Olá a todos, aproveito o fórum para compartilhar uma daquelas histórias que a gente lê e fica com vontade de ter estado lá hahaha. Deixa eu explicarnãoÉ de minha autoria. Então espero que vocês curtam 🤤 😛Pra começar, vou falar um pouco de mim pra vocês não me esquecerem: sou alta, de pele branca, cabelo longo e liso, meus olhos são castanhos claros, tenho rosto bonito e por isso aparento menos idade, gosto de dançar, ir ao cinema e fazer exercício. Em relação ao meu corpo, não estou nada mal, já que por herança genética (da minha mãe) tenho proporções bonitas, minhas medidas (sem intenção de me gabar) são: 90-68-95, tenho o busto grande e empinado o suficiente pra atrair olhares e cuido bem deles, mas o melhor que tenho são minhas nádegas (bem empinadas) e minhas pernas (bem torneadas), as quais gosto de exercitar de diferentes maneiras. Isso é um pouco de mim e a seguir vou contar o que me aconteceu dessa vez...
Como já tinha contado no meu relato anterior, costumo andar sem calcinha, é algo que gosto e acho muito confortável, nem sempre, mas na maioria das vezes é assim. Desde pequena sempre fui muito independente e como só éramos eu e minha mãe, a situação econômica não era tão confortável como queríamos, então tinha que procurar trabalho pra ganhar dinheiro extra pros meus gastos.
Folheando o jornal, vi um anúncio onde solicitavam edecans para a venda de artigos e lá aparecia um número de telefone de referência, liguei e me disseram que era para a venda de óleo para motor de carros em um posto de gasolina, me deram o endereço e disseram que perguntasse pelo senhor Ernesto para uma entrevista no dia seguinte por volta das 9 da manhã. No outro dia me arrumei como costumo sair por comodidade: meus tênis, meus jeans apertados (obviamente sem calcinha), um sutiã branco, uma blusa branca com decote em V bem leve, não diziam que tinha que ir formal. Apresentei-me à gerência onde me atenderia o senhor Ernesto, sendo ele o gerente, era um escritório grande com poltronas tipo sala de espera, uma mesa com sua cadeira onde estava sentado o que me entrevistaria, foi direto, me disse que era ficar 3 horas diárias de segunda a sexta em uma máquina da gasolina e falar sobre o produto para quem fosse abastecer, obviamente a maioria dos clientes são homens, então ao ver uma gostosa parariam para ouvir e, bem, alguns até comprariam. O pagamento era de R$ 2.000 por semana mais comissão se vendesse muito, isso me pareceu ótimo, então respondi com um sorriso:
- Quando posso começar?
E o gerente me respondeu:
- Hoje mesmo.
Pareceu uma oportunidade muito boa, então disse que topava, fiquei super feliz e aí ele mencionou algo mais que não tinha me dito antes:
- A única coisa que precisa mudar é a roupa, porque o que você está vestindo não é roupa de promotora, mas nós temos esse tipo de uniforme. É só você se trocar e pode começar a trabalhar. Venha por aqui, por favor.
Ele me levou por um corredor bem iluminado que, no fundo, tinha uma porta escrito PRIVADO, e à esquerda, antes de chegar nessa porta, tinha outra que dava para uns vestiários onde havia uns armários. Ele apontou um e disse:
- Dentro tem um vestido rosa com uma etiqueta grande da marca dos óleos, e embaixo tem 4 pares de sapatilhas de tamanhos diferentes. Veja qual serve, se troca e vem comigo, por favor.
Abri o armário e me surpreendi ao ver um vestidinho rosa sem alças, bem curto mesmo, daquela tecido que fica bem coladinho no corpo, quase como lycra. Na hora lembrei que não estava usando calcinha, e pensei: como vou fazer? Era uma boa oportunidade de trabalho, e nessa época de crise estavam realmente escassas. Pensei em ir embora, mas depois de pensar um minuto, decidi experimentar o vestido para ver como ficava.
E como era de se esperar, coloquei o vestido e tive que tirar o sutiã, já que por ser sem alças as tiras ficavam aparecendo por cima. Essa parte ficou ótima, mas meu problema foi embaixo, por ter uma bunda grande. O vestido apertou muito na parte de baixo e estava tão curtinho que se eu me abaixasse um pouquinho daria para ver tudo, por ter a azar... costume de não usar calcinha, percebi que se de vez em quando eu puxava com a mão dava pra controlar um pouco. Escolhi um par de tênis que me serviu, e me vi num espelho grande que tinha, me achei muito gostosa mesmo com o vestidinho sendo bem curto, minhas pernas apareciam e isso me agradou. Guardei minhas coisas no armário e fui falar com o gerente.
Caminhei de volta pelo corredor e não tinha ninguém, falei:
- Já terminei de me vestir!!!
Mas não teve resposta, vi os produtos no chão e me aproximei pra pegar, mas não sabia como me abaixar sem que o vestido subisse. Pensei: de frente não, vou me agachar dobrando os joelhos com as pernas juntas e de ladinho, é o jeito mais simples de fazer. Me agachei pela primeira vez, peguei os primeiros produtos e senti o vestido subir um pouquinho, me agachei pela segunda vez, peguei os últimos produtos e senti o vestido subir mais um pouco, já sentia que estava mostrando a parte de baixo da minha bunda e da minha bucetinha depilada, dava pra ver tudo claramente, me levantei e de repente ouvi a voz do gerente vindo caminhando por outro corredor:
- Uauuu!!!! Você está lindíssima e o vestido ficou perfeito em você.
Eu estava parada com os produtos nas mãos então não consegui baixar o vestido, ele vendo como eu estava, se apressou em sentar na sua mesa como se fosse ganhar o lugar num concurso. Abriu os olhos arregalados e ficou vermelho, aí percebi que ele já tinha visto a parte de baixo da minha buceta mal coberta pelo mini vestido, me apressei em colocar os produtos em cima da mesa e rapidamente com as duas mãos puxei o vestido pra baixo o máximo que pude, que na verdade não foi muito mas pelo menos me cobriu.
Depois de um tempo de silêncio e dele engolir seco, ele me disse:
- Desculpe, fiquei um pouco nervioso diante de tanta beleza impressionante, pode ir para a bomba de gasolina número um, é nela que você vai trabalhar, não se preocupe com os rapazes te incomodarem, eu já avisei que você trabalhava comigo e ninguém... se alguém te incomodar, qualquer coisa me reporta.
Me dirigi para a bomba de gasolina indicada, sob os olhares lascivos dos trabalhadores, mas por sorte nenhum deles se atreveu a falar comigo. A única coisa que faziam era ficar me encarando, tentando ver algo a mais. Fiquei lá conversando com as pessoas que chegavam no posto. Alguns paravam só pra me olhar de cima a baixo, outros pra admirar minhas pernas, outros pra olhar minha bunda, e alguns até fingiam prestar atenção, mas dava pra ver que só queriam me dar em cima. Teve uns que as esposas arrastaram pra longe no meio de xingamentos, esses davam até risada.
Quando meu turno acabou, só tinha feito uma venda — de um cara que preferiu comprar alguma coisa antes que a esposa continuasse olhando pra ele com cara de poucos amigos. Como já tinha terminado, fui pra sala da gerência onde tinha estado antes, pra deixar os produtos e me trocar pra ir pra casa em paz. Pelo menos era o que eu achava.
Ao entrar, o gerente Ernesto estava sentado na cadeira dele atrás da mesa, com um sorriso de orelha a orelha. Deixei os produtos em cima da mesa e me virei pra ir até o vestiário pra me trocar, mas de repente o gerente falou comigo num tom estranhamente gentil:
— Desculpe, moça, vejo que seu dia já acabou e que você teve azar, fez só uma venda. É uma pena, sinceramente. Assim você não vai ganhar muita comissão.
Parei pra ouvir e fiz uma cara claramente decepcionada. Ele continuou:
— Obviamente você veio pra ganhar dinheiro, senão não estaria aqui. Mas pra sua sorte, tenho uma proposta de negócio bem interessante e lucrativa. Gostaria de ouvir ou não tem interesse nenhum?
Respondi:
— Sim, só me deixa trocar de vestido antes.
E ele disse:
— Ok, se quiser me ouvir, passe na sala PRIVADA, por favor. Mas pra esse negócio é muito importante que você fique com o mesmo vestido que está usando e permaneça exatamente como está. Então, se me permite, vá direto pra outra sala.
Hesitei um pouco, mas... como era só falar do negócio, aceitei e disse que passaria no escritório. ele se levantou e andou na minha frente. Ernesto era um homem bem moreno, aparentava uns 40 e poucos anos, cabelo ralo e grisalho, era alto e tinha um corpo forte, como se tivesse malhado quando jovem, mas agora já tinha uma barriguinha. andou apressado e abriu a porta do PRIVADO, parou ao lado e disse:
- Pode entrar, por favor.
entrei e o escritório era menor que o anterior, não tinha janelas mas estava bem iluminado. tinha uma mesa com sua cadeira e, na frente, um sofá grande que parecia um sofá-cama marrom. entrei e parei no meio do escritório pequeno. ele fechou a porta, entrou e sentou na beirada da mesa de frente pra mim, com uma atitude um pouco mais confiante.
já ali, com um sorriso na boca, começou a dizer:
- Olha, eu sou um homem divorciado há dois anos e, pra ser sincero, como não sou muito bonito, não tenho muitas oportunidades de conversar com mulheres e nem tenho amigas. então queria aproveitar a chance pra te fazer uma propostazinha indecente.
sorriu e me olhou fixamente nos olhos. eu já sabia onde ele queria chegar e perguntei séria:
- Do que se trata exatamente?
ele respondeu:
- É o seguinte, fica tranquila. não é pra pedir pra ter relações ou algo assim, porque sei que você não é prostituta. é mais pra fazer tudo, menos penetração. eu te ofereço todo seu salário desse mês agora, em dinheiro vivo. é tudo que tenho. o que você acha?
obviamente fiz cara de surpresa, fiquei calada e comecei a pensar em todas as implicações. se eu dissesse não, talvez ele ficasse bravo e, naquele lugar, eu não teria pra onde correr – então ele se aproveitaria de mim de qualquer jeito. se eu dissesse sim, talvez depois de se aproveitar, ele me mandaria embora sem me dar dinheiro nenhum. além do mais, era sem penetração. pensei um pouco e respondi:
- Aceito, com duas condições: que seja sem penetração e que você me dê o dinheiro adiantado.
ele sorriu como se tivesse ganho na loteria, e ele respondeu: - Concordo com seus termos e claro que posso dar o dinheiro adiantado, mas você tem que pegar do esconderijo secreto, que é embaixo daquela poltrona na sua frente, está dentro de um saquinho plástico, mas você tem que pegar, eu não consigo me abaixar tanto. Ele se referia à poltrona atrás de mim, aquela que era tipo sofá-cama marrom, era uma poltrona baixa então tinha que se agachar bastante. Me virei e me abaixei como quando peguei os produtos, mas não alcançava nada, olhei pra ele e ele fez um sinal com a cabeça indicando que estava mais lá no fundo, então não tive outra opção a não ser ajoelhar no chão e me inclinar completamente pra frente para alcançar o saquinho com o dinheiro, isso levantou minha saia quase até a cintura e deu ao Ernesto a vista total da minha bunda, meu cu e minha buceta vista por trás, era um verdadeiro espetáculo pra ele. Com o saquinho na mão, me levantei e abri, vi todo o maço de notas que somava a quantia que ele tinha oferecido, só de ver isso nem me preocupei em arrumar direito o vestido, então ele podia ver toda minha buceta sem nada tapando. Consegui deixar o saquinho na mesa e ele me puxou pra ele, senti suas mãos ásperas envolverem minha cintura, e eu tentei resistir puxando o vestido pra me cobrir mas isso foi pior, porque ao puxar ele desceu demais e meus dois peitos quase saltaram na cara do Ernesto, ele apertou seus braços contra meu corpo forçando meus braços pra trás, meus peitos ficaram na cara dele e ele aproveitou abrindo bem a boca onde enfiou um dos meus peitos, me chupava como um louco, alternava entre um e outro, abria a boca toda e chupava meu peito inteiro terminando com o mamilo, depois passava pro outro e fazia a mesma coisa, era algo frenético. Isso me causou uma sensação de excitação, sentia o calor da respiração dele nos meus mamilos e isso os deixava duros como pedra, ele os chupava de novo e de novo, e como minha pele é branca pude ver como Meus seios ficavam vermelhos e isso o excitava ainda mais, o que inconscientemente me excitava também.
Depois de um tempo, ele pediu que eu colocasse as palmas das mãos na mesa e não as levantasse de jeito nenhum, me disse para me inclinar para frente o máximo que pudesse e manter as pernas retas, deixando meu corpo em um ângulo de 90 graus com minha bunda bem empinada. E eu fiz. Senti que ele parou atrás de mim e, aos poucos, levantou meu vestido, que se enrolou na minha cintura, reduzindo-se a um cinto rosa. Ele ficou atrás de mim em silêncio — imagino que admirando as curvas da minha bunda. Senti suas mãos nos lados dos meus quadris e seu hálito no meu ânus. Mal levantei um pouco a cabeça e, com a língua, ele começou a me lamber de um jeito absurdo. Passava a língua pelo meu ânus, pelas minhas nádegas, e com as mãos acariciava minha bunda e minhas pernas. Com a língua, ele roçava a entrada da minha buceta. Tudo isso me excitava demais. Ele mordiscava minha bunda várias vezes, com intensidades diferentes, e eu sentia uma sensação elétrica muito gostosa. Sentia o atrito da barba dele na minha bunda e no meu ânus. Depois de um tempo, senti que ele se afastou e, nesse momento, ouvi o barulho do metal de um cinto caindo no chão. Virei e vi que Ernesto já estava completamente pelado.
Seu corpo era muito moreno, parecia forte, mas com uma barriguinha. E, inevitavelmente, vi seu pau, que também era bem moreno, com a cabeça levemente mais avermelhada. Embora não fosse muito comprido, era bem grosso e tinha um tamanho bom, o que me chamou muita atenção. Ele se agachou e agora lambia minha buceta de baixo para cima, era um vai e vem muito gostoso. Eu sentia que ficava cada vez mais excitada, sentia minha buceta ficando molhada e já não sabia se era a saliva ou meus próprios fluidos de excitação. Depois, ele me virou de frente para ele, me sentou na mesa e abriu minhas pernas para alcançar meu clitóris com a língua. Ele me lambeu de um jeito excepcional, eu tinha os olhos fechados de tanto prazer. Senti quando ele enfiou a ponta do polegar... na minha buceta e só com aquela ponta ele começou a mover dentro de mim, enquanto lambia meu clitóris. Era uma sensação de calor que me invadia, sentia o prazer dentro de mim, comecei a gemer, a gemer como uma mulher que precisava de um homem.
Quando já estava mais excitada, ele parou e voltou contra meus peitos. Essa posição fez com que minha buceta esfregasse na ponta do pau dele, mal dava pra sentir. Mas ele ficava cada vez mais excitado ao ver como chupava meus mamilos e sentir meus fluidos molhando a cabeça do pau dele.
Não aguentei mais, nem eu, e puxei ele pra perto. Senti aquele pau inteiro entrando na minha buceta, era uma sensação muito gostosa que me fez soltar um gemido de prazer, e ele também. Continuou chupando meus mamilos e com as duas mãos me puxava de novo e de novo pra ele, sentia aquele pau entrando fundo uma vez atrás da outra. Era excitante ver aquela mistura de branco e preto entrando e saindo, era um contraste ver nossas peles fundidas como uma peça de dominó, algo muito delicioso que me fazia sentir como alguém que de manhã era um estranho.
Depois ele tirou e me virou de novo sobre a escrivaninha, e atacou minha buceta por trás de novo. Eu gemia de prazer, mas ele também. Imagino que ver a bunda linda que tenho e ouvir o barulho batendo contra o corpo dele era uma música que qualquer um adoraria ouvir, e ele sabia disso. Estávamos naquele frenesi de paixão quando senti, pouco a pouco, o pau dele crescendo mais dentro de mim e o corpo dele ficando tenso. Ele começou a gemer ainda mais e rapidamente tirou o pau para, um segundo depois, gozar abundantemente no chão ao lado daquela escrivaninha velha.
Ele parecia exausto e ficou um tempo olhando meu corpo sobre a escrivaninha, com uma cara de felicidade, sem deixar a minha de lado, e me disse:
— Você é uma beleza de mulher, devia vir me ver mais vezes. E sabe que eu te ajudo financeiramente no que precisar. Desculpa se não segui o acordo, mas não consegui... aguentar, além disso vi que não te incomodo tanto.
Eu sorri maliciosamente e me levantei da escrivaninha, respondi:
- Vou considerar sua proposta, que não parece nada mal, mas não me importo de quebrar o acordo porque você me excitou muito, parece que tem muita experiência.
Ele riu com uma gargalhada, eu peguei minha bolsa de dinheiro e saí para me trocar, vestindo minha roupa para voltar para casa. Quando terminei, saí pela porta principal onde fica a gerência, e lá estava ele sentado em sua mesa, ele me disse:
- Tenha um bom dia, não acho que melhor que o meu, não esqueça da minha proposta.
Eu caminhei até a porta e virei, piscando um olho para ele, isso não era um sim nem um não, era apenas uma possibilidade, assim como as muitas possibilidades que havia de fazê-lo de novo, mas em outros lugares ou de manejá-lo de algum modo diferente, só sabia do poder que se tem como mulher.
Fim.
Como já tinha contado no meu relato anterior, costumo andar sem calcinha, é algo que gosto e acho muito confortável, nem sempre, mas na maioria das vezes é assim. Desde pequena sempre fui muito independente e como só éramos eu e minha mãe, a situação econômica não era tão confortável como queríamos, então tinha que procurar trabalho pra ganhar dinheiro extra pros meus gastos.
Folheando o jornal, vi um anúncio onde solicitavam edecans para a venda de artigos e lá aparecia um número de telefone de referência, liguei e me disseram que era para a venda de óleo para motor de carros em um posto de gasolina, me deram o endereço e disseram que perguntasse pelo senhor Ernesto para uma entrevista no dia seguinte por volta das 9 da manhã. No outro dia me arrumei como costumo sair por comodidade: meus tênis, meus jeans apertados (obviamente sem calcinha), um sutiã branco, uma blusa branca com decote em V bem leve, não diziam que tinha que ir formal. Apresentei-me à gerência onde me atenderia o senhor Ernesto, sendo ele o gerente, era um escritório grande com poltronas tipo sala de espera, uma mesa com sua cadeira onde estava sentado o que me entrevistaria, foi direto, me disse que era ficar 3 horas diárias de segunda a sexta em uma máquina da gasolina e falar sobre o produto para quem fosse abastecer, obviamente a maioria dos clientes são homens, então ao ver uma gostosa parariam para ouvir e, bem, alguns até comprariam. O pagamento era de R$ 2.000 por semana mais comissão se vendesse muito, isso me pareceu ótimo, então respondi com um sorriso:
- Quando posso começar?
E o gerente me respondeu:
- Hoje mesmo.
Pareceu uma oportunidade muito boa, então disse que topava, fiquei super feliz e aí ele mencionou algo mais que não tinha me dito antes:
- A única coisa que precisa mudar é a roupa, porque o que você está vestindo não é roupa de promotora, mas nós temos esse tipo de uniforme. É só você se trocar e pode começar a trabalhar. Venha por aqui, por favor.
Ele me levou por um corredor bem iluminado que, no fundo, tinha uma porta escrito PRIVADO, e à esquerda, antes de chegar nessa porta, tinha outra que dava para uns vestiários onde havia uns armários. Ele apontou um e disse:
- Dentro tem um vestido rosa com uma etiqueta grande da marca dos óleos, e embaixo tem 4 pares de sapatilhas de tamanhos diferentes. Veja qual serve, se troca e vem comigo, por favor.
Abri o armário e me surpreendi ao ver um vestidinho rosa sem alças, bem curto mesmo, daquela tecido que fica bem coladinho no corpo, quase como lycra. Na hora lembrei que não estava usando calcinha, e pensei: como vou fazer? Era uma boa oportunidade de trabalho, e nessa época de crise estavam realmente escassas. Pensei em ir embora, mas depois de pensar um minuto, decidi experimentar o vestido para ver como ficava.
E como era de se esperar, coloquei o vestido e tive que tirar o sutiã, já que por ser sem alças as tiras ficavam aparecendo por cima. Essa parte ficou ótima, mas meu problema foi embaixo, por ter uma bunda grande. O vestido apertou muito na parte de baixo e estava tão curtinho que se eu me abaixasse um pouquinho daria para ver tudo, por ter a azar... costume de não usar calcinha, percebi que se de vez em quando eu puxava com a mão dava pra controlar um pouco. Escolhi um par de tênis que me serviu, e me vi num espelho grande que tinha, me achei muito gostosa mesmo com o vestidinho sendo bem curto, minhas pernas apareciam e isso me agradou. Guardei minhas coisas no armário e fui falar com o gerente.
Caminhei de volta pelo corredor e não tinha ninguém, falei:
- Já terminei de me vestir!!!
Mas não teve resposta, vi os produtos no chão e me aproximei pra pegar, mas não sabia como me abaixar sem que o vestido subisse. Pensei: de frente não, vou me agachar dobrando os joelhos com as pernas juntas e de ladinho, é o jeito mais simples de fazer. Me agachei pela primeira vez, peguei os primeiros produtos e senti o vestido subir um pouquinho, me agachei pela segunda vez, peguei os últimos produtos e senti o vestido subir mais um pouco, já sentia que estava mostrando a parte de baixo da minha bunda e da minha bucetinha depilada, dava pra ver tudo claramente, me levantei e de repente ouvi a voz do gerente vindo caminhando por outro corredor:
- Uauuu!!!! Você está lindíssima e o vestido ficou perfeito em você.
Eu estava parada com os produtos nas mãos então não consegui baixar o vestido, ele vendo como eu estava, se apressou em sentar na sua mesa como se fosse ganhar o lugar num concurso. Abriu os olhos arregalados e ficou vermelho, aí percebi que ele já tinha visto a parte de baixo da minha buceta mal coberta pelo mini vestido, me apressei em colocar os produtos em cima da mesa e rapidamente com as duas mãos puxei o vestido pra baixo o máximo que pude, que na verdade não foi muito mas pelo menos me cobriu.
Depois de um tempo de silêncio e dele engolir seco, ele me disse:
- Desculpe, fiquei um pouco nervioso diante de tanta beleza impressionante, pode ir para a bomba de gasolina número um, é nela que você vai trabalhar, não se preocupe com os rapazes te incomodarem, eu já avisei que você trabalhava comigo e ninguém... se alguém te incomodar, qualquer coisa me reporta.
Me dirigi para a bomba de gasolina indicada, sob os olhares lascivos dos trabalhadores, mas por sorte nenhum deles se atreveu a falar comigo. A única coisa que faziam era ficar me encarando, tentando ver algo a mais. Fiquei lá conversando com as pessoas que chegavam no posto. Alguns paravam só pra me olhar de cima a baixo, outros pra admirar minhas pernas, outros pra olhar minha bunda, e alguns até fingiam prestar atenção, mas dava pra ver que só queriam me dar em cima. Teve uns que as esposas arrastaram pra longe no meio de xingamentos, esses davam até risada.
Quando meu turno acabou, só tinha feito uma venda — de um cara que preferiu comprar alguma coisa antes que a esposa continuasse olhando pra ele com cara de poucos amigos. Como já tinha terminado, fui pra sala da gerência onde tinha estado antes, pra deixar os produtos e me trocar pra ir pra casa em paz. Pelo menos era o que eu achava.
Ao entrar, o gerente Ernesto estava sentado na cadeira dele atrás da mesa, com um sorriso de orelha a orelha. Deixei os produtos em cima da mesa e me virei pra ir até o vestiário pra me trocar, mas de repente o gerente falou comigo num tom estranhamente gentil:
— Desculpe, moça, vejo que seu dia já acabou e que você teve azar, fez só uma venda. É uma pena, sinceramente. Assim você não vai ganhar muita comissão.
Parei pra ouvir e fiz uma cara claramente decepcionada. Ele continuou:
— Obviamente você veio pra ganhar dinheiro, senão não estaria aqui. Mas pra sua sorte, tenho uma proposta de negócio bem interessante e lucrativa. Gostaria de ouvir ou não tem interesse nenhum?
Respondi:
— Sim, só me deixa trocar de vestido antes.
E ele disse:
— Ok, se quiser me ouvir, passe na sala PRIVADA, por favor. Mas pra esse negócio é muito importante que você fique com o mesmo vestido que está usando e permaneça exatamente como está. Então, se me permite, vá direto pra outra sala.
Hesitei um pouco, mas... como era só falar do negócio, aceitei e disse que passaria no escritório. ele se levantou e andou na minha frente. Ernesto era um homem bem moreno, aparentava uns 40 e poucos anos, cabelo ralo e grisalho, era alto e tinha um corpo forte, como se tivesse malhado quando jovem, mas agora já tinha uma barriguinha. andou apressado e abriu a porta do PRIVADO, parou ao lado e disse:
- Pode entrar, por favor.
entrei e o escritório era menor que o anterior, não tinha janelas mas estava bem iluminado. tinha uma mesa com sua cadeira e, na frente, um sofá grande que parecia um sofá-cama marrom. entrei e parei no meio do escritório pequeno. ele fechou a porta, entrou e sentou na beirada da mesa de frente pra mim, com uma atitude um pouco mais confiante.
já ali, com um sorriso na boca, começou a dizer:
- Olha, eu sou um homem divorciado há dois anos e, pra ser sincero, como não sou muito bonito, não tenho muitas oportunidades de conversar com mulheres e nem tenho amigas. então queria aproveitar a chance pra te fazer uma propostazinha indecente.
sorriu e me olhou fixamente nos olhos. eu já sabia onde ele queria chegar e perguntei séria:
- Do que se trata exatamente?
ele respondeu:
- É o seguinte, fica tranquila. não é pra pedir pra ter relações ou algo assim, porque sei que você não é prostituta. é mais pra fazer tudo, menos penetração. eu te ofereço todo seu salário desse mês agora, em dinheiro vivo. é tudo que tenho. o que você acha?
obviamente fiz cara de surpresa, fiquei calada e comecei a pensar em todas as implicações. se eu dissesse não, talvez ele ficasse bravo e, naquele lugar, eu não teria pra onde correr – então ele se aproveitaria de mim de qualquer jeito. se eu dissesse sim, talvez depois de se aproveitar, ele me mandaria embora sem me dar dinheiro nenhum. além do mais, era sem penetração. pensei um pouco e respondi:
- Aceito, com duas condições: que seja sem penetração e que você me dê o dinheiro adiantado.
ele sorriu como se tivesse ganho na loteria, e ele respondeu: - Concordo com seus termos e claro que posso dar o dinheiro adiantado, mas você tem que pegar do esconderijo secreto, que é embaixo daquela poltrona na sua frente, está dentro de um saquinho plástico, mas você tem que pegar, eu não consigo me abaixar tanto. Ele se referia à poltrona atrás de mim, aquela que era tipo sofá-cama marrom, era uma poltrona baixa então tinha que se agachar bastante. Me virei e me abaixei como quando peguei os produtos, mas não alcançava nada, olhei pra ele e ele fez um sinal com a cabeça indicando que estava mais lá no fundo, então não tive outra opção a não ser ajoelhar no chão e me inclinar completamente pra frente para alcançar o saquinho com o dinheiro, isso levantou minha saia quase até a cintura e deu ao Ernesto a vista total da minha bunda, meu cu e minha buceta vista por trás, era um verdadeiro espetáculo pra ele. Com o saquinho na mão, me levantei e abri, vi todo o maço de notas que somava a quantia que ele tinha oferecido, só de ver isso nem me preocupei em arrumar direito o vestido, então ele podia ver toda minha buceta sem nada tapando. Consegui deixar o saquinho na mesa e ele me puxou pra ele, senti suas mãos ásperas envolverem minha cintura, e eu tentei resistir puxando o vestido pra me cobrir mas isso foi pior, porque ao puxar ele desceu demais e meus dois peitos quase saltaram na cara do Ernesto, ele apertou seus braços contra meu corpo forçando meus braços pra trás, meus peitos ficaram na cara dele e ele aproveitou abrindo bem a boca onde enfiou um dos meus peitos, me chupava como um louco, alternava entre um e outro, abria a boca toda e chupava meu peito inteiro terminando com o mamilo, depois passava pro outro e fazia a mesma coisa, era algo frenético. Isso me causou uma sensação de excitação, sentia o calor da respiração dele nos meus mamilos e isso os deixava duros como pedra, ele os chupava de novo e de novo, e como minha pele é branca pude ver como Meus seios ficavam vermelhos e isso o excitava ainda mais, o que inconscientemente me excitava também.
Depois de um tempo, ele pediu que eu colocasse as palmas das mãos na mesa e não as levantasse de jeito nenhum, me disse para me inclinar para frente o máximo que pudesse e manter as pernas retas, deixando meu corpo em um ângulo de 90 graus com minha bunda bem empinada. E eu fiz. Senti que ele parou atrás de mim e, aos poucos, levantou meu vestido, que se enrolou na minha cintura, reduzindo-se a um cinto rosa. Ele ficou atrás de mim em silêncio — imagino que admirando as curvas da minha bunda. Senti suas mãos nos lados dos meus quadris e seu hálito no meu ânus. Mal levantei um pouco a cabeça e, com a língua, ele começou a me lamber de um jeito absurdo. Passava a língua pelo meu ânus, pelas minhas nádegas, e com as mãos acariciava minha bunda e minhas pernas. Com a língua, ele roçava a entrada da minha buceta. Tudo isso me excitava demais. Ele mordiscava minha bunda várias vezes, com intensidades diferentes, e eu sentia uma sensação elétrica muito gostosa. Sentia o atrito da barba dele na minha bunda e no meu ânus. Depois de um tempo, senti que ele se afastou e, nesse momento, ouvi o barulho do metal de um cinto caindo no chão. Virei e vi que Ernesto já estava completamente pelado.
Seu corpo era muito moreno, parecia forte, mas com uma barriguinha. E, inevitavelmente, vi seu pau, que também era bem moreno, com a cabeça levemente mais avermelhada. Embora não fosse muito comprido, era bem grosso e tinha um tamanho bom, o que me chamou muita atenção. Ele se agachou e agora lambia minha buceta de baixo para cima, era um vai e vem muito gostoso. Eu sentia que ficava cada vez mais excitada, sentia minha buceta ficando molhada e já não sabia se era a saliva ou meus próprios fluidos de excitação. Depois, ele me virou de frente para ele, me sentou na mesa e abriu minhas pernas para alcançar meu clitóris com a língua. Ele me lambeu de um jeito excepcional, eu tinha os olhos fechados de tanto prazer. Senti quando ele enfiou a ponta do polegar... na minha buceta e só com aquela ponta ele começou a mover dentro de mim, enquanto lambia meu clitóris. Era uma sensação de calor que me invadia, sentia o prazer dentro de mim, comecei a gemer, a gemer como uma mulher que precisava de um homem.
Quando já estava mais excitada, ele parou e voltou contra meus peitos. Essa posição fez com que minha buceta esfregasse na ponta do pau dele, mal dava pra sentir. Mas ele ficava cada vez mais excitado ao ver como chupava meus mamilos e sentir meus fluidos molhando a cabeça do pau dele.
Não aguentei mais, nem eu, e puxei ele pra perto. Senti aquele pau inteiro entrando na minha buceta, era uma sensação muito gostosa que me fez soltar um gemido de prazer, e ele também. Continuou chupando meus mamilos e com as duas mãos me puxava de novo e de novo pra ele, sentia aquele pau entrando fundo uma vez atrás da outra. Era excitante ver aquela mistura de branco e preto entrando e saindo, era um contraste ver nossas peles fundidas como uma peça de dominó, algo muito delicioso que me fazia sentir como alguém que de manhã era um estranho.
Depois ele tirou e me virou de novo sobre a escrivaninha, e atacou minha buceta por trás de novo. Eu gemia de prazer, mas ele também. Imagino que ver a bunda linda que tenho e ouvir o barulho batendo contra o corpo dele era uma música que qualquer um adoraria ouvir, e ele sabia disso. Estávamos naquele frenesi de paixão quando senti, pouco a pouco, o pau dele crescendo mais dentro de mim e o corpo dele ficando tenso. Ele começou a gemer ainda mais e rapidamente tirou o pau para, um segundo depois, gozar abundantemente no chão ao lado daquela escrivaninha velha.
Ele parecia exausto e ficou um tempo olhando meu corpo sobre a escrivaninha, com uma cara de felicidade, sem deixar a minha de lado, e me disse:
— Você é uma beleza de mulher, devia vir me ver mais vezes. E sabe que eu te ajudo financeiramente no que precisar. Desculpa se não segui o acordo, mas não consegui... aguentar, além disso vi que não te incomodo tanto.
Eu sorri maliciosamente e me levantei da escrivaninha, respondi:
- Vou considerar sua proposta, que não parece nada mal, mas não me importo de quebrar o acordo porque você me excitou muito, parece que tem muita experiência.
Ele riu com uma gargalhada, eu peguei minha bolsa de dinheiro e saí para me trocar, vestindo minha roupa para voltar para casa. Quando terminei, saí pela porta principal onde fica a gerência, e lá estava ele sentado em sua mesa, ele me disse:
- Tenha um bom dia, não acho que melhor que o meu, não esqueça da minha proposta.
Eu caminhei até a porta e virei, piscando um olho para ele, isso não era um sim nem um não, era apenas uma possibilidade, assim como as muitas possibilidades que havia de fazê-lo de novo, mas em outros lugares ou de manejá-lo de algum modo diferente, só sabia do poder que se tem como mulher.
Fim.
5 comentários - Edeca sem calcinha...