Caçadores de Bucetas

Naquela noite, todos os caçadores da tribo chegaram, com presas e recompensas magníficas por terem saqueado, sequestrado e assassinado os habitantes das vilas do sul. Foram recebidos por todos no centro de uma espécie de aldeia fortificada, com cabanas lá dentro. No centro da aldeia, havia uma cova funda e fedorenta, cheia de restos de vítimas dos sacrifícios do bruxo.

Nem todos estavam lá, faltava um: Valkyirjur. Ele não tinha o sangue dos habitantes da tribo, mas foi acolhido pelo bruxo, líder da tribo, em umas batalhas antigas e sangrentas. Criaram ele como um dos seus, mas ele nunca foi igual.

Ele pertencia a uma raça de assassinos e guerreiros sanguinários vindos de além da grande montanha branca, onde vivem os deuses sombrios, e a vida em si é uma morte agonizante e cruel.

Todos na tribo estavam esperando para dividir as recompensas obtidas pelos caçadores. As mais valiosas eram as escravas das aldeias do sul.

O primeiro a pegar sua recompensa foi o bruxo, que, por ser o mais venerado, tinha o privilégio de escolher. Ele escolheu uma garota de pele tostada pelo sol do sul, com cabelo longo e cacheado, embora naquele momento estivesse toda coberta de lama e sujeira. Depois, colocaram as outras em umas gaiolas, como animais.

Todos se aproximaram do altar no centro da praça, onde estava a cova dos sacrifícios. Estavam todos em silêncio, só se ouviam os gritos da infeliz que ele ia oferecer aos seus deuses para agradecer pelas boas recompensas obtidas. Ele a deitou numa espécie de cavalete e amarrou seus braços e pernas separados, e ela estava de bruços, nua, com as pernas bem abertas, oferecendo seus buracos para todos na praça. Naquele momento, Varlkyrjur entrou na aldeia montado em seu cavalo, e todos se viraram para ver sua chegada. Ele era um cara mais alto que os habitantes da aldeia, com cabelo grisalho e musculoso. Todos foram se afastando. Lugar pra ela poder passar e ver o sacrifício, mas ele não ligava pra essas merdas e entrou na choça dele.

Enquanto o bruxo continuava com o ritual, passou um tipo de óleo nos buracos da garota e começou a penetrar ela com uma espécie de bastão. No começo não entrava na buceta dela, mas ele forçou com força até enfiar tudo. A garota gritava e esperneava. Depois, com outro bastão um pouco menos grosso, começou a meter no cu dela devagar, mas sem parar, até enfiar tudo. Pelas pernas escorria uma mistura de sangue e fluidos do cu e da buceta perfurada dela. A garota resistia, mas era inútil. Quando tirou os objetos, eles estavam cheios de fluidos, sangue e merda. O bruxo colocou um balde entre as pernas da garota pra que todos os fluidos que saíssem da buceta e do cu dela não fossem desperdiçados. Enquanto isso, o bruxo se posicionou na frente da garota e fez ela limpar os objetos com a boca, mas como não entravam, ela só conseguiu lamber. Depois dessa iniciação do ritual, Grun deu permissão pra ele foder ela.

O cara era um brutamontes e tinha uma pica descomunal. Quando se posicionou atrás da garota, já mostrou a pica em todo o seu esplendor. Ele se preparou pra meter no cu dela, não precisou de muito porque ainda estava bem dilatado e ensanguentado. Agarrou ela pelos quadris e começou a foder com força. Cada vez as pernas dela ficavam mais cheias de sangue, e a garota se sentia cada vez mais fraca. Outro caçador se posicionou na frente dela e começou a foder a boca dela. Ela tinha dificuldade pra respirar e sentia ânsia, mas eles não paravam.

Grun e o outro caçador aceleravam cada vez mais o ritmo até gozarem, deixando o cu e a boca dela cheios de porra, que escorria pelas pernas e pelo canto da boca, porque obrigaram ela a engolir toda a porra do caçador. Naquele momento, o bruxo foi até as jaulas onde estavam as outras escravas e escolheu uma. Tirou ela da jaula e empurrou pra onde ele estava se virando. sacrifício. O bruxo mandou a mina lamber tudo, desde o cu e a buceta até a porra que escorria do canto da boca dela. Quando ela fez um gesto de negação, levaram um tapa violento que a fez cair no chão. Quando se levantou, não sabia bem onde estava por causa do tapa bruto, mas quando viu a mina na frente dela, lembrou de tudo e se ajoelhou atrás dela, começando a lamber entre as pernas o sangue e os fluidos que estavam ali. Na segunda lambida, virou a cabeça e começou a vomitar, coisa que o bruxo aproveitou e deu a ela a cuia onde tinha restos de sangue e fluidos da companheira. Quando terminou de vomitar, voltou a lamber o cu e a buceta da mina, enfiando a língua nos buracos até deixar ela bem limpinha. Depois, obrigaram ela a limpar a boca e a colocaram de volta na jaula. Assim, a mina estava pronta pro sacrifício.

O bruxo se posicionou atrás da mina com uma estaca enorme, de uns dois metros de comprimento e bem grossa, e começou a enfiar no cu dela. A mina gritava e se debatia, mas era em vão. O bruxo não parava de meter a estaca no cu, e cada vez custava mais, e ela gritava mais, até que chegou um momento em que não entrava mais. A mina tava quase no limite, mas o bruxo não pensou duas vezes e deu um empurrão violento na estaca, perfurando e enfiando de uma vez quase meia estaca. A mina levantou a cabeça pela última vez e, ao baixá-la, já sem vida, começou a escorrer sangue da boca. O bruxo continuou a penetração até que a estaca saiu pela boca da mina.

Depois, entraram dois caras e o bruxo colocou ela de pé, empalada, e fincaram no chão como se fosse uma estátua no meio da praça pra todo mundo ver e apreciar.

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