A insatisfação pode nos levar por caminhos escuros, onde a dor e a frustração viram nosso guia. Comer erros, seja com uma pessoa ou outra, pode parecer uma saída fácil, mas a que custo pro corpo? Depois de ter me satisfeito com a minha própria mão, e não pela obra do meu marido, era hora de voltar pra rotina chata, tinha que deixar as fantasias de lado e voltar a ser mãe e professora. Já tendo passado as primeiras horas do dia letivo, chegava o nosso tão esperado recreio, tínhamos tempo pra descansar e bater um papo.
Já vendo que tinha tempo, simplesmente me sentei pra conversar com a Luzi. Infelizmente, a tempestade que eu tinha na cabeça a manhã inteira, a Luzi colocou em cima da mesa.
Luzi — Ei, pensei que seu filho era o único por quem as garotas molhavam as calcinhas.
Karen — Você tá dizendo que meu filho não é mais gostoso?
Luzi — Você sabe muito bem que, se não fosse seu filho, já estaria comigo na cama.
Karen — Graças a Deus sou mãe dele, e se você pensar em fazer isso, vai ter que passar por cima do meu cadáver.
Luzi — Jejeje, a gente vê depois. Mas o que eu queria comentar era sobre o garoto novo.
Eu sabia de quem ela tava falando. Junto com meu filho, eles têm sido os culpados pelos meus pecados mentais.
Karen — Você tá falando do Samuel?
Luzi — Sim, você conhece ele? Não me diga que me ganhou na corrida pra roubar ele.
Karen — Quê? Não, hahahaha. Por mais que eu quisesse, não daria.
Karen — Conheço ele desde pequeno, é amigo de infância do meu filho. Além disso, praticam o mesmo esporte. Só que ele teve que se mudar por um tempo, mas já voltou e mora ao lado da nossa casa.
Luzi — Que sorte a sua.
Depois de uma boa conversa e um pouco de fofoca sobre alunos e professores, a gente se preparou pra ir dar aula de novo. Aproveitei o tempo que sobrou pra terminar meus trabalhos e adiantar o que tava pendente.
A verdade é que eu queria que o dia acabasse logo. Tinha um encontro marcado com a Fernanda, queria dar um basta nos pensamentos ruins e nos impulsos que tava tendo. Queria que tudo passasse com meu marido. Pra isso era o encontro — quero pedir ajuda pra Fernanda.
Quando chegou a hora de ir embora, sem pestanejar peguei minhas coisas e fui direto pro carro. Liguei o motor e fui me encontrar com a Fernanda. Quando cheguei, sentei do lado dela.
Fernanda - Oi querida, como você tá?
Karen - Oi amiga, tô bem e você? Como vai sua família?
Depois de uma longa conversa sobre trabalho, família, maquiagem, roupa, etc. Coisas de mulher, resolvi meter a cara no assunto.
Karen - Amor, na verdade te chamei porque preciso muito da sua ajuda.
Fernanda - Claro, me fala o que houve.
Karen - É sobre meu casamento, faz um tempo que não é mais o mesmo.
Fernanda - Sério? De todas do grupo, a gente achava que você tinha o casamento perfeito.
Karen - Eu pensava a mesma coisa, mas há uns meses não é mais igual, a gente nem transa mais, esse é o problema principal. Me sinto muito sozinha e ele nem percebe, por isso peço sua ajuda, me diz o que eu posso fazer.
Fernanda - Amor, deixa eu pensar no que a gente pode fazer pra resolver.
Depois de um tempinho trocando ideias absurdas e sem fundamento, ela solta a que virou a solução.
Fernanda - Querida! Achei!
Karen - Me fala, pelo amor!
Fernanda - Você vai fazer o seguinte: primeiro, vai comprar uma lingerie bem, mas bem sexy. Depois, vai mandar uma mensagem misteriosa pra ele chegar cedo em casa. Tudo tem que ser na surdina, pra ele não esperar. Quando ele já estiver em casa, você manda uma mensagem de extrema urgência pra ele voltar correndo. Quando ele chegar e entrar, você olha pra ele semi-nua e fala pra ele fazer o que quiser com você, e aí venda os olhos dele. Isso vai dar a entender que ele tem o controle total. Aí é só esperar ele fazer o trabalho dele.
Karen - Nossa, que ideia exatamente precisa kkkkk, mas eu gostei.
Fernanda - Essa ideia eu dei uma vez pra uma prima e funcionou perfeitamente, então te desejo sorte. Mas no dia seguinte a gente tem que se ver pra você me contar como foi.
Karen - Fechado, obrigada por me ajudar, querida.
Depois de uma conversa mais curta, decidimos nos despedir e ir embora. Então entrei no carro e fui direto pra casa. Tava um calorão, queria aproveitar que tinha adiantado meus trabalhos e queria relaxar.
Assim como... Cheguei e fui vestir meu maiô, minha silhueta tava de matar qualquer um. Caminhei até a piscina, e o sol ainda radiante me chamava pra pegar um bronzeado.
Chegou na piscina, vejo as espreguiçadeiras e sem pensar duas vezes decido aproveitar aquele sol pra me deitar e relaxar, além de também pegar uma cor.
O sol batia direto na minha bunda, me dava uma paz imensa, era satisfatório depois de tanta confusão sentir um pouco de alívio. Mas esse alívio não ia durar pra sempre, pouco tempo depois de estar deitada toda relaxada, ouço uns barulhos de água do outro lado da cerca.
Decido dar uma olhada pra ver o que era aquilo que se via ao longe, pra minha surpresa vejo o que minha mente estava evitando a todo custo.
Vejo o Samuel, todo molhado, acabando de sair da piscina, e o que me acendeu na hora, além do corpo fabuloso dele, foi a rola dele que aparecia pelo tecido fino do short completamente molhado. Minha mente entrou em pânico, não sabia como reagir: se ia embora sem cumprimentar, se cumprimentava e ia embora, ou se simplesmente ignorava. Mas enquanto minha mente decidia cheia de preconceitos, eu já senti o olhar do Samuel, que amigavelmente, com um sorriso, me cumprimentou. Samuel: "Oi, senhora, como vai o dia de hoje? Tá quente pra caramba, né?" Eu, já meio levada pela excitação, estava começando a mudar de personalidade. Sentia uma vontade imensa de pular aquela cerca, puxar aquele short pra baixo e dar uma boa lambida naquela rola. Mas precisava reagir antes de parecer estranha. Então, me aproximei do jeito mais gostoso possível e o cumprimentei, enquanto olhava ele de cima a baixo com desejo.
Karen - Oi, querido, como você está? Vejo que também está relaxando.
Samuel - Na verdade não, senhora, estava fazendo um pouco de força debaixo d'água, já sabe, serviço de casa.
Karen - Ah, entendi. Mas vamos deixar as formalidades de lado, te conheço desde pequeno. Não me chame de senhora, me chame de Karen.
Samuel - Desculpe, senh— digo, Karen. O que a senhora estava fazendo? Estava relaxando?
Karen - Sim, estava pensando em me bronzear, mas não tinha ninguém pra passar protetor em mim, então só deitei pra aproveitar o dia.
Sem deixar ele responder, rapidamente me veio a ideia de pedir ajuda.
Karen - Já que você terminou, queria saber se você podia me ajudar com isso? A jovem safada voltava a aparecer em mim. Os pensamentos culpados dessa manhã e o encontro com a Fernanda tinham desaparecido completamente.
Samuel - Ah, sim, claro. Deixa eu pular essa cerca.
Rapidamente ele pulou a cerca e disse:
Samuel - Pronto, cadê o protetor?
Eu, com um olhar bem provocante, falo:
Karen - Me segue, tenho que pegar ele.
Depois de pegar o protetor e mandar ele me seguir, me preparo pra ir a um lugar confortável pra ele fazer o serviço dele.
Karen - Vou deitar aqui.
Enquanto eu me mexia, tentava rebolar um pouco a bunda pra provocar ele por um tempo, sei lá o que eu tava fazendo, mas me sentia muito tesuda. Quando olhei pra trás pra ver se ele tava hipnotizado com minha bunda, pra minha surpresa, quem ficou hipnotizada fui eu.
Enquanto ele caminhava na minha direção, eu pude ver aquele pedaço de carne balançando pra todo lado, tava presa na minha tesão, não sabia o que ia rolar se continuasse daquele jeito. Quando eu me deito, o papel de puta escapou das minhas mãos, instintivamente minha mente reagiu e saíram da minha boca umas palavras que surpreenderam até a mim, tanto quanto a ele.
Karen – Espera, vou puxar um pouco a parte de cima do biquíni pra você ter acesso fácil ali.
Samuel – Excelente ideia.
Assim que ele acessa minha excitação e puxa meu vestido, começa com uma aplicação de protetor que parecia mais uma massagem.
Nossas bocas e olhares ficaram bem próximos, me dava vontade de sair do papel de mãe e esposa e pular em cima dele, mas a verdade é que eu não queria estragar nada do que estava rolando. Eu pensando em algo safado e ele talvez só pensando em me ajudar, embora eu não acredite nisso. Pra confirmar essa situação, ele me propõe enquanto desabotoava os nós da minha calcinha fio-dental: Samuel - "Não acha que pra ficar tudo uniforme, isso não devia estar aqui?" A putinha jovem e safada respondeu por mim: Karen - "Acho uma boa ideia, deixa eu tirar." Assim que tirei a calcinha completamente, o filho da puta começa a roçar bem perto da minha buceta com a desculpa de que estava passando protetor solar.
Cada vez os toques dele eram mais descarados, roçavam bem perto do meu clitóris ou da minha buceta inteira, verdade, eu já tava começando a ficar com tesão, mais uns movimentos e com certeza ele ia me fazer gozar.
Eu tava adorando as mãos macias dela passando pela minha buceta apertada, me dava um choque elétrico cada vez que o polegar passava bem perto, já tava começando a me molhar, embora eu acho que ele já tinha notado.
Karen — que mãos boas você tem, querido.
Samuel — sério? Valeu, é a primeira vez que passo protetor.
Karen — mas pra mim parece uma massagem hehe, mas não me incomoda, continua.
Já a concentração dele tava totalmente na minha buceta, eu já tava começando a tremer, mas eu e minha bocona.
Karen - Já tem bastante protetor aí, né?
Samuel - É verdade.
Na mesma hora ele se vira e me deixa na vontade, tô sem mentir, já tava quase gozando, as mãos dele eram milagrosas, mas minha boca de puta não me ajuda. Então, pra não deixar ele parado ali e fazer ele continuar, me virei e falei:
Karen - Olha, tá faltando aqui atrás.
A cara do Samuel se iluminou na hora, a partir daquele momento o sorriso dele ficou ainda mais evidente.
Samuel - É mesmo, fica confortável.
Assim que me viro e deito, o desgraçado não perde tempo e vai direto pro meu cu, acho que não aguentou a tentação de tocar na minha bunda carnuda.
Começava a aproveitar de novo, as mãos macias dela me levavam ao céu, descer e subir de novo, simplesmente era perfeito, mas como se ela tivesse o poder de ler mentes, não parou por aí, não — continuou com o que tinha deixado pendente.
Eu já tava ficando doida, não queria que ele me deixasse na mão de novo, queria que continuasse, então dei meu aval.
Karen — Ah, sim, como você é bom nisso, Samuel.
Samuel — Ela tá gostando?
Karen — Você não faz ideia. Continua.
Mas logo depois que ele falou isso, ele tirou meus dedos. A única coisa que passava pela minha cabeça era que ele tinha se arrependido de novo ou algo do tipo, mas não. Samuel me disse:
Samuel — Espera um segundo, Karen, quero ficar no mesmo nível que você.
Quando levanto a cabeça pra ver o que tá rolando, vejo como se o tempo tivesse parado e tudo estivesse em câmera lenta.
Ela tirou completamente o biquíni, e o tesão em mim cresceu em níveis imensuráveis. Assim que ela abaixou a peça, o majestoso pau dela se postou na minha frente.
Tinha o mesmo comprimento e grossura do pau do Alejandro, isso me deixou ainda mais com tesão, tão excitada que estava que meu impulso me fez dizer e fazer: Karen - amor, uau, o calor afetou ele um pouco, deixa eu umedecer. Minha mente pensou depois de falar, minha loucura me deu vontade de enfiar aquele pedaço de tronco na hora. Na primeira provada, engoli ele até o fundo, e ele enquanto isso mexia a cintura mais fundo.
Comecei a masturbá-lo também, enquanto brincava com as bolas dele e soltava umas palavras também. Samuel- ah sim, que delícia Karen- mmmm sim
Me viro pra ficar mais confortável enquanto tinha aquele pauzão gostoso na minha boca e ele me diz: Samuel — ah, quase esqueci, continuo no que tava fazendo.
Eu tava toda arrepiada, queria que ele me fizesse dele, tava há tanto tempo sem um pau dentro de mim que ter um pau grosso, comprido e jovem como o dele me deixava louca. Foi questão de segundos pra eu parar de ter aquele pau na minha boca e as mãos dele nas minhas nádegas. Ele se aproxima do meu ouvido: "Samuel — acho que o preservativo não entrou fundo o suficiente, deixa eu te ajudar com isso." Quando, de repente, ele sobe em cima de mim de surpresa e entre minhas nádegas sinto aquela salsichona se mexendo, me provocando. Eu tava muito feliz, mas não queria soltar uma palavra que pudesse estragar tudo.
Me enchia de desejo mais do que eu já tinha, ela tava me provocando de um jeito muito estranho, tinha esquecido completamente que sou casada e que tô fazendo coisas obscenas com o amigo do meu filho.
A verdade é que eu não tava nem aí pra esses pensamentos, tava aproveitando demais, meus quadris começaram a se mexer sozinhos, só a sensação de saber que a qualquer momento aquele pau grande e cheio de veias ia entrar em mim já me deixava louca. Karen — mmmm que gostoso. Samuel — ah, caralho, Karen, tu tá um tesão, teu corpo me fascina, por isso você merece um prêmio. Quando a última letra da frase dele é pronunciada, aparece e... PUM!!
Ele enfiou o pau de uma vez, não me incomoda, eu queria tanto, queria que continuasse, que me desrespeitasse completamente com aquele pedaço de carne. Karen — ah, porra, tava esperando você fazer isso há tempos. Samuel — eu sei, queria brincar com você. Karen — maldito, como você pode fazer isso? Samuel — cala a boca, puta, e pega o que você quer.
Ela começou a me tratar do jeito que eu gosto, enquanto puxava meu cabelo não parava de me penetrar, era o que me deixava ainda mais excitada.
Tava tendo o melhor sexo em meses com um pivete bem dotado. Mas como a vida me odeia, sempre que me vê dando uma relaxada, ela estraga meus melhores momentos. Enquanto ele tava me penetrando gostoso pra caralho, ouço o barulho do carro na garagem. A garagem ficava do lado da piscina, então se eles virassem o olhar pra piscina, iam me ver sendo completamente infiel e sendo penetrada pelo amigo do meu filho. O medo me tomou, a ansiedade me fez agir no impulso, mas ao mesmo tempo me fez perceber o erro que tava cometendo.
Karen - SAI AGORA!!!!!
Samuel - Cala a boca, puta. Eu sei que você tá adorando.
Karen - TÔ FALANDO SÉRIO, SEU MALDITO PIVETE. SAI AGORA SE NÃO QUISER SER MORTO.
Samuel sacou na hora que não era brincadeira, ela tava falando sério. Quando ele desce, ouve o carro e me diz:
Samuel - Porra, e agora?
Karen - VOCÊ? VAZA, SEU INFELIZ. NEM SEI POR QUE FIZ ISSO, SOU CASADA E SOU MÃE DO SEU AMIGO. QUE PORRA CÊ TÁ PENSANDO? VAZA AGORA!!!
Samuel sabia que se ficasse pra conversar, ia dar merda, então, pelado mesmo, pulou o muro.
*Pensamento da Karen* - Porra, o que eu fiz? - Sou uma puta, uma puta infiel.
Não dava pra ficar pensando no pecado que tava cometendo, mas também não tinha tempo de me vestir. Antes de sair, escondi a sunga do Samuel debaixo da cama onde a gente tava fazendo nossa safadeza. Depois de resolver a bagunça, fui andando de boa pra cumprimentar o Oscar e agir natural.
Chegou e, vendo eu o mais tranquila possível, cumprimento o Óscar
Karen – Oi, amor, não pensei que você chegaria tão cedo
Óscar – Uau, amor, por que você tá pelada?
Karen – Tava de biquíni na piscina e ouvi você chegando, queria te surpreender
Óscar – Ah, amor, conseguiu mesmo, que gostosa você é
Karen – E me diz, o que te trouxe tão cedo? Será que pensou na sua esposa gostosa e quis dar uma bela foda nela?
Óscar – Hehehe, pensei em você sim, amor, mas na verdade vim só pegar uns papéis, já vou de novo
Karen – Quê!? Sério que interrompeu a melhor foda que eu tava levando em muito tempo só por uns papéis idiotas?
Óscar – O que foi, querida?
Karen – Nada. Maldito imbecil, me sinto mal pelo jeito que tratei o Samuel, ele tava tão excitado quanto eu, eu também provoquei ele e chamei ele de imbecil, mas não dava mais pra ligar pra ele e continuar fodendo, era errado, e ainda mais o que eu tava fazendo com ele também tava errado
Óscar – Ok, amor, então vou te deixar com seus pensamentos hehehe, até mais
Karen – Tchau
Eu me sentia muito mal pelo jeito que tratei o Samuel e pelo que tava fazendo com ele, mas ainda tava com tesão. Só que não dava e nem queria ligar pro Samuel, e mesmo pensando no Alejandro, também não queria fazer nada imoral.
A única solução era me satisfazer sozinha, de novo. Subi pro meu quarto, coloquei um travesseiro e comecei a me esfregar nele, pensando no Samuel e no Alejandro.
Karen- ah, porra, isso sim!!!
Karen- continua, continua, Samu
Karen- vai, Alejo, mexe essa pica gostosa assim
A única coisa que eu pensava era no que teria acontecido se meu marido não tivesse chegado
Do jeito que eu ia cavalgando aquele pau suculento da Karen — ah, porra, vou gozar!!! Meus pensamentos sumiram e a culpa bateu assim que terminei. Gozei, e só vinha a culpa do que fiz com o Samuel sendo casada. Não era certo, eu continuava me deixando levar pelo impulso e pela excitação que esses paus grandes me causam, mas não podia continuar assim. Preciso começar a planejar meu plano com meu marido! Se vocês estão gostando da história, vamos chegar aos 500 pontos para eu postar a parte 4. Comentem também e deixem seus relatos nas mensagens. Saudações! 🔥
Já vendo que tinha tempo, simplesmente me sentei pra conversar com a Luzi. Infelizmente, a tempestade que eu tinha na cabeça a manhã inteira, a Luzi colocou em cima da mesa.Luzi — Ei, pensei que seu filho era o único por quem as garotas molhavam as calcinhas.
Karen — Você tá dizendo que meu filho não é mais gostoso?
Luzi — Você sabe muito bem que, se não fosse seu filho, já estaria comigo na cama.
Karen — Graças a Deus sou mãe dele, e se você pensar em fazer isso, vai ter que passar por cima do meu cadáver.
Luzi — Jejeje, a gente vê depois. Mas o que eu queria comentar era sobre o garoto novo.
Eu sabia de quem ela tava falando. Junto com meu filho, eles têm sido os culpados pelos meus pecados mentais.
Karen — Você tá falando do Samuel?
Luzi — Sim, você conhece ele? Não me diga que me ganhou na corrida pra roubar ele.
Karen — Quê? Não, hahahaha. Por mais que eu quisesse, não daria.
Karen — Conheço ele desde pequeno, é amigo de infância do meu filho. Além disso, praticam o mesmo esporte. Só que ele teve que se mudar por um tempo, mas já voltou e mora ao lado da nossa casa.
Luzi — Que sorte a sua.
Depois de uma boa conversa e um pouco de fofoca sobre alunos e professores, a gente se preparou pra ir dar aula de novo. Aproveitei o tempo que sobrou pra terminar meus trabalhos e adiantar o que tava pendente.
A verdade é que eu queria que o dia acabasse logo. Tinha um encontro marcado com a Fernanda, queria dar um basta nos pensamentos ruins e nos impulsos que tava tendo. Queria que tudo passasse com meu marido. Pra isso era o encontro — quero pedir ajuda pra Fernanda.
Quando chegou a hora de ir embora, sem pestanejar peguei minhas coisas e fui direto pro carro. Liguei o motor e fui me encontrar com a Fernanda. Quando cheguei, sentei do lado dela.
Fernanda - Oi querida, como você tá? Karen - Oi amiga, tô bem e você? Como vai sua família?
Depois de uma longa conversa sobre trabalho, família, maquiagem, roupa, etc. Coisas de mulher, resolvi meter a cara no assunto.
Karen - Amor, na verdade te chamei porque preciso muito da sua ajuda.
Fernanda - Claro, me fala o que houve.
Karen - É sobre meu casamento, faz um tempo que não é mais o mesmo.
Fernanda - Sério? De todas do grupo, a gente achava que você tinha o casamento perfeito.
Karen - Eu pensava a mesma coisa, mas há uns meses não é mais igual, a gente nem transa mais, esse é o problema principal. Me sinto muito sozinha e ele nem percebe, por isso peço sua ajuda, me diz o que eu posso fazer.
Fernanda - Amor, deixa eu pensar no que a gente pode fazer pra resolver.
Depois de um tempinho trocando ideias absurdas e sem fundamento, ela solta a que virou a solução.
Fernanda - Querida! Achei!
Karen - Me fala, pelo amor!
Fernanda - Você vai fazer o seguinte: primeiro, vai comprar uma lingerie bem, mas bem sexy. Depois, vai mandar uma mensagem misteriosa pra ele chegar cedo em casa. Tudo tem que ser na surdina, pra ele não esperar. Quando ele já estiver em casa, você manda uma mensagem de extrema urgência pra ele voltar correndo. Quando ele chegar e entrar, você olha pra ele semi-nua e fala pra ele fazer o que quiser com você, e aí venda os olhos dele. Isso vai dar a entender que ele tem o controle total. Aí é só esperar ele fazer o trabalho dele.
Karen - Nossa, que ideia exatamente precisa kkkkk, mas eu gostei.
Fernanda - Essa ideia eu dei uma vez pra uma prima e funcionou perfeitamente, então te desejo sorte. Mas no dia seguinte a gente tem que se ver pra você me contar como foi.
Karen - Fechado, obrigada por me ajudar, querida.
Depois de uma conversa mais curta, decidimos nos despedir e ir embora. Então entrei no carro e fui direto pra casa. Tava um calorão, queria aproveitar que tinha adiantado meus trabalhos e queria relaxar.
Assim como... Cheguei e fui vestir meu maiô, minha silhueta tava de matar qualquer um. Caminhei até a piscina, e o sol ainda radiante me chamava pra pegar um bronzeado.
Chegou na piscina, vejo as espreguiçadeiras e sem pensar duas vezes decido aproveitar aquele sol pra me deitar e relaxar, além de também pegar uma cor.
O sol batia direto na minha bunda, me dava uma paz imensa, era satisfatório depois de tanta confusão sentir um pouco de alívio. Mas esse alívio não ia durar pra sempre, pouco tempo depois de estar deitada toda relaxada, ouço uns barulhos de água do outro lado da cerca.
Decido dar uma olhada pra ver o que era aquilo que se via ao longe, pra minha surpresa vejo o que minha mente estava evitando a todo custo.
Vejo o Samuel, todo molhado, acabando de sair da piscina, e o que me acendeu na hora, além do corpo fabuloso dele, foi a rola dele que aparecia pelo tecido fino do short completamente molhado. Minha mente entrou em pânico, não sabia como reagir: se ia embora sem cumprimentar, se cumprimentava e ia embora, ou se simplesmente ignorava. Mas enquanto minha mente decidia cheia de preconceitos, eu já senti o olhar do Samuel, que amigavelmente, com um sorriso, me cumprimentou. Samuel: "Oi, senhora, como vai o dia de hoje? Tá quente pra caramba, né?" Eu, já meio levada pela excitação, estava começando a mudar de personalidade. Sentia uma vontade imensa de pular aquela cerca, puxar aquele short pra baixo e dar uma boa lambida naquela rola. Mas precisava reagir antes de parecer estranha. Então, me aproximei do jeito mais gostoso possível e o cumprimentei, enquanto olhava ele de cima a baixo com desejo.
Karen - Oi, querido, como você está? Vejo que também está relaxando. Samuel - Na verdade não, senhora, estava fazendo um pouco de força debaixo d'água, já sabe, serviço de casa.
Karen - Ah, entendi. Mas vamos deixar as formalidades de lado, te conheço desde pequeno. Não me chame de senhora, me chame de Karen.
Samuel - Desculpe, senh— digo, Karen. O que a senhora estava fazendo? Estava relaxando?
Karen - Sim, estava pensando em me bronzear, mas não tinha ninguém pra passar protetor em mim, então só deitei pra aproveitar o dia.
Sem deixar ele responder, rapidamente me veio a ideia de pedir ajuda.
Karen - Já que você terminou, queria saber se você podia me ajudar com isso? A jovem safada voltava a aparecer em mim. Os pensamentos culpados dessa manhã e o encontro com a Fernanda tinham desaparecido completamente.
Samuel - Ah, sim, claro. Deixa eu pular essa cerca.
Rapidamente ele pulou a cerca e disse:
Samuel - Pronto, cadê o protetor?
Eu, com um olhar bem provocante, falo:
Karen - Me segue, tenho que pegar ele.
Depois de pegar o protetor e mandar ele me seguir, me preparo pra ir a um lugar confortável pra ele fazer o serviço dele.
Karen - Vou deitar aqui.
Enquanto eu me mexia, tentava rebolar um pouco a bunda pra provocar ele por um tempo, sei lá o que eu tava fazendo, mas me sentia muito tesuda. Quando olhei pra trás pra ver se ele tava hipnotizado com minha bunda, pra minha surpresa, quem ficou hipnotizada fui eu.
Enquanto ele caminhava na minha direção, eu pude ver aquele pedaço de carne balançando pra todo lado, tava presa na minha tesão, não sabia o que ia rolar se continuasse daquele jeito. Quando eu me deito, o papel de puta escapou das minhas mãos, instintivamente minha mente reagiu e saíram da minha boca umas palavras que surpreenderam até a mim, tanto quanto a ele. Karen – Espera, vou puxar um pouco a parte de cima do biquíni pra você ter acesso fácil ali.
Samuel – Excelente ideia.
Assim que ele acessa minha excitação e puxa meu vestido, começa com uma aplicação de protetor que parecia mais uma massagem.
Nossas bocas e olhares ficaram bem próximos, me dava vontade de sair do papel de mãe e esposa e pular em cima dele, mas a verdade é que eu não queria estragar nada do que estava rolando. Eu pensando em algo safado e ele talvez só pensando em me ajudar, embora eu não acredite nisso. Pra confirmar essa situação, ele me propõe enquanto desabotoava os nós da minha calcinha fio-dental: Samuel - "Não acha que pra ficar tudo uniforme, isso não devia estar aqui?" A putinha jovem e safada respondeu por mim: Karen - "Acho uma boa ideia, deixa eu tirar." Assim que tirei a calcinha completamente, o filho da puta começa a roçar bem perto da minha buceta com a desculpa de que estava passando protetor solar.
Cada vez os toques dele eram mais descarados, roçavam bem perto do meu clitóris ou da minha buceta inteira, verdade, eu já tava começando a ficar com tesão, mais uns movimentos e com certeza ele ia me fazer gozar.
Eu tava adorando as mãos macias dela passando pela minha buceta apertada, me dava um choque elétrico cada vez que o polegar passava bem perto, já tava começando a me molhar, embora eu acho que ele já tinha notado. Karen — que mãos boas você tem, querido.
Samuel — sério? Valeu, é a primeira vez que passo protetor.
Karen — mas pra mim parece uma massagem hehe, mas não me incomoda, continua.
Já a concentração dele tava totalmente na minha buceta, eu já tava começando a tremer, mas eu e minha bocona.
Karen - Já tem bastante protetor aí, né? Samuel - É verdade.
Na mesma hora ele se vira e me deixa na vontade, tô sem mentir, já tava quase gozando, as mãos dele eram milagrosas, mas minha boca de puta não me ajuda. Então, pra não deixar ele parado ali e fazer ele continuar, me virei e falei:
Karen - Olha, tá faltando aqui atrás.
A cara do Samuel se iluminou na hora, a partir daquele momento o sorriso dele ficou ainda mais evidente.
Samuel - É mesmo, fica confortável.
Assim que me viro e deito, o desgraçado não perde tempo e vai direto pro meu cu, acho que não aguentou a tentação de tocar na minha bunda carnuda.
Começava a aproveitar de novo, as mãos macias dela me levavam ao céu, descer e subir de novo, simplesmente era perfeito, mas como se ela tivesse o poder de ler mentes, não parou por aí, não — continuou com o que tinha deixado pendente.
Eu já tava ficando doida, não queria que ele me deixasse na mão de novo, queria que continuasse, então dei meu aval. Karen — Ah, sim, como você é bom nisso, Samuel.
Samuel — Ela tá gostando?
Karen — Você não faz ideia. Continua.
Mas logo depois que ele falou isso, ele tirou meus dedos. A única coisa que passava pela minha cabeça era que ele tinha se arrependido de novo ou algo do tipo, mas não. Samuel me disse:
Samuel — Espera um segundo, Karen, quero ficar no mesmo nível que você.
Quando levanto a cabeça pra ver o que tá rolando, vejo como se o tempo tivesse parado e tudo estivesse em câmera lenta.
Ela tirou completamente o biquíni, e o tesão em mim cresceu em níveis imensuráveis. Assim que ela abaixou a peça, o majestoso pau dela se postou na minha frente.
Tinha o mesmo comprimento e grossura do pau do Alejandro, isso me deixou ainda mais com tesão, tão excitada que estava que meu impulso me fez dizer e fazer: Karen - amor, uau, o calor afetou ele um pouco, deixa eu umedecer. Minha mente pensou depois de falar, minha loucura me deu vontade de enfiar aquele pedaço de tronco na hora. Na primeira provada, engoli ele até o fundo, e ele enquanto isso mexia a cintura mais fundo.
Comecei a masturbá-lo também, enquanto brincava com as bolas dele e soltava umas palavras também. Samuel- ah sim, que delícia Karen- mmmm sim
Me viro pra ficar mais confortável enquanto tinha aquele pauzão gostoso na minha boca e ele me diz: Samuel — ah, quase esqueci, continuo no que tava fazendo.
Eu tava toda arrepiada, queria que ele me fizesse dele, tava há tanto tempo sem um pau dentro de mim que ter um pau grosso, comprido e jovem como o dele me deixava louca. Foi questão de segundos pra eu parar de ter aquele pau na minha boca e as mãos dele nas minhas nádegas. Ele se aproxima do meu ouvido: "Samuel — acho que o preservativo não entrou fundo o suficiente, deixa eu te ajudar com isso." Quando, de repente, ele sobe em cima de mim de surpresa e entre minhas nádegas sinto aquela salsichona se mexendo, me provocando. Eu tava muito feliz, mas não queria soltar uma palavra que pudesse estragar tudo.
Me enchia de desejo mais do que eu já tinha, ela tava me provocando de um jeito muito estranho, tinha esquecido completamente que sou casada e que tô fazendo coisas obscenas com o amigo do meu filho.
A verdade é que eu não tava nem aí pra esses pensamentos, tava aproveitando demais, meus quadris começaram a se mexer sozinhos, só a sensação de saber que a qualquer momento aquele pau grande e cheio de veias ia entrar em mim já me deixava louca. Karen — mmmm que gostoso. Samuel — ah, caralho, Karen, tu tá um tesão, teu corpo me fascina, por isso você merece um prêmio. Quando a última letra da frase dele é pronunciada, aparece e... PUM!!
Ele enfiou o pau de uma vez, não me incomoda, eu queria tanto, queria que continuasse, que me desrespeitasse completamente com aquele pedaço de carne. Karen — ah, porra, tava esperando você fazer isso há tempos. Samuel — eu sei, queria brincar com você. Karen — maldito, como você pode fazer isso? Samuel — cala a boca, puta, e pega o que você quer.
Ela começou a me tratar do jeito que eu gosto, enquanto puxava meu cabelo não parava de me penetrar, era o que me deixava ainda mais excitada.
Tava tendo o melhor sexo em meses com um pivete bem dotado. Mas como a vida me odeia, sempre que me vê dando uma relaxada, ela estraga meus melhores momentos. Enquanto ele tava me penetrando gostoso pra caralho, ouço o barulho do carro na garagem. A garagem ficava do lado da piscina, então se eles virassem o olhar pra piscina, iam me ver sendo completamente infiel e sendo penetrada pelo amigo do meu filho. O medo me tomou, a ansiedade me fez agir no impulso, mas ao mesmo tempo me fez perceber o erro que tava cometendo.Karen - SAI AGORA!!!!!
Samuel - Cala a boca, puta. Eu sei que você tá adorando.
Karen - TÔ FALANDO SÉRIO, SEU MALDITO PIVETE. SAI AGORA SE NÃO QUISER SER MORTO.
Samuel sacou na hora que não era brincadeira, ela tava falando sério. Quando ele desce, ouve o carro e me diz:
Samuel - Porra, e agora?
Karen - VOCÊ? VAZA, SEU INFELIZ. NEM SEI POR QUE FIZ ISSO, SOU CASADA E SOU MÃE DO SEU AMIGO. QUE PORRA CÊ TÁ PENSANDO? VAZA AGORA!!!
Samuel sabia que se ficasse pra conversar, ia dar merda, então, pelado mesmo, pulou o muro.
*Pensamento da Karen* - Porra, o que eu fiz? - Sou uma puta, uma puta infiel.
Não dava pra ficar pensando no pecado que tava cometendo, mas também não tinha tempo de me vestir. Antes de sair, escondi a sunga do Samuel debaixo da cama onde a gente tava fazendo nossa safadeza. Depois de resolver a bagunça, fui andando de boa pra cumprimentar o Oscar e agir natural.
Chegou e, vendo eu o mais tranquila possível, cumprimento o Óscar Karen – Oi, amor, não pensei que você chegaria tão cedo
Óscar – Uau, amor, por que você tá pelada?
Karen – Tava de biquíni na piscina e ouvi você chegando, queria te surpreender
Óscar – Ah, amor, conseguiu mesmo, que gostosa você é
Karen – E me diz, o que te trouxe tão cedo? Será que pensou na sua esposa gostosa e quis dar uma bela foda nela?
Óscar – Hehehe, pensei em você sim, amor, mas na verdade vim só pegar uns papéis, já vou de novo
Karen – Quê!? Sério que interrompeu a melhor foda que eu tava levando em muito tempo só por uns papéis idiotas?
Óscar – O que foi, querida?
Karen – Nada. Maldito imbecil, me sinto mal pelo jeito que tratei o Samuel, ele tava tão excitado quanto eu, eu também provoquei ele e chamei ele de imbecil, mas não dava mais pra ligar pra ele e continuar fodendo, era errado, e ainda mais o que eu tava fazendo com ele também tava errado
Óscar – Ok, amor, então vou te deixar com seus pensamentos hehehe, até mais
Karen – Tchau
Eu me sentia muito mal pelo jeito que tratei o Samuel e pelo que tava fazendo com ele, mas ainda tava com tesão. Só que não dava e nem queria ligar pro Samuel, e mesmo pensando no Alejandro, também não queria fazer nada imoral.
A única solução era me satisfazer sozinha, de novo. Subi pro meu quarto, coloquei um travesseiro e comecei a me esfregar nele, pensando no Samuel e no Alejandro.
Karen- ah, porra, isso sim!!! Karen- continua, continua, Samu
Karen- vai, Alejo, mexe essa pica gostosa assim
A única coisa que eu pensava era no que teria acontecido se meu marido não tivesse chegado
Do jeito que eu ia cavalgando aquele pau suculento da Karen — ah, porra, vou gozar!!! Meus pensamentos sumiram e a culpa bateu assim que terminei. Gozei, e só vinha a culpa do que fiz com o Samuel sendo casada. Não era certo, eu continuava me deixando levar pelo impulso e pela excitação que esses paus grandes me causam, mas não podia continuar assim. Preciso começar a planejar meu plano com meu marido! Se vocês estão gostando da história, vamos chegar aos 500 pontos para eu postar a parte 4. Comentem também e deixem seus relatos nas mensagens. Saudações! 🔥
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