E aí, galera da Poringa! Esse é meu primeiro post nessa comunidade (então sejam bonzinhos comigo). Essa história é real, aconteceu comigo ano passado. Essa é a primeira parte:
A Cheta, a filha e o quebrada: Parte 1
Bom, vou contar minha história pra vocês, obviamente mudei os nomes. Meu nome é Verônica, sou morena, tenho mais ou menos 1,65m, peitos pequenos e como dizem na quebrada, uma bunda exuberante. Sempre desde pequena me destaquei pela minha bunda, tenho 36 anos e isso que vou contar aconteceu comigo ano passado, em janeiro de 2011.
Vou contar minha situação familiar: sou divorciada e no momento estou num relacionamento com um cara chamado Miguel, de 44 anos. Tenho uma filha, Juliana, de 18 anos, muito linda a gata, tem um bundão pequeno e peitões.
Minha família e eu moramos num bairro tranquilo da Capital Federal em Buenos Aires, meu marido é advogado, minha filha tá no último ano do ensino médio e eu sou dona de casa. Um dia saí pra fazer as compras pra comida do dia no mercadinho que tem na esquina da minha casa e, conversando com a dona do mercadinho, ela me conta que recentemente ocuparam a casa abandonada que fica do lado do mercadinho (com certeza invadiram) uma família de classe bem humilde. Pelo que a mulher do mercadinho me contou, o homem é chamado de Pepe, um cara gordo, baixinho e bem moreno; a mulher dele é uma senhora que quase nunca tá em casa porque trabalha de faxina o dia todo, e ele é pedreiro desempregado.
No bairro, o que mais deixou a galera puta foi a atitude do maloqueiro, o dia todo tomando vinho e gritando coisas pras minas que passam pela calçada dele (onde ele fica sentado a maior parte do dia).
Enfim, nesse dia eu tinha colocado uma regata porque tava muito calor, com um decote bem marcado, mesmo tendo peitos pequenos, e uma legging preta bem justa, que marcava meu fio dental bem cavado na bunda e até dava pra ver um pouco os lábios da minha buceta. Quando passo pela calçada dele, escuto o Pepe gritar: "Gostosa, que raba! Se eu te pego, arrebento esse cu todinho!"; passei e nem Nem olhei direito, mas confesso que achei revoltante e, ao mesmo tempo, me excitou um pouco, então parei um pouco mais meu bumbum.
O costume dele era gritar com as jovens do bairro, isso me pareceu repulsivo, mas tinha algo nele que me excitava. No dia seguinte, como de costume, passei pela calçada dele para ir ao mercado e não o vi na porta. A primeira coisa que pensei foi: "Finalmente se dignou a ir trabalhar, esse preto de merda". Quando cheguei na loja, a dona me contou que o bairro estava agitado porque, supostamente, o Pepe estava saindo com uma garota bem novinha daqui, mas ninguém sabia quem era. Conversando com a dona do mercado, expressei minha indignação com isso, mas por dentro eu gostava da ideia. Não podia falar nada, porque não fica bem para uma mulher casada e com filhos.
Voltando para casa, ouvi um grito vindo da casa desse favelado, um grito de mulher, e de mulher jovem. A curiosidade me venceu e pulei a muretinha da entrada dele. Tinha uma janela aberta, então me espreitei, e a surpresa ao ver o que acontecia lá dentro: estava aquele preto de merda com a Sarita, uma amiga da minha filha que tem 18 anos, sentada e cavalgando em cima do Pepe. Me causou nojo e excitação, mas o que mais me chamou a atenção foi a sujeira da casa e o tamanho do pau do preto (com certeza media mais de 20 cm). O pior de tudo é que eu estava a mil e soltei um pequeno gemido. Foi quando vi que o preto olhou para onde eu estava e soltou um sorriso. Saí correndo dali na mesma hora para casa, não queria mais sair nunca.
Mandei minha filha fazer as compras e fiquei em casa uma semana inteira. Meu marido me notou meio nervosa, então tentei me acalmar e dar um pouco de sexo para ele, já que também fazia uma semana que não fazíamos. O sexo com o Miguel era normal, papai e mamãe. O pau dele era de tamanho médio, 16 cm, e ele gozava muito rápido, quase nunca chegava ao orgasmo.
Duas semanas depois do acontecido, estávamos tomando café da manhã com o Miguel e minha filha quando Ele me conta que precisava fazer uns reparos nos quartos que estavam meio abandonados e me pede para falar com o novo vizinho, Pepe! Não podia recusar, porque senão teria que contar o que aconteceu e minha filha já tinha me protegido muito, então no mesmo dia disse que falaria com ele.
Chegando na porta dele, bato e ele aparece, me pergunta:
- Quem é?
- Sou Verônica, uma vizinha daqui perto
Ele abre a porta:
- Ahhh, mamãezinha, veio pra eu te comer, é?
- Eu disse: não, não, olha, seu Pepe, preciso que faça um serviço na minha casa e queria saber quando pode vir
- Uhh, faço o que você quiser, hoje às 17:00 eu passo
- Bom, te espero
Cheguei em casa, organizei um pouco as coisas do primeiro quarto a ser arrumado e no meio de tudo deu a hora. Às 17:00 em ponto toca a campainha, era o negão. Não tinha ninguém em casa, meu marido chega às 21h e meu filho às 17:30. Ele entra:
- Oi, mamãezinha, onde quer que eu arrume? (com aquele duplo sentido de merda e ele tava com um bafo de álcool)
- Vem, é o quarto do fundo
Colado atrás de mim vinha o negão, e eu, como de costume, tava usando um jeans bem apertado.
Chegamos, eu disse o que queria que ele fizesse e fui pra cozinha lavar a louça.
Uns 10 minutos depois, sinto algo se aproximando, ele me agarra por trás e começa a apalpar minha bunda, era o Pepe:
- Mami, que bunda linda você tem
- Me solta, seu negão de merda
- Agora me expulsa, mas você gostou quando eu rasgava a buceta da Sarita, não foi? Agora vou te comer todinha porque você adora!!
- Não, por favor, minha filha já vai chegar
- E bom, eu fodo a garota também
- Não, por favor, comigo faça o que quiser, mas com ela não
- Bom, então você vai fazer o que eu mandar
De um puxão, ele tirou minha calça e a calcinha, começou a chupar minha buceta de um jeito... Eu tava a mil, gemendo – AHHH AHHHH AHHHH SEU PEPE CONTINUA CONTINUA – e ele me diz – Eu sabia que você gostava, sua puta de merda!! – depois de 10 minutos ele parou e me disse – Agora você vai ter que chupar meu pau, sua puta Tirei a calça dele como ele mandou e lá estava aquele pau enorme, chupei ele como uma louca e senti a cabeça dele inchando por um segundo e ele encheu minha boca de porra, que eu engoli toda.
Depois o Pepe me diz:
- Aí, mamita, como você chupa bem, sua puta, amanhã te quero na minha casa que vou te deixar mancando
- E se eu não for?
- Se não vier, vou cobrar na sua filha
- Não, não, por favor, amanhã eu estarei lá
O negro foi embora na hora e pouco depois chegou minha filha...
Queridos boys do Poringa, deixem pontinhos e amanhã solto a segunda parte!! Felizes Punhetas
A Cheta, a filha e o quebrada: Parte 1
Bom, vou contar minha história pra vocês, obviamente mudei os nomes. Meu nome é Verônica, sou morena, tenho mais ou menos 1,65m, peitos pequenos e como dizem na quebrada, uma bunda exuberante. Sempre desde pequena me destaquei pela minha bunda, tenho 36 anos e isso que vou contar aconteceu comigo ano passado, em janeiro de 2011.
Vou contar minha situação familiar: sou divorciada e no momento estou num relacionamento com um cara chamado Miguel, de 44 anos. Tenho uma filha, Juliana, de 18 anos, muito linda a gata, tem um bundão pequeno e peitões.
Minha família e eu moramos num bairro tranquilo da Capital Federal em Buenos Aires, meu marido é advogado, minha filha tá no último ano do ensino médio e eu sou dona de casa. Um dia saí pra fazer as compras pra comida do dia no mercadinho que tem na esquina da minha casa e, conversando com a dona do mercadinho, ela me conta que recentemente ocuparam a casa abandonada que fica do lado do mercadinho (com certeza invadiram) uma família de classe bem humilde. Pelo que a mulher do mercadinho me contou, o homem é chamado de Pepe, um cara gordo, baixinho e bem moreno; a mulher dele é uma senhora que quase nunca tá em casa porque trabalha de faxina o dia todo, e ele é pedreiro desempregado.
No bairro, o que mais deixou a galera puta foi a atitude do maloqueiro, o dia todo tomando vinho e gritando coisas pras minas que passam pela calçada dele (onde ele fica sentado a maior parte do dia).
Enfim, nesse dia eu tinha colocado uma regata porque tava muito calor, com um decote bem marcado, mesmo tendo peitos pequenos, e uma legging preta bem justa, que marcava meu fio dental bem cavado na bunda e até dava pra ver um pouco os lábios da minha buceta. Quando passo pela calçada dele, escuto o Pepe gritar: "Gostosa, que raba! Se eu te pego, arrebento esse cu todinho!"; passei e nem Nem olhei direito, mas confesso que achei revoltante e, ao mesmo tempo, me excitou um pouco, então parei um pouco mais meu bumbum.
O costume dele era gritar com as jovens do bairro, isso me pareceu repulsivo, mas tinha algo nele que me excitava. No dia seguinte, como de costume, passei pela calçada dele para ir ao mercado e não o vi na porta. A primeira coisa que pensei foi: "Finalmente se dignou a ir trabalhar, esse preto de merda". Quando cheguei na loja, a dona me contou que o bairro estava agitado porque, supostamente, o Pepe estava saindo com uma garota bem novinha daqui, mas ninguém sabia quem era. Conversando com a dona do mercado, expressei minha indignação com isso, mas por dentro eu gostava da ideia. Não podia falar nada, porque não fica bem para uma mulher casada e com filhos.
Voltando para casa, ouvi um grito vindo da casa desse favelado, um grito de mulher, e de mulher jovem. A curiosidade me venceu e pulei a muretinha da entrada dele. Tinha uma janela aberta, então me espreitei, e a surpresa ao ver o que acontecia lá dentro: estava aquele preto de merda com a Sarita, uma amiga da minha filha que tem 18 anos, sentada e cavalgando em cima do Pepe. Me causou nojo e excitação, mas o que mais me chamou a atenção foi a sujeira da casa e o tamanho do pau do preto (com certeza media mais de 20 cm). O pior de tudo é que eu estava a mil e soltei um pequeno gemido. Foi quando vi que o preto olhou para onde eu estava e soltou um sorriso. Saí correndo dali na mesma hora para casa, não queria mais sair nunca.
Mandei minha filha fazer as compras e fiquei em casa uma semana inteira. Meu marido me notou meio nervosa, então tentei me acalmar e dar um pouco de sexo para ele, já que também fazia uma semana que não fazíamos. O sexo com o Miguel era normal, papai e mamãe. O pau dele era de tamanho médio, 16 cm, e ele gozava muito rápido, quase nunca chegava ao orgasmo.
Duas semanas depois do acontecido, estávamos tomando café da manhã com o Miguel e minha filha quando Ele me conta que precisava fazer uns reparos nos quartos que estavam meio abandonados e me pede para falar com o novo vizinho, Pepe! Não podia recusar, porque senão teria que contar o que aconteceu e minha filha já tinha me protegido muito, então no mesmo dia disse que falaria com ele.
Chegando na porta dele, bato e ele aparece, me pergunta:
- Quem é?
- Sou Verônica, uma vizinha daqui perto
Ele abre a porta:
- Ahhh, mamãezinha, veio pra eu te comer, é?
- Eu disse: não, não, olha, seu Pepe, preciso que faça um serviço na minha casa e queria saber quando pode vir
- Uhh, faço o que você quiser, hoje às 17:00 eu passo
- Bom, te espero
Cheguei em casa, organizei um pouco as coisas do primeiro quarto a ser arrumado e no meio de tudo deu a hora. Às 17:00 em ponto toca a campainha, era o negão. Não tinha ninguém em casa, meu marido chega às 21h e meu filho às 17:30. Ele entra:
- Oi, mamãezinha, onde quer que eu arrume? (com aquele duplo sentido de merda e ele tava com um bafo de álcool)
- Vem, é o quarto do fundo
Colado atrás de mim vinha o negão, e eu, como de costume, tava usando um jeans bem apertado.
Chegamos, eu disse o que queria que ele fizesse e fui pra cozinha lavar a louça.
Uns 10 minutos depois, sinto algo se aproximando, ele me agarra por trás e começa a apalpar minha bunda, era o Pepe:
- Mami, que bunda linda você tem
- Me solta, seu negão de merda
- Agora me expulsa, mas você gostou quando eu rasgava a buceta da Sarita, não foi? Agora vou te comer todinha porque você adora!!
- Não, por favor, minha filha já vai chegar
- E bom, eu fodo a garota também
- Não, por favor, comigo faça o que quiser, mas com ela não
- Bom, então você vai fazer o que eu mandar
De um puxão, ele tirou minha calça e a calcinha, começou a chupar minha buceta de um jeito... Eu tava a mil, gemendo – AHHH AHHHH AHHHH SEU PEPE CONTINUA CONTINUA – e ele me diz – Eu sabia que você gostava, sua puta de merda!! – depois de 10 minutos ele parou e me disse – Agora você vai ter que chupar meu pau, sua puta Tirei a calça dele como ele mandou e lá estava aquele pau enorme, chupei ele como uma louca e senti a cabeça dele inchando por um segundo e ele encheu minha boca de porra, que eu engoli toda.
Depois o Pepe me diz:
- Aí, mamita, como você chupa bem, sua puta, amanhã te quero na minha casa que vou te deixar mancando
- E se eu não for?
- Se não vier, vou cobrar na sua filha
- Não, não, por favor, amanhã eu estarei lá
O negro foi embora na hora e pouco depois chegou minha filha...
Queridos boys do Poringa, deixem pontinhos e amanhã solto a segunda parte!! Felizes Punhetas
17 comentários - La Cheta, La hija y el Villero
Espero ancioso la segunda parte!
Gracias por compartir
saludos
- Dejeme negro de mierda " suena raro qe despues de decirle negro de mierda te lo hallas garchado pero buen igual esta bueno el relato
Pero le hicieron falta ovnis 😉