum marrom ela deve ter... – berrou um deles

- Marrom?... não, mano!!... cê não vê a pele rosa que ela tem?... deve ser rosadinho... – riu o outro

- Uau, mano... tem mil quilos de carninha apertada aí!!... essa bunda deve estar terrivelmente escondida... como será?

- Pequenininho... deve ser lindinho... Que maravilha!!... olha como a saia estica nos bundões!!... uau, mano... no meio, se prestar atenção, dá pra ver o aperto das bordas!!...

- Sim... dá pra ver a fenda peluda e cheirosa!!... Que delícia ganhar um rabo desses!!... – berrou o desgraçado

- Será que ela gosta de levar no cu?...

- Com certeza!!... deve estar bem arrombado!!

- Vai saber!!... que tipo de cara pega uma mulher dessas?

- Um rico, um bem filho da puta... e com certeza é um velho que nem consegue erguer o pau, e eu que tô com ele bem duro não posso comer ela...

- Vai ter que bater uma punheta!!! – riu o alto, disfarçadamente espiei pela minha axila direita. O garoto de barba tocou no pênis que, intumescido, ameaçava rasgar a calça jeans suja

- Que mulher de rabão!!... como será o rosto dela?...

- Que porra me importa o rosto!!... olha o corpo que ela tem!!... com uma bunda dessas até um bicho seria lindo!!
- Essa gostosa nasceu pra ser comida pelo cuzinho, Tano!!... me diz se só de olhar pra ela ela já não tá pedindo pra você arrebentar a bunda dela!!
- É... cê tem razão... tem sim!!.... é só cuzinho pequeno!!... ah, mano, quero passar o piru nela!!
- Os peidos que ela deve soltar com essa bunda apertada que tem!! – riram brutais – Cê não chuparia os peidos dela?
- Sim, barba... eu cheiraria eles, levantava essa saia de tricô e chupava bem chupado!!
- Que mina!!... é de morrer de tesão... olha como marca o pontudo da bunda... o que deve ser abrir toda essa carninha pra achar o cuzinho... essa sim tem ele bem escondido!!...
- Que bandas firmes... devem ser macias... que bunda linda pra cheirar!!... enfiava o nariz no meio desse rego e deixava ela apertar minha cabeça... colocava a cara entre esses glúteos pra comer o cheiro de cu dela...
- Eu o que enfiaria entre essas bandas é toda a minha pica!!...
- Isso, mano... encostar a cabeça da pica na rosquinha do cu e pegar os lados da bunda dela pra ela apertar a pica...
- Imagino ela me entregando toda essa carninha bem puta... choramingando quando enfio nesse cuzinho escondido...
- E ela falar... que não!!... que implora pra você ir devagar porque dói o furico dela!!...
- Ah, mano, que delícia ter ela de bunda pro ar... sentada na pica... gemendo enquanto aperta a pica com essa bunda linda!!...
- Eu mordia a nuca dela e apertava os peitos enquanto meto até as bolas!!...
- Eu, mano, que quadril ela tem... e essa cinturinha fina... daí eu segurava ela pra enfiar no cuzinho!! – eram de arrepiar... sentei num banco vazio, a dois deles, separados pelo corredor.
- Ué, sentou!!... olha como balança essa raba gostosa!!...
- Que bundão cheiroso!!... quero ser banco, mano...
- É... eu também quero... pra sentir o cheiro de cu dela... será que tem cheiro de buceta?
- Com certeza... deve ter uma buceta bem cheirosa… Ai, com o jeito gostoso que ela tem, quero sentir o cheiro dela!!...

- Que gostosa!!... Adorei aquele barulhinho que a meia-calça faz quando ela anda…
- Coxa roçando na outra… deve ser tudo bem apertadinho!!…
- Deve ser muito feia de cara… essa cutie não pode ser bonita… alta e com esse corpaço, certeza que a cara é um lixo… – riram – Vamos apostar algo…
- Não seja otário!!… eu, com essa rabuda e essas pernas de cutie, juro que ia achar ela linda do mesmo jeito!!… – olhei pra eles e, de pura raiva, sorri. Eles ficaram pasmos, vermelhos os dois; não esperavam que eu reagisse assim. Eram dois marmanjos tarados e surpresos
- Mas… Que maravilha!... meu Deus... Tano... ela é linda... ai!!... – o barbudo me deu um sorriso tímido, nunca imaginou minha reação. O outro, que parecia mais alto, se ajeitou nervoso no banco
- Barba… essa cutie não existe!!… mas olha esses olhinhos azuis que ela tem!!… ai que carinha linda!!… – focou no meu rosto, babando – Por favor… dá mais um sorrisinho pra gente... – pediu. Respondi com um sorriso ainda maior, agora eles estavam tão confusos pela tesão quanto pela surpresa do sorriso que não esperavam
- Você é di-vi-na!!… única… – comentou o barbudo, mordendo o lábio inferior de desejo. Surpresa, senti minha buceta molhada, nunca tinha vivido uma situação tão suja assim. Seria o calor do verão mexendo com meus hormônios femininos? Seria o tesão nas palavras deles?... A falta de respeito sem limites acenderia meus sentimentos mais íntimos?... devia ter um pouco disso. Nesse momento em que meu marido me negava... eles, desconhecidos, sujos e descontrolados, me davam atenção com total falta de ética e com as palavras mais obscenas e ousadas que meus ouvidos já tinham escutado. Me escandalizou minha feminilidade excitada. Talvez ter contado ontem ao psicólogo o que vivi com meu tio Coco tenha me deixado com tesão... o fato é que até queria ouvi-los, adorava vê-los com tesão e suando horrores com sua Pausas paradas. Parecia uma travessura, uma trégua...

- Nossa, você é divina, linda, incrível!! – garantiu o alto – Quem é você? – me virei, eles se assustaram

- Me chamo Marta… e sou uma senhora casada… – falei firme. De novo ficaram desconcertados com minha resposta, feito idiotas se olharam com olhos arregalados – E vocês, quem são?... – completei sorrindo e assustei eles ainda mais

- Eu sou Marcelo… mas me chamam de Tano… ele é o barbudo… somos músicos… tocamos hoje… – ele sorriu

- Já imagino as letras que vocês devem escrever com essas boquinhas que têm!! – repreendi rindo, eles acharam graça

- As melhores, gata... – afirmou o barbudo, os olhos dele tentavam se fixar nos meus mas não sabia o que olhar

- Que bunda que você tem!! – murmurou o alto, cheio de confiança e vermelho como se não quisesse deixar de ser ousado. Olhei fixo pra ele, entre surpresa e irritada, minha resposta saiu sem eu esperar, foi irônica, algo que uma vez ouvi e envergonhou um cara

- As nádegas são grandes... mas o cu é pequeno – falei suave. Ele engoliu seco, exatamente como imaginei, não esperava por isso

- Gata... muito pequeno? – ele insistiu – Não vai me dizer que seu marido não te enfia a pica??... – falou o barbudo, se jogando no assunto que o enlouquecia

- Não, minha religião não permite essas coisas, somos evangélicos...

- Mas... essa bucetinha é saudável? – admirou-se o alto

- Totalmente saudável!! – ri, tentando fazer amizade

- Pena que eu não sou seu marido… mas se eu fosse seu macho… sabe as coisinhas que eu faria com você? – o Tano sorriu excitado. Ao dizer aquilo, de certa forma dava a entender que não me faria nada. Isso me acalmou… talvez o perigo estivesse se afastando...

- Imagino...

- Olha como ela endureceu... tá vendo?... – ele buscou meus olhos

- Mas, garoto!!... – a pica dele parecia querer pular pra fora; o outro caiu na risada

- Não acredito que estamos falando de como a gente te comeria, ruiva… – disse ele, babando

- Vocês são doentes...

- Eu te partiria ao meio... te pegaria pelas laterais dessas bandas e te enfiaria Tava de saco cheio... – murmurou rindo entre gemidos quentes. E senti raiva... porque minha buceta molhada parecia precisar que ele fizesse isso.

– Ai, neném, que malvado!!... tá calor pra me inaugurar o cu!! – murmurei segura. Ele se tocou no pau desesperado.

– Eu te comeria do mesmo jeito... ia te fazer suar na sentada!!... ia arrancar suas bolinhas dos olhos de tanto meter...

– Gente... pelo amor de Deus... – aquilo era terrível.

– E seu marido não fica louco te vendo pelada com essa raba de fora?

– Não, te contei que nossa religião não permite fazer essas coisas...

– Mas... que otário!!... – julgou o barbudo com os olhos arregalados – Será que você não quer dar pra ele?

– Ele não é um degenerado...

– Mas ele tem a gostosa mais linda do mundo... a mais sexy... como ele não enlouquece? – parecia sofrer por não entender.

– Ruivinha, você é um milagre... uma maravilha... mas que pena!!... por que você sentou?

– Porque assim fico mais confortável.

– Certeza que nesse banco sentou um cara com uma doença fodida!!... – ri da saída do garoto que se chamava Tano. Ele suspirou – Ou devem ter baratas nos buracos podres que ele tem... – brincou. Olhei o banco destruído e senti nojo... não achei tão absurdo o que ele disse.

– Levanta aí e mostra essa raba mais um pouquinho... – convidou o mesmo garoto.

– Cê tá louco?... o que cê pensa que eu sou?

– Uma boneca... vai... só um pouquinho!!... com essa saia dá pra ver esses peitos divinos perfeitamente!!...

– Cê tá maluco... – falei baixinho.

– Vai... gata... dá mais um pouco de carne pra gente... – implorou.

– Sou uma mulher casada!!...

– E daí?, vai... é só uma olhadinha, você levanta e pronto!!... – os desgraçados me mexiam como nunca pensei... me excitava vê-los tão tesudos. Minha adrenalina voava ambígua em sensações safadas, se debatendo entre o medo e o desejo... os dois se acariciavam os paus sem vergonha, curtindo o que viam e o que imaginavam. Minha raba Sentada, pelo visto, não deixava de ser um manjar pros olhos deles.

— Quantos anos vocês têm? — tentei puxar conversa. Dezenove — disse o barbudo.

— E eu vinte — completou o alto.

— Vocês ainda são jovens... acho que... — eles riram, sem me deixar terminar a frase.

— Jovens? — perguntou o barbudo, debochado — A gente te comeria como nunca te comeram!!... Não tá vendo as picas duras que a gente tem? — não soube o que dizer.

— Vejo que vocês têm umas bananotas enormes... caras... pelo amor de Deus, tinham que me respeitar... tô falando numa boa com vocês...

— Mostra essa bunda pequena... — insistiu o alto.

— Não!!... — quase gritei, me recompondo com um sorriso, tentando dar alguma explicação. Meu sorriso foi um trejeito — Isso seria provocar vocês... minhas carnes... são muito volumosas...

— Gata, você nos faz sofrer!!... — murmurou o Tano, todo tarado.

— Se eu não saí correndo... e se tô falando com vocês... é porque acho que tão errados, muito errados... não podem ofender alguém assim!!... o que eu fiz pra vocês me tratarem desse jeito?... caras... não podem humilhar alguém por ter uma bunda carnuda — falei com raiva.

— Oh!!... como você disse “bunda carnuda” com sensualidade... fico doidinho... — o Tano, pra meu espanto, puxou o pau pra fora, era enorme e escuro, escondeu debaixo da camiseta grande e suja — Olha como ele tá por causa dessa bun...da... car...nu...da!!

— Moleque!! — fiquei paralisada.

— É que você me deixa louco...

— Mas... — e senti medo — Deus... vocês... nunca ouviram falar de moral... de respeito? — levantei a voz.

— Mas também não fica brava assim!!... a gente tá te apreciando de boa... não somos estupradores, nem vamos te jogar do trem... e você sabe como é gostosa... sabe que sua bunda é única... — comentou o alto, calmo. Isso me acalmou um pouco... suspirei quase aliviada.

— Mas... moleque... que desgraçado!!!... como você vai me mostrar o pau??... — rindo, ele mostrou de novo, pulsando de tesão, um jatinho de porra saiu disparado. O outro tirou o dele também. o dele com carinha de bobo. Os olhos de cordeiro degolado estavam perdidos.

- Não quer sentar nessa pica? – perguntou o barbudo

- Você é louco?... mas!!...

- Fala a verdade... toda mulher mente!!... aposto que alguma coisa mexe por dentro quando você vê minha pica...

- Sinto medo... nojo... raiva

- Medo de quê? – ele me olhou sorrindo

- De serem abusivos... – falei com raiva

- A gente não é estuprador...

- Mas são uns sem-educação... não entendem que sou casada?... sou uma senhora... – o Tano balançou a cabeça de um lado pro outro

- E por que você fica olhando pro meu pau com tanta admiração?

- Moço, sou mulher... me respeita!! – falei gemendo de vergonha e até com vontade de rir porque tinha olhado sem pudor

- Te dá prazer me olhar a pica?... – o Tano riu alegre e safado – E tem mal em gostar da minha pica?

- Nem pensa... me dá medo, nunca vivi isso... devem achar que sou uma idiota por falar com vocês...

- Vai, mostra mais um pouquinho da raba... – brincou o Tano

- Nem louca!!... mas... gente!!

- Só de ver... – implorou o outro

- Não...

- Não temos armas... não somos perigosos... por que não? – pareceu suplicar o mesmo cara com carinha de tesão

- Porque ficaria indefesa... vocês poderiam abusar... – isso os chocou

- Gata, um pouquinho... olha como a gente tá!!

- Durinhas... mas se eu mostrar minha carne, vocês vão abusar

- Não, juro que não... – o Tano cheirou o ar se maravilhando – Que perfume gostoso de mulher!!... ah, gata, queria cheirar suas partes mais íntimas... sentir o cheiro da sua bunda!!

- Meu Deus... você é o mais degenerado e porco!!...

- E você é uma delícia... sua bunda deve ser linda... – murmurou quase aflito – Vai, mostra mais um pouquinho...

- Se eu mostrar, vocês vão querer meter... nem louca!!... – ri tentando ser cúmplice em vez de vítima. As risadas deles, de meninos grandes, estouraram quentes

- Morro de vontade de ver aquela bunda de novo... de cheirar um pouquinho, adoro Seu perfume, garota... – suspirou o Tano, perdido.

– Não seja tão bruto...

– Pelo menos levanta igual hoje, que a gente tava te vendo – implorou o barbudo.

– Isso seria provocar eles... – senti meu coração bater forte – Uma mulher direita não faz essas coisas...

– Mas não seja ruim... – riu o alto – Seria dar um pouquinho de carne de rabo pra gente, você é uma gostosa, garota!!... vai, dá esse agrado... faz de conta que acabou de chegar... e que a gente nem existe... faz isso e a gente encerra o assunto... vai!!

– Se eu levantar, vocês param?

– Juro... vai... – insistiu.

– Tá bom, vou levantar, mas vocês encerram... – falei firme, além disso, tava horrorizada com a sujeira do banco. Me ergui diante dos olhos deles, pasmos. O trem balançou ao pegar um desvio, quando tentei me segurar nos corrimãos, fiquei de costas, eles gemeram. Minha raba ficou parada a um metro dos rostos deles.

– Que buceta, mulher!!... o que será que sente enfiar entre essas carnes? – senti raiva das palavras deles e da minha reação, que me escandalizava. Minha xota pedia desesperada por aqueles paus duros e jovens, minha mente horrorizada buscava sossego e calma, olhei eles por cima do ombro, eles estavam com os paus na mão, duros e ansiosos. O cheiro dos sexos deles chegou no meu nariz. Por um momento, o medo e a ansiedade se misturaram. A gente tava indo longe. Ajeitei a saia e caminhei decidida pro vagão seguinte... e foi o caos... tava lotado, cheirava horrível, nem me atrevi a me meter no meio da galera. Um sujeito me olhou de um jeito que realmente me apavorou... voltei com o coração a mil, passei do lado dos mendigos que dormiam na parte da frente e me aproximei dos rapazes, que ficaram felizes em me ver. O babaca que me encarou me seguiu com uma cara perigosa, era baixinho e gordo, desleixado. Sentei onde tinha me sentado antes.

– Que calor!!... – falou o homem, sentando do meu lado. Não respondi. Olhei pra ele, incomodada, e descobri que aqueles garotos não me assustavam em comparação – Viaja sozinha?

– Com meu marido... – cortei ele.

– Qual é... não se faz de difícil comigo, mocinha!!...

– O quê diz?
- Tá procurando fazer uma grana, né? – riu – Mas errou de lugar… tu é pra outros territórios…

- Do que cê tá falando? – agora minha confusão e raiva tavam no limite

- Que cê tá muito provocante… demais… – colocou a mão no meu joelho

- Filho da puta!! – gritei e dei um tapa nele com toda força. Ele segurou o rosto

- Que porra cê fez, sua puta!!… vou te arrebentar, sua idiota!!… – disse furioso, levantando a mão, foi quando vi o Tano. Ele levantou o cara pelo pescoço por trás e empurrou ele pro corredor. O olhar dele era fogo

- Vaza, seu velho babaca!!… – o babão saiu rápido, assustado, ajeitando a camisa. Suspirei agradecida, irritada, me odiando por pegar o trem nesse horário.

- Valeu… – falei olhando pra ele, ele sorriu poderoso.

- Vem com a gente…

- Vocês são tão perigosos quanto aquele cara… – murmurei

- Se aquele gordo é de uma torcida de futebol, ele vai voltar, e acho que não vem sozinho… muitos tão voltando do jogo de ontem… – e aquilo me apavorou – Vem, ruiva, senta com a gente… senta… – pareceu implorar. Levantei e fui até o lugar. O banco era nojento, do outro lado um homem que dormia se ajeitou e continuou no sonho, ignorando a gente. Limpei o banco tentando não virar, agora eles me viam a centímetros.

- Nossa, ruiva, que cintura arqueada cê tem… que buceta linda cê deve ter… como afunda no meio… – falou o barbudo, rindo que nem idiota

- Para com isso, moleque!!… – murmurei firme, o garoto ficou vermelho. E virei irritada, nem liguei de enfiar a bunda na cara deles. Limpei o banco com as duas mãos. Eles uivaram que uns doentes com minha rabeta quicando exagerada. Sentei.

- Cê acha mesmo que aquele idiota vai voltar? – perguntei, espiando o corredor

- Por via das dúvidas, pra eles acharem que somos três, por isso não mando o velho do seu lado pra fora na porrada

- Tá bem… e valeu de novo… se você não intervisse, aquele lixo ia me bater

- Se ele chegasse a te tocar, eu matava aquele babaca!!...

- Cê queria transar? – perguntou o cara barbudo pro Tano

- E quem não quer?... – respondeu ele como se eu nem tivesse ali. O pau duro dele apareceu, assustador, ele acariciou – Olha como fica a pica... que tesão que eu tô!!... – comentou, difícil. O outro imitou ele. Tampei o rosto vermelho, incrédula

- Gente... isso que vocês tão fazendo é loucura... guardem isso, tá?

- Por que seu marido não te come?... eu dava uma surra nele de besta... – sussurrou o Tano se tocando – Quem podia abrir essas bundonas pra saborear teu cu não faz isso!!...

- Não fala merda, cara... isso é inacreditável pra mim... como você me fala essas putarias? – ri incrédula

- Quanto de bunda você tem?

- Demais...

- Me fala...

- Umas cento e trinta... é enorme... e como a cintura é fina, parece ainda maior... – sorri – Se você soubesse a vergonha que tenho de ter ela tão grande... – confessei, buscando a cumplicidade dele

- Vergonha?... mina, tu tem a melhor bunda do mundo... que rabão!!... é lin-da... que prazer ia ser te ver pelada!!... eu viveria por você... – afirmou com admiração e até respeito. Era o que mais falava dos dois e o que parecia mais calmo. Até imaginei ele mais dominável, menos pirado apesar da bestialidade. O outro me olhava com uma mistura de baba e terror

- Gente... vocês não podem guardar essas bananudas?... tão fedendo... – ri, vermelha

- Não consigo... – explicou o Tano – Tô com o pau doendo de tão duro... – completou, rouco.

- Meu Deus, a bolsa!!... – gritei, lembrando dela. Levantei e corri até o banco onde tinha esquecido. Não acreditei que ainda tava lá. Voltei e fiquei de pé

- O que foi? – perguntou o Tano

- Esqueci a bolsa...

- Senta aqui... – me convidou

- Gente, vou ficar do lado de vocês por causa daquele cara... mas esse banco tá nojento... – e eu realmente tinha medo de pegar alguma coisa sentada ali. Me segurei no apoio de mão que era dos caras. Fiquei quase de perfil pra eles. O barbudo me olhou com gula

- Ruiva, que cintura violada você tem... eu nunca vi isso... essa buceta deve ser um sonho… – sofria vendo o que agora permitia aos seus olhos

- Não quer que eu te pegue no colo? – convidou o outro enquanto olhava sem vergonha minha entreperna

- Obrigada… – ri balançando a cabeça de um lado pro outro

- Você não pode ficar em pé com toda essa gostosura que tem pra sentar…

- Agradeço o convite, mas o assento que você me oferece deve ser bem desconfortável – murmurei rindo

- Vai, ruivinha… vamos transar um pouco… enrosca minha pica nesse cuzinho lindo… – implorou o Tano. Suspirei

- Que nojento você é!!

- Vai, enfia ela assim pra eu ver essa carinha linda gemendo dengosa… – preocupada, olhei pro corredor, cruzando uma perna sobre a outra, virei de leve e sem querer dei a eles quicadas aos montes. O grito duplo explicou que estavam se regozijando com tamanha visão. Olhei pra eles vermelha

- Ai, quanta carne de bunda… de usar a palavra: buceta… – explicou sua doença o Tano – Gata… você também tá excitada? – acrescentou aquela pergunta irreverente

- Ai, não!!

- Fala a verdade pra gente... será que as mulheres não ficam com tesão igual a gente? – ele sorriu pra mim

- Não sou uma puta!!... – avisei trêmula. O homem sentado no banco da frente pareceu ressuscitar, tossiu vermelho, me encarou espantado

- Eu tenho certeza que você tá excitada… mas não se solta porque é mulher casada e todas essas coisas que disse… mas aposto minha cabeça que você adoraria tirar a calcinha… – foi um sussurro do barbudo. Suspirei com suas palavras calmas, reprimidas

- Eu penso igual a esse babaca… que você adoraria sentar nessas picas duras... pra gente roçar na sua buceta… ela deve estar desejosa, molhadinha… – engasgou o outro, muito vermelho. Mostrou o pau que masturbou suavemente. Gemi irritada, desconfortável, incrédula. Eram dois filhos da puta terríveis. Estavam me comendo com as palavras, era loucura, era inacreditável

- Não sejam porcos... galera... e você guarda isso!!… – murmurei feito uma idiota... uma tontura gostosa me tomou. O outro imitou, tirando o dele

- Você sente meu pau entrando na sua buceta rosa?... é muito Dura e quente… e sua coisinha é macia… yummy… te seguro pelos lados pra meter e consigo ver sua bunda bem na minha cara… sinto o cheiro docinho da sua calcinha… – grunhiu o Tano - Uhum sim… e agora você se solta pra sentar na minha… – gemeu o outro – Você tá molhada, crocante, sua bunda quica quando você enfia… - Ai que tarados!!... – e ri numa mistura de nervosismo e tesão pelas loucuras que diziam – Guardem essas bananotas… ai gente, chega!!... não sejam nojentos - Sua buceta deve estar bem molhada… cê tem coragem de negar?... – perguntou o Tano. Suspirei – Vai… vem… e senta um pouquinho na minha!! – pediu rouco - Não… ai, não me encham mais!!... chega… sou uma mulher normal!!... uma senhora… - Você é uma mulher gostosa… vem… vai, gata… tô morrendo de vontade de sentir o cheiro da sua buceta… da sua bunda… de aproveitar esse mundão de mulher… de sentir toda essa carne quicando enquanto te enfio… - Não… – exclamei irritada. Era a putaria e o tom exaltado das vozes deles que me excitava. A buceta molhava minha calcinha sem parar - Você tá desejando pela sua buceta… me dá esse pedacinho macio… deve ser bem rosado… - Não… não quero… vocês vão acabar comigo!!... – falei brava tanto comigo quanto com eles - Você tá tão quente quanto a gente… – riu o Tano vermelho – Se seu marido não te dá pelo cu, cê deve ter vontade de saber como é… deve se imaginar enfiada no meu pau até o talo… deve ter vontade de pular no meu pau com sua bunda cheirosa - Ai, não!! - Ai que tesão que eu tô… que vontade de carne… deve ser esse calor, gata!!... talvez você precise que a gente te toque… - Não… ai, para de encher o saco!! - Sua buceta precisa do meu pau… sua buceta não sabe que você é uma senhora… – olhei pra ele perdida, e ele tinha razão… eu era uma mulher excitada desejando aquelas bananotas duras e cheirosas - Vou tocar sua bunda… você vai sentir minhas mãos… – sussurrou o Tano sem foder – Ninguém vai te foder sem você querer...

- Você é louco... – expliquei, sobrecarregada. No nosso cantinho, em poucos centímetros, tudo se desenrolava; com suavidade, aproximaram as mãos, acariciaram delicadamente a bunda sobre a saia de tricô. Gemeram desesperados ao fazer isso.

- Não toquem na minha bunda... – pedi baixinho, mas a verdade é que não conseguia me afastar.

- Que rabo divino você tem!!... que duras são essas nádegas!!...

- Já chega... garotos... – sussurrei, mas minha voz me traía, eu estava cheia de desejo, tão excitada quanto quando o Coco me apalpava de um jeito doentio. As mãos deles ergueram a saia devagar. Pareceram chorar com o rosa que se revelava. A calcinha de lado pulou apressada.

- Ah... isso é ina-credi-tável... nunca vi tanta carne gostosa... – sofreu o barbudo. O italiano sentou na frente, acariciou delicado por cima da calcinha... apertou com gosto o que era cheio.

- Garotos... ai, não me toquem... – sussurrei, ardendo, distante. O italiano levou uma mão até minha virilha... e sentiu o molhado. Me viravam devagar, queriam que eu ficasse de costas, e eu voltava a ficar de lado para não mostrar.

- Meu deus... que bunda... se os glúteos saem por cima... que redondos... ui, quanta carne você tem!!... – sofreu o barbudo.

- Chega... garotos... – implorei, extasiada, incrédula... uma mão puxou a calcinha para o lado numa nádega – Ai, isso não!!... – me escandalizei sem forças. De novo a virada, cruzei uma perna na frente da outra para ninguém entrar na pussy.

- Ai, que racha gostosa!!... gata, vou ficar louco!!... não pode ser tão gostosa essa mulher – falou o italiano murmurando desejos, ânsias. E me mexi para virar, para tirar deles, e as nádegas pularam, surpreendendo-os. As respirações estavam pesadas, o frenesi tomava conta.

- Garotos, já chega... – a calcinha creme de renda rangeu nas mãos de um deles.

- Gata... isso é um pudim de pão... – me virou o barbudo, doente, vermelho, perdido mil vezes.

- Garotos... ai, me deixem!!... – e olhei para eles, envergonhada, por cima do ombro, seus caras pareciam descompostas… admiração, prazer, luxúria, tudo isso aflorava nos olhares deles

- Você tá cheia de pintinhas... sua carne é yummy... macia... – grunhiu o Tano, e de novo puxou a calcinha

- Neném... o que você guarda aí... escondido... que coisa tão mimosa é essa?... – perguntou bobão

- Ah, não seja bobo... – murmurei sem forças. O calor fazia a gente suar e a excitação fazia a gente ofegar, toda aquela carne recebia as mãos deles e os hálitos pesados – Gente, chega... – acrescentei diante do perigo que crescia… e um dedo entrou na pussy… perverso, alheio, irreverente, acalmando. Me mexi num gemido que recusava, e outra mão arrancou a calcinha. Agora tudo mudava… e gememos pelas carnes livres quicando… agora aquilo que eles queriam se mostrava inteiro, escandaloso nas formas diante dos olhos deles. E senti a surpresa de me saber indefesa, no cu e na pussy – Não!!... – gritei, e eles grunhiram incrédulos, perdidos, famintos

- Deus... que rabo... olha isso, mano... quanta carne yummy... pelada!!...

- Ah... gente!!... não me deixem com a Booty no ar... ah... não!!... – as mãos deles pareceram enlouquecer… começaram a apalpar desesperados – Gente, chega!!... Ah, não me desejem assim!! – soluçei

- Boneca... você é divina... tem uma Booty cheinha... me dá o caroço do seu cu chei...ro...so!!... – disse o Tano febrento. Minha Booty se debatia a poucos centímetros dos paus duros. Senti um beijo numa nádega, e outro… e os gemidos deles cresceram. O cheiro dos sexos deles me excitou pra caralho, eu precisava deles. O homem olhava incrédulo com a boca bem aberta

- Ah, senhor, esses meninos tão abusando!!... me ajuda!!... – reclamei num sussurro. Diante dos apalpões e pra escapar, mexi a Booty pra evitar as mãos deles, mas na luta caí no colo de um deles, agora as distâncias morriam, senti as pernas firmes e poderosas, os hálitos, as mãos curtindo minha carne sem piedade. O homem grunhiu encantado com o que via. Sem dúvida meu cabelo bagunçado e minha De pouco em pouco, eu mostraria a cena mais lasciva de todas. Eles tocavam minhas nádegas e seus narizes pareciam se embriagar com o perfume da minha pele.

- Neném, como você está gostosa... – sussurrou o Tano, impressionado.

- Ai... não me toquem no cú... não!!

- Quero enfiar no teu cu cheiroso... – gemeu o cara de barba.

- Ai não!!... não abusem de mim!!... – pedi, assustada... mas... o que estava acontecendo comigo?... por deus, eu desejava eles... Olhei pro homem que, lascivo, estudava como meu corpo se contorcia pra escapar. Um pau duríssimo acariciou, latejante, percorrendo a minha fenda. O prazer e o medo se confundiam, o cheiro daqueles paus selvagens enchia minha mente de pensamentos doentios. Horrorizada, me mexi, era impossível pra eles se enfiarem de qualquer jeito, só curtiam as carnes que acariciavam como loucos.

- Neném, me dá a bunda... não consigo ver, mas sinto o cheiro desse cu!! – pediu o Tano, que era quem me segurava sentada no colo dele. Com o tronco curvado, cheirava e lambia as bundonas. Meu corpo se inclinava pra frente numa dança que tentava cobrir, aos poucos, minha integridade, mas era verdade que o pau que tocava no meu clitóris conseguia me excitar. Eu queria aquilo dentro... e rejeitava. Minha buceta traía minha mente de senhora casada, de mulher direita.

- Que mulher você é... ai, divina, deixa enfiar nesse rabo!!!

- Não, ai!!... vai doer!!... não dou isso nem pro meu marido... – murmurei, escandalizada. O homem, irritado, passou a mão na testa.

- Vamos te comer, ruiva... olha como você deixa minha vara dura... – rosnou o barbudo.

- Não, não façam isso comigo... galera!! – supliquei, me segurando no corrimão do banco da frente. Tentei me levantar, mas só consegui cair no colo do barbudo, que recebeu o presente com o maior dos prazeres.

- Uai, quanta carne macia tocando no meu pau!! – resmungou, apertando meus flancos. A fenda da minha bunda terminava no peito dele. Ele levou o rosto até o local e passou a língua – Mulher, que perfume adocicado tem a sua raba!! – me mexi. Presentando mais carne que um guloso lambeu. O Tano puxou minha blusa sem ombros e o sutiã… os peitos nus saltaram, ainda firmes.

- Que peitão gostoso você tem!!...
- Deixa eles... – implorei, perdida. As mãos dele agarraram ansiosas os seios, coloquei as mãos nos bicos, mas ele começou a lamber meus dedos me olhando nos olhos.
- Oh, que bicos lindos!!... são como uvas rosadas... – gemeu encantado ao pegar um entre os lábios.
- Tá bom de peito? – perguntou o cara atrás de mim.
- Ela tem tão lindos quanto a bunda... grandes... divinos... oh, que gostosa!!... – me levantei pra tirar os docinhos da boca dele, mas só consegui dar mais raba pro barbudo, que aproveitou pra abrir a rachadura, a língua dele tocou na rosquinha do cu.
- Neném... uau que cu... zão!!... ali tá o cuzinho safado... – murmurou encantado.
- Ai, não beija ele não!!... galera!!... ai, senhor me ajuda, eles querem me comer!! – o homem me olhou aterrorizado, pelo volume a situação o incomodava.
- Fica feliz, neném... ninguém vai te ajudar... a gente vai arrebentar essa bunda linda... – garantiu o Tano, que apalpava ansioso tudo que podia. Os lábios dele desceram pro meu umbigo, beijou com prazer – Que barriguinha perfeita!!... – suspirou.
- Me deixem... ai, saiam!!... – minhas mãos cobriam a pussy, ele as afastou com força.
- Uau, barba!!... se você ver a pussy dela, morre de prazer!!...
- Prefiro olhar essa bunda divina... – respondeu beijando a rachadura apertada e cheia.
- Ela tem uma pussy rosa e gordinha... bem depilada... fechadinha... uau, vou morder ela!! – levou uma mão pros cantinhos da vulva, onde a virilha formava, e acariciou o lugar, os olhos dele estavam vermelhos de paixão, me olhou encantado, perdido, se levantou e lambeu os peitos.
- Neném... sai – balbuciei, se eu me mexesse demais, ia espetar na pica do barbudo, então não conseguia evitar muito as carícias dele – Chega!... ai... juraram que não iam me fazer nada... galera!!... – o homem mais velho Ele se lambeu olhando a cena.

- Você vai defender ela ou vai ficar olhando a gente arrebentar a bunda dela? – perguntou o Tano, o homem olhou assustado pra ele.

- Por mim, façam o que quiserem, rapazes... eu não quero problema... – a voz dele saiu grossa e excitada. O Tano largou meus peitos e ficou paralisado me olhando.

- Ah, não sejam maus... não sejam perversos!! – olhei pro homem com a boca entreaberta, ele mordeu o lábio inferior.

- Como é que chama essa pussy rosa, gata? – perguntou o Tano.

- Bu...ce...ta...

- Vou chupar ela bem chupada... cê quer?

- Sai... – as mãos dele brincaram no meu clitóris.

- Que coisinha... você tem uma empada de carne fabulosa!!... que apertadinha!!... gata... cê nunca transa, é? – os lábios dele acariciaram o montinho de carne e a língua tocou a fenda macia. Eu suspirei – Ah, você gostou!! – ele disse me lambendo.

- Não... ah, sai...

- Deixa eu fazer... se você quer sentir ela dentro!! – respondeu. Atrás de mim, o barbudo chupava uma nádega como se a vida dele dependesse daquilo.

- Ah, não!!... deixa minha bu...ce...ta e meu cu... que tá errado!! – pedi, toda atordoada, me mexendo enquanto a língua dele dava batidinhas leves no clitóris. Senti o pau percorrendo malicioso a racha da bunda, a cabeçuda irreverente e dura apertou no ânus... me mexi e escapou pra cima.

- Dá pra ela, barba... não consegue?

- Não consigo... – rosnou o outro, desesperado... e você, o que tá olhando? – perguntou pro homem sentado na frente, que tava de camisa e gravata, cara de vendedor de ocasião.

- Nada, rapazes... – respondeu desviando o olhar, não tinha coragem de ir embora mas também não tava convencido de ficar.

- Como assim nada... você é retardado? – o barbudo pareceu se irritar.

- Bom... tô vendo uma mulher espetacular, né? – ele riu bestamente.

- Descreve ela... – ofegou o cara que me segurava no colo.

- Não, rapazes... deixa ele... Chega!!... – pedi, o Tano se afastou da minha pussy ficando de joelhos de lado. Ele gostou do jogo que o amigo tava propondo.

- Descreve ela. velho – ordenou, divertido
– É uma mulher linda… ruiva, de olhos azuis… – sorriu, apavorado
– E o quê mais?... – o Tano instigou ele a continuar
– Bom… eu não sei descrever… mas tem uma buceta linda, apertada… uns quadris incríveis… a pele deve ser macia, né?… é muito branca… melhor dizendo, de um rosa bem clarinho… cheia de pintinhas… e que peitos lindos…
– Você gosta dessa buceta, velho?
– Ah, sim… ela tem uma buceta linda!!… é o que eu vejo… – pareceu se encolher, assustado. O Tano se ergueu
– Eu, velho… alguma vez você já comeu uma mulher assim? – perguntou, passando a mão no cabelo sujo. O homem riu
– Claro que não!!… nunca!! – lambeu os lábios. Eu me mexi, me levantando um pouco, o movimento fez o pau encontrar os lábios maiores. Aquele roçar foi um segundo, um vislumbre, uma carinho sem valor, tremi em sensações contrárias… era duro, terrível, perigoso, aquilo era carne buscando se saciar… e me tomou o cheiro, os grunhidos, o pulsar doentio… um segundo… só foi isso. E ele entrou na minha buceta. Escandalizada, gemi, como se aquela entrada me aliviasse em vez de me tensionar… suspirei meu êxtase, agora estava dentro… agora estava me comendo…
– Ah, enfiei… gostoso!!… – parecia chorar o dono daquele pau duro. Era febre lá dentro, um descontrole de carne que brincava com cheiros e umidades. Os outros olharam, pasmos – Tano… meti fundo na buceta dela!!… é uma delícia… ela tem uma buceta gostosa!!… – e sofreu ao dizer
– Ai, não!!… ti…ra!!… – chorei, envergonhada pelos rostos transformados
– Que filho da puta!!… olha o anel rosa que você tá enfiando!! – disse o Tano, incrédulo. O velho riu, nervoso
– Meteu nela, cara… olha como ela engoliu… até as bolas!!
– Ai, tira de mim… que sou casada… não… não!!… ai!!… – supliquei, mas era só minha mente que rejeitava
– Ah… que buceta divina!! – grunhiu o barbudo babão – É deliciosa… aperta meu pau… seu marido tem ele muito pequeno? - Tira... tira pra fora!!... ai, gato, não!!... tira de dentro da minha... bu...ceta!!
- Responde pra ele – pediu o Tano – Teu macho tem pica pequena?
- Sim – respondi cheia, mulher, o pau era um carinho...
- Deixa um pouquinho pra minha barba... ui, que filho da puta... olha como você tá dando!! – falou o Tano excitado.
- Ai, mano... que mulher gos...tosa!!... ui, depois não vamos querer comer mais ninguém!!...
- Deixa eu ver – insistiu o outro. Me pegou pelo braço, me levantando. O barbudo grunhiu irritado quando o pau saiu. Me deixei cair ao lado dele.
- Gente... Chega!!... – envergonhada, tapei os peitos e a buceta
- Mostra essa raba – ordenou o Tano
- Não!!...
- Vai, gata, ajoelha e reza pra mim
- Não seja tarado... chega!!... – supliquei, desconfortável, humilhada, com tesão, os olhos dele agora pareciam de um louco
- Mostra essa bunda linda
- Não, porque você vai querer arrebentar – murmurei
- Você já viu a raba dessa mulher? – perguntou o Tano ao homem de gravata
- Não... rapaz, não vi não – e o rosto dele mostrou expectativa pra ver
- Ai, véi... imagina a melhor bunda do mundo... a mais empinada e redonda!!... é assim!! – explicou rindo enquanto fazia um círculo exagerado na altura da própria bunda
- É... tanto assim? – perguntou como um idiota
- Mostra um pouco pra esse homem... não seja ruim – pediu babando
- Não... gente... sério... ai, chega!!... – o Tano se aproximou e abriu minhas pernas, levou o pau na buceta e cravou até o fundo... – Gato – gemi escandalizada, nos olhamos nos olhos, nos meus tinha surpresa, nos dele lascívia
- Que bu...ce...ta ma...ra...vi...lhosa você tem – grunhiu se cravando com força, os lábios dele lamberam meus peitos como se fossem doces
- Chega, gato!!... sai – pedi irritada, mas precisava que continuasse, um orgasmo maravilhoso me cobriu desde a espinha, me deixando tonta, vi o rosto vermelho dele e o cheiro distantes suor.
- O que eu faço com você?
- Você me come pela ca...raca... des...gra...ça...do... – falei mansa, olhando pra aqueles olhos bestiais
- Já comeu uma rola grande como a minha?
- Não... nunca... – era a maior das duas
- E o que você sente?
- Que é errado... ai... ne...ne... não!!...
- Você mente... fala a verdade... fala!! – ordenou, lambendo os peitos
- Você é um safado... me dá mesmo!!...
- Nena, adoro te dar com a rola!!...
- Como você tá du...ra!!... – murmurei pesarosa, o prazer errado me dominava
- Quero sentar pra você enfiar de vez!!
- Não... ne...ne!!... – ele tirou, ficou de pé do meu lado. A pica preta e enorme dele tinha gotinhas de porra na cabeça vermelha
- Ah!!... se não tiro, gozava, nena... – fechou os olhos. O barbudo que tinha ficado olhando levantou uma das minhas pernas, fiquei meio de lado. Pra minha surpresa, ele tirou rápido as meias e lambeu meus pés, meus joelhos... nunca tinham feito isso comigo!!... me estupraram, me adoraram!!
- Nene... – gemi assombrada, logo a cabeça dele chegou no meu meio. Sem vergonha, fechei os olhos e inclinei a cabeça pro lado – Sa...fado... – gemi incrédula por me oferecer com desejo. Ele saboreou minhas carnes me adorando, belisquei o banco imundo de couro rasgado e sujo. Meus sentidos alertas pareciam amplificar barulhos e cheiros, sentia o chacoalhar do trem, as interjeições quentes deles, o cheiro das picas. Com os olhos semicerrados, vi os rostos bobos me estudando
- Uai... nena... assim que eu gosto, você fica mansa!!... – rosnou o Tano – eu, otário, como ela é gostosa!!... quanta carne rosa!!... cê gosta de como a gente te come?
- Ah, vocês são uns filhos da puta!!... – gemi, irreconhecível. Desde as relações com meu tio que não sentia tanto tesão... sem dúvida, tava louca... entregue, mimada, feita uma puta sem trégua
- Vem, fica de pé... – ordenou o Tano, empurrou o amigo e me levantou. Pela primeira vez, fiquei de pé do lado dele, tinha minha altura. Pegou uma das minhas mãos e apoiou na pica dele enorme, era como uma banana curvada pra cima – Assim... pega no meu chouriço!!... – suspirou

- Sabem o que eu tô vendo aqui atrás? – perguntou o barbudo nas minhas costas

- Minhas nádegas carnudas... – gemi

- Sim, suas partes traseiras fedorentas, seus bochechões rosados e saltados... vou chupar eles, minha religião me permite... – esclareceu rindo safado, se agarrou na minha cintura e lambeu com desespero e sem freio a Booty

- Uau doido... chupa a bunda dela!!... assim... chupa ela... – riu o amigo olhando atrás de mim – Que bunda grande barbudo, tua cabeça sumiu entre os gomos!!

- É tanto assim?... – falou o homem, e pareceu se arrepender de ter falado

- Você não imagina o pedaço de raba que essa deusa tem, dá pra comer o cu dela a vida toda!!... – afirmou o Tano

- Gente não... ai!!... chega... deixa minha Booty... – pedi olhando nos olhos do Tano

- Sabe gata?... adoraria voltar pra casa e te ter pelada com toda essa bunda no ar esperando meu pau bem duro... – confessou cheio de vontade. Acariciei a banana dele enquanto examinava seus olhos, senti a língua no cu e um beijo carinhoso na rosquinha escondida

- Ai não seja porco neném... não me chupa... o... cu... ai deve estar fedido... sa...i!!.... – suspirei sem parar de olhar nos olhos do meu carrasco – Ai fala pro teu amigo sair daí!!... – reclamei dengosa apertando a pica dura dele. Isso adorou. Meu olhar percorreu sexy os lábios dele, desesperado lambeu meu pescoço e peitos

- Gata aperta minha pi...ro...ca...

- Ai teu amigo lambe meu cu... – contei e ele desceu pra usar a palavra: buceta. Lambiam desejosos, absortos… encantados com as carnes, saboreavam segredos, provavam cheiros, meu cu e minha buceta. Buscavam sem parar me dar prazer… isso faziam… e conseguiam. Era o estranho… o bom no meio de tanto ruim… Nem sei porque fiz isso mas acariciei a cabeça do Tano. O homem de gravata se transformou por inteiro, vermelho suspirou a cena

- Degenerado... ele gosta de ver como eu chu...pan... – murmurei
- Adoro... a senhora tá uma delícia de lamber, dona...
- Esse garoto tá me lambendo o cu... – falei olhando nos olhos dele, a língua ansiosa e safada tentando se enfiar no ânus
- Assim, otário... chupa a bunda dessa mulher... – gemeu o Tano – Eu tô na pussy, nessa argola rosa e linda!!
- Uii, ruiva!!... como vou deixar teu rabo!! – sentenciou o barbudo com a cara lambuzada entre as nádegas, a cabeça se perdia ali, as mãos agarravam os cachetes... abria e fechava como se o balançar de tanta carne lhe desse o maior dos prazeres
- Sai da minha bunda... que deve tá cheirosa... – gemi envergonhada.
- Amo o cheiro do teu cu... – disse perdido
- Cê ia gostar de ter as duas cocks? – perguntou o Tano – Quer uma no cu e a outra na pussy?
- Não... isso não!!... pelo amor... não façam isso comigo os dois... – respondi aterrorizada
- Então vamos arrebentar teu rabo... vamos meter um de cada vez até as bolas no teu cu imundo... – afirmou maligno, o tom dele me apavorou, não queria aquilo
- Moço... me ajuda... vão me destruir a bunda... ai isso não!!... querem que eu entregue... – o homem respirou pesadamente
- Dona, eu... não tô – falou tremendo. O Tano riu
- Se ele vê teu rabo, ele mesmo tira a cock e te manda, gostosa!!
- Não!!... ele não é igual a vocês...
- Que não?... vira... mostra pra ele... e cê vai ver!!...
- Não!! – gritei. Ele me pegou pelo braço e me virou devagar. O outro cara se levantou, ficaram olhando minha bunda nua, me segurando pelos braços. O silêncio foi total, atroz, impiedoso. O homem sentado atrás de mim me viu pela primeira vez por trás, em primeiro plano
- E aí, seu, o que acha?
- Meu Deus!!... tavam certos... Uii que cu!!... que pedaço divino de rabo!! – murmurou atônito, rindo da própria excitação e choque – É... es-pe-ta-cu-lar!!... nunca vi nada igual!!...
- Tá pronta pra Pegar ela?... Tá pedindo pra partir no meio? – perguntou o Tano

- Sim... nossa... é inacreditável!!... essa bunda pede pica, cara!!

- Viu?... esse senhor tão gentil, em vez de te ajudar, quer te arrebentar o cu!!

- Que maldade!!... galera, Chega!!... – virei pra tirar minha bunda horrível dos olhos deles, os dois sentaram. Brigaram entre risadas pra me sentar no colo deles, os paus enormes apontavam ameaçadores, a bananona do Tano teve mais sorte, entrou até o fundo da buceta. A penetração brutal e quente fez a gente gemer, me movi na pica... entregue, despenteada, cheia de tesão, mil vezes puta.

- Ah, gata, que forte que cê tá!!... – sussurrou me dando

- Ai, malvados!!... que pica que vocês têm... ai!!... que ma...lu...ci...nha... – o barbudo se levantou e colocou o pau na minha boca, o cheiro da rola era forte, nojento, gostoso

- Chu...pa...!! – ordenou

- Não!!...

- Chupa meu cacete... – insistiu. Olhando nos olhos do homem de gravata, comecei a saborear a bananona dura que entrava até minha garganta... tive vontade de morder, de devorar, fechei os olhos ao sentir outro orgasmo maravilhoso

- Que bem que cê chupa meu pau, gata!! – gemeu encantado

- Uau, cara!!... faz ela chupar e manda pro cu... – pediu o velho

- Cê ia gostar de ver isso, véio?... quer ver como eu mando pro rabo?

- Claro que sim... com a bunda que ela tem!!... – riu idiota. Tirei a pica e olhei com nojo

- O senhor é mais degenerado que eles!!... ai, em vez de aju...dar... me... você in...cen...ti...va!!! – reclamei

- Não fala com o velho, chupa logo... – pediu o barbudo apertando meus lábios – chupei como se quisesse arrancar fora.

- Uau... essa mulher vai me fazer go...zar... – gritou tirando a bananona da minha boca

- Ela é uma delícia... – suspirou o Tano me enfiando desesperado, meu corpo rolava na pica dele me deixando louca, cheia de prazer, tesão

- Ai... gato... que pau que você tem!!... que ma...ravilha... – gemi Olhando por cima do ombro
- Ruivinha, quero te aproveitar pelo cu...!!
- Não... por aí vai doer... não seja ma...lo... – pedi me mexendo em cima dele
- Vamos meter nela, Tano? – perguntou o barbudo, aproximando de novo o pau da minha boca
- Sim... boludo... claro... olha só, não vamos perder essa bunda!!... ela vai adorar!!...
- Não, galera... o rabo não!! – implorei – Já mataram a von...tade... de me foder... de me ter pelada!!... – roguei. Os paus pulsavam, um dentro e outro a centímetros dos meus olhos
- Metam nela pelo cu!!... – pediu o velho sujo, babando
- Não seja assim... ai... não os inci...te!!... nunca fi...ze...ram isso comigo!! – me remexi no pau, me segurei no corrimão do banco da frente. O garoto me soltou, fiquei de pé mostrando minha Booty enorme e indefesa, quicando cheia de carne.
- Vem, gata, me dá o caroço dessa Booty que dança... me dá essa bunda mimosa!! – rugiu o Tano, sentando. Com a cock dura, acariciou minhas nádegas, esperando eu sentar, me sacrificar na vara dele
- Cê tá louco?... quer me empalar nessa bananona pelo cu?... – perguntei, surpresa, olhando por cima do ombro, vi minhas nádegas e o pau fedorento que pulsava enorme…

CONTINUA…

19 comentários - Viagem de trem de Rosário pra Capital

Me volviste loco con el relato. Muy bueno, bien escrito y caliente 🙌

Van puntos!

mi viaje en tren desde rosario a capital

yo pasé, dejé puntos y comenté tu post, vos pasaste y al menos comentaste el mío?
volviste genio??? me alegro groso
dejo puntos 🤘
cojer
laprima +2
BUEN REKATO !!

MEDIOS GUARROS LOS VAGOS

GRACIAS POR COMPARTIR

BESIS LAPRIMA
jrick11 +1
sea fantasia o realidad, el relato esta excelente y tu forma de escribir pone a uno en el sitio casi como si viera la escena, te felicito
cola
Parece que el lenguaje sucio y la actitud desenfada la calentaron de más !!!

Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!

felatio
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
Relato espectacular muy antiguo donde encuentro la continuación!!!
muy bueno....!!! que caliente tu relato...!! espero el segundo....
KazetaS +1
impresionante la historia!!!! Es la primera vez que dejo un comentario pero valio la pena, como me calento la ptm!! hasta me saco el sueño. Aplausos!
HC-TOR +1
A la mierda, me tome el rato para leerlo todo por el aroma del Culo hasta ami se me paro como los muchachos xD
muy buen relato, haría eso pero no en vía publica!!