Tem situações que ficam insustentáveis. Por mais que você se divirta, às vezes precisa dar um basta, não só pra não se ferrar, mas também pra não prejudicar os outros, que pra piorar são seus entes queridos. Algo assim vinha acontecendo comigo e o Negro. A gente teve uns encontros que, sinceramente, foram de cinema, pra emoldurar com moldura de ouro e diamantes, mas além disso, e apesar de ter sido tão bom juntos, eu não me sentia confortável com aquela relação. Se vocês leram os relatos anteriores, sabem que, mesmo não tendo parentesco direto, ele é como parte da família, e não só ele, mas também a esposa e os filhos, que são meus melhores amigos, meus confidentes. Já é comum a gente ir num domingo na casa deles comer um churrasco, matéria em que o Negro é indispensável. E o domingo escolhido foi esse último. Já começamos mal, porque quando nos cumprimentamos, ele me abraçou com força e perguntou como eu tava, como se não me visse há tempos, sendo que um dia antes a gente tinha passado a noite num hotel em Boedo. Óbvio que tem que disfarçar e agir como se nada tivesse acontecido, mas também não precisa exagerar e fazer cara de fodão, como se o que fez fosse uma grande façanha. Pra mim não era, me fazia mal enganar a Margarita, a esposa dele, que sempre foi tão boa e atenciosa com a mamãe e comigo, principalmente nos momentos difíceis. Sem falar na Daniela, amiga de infância, o que ela pensaria de mim se descobrisse que eu tô transando com o pai dela? Ainda por cima, o Negro aproveitava cada momento pra me falar algo com duplo sentido, claro, quando os outros não estavam ouvindo.
— Essa linguiça vai cair superbem pra você — ele sussurrou ao me servir a entrada — Mas não tanto quanto a minha — completou, piscando um olho.
Mesmo que ninguém mais tivesse ouvido, fiquei vermelha de vergonha. Tenho minha dignidade e meu orgulho, e não gosto que me esfreguem na cara o quanto sou puta, ainda mais com a família dele presente. Depois, quando eu estava Lavando a louça, ele se aproxima pra me alcançar algo e diz:
— Que vontade de te levar pro quarto e te dar uma trepada daquelas… — passa a mão rapidinho na minha bunda e completa — Hoje vou ter que me contentar em dar pra Marga o que deveria dar pra você — e vai embora, me deixando mais atônita do que antes.
Na sexta à tarde, tinha recebido uma mensagem dele: “A gente se encontra?”, ele perguntou. “Pra quê?”, eu pergunto. “Pra foder, ué, pra que mais seria?”, respondeu. Na hora liguei pra ele e falei que a gente precisava conversar, que isso não podia continuar assim.
— Então a gente se encontra — ele diz.
— Pois é, preciso falar com você —
Combinamos de nos encontrar na esquina da Boedo com Caseros daqui a uma hora. Desde o começo, eu tava decidida a cortar de vez, não dava pra ele me chamar quando bem entendesse só pra dar uma foda e pronto. Uma vez até que foi bom, a sacanagem de transar com alguém tão próximo de mim e da minha família tinha sido uma tentação irresistível, a segunda… a segunda, sei lá, não sei o que aconteceu, como foi que caí de novo, mas daí a me tratar como amante, como brinquedo sexual dele, era um baita pulo, e eu não tava disposta a dar. Tinha história demais entre a gente pra continuar assim, história de família, mesmo não sendo como um pai, ele sempre foi mais que um tio pra mim, e seria uma pena jogar fora uma relação dessas por uma simples putaria. A gente se encontrou e pedi pra irmos tomar algo.
— E por que não vamos logo pro motel? — ele diz, mostrando um tesão tão grande que parecia que a cabeça ia explodir a qualquer momento.
— Já te falei que preciso falar com você — insisti.
— Tá bom, então… — aceitou de má vontade.
Entramos num barzinho ali perto, pedimos uns cafés, e comecei a despejar tudo, sem rodeios, quase sem engolir saliva, expondo uma por uma todas as razões pelas quais achava que aquilo tinha que acabar.
— A gente deixa como uma lembrança boa e… página virada — finalizei, tomando agora sim um gole do meu café. café.
O Negro também tomou um gole do dele, fingiu que pensava e avaliava minhas palavras, e finalmente concluiu:
—Ok, tudo bem, mas… você vai me deixar dar uma última trepada, né?
—Negro, você entendeu alguma coisa do que eu te falei? — perguntei sem acreditar no que ele tinha dito.
—Clarinho, e de verdade eu te entendo, porque comigo acontece a mesma coisa, te conheço desde pequenininha, se até te peguei no colo, sua burra, de todas as mulheres do mundo você é a última com quem imaginei que fosse transar um dia, mas… você cresceu… se desenvolveu… ficou bem safadinha, e bom… ninguém é de ferro, além disso você não dificultou muito as coisas pra mim, digamos…
—Sim, mas…
—Para, deixa eu terminar, não pense que pra mim isso é fácil de lidar, e concordo plenamente com tudo que você disse, com cada palavra, mas você não imagina como eu tô desde que você me deixou na mão outro dia (ele se referia a quando me encontrei com Pablo na saída do trabalho) tô acumulando uma porra que não aguento mais — fez uma pausa, olhou pra todos os lados, como se certificando de que ninguém nos via, e pegando minha mão, colocou debaixo da mesa, fazendo eu tocar naquele pauzão pulsante que ele tinha entre as pernas. — Toca, sente como eu tô, você não pode me deixar assim, negrinha.
E não mentia, ele tava durasso, se não descarregasse ia ter um colapso leiteiro repentino.
—Olha, eu vim hoje decidida a cortar tudo, mas… — pensei por um momento, a verdade é que não podia deixar ele assim — Peço que seja dessa vez e nunca mais…
—Eu prometo, negrinha, hoje a gente se despede — ele disse todo animado.
—E o que peço também é que quando eu for na sua casa, pare de falar coisas com duplo sentido, me deixa muito sem graça — acrescentei.
—Como você disse, borra e começa de novo.
—Ok, então, vamos?
—Vamos nessa.
Pagou os cafés, saímos do lugar e fomos pra um hotel nas redondezas. O Negro tava tão excitado que enquanto a gente andava, o pedaço marcava forte por baixo da calça. Já imaginava eu a despedida que ia me fazer, o que, devo admitir, me excitava pra caralho. Um homem como ele, tão vigoroso, tão viril, tão bom de cama, era realmente uma pena ter que cortar, se dependesse de mim, ele me comia quando quisesse, mas… era assim que eu me sentia, a coisa não dava mais, só me restava esperar que com o tempo essa "escorregada" com alguém tão próximo da minha família não me cobrasse um preço.
Assim que entramos no quarto, ele me abraçou bem forte, me puxando contra o corpo dele e me beijou com frenesi, devorando minha boca de um jeito que denunciava a contenção que ele vinha aguentando. Entre beijos e carícias… e mais beijos, ele foi me despindo, tirando minha blusa e o sutiã, deixando meus peitos à mostra, livres e à mercê dos caprichos dele. O volume da virilha dele colou na minha barriga, me fazendo sentir toda a dureza, todo o tesão dele, me esfreguei nele, sentindo ele ferver, tremer, me afastei um pouquinho pra acariciar, mas o pano não deixava sentir muito mais do que já tinha sentido, então, enquanto a gente continuava se beijando, se lambendo, se chupando, eu abaixei o zíper da calça dele e meti a mão lá dentro, sentindo agora sim o tesão fervendo daquele pedaço de carne que já tava com uma dureza do caralho.
— Faz um boquete em mim, gatinha… chupa ele desse jeito gostoso que você sabe…! — ele pediu no meio de uma respirada entre tantos chupões.
Eu terminei de tirar a roupa dele, acariciei um pouquinho, me deliciando com aquela bocada tão apetitosa, e me ajoelhei na frente dele, totalmente dominada, completamente à mercê dele, peguei a mão dele e coloquei na minha cabeça, indicando que ele me segurasse pelo cabelo, enquanto abria a boca e começava a chupar.
— Ahhhhh… como vou sentir falta das suas chupadas, sua putinha… ahhhhhh… come ela toda… isso… faz um garganta profunda de despedida…! — o Negro falava, os olhos injetados de luxúria, a voz firme e autoritária.
Eu dei uma boa chupada na glande, sugando as gotinhas de líquido pré-seminal que já tava escorriam e aí fui introduzindo devagar, bem dentro da boca, pedaço por pedaço, até que a ponta começou a raspar minha garganta, mesmo assim continuei um pouco mais, mesmo engasgando não me importava, queria agradar ele, continuei empurrando a pica goela abaixo, até o último pedaço, até me engasgar, aí o Negão me segurou com as duas mãos na cabeça e começou a me comer pela boca… metia bem fundo, até além das amígdalas, enfiava até os pelos, entrando e saindo, deslizando entre meus lábios… agora sim, já começavam a escorrer algumas lágrimas, sentia as bochechas vermelhas por causa do volume enorme. Embora esteja acostumada (muito bem acostumada, devo dizer), a engolir tamanhos parecidos, num momento não aguentei e tive que me afastar, sentia que ficava sem ar, que congestionava toda, mas mal consegui recuperar o fôlego porque logo o Negão me segurou de novo pela cabeça e me fez chupar de novo, seguindo o vai e vem que tinha começado pouco antes, só que agora muito mais forte, o barulho da pica batendo no meu céu da boca aumentava cada vez mais, até que… os jatos de porra começaram a transbordar meu céu da boca…
- Ahhhhhh…! Não engole ainda não, gostosa, segura um pouquinho na boquinha… isso… assim… saboreia… - ele pedia entre suspiros gostosos.
Embora ele tivesse pedido, não consegui evitar engolir um pouco da porra dele, mas o resto, bastante por sinal, mantive no céu da boca, passando de um lado pro outro, fazendo bochecho, borbulhando, até ele pedir pra eu cuspir nos meus peitos. Foi o que fiz, abaixei a cabeça e abrindo a boca, soltei todo o sêmen nas minhas tetas, espalhando com as mãos, me encharcando com a essência íntima dele. Enquanto isso o Negão não parava, mesmo tendo gozado de forma abundante, continuava se masturbando firme, mantendo aquela dureza que tanto me excitava. Peguei de novo… chupar, com mais vontade ainda, pra depois me levantar, tirar a calça, a calcinha e ficar de quatro, pronta pra receber ele por inteiro.
— Que gostosa, sua putinha linda! Se dependesse de mim, largava minha mulher e casava com você… e não me importo de levar chifre de você com qualquer cara que aparecer… se a gente não fosse quase parente… — ele dizia enquanto se ajeitava atrás de mim, roçando a pica em volta de toda a minha buceta, me fazendo sentir o fogo da virilidade dele por toda parte.
Assim que ele encostou a pontinha, achei que ia explodir… a umidade que brotava na minha buceta escorria pelas minhas coxas e pernas, molhando tudo, nossos corpos e os lençóis com o líquido do prazer, mas era só a pontinha, ele não fez mais nada, nem uma empurradinha, nenhuma pressão, só deixou ela ali, na entrada, me fazendo implorar por mais.
— Me come… enfia logo… vai… mete tudo! — pedi quase desesperada, abrindo bem as bandas da minha raba.
— Se quer, vem buscar — ele respondeu.
E eu fui… empurrei pra trás e me enfiei sozinha naquela pica linda que tinha me feito escrava. Soltei um gemido ao sentir ela toda dentro de mim, mas não parei pra curtir, porque na hora comecei a me mexer, pra frente e pra trás, me empalando uma vez atrás da outra, sem pausa nem respiro, devorando cada pedaço. Aí sim, ele me agarrou pela cintura e começou a se mover também, cada vez mais forte, batendo a pélvis contra minha bunda, fazendo um barulhão a cada estocada. Meus gemidos serviam de acompanhamento, tipo trilha sonora daquela descarga violenta que ameaçava me destruir sem pena nenhuma. Era claro que o Negão tava disposto a tirar todo o atraso, a cobrar de uma vez todas as vezes que a gente não ia transar, ele me comia como se quisesse me estourar, com raiva, com gosto, não ligava de esmagar os ovos contra meu corpo, se impulsionando cada vez com mais violência. Num momento, não aguentei mais e desabei Na cama, de barriga pra baixo, ele caiu junto comigo, sem parar de me comer, me esmagando contra o colchão a cada estocada.
— Ahhhhhh… você tá me matando, Negão… continua… continua…! — eu pedia, me molhando sem controle, tendo um orgasmo atrás do outro, me desmanchando em suspiros e gemidos.
Ele, claro, continuava, me fazendo sentir com cada empurrão a força e o ímpeto da virilidade dele. Aí ele tira a pica, me vira e se ajeita por cima de mim, entre minhas pernas abertas, começa a me comer por frente. Aproveitamos essa posição pra nos beijar, pra nos lamber, pra morder a língua e os lábios um do outro, degustando a saliva alheia, sem parar de curtir essas investidas deliciosas. Ele meteu duro, forte, até que… eu gozo dentro. Com um empurrão enérgico, ele deixa a pica cravada bem fundo e, olhando nos meus olhos, me enche com o leite dele… nós dois nos desmanchamos num mar de gemidos e suspiros, curtindo um orgasmo que sabíamos que não ia se repetir.
— Foi uma despedida gostosa, né? — falei num sussurro, ainda tremendo com o impacto daquela última foda.
— Ainda quero me despedir da sua bunda — ele fala, saindo de dentro de mim e se virando pro lado.
— Você vai aguentar? — pergunto, pensando que ele já teve duas gozadas fortes.
— Se essa é a última vez que a gente vai ficar assim, não quero perder nada — ele responde.
A verdade é que eu também não queria perder nada, então aos poucos começamos de novo com os carinhos… beijos, amassos, chupões, linguadas, mordidas, não precisou de muito pra gente ficar no clima outra vez. Devagar e sem pressa, tomando meu tempo, fui descendo pelo corpo dele, beijando o peito, a barriga, brincando com a língua no umbigo, até chegar na moita de pelo que rodeia o pauzão poderoso dele. O coitado ainda sente o impacto das gozadas anteriores, tá inclinado pra um lado, murchinho, quase apagado, depende de mim fazer ele recuperar aquele esplendor. Então boto a mão na massa (mãos e boca, claro), uma boa mamada e a ereção vai se fazendo notar, endurece dentro da minha boca, fica firme, tenso, imponente, cuspo nele várias vezes pra deixar bem lubrificado, e quando finalmente recupera o tamanho certo, me levanto e me agacho de cócoras sobre ele, de costas, com minha raba a pouca distância da minha ereção.
—Queria minha bunda?— mais que uma pergunta é uma afirmação.
Ele mesmo abre as bandas da minha raba e encaixa a ponta do pau na porta do meu cu, ao sentir vou me deixando cair, relaxando o esfíncter, permitindo a entrada triunfal da cabeça, que prepara o terreno pro resto, assim que tenho metade pra dentro, paro e começo a subir, até a cabeça ficar bem na entrada, aí desço de novo, enfiando um pouco mais da metade, subo outra vez, sem deixar escapar, desço de novo, e assim até encostar na barriga dele, os pelos do púbis dele roçando nas minhas nádegas, os ovos dele contra os lábios da minha buceta, confirmando desse jeito que tô com ele todo dentro. Nessa hora, sei lá por que, penso na famosa frase do Maradona, coincidentemente o Negro parece pensar a mesma coisa:
—Tá com ele dentro, Gise!— ele fala, nós dois rimos, viro a cabeça e mostro a língua debochando enquanto começo a me mexer, pra cima e pra baixo, sentando cada vez com mais força, batendo a raba na barriga dele.
Enquanto eu sobe e desce, ele com uma mão me segura pela raba, a outra tá bem enfiada entre minhas pernas, fuçando minha buceta, esfregando meu clitóris de um jeito que me enlouquece. Minhas sentadas ficam mais rápidas, no ritmo da intensidade que ele me masturba, começo a me molhar grosso, os dedos dele agora chapinham no meu fluxo vaginal, que já espirra nas minhas pernas, os gemidos dele me avisam que não vai aguentar muito, continuo subindo e descendo ao longo de toda essa vara vibrante, guardo tudo no fundo do meu cu, até que…
—Tô gozando… tô —Vou gozar…! — ele me avisa, como se precisasse me dizer.
Continuo um pouquinho mais, e quando ele já tá quase lá, fico bem sentada, com tudo dentro, e… gozo eu também, me sinto molhada dos dois lados: pela frente, meu cum que fica incontrolável, e por trás, o cum do negão, que mesmo não sendo tão abundante quanto nas duas primeiras gozadas, ainda dá pra me fazer sentir o bum bem cheio. Aí não aguentei mais e caí de costas em cima dele, estava destruída, acabada, como se tivesse acabado de correr uma maratona.
— Me matou, Negão…! — falei num suspiro.
— Você quem me matou, gata! — ele responde, apertando meus peitos num gesto de carinho.
Aos poucos fomos nos recompondo, tomamos banho e saímos do hotel. Já na rua, com a noite se erguendo sobre nós, nos despedimos.
— Um último beijo? — ele perguntou.
— Sim, o último — me aproximei dele, ele me pegou nos braços e me deu um chupão daqueles que te deixam sem ar por vários segundos.
— Tchau, Gise, a gente se vê, e… um abraço pra família — ele disse e foi embora.
— Tchau, Negão… — falei e fui pro outro lado.
A partir daquele momento, voltaríamos a ser o Negão e a Gise de sempre; os amantes tinham ficado relegados naquele hotel desconhecido do Boedo… pra sempre?



— Essa linguiça vai cair superbem pra você — ele sussurrou ao me servir a entrada — Mas não tanto quanto a minha — completou, piscando um olho.
Mesmo que ninguém mais tivesse ouvido, fiquei vermelha de vergonha. Tenho minha dignidade e meu orgulho, e não gosto que me esfreguem na cara o quanto sou puta, ainda mais com a família dele presente. Depois, quando eu estava Lavando a louça, ele se aproxima pra me alcançar algo e diz:
— Que vontade de te levar pro quarto e te dar uma trepada daquelas… — passa a mão rapidinho na minha bunda e completa — Hoje vou ter que me contentar em dar pra Marga o que deveria dar pra você — e vai embora, me deixando mais atônita do que antes.
Na sexta à tarde, tinha recebido uma mensagem dele: “A gente se encontra?”, ele perguntou. “Pra quê?”, eu pergunto. “Pra foder, ué, pra que mais seria?”, respondeu. Na hora liguei pra ele e falei que a gente precisava conversar, que isso não podia continuar assim.
— Então a gente se encontra — ele diz.
— Pois é, preciso falar com você —
Combinamos de nos encontrar na esquina da Boedo com Caseros daqui a uma hora. Desde o começo, eu tava decidida a cortar de vez, não dava pra ele me chamar quando bem entendesse só pra dar uma foda e pronto. Uma vez até que foi bom, a sacanagem de transar com alguém tão próximo de mim e da minha família tinha sido uma tentação irresistível, a segunda… a segunda, sei lá, não sei o que aconteceu, como foi que caí de novo, mas daí a me tratar como amante, como brinquedo sexual dele, era um baita pulo, e eu não tava disposta a dar. Tinha história demais entre a gente pra continuar assim, história de família, mesmo não sendo como um pai, ele sempre foi mais que um tio pra mim, e seria uma pena jogar fora uma relação dessas por uma simples putaria. A gente se encontrou e pedi pra irmos tomar algo.
— E por que não vamos logo pro motel? — ele diz, mostrando um tesão tão grande que parecia que a cabeça ia explodir a qualquer momento.
— Já te falei que preciso falar com você — insisti.
— Tá bom, então… — aceitou de má vontade.
Entramos num barzinho ali perto, pedimos uns cafés, e comecei a despejar tudo, sem rodeios, quase sem engolir saliva, expondo uma por uma todas as razões pelas quais achava que aquilo tinha que acabar.
— A gente deixa como uma lembrança boa e… página virada — finalizei, tomando agora sim um gole do meu café. café.
O Negro também tomou um gole do dele, fingiu que pensava e avaliava minhas palavras, e finalmente concluiu:
—Ok, tudo bem, mas… você vai me deixar dar uma última trepada, né?
—Negro, você entendeu alguma coisa do que eu te falei? — perguntei sem acreditar no que ele tinha dito.
—Clarinho, e de verdade eu te entendo, porque comigo acontece a mesma coisa, te conheço desde pequenininha, se até te peguei no colo, sua burra, de todas as mulheres do mundo você é a última com quem imaginei que fosse transar um dia, mas… você cresceu… se desenvolveu… ficou bem safadinha, e bom… ninguém é de ferro, além disso você não dificultou muito as coisas pra mim, digamos…
—Sim, mas…
—Para, deixa eu terminar, não pense que pra mim isso é fácil de lidar, e concordo plenamente com tudo que você disse, com cada palavra, mas você não imagina como eu tô desde que você me deixou na mão outro dia (ele se referia a quando me encontrei com Pablo na saída do trabalho) tô acumulando uma porra que não aguento mais — fez uma pausa, olhou pra todos os lados, como se certificando de que ninguém nos via, e pegando minha mão, colocou debaixo da mesa, fazendo eu tocar naquele pauzão pulsante que ele tinha entre as pernas. — Toca, sente como eu tô, você não pode me deixar assim, negrinha.
E não mentia, ele tava durasso, se não descarregasse ia ter um colapso leiteiro repentino.
—Olha, eu vim hoje decidida a cortar tudo, mas… — pensei por um momento, a verdade é que não podia deixar ele assim — Peço que seja dessa vez e nunca mais…
—Eu prometo, negrinha, hoje a gente se despede — ele disse todo animado.
—E o que peço também é que quando eu for na sua casa, pare de falar coisas com duplo sentido, me deixa muito sem graça — acrescentei.
—Como você disse, borra e começa de novo.
—Ok, então, vamos?
—Vamos nessa.
Pagou os cafés, saímos do lugar e fomos pra um hotel nas redondezas. O Negro tava tão excitado que enquanto a gente andava, o pedaço marcava forte por baixo da calça. Já imaginava eu a despedida que ia me fazer, o que, devo admitir, me excitava pra caralho. Um homem como ele, tão vigoroso, tão viril, tão bom de cama, era realmente uma pena ter que cortar, se dependesse de mim, ele me comia quando quisesse, mas… era assim que eu me sentia, a coisa não dava mais, só me restava esperar que com o tempo essa "escorregada" com alguém tão próximo da minha família não me cobrasse um preço.
Assim que entramos no quarto, ele me abraçou bem forte, me puxando contra o corpo dele e me beijou com frenesi, devorando minha boca de um jeito que denunciava a contenção que ele vinha aguentando. Entre beijos e carícias… e mais beijos, ele foi me despindo, tirando minha blusa e o sutiã, deixando meus peitos à mostra, livres e à mercê dos caprichos dele. O volume da virilha dele colou na minha barriga, me fazendo sentir toda a dureza, todo o tesão dele, me esfreguei nele, sentindo ele ferver, tremer, me afastei um pouquinho pra acariciar, mas o pano não deixava sentir muito mais do que já tinha sentido, então, enquanto a gente continuava se beijando, se lambendo, se chupando, eu abaixei o zíper da calça dele e meti a mão lá dentro, sentindo agora sim o tesão fervendo daquele pedaço de carne que já tava com uma dureza do caralho.
— Faz um boquete em mim, gatinha… chupa ele desse jeito gostoso que você sabe…! — ele pediu no meio de uma respirada entre tantos chupões.
Eu terminei de tirar a roupa dele, acariciei um pouquinho, me deliciando com aquela bocada tão apetitosa, e me ajoelhei na frente dele, totalmente dominada, completamente à mercê dele, peguei a mão dele e coloquei na minha cabeça, indicando que ele me segurasse pelo cabelo, enquanto abria a boca e começava a chupar.
— Ahhhhh… como vou sentir falta das suas chupadas, sua putinha… ahhhhhh… come ela toda… isso… faz um garganta profunda de despedida…! — o Negro falava, os olhos injetados de luxúria, a voz firme e autoritária.
Eu dei uma boa chupada na glande, sugando as gotinhas de líquido pré-seminal que já tava escorriam e aí fui introduzindo devagar, bem dentro da boca, pedaço por pedaço, até que a ponta começou a raspar minha garganta, mesmo assim continuei um pouco mais, mesmo engasgando não me importava, queria agradar ele, continuei empurrando a pica goela abaixo, até o último pedaço, até me engasgar, aí o Negão me segurou com as duas mãos na cabeça e começou a me comer pela boca… metia bem fundo, até além das amígdalas, enfiava até os pelos, entrando e saindo, deslizando entre meus lábios… agora sim, já começavam a escorrer algumas lágrimas, sentia as bochechas vermelhas por causa do volume enorme. Embora esteja acostumada (muito bem acostumada, devo dizer), a engolir tamanhos parecidos, num momento não aguentei e tive que me afastar, sentia que ficava sem ar, que congestionava toda, mas mal consegui recuperar o fôlego porque logo o Negão me segurou de novo pela cabeça e me fez chupar de novo, seguindo o vai e vem que tinha começado pouco antes, só que agora muito mais forte, o barulho da pica batendo no meu céu da boca aumentava cada vez mais, até que… os jatos de porra começaram a transbordar meu céu da boca…
- Ahhhhhh…! Não engole ainda não, gostosa, segura um pouquinho na boquinha… isso… assim… saboreia… - ele pedia entre suspiros gostosos.
Embora ele tivesse pedido, não consegui evitar engolir um pouco da porra dele, mas o resto, bastante por sinal, mantive no céu da boca, passando de um lado pro outro, fazendo bochecho, borbulhando, até ele pedir pra eu cuspir nos meus peitos. Foi o que fiz, abaixei a cabeça e abrindo a boca, soltei todo o sêmen nas minhas tetas, espalhando com as mãos, me encharcando com a essência íntima dele. Enquanto isso o Negão não parava, mesmo tendo gozado de forma abundante, continuava se masturbando firme, mantendo aquela dureza que tanto me excitava. Peguei de novo… chupar, com mais vontade ainda, pra depois me levantar, tirar a calça, a calcinha e ficar de quatro, pronta pra receber ele por inteiro.
— Que gostosa, sua putinha linda! Se dependesse de mim, largava minha mulher e casava com você… e não me importo de levar chifre de você com qualquer cara que aparecer… se a gente não fosse quase parente… — ele dizia enquanto se ajeitava atrás de mim, roçando a pica em volta de toda a minha buceta, me fazendo sentir o fogo da virilidade dele por toda parte.
Assim que ele encostou a pontinha, achei que ia explodir… a umidade que brotava na minha buceta escorria pelas minhas coxas e pernas, molhando tudo, nossos corpos e os lençóis com o líquido do prazer, mas era só a pontinha, ele não fez mais nada, nem uma empurradinha, nenhuma pressão, só deixou ela ali, na entrada, me fazendo implorar por mais.
— Me come… enfia logo… vai… mete tudo! — pedi quase desesperada, abrindo bem as bandas da minha raba.
— Se quer, vem buscar — ele respondeu.
E eu fui… empurrei pra trás e me enfiei sozinha naquela pica linda que tinha me feito escrava. Soltei um gemido ao sentir ela toda dentro de mim, mas não parei pra curtir, porque na hora comecei a me mexer, pra frente e pra trás, me empalando uma vez atrás da outra, sem pausa nem respiro, devorando cada pedaço. Aí sim, ele me agarrou pela cintura e começou a se mover também, cada vez mais forte, batendo a pélvis contra minha bunda, fazendo um barulhão a cada estocada. Meus gemidos serviam de acompanhamento, tipo trilha sonora daquela descarga violenta que ameaçava me destruir sem pena nenhuma. Era claro que o Negão tava disposto a tirar todo o atraso, a cobrar de uma vez todas as vezes que a gente não ia transar, ele me comia como se quisesse me estourar, com raiva, com gosto, não ligava de esmagar os ovos contra meu corpo, se impulsionando cada vez com mais violência. Num momento, não aguentei mais e desabei Na cama, de barriga pra baixo, ele caiu junto comigo, sem parar de me comer, me esmagando contra o colchão a cada estocada.
— Ahhhhhh… você tá me matando, Negão… continua… continua…! — eu pedia, me molhando sem controle, tendo um orgasmo atrás do outro, me desmanchando em suspiros e gemidos.
Ele, claro, continuava, me fazendo sentir com cada empurrão a força e o ímpeto da virilidade dele. Aí ele tira a pica, me vira e se ajeita por cima de mim, entre minhas pernas abertas, começa a me comer por frente. Aproveitamos essa posição pra nos beijar, pra nos lamber, pra morder a língua e os lábios um do outro, degustando a saliva alheia, sem parar de curtir essas investidas deliciosas. Ele meteu duro, forte, até que… eu gozo dentro. Com um empurrão enérgico, ele deixa a pica cravada bem fundo e, olhando nos meus olhos, me enche com o leite dele… nós dois nos desmanchamos num mar de gemidos e suspiros, curtindo um orgasmo que sabíamos que não ia se repetir.
— Foi uma despedida gostosa, né? — falei num sussurro, ainda tremendo com o impacto daquela última foda.
— Ainda quero me despedir da sua bunda — ele fala, saindo de dentro de mim e se virando pro lado.
— Você vai aguentar? — pergunto, pensando que ele já teve duas gozadas fortes.
— Se essa é a última vez que a gente vai ficar assim, não quero perder nada — ele responde.
A verdade é que eu também não queria perder nada, então aos poucos começamos de novo com os carinhos… beijos, amassos, chupões, linguadas, mordidas, não precisou de muito pra gente ficar no clima outra vez. Devagar e sem pressa, tomando meu tempo, fui descendo pelo corpo dele, beijando o peito, a barriga, brincando com a língua no umbigo, até chegar na moita de pelo que rodeia o pauzão poderoso dele. O coitado ainda sente o impacto das gozadas anteriores, tá inclinado pra um lado, murchinho, quase apagado, depende de mim fazer ele recuperar aquele esplendor. Então boto a mão na massa (mãos e boca, claro), uma boa mamada e a ereção vai se fazendo notar, endurece dentro da minha boca, fica firme, tenso, imponente, cuspo nele várias vezes pra deixar bem lubrificado, e quando finalmente recupera o tamanho certo, me levanto e me agacho de cócoras sobre ele, de costas, com minha raba a pouca distância da minha ereção.
—Queria minha bunda?— mais que uma pergunta é uma afirmação.
Ele mesmo abre as bandas da minha raba e encaixa a ponta do pau na porta do meu cu, ao sentir vou me deixando cair, relaxando o esfíncter, permitindo a entrada triunfal da cabeça, que prepara o terreno pro resto, assim que tenho metade pra dentro, paro e começo a subir, até a cabeça ficar bem na entrada, aí desço de novo, enfiando um pouco mais da metade, subo outra vez, sem deixar escapar, desço de novo, e assim até encostar na barriga dele, os pelos do púbis dele roçando nas minhas nádegas, os ovos dele contra os lábios da minha buceta, confirmando desse jeito que tô com ele todo dentro. Nessa hora, sei lá por que, penso na famosa frase do Maradona, coincidentemente o Negro parece pensar a mesma coisa:
—Tá com ele dentro, Gise!— ele fala, nós dois rimos, viro a cabeça e mostro a língua debochando enquanto começo a me mexer, pra cima e pra baixo, sentando cada vez com mais força, batendo a raba na barriga dele.
Enquanto eu sobe e desce, ele com uma mão me segura pela raba, a outra tá bem enfiada entre minhas pernas, fuçando minha buceta, esfregando meu clitóris de um jeito que me enlouquece. Minhas sentadas ficam mais rápidas, no ritmo da intensidade que ele me masturba, começo a me molhar grosso, os dedos dele agora chapinham no meu fluxo vaginal, que já espirra nas minhas pernas, os gemidos dele me avisam que não vai aguentar muito, continuo subindo e descendo ao longo de toda essa vara vibrante, guardo tudo no fundo do meu cu, até que…
—Tô gozando… tô —Vou gozar…! — ele me avisa, como se precisasse me dizer.
Continuo um pouquinho mais, e quando ele já tá quase lá, fico bem sentada, com tudo dentro, e… gozo eu também, me sinto molhada dos dois lados: pela frente, meu cum que fica incontrolável, e por trás, o cum do negão, que mesmo não sendo tão abundante quanto nas duas primeiras gozadas, ainda dá pra me fazer sentir o bum bem cheio. Aí não aguentei mais e caí de costas em cima dele, estava destruída, acabada, como se tivesse acabado de correr uma maratona.
— Me matou, Negão…! — falei num suspiro.
— Você quem me matou, gata! — ele responde, apertando meus peitos num gesto de carinho.
Aos poucos fomos nos recompondo, tomamos banho e saímos do hotel. Já na rua, com a noite se erguendo sobre nós, nos despedimos.
— Um último beijo? — ele perguntou.
— Sim, o último — me aproximei dele, ele me pegou nos braços e me deu um chupão daqueles que te deixam sem ar por vários segundos.
— Tchau, Gise, a gente se vê, e… um abraço pra família — ele disse e foi embora.
— Tchau, Negão… — falei e fui pro outro lado.
A partir daquele momento, voltaríamos a ser o Negão e a Gise de sempre; os amantes tinham ficado relegados naquele hotel desconhecido do Boedo… pra sempre?



Comentarios Destacados
11 comentários - O último gozo...
vos si que sabes coger y dejar a un hombre bien relajado
como me gustaria tener una foto tuya en pelotas
hola gise!!! de vuelta por estos lares y te encuentro tan ardiente como siempre me encanto el relato,quede con ganas...
excelente gi,deje puntos y como siempre estas hermosa!!!