Orgia Bissexual de Férias

O dia que minha esposa me disse que tinha arrumado tudo pra gente passar uma noite fora, só nós dois, sem os moleques, eu não desconfiei de nada. Fazia umas semanas que a gente tinha falado em tirar pelo menos uma noite de folga, pra dar uma desligada da rotina do dia a dia.

O lugar escolhido pela minha esposa era um hotel rural, a não muitos quilômetros da nossa cidade. O lugar era bonito e, principalmente, dava pra respirar uma paz danada. Passamos a tarde conversando sobre um monte de coisa, bem bobeira mesmo. Foi uma tarde muito gostosa. Antes do jantar, subimos e fomos os dois pro chuveiro pra nos lavar. Minha esposa estava uma gostosa, sempre teve uma bunda estupenda, cheia de curvas e firme. Comecei a passar a mão nela e ela afastou minha mão. Depois de alguns minutos, ela começou a se ensaboar. Primeiro os braços, o pescoço, as pernas. Minha esposa sabe como atrair um homem, sem dúvida, e sabia que eu tava esperando ver ela ensaboar aqueles peitões magníficos na minha frente. Ela sabia e por isso, de propósito, não fazia, só pra aumentar meu desejo, meu tesão. Claro que eu fazia de conta que não tava nem aí, mas sem tirar o olho. Mas no fim ela fez. Pegou o peito esquerdo com a mão direita e massageou o contorno devagar, se certificando de que eu não perdia nenhum detalhe. A mão esquerda dela, livre, deslizou suavemente sobre a buceta dela. Isso durou um instante, só o suficiente pra eu sentir meu pau ficar duro. Depois, beliscou de leve o mamilo, confirmando de canto de olho que eu tava vendo ela fazer aquilo. E fez exatamente a mesma coisa no outro peito. Em seguida, ela se colocou debaixo da água, de costas pra mim, e tirou o sabão enquanto as mãos deslizavam pela bunda dela pra eu ficar olhando como ela fazia, num ritmo, suave. Quando eu quis me jogar em cima dela, ela me olhou séria e disse:

* Agora não, que a gente precisa ir jantar.

Não me restou outra opção a não ser esfriar a água do chuveiro e tentar diminuir aquela ereção que, pelo visto, minha esposa não tinha intenção de sufocar, pelo menos por enquanto.

Descemos para o salão de jantar. A pousada tinha um cozinheiro renomado que gostava de servir comida para um número reduzido de clientes. Havia sete mesas no salão, mas só quatro estavam ocupadas, sem contar a nossa. Em duas delas, famílias comiam com apetite — uma com duas meninas e a outra com uma menina e dois meninos. As outras duas mesas estavam ocupadas por dois casais jovens, mais ou menos da nossa idade.

A garçonete, uma moça nova de vinte e poucos anos, veio e anotou nosso pedido. Poucos minutos depois, apareceu o sommelier, um cara de trinta e poucos, muito simpático, que nos aconselhou cuidadosamente sobre o vinho que deveríamos tomar com a comida escolhida. Enquanto a garçonete servia as entradas, minha mulher me disse, sussurrando, que não estava usando o tapa-sexo e que naquele exato momento estava colocando umas bolas chinesas para tornar o jantar ainda mais… interessante. Vi o movimento hábil do braço direito dela por baixo da mesa enquanto ela sorria para mim. Então ela disse:

— Você reparou no sommelier?
— O que tem ele?
— Você não viu. Querido, pensei que ultimamente você reparasse nessas coisas.
— Do que você está falando?
— Estou falando do pau dele. Ou ele tá com uma ereção de cavalo ou tem um pau mais que considerável.

Talvez alguns de vocês conheçam a história do meu gosto recente por compartilhar um pau com minha mulher. Resumindo, não faz muito tempo, minha mulher me preparou uma surpresa: trouxe um cara pra casa e, sob a desculpa mais ou menos interessada de ver minha mulher chupar o pau de outro, acabei pedindo pra ela me masturbar, coisa que eu aceitei e, devo admitir, gostei.

— Já vai ver, chama ele.
— O que você disse?
— Por favor, sommelier! — ela gritou. — Queria perguntar sobre quais opções teríamos para um peixe grelhado acompanhado de risoto de lula, é que daqui a pouco temos um jantar especial em casa e…

O rapaz, educadamente, começou a teorizar sobre quais vinhos combinariam melhor. de acordo com o horário, as características dos clientes, etc. Minha mulher cravou os olhos na calça dele e decidiu deixar ali, sem cerimônia. Eu não podia fazer nada além de tentar disfarçar perguntando qualquer besteira pra que o cara não percebesse o que a minha mulher estava fazendo. No final, porém, o garoto olhou pra minha mulher, pronto pra saber se tinha convencido ela, e a encontrou inspecionando a pica dele com os olhos. Ele ficou vermelho e na hora minha mulher levantou os olhos e disse:

* Perfeito. Obrigada.

O jantar foi fantástico. A comida excelente e o atendimento melhor ainda. Logo antes do café, com uma garrafa de vinho que já tinha acabado, minha mulher estava realmente soltinha. O vinho, as bolas... De repente, ela me olhou fixamente nos olhos e perguntou:

* Você gostaria de comer a garota morena da mesa da frente?
* Como? – eu disse.

Minha mulher e eu, como alguns sabem, tínhamos combinado que o sexo a gente praticaria juntos, mesmo que fosse com outras pessoas, e, além disso, que nenhum dos dois foderia ninguém. Tudo era permitido (ou quase), mas nada de penetração. Por isso, a pergunta dela me surpreendeu.

* Se você comeria ela. Se faria, por exemplo, se não estivesse comigo. Você foderia ela?

A garota de quem minha mulher falava era uma morena, magra, com traços meio orientais. Sem dúvida, era uma mulher bonita, cuidada, muito gostosa. Estava sentada ao lado de um cara forte, bem vestido e barbeado, atraente também.

* Eu comeria ele. Ele é gostoso e com certeza tem uma pica boa.
* Amor... – eu disse.
* Qual é? Te incomoda? Só tô falando por falar... Você acha que ele come ela no cu? Parece daquelas meninas finas que não dão a bunda por aí.
* Não sei – respondi sem pensar.
* Quem sabe eu digo pra ela que comigo ela poderia provar uma boa piroca, pra ver se ela anima, o que você acha? – ela disse rindo. Não respondi – Qual é, você preferia comer a garota da mesa do fundo?

Agora minha esposa se Me referia a uma mina de cabelo ruivo que vestia uma regata branca que marcava uns bicos grandes, cor de cereja, de uns peitos consideráveis. Dava pra imaginar uma bunda boa e umas pernas fortes nela. O parceiro dela era um cara vestido esporte, careca (raspado, sem dúvida), moreno, que batia papo amigável. Parecia um cara interessante.

Farto de tanta pergunta, resolvi cortar o assunto:

* Sabe? – falei – eu comeria as duas e te obrigaria a bater uma enquanto eu fazia isso.

Bem naquele instante, sem eu ter percebido, a garçonete tinha se colocado atrás de mim. Vi minha mulher sorrindo, divertida com a situação.

* Com licença, vou servir as sobremesas – disse a mina quase com descaramento e meio sorriso na boca. Outra igual minha mulher, pensei, curtia a putaria.
* Obrigada, gostosa. Já te disseram que o uniforme te cai muito bem? – respondeu minha mulher – Não é mesmo, amor?
* É… Claro, muito bem. – falei, envergonhado.
* Obrigada. Qualquer coisa é pouco pra satisfazer os clientes.

Quando ela trouxe o café, cinco minutos depois, deixou na mesa roçando um dos peitos no meu ombro, e quando se moveu pra onde minha mulher estava, vi que tinha desabotoado um botão da blusa e, ao se abaixar pra deixar a xícara, enquanto também roçava um dos peitos nela, deixou entrever um decote mais que bonito enquanto me sorria.

Subimos pro quarto. A cena da garçonete tinha me deixado muito tesudo e eu tava pronto pra agarrar minha mulher assim que atravessasse a porta e comê-la sem mais. Mas bem na porta, minha mulher disse que tinha esquecido a bolsa lá embaixo. Que eu entrasse e esperasse por ela.

* Fica à vontade, amor. Já volto.

Quando minha mulher voltou, eu já tava na cama deitado, pelado, esperando por ela. Ela me viu, sorriu, foi pro banheiro e, depois de uns dois minutos, saiu só com umas meias de arrastão e os saltos altos. Chegou perto da cama, se jogou em cima de mim e, debaixo do travesseiro, tirou um lenço. Pra mim. Minha mulher e eu gostamos de brincar, então não me surpreendi e deixei ela cobrir meus olhos com ele. Aí ela deslizou a língua do meu pescoço até minha buceta. Começou a lamber minhas bolas e, então, bateram na porta.

* Esta noite estou com tesão, querido. Muito tesão. Esta noite preciso de algo mais que seu pau e suas mãos. E você também vai ter mais que minha buceta, meus peitos ou minha língua. Isso, desde que não faça nada que eu não mande. Se fizer, fodeu. Esta noite eu mando. Na próxima você manda, mas hoje está sob minha direção. Combinado?
* Sim – falei, terrivelmente excitado, na hora em que me levantei de nervoso.
* Eu disse para não fazer nada sem eu mandar. Deita e não se mexe, ou fodeu.

Obviamente, me deitei, com o lenço nos olhos e uma ereção aumentada pela surpresa. Sem dúvida, minha mulher tinha convidado alguém para satisfazer o fogo dela, e isso me deixava enormemente excitado.

A porta abriu e fechou, e ouvi passos. Em seguida, escutei um zíper sendo aberto e o som de roupa caindo no chão, talvez alguém tirando os sapatos. Não sei direito. A sensação de estar exposto ao olhar de alguém que eu não conhecia, e que ainda não podia ver, era estranha. O que estaria acontecendo? Quem estaria no quarto além de mim e da minha mulher? Seria uma pessoa só ou mais de uma? Pensei na garçonete. Sem dúvida, ela tinha dado em cima da gente. Mas, por outro lado, ela ainda devia estar trabalhando, né? Teria inventado alguma desculpa para sair mais cedo. Sem dúvida era ela.

Senti um barulho leve, e depois um suspiro suave. Minha mente imaginou minha esposa amassando os peitos da garçonete enquanto ela acariciava a buceta dela. Essa ideia me deixou a mil. Nunca tinha visto minha mulher com outra, embora tivesse imaginado muitas vezes. Talvez fosse minha mulher que estava chupando a buceta dela ou tocando a bunda dela enquanto a garçonete abria as pernas para oferecer a boceta quente. De repente, me bateu a dúvida se minha mulher queria que eu ficasse ali, imaginando como ela curtia outra enquanto eu nem conseguia ver. Mas não.
Naquele exato instante, dos dois lados da cama, aquelas duas mulheres se colocaram perto de mim. Ainda bem, parecia que eu também teria a minha parte. E então, qual não foi minha surpresa quando ouvi minha mulher, do centro do quarto, me pedir para esticar os braços. Fiz isso e duas mãos, uma para cada uma das minhas mãos, me guiaram até onde estava indicado. Minha mão esquerda sentiu uns lábios molhados, abertos, prontos para serem explorados. Não tinha dúvida de que não era minha mulher, pois a buceta estava quase sem nenhum pelo. Minha mão direita foi levada até uns testículos. Agarrei eles, estavam raspados, e subi um pouco mais até sentir um pau já tenso pela situação. Minha mulher tinha decidido me fazer saber que estávamos acompanhados por um homem e uma mulher. Que detalhe.

Então várias mãos começaram a percorrer todo o meu corpo, sem parar em nenhum lugar em especial. O peito, o pescoço, a barriga, o tórax, o pau, as pernas. Minha mulher, tenho certeza de que era ela, começou a lamber um por um os dedos dos meus pés. Atordoado pela excitação, comecei a mexer minhas mãos como podia, tentando dar prazer àquela mulher e àquele homem que me acariciavam. Não devia ter feito tão mal, porque começaram a se ouvir respirações que se aceleravam. De repente, minha mulher falou:

* Você, vem aqui comigo, e você chupa ele.

"Chupa ele", pensei. Mas quem? Nunca tinha sido chupado por um cara. Achei que seria a mina, porque minha mulher não deixaria um cara me chupar sem eu pelo menos ver. Embora, depois pensei que mais de uma vez minha mulher tinha me dito o quanto a excitava ver um cara me chupando... Seja como for, sem mais, senti a umidade de uma boca capturando meu pau ereto. Uma sensação forte percorreu meu estômago, e quando uma língua vigorosa começou a lamber cada centímetro do meu pênis, pensei que ia gozar em dois minutos e estragar tudo. Tinha Ouvi dizer que quando um cara te come, você sente que ele faz com mais força, multiplicando as sensações. A ideia me excitava pra caralho, e não sei se por isso ou porque era um homem mesmo que tava me fazendo gozar, fiquei com essa ideia na cabeça.

* Porra, como ele te come – disse minha esposa – cê gosta, meu amor? Aproveita, querido. Agora mesmo eu tô com dois dedos enfiados na minha buceta – ela falou – assim, assim, mexe eles – disse pro dono dos dedos.

Depois de alguns segundos, ouvi ela falando:

* Agora eu. Deixa eu te chupar.

E imaginei minha mulher chupando a pica que há pouco eu tinha masturbado. Embora, por outro lado, se quem tava me comendo o cu era o cara, não podia ser. Bom, que confusão. Decidi tentar não imaginar quem tava fazendo o quê e aproveitar ao máximo.

O boquete que tavam me fazendo era um dos melhores que já recebi. Quem quer que fosse o autor daquela chupada agora tinha decidido focar na minha cabeça, passando a língua em volta com movimentos ágeis. Ao fundo, ouvia suspiros, gemidinhos e, de vez em quando, minha mulher dizendo "como eu gosto" ou "é assim que cê quer?". Tava quase gozando, minha porra se apertando nos meus ovos esperando o sinal pra descarregar na boca que tão bem tava me trabalhando. E então minha mulher ordenou:

* Um momento – a língua parou na minha cabeça – venham os dois.

Aí ouvi minha mulher sussurrando algo pros dois parceiros da experiência. E depois, pra eu ouvir, ela disse:

* Você fica aqui. Me mostra do que é capaz. E você… você, come ele.

Isso me deixou tenso. Isso significava que minha mulher não só tinha decidido quebrar nosso acordo, mas também queria que um cara me comesse! A verdade é que essa ideia não me atraía. Masturbar um cara me excitava, talvez até chupar ele, mas ser comido…

* Querido, relaxa e aproveita – ouvi minha mulher dizer, que sem dúvida tinha percebido meu desconforto – fica tranquilo, você sabe que sempre curtimos juntos, nunca fizemos nada que não gostássemos. Cê tá vendo?
Tava certo. Não era a primeira vez que no meio de uma transa surgia algo que de início não agradava um de nós, mas que acabava virando uma grande descoberta. Sem tempo pra mais devaneios, senti umas mãos separarem minhas nádegas e uma língua se enfiar no meu cu. Ficou ali por meio minuto, talvez. De repente se afastou e uns dedos melados espalharam o que, sem dúvida, era um lubrificante anal. O toque frio me arrepiou por um instante, mas uma massagem leve me relaxou e senti um dedo entrar no meu buraco, se mexer em círculos e, com cuidado, sair.

* Espera, chupa minha buceta – ouvi minha mulher sussurrar – isso, isso, mexe no meu cu, mexe! Deixa eu te tocar também... – ela continuava sussurrando entre gemidos.

E então, de novo, duas mãos separando minhas nádegas. Tinha chegado a hora. Devagar, foi abrindo caminho no meu reto. Devo ter feito algum barulho, porque minha esposa percebeu o momento.

* Já entrou? – ela disse – Beleza. Vai, fode ele.

E foi assim, aquela pica começou a se mover dentro de mim, primeiro devagar e depois um pouco mais rápido. Não doía, sempre pensei que fosse doer, mas não. Tava muito quente. Ter aquilo dentro do meu cu tava me deixando louco. Com as duas mãos, abri ainda mais a racha do meu cu pra entrar melhor e comecei a gemer, a gemer como poucas vezes antes. De repente, senti minha pica ser capturada de novo por uma boca molhada enquanto meu cu continuava levando pancadas ritmadas. Fiquei confuso. Como era possível?

* É você, amor? – eu disse.
* Como?
* Se é você que tá chupando minha pica.
* Não, love. Eu tô chupando outra pica, uma pica bem dura e bem grossa.
* Então?
* Tão te fodendo com o consolo que a gente usa em casa. O que você pensou?

Claro. Não tinha sacado. A situação tava tão doida que eu não consegui identificar que tavam me penetrando com um consolo, com o consolo que minha mulher costumava enfiar em mim. Bom... Isso, e como nunca tinha tido a pica de um cara dentro…

* Você é um safado, tava achando que tavam te comendo. Talvez eu devesse parar de lamber essa pica e deixar que enfiassem no seu cu. O que acha? Mas se fosse assim, a gente quebraria o pacto e, nesse caso, eu seria a primeira a meter até o fundo. O que acha?

Só consegui dizer uma coisa: "Vou gozar". Não aguentava mais, naquele momento a proposta da minha mulher, que não sei até que ponto era sincera, só me deixou ainda mais pirado. Senti um movimento rápido ao meu redor. Uma buceta molhada montou na minha pica e duas mãos pegaram as minhas e colocaram de novo numa buceta e numa pica, agora bem mais grossa. Meu pau pulsava, igual aos outros sexos que eu tinha nas mãos.

Quem subia e descia na minha pica inchada era, sem dúvida, minha mulher.

* Chupa meus peitos – ela disse pra um dos dois – e você enfia a pica de plástico no seu cu.

Pelo movimento, entendi que a pica de plástico, meu consolo, tava agora alojada no cu da garota e que o cara era quem tava se deliciando com os peitos da minha mulher. Comecei a mover minhas mãos cada vez mais rápido. Uma enfiava numa vagina que não oferecia resistência pra entrar com três dos meus dedos. A outra apertava com força um pau que tinha as veias marcadas e que tava cada vez mais excitado. De repente, um gemido agudo. Senti algo quente cair no meu peito e entendi que o cara tava gozando.

* Porra, ele tá gozando, ele tá gozando, você devia ver a cara dele, amor. Não para, faz ele cuspir toda a porra dele.

Claro que não parei. Na hora, minha outra mão sentiu que a garota do lado também tava tremendo de prazer.

* Vem, vem, que eu chupo – ouvi minha mulher gritar enquanto o cara que eu tinha masturbado se levantava do meu lado – Me dá sua pica que eu quero gozar com uma pica na boca.

E eu gozei. Nós gozamos juntos. Minha porra saiu disparada e minha esposa começou a se mexer freneticamente e a soltar Gemidos distorcidos pela rola que ela tinha amarrada com a língua. Ela caiu em cima de mim e a gente dormiu assim mesmo.

Na manhã seguinte, descendo as escadas pra ir tomar café, a gente esbarrou no casal do careca e da mina de top justo, que nos cumprimentaram com um sorrisão, o que achei meio exagerado pra quem a gente nem conhece. Na mesa do lado, tava sentado o outro casal. A gente se cumprimentou educadamente e me pareceu que a mina fez algum gesto pra minha mulher, mas não consegui ver direito.

* Oi, como foi a noite? – a garçonete perguntou.
* Boa, e a sua? – minha mulher respondeu.
* Fantástica – e enquanto ia embora, cruzou com o sommelier, que ela beijou.

Depois do café, a gente foi embora. Nunca perguntei pra minha mulher com quem a gente dividiu aquela noite. Não perguntei na época e não vou perguntar agora. No fim das contas, pra quê.

Saindo da casa, a gente cruzou com um casal que eu não consegui identificar. Minha mulher acenou pra eles.

* Quem eram? – perguntei.
* Jaime e Esther, os donos da casa. Não te apresentei?
* Não – falei.

8 comentários - Orgia Bissexual de Férias

kramalo +1
te iba a felicitar, pero tambien tengo la venda en los ojos.....jejeje
Buen relato desde el punto de vista erótico y porque te preocupás en los detalles ortográficos y gramaticales. Un abrazo